Iran Um compromisso de resistência contra a guerra – eu fiz | Iran War Weekly

Iran Pledge of Resistance | Category Archive | Iran War Weekly.Iran Pledge of Resistance

 

Hello All – The purpose of the “Iran War Weekly” is to provide antiwar activists with information and analysis about the diplomatic and military crisis that has followed from US and Israeli opposition to Iran’s nuclear program.  The many dimensions of this crisis – which now includes the domestic and international conflicts arising from Syria’s […]

 

Primeiro ministro de Israel Admite: Ahmadinejad Nunca disse que Israel devia ser tirado do mapa | Common Dreams

Israel’s Deputy Prime Minister Admits Ahmadinejad Never Said Israel Should Be ‘Wiped Off the Face of the Map’ | Common Dreams.

 

http://www.commondreams.org/headline/2012/04/18-2

 

Published on Wednesday, April 18, 2012 by Common Dreams

Israel’s Deputy Prime Minister Admits Ahmadinejad Never Said Israel Should Be ‘Wiped Off the Face of the Map’

– Common Dreams staff

SINTO VERGONHA DE MIM – Rui Barbosa

SINTO VERGONHA DE MIM

Sinto vergonha de mim

por
ter sido educador de parte desse povo,

por
ter batalhado sempre pela justiça,
por
compactuar com a honestidade,

por
primar pela verdade

e
por ver este povo já chamado varonil

enveredar
pelo caminho da desonra.

Sinto
vergonha de mim

por
ter feito parte de uma era

que
lutou pela democracia,

pela
liberdade de ser

e
ter que entregar aos meus filhos,

simples
e abominavelmente,

a
derrota das virtudes pelos vícios,

a
ausência da sensatez

no julgamento da verdade,

a
negligência com a família,

célula-mater
da sociedade,

a
demasiada preocupação

com
o “eu” feliz a qualquer custo,

buscando
a tal “felicidade”

em
caminhos eivados de desrespeito

para
com o seu próximo.

Tenho
vergonha de mim

pela
passividade em ouvir,

sem
despejar meu verbo,

a
tantas desculpas ditadas

pelo
orgulho e vaidade,

a
tanta falta de humildade

para reconhecer um erro cometido,

a
tantos “floreios” para justificar

atos
criminosos,

a
tanta relutância

em
esquecer a antiga posição

de
sempre “contestar”,

voltar
atrás

e
mudar o futuro.

Tenho
vergonha de mim

pois
faço parte de um povo que não reconheço,

enveredando
por caminhos

que
não quero percorrer…

Tenho
vergonha da minha impotência,

da
minha falta de garra,

das
minhas desilusões

e do
meu cansaço.
Não tenho para onde ir

pois
amo este meu chão,

vibro
ao ouvir meu Hino

e
jamais usei a minha Bandeira

para
enxugar o meu suor

ou
enrolar meu corpo

na
pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao
lado da vergonha de mim,

tenho
tanta pena de ti,

povo
brasileiro!

“De
tanto ver triunfar as nulidades,

de
tanto ver prosperar a desonra,

de
tanto ver crescer a injustiça,

de
tanto ver agigantarem- se os poderes

nas
mãos dos maus,

o
homem chega a desanimar da virtude,

A
rir-se da honra,

a
ter vergonha de ser honesto”

Rui
Barbosa

Trabalhadores da Dataprev protestam contra demissões; envie moção | CSP-Conlutas

Trabalhadores da Dataprev protestam contra demissões; envie moção | CSP-Conlutas.

Ataques

Trabalhadores da Dataprev protestam contra demissões; envie moção

 

 

Trabalhadores da Dataprev realizaram protestos nesta terça-feira (10/04) contra as demissões, que estão ocorrendo em diversos estados. A atividade foi convocada de forma unificada pela ANED (Associação dos Empregados da Dataprev), pelos sindicatos e OLTs que se organizanam na FNI (Frente Nacional dos Trabalhadores em Informática) e pela Fenadados (federação nacional dos sindicatos de TI).

 

As manifestações aconteceram nas portas da empresa em Sergipe, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. Em Aracaju (SE), os trabalhadores e o SINDTIC/SE penduraram faixas e colocaram dois caixões na entrada da Dataprev, simbolizando os dois trabalhadores, de SP e da Bahia, que foram encontrados mortos após serem demitidos.

 

Em Santa Catarina, também foram penduradas faixas na entrada na unidade regional. Os trabalhadores ainda fizeram uma manifestação rápida na portaria da empresa.

 

 

Outras ações conjuntas da ANED, FNI e Fenadados estão programadas para os próximos dias. Em 17 de abril será realizado um ato em defesa dos empregos e da GEAP na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. As organizações divulgarão em breve um texto conjunto denunciando a grave situação por que passam os trabalhadores da Dataprev.

 

As demissões efetivadas pela empresa são uma clara medida intimidatória aos trabalhadores às vésperas da campanha salarial 2012, além de acontecerem alguns dias após o fim da estabilidade definida no julgamento do dissídio.

 

A CSP-Conlutas orienta a todas as entidades a enviaram moção de repudio  ao terror que a Dataprev vem impondo aos trabalhadores. Exigimos também o fim das demissões e a anulação das demissões já realizadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entenda o caso –  A Dataprev, empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social, vem tendo a prática de criar um clima de desconforto permanente em seus trabalhadores com demissões, assédio moral e atitude ditatorial dentro da empresa. Em 2011, aconteceu  uma forte greve dos trabalhadores na campanha salarial que acabou sendo julgada pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho). Os trabalhadores conquistaram 3 meses de estabilidade, que se encerrou em março de 2012. Em 23 de março foi demitido um colega em SP com histórico de problemas de ordem psicossocial. Quatro dias após a demissão, o colega foi encontrado morto. Na  sexta-feira (29/03), enquanto o colega era enterrado, a Dataprev demitia outros dois colegas em SC, na BA, AL, RJ, PR e PB. Fala-se que poderão chegar a mais de cem demissões em todo o país.

 

Pedimos que as entidades assinem a moção de repúdio contra as demissões e exigindo a anulação daquelas que já aconteceram dos trabalhadores das empresas em processamento de Dados (Serpro e Dataprev) e enviem para os seguinte endereços:

 

Sindppd: sindppd@portoweb.com.br

Ministro da Fazenda: Guido Mantega > gabinete.df.gmf@fazenda.gov.br

Presidente do Serpro: Marcos Mazoni > marcos.mazoni@serpro.gov.br

Diretoria de Administração do Serpro: Antônio João Nocchi Parera > antonio.parera@serpro.gov.br

Ministro da Previdência Social:  Garibaldi Alves Filho > gm.mps@previdencia.gov.br

Presidente da Dataprev: Rodrigo Assumpção > rodrigo.assumpcao@previdencia.gov.br

Diretoria de Pessoas: Janice Fagundes Brutto > janice.brutto@dataprev.gov.br

Secretaria CSP-Conlutas – secretaria@cspconlutas.org.br

 

Segue abaixo modelo de moção

 

Moção contra as Demissões na Dataprev e no Serpro

 

Demissões em Santa Catarina e retaliação aos trabalhadores que lutam são inaceitáveis. Exigimos o fim das demissões e a anulação das já realizadas.

 

As demissões que vêm ocorrendo na Dataprev,e em especial os colegas de SC, são uma clara medida intimidatória aos trabalhadores às vésperas da campanha salarial 2012, e acontecem há alguns dias após o fim da estabilidade definida no julgamento do dissídio. É uma vergonha que o governo permita esses atos bárbaros contra os trabalhadores de empresas públicas. O ____________________­­­­­_________________ exige que cesse imediatamente essa política de terror dentro da Dataprev, o fim das demissões e a anulação das demissões já realizadas. É preciso pôr um fim nas práticas anti-sindicais e de pressão contra os trabalhadores.

 

Os sindicatos e entidades dos trabalhadores de todo o país precisam unificar fileiras e dar uma resposta, à altura, às arbitrariedades.

 

 

 

 

Saudações,

 

Com informações: http://fnialternativa.blogspot.com.br/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CSP-Conlutas | Central Sindical e Popular

CSP-Conlutas | Central Sindical e Popular.

 

MST faz protestos em 17 estados por Reforma Agrária e justiça

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Belo Monte demite 60, agride e manda prender trabalhadores

 

 

Belo Monte demite 60, agride e manda prender trabalhadores

 

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Todos ao  1° de Maio de luta na Paulista

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Um grande ato nacional vai comemorar o dia internacional dos trabalhadores e fechará a programação do 1° Congresso da CSP-Conlutas. A atividade Nacional será realizada na Avenida Paulista com concentração às 10h, no Vão do Masp. Às 11h, os manifestantes saírão em marcha com destino à Praça da República onde realizarão o Encerramento Unificado do […]

 

 

 

Federais farão paralisação nacional em todo o serviço público no dia 25 de abril

 

 

Federais farão paralisação nacional em todo o serviço público no dia 25 de abril

17/04/2012

 

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A paralisação será uma resposta e advertência ao governo pelo descaso em relação à pauta de reivindicações da categoria e o protesto criticará as privatizações no setor público federal

 

O governo Lula aprovou no ano passado a privatização dos Hospitais Universitários criando a EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares).  Neste ano, o governo de Dilma Rousseff também conseguiu aprovar a privatização da previdência do servidor público, acabando com a integralidade e criando a FUNPRES (Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal), que nada mais é do que um fundo complementar de previdência privado, no qual o servidor vai ter que recorrer para complementar seu salário após a aposentadoria.

 

Não bastassem esses ataques, desde 2008 não há recomposição nos salários, e mesmos os acordos firmados com algumas categorias no ano passado, ainda não foram aprovados no Congresso Nacional. “Com os governos petistas é assim, chumbo grosso para cima dos servidores federais, congelamento dos salários, privatização na saúde e previdência e retirada de direitos”, avaliou  o membro da CSP-Conlutas, Paulo Barela.

 

Segundo o dirigente da Central, após várias reuniões com os representantes da Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, sem que nenhuma das reivindicações tenha sido atendida, os servidores federais decidiram paralisar suas atividades em todo o Brasil no dia 25 de abril, em protesto contra a política do governo Dilma-PT para o setor público. “Não há paciência que resista a tamanhos ataques e a dos servidores federais se esgotou”, enfatizou Barela.

 

A decisão, tomada pelo Fórum Nacional, que reúne 28 entidades dos servidores Federais mais as centrais sindicais, CSP-CONLUTAS, CTB e CUT, é uma sinalização para o governo de que a categoria não está para brincadeira. “Essa decisão vai no sentido de ampliar o processo de mobilização para construir a greve geral por tempo indeterminado no serviço publico federal, ainda neste semestre”, ressaltou.

 

A CSP-Conlutas é uma das entidades mais atuantes no fórum dos servidores federais e não só apoia a luta dos servidores federais como coloca todo o esforço de suas entidades filiadas para construção dessa paralisação nacional.

 

É preciso mostrar para o governo Dilma-PT que sua política econômica, voltada para os interesses dos grandes empresários, banqueiros e latifundiários, encontra forte resistência da classe trabalhadora. Tem sido assim nas grandes obras do PAC e da Copa do Mundo, onde os operários da construção civil lutam contra as péssimas condições de trabalho e os baixos salários e se expressa também na resistência e luta dos servidores federais contra a retirada de seus direitos e os cortes no orçamento da União, que prejudicam a prestação de serviço de saúde e educação para a população carente de nosso país.

 

 

Foto: Sintrajud

 

 

 

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Agência Petroleira de Notícias – Lançamento em alto astral das animações, no Sindipetro-RJ

Agência Petroleira de Notícias – Lançamento em alto astral das animações, no Sindipetro-RJ.

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Com músicas marcadamente de protesto (e primorosamente executadas), Mc Fiell e o tecladista Francisco Martins, animaram o público no ato de lançamento das animações da campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso. As músicas (inéditas) tinham referências à luta em defesa do nosso petróleo, homenagem ao Sindipetro-RJ, ao socialismo, entre outros temas sociais ligados à situação difícil do morador da favela. Fiell anunciou, em primeira mão, o lançamento de seu CD “Pedagogia da dominação” e livro, que terá informações sobre a campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso.

 

Fiell declarou que é muito difícil ele dedicar uma música a entidades, mas no caso do Sinipetro-RJ foi diferente, pois o sindicato é solidário e está de portas abertas para os movimentos sociais e o povo em geral.

 

O ato, que foi coordenado pelo jornalista Rafael Duarte, da Agência Petroleira de Notícias, contou com as participações dos diretores do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, Edison Munhoz, Tânia Lisboa, Fabíola Mônica, Reinhold Schopke e Hugo Fagundes, além de estudantes secundaristas e universitários, lideranças de diversas categorias, entre outros. Ao final do evento, o público recebeu um DVD com cópias das animações e participou de um coquetel.

 

O objetivo das animações é tratar o complexo tema petróleo de forma simples e divertida, para conscientizar a sociedade brasileira sobre a importância do país deter soberania no estratégico setor petrolífero nacional, bem como barrar os leilões de petróleo da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

 

 

 

 

 

 

Os discursos foram acompanhados de diversas palavras de ordem, como “leilão, leilão é privatização. O petróleo é nosso e não abrimos mão” e “quem foi que disse que é normal, americano querer roubar nosso pré-sal”.

 

Emanuel Cancella fez um relato sobre a importância das participações dos estudantes, de diversas entidades movimentos sociais, da produção das animações, da campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso e de que é preciso “avançar na aglutinação de mais brasileiros na campanha em defesa do nosso petróleo, da Petrobrás 100% estatal e pública”. Falou, também, sobre a trajetória do setor petróleo brasileiro, de momentos em que diziam que o país não tinha petróleo aos dias de hoje, onde a matéria-prima é uma realidade. Lembrou a luta de várias gerações – da campanha O Petróleo É Nosso à campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso, hoje.

 

 

 

 

Cancella criticou, também, o trabalho dos lobistas do setor privado nacional e estrangeiro e seus associados, como o presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), João Carlos De Luca. Destacou, ainda, que o Brasil não deve caminhar rumo à exportação de petróleo, mas desenvolver o setor petroquímico, para a produção de derivados, que dá muito mais divisas ao país. Caso exportemos petróleo, destacou Cancella, acabaremos por depender de importação de derivados, por exemplo. Destacou que a luta para impedir que o país perca domínio sobre seu petróleo é dura e que a campanha publicitária, inclusive os desenhos animados, contribuirão para o aumento de consciência do nosso povo.

 

O lançamento das animações foi simultâneo no Sindipetro-RJ, na Agência Petroleira de Notícias, nas Barcas Rio-Niterói, no metrô, no trem. A partir da semana que vem, começa a ser exibido em algumas salas de cinema do New York City Center, Downtown, Botafogo Praia Shopping, Norte Shopping e Niterói Plaza Shopping. Na internet, diversas redes sociais também estão exibindo as animações.

 

Os desenhos, que foram produzidos pela Köpke Animações, foi patrocinado pelo Sindipetro-RJ e pela Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet).

 

Fonte: José Carlos Moutinho (jornalista), para a Agência Petroleira de Notícias.

Fotos: Samuel Tosta.