Propriedade dos trabalhadores para o século 21 ? | Common Dreams

Worker Ownership For the 21st Century? | Common Dreams.

Propriedade dos trabalhadores para o século 21 ?

 

Pode não parecer um amanhecer revolucionário mas promete ser uma faisca de luz na escuridão. Na segunda-feira o maior sindicato americano se juntouo com a maior cooperativa do mundo para estabelecer um plano objetivando colocar os que trabalhando em empresas dirigidas pelos trabalhadores para construir o poder nas comunidades.
It may not be the revolution’s dawn, but it’s certainly a glint in the darkness. On Monday, this country’s largest industrial labor union teamed up with the world’s largest worker-cooperative to present a plan that would put people to work in labor-driven enterprises that build worker power and communities, too.
Com o título  “trabalhos sustentáveis comunidades sustentáveis. O modelo sindicato-coopertiva” a tentativa organizacional distribuiu um comunicado numa conferência de imprensa  no dia 26 de Março em Pittsburgh trazendo a experiência de 55 anos de experiência das cooperativas de trabalhadores bascas baseadas em Mondragon. Retirado do documento:“Contrastando com o sistema econômico  Machiavellico em que o fim justifica o meio, o modelo cooperativo adota a ideia de que tanto os fins como os meios tem igual importância com isto traduzindo a importância de que os trabalhadores tem que ser tratados com dignidade assim como sustentanto as comunidades em que estiverem inseridos na medida em os negócios avançam com seus lucros.”
Titled “Sustainable Jobs, Sustainable Communities: The Union Co-op Model,” the organizational proposal released at a press conference on March 26 in Pittsburgh, draws on the fifty-five year experience of the Basque-based Mondragon worker cooperatives. To quote the document: “In contrast to a Machiavellian economic system in which the ends justify any means, the union co-op model embraces the idea that both the ends and means are equally important, meaning that treating workers well and with dignity and sustaining communities are just as important as business growth and profitability.”
Não tem a aparência de uma grande notícia para os membros da cooperativa local de alimentação, mas é uma notícia significativa no contexto da produção industrial. Os trabalhadores da  The United Steel  representam cerca de um milhão e duzentos mil membros, uma fábrica produtora de ferro de tamanho médio precisa de um investimento de um milhão de dólares e a história mostra que quando se torna propriedade dos trabalhadores é dificil conseguir parte deste investimento.
It might not sound like big news to members of their local food coop but it’s revolutionary stuff in the context of industrial production. The United Steelworkers represents some 1.2 million members; the average steel plant requires millions of dollars of investment, and there’s history here when it comes to worker ownership—some of it painful.
Trinta e cinco anos atrás, quando os trabalhadores de uma fábrica produtora de ferro junto com uma coalição estadual religiosa iniciaram a transferência da  Youngstown Sheet and Tube mina de ferro para o controle dos trabalhadores e da comunidade local a atitude foi bastante diferente. como conta  Gar Alperovitz no seu livro recentemente re-editado “America Além do Capitalismo:”
“Na década de  1970s os sindicatos entederam que o controle operário era uma ameaça para a organização sindical e se colocaram em oposição aos esforços de estruturação de empresas pertencentes aos trabalhores em cidades como  Youngstown.”
Thirty-five years ago, when local steelworkers and a statewide religious coalition put forward a plan to transfer the Youngstown Sheet and Tube steel mill to worker and community control, the USW’s attitude was very different. As recounted by Gar Alperovitz in his (recently updated) “America Beyond Capitalism:”
“In the late 1970s the union saw worker-ownership as a threat to organizing, and it opposed efforts by local steelworkers to explore employee-owned institution-building in cities like Youngstown.”

Nesta segunda-feira,   Leo Gerard, próximo presidente de um novo sindicato de trabalhadores do ferro  (USW), tinha isto a dizer:

“Para sobriver os altos e baixos da economia de bolha da  Wall Street, temos que encontra novas formas para criar e manter os trabalhos na Rua Principal …. Propriedade dos trabalhadores pode oferecer  oportunidades definidas pelo coletivo em vez de demissões e quebras.”

This Monday, Leo Gerard, forward-thinking president of a very new kind of international USW, had this to say:

“To survive the boom and bust, bubble-driven economic cycles fueled by Wall Street, we must look for new ways to create and sustain good jobs on Main Street…. Worker-ownership can provide the opportunity to figure out collective alternatives to layoffs, bankruptcies, and closings.”

Continue lendo no artigo de Laura Flanders

http://www.commondreams.org/view/2012/03/27-2

Laura Flanders

Laura Flanders was the founder and host of GRITtv and is the author of the books BUSHWOMEN and Blue Grit. She’s the editor of At the Tea Party

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