where’s the money go? para onde vai a grana?

OpEdNews – Article: The #OWS Video Rupert Murdoch Doesn’t Want You To See.

November 11, 2011 at 13:51:26

Must Read 2 Well Said 1 Funny 1 View Ratings | Rate It
Promoted to Headline (H3) on 11/11/11: Permalink
View Article Stats (10 comments)
The #OWS Video Rupert Murdoch Doesn’t Want You To See
Add this Page to Facebook!
Submit to Twitter
Submit to Reddit
Submit to Digg

Tell A Friend

Become a Fan
SAVE AS FAVORITE
VIEW FAVORITES
Get Embed HTML Code
By Gustav Wynn (about the author)

Become a Fan Become a Fan (12 fans) — Page 1 of 1 page(s)

opednews.com

If Fox viewers see this video, it will dispel the charges of anti-Semitism and lawlessness claimed again this week by the NY Post and The Sean Hannity Show.

Rupert Murdoch ensures a balanced portrayal of #OWS is never shown, because he is invested in preventing #OWS from educating the public. But this catchy home-made diddy reminds us we can share videos widely as we demand accountability for destroying the US economy.

This week, Murdoch’s #1 propagandist, Sean Hannity also cemented his own ties to the illegal Jack Abramoff lobbying scandal by giving the con man a platform – and thereby, a pass for leading the culture of corrupt pay-for-play that landed 99% of us in recession, unemployment and debt.

This week, Hannity also refused to ask Jack Abramoff about his frequent guests Karl Rove, Ralph Reed and Eric Cantor who were prominent in “Jack Abramoff’s webs” of political payola. Does Hannity have to disclose his ties to Abramoff’s political network, including cash donations by his boss Rupert Murdoch to Abramoff’s pals?

Media charlatans Murdoch and Hannity savaged #OWS this week, again charging racism, using language that reaffirms repeated lying and ignores published debunking by the ADL, CBS, the NY Times and others.

Calling a handful of clips a “ton” of evidence, Hannity argues that the OWS movement has been hijacked by anti-Semites, drug users, ne’er-do-wells and rapists. Fox, the NY Post and the WSJ have every right to report on the seedier element at OccupyWallStreet but not to unfairly lie about it’s proportions.

Is it legal for Hannity to deliberately lie, for example using the term “rampant” to describe less than 10 cases out of thousands?

Yes he can!

Deliberate Lying On Air Ruled ‘Legal’ in Test Case Against…Who Else, FOX and Murdoch

It was Rupert Murdoch’s legal team that blazed the trail into making lying legal over public airwaves in 2003, winning an appeal of a 1996 case in a FL federal court where FOX asserted that there are no written “rules” against distorting news in the media.

The case involved FOX News burying health warnings in a report on Monsanto’s use of growth hormones in dairy cows. When Monsanto got wind of the findings, they complained to the head of FOX News, Roger Ailes that the report could hurt their profits.

To win, Murdoch’s legal team assembled lawyers from five of the media industry’s most powerful corporations to pressure the court to view lying as protected free speech.

FOX suppressed their own researchers’ findings that the milk might be unsafe and fired producers Jane Akre and husband Steve Wilson for complaining. The producers filed suit, but their initial win was overturned on appeal, which set a precedent for “legal lying” over public airwaves.

News Corp, Cox, Gannett and others filed briefs that argued any FCC policy to tell the truth did not rise to the level of a law or a rule so broadcasters could ignore it at will – even regarding public health issues. This may be the day our media died.

After the victory, FOX countersued for $1.7 million in legal fees, with Monsanto also threatening the couple who blew the whistle when FOX broadcasting distorted the truth about our milk.

Make A Public Record of Provable Falsifications
Many don’t know they can lodge complaints about undue on-air bias. Enforcement is sadly lax, but it is the duty of the public to stand up against lies, to correct the record or demand stations serve the public interest. The government cannot do this.

So the FCC will not “shut down” broadcasters who decieve – intentional lying on TV was ruled protected speech – so legal propaganda is now the norm in TV and radio. But today’s FCC is compelled to make complaints against broadcasters public as part of a stations license renewal application.

Since News Corp isn’t listening (unless you are a 9-11 victim, they might be hacking your phone), concerned Americans should consider making a public complaint as part of the FCC relicensing process. Anyone can log an official report of broadcast journalism bias now at 1-888-TELL-FCC (1-888-835-5322) or on this page.

Read about this and how Connecticut Senator Joe Lieberman made his own #OWS smear, suggesting the movement is now unraveling which is demonstrably false. Check out Hannity’s Corrupt, Propagandist Week of Lies for more.

Below is another video Hannity doesn’t want you to see – not only is it an articulate #OWS protester, but it neatly debunks the myth that raising taxes hurts job creation. This young protester Anthony Adams is a direct descendent of Presidents John and John Quincy Adams.

UPDATE: A more transparent approach to documenting broadcast bias is being offered by crowdsourced watchdogging. If you submit your evidence of propaganda to TellFCC, they will simultaneously send copies to the FCC, the offending station and a regional organizer. The documentary evidence of public outrage at serial “legal lying” will determine if relicensing is or is not affected under today’s FCC:

“We also will monitor complaints, looking for egregious offenses over which to file petitions to deny licenses.”

We the people are now monitoring the airwaves for quality assurance. What’s your view on legal lying on TV and radio? Tweet from this page…

(OpEdNews Contributing Editor since October 2006) Inner city schoolteacher from New York, mostly covering media manipulation. I put election/finance reform ahead of all issues but also advocate for fiscal conservatism, ethics in journalism and (more…)

The views expressed in this article are the sole responsibility of the author
and do not necessarily reflect those of this website or its editors.
Contact Author Contact Editor View Authors’ Articles

Follow Me on Twitter

Anúncios

Congresso de Educação no Ceará

<h1>Congresso de Educação no Ceará</h1>

<h2>Prof. Murilo Sérgio da Silva Julião
</h2>
Ceará fora do mapa. Educação é um assunto que às vezes evito, por estar sempre
cercado de pessoas que entendem mais do que eu. Mesmo sendo pedagogo de
formação, às vezes discordo dos modos como educamos nossa juventude.
Observo que há muita teoria e pouca prática. Há até uma fala pedagógica que já
recebe o nome de pedagogês. Mesmo assim reconheço a existência de excelentes
teóricos da educação, em nosso Ceará. Uns foram meus professores, outros são
estudiosos das várias vertentes teóricas da Pedagogia.<br />

O Ceará possui dez mil escolas de ensino fundamental e médio, onde mourejam
professores com experiências às vezes tão exitosas que podem perfeitamente
servir de modelo para nossos mestres e para escolas de outros estados.
São essas experiências que me empolgam muito mais que bibliografias que entopem
bibliotecas e trazem de fora para dentro da nossa realidade exemplos que muitas
vezes não nos servem. Prefiro conhecer casos como o de Alemberg Quindins na
sua Casa Grande, lá no Cariri, ou o do Dr. Mourão com o Quatro Varas, no
Pirambu.<br />

Há casos exemplares de escolas em Sobral, Brejo Santo, Iguatu e Tianguá.
São casos criativos de gestores e professores que precisam ser conhecidos pelas
outras escolas. Mas isso não interessa muito. Parece que só interessa o que vem
de fora. Só interessam experiências da Finlândia, da Corea, de Cuba, da
Costa Rica, Rio e São Paulo. O Ceará não entra nesse mapa que só tem
visibilidade de Pernambuco para lá.<br />

A propósito, aí está mais um evento de educação a ser realizado aqui em
Fortaleza quando janeiro vier. Serão três dias de uma verdadeira esbórnia
pedagógica em hotel de cinco estrelas a preços de três dígitos por dia.
Serão 22 palestrantes do Brasil e d’alhures, não sendo possível incluir um
cearense sequer. Em três dias,
essas 22 estrelas desfilarão ideias que salvarão a educação cearense. Colégios
mandarão suas equipes de professores que voltarão com saberes tão exuberantes
que os pedagogos locais se contentarão com sua pequenez, sua insignificância e
seu desencanto.<br />

Os doutores e pós-doutores de nossos mestrados e doutorados em educação poderão
assistir ao evento sem poder de fala, e se pagarem quinhentos reais pelos três
dias. Livros serão comprados, desses visitantes, e a tietagem irá medrar por
uma Fortaleza que parece não ser cearense. O pior é que lá em um dos contrafortes
do colorido folder há a chancela institucional do Sinepe-CE, com o lema
“Educar gera mudanças”. Além do Sindicato das Escolas Particulares ainda
aparece no prospecto dourado, oferta de condições diferenciadas para quem for do
Senai, da Acepeme e Undime-CE, já que essas instituições são citadas como
“Apoiadoras”. Como diz um amigo professor, teremos um verdadeiro
Fortal pedagógico para começar nosso ano letivo.
Esses vinte e dois sábios trarão muitas sabedorias para nós, mas não ficarão
sabendo de nossos saberes. Sairão daqui como chegarem. Levarão algumas castanhas
dadas por alguns admiradores, uma camiseta com uma jangada desenhada e um chapéu
de palha que esquecerão no hotel. Tudo coisas encontráveis nos aeroportos,
na Feira de São Cristovão, no Rio, e no Centro de Tradições Nordestinas,
em São Paulo. Não ficarão eles sabendo como se faz educação no Ceará.
Não ficarão sabendo porque no IME e no ITA a maior aprovação é dos concorrentes
cearenses. Bem que eles gostariam de aprender nossos modos de ensinar.
Precisamos receber aqui estudiosos de fora, fazermos nossos congressos, nossos
eventos culturais, mas sempre mostrando também nossos saberes, nossa cultura,
nossa cara. O saber não é unilateral. É muito mais uma troca de experiências.
O saber é como um alimento. Primeiro preciso auscultar o
paladar do meu circunstante ao qual vou dedicar minhas oferendas. Depois
saberei o tempero melhor para que os comensais se refestelem sem que haja má
digestão. Um congresso é uma troca de saberes, de sabores.<br />

Tenho certeza de que nenhum livro de autor cearense vai estar lá para a venda
aos visitantes. Os deles aqui ficarão bem vendidos e bem estudados. É por isso
que não há colégio nosso que utilize entre seus livros paradidáticos, alguma
coisa produzida no Ceará. Autor cearense é “persona non grata” em escolas do
Ceará. Se por ventura algum escritor local for chamado para ministrar palestra
nessas escolas, receberá uma camiseta de consolo com propaganda do
estabelecimento e quando muito, um obrigado. Diante de tudo isso a gente procura
uma saída e termina por ser chamado de arcaico, conservador e ultrapassado. Até
parece que o mundo todo cabe aqui, menos o nosso quintal. <br />

Nosso Ceará de caboclo, de Mãe Preta e Pai João só tem porta de entrada.
Vivemos uma cultura de mão única onde a palavra de ordem é dar boas vindas a
tudo o que não é daqui. Acontece que de minha parte não irei a esse 11º
Congresso Internacional sobre Formação
de Professores, a esse 10º Congresso Internacional sobre
Dificuldades de Aprendizagens e do Ensino,
a esse 2º Seminário de Gestão em Educação e ao 1º Congresso Internacional de
Educação Profissional e Tecnológico do Ceará (Sem Cearense).
Vou ficar por aqui de frente ao mapa-mundi procurando um local onde posso
instalar o meu Ceará.

A ocupar 2012 e comemorar 20 anos de resistência às guerras americanas, ao racismo e intolerância do capitalismo

Click here to go to home page

A ocupar  2012 e comemorar 20 anos de resistência às guerras americanas, ao racismo e intolerância do capitalismo

Download pdf of IAC 2011 brochure HERE

In 2012 the International Action Center will commemorate its 20th anniversary. What a celebration! We are full of enthusiasm and determination for the period ahead. Twenty years of resistance to endless wars and now a new surge of hope!

How true the famous observation on change: “There are decades where nothing happens; and there are weeks where decades happen.”

The whole world has turned. A new spirit of struggle and resistance has finally come to the U.S. Youth are in the streets. The International Action Center is in the midst of the new Occupy movement from coast to coast.

The unsolvable global capitalist crisis has pushed millions of youth who feel they have no future into open struggle and awareness of the super-rich 1% whose profits are based on war, massive government bailouts, cutbacks in all social programs, and a national plague of foreclosures.

The IAC has organized and worked hard over the past two decades because of your support. ­However, we need to do so much more.

DONATE to the work of The International Action Center

Revendo 2011

Gaza: Our year started with an IAC delegation led by Ramsey Clark to besieged Gaza. Little did we know, as we traveled from Cairo to the long wait at the Rafah crossing into Gaza, that two weeks later thousands of youth, in quickly mounting massive demonstrations across Egypt, would bring down the hated U.S.-backed Mubarak dictatorship.

By late January the Arab Spring had changed the political landscape. The IAC played a major role in nearly daily solidarity actions across the U.S. This revolutionary process is far from complete, with the U.S.-backed military the next target of the Egyptian people.

War: Threatened by the collapse of the military dictatorships in Egypt and Tunisia, the U.S. again chose war. Seven months of savage NATO bombing brought massive destruction to Libya, while the war continued in Iraq and Afghanistan and drones were launched against Pakistan, Yemen, Sudan and Somalia.

The IAC helped to rally large parts of the anti-war movement to oppose the continuing U.S. wars and the new war on Libya.

We played a crucial role in organizing a 22-city tour with former Congressperson Cynthia McKinney, following her courageous Dignity Delegation to Libya during the U.S. bombing. In every city hundreds turned out at major meetings to oppose another war for oil.

We are mobilizing to oppose the alarming escalation of threats and new sanctions on Iran. A new and wider war would destroy countless lives.

Center of Resistance and Organizing: Throughout the spring, the IAC and the Solidarity Center, in which the IAC is housed, served as a center of resistance and mobilizing in major antiwar demonstrations, such as the April 9 action organized by the United National Antiwar Coalition. Importantly, a major rally for immigrant rights on May 1 was organized from the Solidarity Center by the May 1 Coalition for Worker and Immigrant Rights.

IAC activists helped to sustain a three-week encampment, called Bloombergville, in front of New York’s City Hall to protest enormous budget cuts ordered by billionaire Mayor Michael Bloomberg. This was a new challenge that reflected the mass assemblies in Madrid, Athens and Rome against cutbacks.

Once again, we helped to rally thousands of people to oppose anti-Muslim bigotry and attacks on the 10th anniversary of September 11.

The IAC’s website — www.iacenter.org — our constant emails, many educational programs, forums, factsheets, and current videos of struggle by Peoples Video Network are an unmatched resource.

A ocupação da Wall Street, A ocupar o Mundo!

While the IAC had participated in planning meetings throughout the summer, nothing could have prepared us for the dramatic change that came with Occupy Wall Street (OWS). Suddenly on Sept. 17, a new struggle was born.

Each police attempt to shut down the OWS encampment at Zuccotti Park led to widening support. After video cameras recorded police pepper-spraying young women, and after the arrest of 700 activists on the Brooklyn Bridge, the movement spread like wildfire to hundreds of cities across the U.S. and around the world.

The IAC helped to elevate the struggle against racism and the prison system in this new movement. We played a role in organizing many rallies to stop the execution of Troy Davis. We held major antiwar demonstrations around the slogan Wall Street = War Street, and Occupy Wall StNot Iraq, Afghanistan and Libya.

IAC activists worked with community efforts to deepen the impact of this occupation by supporting efforts like Occupy the Hood, Occupy Schools and Occupy Bronx.

IAC activists have been part of OWS camps across the U.S. — slept at them, organized them, defended them, been arrested, marched, written about them, and done legal support for them.

At the Solidarity Center, the IAC helped build a Peoples Assembly in the South Bronx that launched an Occupy4Jobs Campaign — a grassroots effort of activists from African-American and Latino/a communities, labor unions and anti-imperialist forces who are demanding a jobs program at union wages for all working people. Our first action was the Nov. 23 response to the attempts by the Congressional “supercommittee” to reduce their deficit by further cuts to Medicare, Social Security, food programs and other people’s needs.

A brutal, near-fatal police attack on Occupy Oakland galvanized longshore workers at the Oakland port, city workers and students into the first one-day general strike or people’s strike in many decades, on Nov. 2.

As the political character of OWS grew sharper, increasingly targeting issues hurting millions of people as it is hits the bankers and superrich, the powers-that-be made a decision: Cut off the movement at the head. It is known that Homeland Security nationally coordinated police attacks on occupations throughout the country.

The police crackdowns and mass arrests of OWS protesters have breathed life into the phrase “repression breeds resistance.” Solidarity has increased between OWS and unions, students, antiwar, and other progressive and working-class activists and communities. They showed their strength as 35,000 marched together in New York on Nov. 17. IAC activists played a role in mobilizing Occupy encampments in Portland, Denver, and Boston that were shut down by police.

The OWS movement is an amazing development politically and a boost to resistance in the U.S. It must grow and succeed. The IAC must meet its responsibilities and involvement in this and other movements. We must persist in mobilizing against war, militarism, repression, bigotry and economic attacks. We must continue to make our educational resources available on every issue, and to make the Solidarity Center available to the many organizers and activists who need it, especially in the period ahead.

The IAC knows you share this feeling of enthusiasm and hope for the future.

We ask that you help our vital organization to continue. Your concern, involvement and support make the difference! NOW is the time!

DONATE to the work of The International Action Center

The International Action Center
www.iacenter.org
55 West 17th Street, 5th Floor, New York, NY 10011 info@iacenter.org   212-633-6646

UPDATED Dec 27, 2011 10:08 PM
International Action Center • Solidarity Center • 55 W. 17 St., Suite 5C • New York, NY 10011
Phone 212.633.6646 • E-mail: iacenter@iacenter.org • En Español: iac-cai@iacenter.org

Carta Maior – Internacional – EUA liberam documentos sobre roubo de crianças na ditadura argentina

EUA liberam documentos sobre roubo de crianças na ditadura argentina

Embaixada dos EUA na Argentina entregou importante documentação à associação das Avós da Praça de Maior, criada para investigar o paradeiro das crianças roubadas como “botim de guerra” durante a ditadura. Estas crianças foram registradas como filhos próprios pelos membros das forças de repressão, vendidos ou abandonados. Até hoje, a organização conseguiu recuperar a identidade de 103 dos 500 bebês que se acredita que tenham sido apropriados ilegalmente.

A Embaixada dos Estados Unidos na Argentina entregou à organização “Abuelas de Plaza de Mayo” um importante documento sobre a apropriação de crianças durante a última ditadura militar. Através da Chancelaria argentina a representação norte americana pôs à disposição este material, que havia sido parcialmente aberto em 2002 e que, graças à gestão das abuelas, foram abertos três parágrafos inacessíveis até o momento.

Este documento havia sido requerido como prova para o processo relativo ao “Plano Sistemático de apropriação de Crianças” pela ditadura, pois seu conteúdo é fundamental para provar a existência de una política definida e organizada desde os altos comandos das forças armadas para que se levasse a cabo a apropriação de bebês de detidos desaparecidos.

O conteúdo do documento se refere a uma comunicação entre o embaixador argentino à época, Lucio Alberto García de Solar e Elliott Abrams, funcionário da Secretaria de Estado desse país, realizada em 1982, em Washington, na qual informa que os desaparecidos estão mortos, mas que seus filhos foram entregues a outras famílias para serem criados e que a decisão do então presidente de fato Reynaldo Bignone era não revisar o tema nem devolver as crianças.

A abertura desses documentos ocorre depois de em maio deste ano a Câmara de Deputados dos Estados Unidos ter rejeitado o pedido das avós para a abertura dos arquivos deste país sobre a última ditadura na Argentina. Naquela oportunidade, o presidente da Comissão de Inteligência da Câmara estadunidense, o democrata Maurice Hinchey opô-se à abertura dos arquivos, argumentando que “seria uma perda de tempo e de recursos para os organismos estadunidenses de espionagem, que necessitam concentrar esforços para desmantelar organizações como Al Qaeda”.

Estela de Carlotto, titular das Abuelas de Plaza de Mayo, qualificou de “agressivas” e “ofensivas” essas declarações e que a negativa impede “jogar luz sobre a desaparição de centenas de argentinos que foram roubados e nasceram em cativeiro”.

A associação civil Abuelas de Plaza de Mayo foi criada com o objetivo de investigar o paradeiro e reparar a memória e identidade das crianças roubadas como “botim de guerra” durante a ditadura. Estas crianças foram registradas como filhos próprios pelos membros das forças de repressão, deixados em qualquer lugar, vendidos ou abandonados em institutos como seres sem nome, NN. Dessa forma, sustentam as Abuelas, os fizeram desaparecer anulando sua identidade, privando-os de viver com sua legítima família, de todos seus direitos e de sua liberdade.

Até hoje, a organização conseguiu recuperar a identidade de 103 dos 500 bebês que se acredita terem sido apropriados ilegalmente.

A notícia da abertura do documento foi recebida com otimismo. Em um comunicado, as Abuelas celebraram o acesso a esta informação e agradeceram à Chancelaria argentina os mecanismos para obter os documentos, assim como também à embaixadora norte americana, Vilma Martínez, por sua boa disposição para levar adiante a abertura desses arquivos.

Esperamos, diz o comunicado, que este seja o início da abertura de todos os documentos que estão nas mãos dos Estados Unidos da América, em particular das agências como a CIA e o FBI, para contribuir para o esclarecimento dos crimes de lesa humanidade ocorridos na Argentina.

Tradução: Libório Júnior

——————————————————————————————————-

PS – Perguntar não pode ofender!  e ai eu, Tarcisio Praciano Pereira, pergunto: Como é mesmo que a Embaixada dos Estados Unidos da America tem o documento?  Permito-me até mesmo outra perguntinha, “quantos documentos estariam guardados na Embaixada dos Estados Unidos da America em Brasilia que seriam do interesse do público brasileiro?” e mais outra perguntinha cretininha…., algo que não entendo e queria entender, “Porque mesmo as Embaixadas dos Estados Unidos da America teriam todos estes documentos?”  Se alguém souber, e, gentilmente, quiser me explicar, eu agradeço.

QUILOMBOLA MARCADO PARA MORRER NO MARANHÃO

Todo mundo sabe e o que é que todo mundo pode fazer?

Tarcisio Praciano-Pereira

A notícia está dada, quem fica sabendo tem duas opções:

  1. Eu nada tenho o que ver com isto! e além disto nem sou cristão, não tenho obrigações de caridade e de amor ao próximo!
  2. Ou, eu sou simplesmente covarde e não vou tomar posição nesta briga!

Eu não sou cristão e não tenho obrigações com conceitos como “caridade”, “amor ao próximo” e assemelhados.  Mas eu sou um cidadão e não me considero vivendo numa selva em que a lei do mais forte é a vigente. Falei mais forte, mas na verdade estou me referindo a covardes, gente (seriam mesmo seres humanos?) que andam armados até os dentes, andam em grupos como lobos ou hienas com todo o respeito aos lobos e às hienas pela comparação desmedida usada aqui apenas como figura literaria para expressar o nojo que me dá a existência de tais seres subhumanos.

A denúncia vem da RENAP e está publicada abaixo. Eu estou fazendo aquilo que se encontra no meu limite, infelizmente eu não tenho coragem de ir para o Maranhão e enfretar o grupo de covardes armados que tentam tirar de um trabalhador rural o pequeno espaço que ele tem para viver ou sobre viver. Mas tem gente que vai ler isto que tem poder de voz para parar esta barbarie, eu sei.

 

Na terra de Sarney: Líder quilombola marcado para morrer no Maranhão

Do Jornal Vias de Fato

Uma semana depois de denunciar que o poço da comunidade em que mora foi criminosamente envenenado, o Sr. José da Cruz, liderança quilombola de Salgado, Pirapemas-MA, denuncia que dois pistoleiros foram até o quilombo para matá-lo. José só escapou porque não estava em casa.

Sr. José da Cruz, liderança quilombola de Salgado, está marcado para morrer

No dia 16 de dezembro, seu José da Cruz acompanhado de José Patrício, outro morador do quilombo de Salgado, participaram em São Luís de uma entrevista coletiva realizada pela Comissão de Direitos Humanos da OAB, onde foi denunciado que no dia 04.12.2011 os dezoito animais que ele criava para seu sustento foram envenenados e mortos, e que no dia 14.12.2011 o poço que a comunidade utiliza foi envenenado para matar quem bebesse da água.

Os trabalhadores rurais trouxeram mostra da água para análise e os depósitos de veneno encontrados dentro do poço.

Os acusados de toda essa violência são dois homens – Ivanilson Pontes de Araújo e seu pai Moisés Araújo, que desde 1982 travam um conflito possessório com a comunidade. Em outubro de 2010, o juiz da Comarca de Cantanhede concedeu manutenção de posse em favor das famílias, no entanto, os dois acusados insistem em desrespeitar a ordem judicial.

Durante a entrevista coletiva, José Patrício denunciou que Ivanilson o teria ameaçado dizendo que se ele e outros moradores da comunidade continuassem a fazer roças iriam “pagar caro” por isso.

A situação é ainda mais preocupante, haja vista que há dois dias a delegacia de Pirapemas está fechada e os quilombolas não conseguem registrar qualquer ocorrência policial. Além de tudo isso, o escrivão de polícia foi visto dirigindo o carro de um dos acusados.

QUILOMBOLA MARCADO PARA MORRER NO MARANHÃO!!!

O Sr. José da Cruz, liderança quilombola de Salgado, Pirapemas-MA, está com sua vida ameaçada!!! Ontem, pela noite, dois pistoleiros foram até o quilombo para matá-lo, contudo, o quilombola não estava em sua residência. Em 14.12.2011, a fonte de água da comunidade foi criminosamente envenenada, para matar quem a bebesse. No dia 04.12.2011, todos o animais do Sr. José da Cruz foram envenenados e mortos!!
Clamamos por Justiça, neste fim de ano, repleto de violências e impunidade. Há dois dias a delegacia de Pirapemas está fechada e os quilombolas não conseguem registrar qualquer ocorrência policial!!

 

A privataria dos aeroportos

Haveria algo mais indecente do que as chamadas terceirizações?

Tarcisio Praciano Pereira

 

Primeiro eles vem e dizem que o serviço é dispensioso, com altos custos e que não há dinheiro para financiar o seu funcionamento.

Então aparecem alguns seres caridosos, amigos da cidadânia, da Patria e do interesse de todos que se oferecem para tomar conta do serviço e arcar com os ônus e altos custos dos mesmos.

Por concidência estes seres caridos e amigos da cidadânia, selecionam alguns serviços para deles se ocupar e renegam outros “menores” que ficam mesmo para a Patria. É o caso dos aeroportos nas vizinhanças das farras chamadas “olimpiadas” ou qualquer outro nome que se queira dar estas coisas que de esporte não têm nada.

Abaixo um texto da APN (Agência Petroleira de Notícias) que comenta mais em detalhe a farra da PRIVATARIA DOS AEROPORTOS.   Ou paramos agora esta farra ou daqui há cinco anos algum jornalista sério irá escrever outro livro descrevendo como alguns inexcrupulosos membros do governo coligados com outros nada menos inexcropulosos “capitalistas-que-mamam-das-tetas-publicas” derem um golpe no patrimônio público (neste caso os aeroportos) para enfirar em seus limitados bolsos, o leite das criancinhas.  Um simples crime! 

Eu me preocupo menos com a segurança nacional que é muito debil frente ao único país terrorista existente no mundo e que pode com algums de duas “tropas de elite” (verdadeiros bandos armados) fazer o que quiser em qualquer lugar do mundo e não seria bem os nossos aeroportos estatais que o impediriam de nos invadir se quisessem. Basta relembrar a brincadeira com os ingleses com o exercícios bem inferior da velha rainha, em questão de dias, acabou com a festa dos generais argentinos que tentaram recuperar as ilhas Maldivas… aqui a brincadeira com os nossos generais seria idêntica, poristo eu preferia tirar o tom de sima da insegurança nacional ante o terrorismo americano. Considero mais signficativo o terrorismo capitalista avançando sobre o nosso capital e entender isto como apenas mais uma privataria em andamento.
APN – Agência Petroleira de Notícias | www.apn.org.br

Privatização dos aeroportos e soberania nacional

Por Emanuel Cancella e Francisco Soriano*

No oba oba dos megaeventos, Copa do Mundo e Olimpíadas, vamos entregar
nossos aeroportos.

Já não basta às multinacionais de bebidas, por conta desses eventos, passarem por cima de nossas leis e permitirem a venda de bebidas alcoólicas nos estádios como no Rio de Janeiro, onde a venda é proibida.

Querem também cassar o direito à meia-entrada dos estudantes e à gratuidade dos idosos nos estádios. Sem falar nas pessoas de baixa renda, há décadas estabelecidas que, por conta da especulação financeira, estão sendo expulsas de suas casas.

Mas a questão dos aeroportos é mais grave, porque diz respeito, principalmente, à soberania nacional. Somada ao fato de que os aeroportos de Guarulhos,  Viracopos e Campinas estão sendo oferecidos ao mercado por valor inferior ao mínimo fixado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

A Tchecoslováquia, por exemplo, em 1968, foi tomada pela União Soviética na “Primavera de Praga” a partir de seu aeroporto. No caso brasileiro, o edital aponta para a entrega desse patrimônio a empresas estrangeiras, ao exigir que a licitante ou um dos integrantes do grupo licitante tenha experiência de cinco anos na administração de aeroportos:

“Para habilitação técnica o operador aeroportuário deverá ter experiência na administração de aeroportos com processamento de pelo menos 5 milhões de passageiros ao ano” – ora, essa especificação fecha o cerca em torno de algumas empresas estrangeiras.

Mas a privataria não quer todos os aeroportos, quer tão somente os que são extraordinariamente lucrativos. Os deficitários vão continuar na mão do Estado (e aumentar nossos gastos).

O Brasil já disse não ao entreguismo. No debate eleitoral do segundo turno, a presidente Dilma repudiou as privatizações. José Serra também não assumiu o rótulo de privatista.

Logo, por que entregar os aeroportos lucrativos à iniciativa privada? O de Viracopos, reconhecido internacionalmente como centro de excelência, mantém 12 aeroportos deficitários, a maioria em áreas estratégicas, como na Amazônia, que se tornarão muito onerosos para o Estado brasileiro, se consumada a privatização. Imaginem o que representará a privatização do aeroporto de Guarulhos?

Outro dado preocupante é que, no Rio de Janeiro, concessionárias de serviços tais como Light, (CEG), Barcas S.A., Supervia e Metrô prestam um péssimo  serviço à sociedade. Como temos visto nas freqüentes explosões de bueiros, acidentes com barcas, metrô e trens, sendo que esses meios de transporte pioraram em termos de conforto, segurança, lotação, paralisações e renovação de equipamentos.

Por outro lado, tomemos como exemplo o Aeroporto de Viracopos, um dos três a serem privatizados, vem dando conta do crescente fluxo de passageiros e de  cargas. O aeroporto adotou um sistema vertical de armazamento de cargas, chamado “transelevador”, totalmente computadorizado, que dá show nas feiras internacionais e tem sido copiado, além fronteiras. Viracopos já recebeu vários prêmios de excelência.

Mas, se não é pelos serviços prestados, o que leva a presidenta Dilma a privatizar nossos aeroportos? Nesse compasso, corremos o risco de, em alguns anos, encontrar nas livrarias um novo “best seller”, sobre a “privataria petista e/ou pemedebista”. Fica difícil entender o silêncio dos senhores brigadeiros, generais, OAB, diante da ameaça que essa nova onda de privatizações representa.

Vale dizer que o “caos” nos aeroportos se dá muito por conta da popularização desse meio de transporte. Passageiros que eram usuários exclusivos dos ônibus hoje estão voando. A solução é ampliar os aeroportos e não privatizar aqueles que são lucrativos.

*Emanuel Cancella e Francisco Soriano são diretores do Sindicato dos
Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ)

Fonte: Agência Petroleira de Notícias (www.apn.org.br)

Image of Unknown Woman Beaten by Egypt’s Military Echoes Around World | Common Dreams

Image of Unknown Woman Beaten by Egypt’s Military Echoes Around World | Common Dreams.

Image of Unknown Woman Beaten by Egypt’s Military Echoes Around World

The woman is young, and slim, and fair. She lies on her back surrounded by four soldiers, two of whom are dragging her by the arms raised above her head. She’s unresisting – maybe she’s fainted; we can’t tell because we can’t see her face. She’s wearing blue jeans and trainers. But her top half is bare: we can see her torso, her tummy, her blue bra, her bare delicate arms. Surrounding this top half, forming a kind of black halo around it, is the abaya, the robe she was wearing that has been ripped off and that tells us that she was wearing a hijab.

Six years ago, when popular protests started to hit the streets of Egypt as Hosni Mubarak’s gang worked at rigging the 2005 parliamentary elections, the regime hit back – not just with the traditional Central Security conscripts – but with an innovation: militias of strong, trained, thugs. They beat up men, but they grabbed women, tore their clothes off and beat them, groping them at the same time. The idea was to insinuate that females who took part in street protests wanted to be groped.

Women developed deterrent techniques: layers of light clothing, no buttons, drawstring pants double-knotted – and carried right on protesting. Many of the smaller civil initiatives that grew into the protest movement: “We See You”, “Against Corruption”, “The Streets are Ours” were women-led.

But, a symbiotic relationship springs up between behaviors. Mubarak and Omar Suleiman turn Egypt into the US’s favorite location for the torture of “terror suspects” and torture becomes endemic in police stations. The regime’s thugs molest women as a form of political bullying – and harassment of women in the streets rises to epidemic levels.

Until 25 January. The Revolution happened and with it came the Age of Chivalry. One of the most noted aspects of behavior in the streets and squares of the 18 days of the Egyptian Revolution was the total absence of harassment. Women were suddenly free; free to walk alone, to talk to strangers, to cover or uncover, to smoke to laugh to cry to sleep. And the job of every single male present was to facilitate, to protect, to help. The Ethics of the Square, we called it.

Now our revolution is in an endgame struggle with the old regime and the military.

The young woman is part of this.

Since Friday the military has openly engaged with civilian protesters in the heart of the capital. The protesters have been peacefully conducting a sit-in in Ministries’ Street to signal their rejection of the military’s appointment of Kamal Ganzouri as prime minister.

Ganzouri announced that no violence would be used to break up the Cabinet Office sit-in. Moments later the military took on the protesters. For a week Military Police and paratroopers had kidnapped activists from the streets, driven them off in unmarked vehicles, interrogated them and beaten them. On Friday they kidnapped Aboudi – one of the “Ultras” of the Ahli Football Club. They gave him back with his face so beaten and burned that you couldn’t see features – and started the street war that’s been raging round Ministries’ Street for the last three days.

The protesters have thrown rocks at the military. The military has shot protesters, and thrown rocks, Molotov cocktails, china embossed with official parliament insignia, chairs, cupboards, filing-cabinets, glass panes and fireworks. They’ve dragged people into parliament and into the Cabinet Office and beaten and electrocuted them – my two nieces were beaten like this.

They beat up a newly elected young member of parliament, jeering: “Let parliament protect you, you son of … “. They took a distinguished older lady who’s become known for giving food to the protesters and slapped her repeatedly about the face till she had to beg and apologize. They killed 10 people, injured more than 200, and they dragged the unconscious young woman in the blue jeans – with her upper half stripped – through the streets.

The message is: everything you rose up against is here, is worse. Don’t put your hopes in the revolution or parliament. We are the regime and we’re back.

What they are not taking into account is that everybody’s grown up – the weapon of shame can no longer be used against women. When they subjected young women to virginity tests one of them got up and sued them. Every young woman they’ve brutalized recently has given video testimony and is totally committed to continuing the struggle against them.

The young woman in the blue jeans has chosen so far to retain her privacy. But her image has already become icon. As the tortured face of Khaled Said broke any credibility the ministry of the interior might have had, so the young woman in the blue jeans has destroyed the military’s reputation.

Ahdaf Soueif

Ahdaf Soueif‘s new book Cairo: My City, Our Revolution is published by Bloomsbury in January, 2012. Her novel The Map of Love was shortlisted for the 1999 Booker prize.