Atrocidade da polícia em Fortaleza – solidariedade à Profa. Dra. Virgínia Holanda e família

Gmail – [mavaadri@hotmail.com: FW: Atrocidade da polícia em Fortaleza – solidariedade à Profa. Dra. Virgínia Holanda e família].

Em solidariedade!

Esse é mais uma caso de abuso de poder em nosso país, infelizmente não será o último, visto que, a violência policial é algo cotidiano principalmente nas periferias das cidades. Dias atrás um dependente de drogas foi assassinado em Sobral, sendo que o mesmo já se encontrava imobilizado, não existindo mais necessidade de se usar da força. A família da vítima organizou uma manifestação em repúdio ao fato, porém, quando os populares saíram as ruas logo foram surpreendidos por policiais que jogaram bombas e apontaram armas em direção a população. Acontecimentos como esses devem ser constantemente denunciados, para que a população abra os olhos para a questão da segurança pública onde na verdade a policia amedronta mais do que transmite segurança para população.
José Hilco Costa SantosAcadêmico do Curso de GeografiaMembro do Diretório Central dos Estudantes-UEVAMilitante do Coletivo Florescer da Luta

A pedido da Virgínia, professora e pesquisadora do Curso de Geografia da UVA, nossa amiga e companheira de trabalho, repasso a nota elaborada por ela para que vocês possam divulgar para o máximo de pessoas possível.  É mais um abuso de poder, mais uma atrocidade da polícia em Fortaleza. Conversei com ela, por telefone, e ela me falou que toda a família está muito abalada em função da violência sofrida pelos sobrinhos dela – dois garotos, cuja adolescência será vivenciada com traumas a partir de agora. A polícia teve o “cuidado” de não deixar marcas físicas … ficarão as marcas psicológicas!

O supervisor do Ronda do Quarteirão em Sobral, major Valberto Melo, afirmou nesta terça-feira (6) que a ação de policiais militares em protesto na tarde da segunda-feira (5), em Sobral, está sendo analisada.

 

Carta Maior – Política – Grupo realiza protestos contra torturadores em várias cidades

Carta Maior – Política – Grupo realiza protestos contra torturadores em várias cidades.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Grupo realiza protestos contra torturadores em várias cidades

O Levante Popular da Juventude realizou manifestações em várias capitais brasileiras na frente de residências e locais de trabalho de 2ex-militares e policiais acusados da prática de tortura durante a ditadura. Em São Paulo, protesto ocorreu em frente à empresa do delegado aposentado David dos Santos de Araújo, acusado pelo Ministério Público Federal de participar de torturas e assassinatos.

São Paulo – Às vésperas da data que marca os 48 anos do golpe militar no Brasil, um grupo de jovens iniciou nesta segunda-feira (26) uma série de ações que buscam dar visibilidade à impunidade de torturadores e acusados de outros crimes durante a ditadura ainda vivos. O Levante Popular da Juventude realizou “escrachos” em algumas capitais do país, como forma de denunciar os acusados desses crimes na frente de suas casas ou empresas.

O pano de fundo das manifestações é o início dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, que ainda não foi instaurada pela presidenta Dilma Roussef (PT). Além de recentes pronunciamentos do Clube Militar contrários à comissão, os militares ensaiam realizar diversas “comemorações”, o que acirra mais o embate.

Na capital paulista, cerca de 150 jovens, que apoiam a Comissão e pedem julgamento dos torturadores, se concentraram na frente da empresa de segurança Dacala, na avenida Vereador José Diniz. O dono é o delegado aposentado David dos Santos de Araújo, acusado pelo Ministério Público Federal de participar de torturas e assassinatos.

O “Capitão Lisboa”, como era conhecido, é acusado de ser um dos torturadores do Doi-Codi. O panfleto distribuído no ato afirma que David também é conhecido pelos estupros de filhos de pessoas que assassinou durante a ditadura civil-militar. E estampa as logomarcas da Anhanguera Educacional, Banco Safra, Banco Itaú, Jac Motors e Ford, empresas que são clientes de sua empresa de segurança.

Os 70 jovens participantes do ato em Porto Alegre foram à frente da residência do coronel Carlos Alberto Ponzi, na rua Casemiro de Abreu, 619. O ex-chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI) em Porto Alegre é acusado pela justiça italiana pelo desaparecimento do militante Lorenzo Ismael Viñas, capturado ao tentar atravessar a ponte que liga Uruguaiana à Paso de Los Libres (Argentina), em 26 de junho de 1980, durante a Operação Condor. O crime foi cometido depois da assinatura da Lei de Anistia, feita em 1979.

Em Belo Horizonte o grupo denunciou Ariovaldo da Hora e Silva, em sua residência na rua Biagio Polizzi, 240. Ele é acusado de torturar Afonso Celso Lana Leite, Cecílio Emigdio Saturnino, Jaime de Almeida, Nilo Sérgio Menezes Macedo e outros, quando era investigador da Polícia Federal. Segundo o livro Brasil Nunca Mais, Ariovaldo também é responsável pela morte de João Lucas Alves.

Adriano Bessa, acusado de ser um delator e prestador de serviços durante o período militar, foi o alvo dos 80 manifestantes em Belém do Pará. O Levante Popular da Juventude também realizou escrachos na Bahia e no Ceará.

“Comemorações”
Os militares, aposentados ou não, realizarão uma série de atividades que remetem ao golpe de estado. O Círculo Militar de Campinas realizará um lançamento do livro “Médici – a verdadeira história”, com a presença do filho do ex-presidente ditador Emílio Garrastazu Médici. A atividade é organizada em parceria com o Grupo Inconfidentes, uma organização saudosista de militares.

Em São Paulo, o Círculo Militar organizará uma festa no dia 31, chamada “Viagem no túnel do tempo”. O Clube Militar do Rio de Janeiro organiza o evento “1964 – A Verdade”, no dia 29.

Organizações de esquerda pretendem organizar ações de contraponto a essas. Uma delas é o bem humorado Cordão da Mentira, que se concentrará no dia 1° de abril, às 11h30, no Cemitério da Consolação. “Povoemos os porões do imaginário, com tudo aquilo que a ditadura encarcerou na sua cultura! Levemos pra lá o samba dos cordões, as imagens censuradas, as bocas amordaçadas. Fantasiemos as ruas com seus símbolos de opressão! Enganemos a todos com as farsas de nossa história!”, diz o manifesto que convoca o batuque.

Iran Pledge of Resistance | Take the Pledge

Iran Pledge of Resistance | Take the Pledge.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Iran Pledge of Resistance

Sign the Iran Pledge of Resistance!

Please read the pledge carefully and fill out the form as completely as you can.  This is not a petition, but a pledge to take action.

If the United States applies increased sanctions, invades, bombs, sends combat troops or drones, or otherwise significantly escalates its intervention in Iran or the region directly or through support of its allies, I pledge to join with others to engage in acts of legal protest and/or nonviolent civil disobedience to prevent or halt the death and destruction which U.S. military actions would cause to the people of Iran, the Middle East, our communities at home, and the planet itself.

Assine a afirmação de  Resistência junto ao Irã!

Por favor, leia cuidosamente o manifesto e depois preencha o formulário da forma mais completa possível. Isto não é ujma petição e sim um manifesto de se dispor à ação.

Se os Estados Unidos da America incrementar sanções, invadir, jogar bombas, enviar tropas de combate ou aviões sem pilotos (drones) ou de qualquer forma aumentar a intervenção contra o Irã ou na região, diretamente ou com apoio de seus aliados, eu me proponho a participar de atos de protesto legais e não violents, desobediência civil para  pararar ou prevenir a morte e a destruiçao que os militares norte americanos possam causar ao povo do Irã, ao Oriente Médio, nossas comunidades em nossos países e mesmo ao próprio planeta.

Se concordar se dirija a

http://salsa.democracyinaction.org/o/302/p/salsa/web/common/public/signup?signup_page_KEY=6622

 

e preencha o formulário. Eu já o fiz

Tarcisio Praciano Pereira

 

 

 

 

 

 

 

 

Propriedade dos trabalhadores para o século 21 ? | Common Dreams

Worker Ownership For the 21st Century? | Common Dreams.

Propriedade dos trabalhadores para o século 21 ?

 

Pode não parecer um amanhecer revolucionário mas promete ser uma faisca de luz na escuridão. Na segunda-feira o maior sindicato americano se juntouo com a maior cooperativa do mundo para estabelecer um plano objetivando colocar os que trabalhando em empresas dirigidas pelos trabalhadores para construir o poder nas comunidades.
It may not be the revolution’s dawn, but it’s certainly a glint in the darkness. On Monday, this country’s largest industrial labor union teamed up with the world’s largest worker-cooperative to present a plan that would put people to work in labor-driven enterprises that build worker power and communities, too.
Com o título  “trabalhos sustentáveis comunidades sustentáveis. O modelo sindicato-coopertiva” a tentativa organizacional distribuiu um comunicado numa conferência de imprensa  no dia 26 de Março em Pittsburgh trazendo a experiência de 55 anos de experiência das cooperativas de trabalhadores bascas baseadas em Mondragon. Retirado do documento:“Contrastando com o sistema econômico  Machiavellico em que o fim justifica o meio, o modelo cooperativo adota a ideia de que tanto os fins como os meios tem igual importância com isto traduzindo a importância de que os trabalhadores tem que ser tratados com dignidade assim como sustentanto as comunidades em que estiverem inseridos na medida em os negócios avançam com seus lucros.”
Titled “Sustainable Jobs, Sustainable Communities: The Union Co-op Model,” the organizational proposal released at a press conference on March 26 in Pittsburgh, draws on the fifty-five year experience of the Basque-based Mondragon worker cooperatives. To quote the document: “In contrast to a Machiavellian economic system in which the ends justify any means, the union co-op model embraces the idea that both the ends and means are equally important, meaning that treating workers well and with dignity and sustaining communities are just as important as business growth and profitability.”
Não tem a aparência de uma grande notícia para os membros da cooperativa local de alimentação, mas é uma notícia significativa no contexto da produção industrial. Os trabalhadores da  The United Steel  representam cerca de um milhão e duzentos mil membros, uma fábrica produtora de ferro de tamanho médio precisa de um investimento de um milhão de dólares e a história mostra que quando se torna propriedade dos trabalhadores é dificil conseguir parte deste investimento.
It might not sound like big news to members of their local food coop but it’s revolutionary stuff in the context of industrial production. The United Steelworkers represents some 1.2 million members; the average steel plant requires millions of dollars of investment, and there’s history here when it comes to worker ownership—some of it painful.
Trinta e cinco anos atrás, quando os trabalhadores de uma fábrica produtora de ferro junto com uma coalição estadual religiosa iniciaram a transferência da  Youngstown Sheet and Tube mina de ferro para o controle dos trabalhadores e da comunidade local a atitude foi bastante diferente. como conta  Gar Alperovitz no seu livro recentemente re-editado “America Além do Capitalismo:”
“Na década de  1970s os sindicatos entederam que o controle operário era uma ameaça para a organização sindical e se colocaram em oposição aos esforços de estruturação de empresas pertencentes aos trabalhores em cidades como  Youngstown.”
Thirty-five years ago, when local steelworkers and a statewide religious coalition put forward a plan to transfer the Youngstown Sheet and Tube steel mill to worker and community control, the USW’s attitude was very different. As recounted by Gar Alperovitz in his (recently updated) “America Beyond Capitalism:”
“In the late 1970s the union saw worker-ownership as a threat to organizing, and it opposed efforts by local steelworkers to explore employee-owned institution-building in cities like Youngstown.”

Nesta segunda-feira,   Leo Gerard, próximo presidente de um novo sindicato de trabalhadores do ferro  (USW), tinha isto a dizer:

“Para sobriver os altos e baixos da economia de bolha da  Wall Street, temos que encontra novas formas para criar e manter os trabalhos na Rua Principal …. Propriedade dos trabalhadores pode oferecer  oportunidades definidas pelo coletivo em vez de demissões e quebras.”

This Monday, Leo Gerard, forward-thinking president of a very new kind of international USW, had this to say:

“To survive the boom and bust, bubble-driven economic cycles fueled by Wall Street, we must look for new ways to create and sustain good jobs on Main Street…. Worker-ownership can provide the opportunity to figure out collective alternatives to layoffs, bankruptcies, and closings.”

Continue lendo no artigo de Laura Flanders

http://www.commondreams.org/view/2012/03/27-2

Laura Flanders

Laura Flanders was the founder and host of GRITtv and is the author of the books BUSHWOMEN and Blue Grit. She’s the editor of At the Tea Party

Na fronteira: O Planeta se encontra perto do ponto irreversível na questão do aquecimento| Common Dreams

On the Brink: Planet Near Irreversible Point of Global Warming | Common Dreams.

On the Brink: Planet Near Irreversible Point of Global Warming

Scientists issue dire call for action on climate change at conference; we must stop warming or “cross the threshold”

– Common Dreams staff
We may have already passed the tipping points on global warming, say scientists at the Planet Under Pressure conference. At the London conference, scientists are giving a bleak view of the future of the planet due to catastrophic damage and growth by humans, saying we are close to the irreversible point of global warming.
Bob Watson, former head of the UN’s climate panel and chief advisor to Britain’s environment ministry, stated that the world has already passed any hope of limiting global warming to two degrees Celsius, and stated that “we just have not acted. The need for action is becoming more and more urgent with every day that passes.”
Will Steffen, executive director of the Australian National University’s climate change institute, gave an urgent warning that humanity needs to act radically on climate change. “We can … cap temperature rise at two degrees, or cross the threshold beyond which the system shifts to a much hotter state,” he said.

Martin Rees of the Royal Society, Britain’s academy of sciences, stated this this century “is the first when one species — ours — has the planet’s future in its hands.”

Reuters: Global warming close to becoming irreversible – scientists

LONDON – The world is close to reaching tipping points that will make it irreversibly hotter, making this decade critical in efforts to contain global warming, scientists warned on Monday.

Scientific estimates differ but the world’s temperature looks set to rise by six degrees Celsius by 2100 if greenhouse gas emissions are allowed to rise uncontrollably.

As emissions grow, scientists say the world is close to reaching thresholds beyond which the effects on the global climate will be irreversible, such as the melting of polar ice sheets and loss of rainforests. […]

In a worst case scenario, 30 to 63 billion tonnes of carbon a year could be released by 2040, rising to 232 to 380 billion tonnes by 2100. This compares to around 10 billion tonnes of CO2 released by fossil fuel use each year.

Increased CO2 in the atmosphere has also turned oceans more acidic as they absorb it. In the past 200 years, ocean acidification has happened at a speed not seen for around 60 million years, said Carol Turley at Plymouth Marine Laboratory.

This threatens coral reef development and could lead to the extinction of some species within decades, as well as to an increase in the number of predators.

* * *

"System Change Not Climate Change" banner - United Nations Climate Change Conference - COP15 - Copenhagen, Denmark“System Change Not Climate Change.” At the United Nations Climate Change Conference, COP15, in Copenhagen, Denmark (photo: kris krüg)

Agence France-Presse: Shadow of ‘Anthropocene’ falls over Rio Summit

Man’s catastrophic damage to the environment and disparities between rich and poor head the daunting challenges facing the Rio Summit in June, experts said on Monday.

The summit must sweep away a system that lets reckless growth destroy the planet’s health yet fails to help billions in need, they said.

“This century is special in the Earth’s history. It is the first when one species — ours — has the planet’s future in its hands,” said Martin Rees of the Royal Society, Britain’s academy of sciences.

“We’ve invented a new geological era: the Anthropocene,” he said referring to an epoch shaped by Man, not nature. […]

“Under a worst-case scenario, it’s very likely, I think, that the Earth’s system will move to a new state of some sort, with a very severe challenge to contemporary civilisation,” said Steffen. “Some people have even talked about a collapse.” […]

The UN’s goal of limiting global warming to two degrees Celsius (3.6 degrees Fahrenheit) is already out of reach, said Bob Watson, former head of the UN’s climate panel and chief advisor to Britain’s environment ministry, as he presented the laureates’ study.

“If you look at the commitments today from governments around the world, we’ve only got a 50-50 shot at a 3 C (5.4 F) world, almost no chance of a 2 C (3.6 F) world, and to be quite honest I would say it’s not unlikely that we will hit a 5 C (9.0 F) world,” said Watson.

“That is clearly a world with significant adverse consequences for ecological systems, for socio-economic systems and for human health.”

He added: “We have to realise that we are looking at a loss of biodiversity that is unprecedented in the last 65 million years… We are clearly entering the (planet’s) sixth mass extinction.”

* * *

Welcome to the Anthropocene

A 3-minute journey through the last 250 years of our history, from the start of the Industrial Revolution to the Rio+20 Summit. The film charts the growth of humanity into a global force on an equivalent scale to major geological processes.

The film was commissioned by the Planet Under Pressure conference, London 26-29 March, a major international conference focusing on solutions. planetunderpressure2012.net

The film is part of the world’s first educational webportal on the Anthropocene, commissioned by the Planet Under Pressure conference, and developed and sponsored by anthropocene.info

 

Brazilian Activists Killed Over Land Rights | Common Dreams

Brazilian Activists Killed Over Land Rights | Common Dreams.

 

Canavial

Sugar cane workers in Brazil (photo: Cícero R. C. Omena)

 

 

 

 

Brazilian Activists Killed Over Land Rights

Latest killings of 3 on Saturday follow deadly pattern of land dispute fights

– Common Dreams staff
hree Brazilian activists were killed on Saturday in an all too common pattern of event that sees activists killed by gunmen over land rights.
Carlos Calazans, head of the Minas Gerais branch of the federal department of land reform, known as Incra told the Associated Press that land dispute was a likely motive behind the killings: “It’s definitely one of the theories for the motive behind this barbarous crime,” he said. “I’ve no doubt these activists were summarily executed. But police have to follow all leads until they find the truth.”

Democracy Now!: Three Rural Brazilian Activists Killed

Brazilian police are investigating the shooting deaths of three rural activists near a landless workers camp over the weekend. Officials said an investigation is underway to determine whether the shootings were linked to efforts by the activists to win rights to land that was also contested by the owners of a sugar mill. Watchdog groups have accused the landowners of paying hired gunmen to shoot the activists.

* * *

Associated Press: Brazilian activists’ murders may be linked to land dispute

Brazil’s agrarian reform laws allow the government to seize fallow farmland and distribute it to landless farmers. Nearly 50% of arable land belongs to 1% of the population, according to the government’s statistics agency.

The latest killings come just before the month that landless worker movements typically step up invasions of what they say is unused land. The seizures are meant to mark the April 1996 killing of 19 landless activists in Para state.

* * *

Related:  Benjamin Dangl: Blood in the Amazon: Brazilian Activists Murdered as Deforestation Increases

Early in the morning on May 24, in the northern Brazilian Amazon, José Cláudio Ribeiro da Silva and his wife Maria do Espírito Santo da Silva got onto a motorcycle near the nature reserve they had worked on for over two decades. As the couple rode past the jungle they dedicated their lives to protecting, gunmen hiding near a bridge opened fire, killing them both.

Brazilian law enforcement officials said that the killing appeared to be the work of hired gunmen, due to the fact that an ear was cut off each of the victims. This is often done to prove to whoever paid for the killings that the job was carried out.

The murder took place the same day the Brazilian Congress passed a change to the forestry code that would allow agribusinesses and ranchers to clear even more land in the Amazon jungle. Deforestation rose 27 percent from August 2010 to April 2011 largely due to soybean plantations. The levels will likely rise if the changes to the forestry code are passed by the Senate.

Ribeiro knew he was in danger of being killed for his struggle against loggers, ranchers and large scale farmers who were deforesting the Amazon. In fact, just six months earlier, in November 2010 at an environmental conference in Manaus, Brazil, he told the audience “I could be here today talking to you and in one month you will get the news that I disappeared. I will protect the forest at all costs. That is why I could get a bullet in my head at any moment. … As long as I have the strength to walk I will denounce all of those who damage the forest.”

The life and death of Ribeiro has been rightly compared to that of Chico Mendes, a Brazilian rubber tapper, union leader and environmentalist who fought against logging and ranching, winning international attention for his successful campaigns against deforestation. In 1988, Mendes was murdered by gunmen hired by ranchers.

Just two weeks before he was killed, Mendes also spoke hauntingly about the likelihood that he would be murdered for his activism. “I don’t want flowers, because I know you are going to pull them up from the forest. The only thing I want is that my death helps to stop the murderers’ impunity…”

Yet since the murder of Mendes, impunity in the Brazilian countryside has become the norm. In the past 20 years, over 1,150 rural activists have been killed in conflicts related to land. Of these murders, less than 100 cases have gone to court, only 80 of the killers have been convicted, and just 15 of the people who hired the gunmen were found guilty, according to Catholic Land Pastoral, a group monitoring land conflicts. Impunity reigns in rural areas due to the corruption of judicial officials and police, and the wealth and power of the ranchers, farmers and loggers who are often the ones who order the killings.

The recent murder of Ribeiro and Santo combined with the danger posed by changes to the forestry code are devastating indications of the direction Brazil is heading in the Amazon. For some, the expansion of logging, ranching and soybean operations into the Amazon are inevitable steps toward economic progress. But for others, a different kind of progress is necessary if the planet is to survive. As Chico Mendes explained just days before his death in 1988, he wanted to “demonstrate that progress without destruction is possible.”

Aumenta a núvem de Gas no Mar do Norte N| Common Dreams

 

Expansão da núvem de gas força evacuação das plataformas no Mar do Norte

Plataforma pertencente à França foi abandonada sem respostas para a calamidade em curso

– Common Dreams staff

Growing Gas Cloud Forces Evacuation of Oil Rig in North Sea | Common Dreams.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os caminhos que conduzem ao desastre

Os caminhos que conduzem ao desastre.

Reflexões do companheiro Fidel
Quinta, 22 Março 2012 12:47

http://diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&view=article&id=25456:os-caminhos-que-conduzem-ao-desastre&catid=263:reflexoes-do-companheiro-fidel&Itemid=21

Fidel Castro

Esta Reflexão poderá ser escrita hoje, amanhã ou qualquer outro dia sem risco de equívoco. Nossa espécie se defronta com problemas novos.


Quando expressei há 20 anos na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento no Rio de Janeiro que uma espécie estava em perigo de extinção, tinha menos razões do que hoje para advertir sobre um perigo que via talvez à distância de 100 anos.

Então uns pocos líderes dos países mais poderosos dirigiam o mundo. Aplaudiram por mera cortesia minhas palavras e continuaram placidamente cavando a sepultura de nossa espécie.

Parecia que em nosso planeta reinava o senso comum e a ordem. Há tempos que o desenvolvimento econômico apoiado pela tecnologia e a ciência parecia ser o Alfa e o Ômega da sociedade humana.

Agora tudo está muito mais claro. Verdades profundas foram abrindo caminho. Quase 200 Estados, supostamente independentes, constituem a organização política à qual teoricamente corresponde a tarefa de reger os destinos do mundo.

Cerca de 25 mil armas nucleares em mãos de forças aliadas ou antagônicas dispostas a defender a ordem em mutação, por interesse ou por necessidade, reduzem virtualmente a zero os direitos de bilhões de pessoas.

Não cometerei a ingenuidade de atribuir à Rússia ou à China a responsabilidade pelo desenvolvimento desse tipo de armas, depois da monstruosa matança de Hiroshima e Nagasaki, ordenada por Truman, após a morte de Roosevelt.

Tampouco cairia no erro de negar o holocausto que significou a morte de milhões de crianças e adultos, homens e mulheres, principalmente judeus, ciganos, russos e de outras nacionalidades, que foram vítimas do nazismo. Por isso, repugna a política infame dos que negam ao povo palestino seu direito a existir.

Alguém pensa por acaso que os Estados Unidos serão capazes de atuar com a independência que o preserve do desastre inevitável que os espera?

Em poucas semanas os 40 milhões de dólares que o presidente Obama prometeu arrecadar para sua campanha eleitoral só servirão para demonstrar que a moeda de seu país está muito desvalorizada e que os Estados Unidos, con sua insólita e crescente dívida pública que se aproxima dos 20 trilhões de dólares, vive do dinheiro que imprime e não do que produz. O resto do mundo paga o que eles dilapidam.

Ninguém crê tampouco que o candidato democrata seja melhor ou pior que seus adversários republicanos: chame-se Mitt Romney ou Rick Santorum. Anos luz separam os três de personagens tão relevantes como Abraham Lincoln ou Martin Luther King. É realmente inusitado observar uma nação tão poderosa tecnologicamente e um governo ao mesmo tempo tão órfão de ideias e valores morais.

O Irã não possui armas nucleares. Acusa-se o país de produzir urânio enriquecido que serve como combustível energético ou componente de uso médico. Queira-se ou não, sua posse ou produção não é equivalente à produção de armas nucleares. Dezenas de países utilizam o urânio enriquecido como fonte de energia, mas este não pode ser empregado na confecção de uma arma nuclear sem um processo prévio e complexo de purificação.

Contudo, Israel, que com a ajuda e a cooperação dos Estados Unidos fabricou o armamento nuclear sem informar nem prestar contas a ninguém, hoje sem reconhecer a posse destas armas, dispõe de centenas delas. Para impedir o desenvolvimento das pesquisas em países árabes vizinhos, atacou e destruiu os reatores do Iraque e da Síria. E declarou o propósito de atacar e destruir os centros de produção de combustível nuclear do Irã.

Em torno desse crucial tema tem girado a política internacional nessa complexa e perigosa região do mundo, onde se produz e fornece a maior parte do combustível que move a economia mundial.

A eliminação seletiva dos cientistas mais eminentes do Irã, por parte de Israel e de seus aliados da Otan, se converteu em uma prática que estimula os ódios e os sentimentos de vingança.

O governo de Israel declarou abertamente seu propósito de atacar a usina produtora de urânio enriquecido no Irã, e o governo dos Estados Unidos investiu centenas de milhões de dólares na fabricação de uma bomba com esse propósito.

Em 16 de março de 2012 Michel Chossudovsky e Finian Cunningham publicaram um artigo revelando que “Um importante general da Força Aérea dos EUA descreveu a maior bomba convencional – a anti-bunkers de 13,6 toneladas – como ‘grandiosa’ para un ataque militar contra Irã”.

“Um comentário tão loquaz sobre um artefato assassino em massa teve lugar na mesma semana na qual o presidente Barack Obama se apresentou para advertir contra a ‘fala leviana’ sobre uma guerra no Golfo Pérsico.”

“…Herbert Carlisle, vice-chefe do Estado Maior para operações da Força Aérea dos EUA. […] agregou que provavelmente a bomba seria utilizada em qualquer ataque contra o Irã ordenado por Washington”.

“O MOP, ao qual também se referem como ‘a mãe de todas as bombas’, está projetado para perfurar através de 60 metros de concreto antes de detonar sua bomba. Acredita-se que é a maior arma convencional, não nuclear, no arsenal estadunidense.”

“O Pentágono planifica um processo de ampla destruição da infraestrutura do Irã e massivas vítimas civis mediante o uso combinado de bombas nucleares táticas e monstruosas bombas convencionais com nuvens em forma de cogumelo, incluídas a MOAB e a maior GBU-57A/B ou Massive Ordenance Penetrator (MOP), que excede a MOAB em capacidade de destruição.

“A MOP é descrita como ‘uma poderosa nova bomba que aponta diretamente para as instalações nucleares subterrâneas do Irã e Coreia do Norte. A imensa bomba –maior do que que 11 pessoas colocadas ombro a ombro, ou mais de 6 metros desde a base até a ponta’.”

Peço ao leitor que me desculpe por esta complicada linguagem do jargão militar.

Como se pode verificar, tais cálculos partem do pressuposto de que os combatentes iranianos, que totalizam milhõnes de homens e mulheres conhecidos por seu fervor religioso e suas tradições de luta, se renderão sem disparar um só tiro.

Em dias recentes os iranianos viram como os soldados dos Estados Unidos que ocupam o Afeganistão, em apenas três semanas, urinaram sobre os cadáveres de afegãos assassinados, queimaram os livros do Corão e assassinaram mais de 15 cidadãos indefesos.

Imaginemos as forças dos Estados Unidos lançando monstruosas bombas sobre instituições industriais capazes de penetrar 60 metros de concreto. Jamais semelhante aventura tinha sido concebida.

Não é preciso uma palavra mais para compreender a gravidade de semelhante política. Por esse caminho nossa espécie será conduzida inexoravelmente para o desastre. Se não aprendemos a compreender, não aprenderemos jamais a sobreviver.

De minha parte, não abrigo a menor dúvida de que os Estados Unidos estão a ponto de cometer e conduzir o mundo ao maior erro de sua história.

Fidel Castro Ruz

21 de março de 2012, 19h35

Fonte: Cubadebate

Tradução de José Reinaldo Carvalho, da redação do Vermelho

As armas nucleares são financiadas pelos bancos

As armas nucleares são financiadas pelos bancos.

E tem gente que acha isto bonito!

http://diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&view=article&id=25537:as-armas-nucleares-sao-financiadas-pelos-bancos&catid=89:laboraleconomia&Itemid=99

240312_bomb

A indústria mundial de armas nucleares é financiada e mantida viva por mais de 300 bancos, fundos de pensão, companhias de seguros e gestores de ativos, segundo um novo estudo.

Essas instituições realizam substanciais investimentos na fabricação de armas atômicas.

Divulgado pela Companhia Internacional para Abolir as Armas Nucleares (ICAN), o estudo de 180 páginas assinala que as nações com poder nuclear gastam mais de 100 milhões de dólares por ano fabricando novas ogivas, modernizando as velhas e construindo mísseis balísticos, bombardeiros e submarinos para lançá-las.

Grande parte deste trabalho é realizado por corporações como BAE Systems e Babcock International na Grã-Bretanha, Lockheeed Martin e Northrop Gurmman nos Estados Unidos, Thales e Safran, na França, e Larsen & Toubro, na Índia.

“Instituições financeiras investem nessas companhias provendo empréstimos e comprando ações e bônus”, indica o informe, considerado o primeiro nesta pesquisa.

Intitulado “Don’t Bank on the Bomb: The Global Financing of Nuclear Weapons Producers” (“Não confiem na bomba: O financiamento mundial dos produtores de armas nucleares”), o estudo contém detalhes das transações financeiras com 20 empresas intensamente envolvidas na fabricação, manutenção e modernização das forças atômicas estadunidenses, britânicas, francesas e da Índia.

É necessário uma urgente campanha mundial coordenada, pelo não investimento em armas nucleares, adiciona.

Um movimento assim poderia ajudar a parar os programas de modernização e fortalecimento de armamentos e impulsionar as negociações em direção a uma proibição universal desse tipo de bombas. “Deixar de investir nas companhias de armas nucleares é uma forma efetiva que o mundo corporativo avance à meta de uma abolição nuclear”, afirma o estudo.

O trabalho chama as instituições financeiras para que deixem de investir na indústria armamentista atômica.

“Qualquer uso de armas nucleares violaria o direito internacional e teria catastróficas consequências humanitárias. Ao investir nos fabricantes, as instituições financeiras estão de fato facilitando a construção de forças atômicas”, indica.

No prólogo do informe, o arcebispo anglicano sul-africano Desmond Tutu, prêmio Nobel da Paz, assinala: “Ninguém deveria fazer lucros com esta terrível indústria da morte, que nos ameaça a todos”. O líder pacifista instigou as instituições financeiras que apóiem os esforços para eliminar a ameaça atômica, e destacou que o término dos investimentos foi vital na campanha para colocar fim ao apartheid (sistema de segregação racial contra a maioria negra) na África do Sul. A mesma tática poder e deve ser empregada para enfrentar a criação mais maligna do homem: a bomba nuclear adicionou.

Por sua parte, TIM Wright, diretor de campanhas da ICAN e coautor do informe, disse a IPS que algumas das instituições identificadas no trabalho já expressaram sua “intenção de adotar políticas proibindo os investimentos na fabricação de armas atômicas”.

A campanha para que cessem os investimentos “provavelmente será mais exitosa nos países onde a oposição às armas nucleares é mais forte”, por exemplo, os escandinavos e o Japão, indicou.

Destacou que cada vez mais, os bancos reconhecem que se deve aplicar algum tipo de critério ético aos investimentos, e que apoiar a fabricação de armas capazes de destruir cidades inteiras num instante, era algo claramente contrário à ética.

Das 322 instituições financeiras identificadas no informe, quase a metade tem sede nos Estados Unidos e um terço na Europa. O estudo também denuncia a instituições da Ásia, Austrália e Meio Oriente.

As mais envolvidas com a indústria de armas nucleares são: Bank of America, Blackrock e JP Morgan Chase nos Estados Unidos, BNP Paribas na França, Allianz e Deutsche Bank na Alemanha, Mitsubishi UJF Financial no Japão, BBVA e Banco Santander na Espanha, Credit Suisse e UBS na Suíça, Barclays, HSBC, Lloyds e Royal Bank of Scotland na Grã-Bretanha.

Consultado sobre se seria viável uma campanha para boicotar essas entidades, Wright disse a IPS: “Se os bancos resistem a ceder, os clientes terão que buscar alternativas éticas”.

Muitos outros bancos, particularmente pequenos, negam-se a ter qualquer tipo de vínculo com esta indústria, destacou: “Se multidões de pessoas começarem, isto enviará um poderoso sinal ao banco de que seu apoio às companhias de armas nucleares é inaceitável”. No caso das instituições multinacionais, uma campanha coordenada de boicote em vários países seria efetiva, sustentou.

O estudo também cita Setsuko Thurlow, sobrevivente da bomba atômica lançada pelos Estados Unidos sobre a cidade japonesa de Hiroxima em 1945, o qual fez um chamado para investir de uma forma ética e a não contribuir com atividades que ameacem a Terra.

Fonte: http://www.ipsnoticias.net/nota.asp…

Tradução de Vera Vassouras