Ana Tércia Sanches: Terceirização, a maior ameaça aos direitos trabalhistas desde a CLT | Viomundo – O que você não vê na mídia

Ana Tércia Sanches: A maior ameaça aos direitos trabalhistas desde a CLT | Viomundo – O que você não vê na mídia.

http://www.viomundo.com.br/denuncias/ana-tercia-sanches-o-maior-ataque-aos-direitos-trabalhistas-desde-1946.html

Ana Tércia Sanches: A maior ameaça aos direitos trabalhistas desde a CLT

por Luiz Carlos Azenha

 

pauta sugerida pelo Altamiro Borges

 

Está em andamento, de forma quase silenciosa, o maior ataque aos direitos trabalhistas no Brasil desde que foi promulgada a Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT, em 1943.

 

A avaliação é da diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Ana Tércia Sanches. Trata-se do projeto de lei 4330, de autoria do deputado Sandro Mabel, do PMDB-GO, que regulamenta a terceirização em quase todos os setores da economia brasileira.

 

É o que os sindicalistas chamam de reforma trabalhista às avessas.

 

“Desde os anos 90 é vontade das elites, dos empresários promover uma reforma não para ampliar, mas para retirar direitos”, diz Ana Tércia.

 

Hoje existem na Câmara dos Deputados 26 projetos que tratam do tema. Por conta disso, foi criada uma comissão especial que propôs um substitutivo ao projeto de Sandro Mabel. O PL do deputado federal goiano está para ser analisado em caráter terminativo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ou seja, se passar pela comissão vai direto para análise do Senado.

 

A terceirização é tolerada nos dias de hoje, a partir de enunciados do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em áreas como a limpeza e a segurança. Ainda assim, segundo Ana Tércia, são setores muito sujeitos às fraudes.

 

As empresas tomadoras contratam as de terceirização através de leilões de menor preço, aumentando a pressão para que estas descumpram normas básicas previstas na legislação trabalhista. Para garantir seu lucro, as terceirizadas muitas vezes deixam de depositar o Fundo de Garantia pelo Tempo de Serviço (FGTS) ou o INSS de seus trabalhadores, atrasam ou deixam de pagar salários.

 

Em outras palavras, a bomba estoura no colo dos trabalhadores, esmagados entre o patrão e o sub.

 

“Muitas vezes a empresa fecha, evapora do mapa. Reabre com outro CNPJ. Quem fica na mão são os trabalhadores”, diz Ana Tércia.

 

Ela prevê que a regulamentação da terceirização para outros setores da economia apenas ampliaria o problema.

 

“Esta é uma tendência que vem dos anos 90. A Nike, por exemplo, só faz a gestão da marca, a propaganda e o desenvolvimento do produto. Os bancos e outros setores da economia querem se livrar do trabalho. Colocar entre eles e os trabalhadores outra empresa, que também visa lucro”, afirma a sindicalista.

 

Ana Tércia dá um exemplo com o setor bancário. Nos anos 90 existiam no Brasil 700 mil bancários. De lá para cá, a economia cresceu enormemente, o setor financeiro e de crédito também mas o número de sindicalizados caiu para 430 mil trabalhadores.

 

“Onde está a diferença? Nos terceirizados, que ganham 60% menos que os bancários”, afirma.

 

O processo, segundo ela, rompe “processos civilizatórios que foram fruto da luta dos movimentos sociais”.

 

Para tentar barrar o avanço do projeto, os trabalhadores decidiram ampliar a coalizão formada por sindicatos e centrais sindicais, para incluir acadêmicos, jornalistas e juízes do trabalho.

 

De acordo com Ana Tércia, para evitar as acusações de que os sindicatos estão agindo de forma corporativa e pensando apenas no imposto sindical.

 

O objetivo, portanto, é demonstrar que a terceirização tem um custo social alto e contribui com a concentração de renda, já que transfere renda dos trabalhadores para os empresários.

 

No ano passado, o vice-presidente do TST, João Oreste Dalazen, promoveu uma audiência pública sobre a terceirização (ver abaixo o primeiro vídeo da série, disponível no You Tube).

 

Os trabalhadores decidiram criar um Fórum e vão promover um seminário sobre o tema em 12 e 13 de abril, na Unicamp, em São Paulo.

 

Aqui, um abaixo-assinado eletrônico contra a terceirização.

 

Clique abaixo para ouvir a entrevista com Ana Tércia (se você se sente ameaçado, ajude-nos a propagar):

 

 

 

 

 

Ana Tércia fala sobre um dos mitos da terceirização, o de que as empresas precisam dela para dar conta da “especialização”. Ao explicar, Ana fala do que leva os trabalhadores dos call centers a parecerem autômatos:

 

 

 

 

 

Ana Tércia fala sobre outro mito propagado pelos que propõem a terceirização, o de que ela gera empregos. A sindicalista fala da alta rotatividade, da falta de qualidade e do maior número de mortes e acidentes de trabalho entre os terceirizados.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Comentários (110)

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Alvaro Tadeu Silva · 4 semanas atrás

No governo FHC, um importante departamento do BB, onde trabalhavam mais de 300 terceirizados (digitação), estrepou-se. O dono da empresa terceirizada fugiu na calada da noite, após receber os pagamentos do mês de dezembro. Os terceirizados ficaram sem Natal, sem salário, sem comida. Os responsáveis ficaram sem os cabelos, pois um ano depois, a Justiça do Trabalho obrigou o BB a pagar todos os atrasados do pessoal terceirizado.

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Ivan Nunes · 4 semanas atrás

Pura e nua essa verdade colocada e muito bem colocada, tendo em vista que trabalho em uma estatal, Correios onde as tercerizadas que foram contratadas na área de limpeza, não cumprem com seus deveres deixando os funcionários, a ver navio. E desaparecem do mapa e ninguém localiza mais e não adianta entrar com processo pois como vão processar uma empresa que não existe mais. Deixa funcionários com a maior dor de cabeça, e apesar de o Correios ser uma grande estatal, não se pode fazer nada a respeito e os empregados que prestam serviços pela tercerizada arcam com todos os prejuizos. Não recebem nada. Salários são atrasados até quinze dias, cesta básica só se der sorte de chegar, não cumprem com nada. Isso precisa acabar, não podemos mtolerar tal vergonha nacional, esse desrespeito com o trabalhador. E cada palavra do artigo escrito por Ana Tércia é a mais pura verdade que todos tem que enchergar!!!!!

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JOSE DANTAS · 4 semanas atrás

“Ana Tércia dá um exemplo com o setor bancário. Nos anos 90 existiam no Brasil 700 mil bancários. De lá para cá, a economia cresceu enormemente, o setor financeiro e de crédito também mas o número de sindicalizados caiu para 430 mil trabalhadores.”

“Onde está a diferença? Nos terceirizados, que ganham 60% menos que os bancários”, afirma.

A figura aí não está falando a verdade, pois sabe que a quantidade de bancários diminuiu muito mais em função da automatização dos bancos do que da terceirização. Passei 28 anos como bancário e fui testemunha dessa realidade, antes de se falar em terceirização. Trabalhei em agências com mais de 50 bancários que hoje funcionam com menos de 10, inclusive possíveis terceirizados. Desse jeito é impossível conquistar credibilidade junto a população, em relação aquilo que se diz.

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ZePovinho 103p · 5 semanas atrás

Ás vezes,gente,é preciso ter calma quando abrimos a goela para criticar o PT.Muitas críticas são justíssimas e devem ser feita porque,se deixarmos,o PT será como as agências reguladoras que foram capturadas pela iniciativa privada: será capturado pelo PMDB,pelo agronegócio e pelo sistema financeiro.

Não sejamos injustos e,na pior hipótese,pouco inteligentes.Estamos em uma democracia.A Presidência da República pode muito pouco diante do Congresso Nacional,apinhado de parlamentares empresários que o próprio povo colocou lá.É duro de reconhecer,mas essas decisões alopradas que vemos tem a chancela do próprio povo;mesmo admitindo que as pessoas votam sem saber(eu acho que o cabra vota com pleno conhecimento de causa,independentemente se é analfabeto).

Ainda me lembro das minhas andanças,pela Paraíba,como assessor de deputados do PMDB e,depois,PP.As pessoas,em troca dos mais variados favores,trocavam o voto(que é como a própria alma,que nunca devemos vender ao Coisa Ruim) por tijolos,cestas básicas,empregos na prefeitura,etc,etc.Eu odiava ver aquilo,mas sempre aceitei achando que,com o tempo,esse povo mudaria devido ao aprendizado.O velho método da tentativa e erro……

Em 2002,veio a mudança.O povo votou em Lula,mesmo com uma campanha maciça contra ele na mídia.Mesmo assim,já se sabia em meados de 2002 que o povo não daria maioria ao PT no Congresso e isso levou o Metalúrgico a assinar a Carta ao Povo Brasileiro,se comprometendo a não mexer nos interesses dos empresários que estavam,vejam só,aliados ao povo pois,do contrário,não haveria tantos deles na Câmara e no Senado.

Eu sou da ESQUERDA DEMOCRÁTICA.Respeito os pontos de vista da extrema esquerda,mas acho que o princípio democrático é sagrado e não podemos achar que o Congresso Nacional é inútil.Não é.O Congresso é a nossa garantia de liberdade.

Gostaria de lembrar,também,que até Lenin recebeu os capitalistas de braços abertos,em recuo tático na década de vinte com a NEP(Nova Política Econômica): http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Pol%C3%ADtica_Econ%C3%B4mica

 

A NEP (em russo: НЭП), acrónimo de Новая экономическая политика, Novaya Ekonomiceskaya Politika (em português: Nova Política Econômica) foi a política econômica seguida na União Soviética após o abandono do comunismo de guerra (praticado durante a guerra civil), em 1921 e a colectivização e re-nacionalização forçada dos meios de produção com a ascensão ao poder de Stalin, em 1928. Em linhas gerais, passou pela re-entrega das pequenas explorações agrícolas, industriais e comerciais à iniciativa privada, tentando assim desesperadamente fazer a nascente União Soviética sair da grave crise em que se achava mergulhada.[1]

 

A Nova Política Econômica (NEP) recuperou alguns traços de capitalismo para incentivar a nascente economia soviética. Desta forma, o PC russo e o governo dos sovietes pretendiam reconstruir a economia russa devastada pela invasão estrangeira e pela resistência das classes proprietárias a perda de seus incomensuráveis privilégios. A NEP, segundo Lenin, consistia num recuo tático, caracterizado pelo restabelecimento da livre iniciativa e da pequena propriedade privada, admitindo o apoio de financiamentos estrangeiros. Lenin teria dito: “Um passo atrás para dar dois à frente”.

 

PS:O mais importante,de tudo,é amar ao Brasil:

 

 

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+2

Carlos Nunes 64p · 4 semanas atrás

o termo conquista leva a se acreditar que houve uma apropriação de um espaço de poder e que isso vai se manter pra sempre. ilusão.

nenhuma conquista se sustenta sozinha, nem as da elite nem dos trabalhadores.

o conflito de interesses é constante.

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+8

Eudes H. Travassos · 5 semanas atrás

Antes, quando surgiam este tipo de ameaças, não precisava nem está na Internet, do congresso mesmo surgia a reação através do PT. Mas agora o PT é governo e parece, que no governo Dilma – que, permitam-me, não é tão petista assim- , não sei porque, cargas d’aguas, estes projetos e ideias já estão milhas prá lá de terem ganhado simpatia no atual governo. Parece que tem gente no PT que muito tardiamente entendeu que o consenso de Washington é o maior barato.

Pois é, antes eu podia contar com meu partido, e agora , a quem devo recorrer? Qual a força política no Brasil pra ocupar este espaço? De fato,não tem. e como disse Jhon Lock no final de seu tratado levantemos as mãos aos ceus, eu acho que não vai dar certo. Mas talvez haja ainda uma última esperança ,chamar-mos o Chapollin Colorado, que tal?

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4 respostas · ativo 4 semanas atrás

+7

beattrice 114p · 5 semanas atrás

Estamos todos aguardando ansiosamente o pronunciamento da tropa de choque dilmista que frequenta o blog nos assegurando de que a base aliada vai impedir mais este roubo dos direitos sociais e trabalhistas.

CADÊ????????

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1 resposta · ativo 4 semanas atrás

+28

carneirouece 74p · 5 semanas atrás

E vocÊs sabem que isso será aprovado, né??

 

O que a Dilma fez até agora? TUDO o que o ‘CERRA’ faria:

 

– arruinou o plano nacional da banda larga.

– Código florestal

– privatização dos aeroportos

– fundo de previdência privada para o funcionarismo público

– quase todo o PIB para os banquiros

– cortes e mais cortes no orçamento para dar mais dinheiro os banqueiros.

 

Em suma: ela está, desde o primeiro instante, traindo os que fizeram campanha nas ruas por ela.

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8 respostas · ativo 4 semanas atrás

+7

ZePovinho 103p · 5 semanas atrás

Se a senhora mantiver essa política cambial desastrosa dos anos noventa,presidenta Dilma,o trabalhador vai pagar a conta duas vezes:a primeira para salvar esses empresários bandidos do Brasil;a segunda para salvar empressa estrangeiras que ganham com o câmbio flutuante:

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/dilma-exclusivo-vamos-defender-a-industria-brasileira

 

Dilma, exclusivo: vamos defender a indústria brasileira

 

“No caso da Europa, não: optaram por isso. O último relatório do BIS (o banco central dos bancos centrais) mostra que a estratégia visa dois objetivos principais: impede a crise bancária e ganha tempo para dois mecanismos: desvalorizar o euro e jogar a conta sobre países emergentes que têm câmbio flutuante. Mas, por outro lado, pode estar criando uma enorme bolha monetária”.

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1 resposta · ativo 4 semanas atrás

+1

Nelson · 4 semanas atrás

A Ana Tércia tem razão, se aprovado, este PL abre espaço para a deteriorização do trabalho no Brasil. Imaginem, o Brasil 5º potência mundial e os salários esmagados. Se o resultado do crescimento não vai para os trabalhadores, adivinhem para onde vai. Por isso o PIG nem menciona esse PL e se mencionar vai colocao o Sandro Mabel e a FIESP para comentar. Não sei como, mas temos que dar um jeito de barras este ataque aos direitos dos trabalhadores.

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0

Étore · 4 semanas atrás

Interessante a quantidade (se não a maioria) de posts nesta thread que trata da terceirização apenas no serviço público quando a matéria é muito mais ampla.

Leio como uma confissão velada de que na iniciativa privada a terceirização é sim funcional, e até desejável em vários setores da economia (principalmente naqueles fortemente baseados em serviços).

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0

Étore · 4 semanas atrás

Sindicatos e associações de classe servem apenas com janela para a política e para para defender os interesses do seus associados, não da sociedade.

 

Se um sindicato é contra, com certeza é bom para o país.

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+6

Murdok · 5 semanas atrás

No órgão federal que trabalho, são os pobres terceirizados que mais trabalham.

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2 respostas · ativo 5 semanas atrás

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CLP · 5 semanas atrás

No serviço publico, infelizmente, as prefeituras são campeãs nisso.Ai o que acontece?Estas empresas não pagam seus trabalhadores, e, apos processo na Justiça do Trabalho, como as tais ONGs, OSCIPS e quejandos eram fajutas , criadas por cupinchas dos próprios políticos, contratadas sem licitação a preços superfaturados , so para enriquecer políticos e empresários, a conta acaba caindo para a prefeitura, também conhecido como SOCIEDADE(nos), que ja pagamos da primeira vez e pagamos também pela segunda vez, pois invariavelmente a ONG e a prefeitura e condenada.

E que não se culpe a Justiça do Trabalho, ela faz o papel dela , quem não faz são os prefeitos, todos envolvidos nessas maracutaias!

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+11

Ricardo · 5 semanas atrás

prezados, trabalhei como terceirizado de informática por 6 anos. na primeira empresa em que trabalhei, em 1991, o gerente regional simplesmente embolsou o salário de todos durante 3 semanas. aplicou o dinheiro no citibank ( tenho ódio a aquele banco). nos pagou com cheques pessoais, e pasmem, o citibank se recusou a nos pagar dizendo que o dinheiro dele estava aplicado. precisamos falar que iríamos denunciar ao banco central se não descontassem os cheques. A empresa não recolheu fgts(não consegui sacar até hoje). a empresa fechou depois que o contrato com a empresa principal terminou. deixou centenas no prejuízo.

 

a terceirização é péssima para os trabalhadores. péssima.

 

sei por experiência própria. o PT, tendo saído dos trabalhadores, não poderia apoiar isso. mas as bandeiras antigas estão abandonadas, infelizmente.

 

cordiais saudações

Ricardo

Recife

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9 respostas · ativo 5 semanas atrás

+2

Henrique Finco · 5 semanas atrás

Pirmeiro foi a precarização do funcionalismo público, através da lei que cira o fundresp e retira garantias mínimas, como a de uma carreira. Esta nova “lei” é só uma parte do todo… Voltamos à República Velha.

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+9

Hagá · 5 semanas atrás

Cadê as centrais sindicais? Cadê os sindicatos de servidores? Cadê os jornais críticos e independentes? Cadê as universidades?

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5 respostas · ativo 5 semanas atrás

+3

O_Brasileiro 90p · 5 semanas atrás

Nos meses de outubro dos anos pares daremos a merecida resposta aos vereadores, deputados e senadores…

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ZePovinho 103p · 5 semanas atrás

Ás vezes,gente,é preciso ter calma quando abrimos a goela para criticar o PT.Muitas críticas são justíssimas e devem ser feita porque,se deixarmos,o PT será como as agências reguladoras que foram capturadas pela iniciativa privada: será capturado pelo PMDB,pelo agronegócio e pelo sistema financeiro.

Não sejamos injustos e,na pior hipótese,pouco inteligentes.Estamos em uma democracia.A Presidência da República pode muito pouco diante do Congresso Nacional,apinhado de parlamentares empresários que o próprio povo colocou lá.É duro de reconhecer,mas essas decisões alopradas que vemos tem a chancela do próprio povo;mesmo admitindo que as pessoas votam sem saber(eu acho que o cabra vota com pleno conhecimento de causa,independentemente se é analfabeto).

Ainda me lembro das minhas andanças,pela Paraíba,como assessor de deputados do PMDB e,depois,PP.As pessoas,em troca dos mais variados favores,trocavam o voto(que é como a própria alma,que nunca devemos vender ao Coisa Ruim) por tijolos,cestas básicas,empregos na prefeitura,etc,etc.Eu odiava ver aquilo,mas sempre aceitei achando que,com o tempo,esse povo mudaria devido ao aprendizado.O velho método da tentativa e erro……

Em 2002,veio a mudança.O povo votou em Lula,mesmo com uma campanha maciça contra ele na mídia.Mesmo assim,já se sabia em meados de 2002 que o povo não daria maioria ao PT no Congresso e isso levou o Metalúrgico a assinar a Carta ao Povo Brasileiro,se comprometendo a não mexer nos interesses dos empresários que estavam,vejam só,aliados ao povo pois,do contrário,não haveria tantos deles na Câmara e no Senado.

Eu sou da ESQUERDA DEMOCRÁTICA.Respeito os pontos de vista da extrema esquerda,mas acho que o princípio democrático é sagrado e não podemos achar que o Congresso Nacional é inútil.Não é.O Congresso é a nossa garantia de liberdade.

Gostaria de lembrar,também,que até Lenin recebeu os capitalistas de braços abertos,em recuo tático na década de vinte com a NEP(Nova Política Econômica): http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Pol%C3%ADtica_Econ%C3%B4mica

 

A NEP (em russo: НЭП), acrónimo de Новая экономическая политика, Novaya Ekonomiceskaya Politika (em português: Nova Política Econômica) foi a política econômica seguida na União Soviética após o abandono do comunismo de guerra (praticado durante a guerra civil), em 1921 e a colectivização e re-nacionalização forçada dos meios de produção com a ascensão ao poder de Stalin, em 1928. Em linhas gerais, passou pela re-entrega das pequenas explorações agrícolas, industriais e comerciais à iniciativa privada, tentando assim desesperadamente fazer a nascente União Soviética sair da grave crise em que se achava mergulhada.[1]

 

A Nova Política Econômica (NEP) recuperou alguns traços de capitalismo para incentivar a nascente economia soviética. Desta forma, o PC russo e o governo dos sovietes pretendiam reconstruir a economia russa devastada pela invasão estrangeira e pela resistência das classes proprietárias a perda de seus incomensuráveis privilégios. A NEP, segundo Lenin, consistia num recuo tático, caracterizado pelo restabelecimento da livre iniciativa e da pequena propriedade privada, admitindo o apoio de financiamentos estrangeiros. Lenin teria dito: “Um passo atrás para dar dois à frente”.

 

PS:O mais importante,de tudo,é amar ao Brasil:

 

 

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+2

Vinicius Garcia · 5 semanas atrás

Para os que acreditam em mudanças substanciais pelo voto, que fiquem com a discussão de PT é igual a PSDB ou PT é diferente de PSDB, de mídia que vende imagem e outras coisicas que vejo comentada no post, Saramago foi sábio ao afirmar que para se inicar uma discussão política devamos partir do princípio de que a “democracia” como posta pela mercado é uma falácia. A luta do trabalhador por melhores condições é histórica e não está por acabar, ao contrário, no menor vacilo, lá surgem eles, sedentos de lucro, tirando direitos.

É uma luta constante, eles não dão folga, porque devemos dar a eles? Por acreditar em sistema eleitoral? Acordem! Nada disso funciona como devia, e é só na mobilização que se mantém e amplia conquistas.

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+1

Gerson Carneiro 121p · 5 semanas atrás

Surge uma esperança: Deputado Brizola Neto é o novo Ministro do Trabalho.

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1 resposta · ativo 5 semanas atrás

+1

RicardãoCarioca · 5 semanas atrás

Atenção!

http://oglobo.globo.com/pais/brizola-neto-sera-novo-ministro-do-trabalho-4285771

 

Agora, CLT será com o nosso Briza Net!

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+1

marcos dascanio · 5 semanas atrás

O deputado mabel pode fazer o que bem entender. Como representante dos empresários a cara dele e tentar terceirizar tudo mesmo e isso não quer dizer que o governo se alinhe. Mas nós, companheiros e camaradas, nós temos uma tarefa que é barrar essa porcaria de projeto. Isso se faz na web – também – mas, principalmente nas ruas, de bandeiras na mão e com mobilização. Á luta !!!

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-1

alexandre · 5 semanas atrás

ilimar franco afirma q Brizola neto será o novo ministro do trabalho. O q desmoraliza boa parte dos comentaristas do post. particularmente os tucanos oportunistas travestidos de psolistas.

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-6

Manoel Teixeira · 5 semanas atrás

Os funcionários públicos ganham muito bem pelo que entregam à sociedade. Fazem greve quando querem e nos atendem como se estivessem nos fazendo um favor.

Precisam ser avaliados com base em produtividade e capacidade.

Por outro lado, o Brasil precisa reduzir a carga tributária sobre os salários, para que possamos reduzir nossos custos de produção, isto é fato. Se esta lei vai nesta direção, não sei. Mas querer tratar o trabalhador como um ente a ser tratado como um incapaz de se defender é típico dos caudilhos. Eles seriam crianças indefesas e precisariam ser protegidos.

Precisamos garantir que a economia continue crescendo e gerando oportunidades para todos. Nós, trabalhadores, por outro lado, precisamos nos especializar e prestar serviços de qualidade. Caso a empresa onde estejamos trabalhando não nos atender, mudamos de empregos.

Gostaria de ver um funcionário público largar a ‘moleza’ .

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+11

Adriano · 5 semanas atrás

Por falar em ameaça aos direitos dos trabalhadores, e a CPI da Privataria, que fim levou?

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+4

João Alberto · 5 semanas atrás

É por essas e por outras que o capitalismo naufraga por culpa de si próprio. Trabalho numa grande corporação, já fui terceirizado no passado e posso compartilhar o pouco que sei: funcionários terceirizados ficam encarregados de fazer manutenção em sistemas importantes na empresa (eu trabalho com tecnologia), absorvem e, em alguns casos, até concentram um conhecimento que os funcionários da grande empresa deveriam ter. Numa visão macro, fica difícil enxergar esses profissionais como não sendo funcionários vitais para a empresa.

Além disso, fugindo um pouco do assunto do post, quero destacar a pressão que os trabalhadores recebem para cumprir metas. Ou seja: o fulano é terceirizado, não ganha o que realmente merece pois é importante para a empresa e ainda trabalha pressionado.

Resultado: entrega-se o que dá pra fazer, faz-se uma reza braba pra nada dar errado, e segue a sina do explorado trabalhador e seu abastado empregador.

A longo prazo: serviço mal-feito que o tempo cobra depois. Crises e mais crises. Arrocho pra todos os lados, e no fim alguém ainda leva vantagem (elite dominante e ignorante).

Lucro tem limite, mas tem gente que não entende nem no colo do tinhoso.

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+1

Leonardo Câmara 78p · 5 semanas atrás

Bem meus caros, parece inacreditável mas a hora chegou: É preciso combater PT, é preciso combater o governo Dilma !

 

O que fazer? Procure teu sindicato, organize teu grêmio estudantil, etc. Fomos todos traídos.

 

À Luta!

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+9

Luiz Clete · 5 semanas atrás

Essa do trabalhador estar sempre correndo atrás não é nova. Vide o neoliberalismo. Nos anos 80, debatiamos isso no banco Itaú, um chileno fez palestras para falar da automatização do banco, e, jurou que ninguem seria mandado embora. Conclusão: no depto que eu trabalhava tinha 25 vagas, hoje, há apenas 5. O sindicato e o trabalhador tem muitas culpas e desculpas nesse processo. O capital se organizou em mercados comuns e o trabalhador? O capital organizou um sistema vritual para debandar com seu dinheiro no instante que bem entender arrasando com economias e o trabalhador? Agora essa senhora vem falar disso e o que os sindicatos, centrais sindicais e os trabalhadores estão fazendo de VERDADE? Os governos passam.

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+10

paaulo · 5 semanas atrás

Sandro Mabel o ex-dono dos biscoitos da marca Isabela?É empresário decidindo a vida de nós trabalhadores. Pergunte leitor a um funcionário da Caixa Econômica como anda a vida das terceirizadas da empresa?a própria Caixa que adm o FGTS não fiscaliza nem o recolhimento de suas empresas terceirizadas. É vergonhoso, mas é o banco social do governo federal.

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+2

renato · 5 semanas atrás

Poderia discutir sobre terceirização, mas não tenho tamanha competência. `Por isto pagava aos sindicatos para que fizessem o melhor por mim e meus colegas de trabalho,fizeram tanto, tanto, tanto,( 20 anos) que hoje estão mandando embora o pessoal devido os altíssimos salários, a empresa não aguenta pagar , e estão recolhendo estagiários.( Contrataram apenas um terceiro – o cara que esta enxugando a fábrica, esta é a profissão dele), e diminuir o salário faz parte do rebaixamento da mão de obra do Brasil.

Como vai concorrer com a NIKE que paga 1 dolar X por diaX trabalho infantil não é assim, ou a China, etc.

Agora dizer que é culpa da Dilma e do Lula ( notaram a seqüência ), não tinham mais nada o que fazer no Domingo.

Se a culpa é dos dois me dá um outro nome para eu votar no próximo pleito.

Vou assinar o pleito. Sou a favor de Sindicatos fortes ajudando os pequenos sindicatos e quero uma sociedade trabalhista, ou seja muita gente trabalhando, pouca mamando.

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+3

Leo V · 5 semanas atrás

Supõe-se que não há com o que se preocupar já que num governo do “Partido dos Trabalhadores” jamais tal lei será sancionada. Certo?

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+3

PAP · 5 semanas atrás

Nas oportunidades que tenho lido,ouvido e visto matérias versando sobre o os onus que os trabalhadores tem que

enfrentar em termos de suas atividades profissionais, rarissímamente vejo profissionais de RH serem consultados

a respeito e quando o fazem,nas ínfimas vezes, tenho a impressão que sempre defendem o lado patronal.Mais

lastimável ainda é saber que psicológos que atuam em RH deveriam ter e ser um diferencial, até para ficar de lado

dos empregados e trabalhadores, mas lamentavelmente esses psicólogos que atuam em RH simplesmente não pas-

sam de mais um grupo de gente “cumpridores de ordens”, ou seja, não passam de tecno-burocratas com diploma

de psicologia!

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+5

pap · 5 semanas atrás

Eu gostaria de fazer uma pergunta e colocar um “certo pessoal” que sempre fica “quietinho” no canto:

 

Gentilmente, gostaria de saber a opinião dos srs. profissionais de RH, esses descendentes dos vassalos medievais

e pelegos enrustidos o que pensam sobre a terceirização? Provavelmente, vão se calar, falar em tucanês,dizer algo

politicamente correto ou conforme o público a que se dirige ou simplesmente o de sempre:defender seus senhores

feudais, seus coronéis, seus painhos que tudo lhes dá e que sem crachá e sem trabalhar em empresa, absoluta-

mente nada são do que reles crianças mimadas.

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1 resposta · ativo 5 semanas atrás

+3

Outro Antonio · 5 semanas atrás

A terceirização é sempre ruim. No Poder Público serve para a corrupção, como parece que ocorre na Prefeitura de São Paulo fartamente na gestão Kassab. No setor privado, serve para a ineficiência e embuste trabalhista. É ruim de qualquer jeito.

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+1

Urbano · 5 semanas atrás

Todos boicotando os produtos do ôme…

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+14

Marat 108p · 5 semanas atrás

O conservadorismo brasileiro, obtuso, como sempre, consegue extrair o que ha de pior da ignorância e do conservadorismo local, influenciado por conservadores ocidentais!

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7 respostas · ativo 5 semanas atrás

+1

H. Back™ · 5 semanas atrás

Será que isso ainda faz parte do neoliberalismo? O neoliberalismo não vingou nem na sua pátria natal. Os trabalhadores com as suas respectivas centrais sindicais devem ficar alertas.

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+7

FrancoAtirador 112p · 5 semanas atrás

.

.

TERCEIRIZAÇÃO: A LEGALIZAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO.

 

“Empregado feliz é o que tem emprego.

O salário é apenas mais um detalhe

para cálculo dos custos de produção:

Quanto menor o salário, maior o lucro.”

(O patrão nosso de cada dia)

.

.

O Patrão Nosso de Cada Dia

(Secos & Molhados)

 

Eu quero o amor

Da flor de cactus.

Ela não quis.

Eu dei-lhe a flor

De minha vida.

Vivo agitado

 

Eu já não sei se sei

De tudo ou quase tudo…

Eu só sei de mim,

De nós,

De todo o mundo…

 

Eu vivo preso

A sua senha.

Sou enganado.

Eu solto o ar

No fim do dia.

Perdi a vida.

 

Eu já não sei se sei

De nada ou quase nada…

Eu só sei de mim,

Só sei de mim,

Só sei de mim…

 

O patrão nosso

De cada dia,

Dia após dia…

O patrão nosso

De cada dia…

 

 

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+16

ZePovinho 103p · 5 semanas atrás

Querem tranfserir as dívidas do manejo cambial com a falida ideologia dos anos noventa, e a concorrência chinesa, para os ombros do trabalhador.Como no caso das montadoras de automóveis,não abrem mão (os empresários) de um centavo da taxa de lucros.

São protegidos pelo governo,pelo judiciário,pela imprensa e querem detonar uma das poucas garantias que o trabalhador tem de não ser trucidado pelas corporações que vivem qual carrapatos no corpo do Estado brasileiro.

Outro dia eu coloquei,aqui, um texto da Marilena Chauí falando sobre o liberalismo no Brasil da república velha.Segundo ela,a concepção de liberalismo que os exploradores de pau brasil do começo da República tinham(chamados aqui de “empresários),as elites,era(e É) poder submeter os escravos JURIDICAMENTE.

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5 respostas · ativo 5 semanas atrás

0

Eunice · 5 semanas atrás

Uma das principais causas da tercerização é poder gerar NOtas Fiscais Frias entre o Poder Público e privados, sem concorrência. Olhe lá a brecha na Lei, que nem vou colocar aqui. Nesse caso não se faz licitação por valor. O valor é liberado. É por isso que em alguns órgão publicos há centenas de pessoas sendo deseducadas, por não fazerem nada o dia todo, pobres, sim. E quem perde é o pobre, que tem uma vaga temporária, sem segurança, com ticket de valor baixo pra comer, e nunca fará concurso pois está ocupando a vaga de concurso. Quem quiser que pesquise, inclusos órgãos do Sistema de Fiscalização Federal. Desafio a fiscalizar em todos os estados.

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+3

FrancoAtirador 112p · 5 semanas atrás

.

.

TERCEIRIZAÇÃO É PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO.

.

.

Suspensas ações sobre responsabilidade subsidiária

 

Revista Consultor Jurídico, 9 de março de 2012

 

A tramitação dos processos que tratem da responsabilidade subsidiária de ente público tomador de serviço no caso de não cumprimento de obrigações trabalhistas pela empresa prestadora está suspensa. A decisão é da Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho, responsável pela uniformização da jurisprudência da Corte, e valerá até o julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal, de recurso extraordinário sobre o tema, que teve repercussão geral reconhecida, ou deliberação posterior da própria SDI-1.

 

Autor da proposta de suspensão das ações, o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, disse que o fez por medida de cautela. Além de o RE, no qual foi reconhecida a repercussão geral, estar pendente de julgamento do mérito pelo STF, algumas decisões monocráticas de ministros do Supremo têm acolhido liminares em reclamações e cassado decisões tomadas pelo TST sobre a tema.

 

De acordo com o TST, atualmente, existem mais de oito mil recursos extraordinários sobre responsabilidade subsidiária de ente público sobrestados na corte. Com a decisão da SDI-1 de suspender a tramitação dos embargos em recurso de revista, uma quantidade maior ainda de processos que tratam do tema permanecerá à espera da definição do STF.

 

A questão da responsabilidade dos entes públicos pelas verbas devidas aos trabalhadores terceirizados pelas empresas prestadoras de serviço é controvertida na Justiça do Trabalho, sobretudo diante da ausência de legislação específica. Desde 1993, a matéria vinha sendo tratada com base na Súmula 331 do TST, que previa a responsabilização dos tomadores de serviço, inclusive os entes públicos, pelas obrigações trabalhistas não pagas pelos empregadores, independentemente de comprovação de culpa.

 

Em novembro de 2010, o Supremo declarou a constitucionalidade do artigo 71, parágrafo 1º, da Lei 8.666/1993 (Lei das Licitações), que isenta a administração pública de responsabilidade nos casos de inadimplência dos encargos trabalhistas das empresas terceirizadas. O STF esclareceu, durante o julgamento da Ação Direta de Constitucionalidade 16, que o TST deveria, a partir de então, analisar caso a caso as ações para, com base em outras normas, reconhecer a responsabilidade do poder público.

 

Em maio de 2011, o TST alterou a redação da Súmula 331 para adequá-la ao entendimento do STF. Os ministros acrescentaram o item V à súmula, para limitar a responsabilidade subsidiária aos casos de conduta culposa do ente público no cumprimento da Lei das Licitações.

 

Em decisões monocráticas recentes, porém, o STF tem devolvido ao TST processos em que se aplicou a Súmula 331. Foi o caso, por exemplo, da Reclamação 12.558, ajuizada pelo Estado de São Paulo contra decisão do TST que o condenou a responder subsidiariamente por verbas trabalhistas devidas pela Tecnoserve Serviços e Manutenção Geral Ltda. a um de seus empregados. A relatora, ministra Cármen Lúcia, entendeu que a condenação, mantida em agosto de 2011 pela 4ª Turma do TST, contrariou a decisão do STF na ADC 16.

 

Alcance amplo

No Recurso Extraordinário 603397, no qual foi reconhecida a repercussão geral e servirá de paradigma para as demais decisões sobre a matéria, a União alega que a transferência da responsabilidade dos encargos trabalhistas para a administração pública quando a empresa prestadora de serviços não os paga implicaria violação dos artigos 5º, inciso II, e 37, parágrafo 6º, da Constituição da República.

 

Ao votar a favor da repercussão geral, a então relatora, ministra Ellen Gracie, entendeu que a definição da constitucionalidade do dispositivo da Lei de Licitações que trata do tema tem amplo alcance e possui relevância do ponto de vista econômico, político, social e jurídico. Com a aposentadoria da ministra Ellen Gracie, a relatoria do caso passou à ministra Rosa Weber. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

 

http://www.conjur.com.br/2012-mar-09/acoes-responsabilidade-ente-publico-terceirizado-sao-suspensas

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+13

Guanabara · 5 semanas atrás

Sei do seguinte: até hoje não vi uma notícia que dissesse sobre um projeto de lei que ampliasse os direitos trabalhistas. Afinal de contas, esses deputados não são representantes do povo e eleitos pelos trabalhadores que são maioria no país? Como até hoje não surgiu um projeto trabalhista de maiores garantias de qualidade de vida e de manutenção de renda dos trabalhadores? (mais uma prova da plutocracia em que vivemos).

 

(What is the matrix? Control.).

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1 resposta · ativo 5 semanas atrás

+11

Flausino Rubiloca · 5 semanas atrás

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</div>

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+1

Fabio SP · 5 semanas atrás

Eu, que votei em Serra, acho que a Dilma está se saindo bem melhor…

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+6

mineiro · 5 semanas atrás

é o direito dos trabalhadores seno violados a todo instantes. nao faltam gente pra tentar surrupiar os direitos dos trabalhadores , é a ganancia acima de tudo. sera que o pt traidor que agora apoia o demostenes, tambem vai apoiar esse assalto a mao armada. e tambem sera que a dilma vai sancionar esse assalto. tomara que nao , porque se fizer isso , é a prova que ela se submeteu a elite.

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+5

pperez · 5 semanas atrás

As atividades fim nas empresas estatais, estão proibidas por Lei.

No entanto o que tem de convenios e contratos de postos de serviço para eletricistas,motoristas,segurança secretaria e os famosos artigo 37 da CF que estão indo para as atividades fim escamoteados, é brincadeira.

Essas empresas ganham a concorrencia jogando o preço dos serviços lá embaixo, depois ficam sem folego para cumprir o restante do contrato, deixando os empregados na broxa sem salarios, avisos previo e demais direitos trabalhistas!

Agora caso vingue esse projeto de Lei é que a farra dessas contratações vai bombar!

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+6

Hagá · 5 semanas atrás

Vamos enviar um monte de e-mails para os deputados. Ninguém deve votar em quem apoiar a terceirização selvagem. A fiscalização tem de ser em cima e diária. Já. Por que o Blog não cria um texto padrão e disponibilizad os e-mails dos deputados, para a gente começar a se manifestar diretamente? Vale também o telefone da ouvidoria da Câmara. Na época de fhc quase que mudam o Art. 618 da CLT, para que o “negociado” prevalecesse sobre a CLT, como se galinhas e raposas pudessem negociar de igual para igual. Chega de inércia. Melhor agir agora do que reclamar depois.

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0

Italo · 5 semanas atrás

“….as terceirizadas muitas vezes deixam de depositar o Fundo de Garantia pelo Tempo de Serviço (FGTS) ou o INSS de seus trabalhadores, atrasam ou deixam de pagar salários.”

 

Este tipo de problema é mais fácil de controlar como coloca um deputado (que agora esqueci o nome) bastaria colocar na lei que o pagamento da empresa de teceirização ocorreria somente quando esta comprovasse a quitação com os encargos trabalhistas, caso contrario o contratante da empresa de terceirização seria responsabilizado.

 

O mais difícil seria como impedir que um banco terceirize os caixas, vendedores de seguro e atendentes, isto seria ( e é) extremamente dasoso para o trabalhador

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+10

Lu_Witovisk 86p · 5 semanas atrás

É cada uma que aparece… as vezes dá vontade de sumir no mapa, as coisas só pioram, credo! Até qdo o povo vai ficar quieto??

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1 resposta · ativo 5 semanas atrás

0

cesar · 5 semanas atrás

os sindicatos tem que ter coerencia com essa luta, pois ,muitos deles estão terceirizando os seus funcionarios.

Isto acontece com sindicatos de todas as centrais sindicais inclusive da CUT.Pura hipocrisia, o que caracteriza apenas interesses.

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+8

Julio Silveira · 5 semanas atrás

A terceirização é um golpe diabolico contra os direitos dos trabalhadores. Foi a formula encontrada pelos escravocratas enrustidos e travestidos de empresários para fragilizar a parte que compete com eles contra o lucro total. Não é de se estranhar que venha de Sandro Mabel, empresario, sujeito polemico, que não estão acima de qualquer suspeita. Essa é uma estratégia para desamparar, e porta de entrada para a prestação de serviço sem compromentimento e para a existência de empresas de temporada, dessas que utilizam a mão de obra para uma demanda e quando a divida trabalhista fica elevada desaparece para surgir maquiada, com outro nome ali na frente, enriquecendo o dono. Sempre fui contra essa armadilha chamada terceirização por que constatei ser uma brecha para fragilizar ainda mais os eternos culpados estabelecidos pelos detentores da riqueza e dos lucros exponenciais sem responsalidade social. Esses que querem reformar a casa grande e manter a senzala.

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+3

Flausino Rubiloca · 5 semanas atrás

Câmara aprova Fundo de Previdência para servidores públicos

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (28), o texto base do projeto de lei que limita a R$ 3.691,74 o valor da aposentadoria de funcionários públicos federais e cria o Funpresp (Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público da União), para custear a diferença de rendimento entre o que o servidor recebe em serviço e o que receberá após se aposentar.

 

A proposta foi aprovada por 318 deputados, contra 134 que votaram contra e 2 abstenções. Os parlamentares decidiram, porém, deixar para esta quarta (29) três destaques que pedem mudança no texto aprovado em plenário.

 

Um deles propõe que o fundo seja unificado, e não dividido entre Executivo, legislativo e Judiciário, como prevê o projeto em discussão. Outro destaque sugere que seja incluído um item garantindo que, se o Funpresp quebrar, a União deverá compensar a perda.

 

Com a aprovação da matéria, servidores que forem admitidos a partir da sanção da lei com um salário maior que R$ 3.691,74 terão que enviar mensalmente para o Funpresp uma fatia do próprio salário, além da contribuição compulsória ao INSS, se quiserem receber uma aposentadoria maior que o teto estabelecido.

 

Em contrapartida, o governo vai depositar no fundo a mesma porcentagem do valor excedente escolhido pelo servidor, desde que não ultrapasse o total de 8,5% da diferença entre o teto e a aposentadoria desejada.

 

A proposta, considerada prioritária pelo governo, estava prevista para ser analisada em dezembro, mas foi adiada três vezes até a votação desta terça. http://noticias.r7.com/economia/noticias/camara-aprova-fundo-de-previdencia-para-servidores-publicos-20120228.html

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+9

Polengo 95p · 5 semanas atrás

Tinha que terceirizar a gestão dos cargos de vereador, senador, deputado e etc.

 

Aí sim.

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+3

Alberto · 5 semanas atrás

Azenha, adeus sossego! Se é que havia algum em algum recanto do Brasil na atual conjuntura

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+5

Janaína · 5 semanas atrás

O que se pode fazer se o atual sistema eleitoral favorece os candidatos ao Congresso que contam com maiores recursos financeiros para fazer suas campanhas? E se a maioria dos eleitores troca o seu voto por vantagens pessoais,pouco importando o partido ou as idéias do candidato acerca dos direitos do trabalhador?

A tendência é de progressiva perda de direitos do trabalhador,de privatização do maior número de empresas e setores públicos.

A impressão que dá é que vivemos num país ocupado,onde o neoliberalismo é a ideologia imposta pelos invasores e aceita de bom grado pelos nacionais.

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0

Sagarana · 5 semanas atrás

Gente, o pt no poder eh um perigo!

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+10

Bonifa · 5 semanas atrás

Terceirização é o câncer do serviço público. A maior fonte de corrupção depois das ONGs. A maior burla à obrigação do concurso para cargos de responsabilidade pública. Fonte de enriquecimento rápido de amigos e parentes governamentais que instituem empresas às pressas para avançar sobre o dinheiro público e ao mesmo tempo explorar gente necessitada e não-capacitada para as funções burocráticas.

Responder

+9

Marcio H Silva 86p · 5 semanas atrás

Já assinei a petição publica. Com a privatização assisti o que representa a terceirização na vida de muitos colegas que perderam muitos direitos trabalhistas, fora a exploração com diminuição dos salarios e beneficios…..Terceirização só é bom para empresário, nem para o governo é bom, pois eles sonegam muito…..

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+13

Fabio_Passos 107p · 5 semanas atrás

O objetivo é claro: Reduzir conquistas dos trabalhadores para aumentar ainda mais os lucros dos capitalistas.

 

O que esperamos em um governo do Partido dos Trabalhadores é o fim da terceirização e da precarização do trabalho.

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Cinco Razões que explicam porque os ricos não justificam a sua riqueza | Common Dreams

Five Reasons Why The Very Rich Have NOT Earned Their Money | Common Dreams.

Publicado na Segunda, 16 de Abril  2012 por Common Dreams

Cinco Razões que explicam porque os ricos não justificam a sua riqueza

by Paul Buchheit – Tradução Tarcisio Praciano-Pereira

 

 

 

(Image: Flickr by IronRodArt)

Os mais ricos americanos acreditam que eles ganharam o dinheiro com trabalho duro e inovação (Image: Flickr by IronRodArt)e que eles são os membros mais produtivos da sociedade. Mas eles estão redondamente enganados como mostram os fatos seguintes. Eles não chegam a ser nem aproximadamente tão produtivos quanto os trabalhadores de classe média. E eles acumularam o que têm nos últimos 30 anos.

The wealthiest Americans believe they’ve earned their money through hard work and innovation, and that they’re the most productive members of society. For the most part they’re wrong. As the facts below will show, they’re not nearly as productive as middle-class workers. Yet they’ve taken almost all the new income over the past 30 years

Aqui apresento cinco razões para justificar porque os ricos devem pagar mais impostos.

Any one of these five reasons should reinforce the belief that the rich should be paying a LOT more in taxes.

1. Eles levaram todos os aumentos salariais da classe média

1. They’ve Taken All the Middle Class Wage Increases

Em 1980, 1% mais ricos da América ficava com um de cada quinze dólares do imposto de rendaAgora, de acordo com dados da Receita, eles levam  três de cada quinze  dólares após impostos de renda. Eles triplicaram a sua fatia da pizza de renda americana. Isso dá um trilhão de dólares extra por ano.

In 1980 the richest 1% of America took one of every fifteen post-tax income dollars. Now, according to IRS figures, they take THREE of every fifteen (doc) post-tax income dollars. They’ve tripled their cut of America’s income pie. That’s a trillion extra dollars a year.

Para cada dólar que os 1% mais ricos ganharam em 1980,eles adicionaram mais três dólares. Os mais pobres 90% somente conseguiram  adicionar um centavo.

For every dollar the richest 1% earned in 1980, they’ve added three more dollars. The poorest 90% have added ONE CENT.

No entanto, o operário americano médio, de acordo com o economista de Berkeley EnricoMoretti, produz 180.000 dólares em mercadorias por ano, mais de três vezes o que ele ou ela produziu em 1978, em dólares corrigidos.
Yet the average American factory worker, according to Berkeley economist Enrico Moretti, produces $180,000 worth of goods a year, more than three times what he or she produced in 1978, in inflation-adjusted dollars.
Assim, os trabalhadores triplicaram a sua produtividade ao longo de 30 anos, enquanto 1% mais ricos triplicaram sua fatia da renda. A remuneração do trabalhador permaneceu estável enquanto que  os 10% mais ricos levaram quase todos os ganhos de produtividade desde 1980.
So workers have TRIPLED their productivity over 30 years while the richest 1% have TRIPLED their share of income. Worker pay remained flat as the top 10% took almost all the productivity gains since 1980.

2. Eles administraram mal as indústrias chave da America

2. They’ve Mismanaged Key American Industries

Nós temos o sistema de  saúde mais caro do mundo. Bancos falidos  sobrevivem  devido aos aportes de fundos dos contribuintes. Economias  de gestão feitos pelas empresas  provocaram  mortes e desastres nos locais de trabalho assim como  vazamento de produtos químicos. As empresas fazem lobby pela aprovação de  leis de comércio para que seus lucros não  paguem por sua poluição.

We have the most expensive health care system in the world. Failing banks have survived because of taxpayer bailouts. Management-approved shortcuts have led to workplace deaths and chemical leak disasters. Companies lobby for cap and trade laws so their profits don’t  pay for their pollution.
Leia mais ……  http://www.commondreams.org/view/2012/04/16

 

Porque pertimos que isto acontecesse? By Timothy V. Gatto

How Did We Let This Happen? By Timothy V. Gatto.

<h1>How Did We Let This Happen?</h1>
<br><h2>By Timothy V. Gatto</h2>
<h2>tradução: Tarcisio Praciano-Pereira</h2>
<br><h3>13 April, 2012</h3>
<h3>www.countercurrents.org</h3>
<br>Cada nação tem o governo que merece. (Joseph-Marie, conde de Maistre (01 de abril de 1753 –
26 de Fevereiro 1821) foi um advogado de Sabóa, diplomata, escritor e filósofo.)
<br>Every nation gets the government it deserves. (Joseph-Marie, comte de Maistre (1 April 1753 a 26 February 1821) was a Savoyard lawyer, diplomat, writer, and philosopher.)
<br>Este é um fato não uma opinião. Quando li pela primeira vez esta citação,
eu acreditava que o autor
tinha errado. Eu pensei nas nações que tiveram governos impostos, de fora e no seu próprio povo.
Quanto mais eu pensava nisso, mais me convencia de que o autor tinha errado.
Despertei-me rudemente quando eu estava dirigindo, com minha esposa retornando para casa
do hospital,
onde ela havia passado uma semana na UTI lutando contra uma septicemia generalizada,
tendo passado  metade da semana num tubo ventilador que ia da boca para seus pulmões.
Os médicos me diziam  no primeiro dia que, se sobrevivesse nas próximas 24 horas, talvez
isto fosse tudo. Meu irmão olhou para mim e agarrou meu braço para me dar apoio.
Eu não podia acreditar no que acabara de ouvir.
<br>This is a fact not an opinion. When I first read this quote,
I believed the author had it wrong. I thought about nations that had governments forced on them,
from outsiders and from their own people. The more I thought about it, the more convinced I became
that the author had it wrong. I received a rude awakening as I was driving my wife home
from the hospital where she had spent a full week in ICU battling septicemia where half
the week was spent with a ventilator tube that went from her mouth to her lungs.
The doctors told me on the first day that if she survived the next 24 hours she just
might make it. My brother looked at me and grabbed my arm to steady me. I couldn’t believe
what I had just heard.
<br>Passei os dias seguintes ao seu lado enquanto ela estava em coma induzido por drogas
para que seu corpo pudesse ter a chance de se curar, isso foi em um domingo.
Política, trabalhos, o movimento de Ocupação,  tudo em que eu estava envolvido,
caiu no esquecimento. A única coisa que contava era esperar que ela sobrevivesse.
Eu me balançava a cabeça  ao lado de sua cama, o meu foco era  apenas uma coisa,
a sua sobrevivência. Disseram-me que seus rins se haviam desligado e que se ela escapasse,
teria que viver de hemodiálises. Eles também me disseram que ela poderia perder a visão, e que ela
poderia  precisar de oxigênio para o resto de sua vida.
<br>I spent the next few days at her bedside while she lay in a drug induced coma so that her body
could have a chance to heal, this was on a Sunday. Politics, writing, the Occupy movement, and
everything else I had been involved with fell by the wayside. The only thing I could do was to
hope that she would survive. I nodded off from time to time in the chair next to her bed.
I was focused on only one thing, and that was her survival. I was told that her kidneys had
shut down and if they could save her, she may have to go on dialysis. They also told me that she may lose her vision, and that she may need oxygen for the rest of her life.
<br>Ela se recuperou depois de lhe terem enfiado doses maciças de antibióticos.
O tubo saiu na quarta-feira
quando ela saiu do coma. Outras três dias na UTI e ela foi levada para um quarto para se recuperar.
foi quando ela começou a me perguntar o que acontecera e eu contei tudo a ela
(já que minha esposa era uma RN,
eu não podia deixar nada de fora, tanto quanto eu tentei). Ela ficou muito tranquila nos
próximos dias.
Eu acho que um encontro com a morte faz isto com uma pessoa.
<br>She recovered after they infused her with massive doses of antibiotics. The tube came out on Wednesday and she was taken out of her coma. Another three days in ICU and she was taken to a room to recover. She started asking me what happened and I told her everything (since my wife was an RN, I couldn’t leave anything out, as much as I tried). She became very quiet for the next few days. I guess a brush with death will do that to a person.
<br>Quando ela teve alta, voltamos para casa e ela permanecia quieta. Após cerca de dez minutos,
ela se virou para mim e perguntou: “Como deixamos isso acontecer?” Eu disse a ela que às vezes
as pessoas ficam doentes e nunca se sabe o porquê. Ela balançou a cabeça e disse: “Não, eu não estou
falando de mim, eu quero dizer como foi que deixamos isso acontecer com o país.”
Eu não podia acreditar no que estava ouvindo. Aqui estava uma mulher que estave às portas da morte
poucos dias atrás e agora estava querendo saber o que havia acontecido com America,
lamentando sobre o que diabos aconteceu com a América. Ela falou sobre o DDAA,
as guerras e o poder do governo federal. Ela usou a palavra fascismo algumas vezes.
Isso era o que estava em sua mente
<br>When she was discharged, we rode home and she remained quiet. After about ten minutes she turned
to me and asked “How did we let this happen?” I told her that sometimes people get sick and never
know why. She shook her head and said “No, I’m not talking about me, I mean how did we let this
happen to the country.” I couldn’t believe what I was hearing. Here was a woman that was at deaths
door just a few days ago and hear she was, lamenting about what the hell happened to America.
She talked about the NDAA, the wars and the power of the Federal government. She used the word fascism a few times. This was what was on her mind.
<br>Agora eu sou o dissidente radical na família, e não ela, de tanto ouvi-la falar das pessoas
deixando
tudo o que uma vez acreditaram e que agora está sendo destruído por todos os políticos que elegemos.
Tinha lágrimas nos olhos, ao comentar sobre o governo controlando tudo, lendo e-mails e
escutando conversas telefônicas, tentando  aprovar leis que transformassem protesotos
nas propriedades
Federais um crime, ela passou de  melancolia a raiva. Eu tive que mudar o assunto,
ela estava num
estado enfraquecido e eu não queria que ela se aborrecesse. Ainda assim, essa pergunta
“Como foi que deixamos isso acontecer?” reverberou pela minha mente até hoje. Na verdade,
como diabos nós deixamos isso acontecesse? Quanto mais eu pensava nisso,
mais nervoso que eu ficava.
<br>Now I’m the radical dissident in the family, not her. To hear her go on about the people letting
everything they once believed in being destroyed by all the politicians that we elected.
She had tears in her eyes. As she went on about the government controlling everything,
reading e-mails and tapping phone conversations and passing laws that made protests on
Federal property a felony, she turned her melancholy mood into anger. I had to change the subject, she was in a weakened state and I didn’t want her to become upset. Still, that question “How did we let this happen?” reverberated through my mind to this day. Indeed, how the hell DID we let this happen? The more I thought about it, the angrier I got.
<br>Você vê, eu não estou zangado com o governo, eu estou enfurecido com o povo deste país.
Passei três anos na Alemanha, fazendo perguntas as pessoas mais velhas que estavam lá quando
os nazistas
estavam no poder, “Como diabos vocês deixaram que isso acontecesse?”
Eu recebi a mesma resposta de todos. Disseram-me que nunca entenderam o que estava acontecendo,
até que derepente se tornou tarde demais. Era como se estavessem dormindo ao volante,
pois eles estavam num coma auto-induzido, apreciando as coisas boas que os nazistas trouxeram
para a
Alemanha. Eles estavam aproveitando a recuperação econômica de seu país depois de anos de
hiperinflação, o desemprego e a raiva sobre as reparações que eles foram forçados a pagar
pelos destroços da  Primeira Guerra Mundial. A nação estava em frangalhos, quando Hitler e os
nazistas chegaram ao poder. As pessoas se sentiam agradecidas aos nacional-socialistas que
lhes deram de volta a sua dignidade.
<br>You see, I’m not angry with the government, I’m angry with the people of this country. I spent
three years in Germany, asking the older folks that were around when the Nazi’s were in power,
“How the hell did you people let that happen?” I received the same answer from everyone.
They told me that they never understood what was happening until it was too late. They were
asleep at the wheel; they were in a self-induced coma, enjoying the good things that the
Nazi’s brought to Germany. They were enjoying the economic revival of their nation after years
of hyper-inflation, unemployment and anger over the reparations they were forced to pay for
World War One that they didn’t start. The nation was in tatters when Hitler and the Nazi’s came to power. The people were grateful to the National Socialists that gave them back their dignity.
<br>Muitos alemães viram o que estava acontecendo e eles deixaram a Alemanha, mas a maioria deles
fez vista grossa quando o governo começou proibir protestos políticos, afinal, havia muitas nações
que eram uma ameaça para o Terceiro Reich. Tudo o que o governo fazia eram com o objetivo de
proteger
os seus cidadãos de ameaças externas. O Reichstag deu rédea solta dos nazistas para eliminar os
seus direitos constitucionais, a fim de “proteger” o povo de seus inimigos. Eles glorificaram as
suas forças armadas e penduraram as bandeiras nazistas em toda parte. A notícias eram redigidas em
grande parte pelo governo. Muitas de suas atividades foram rotulados como “secretas” a fim de que
seus “inimigos” fossem  mantidos no escuro. Patrióticos, os alemães apoiaram e aceitaram este
comportamento acreditando que era necessário para proteger o povo alemão contra ameaças externas.
<br>Many Germans saw what was happening and they left Germany, but the majority of them turned a blind
eye when the government started banning political protests, after all, there were many nations that
were a threat to the Third Reich. Everything the government did was to protect their citizens
from external threats. The Reichstag gave the Nazi’s free reign to remove their constitutional
rights in order to “protect” the people from their enemies. They glorified their armed forces and
hung Nazi banners everywhere. The news was written by and large by the government. Many of their
activities were labeled “secret” in order that their “enemies” were kept in the dark. Patriotic
Germans supported and accepted this behavior and believed that it was necessary to protect
the German people from outside threats.
<br>Infelizmente, a Alemanha não foi a única nação que experimentou este comportamento por parte
de seu governo.
Ao longo da história os governos ditatoriais tomaram o controle usando propaganda,
glorificando as suas forças armadas e terminaram por se constituir numa ameaça para os seus
cidadãos usando dos perigos dos inimigos externos do Estado.
<br>
Sadly, Germany wasn’t the only nation that experienced this behavior from its government.
Throughout history dictatorial governments have taken control by using propaganda,
glorifying their armed forces and posing threats to their citizens from dangers from external
enemies of the state.
<br>Será que este comportamento lhe parece familiar? Isso poderia ocorrer isto ocorrer com a América?
Será que o Estados Unidos seguem os passos de tantas nações que passaram por este  cenário?
Afinal, somos uma democracia. Alguns políticos estão nos dizendo que não somos uma democracia,
que somos uma república ou uma república representativa. Afinal de contas, os partidos políticos
tem o apoio do povo, e é o povo que determinam quem chega ao poder.
Os partidos políticos foram mencionadas no discurso de despedida de George Washington.
Isto é o que o pai de nossa nação, disse sobre os partidos políticos:
“<em>Os [partidos políticos] podem por um momento responder aos objetivos populares,
mas é muito provavel que, no decorrer do tempo, eles se tornem-máquinas potentes
nas mãos de  homens astutos, ambiciosos e sem escrúpulos e serão habilitadas para subverter o
poder do povo e usurpar para si as rédeas do governo, destruindo depois as próprias máquinas
que os condiziram ao domínio injusto</em>.”
GEORGE WASHINGTON, Mensagem de despedida, 17 de setembro de 1796
<br>
Does this behavior sound familiar? Could this happen to America? Could the United States
follow in the footsteps of so many nations that endured this scenario? After all, we are a
democracy. Some politicians are telling us that we are not a democracy; we are a republic or
a representative republic. After all, the political parties are supported by the people, and
it is the people that determine who comes to power.
Political parties were mentioned in George Washington’s farewell address. This is what the father of our nation said about political parties;

<br>However [political parties] may now and then answer popular ends,
they are likely in the course of time and things, to become potent engines, by which cunning,
ambitious, and unprincipled men will be enabled to subvert the power of the people and to usurp
for themselves the reins of government, destroying afterwards the very engines which have
lifted them to unjust dominion.
GEORGE WASHINGTON, Farewell Address, Sep. 17, 1796
<br>Homens astutos, ambiciosos e sem escrúpulos serão capazes de subverter o poder do povo e
de usurpar para si as rédeas do governo, destruindo depois os mecanismos mesmos que os levaram
o domínio injusto. Isso pode acontecer aqui? Já aconteceu. As palavras “Como foi que deixamos isso
acontecer?” Continuam a me assombrar. Eu vejo as Forças Armadas glorificados na televisão.
O canal da história não deixa passar um dia sem horas de poder militar americano focado na proteção
do povo americano contra ameaças externas. O mantra de pessoas que serviram ou ainda servem é que
“A liberdade não é gratuita”. Dizem-nos que os nossos cidadãos em uniforme são necessários
para  “Proteger a nossa liberdade”.
<br>
Cunning, ambitious, and unprincipled men will be enabled to subvert the power of the people
and to usurp for themselves the reins of government, destroying afterwards the very engines
which have lifted them to unjust dominion. Could this happen here? It already has.
The words “How did we let this happen?” continue to haunt me. I see the
Armed Forces glorified on television. The history channel doesn’t let a day go by
without hours of American military power focused on protecting the American people
from outside threats. The mantra from people that served or are still serving is that
“Freedom is not free”. We are told that our citizens in uniform are
“Protecting our freedom”.
<br>Como é que invadindo o Iraque se protegeu a nossa liberdade? Será que matar
um milhão de iraquianos
protegeu qualquer um de nós? Agora, as pessoas do governo nos dizem tranquilamente que a guerra
no Iraque foi baseada em informações incorretas. Besteira. A informação falsa sobre a
qual agimos nos foi
passada pelo governo no poder, aqui, na América. Eu não posso aceitar a “falha de informação”!
Tomar como desculpa para que uma nação civilizada mate um milhão de pessoas com
base em informações incompletas! Nós queríamos invadir o Iraque, o nosso governo peneirou
os itens de inteligência escolhendo a dedo qualquer coisa que soasse como suspeito.
Informações que não apoiassem o envolvimento militar foram jogadas fora ou acobertadas.
Sabemos isto agora, no entanto, esta administração não faz nada para prender os responsáveis
por produzir a terrível guerra que deixou muitos iraquianos mortos e deixou tantos soldados
traumatizados para o resto de suas vidas, tanto física como mentalmente.
<br>
How did invading Iraq protect our freedom? Did killing one million Iraqi’s protect anyone of us?
Now the people in government tell us quietly that the war in Iraq was based on faulty information.
Bullshit. The faulty information we acted on was scripted by the government in power right here in
America. I can’t accept their “faulty information” excuse. A civilized nation doesn’t kill a million
people based on sketchy intelligence. We wanted to invade Iraq, our government sifted through
pieces of intelligence and cherry-picked anything that sounded suspicious.
Information that didn’t support military involvement was tossed and covered-up.
We know that now, yet this administration does nothing to hold those accountable for perpetrating
that horrific war that left so many Iraqi people dead and left so many soldiers scarred for life,
both physically and mentally.
<br>Desde 11 de setembro de 2001, estes que estão no poder, antes como agora, têm utilizado esta
“Guerra ao Terror” para fazer avançar o que eles chamam de “dominância de pleno espectro”.
Traduzindo em termos de conversa civil, o  que esta frase significa é
“o controle do planeta”. A verdade está aí para todos verem. O que mais poderia
significar “a dominação total”?
<br>
Since September 11, 2001, those in power, then and now, have used this “War on Terror”
to advance what they call “Full-spectrum Dominance”. In civilian talk that phrase means
“Control of the Planet”. The truth is right there for all to see. What else could
“Full-Spectrum Dominance mean?
<br>De acordo com um documento do Departamento de Defesa revelado pela primeira vez em 1998
documento do Comando Espacial dos EUA – Visão para 2020. Reditado mais tarde, em 2000 como
Visão conjunta DOD-2020, que fazia referência a “dominância de pleno espectro” sobre toda
a superfície do mar, terra e sub-superfície, ar, espaço, espectro eletromagnético e sistemas
de informação com o poder esmagador suficiente para lutar e vencer as guerras globais contra
qualquer adversário, inclusive com armas nucleares preventivamente.
http://www.defense.gov/news/newsarticle.aspx?id=45289
<br>According to a Department of Defense document first revealed in the 1998 US Space Command
document – Vision for 2020. Later released in 2000 as DOD Joint Vision 2020, it called for
“full spectrum dominance” over all land, surface and sub-surface sea, air, space, electromagnetic
spectrum and information systems with enough overwhelming power to fight and win global wars against
any adversary, including with nuclear weapons preemptively.
http://www.defense.gov/news/newsarticle.aspx?id=45289
<br>Eu gostaria que alguém me dissesse exatamente por que precisamos derrotar “qualquer adversário”
sobre toda a superfície do mar, terra e sub-superfície, ar, espaço, espectro eletromagnético e
sistemas de informação. Será que eu realmente preciso disso? Eu quero dizer “realmente”?
Estamos preparados para investir trilhões de dólares para derrotar os inimigos que podem ser
uma ameaça no futuro? Quando é que este comportamento paranóco delirante irá terminar,
muito mais importante, como é que isto vai acabar? Estamos construindo novas armas
freneticamente. Uma pergunta que eu gostaria de  fazer é esta: Será que já houve armas
desenvolvidas que
nunca foram usadas? Alguém realmente acredita nisso? Se pudéssemos devastar qualquer adversário
do planeta, iríamos, então, controlar o planeta?
<br>I wish that somebody would tell me exactly why we need to defeat “any adversary” over all land,
surface and sub-surface sea, air, space, electromagnetic spectrum and information systems. Do we
really need this? I mean really? Are we prepared to invest trillions of dollars to defeat enemies
that might be a threat in the future? When will this paranoid delusional behavior end, more
importantly how will it end? We are building new weapons frantically. The question I would like
to pose is this; Have there ever been weapons developed that have never been used? Does anyone
actually believe that? If we could devastate any adversary on the planet, would we then control
the planet?
<br>Não podemos mesmo governar este país de forma eficaz. Temos mais de um milhão de pessoas
encarceradas,
é a maior porcentagem de presos per capita do planeta. Então, como é que isto está funcionando
para nós? Será que somos tão talentoso em matéria de governo que pudéremos governar o mundo?
Será que é isto que desejamos? Se houvesse dinheiro envolvido, com os poderes instalados
insistindo nesta mesma questão.
<br>
We can’t even govern this country effectively. We have over one million people incarcerated,
the highest percentage of prisoners per capita on the planet. So how is this working for us?
Are we so gifted in governance that we could govern the world? Would we ever want to? If there was
money involved, the powers that be will be right there insisting on it.
<br>Então deixe-me resumir isso para aqueles que ainda estão um pouquinho céticos sobre tudo isto que
eu escrevi, ou aqueles que pensam que isto tudo está acima da verdade.
Vamos rever algumas das leis que
foram aprovados e que estão  efetivamente a matar
A Declaração de Direitos contida na nossa Constituição.
<br>
So let me sum this up for those that find themselves a wee bit skeptical of what I have written,
or those who think this is over the top. Let’s review some of the laws that have been passed
that effectively kill The Bill of Rights contained in our Constitution.
<br>O Lei da Defesa de John Warner: Elimina a “Posse Comitatus”, que é uma disposição da Constituição
que impede que o sejam usadas as forças armadas do país na aplicação da lei. Ela também permite que
o Presidente possa recrutar os membros da Guarda Nacional dos estados apesar das objeções
dos governadores desses estados, e eles poderiam ser federalizados e utilizados na aplicação da lei
em qualquer estado se o Presidente julgar necessário. Por exemplo A Guarda Nacional da Flórida
poderia ser convocado para a aplicação da lei no Texas.
(É mais fácil atirar em civis que não vivem nas proximidades)
O Presidente poderia efetivamente ter um estado de lei marcial,
sem dar explicações  ao Congresso.
<br>
The John Warner Defense Bill : Eliminates “Posse Comitatus” which is a provision in the Constitution
that prevents the use of the nation’s armed forces to be used for law enforcement. It also allows
the President to call up National Guard members in the individual states over the objections of the
governors of those states, and they could be Federalized and used in law enforcement in any state
the President deems necessary. IE; The National Guard in Florida could be called up for law
enforcement in Texas. (It’s easier to shoot at civilians that don’t live nearby) The President
could effectively have a state of martial law without answering to Congress.
<br>O Patriot Act: Qualquer um pode ter suas casas revistadas sem um mandado, sem o seu conhecimento,
mesmo após o fato consumado, se for considerado um “terrorista”. Expandiu-se a autoridade do
Secretário do
Tesouro para regular as transações financeiras, especialmente as que envolvem pessoas e entidades
estrangeiras; se ampliaram os critério de aplicação da lei e das autoridades de imigração na detenção
e deportação de imigrantes suspeitos de terrorismo relacionados com tais atos. A lei também ampliou
a definição de terrorismo para incluir o terrorismo doméstico, aumentando assim o número de
actividades a que os poderes do EUA Patriot Act de aplicação  podem ser aplicadas.
Em 26 de maio de 2011, o presidente Barack Obama assinou uma extensão de quatro anos de três
disposições-chave da Lei Patriota dos EUA: escutas itinerantes, pesquisas de registros comerciais
(a “provisão de registros de biblioteca”), e realização de vigilância de “lobos solitários” –
indivíduos suspeitos de terrorismo relacionados com atividades não ligadas a grupos terroristas.
Um dos aspectos mais controversos da Lei Patriota dos EUA está no título V, e relaciona-se
Cartas de Segurança Nacional (NSLS). Um NSL é uma forma de intimação administrativa utilizada
pelo FBI, e alegadamente por outras agências do governo dos EUA, incluindo a CIA eo Departamento
de Defesa (DoD). Uma carta demanda emitido para uma determinada entidade ou organização pedindo a
entregar
vários registros e dados referentes a indivíduos. Eles não precisam de causa provável ou a
supervisão judicial e também contém uma mordaça, impedindo que o destinatário da carta
revele que a carta tenha sido emitido. Há tanta coisa mais, o projeto tem  mais de 2000 páginas e,
no momento da sua passagem, nenhum senador havia lido o projeto inteiro.
<br>
The Patriot Act: Anyone can have their homes searched without a warrant, without your knowledge
even after the fact if you are deemed a “terrorist”. It expanded the Secretary of the Treasury’s
authority to regulate financial transactions, particularly those involving foreign individuals
and entities; and broadened the discretion of law enforcement and immigration authorities in
detaining and deporting immigrants suspected of terrorism-related acts. The act also expanded
the definition of terrorism to include domestic terrorism, thus enlarging the number of activities
to which the USA PATRIOT Act’s expanded law enforcement powers can be applied. On May 26, 2011,
President Barack Obama signed a four-year extension of three key provisions in the USA PATRIOT Act:
roving wiretaps, searches of business records (the “library records provision”),
and conducting surveillance of “lone wolves” “individuals suspected of terrorist-
related activities not linked to terrorist groups. One of the most controversial
aspects of the USA PATRIOT Act is in title V, and relates to National Security Letters (NSLs).
An NSL is a form of administrative subpoena used by the FBI,
and reportedly by other U.S. government agencies including the CIA and the Department of
Defense (DoD). It is a demand letter issued to a particular entity or
organization to turn over various records and data pertaining to individuals. They require no probable cause or judicial oversight and also contain a gag order, preventing the recipient of the letter from disclosing that the letter was ever issued. There is so much more, the bill was over 2000 pages and at the time of its passage, no Senator had read the entire bill.
<br>O National Defense Authorization Act: Declara que os Estados Unidos é um “campo de batalha” na
“Guerra ao Terror”. Autoriza os militares a  apreender e deter qualquer pessoa suspeita de ser um
“terrorista”, sem um mandado. O suspeito de ser um “terrorista” ou qualquer um que seja suspeito
de apoiar uma
“força associado” pode ser mantido prisioneiro até que “Guerra ao Terror” termina ou
eles podem ser julgados por um tribunal militar sendo defendidos por um advogado militar. O governo
não tem que tornar público  que alguém foi pego pelos militares. Esta lei dá ao presidente o poder
de fazer alguém “desaparecer”.
<br>
National Defense Authorization Act: Declares that the United States is a “Battleground” in the
“War on Terror”. Authorizes the military to apprehend and detain anyone suspected of being a
“terrorist” without a warrant. A suspected “terrorist” or anyone suspected of supporting an
“associated force” can be held until “The War on Terror” ends or they can be tried by a military
court and represented by a military lawyer. The government does not have to provide the fact that
anyone has been picked up by the military. This bill gives the President the power to make anyone
“disappear”.
<br>Existem outras leis que foram aprovadas que violam a Constituição. Para obter um vislumbre sobre
o que exatamente leis foram aprovadas que possam violar os seus direitos, você pode encontrar
mais detalhes sobre no site da American Civil Liberties Union (ACLU) em http://aclu.org.
<br>
There are other laws that have been passed that violate the Constitution. To get a glimmer on exactly what laws have been passed that may violate your rights, you can find details on the American Civil Liberties Union (ACLU) at http://aclu.org .
<br>Talvez tenha chegado o momento para que você se certifique de  ter um passaporte válido e um local
para onde você possa se mudar. Eu tenho um plano e acredito que o momento de colocá-lo em ação
se aproxima a cada dia. Eu quero estar em outro lugar quando os EUA atacam o Irã. Eu quero estar
em outro lugar quando eles começam a arredondar “dissidentes”. Uma vez que todos nós vivemos em um
“campo de batalha” em “A Guerra ao Terror” seria uma boa idéia ter um plano. Tenho servido
quase 21 anos no Exército dos EUA. Há um ditado que eu tento viver. Chama-se a
seis P, (<strong><span style=”text-decoration: underline;”>P</span></strong>rior
<strong><span style=”text-decoration: underline;”>p</span></strong>lanning <strong><span style=”text-decoration: underline;”>p</span></strong>revents
<strong><span style=”text-decoration: underline;”>p</span></strong>iss <strong>p</strong>oor <strong><span style=”text-decoration: underline;”>p</span></strong>erformance)
o <strong>p</strong>lanejamento <strong>p</strong>révio <strong>i</strong>mpede uma
<strong><span style=”text-decoration: underline;”>p</span></strong>ior
<strong><span style=”text-decoration: underline;”>m</span></strong>ijada<strong>
<span style=”text-decoration: underline;”>p</span></strong>osteriormente.
<br>
Maybe the time has come to make sure you have a passport and a location where you can relocate.
I have a plan and believe that the time to put it into action gets closer by the day. I want to
be somewhere else when the U.S. attacks Iran. I want to be somewhere else when they begin to round
up “dissidents”. Since we all live in a “battleground” in “The War on Terror” it would be a good
idea to have a plan. I have served almost 21 years in the U.S. Army. There is a saying that I attempt
to live by. It’s called the six P’s, Prior planning prevents piss poor performance.
<br>Mesmo agora, as palavras “Como é que deixamos isso acontecer” fazem eco em minha mente.
Como deixamos isso acontecer? Nós deixamos isso acontecer porque não estávamos prestando atenção.
Quando alguém, no futuro, lhe perguntar: “Como você deixou isso acontecer” como você vai responder?
Tudo isso parte meu coração. Nós podemos mudar o jogo e mudar esta nação, mas temos que estar atentos.
Nós somos os únicos que permitiram que isso acontecesse, todos nós. Nós podemos virar o jogo,
mas para fazê-lo  será extremamente difícil. Cada dia que deixamos com essa conduta negligente de noss
parte sobre o governo Federal, mais difícil será para mudar isso.
<br>Even now the words “How did we let this happen” echo in my mind. How did we let this happen? We
let this happen because we were not paying attention. When someone in the future asks you “How did
you let this happen” how will you respond? All of this breaks my heart. We can change the game and
change this nation, but we have to be aware. We are the ones that let this happen, all of us. We
can turn it around, but to do so will be extremely difficult. Every day that we let this mindless
conduct by the Federal government continues, the more difficult it will be to change it.
<br>Esta nação é dirigida pelo complexo militar-industrial-bancário. Presidente Eisenhower nos
advertiu sobre isso em seu discurso de despedida. Foi a última coisa que ele fez no escritório.
Ele disse especificamente “Cuidado com a Complexo Militar Industrial”. De fato.
<br>
This nation is run by the military-industrial-banking complex. President Eisenhower warned us about this in his farewell speech. It was the last thing he did in office. He specifically said “Beware the Military Industrial Complex”. Indeed.
<br>Tim Gatto é o autor de “cumplicidade de desprezo” e “Dias Kimchee” publicados por Oliver Artes
e pressione Abrir. Ele é o ex-presidente do Partido Liberal da América.
Ele atualmente mora em South Carolina.
<br>Tim Gatto is the author of “Complicity to Contempt” and “Kimchee Days” published by Oliver Arts and Open Press. He is the former chairman of The Liberal Party of America. He currently lives in South Carolina.

Prêmio Nobel alemão, Günter Grass é difamado e probido pelo governo que abusa de crianças, terrorista nuclear, promotor de apartaide, Israel

Prêmio Nobel alemão, Günter Grass é difamado e probido pelo
governo que abusa de crianças, o terrorista nuclear promotor de apartaide, Israel

German Nobel Laureate Writer Günter  Grass Defamed And Banned
By Child-Abusing, Nuclear Terrorist Apartheid Israel

por Dr. Gideon Polya
By Dr Gideon Polya (tradução de Tarcisio Praciano-Pereira)
http://www.countercurrents.org/polya150412.htm

15 April, 2012
Countercurrents.org

O humanitarista escritor alemão, ganhador de Prêmio Nobel, Günter Grass, foi flagrantemente difamados e probido pelo governo racista de Israel de visitar Apartheid-Israel e os Territórios Ocupados da Palestina por publicar este mês um poema bastante leve, intitulado “O que precisa ser dito” (“Foi gesagt werden muss “) sobre as ameaças de terrorismo nuclear do Apartheid-Israel contra a república não-nuclear do Irã e pela contribuição alemã para a guerra israelense e a tomada de um Holocausto potencial iraniano pelo estado baseada em raça, genocida, agressor, racista sionista Apartheid-Israel.

Humanitarian German Nobel Laureate writer Günter Grass has been egregiously defamed and banned by the racist Israeli Government from visiting Apartheid Israel and the Occupied Territories of Palestine for publishing this month a quite mild poem entitled “What needs to be said” (“Was gesagt werden muss”) about the threats by nuclear terrorist Apartheid Israel against non-nuclear Iran and the German contribution to Israeli war-making and a potential Iranian Holocaust by the race-based, genocidal, serial aggressor rogue state, racist Zionist-run Apartheid Israel.

Escritora americana Heather Chifre publicou a sua tradução em Inglês do poema em The Atlantic (ver Heather Horn, “. Poema controverso de Günter Grass ‘sobre a guerra Irã-Israel, traduzido”, The Atlantic, 06 de abril de 2012:
http://www.theatlantic.com/international/archive/2012/04/gunter-grasss-controversial-poem-about-israel-iran-and-war-translated/255549/ .

US writer Heather Horn has published her  English translation of the poem in The Atlantic (see Heather Horn, “Günter Grass’ controversial poem about Israel . Iran and war, translated”, The Atlantic, 6 April 2012: http://www.theatlantic.com/international/archive/2012/04/gunter-grasss-controversial-poem-about-israel-iran-and-war-translated/255549/ .

Os pontos principais do poema são os primeiros versos:

The key passages of the poem are the first few verses as follows:

“Por que ficarei em silêncio,
esconder por muito tempo
O que é claro e tem sido
Praticado em jogos de guerra,
no final dos quais nós como sobreviventes
somos no máximo as notas de rodapé.

É o suposto direito de bater primeir
Que poderia aniquilar o povo iraniano –
Escravizados por um desbocado
E guiado para júbilo organizado –
Porque no seu território,
Suspeita-se, uma bomba está sendo construída.

Mas por que eu me proíbo
de mencionar aquel’outro país
Em que, durante anos, ainda secretamente,
existe crescente potencial nuclear à mão
Mas fora de controle, porque nenhuma inspeção é possível?

A ocultação universal desses fatos,
aos quais se o meu silêncio se subordina,
sinto como mentiras incriminadoras.
E a força – a punição se oferece –
logo, logo se ignorada;
Ou o veredicto “anti-semitismo” é familiar.”

“ Why do I stay silent, conceal for too long
What clearly is and has been
Practiced in war games, at the end of which we as survivors
Are at best footnotes.

It is the alleged right to first strike
That could annihilate the Iranian people–
Enslaved by a loud-mouth
And guided to organized jubilation–
Because in their territory,
It is suspected, a bomb is being built.

Yet why do I forbid myself
To name that other country
In which, for years, even if secretly,
There has been a growing nuclear potential at hand
But beyond control, because no inspection is available?

The universal concealment of these facts,
To which my silence subordinated itself,
I sense as incriminating lies
And force–the punishment is promised
As soon as it is ignored;
The verdict of “anti-Semitism” is familiar.”

Günter Grass vai mais além expressando sua preocupação sobre as ameaças israelenses para a paz mundial e a cumplicidade potencial alemã em “um crime que é previsível, portanto a nossa cumplicidade não poderia ser resgatada através das desculpas habituais”, exigindo fiscalização internacional, tanto de Israel, como  instalações nucleares iranianas.

Günter Grass goes on to express concern over Israeli threats to world peace and potential German complicity in “ a crime That is foreseeable, wherefore our complicity Could not be redeemed through any of the usual excuses ”,  demanding international inspection of both Israeli as well as Iranian nuclear facilities.

A previsão de Günter Grass pelas “difamações rotineiras sionistas das criticas das políticas israelenses como “mentiras”,”ódio” e “anti-semitismo” foram corroboradas pelas declarações do Governo de Israel, criminoso de guerra e genocida. Assim, ministro do Interior israelense Eli Yishai afirmou que Grass tinha sido declarado persona non grata e seria proibido de visitar o Estado de Israel, dizendo: ainda que “Se Günter Grass quer continuar a espalhar as suas obras estranhas e cheias de mentira, ele deveria fazer isso lá no Irã onde ele poderá, certamente, encontrar uma platéia entusiasmada”.

Günter Grass’ prediction  of the routine false Zionist defamation of criticism Israeli policies as “lies”, “hate” and “anti-Semitism” was borne out by statements from the war criminal and genocidal Israeli  Government. Thus Israeli Interior Minister Eli Yishai has stated that Grass had been declared persona non grata and would be banned from visiting the State of Israel, stating: further that  “If Günter Grass wants to continue to spread his outlandish and lie-filled works, he should do that from Iran – he can certainly find himself an enthusiastic audience there.”

Um porta-voz do ministro do Interior israelense, Eli Yishai declarou que “o poema eestava] alimentando o fogo do ódio contra o Estado de Israel e contra o povo de Israel … [Gunter queria]” sugerir a idéia de que ele anteriormente apoiou abertamente porque ele teria antes usado o uniforme [nazista] SS “(ver” Israel Günter Grass proibições sobre Israel “, o local, 08 de abril de 2012:
http://www.thelocal.de/national/20120408-41827.html?utm_source=email&utm_medium=email&utm_content=247 ).

A spokesperson for Israeli Interior Minister Eli Yishai declared that “the poem was] fuelling the fire of hate against the State of Israel and the People of Israel … [Gunter wanted to] “further the idea that he had openly supported earlier as he had worn the uniform of the [Nazi] SS” (see “ Israel bans Günter Grass over Israel ”, The Local, 8 April 2012: http://www.thelocal.de/national/20120408-41827.html?utm_source=email&utm_medium=email&utm_content=247 ).

Esta última difamatória declaração  do Governo israelense  refere-se ao fato de que Günter Grass foi convocado para a Waffen SS nazista no final de 1944 como um adolescente de 17 anos – quando na verdade ele estava nas condições  de “criança soldado” que é denunciado pela American Neocon sionista e imperialista (nazistas) em relação ao Uganda e usado como uma desculpa pela recente guerra  expansionista dos EUA recentemente contra mulheres e crianças na África, mas que agora é usada para “culpar a vítima” na difamação de Günter Grass pelo governo genocida, criminoso e grosseiramente abusador de crianças de Israel.

The latter defamatory Israeli Government statement  refers to the fact that Günter Grass was conscripted into the Nazi Waffen SS in late 1944 as a 17 year old teenager – indeed he thus  had a status as a “child soldier” that is decried by the Neocon American and Zionist Imperialist (NAZIs) in relation to Uganda and used as an excuse for the newly expanding  US War on Women and Children in Africa but is now used to “blame the victim” in the defamation of Günter Grass by genocidal, war criminal and grossly child-abusing Israelis.

Aqui estão algumas estatísticas básicas sobre o terrível abuso infantil do Apartheid israelense: pós-invasão menores de 5 anos de idade óbitos infantis nos Territórios Palestinos Ocupados total de 0,2 milhões, de acordo UNICEF cerca de 3.000 palestinos ocupados menores de 5 anos de idade recém-nascidos morrem a cada ano através da privação imposta por Israel; 800.000 crianças palestinas são altamente abusiva e indefinidamente limitados ao que a Igreja Católica tem descrito como o Campo de Concentração de Gaza, sem acusação ou julgamento, mas pelo simples “crime” de serem  palestinos natos que vivem em uma parte de sua terra natal habitado continuamente por seus antepassados durante milhares de anos desde os primórdios da civilização agrária, 10% das crianças de Gaza são raquíticas devido a privação imposta por Israel de acordo o deputado judeu Trabalhista britânico David Milliband e as crianças da palestina ocupada, assim como seus pais, se encontram efectivamente sob um regime militar israelense e estão sujeitos a prisão e tortura (ver “O genocídio palestino”: https://sites.google.com/site/palestiniangenocide/).

Here are some  basic statistics on appalling Apartheid Israeli child abuse:  post-invasion under-5 year old infant deaths in the Occupied Palestinian Territories total 0.2 million; according UNICEF about 3,000 Occupied Palestinian under-5 year old infants die avoidably each year through Israeli-imposed deprivation; 800,000 Palestinian children are highly abusively and indefinitely confined to what the Catholic Church has described as the Gaza Concentration Camp, without charge or trial but for the asserted “crime” of being Indigenous Palestinians living in a part of their homeland inhabited continuously by their forebears for thousands of years to the very dawn of agrarian civilization; 10% of Gaza children are stunted from Israeli-imposed deprivation according to Jewish British Labor MP David Milliband; and Occupied Palestinian children, like their parents, have effectively no human rights under Israeli military rule and are subject to imprisonment and torture (see “Palestinian Genocide”: https://sites.google.com/site/palestiniangenocide/ ).

De acordo com Save the Children, uma organização não-governamental internacional que promove os direitos das crianças: desde 2000, o Exército israelense deteve mais de 8.000 crianças palestinas na Cisjordânia ocupada e vem processando crianças com idade de até 12 em tribunais militares por terem lançado pedras e 98% das crianças palestinas presas pelo regime israelense estão expostas à violência física ou verbal durante a detenção e com a maioria deles sofrendo de transtorno de estresse pós-traumático após a sua libertação. De acordo com dados coletados pela Defesa palestina grupo de direitos for Children International, 2.301 crianças foram levados sob custódia por Apartheid-Israel em 2011, com atualmente 170 menores palestinianos nas prisões israelitas (ver “crianças palestinas traumatizadas por prisões israelenses: Relatório”, ocuparam a Palestina, março 14, 2012: ).

According to Save the Children, an international non-governmental organization that promotes children’s rights: since 2000, the Israeli military has detained more than 8,000 Palestinian children in the occupied West Bank and  prosecuted children as young as 12 in military courts for rock-throwing and 98% of Palestinian children imprisoned by Israeli regime are exposed to physical or verbal violence during detention and with most of them suffering from post traumatic stress disorder after their release. According to data collected by the Palestinian rights group Defense for Children International, 2,301 children were taken into custody by Apartheid Israel in 2011, with presently 170 Palestinian minors in Israeli jails (see “Palestinian children traumatized by Israeli jails: Report”, Occupied Palestine, 14 March 2012: http://occupiedpalestine.wordpress.com/2012/03/14/palestinian-children-traumatized-by-israeli-jails-report/ ).

Na Idade Média, na Inglaterra os judeus foram perseguidos com a falsa afirmação de que os judeus “bebem o sangue de crianças cristãs”. Little Saint Hugh de Lincoln (1246 – 27 Agosto 1255) foi um menino de Inglês, cuja morte provocou um libelo de sangue contra os judeus que permitiu detenção de 90 judeus, o enforcamento de 18 e o confisco de seus bens pelo rei impiedoso ganancioso Henrique III . Em 1290 o rei Eduardo I emitiu um decreto expulsando todos os judeus da Inglaterra (eles só foram autorizados a retornar em 1656 sob Oliver Cromwell, o Lord Protector de Inglaterra 1653-1658) (ver “Little Saint Hugh de Lincoln”: http:// en.wikipedia.org / wiki / Little_Saint_Hugh_of_Lincoln e “Édito de expulsão”: http://en.wikipedia.org/wiki/Edict_of_Expulsion). Hoje, no século 21, baseada na raça Apartheid-Israel está envolvido no encarceramento em massa, a desnutrição, a tortura ativa e a morte passiva de crianças palestinas e de fato é líder mundial em comércio ilegal de partes do corpo humano (ver “traficante maior Israel mundial de humana partes do corpo “, a crônica Palestina, 29 Agosto 2011: ). Eminente antropólogo professora Nancy Scheper-Hughes (University of California Berkeley) expostos ao comércio horrendo ilegal de órgãos humanos com sede em  Apartheid-Israel (ver “Nancy Scheper-Hughes”: http://en.wikipedia.org/wiki/Nancy_Scheper-Hughes) .

Back in the Middle Ages in England Jews were hounded with the false canard that the Jews “drank the blood of Christian children”. Little Saint Hugh of Lincoln (1246 – 27 August 1255) was an English boy, whose death prompted a blood libel against the Jews which enabled arrest of 90 Jews, the hanging of 18 and  the confiscation of their property by a mercilessly greedy King Henry III. In 1290 King Edward I issued an edict expelling all Jews from England (they were only permitted to return in  1656 under Oliver Cromwell, the Lord Protector of England from 1653-1658) (see “Little Saint Hugh of Lincoln ”: http://en.wikipedia.org/wiki/Little_Saint_Hugh_of_Lincoln and “Edict of expulsion”: http://en.wikipedia.org/wiki/Edict_of_Expulsion ). Today in the 21st century, race-based Apartheid Israel is involved in the mass imprisonment, torture, malnutrition  and active and passive killing of Palestinian children and indeed leads the world in illegal trade in human body parts (see “Israel world’s largest trafficker of human body parts”, The Palestine Chronicle, 29 August 2011: http://paltelegraph.com/palestine/west-bank/9998-israel-worlds-largest-trafficker-of-human-body-parts.html ). Eminent anthropologist Professor  Nancy Scheper-Hughes ( University of California  Berkeley ) exposed the horrendous illegal trade in human organs based in Apartheid Israel (see “Nancy Scheper –Hughes”: http://en.wikipedia.org/wiki/Nancy_Scheper-Hughes ).

O poema de Günter Grass é muito leve e de forma eminentemente sensata condena a entrega alemã de submarinos para o Estado de Israel, que poderiam ser usados em um ataque nuclear ao Irão com base nas preocupações israelenses de que o Irã é uma ameaça militar e um potencial Estado com armas nucleares. Expressa assim a sua preocupação com participação alemã num potencial holocausto dos israelenses esboçado contra os iranianos que ameaça o mundo como um todo, e recomenda a inspeção internacional de programas nucleares no Irã e no Estado de Israel.

The Günter Grass poem is very mild and eminently sensibly decries German delivery of submarines to the State of Israel that could be used in a nuclear attack on Iran based on Israeli concerns that Iran is a military threat and a potential nuclear weapons state; expresses concern over potential German participation in an Israeli-adumbrated holocaust of Iranians that threatens the world as a whole; and recommends international inspection of nuclear programmes in both Iran and the State of Israel.

A proibição de viajar para Israel estabelecido para prêmio Nobel Günter Grass pelo Apartheid-Israel esta em  par as açoes baseadas na raça, anti-árabe anti-semita, anti-judeu anti-semita, ao estilo nazista, nuclear terrorista, racista sionista  Apartheid, estado pária – afinal, em um processo de flagrante anti-Apartheid judaica anti-semitismo, Israel que vem detendo, preso, deportado e / ou excluído escritores anti-racistas judeus e estudiosos como o professor Norman Finkelstein (demitido do Prêmio Nobel de zero (?) de Paul Universidade Católica sob o comando de sionistas racistas), Professor Noam Chomsky (um dos 77 Nobel Laureate MIT) e Professor Richard Falk (um dos 35 Nobel Laureate Princeton University).

The travel ban placed on Nobel Laureate Günter Grass by Apartheid Israel is par for the course for this race-based, anti-Arab anti-Semitic, anti-Jewish anti-Semitic, Nazi-style, nuclear terrorist, racist Zionist-run, Apartheid rogue state – after all, in a process of egregious anti-Jewish anti-Semitism Apartheid Israel has variously detained, imprisoned, deported and/or excluded outstanding anti-racist Jewish writers and scholars such as Professor Norman Finkelstein (sacked from the zero Nobel Laureate (?) Catholic De Paul University at the behest of racist Zionists), Professor Noam Chomsky (77 Nobel Laureate MIT) and Professor Richard Falk (35 Nobel Laureate Princeton University).

Apartheid Israel não somente difama e exclui judeus anti-racistas, mas prática  “democracia por genocídio” e grosseiramente viola os direitos humanos dos Povos  palestinos natos (zero direitos humanos para o povo palestino ocupado, 800.000 crianças palestinas abusivamente confinada no Campo de Concentração de Gaza, 10% são raquíticas de acordo com o deputado judeu Trabalhista britânico David Milliband, somente 6% de 12 milhões de palestinos podem votar para a decisão do governo de toda a Palestina, ainda que como cidadãos de terceira classe sob as leis ao estilo nazista, 6 milhões de palestinos não estão sequer autorizados a pisar em seu próprio país).

Apartheid Israel not only defames and excludes anti-racist Jews. it practises “democracy by genocide” and grossly violates the human rights of Indigenous Palestinians (zero human rights for Occupied Palestinians; 800,000 Palestinian children are abusively confined to the Gaza Concentration Camp, 10% are stunted according to Jewish British Labor MP David Milliband; only 6% of 12 million Palestinians can vote for the government ruling all of Palestine, albeit as Third Class citizens under Nazi-style race laws; 6 million Palestinians are not even allowed to step foot in their own country ).

Apartheid-Israel também restringe seriamente a liberdade de expressão não apenas de palestinos, mas também dos israelenses judeus como eu entendo, enfrentam uma multa de US $ 100.000 se expressarem apoio ao boicote, desinvestimento e sanções (BDS) contra Israel-Apartheid. Assim, uma carta anti-racista israelenses condenando a legislação anti-boicote em Israel Apartheid: “Nós, cidadãos israelenses, os membros do Boicote! por este meio reiteraramos o nosso apoio e promoção da Campanha Palestina para o boicote, desinvestimento e sanções contra Israel, até que se cumpra o direito internacional e os princípios universais dos direitos humanos … Prisão de ativistas políticos é uma prática quase de rotina contra palestinos defensores dos direitos humanos. Como tais práticas repressivas, a lei recém-aprovada israelense, que especifica multas eo pagamento de “compensação” por cidadãos israelenses ou residentes, que iniciam ou incentivar um boicote de Israel – também está fadado ao fracasso … Por último, pedimos que artistas programados para executar em Israel para enviar uma mensagem clara de que a ocupação israelense, a discriminação institucionalizada das próprias Israel cidadãos palestinos e negação de Israel do direito de retorno e compensação dos refugiados palestinos – não são nem bem, nem normal, como Maxi Jazz de Faithless certa vez. Roxette, Ziggy Marley, Dream Theater, George Benson, Nino Katamadze, Paul Simon e John Cale – podemos arriscar perseguição por dizer isso – atender ao apelo palestino para BDS e cancelar seus shows em Israel “(ver” Nós não vamos ficar em silêncio! : declaração em relação à lei anti-boicote israelense “, boicote, 11 de Julho de 2011:! http://boycottisrael.info/content/we-will-not-be-silent-statement-regard-israeli-anti-boycott-law ). Será que as pessoas decentes comprar sabão feito em Auschwitz?

Apartheid Israel also seriously restricts the freedom of speech of not just Palestinians but also of Jewish Israelis who I understand face a $100,000 fine if they express support for Boycott, Divestment and Sanctions (BDS) against Apartheid Israel . Thus a letter by anti-racist Israelis condemning the anti-Boycott legislation in Apartheid Israel : “We, Israeli citizens, members of Boycott! hereby reiterate our support and promotion of the Palestinian Call for Boycott, Divestment and Sanctions against Israel , until it complies with international law and universal principles of human rights … Imprisonment of political activists is an almost routine practice against Palestinian human rights defenders. Like such repressive practices, the newly approved Israeli law, which specifies fines and the payment of ‘compensation’ by Israeli citizens or residents, who initiate or encourage a boycott of Israel – is also bound to fail… Lastly, we urge artists scheduled to perform in Israel to send a clear message that the Israeli occupation, the institutionalized discrimination of Israel’s own Palestinian citizens and Israel’s denial of the right of return and compensation of the Palestinian refugees – are neither okay nor normal, as Maxi Jazz from Faithless once put it. Roxette, Ziggy Marley, Dream Theater, George Benson, Nino Katamadze, Paul Simon and John Cale – we may risk persecution for saying this – heed the Palestinian call for BDS and cancel your shows in Israel !” (see “We will not be silent: statement in regard to Israeli anti-boycott law”, Boycott!, 11 July 2011: http://boycottisrael.info/content/we-will-not-be-silent-statement-regard-israeli-anti-boycott-law ). Would decent people buy soap made in Auschwitz ?

O estado baseada na raça, genocida, terrorista nuclear, Apartheid-Israel é supostamente tido como possuidor de 400 armas nucleares, bem como armas biológicas e químicas (ver “Israel e as armas de destruição em massa”: http://en.wikipedia.org/wiki/Israel_and_weapons_of_mass_destruction). Os comentários Günter Grass “são bastante leves nestas circunstâncias. Apartheid-Israel deve ser imediatamente forçado a renunciar a sua posição como ADM (Armas de Destruição em Massa) sair da Cisjordânia, Gaza e as Colinas do Golan sírio e deve ser sujeito a boicotes abrangentes, desinvestimento e sanções (BDS) até que ele faça isso assim remova todas as leis com base a raça, anti-árabes e  anti-semitas.

Race-based, genocidal, nuclear terrorist Apartheid Israel is reported to have 400 nuclear weapons as well as biological and chemical weapons (see ” Israel and weapons of mass destruction”: http://en.wikipedia.org/wiki/Israel_and_weapons_of_mass_destruction ).  Günter Grass’ comments are  pretty mild in these circumstances. Apartheid Israel should be immediately forced to relinquish such WMD and quit the West Bank, Gaza and the Syrian Golan Heights and it should be subject to comprehensive Boycotts, Divestment and Sanctions (BDS) until it does so and removes all race-based, anti-Arab anti-Semitic  laws.

É importante observar que Günter Grass está em boa companhia com outros ganhadores do Prêmio Nobel que são igualmente críticos do apartheid de Israel, a lista de tais judeuos anti-racistas receptores de prêmio Nobel incluem Albert Einstein e Harold Pinter (ver “os judeus contra o sionismo racista”: https:/ / sites.google.com / site / jewsagainstracistzionism / home) e a lista de tais anti-racista não-judeus ganhadores do Prêmio Nobel, incluindo Jimmy Carter, Mairead Maguire, Nelson Mandela, José Saramago eo arcebispo Desmond Tutu (ver “não-judeus contra racista sionismo “: https://sites.google.com/site/nonjewsagainstracistzionism/).

It is notable that Günter Grass is in good company with other Nobel Laureates who are similarly  critical of Apartheid Israel, the list of such anti-racist Jewish Nobel Laureates including  Albert Einstein and Harold Pinter (see “Jews Against Racist Zionism”: https://sites.google.com/site/jewsagainstracistzionism/home )  and the list of  such anti-racist non-Jewish Nobel Laureates including Jimmy Carter, Mairead Maguire, Nelson Mandela, Jose Saramago and Archbishop Desmond Tutu ( see “Non-Jews Against Racist Zionism”: https://sites.google.com/site/nonjewsagainstracistzionism/ ).

O sionismo racista é genocida na teoria e na prática obscena tendo subvertido e pervertido as democracias ocidentais ao ponto que terem promovido com sucesso um novo anti-judaismo e anti-semitismo dirigido contra judeus anti-racistas (pessoas que representem os intelectuais mais proeminentes judeus da nosso tempo; ver “os judeus contra o sionismo racista”: https://sites.google.com/site/jewsagainstracistzionism/home~~HEAD=NNS) promovendo a marginalização social dos estudiosos judeus anti-racistas, a difamação, de “auto-odiar os judeus” e “anti-semitas”; e a fusão totalmente falsa dos terríveis, crimes genocidas de Israel-Apartheid com todos os judeus, incluindo decentes, anti-racistas, judeus humanitários.

Racist Zionism is genocidal in theory and in obscene practice and has subverted and perverted the Western democracies to the point that it has successfully promoted a new anti-Jewish anti-Semitism directed against anti-racist Jews (such people representing the most outstanding Jewish intellectuals of our time; see “Jews Against Racist Zionism”: https://sites.google.com/site/jewsagainstracistzionism/home ) and involving the societal sidelining of anti-racist Jewish scholars; the false, gross defaming of anti-racist Jews as “self-hating Jews” and “anti-Semites”; and the utterly false conflation of the appalling, genocidal crimes of Apartheid Israel with all Jews, including decent, anti-racist, humanitarian Jews.

Para proteger os judeus anti-racista, todos os humanists anti-racistas, valores decentes da democracia os sionistas racistas devem ser marginalizados da vida pública, como têm sido como racistas, como os nazistas, neonazistas, Apartheiders tais como os KKK. Eles podem dizer o que eles quiserem mas as pessoas decentes não os irão escutar como seria o caso do  pró-sionista, racista, neo-nazista assassino em massa Anders Breivik (desde 1936 100.000 palestinos foram mortos e um ainda mais 1,9 milhões morreram de invasão, guerra de ocupação, – expulsão – e-ocupação imposta a privação, há 7 milhões de refugiados palestinos; ver “genocídio palestino”: https://sites.google.com/site/palestiniangenocide/ e autor do livro multi-por numerosos anti-racista judeu e não-judeus escritores “A situação dos palestinos”, Palgrave Macmillan, Londres, 2010: http://mwcnews.net/focus/analysis/4047-the-plight-of-the-palestinians.html).

To protect anti-racist Jews, all anti-racist humanitarians, decent values and democracy the racist Zionists should be sidelined from public life as have been like racists such as the Nazis, neo-Nazis, Apartheiders and KKK i.e. they can say what they like but decent people will no more listen to them than they would to pro-Zionist, racist, neo-Nazi mass murderer Anders Breivik (since 1936 0.1 million Palestinians have been killed and a further 1.9 million have died from invasion-, occupation-, war-, expulsion – and occupation-imposed deprivation; there are 7 million Palestinian refugees; see “Palestinian Genocide”: https://sites.google.com/site/palestiniangenocide/ and the multi-author book by numerous anti-racist Jewish and non-Jewish writers “The Plight of the Palestinians”, Palgrave Macmillan, London, 2010: http://mwcnews.net/focus/analysis/4047-the-plight-of-the-palestinians.html ).

Dr. Gideon Polya vem ensinando estudantes de ciência de uma grande universidade australiana por 4 décadas. Publicou cerca de 130 obras em sua carreira científica de 5 décadas, mais recentemente uma enorme referência farmacológica  de textos “alvos bioquímicos de compostos de plantas bioativas” (CRC Press / Taylor & Francis, New York & London, 2003). Ele publicou “Body Count. Mortalidade evitável global desde 1950 “(GM Polya, Melbourne, 2007: http://globalbodycount.blogspot.com/), ver também as suas contribuições” cumplicidade australiano no Iraque mortalidade em massa “em” Lies, Deep Fries & Statistics “(editado por Robyn Williams, Livros ABC, Sydney, 2007: http://www.abc.net.au/rn/science/ockham/stories/s1445960.htm~~HEAD=NNS) e “contínuo genocídio palestino” em “A Situação dos palestinos (editado por William Cook, Palgrave Macmillan, Londres, 2010: http://mwcnews.net/focus/analysis/4047-the-plight-of-the-palestinians.html). Ele publicou uma revista e atualizada versão 2008 de seu livro de 1998 “Jane Austen eo buraco negro da história britânica” (ver: http://janeaustenand.blogspot.com/) como biocombustível, globalização e clima-driven global de alimentos aumentos de preços ameaçam uma catástrofe maior do que a fome a fome artificial na Índia britânica decidiu que matou 6-7000000 índios no Mundo “esquecido” War 2 fome de Bengala (ver transmissão BBC recente envolvendo Dr Polya, Prêmio Nobel de Economia Amartya Sen Professor e outros: http://www.open2.net/thingsweforgot/ bengalfamine_programme.html). Quando as palavras falham pode-se dizê-lo em imagens – para imagens de pinturas enormes Gideon Polya para o Planeta, Mãe da Paz, ea criança ver: http://sites.google.com/site/artforpeaceplanetmotherchild/ e http://www.flickr .com / photos / gideonpolya /.

Dr Gideon Polya has been teaching science students at a major Australian university for 4 decades. He published some 130 works in a 5 decade scientific career, most recently a huge pharmacological reference text “Biochemical Targets of Plant Bioactive Compounds” (CRC Press/Taylor & Francis, New York & London , 2003). He has published “Body Count. Global avoidable mortality since 1950” (G.M. Polya, Melbourne, 2007: http://globalbodycount.blogspot.com/ ); see also his contributions “Australian complicity in Iraq mass mortality” in “Lies, Deep Fries & Statistics” (edited by Robyn Williams, ABC Books, Sydney, 2007: http://www.abc.net.au/rn/science/ockham/stories/s1445960.htm ) and “Ongoing Palestinian Genocide” in “The Plight of the Palestinians (edited by William Cook, Palgrave Macmillan, London, 2010: http://mwcnews.net/focus/analysis/4047-the-plight-of-the-palestinians.html ). He has published a revised and updated 2008 version of his 1998 book “Jane Austen and the Black Hole of British History” (see: http://janeaustenand.blogspot.com/ ) as biofuel-, globalization- and climate-driven global food price increases threaten a greater famine catastrophe than the man-made famine in British-ruled India that killed 6-7 million Indians in the “forgotten” World War 2 Bengal Famine (see recent BBC broadcast involving Dr Polya, Economics Nobel Laureate Professor Amartya Sen and others: http://www.open2.net/thingsweforgot/ bengalfamine_programme.html ). When words fail one can say it in pictures – for images of Gideon Polya’s huge paintings for the Planet, Peace, Mother and Child see: http://sites.google.com/site/artforpeaceplanetmotherchild/ and http://www.flickr.com/photos/gideonpolya/ .

And the People’s Choice Contest winner is… – Inkorgen – Yahoo! Mail

And the People’s Choice Contest winner is… – Inkorgen – Yahoo! Mail.

 

Supporter Updates Banner
Dear Supporter,

Global Exchange is pleased to announce the winner of our 2012 Human Rights Awards People’s Choice Contest, Bradley Manning, as chosen by THE PEOPLE, supporters of Global Exchange and human rights around the world. Nearly three thousand contest participants cast their vote for Bradley Manning over the past weeks!

PFC Bradley Manning, accused of leaking classified documents to whistleblower site Wikileaks, faces the prospect of life imprisonment for his courageous decision to expose the true cost of the wars in Afghanistan and Iraq.

Bradley Manning (award to be accepted by a representative) joins Story of Stuff creator Annie Leonard as esteemed honorees at the 2012 Human Rights Awards.


Join us Thursday, May 10 from 6:00PM to 8:30PM
at the historic Green Room at the San Francisco War Memorial
for a night of inspiration, celebration, and fun.
Tickets On Sale NOW!
www.humanrightsaward.org

QUANDO ELAS E ELES SE MOBILIZAM É SEMPRE “GRANDE” O ESPECTÁCULO…

SIM! QUANDO AS “CAPELINHAS”, AS “LOJAS”, OS “IRMÃOS”,
OS AMIGALHAÇOS E OS “COMPADRES” SE MOBILIZAM…
Sobressai “grande” espectáculo… E as vendas disparam…

Sábado, Outubro 20, 2007

Brasilino Godinho
brasilino.godinho@gmail.com
http:quintalusitana.blogspot.com

Com certeza todos temos consciência de que “quando a esmola é grande o pobre desconfia”.

Assim se está exuberantemente demonstrando esta semana, na comunicação social portuguesa. Sem pudor. E com petulância total. Está montada uma gigantesca publicidade encapotada e gratuita. Tratando-se de uma “grande”, excepcional, esmola é mesmo caso para desconfiar de tanta generosidade… a precisos fundos encaminhada.

Não se tem passado um dia em que não se escreva, nem se fale sobre os lançamentos dos novos livros do José Rodrigues dos Santos e do Miguel Sousa Tavares. Peguem-se nos periódicos. Oiça-se a rádio. Veja-se a televisão. É um festival de referências nas televisões, de entrevistas, de fotos de capas de revistas, de chamadas de primeira página, de transcrições parciais nos jornais, sobre as “excelentes” obras dos consagrados Santos e Tavares. Também, uma orgia de louvores a esses artistas e de exaltações dos magníficos romances que, garantidamente, vão ser enormes êxitos de vendas…

Estejamos atentos porque importa saber como em Portugal se promovem os autores amigalhaços, se “fabricam” as grandes obras e se alcançam êxitos nunca vistos e jamais sonhados. Decerto, em breve, os dois ilustres escritores serão contemplados com os grandes prémios nacionais, atribuídos por júris constituídos por gente fixe. Mais: terão as obras traduzidas em muitas línguas, distribuídas por vários países e com inúmeros milhares de exemplares vendidos. Tudo assegurado por obra e (des)graça das eficientes “capelinhas”, dos apropriados compadrios e das “discretas” fraternidades.

Sem margem para dúvidas: são favas contadas. Êxito absoluto garantido…

Aliás, num futuro próximo, os dois artistas da nossa melhor sociedade literária lisboeta – essa mesmo que feliz, contente, sobranceira, pedante, autoconvencida e predisposta a rir-se, alarvemente, da malta, se exibe nas avenidas novas da capital do ex-Império e pontifica na imprensa alfacinha – serão galardoados pelo presidente da República, com grau de alto mérito de uma das ordens nacionais, em cerimonial do 10 de Junho… Fica escrito…

Desta forma, mercê da excelência de seleccionada fabricação da espécie e do inteligente engenho sabiamente descortinado, nos grandes artistas, por parte de mentes superiormente dotadas que, feliz acaso, enquadram os círculos das amizades dos eleitos, se vão escolhendo as obras, determinando orientações, estabelecendo padrões de identificação, firmando reputações e enriquecendo uma peculiar cultura em Portugal…

Só que a CULTURA, não se compadece com práticas de obscurantismo e jamais florescerá se apoiada na censura de autores desalinhados do sistema corrupto existente e se sustentada no tráfico de influências e de interesses obscuros.

É preciso dizê-lo com toda a frontalidade: a CULTURA não se desenvolve com base no folclore saloio de Lisboa e nos expedientes de gente sem escrúpulos éticos e deontológicos que porfia em manipulá-la e explorá-la em seu proveito.

A CULTURA não é feudo de ninguém. Ela afirma-se pelas intervenções de todos – quantos, idóneos e competentes, para ela dão válidos contributos.

Nota: Recomendamos aos leitores que prestem atenção ao espectáculo mediático e à avalanche propagandística. Abeirem-se das bancas e vejam o que vai por aí nas capas e interiores das revistas e nos jornais. E, claro, ponham-se de olhos bem abertos a ver os “mimos” das televisões para com os seus espertos colaboradores dos telejornais, Santos & Tavares. Pelo menos, é engraçado. Pelo mais: é elucidativo daquilo que escrevemos.

Hoy tenemos una Justicia mejor

Hoy tenemos una Justicia mejor

El juez de la Corte Suprema Eugenio Raúl Zaffaroni anticipa la discusión
por el nuevo Código Penal y promueve el parlamentarismo como sistema de gobierno alternativo.

Eugenio Raúl Zaffaroni: Garantista no soy yo, sino la Constitución

Por Néstor Leone

http://www.revistadebate.com.ar/2012/04/04/5276.php

Juez de la Corte Suprema, penalista de prestigio internacional y
académico de trayectoria, Eugenio Raúl Zaffaroni analiza, ante Debate, el rol del
tribunal que integra desde el 23 de octubre de 2003 y anticipa los ejes que,
a su entender, se deberán tener en cuenta para reformar el Código Penal
y sus inquietudes respecto de las fortalezas y debilidades del sistema polí­tico.
También argumenta por qué el paí­s debe optar por el parlamentarismo como forma de
gobierno y se refiere a varios de los temas que atraviesan la discusión social y polí­tica
de nuestros dí­as, desde la inseguridad hasta el rol de los medios, desde la protesta social
hasta el estado actual de la justicia, desde el consumo de marihuana hasta el aborto.

Las acciones de la Corte, casi por definición, tienen siempre relevancia pública, más
allá de su composición o su prestigio…

Depende de las decisiones. No siempre es así­. La mayor parte del trabajo no tiene esa
relevancia pública. Resolvemos cosas que interesan a las partes, a los técnicos en la
cuestión o a un grupo más o menos pequeño de entendidos, pero no mucho más.

De todos modos, éste es un momento en el que concita más visibilidad y mayores expectativas.
Pero no siempre las decisiones de la Corte que tienen relevancia pública son jurí­dicamente
las más importantes. Una cosa es la proyección que pueda tener por la sonoridad del caso y
otra cosa es la cuestión jurí­dica.

No obstante, da la sensación de que, en este momento, hay cuestiones medulares en manos
de la Corte.
Sí­, podemos llamarlas así­.

¿Qué siente un juez de la Corte ante esta circunstancia?
Una gran responsabilidad. Pero, de alguna manera, es la misma responsabilidad que sentí­
siempre. No me perturba la trascendencia pública. No estoy actuando para que me voten o no.
Si empezamos a actuar así­ desde la Justicia, no nos convertimos en garantí­a para nadie.

Este año cumplirá nueve años como parte del máximo tribunal.
Sí­. Ya nueve años!

¿Qué balance establece, no tanto respecto del cambio drástico que significó la nueva
composición en relación a la anterior, lo cual parece evidente, sino con respecto a lo que
usted se propuso entonces?

El balance es muy positivo. Encontramos problemas graves. No debido a la Corte anterior,
sino a la gestión anterior: el corralito, problemas previsionales, las jubilaciones,
la impunidad respecto de los crí­menes de lesa humanidad, la inconstitucionalidad de las
leyes de amnistí­a! Creo que los hemos ido resolviendo, no sé si bien, pero, por lo menos,
de la forma menos mala posible. Después del tsunami, uno no puede hacer nada demasiado bien.
Tiene que tratar de hacerlo lo menos mal posible. Y nosotros llegamos después del tsunami,
en muchos sentidos.

La actual Corte mantiene un saludable halo de prestigio, cosa no muy común en nuestra historia.
No es lo que sucede, de todos modos, con el resto del sistema judicial argentino.

Sí­, advierto esa sensación y, en alguna medida, es injusta. Sin perjuicio de que, como toda
corporación, podemos tener excepciones y alguna gente que sea criticable. Pero la inmensa
mayorí­a de nuestros jueces, de nuestros funcionarios, de nuestro personal son personas
que trabajan seriamente y no merecen la descalificación de la que, a veces, se les hace objeto.
No digo que no podamos tener alguna persona que no termine en un jury de enjuiciamiento
y que se lo merezca, pero la inmensa mayorí­a de la gente es sumamente responsable.

La idea que predomina es que las otras instancias judiciales no se pusieron a tono
con estos cambios, dado que prevalecerí­a cierto corporativismo o enclaustramiento pernicioso,
y algunas rémoras de décadas anteriores.
La cultura judicial fue cambiando bastante. El perfil del Poder Judicial ya no es el mismo.
No nos olvidemos de que el menemismo aprovechó hasta el último resquicio que tuvo para nombrar
jueces polí­ticamente. A partir de 1996-1997 eso cambió. Desde entonces, los jueces son
nombrados con cierto margen de arbitrio, que es criticable, pero después de un concurso.
Y eso, de alguna manera, modifica la autopercepción del juez. Quizá habrí­a que hacer las
designaciones de una manera más rápida. La Magistratura está lenta en esto. Pero no se puede
negar, con las nuevas incorporaciones, las vacantes que se abrieron, los espacios que fueron
dejando las jubilaciones, que cambió el perfil.

¿Usted ve una diferencia sustancial respecto de aquella situación anterior?

Sí­. Es cierto que el concurso no garantiza la personalidad del juez, pero sí­ el nivel de
capacidad. Ahora tenemos un nivel teórico mí­nimo que antes no tení­amos. De alguna manera,
hoy tenemos una justicia mejor.

Más allá del prestigio extendido de la Corte, de todos modos, usted no se salvó de cierto
escarnio mediático, que suele repetirse en algunas circunstancias. Pasó el último año.
¿Cómo se lleva con eso?

Bien. Me llevo de la misma manera que con todas las injurias y difamaciones que me hicieron
en 2003, que fue otro capí­tulo de lo mismo,¿qué le voy a hacer?

¿Lo considera algo personal que tienen ciertos sectores con usted o cierta disconformidad
con ese nuevo estado de cosas?

No! Me equivoco si lo tomo como algo personal. Sé que la difamación y el insulto en el ámbito
polí­tico no tienen el mismo contenido ni la misma trascendencia que en el ámbito personal.
De modo que los considero parte de un juego polí­tico. No descarto que, en algún momento,
con el que me insulta hoy tenga que sentarme a tomar un café. En la polí­tica, esas cosas
son posibles. Y, por el bien común, hay que hacerlo. Uno no se lo tiene que tomar en serio.
Además, no me lo puedo tomar como algo personal, porque si no, me enfermarí­a! (risas)
O me descontrolarí­a y dirí­a barbaridades.

CÓDIGOS NUEVOS

Cuando se hizo el anuncio de reforma del Código Civil, la Presidenta también anticipó la
modificación del Código Penal.¿Qué evaluación hace de la necesidad de esa reforma?

Es absoluta, porque no tenemos Código Penal. En realidad, el Congreso está violando la
Constitución Nacional permanentemente, por omisión y por acción! El Código Penal, en la teorí­a,
es una única ley que agota, prácticamente, todo el contenido de una materia jurí­dica,
hecha de forma sistemática, para facilitar su interpretación y comprensión. Eso, hoy,
no lo tenemos. El pobre código de Rodolfo Moreno, de 1921, está totalmente destrozado.
No es posible hacer una interpretación coherente de ese texto. Es una anarquí­a total,
con leyes especiales sueltas por todos lados.

Y muchos remiendos.
Los remiendos son totalmente incoherentes con la economí­a del Código. El Código es como un
edificio. Tiene su arquitectura y necesita de cierta armoní­a. Uno lee el Código Rocco, de 1930,
y le parece un edificio fascista, como la Stazione Centrale di Milano. Uno lee el Código de
Baviera de 1813 y es un edificio estilizado. Si uno lee nuestro código se da cuenta de que es
un edificio sobrio, funcional, al que de repente le empezaron a poner paredes por todos lados,
divisiones, corredores sin salida.! En definitiva, un desastre.¿Cuál es el efecto práctico
de esto? Una gran inseguridad. Nuestros jueces están haciendo sentencias con ediciones
comerciales del Código, porque no hay edición oficial.

¿Cómo es eso?

Sí­. No hay ediciones oficiales, sino ediciones comerciales que no se sabe bien quién
las controla o si están bien hechas. Pí­dale un Código a un juez y verá que lo tiene con
papelitos adjuntos o notitas al margen. Es un riesgo terrible.

Socarronamente se dijo que Cristina o usted pretendí­an ser nuevos Michel Foucault.

Les agradezco que me comparen con Foucault. No creo que me lo merezca! (risas)

Por malicia, ignorancia o tergiversación, siempre se usa a Foucault para agregar alguna
connotación negativa. Por lo menos, lo hacen ciertos sectores temerosos de ciertos cambios.
He leí­do alguna cosa por ahí­! Pero no sé si es ignorancia, si es deshonestidad. Incluso,
hay alguna cosa que le atribuyen a Foucault que no tiene nada que ver con lo que realmente dijo.
Por ejemplo, que el delincuente es resultado de la sociedad. Bueno, pero quien dijo eso no
fue Foucault, sino Lambert Quételet en el siglo XIX, en los comienzos de la sociologí­a.
Que el delincuente es un resultado de la sociedad, no cabe la menor duda. Salvo que uno
sostenga un determinismo biológico reduccionista de tipo nazi. No suscribo la vieja tesis
positivista que decí­a que cada sociedad produce los criminales que se merece, pero sí­ es
cierto que son productos de sus sociedades. Supongo que los franceses estarán un poco preocupados
por el tipo que salió a matar judí­os. Y que los uruguayos estarán preocupados por los
enfermeros que se pusieron a matar a sus pacientes. Pero a nadie se le ocurre acariciarlos y
decirles, porque son productos de esas
sociedades, seguí­ matando tranquilo. Y le aseguro que Foucault tampoco.

¿Cuáles serí­an los ejes que usted plantearí­a en la discusión?

Primero, se debe analizar el sistema de penas de manera integral. Segundo, se debe evaluar
cómo reducir el ámbito de lo criminalizable, sacando las cuestiones de bagatela, para que no
se pierda tiempo en tonterí­as o conflictos que hay que resolver, sí­, pero de manera más simple.

¿Por ejemplo?

No creo que cuando alguien se lleva una botella de refrescos de un supermercado en Gran Bretaña
le preparen un jurado y se pierdan dos dí­as de juicio. Esas cosas hay que resolverlas, es cierto.
Pero de manera mucho más práctica y utilizando recursos más adecuados. Tampoco creo que eso deba
quedar como un antecedente penal. El eje de los cambios tiene que ser la integridad fí­sica y la
seguridad personal. En cuanto a los delitos contra la propiedad, habrí­a que ver si no degradamos
algunos hurtos y contravenciones a un orden de infracción menor, que tenga sanción, claro, pero más
práctica o sobre la marcha. Eso de que el que comienza rompiendo una ventana termina siendo
John Dillinger (nota da redação: í­cono delictivo de Estados Unidos) es absurdo…
También hay que tener en cuenta que, al tipificar, uno lanza una habilitación para ejercer
poder punitivo que después no se sabe cómo se ejerce, porque ingresa en una maquinaria en la que
interviene la
selectividad policial, la instancia procesal, etcétera. Por otro lado, no hay que suponer que
lo penal es solución para todo lo que a uno no le gusta. Y que, mágicamente, porque uno lo
escribe en el Código, los problemas desaparecen.

Usted ha planteado cierta sobredimensión de los delitos contra la propiedad respecto de los
delitos contra la vida.
Ése es uno de los problemas. Hay delitos contra la propiedad que implican peligros para
la vida, es cierto. Son los que afectan la integridad fí­sica. Pero hay otros delitos contra
la propiedad, sin violencia, que podrí­an tener otra solución, más reparadora, más conciliadora!
Tengamos en cuenta que todo lo que sea intervención penal tiene un riesgo:
la estigmatización.¿Qué hace? Limita o reduce el espacio social de la persona, con el riesgo
de crear o reproducir la carrera delincuencial, producto de esa autoestima maltrecha. Hay que
estigmatizar lo menos posible dentro de lo ya estigmatizante que resulta, estructuralmente,
cualquier intervención penal.

EL SISTEMA POSIBLE

Hace tiempo que usted viene insistiendo en la idea de modificar la matriz de nuestro sistema
polí­tico con la idea de ir hacia un sistema parlamentario. Incluso ha hablado del “ocaso del
presidencialismo”.

Hace muchos años que vengo diciendo esto, más allá de cualquier coyuntura. Hace veinte años,
cuando empecé a pensar esto, no sabí­a ni quién era Néstor Kirchner!

¿Cuál serí­a el argumento?

En el siglo XX hemos tenido, en América Latina, una cantidad importante de movimientos populares
que ampliaron la base de ciudadaní­a real: el peronismo, el yrigoyenismo, el cardenismo,
el varguismo! Tuvieron defectos, errores y cometieron abusos, pero la crueldad y el grado de
criminalidad que ejercieron las fuerzas que trataron de contener o restringir esa expansión
de ciudadaní­a fue incomparablemente mayor que esos populismos. Me parece que llegó el momento
de institucionalizar las ampliaciones de derechos conseguidas, para no volver a retroceder.
Y veo que el sistema presidencialista no es eficaz. Trajo demasiados problemas y es muy
vulnerable a esas fuerzas regresivas. Por otra parte, siempre parece más sencillo arrebatarle
el poder a una persona que a una asamblea. En los últimos treinta años no tuvimos golpes de
Estado triunfantes, pero sí­ más de veinte presidencias interrumpidas violentamente, con muertes
y crisis graves. Necesitamos
un sistema que, cuando un gobierno funciona mal, pueda ser cambiado sin retroalimentar
la crisis.

Hay un supuesto que destaca el carácter más inestable que tienen los gobiernos parlamentarios.
¿No significarí­a una complicación más, en un paí­s con un sistema de partidos tan endeble?

Sí­, pero con este presidencialismo estamos reforzando este sistema de partidos endeble.
En verdad, tenemos cruzado el sistema presidencialista con el sistema de partidos, de ahí­ la
confusión! Un sistema presidencialista, para funcionar bien, debe garantizarle al presidente
que tenga mayorí­a, por lo menos, durante los dos primeros años. Para eso necesita un sistema
de mayorí­a y minorí­a. No es nuestro caso. Tenemos un sistema proporcional, que es más justo en
términos de representación, pero que no se adecua al presidencialismo. Entonces, es muy difí­cil
que el partido del presidente tenga mayorí­a parlamentaria propia.¿Por qué? Porque el electorado
se divide y el sistema tiende, de alguna manera, a una atomización de fuerzas polí­ticas.¿Estamos
reforzando a las fuerzas polí­ticas de esta forma? No, las estamos disolviendo. El caso extremo
es el de la Legislatura porteña.

¿De qué manera se fortalecerí­an las fuerzas polí­ticas en un sistema parlamentario?
Y, sobre todo,¿de qué manera se mantendrí­an estables las coaliciones?

Justamente, el sistema parlamentario exige que haya una coalición mayoritaria dispuesta
a gobernar, que reparta el poder entre sus aliados: un ministerio para esta fuerza; un
ministerio para esta otra. La oposición, entretanto, tiene que hacer una coalición para
ofrecerse como alternativa. Este proceso tiende a crear dos grandes coaliciones que, a veces,
a la larga, tienden a ser dos partidos. Eso pasa en los paí­ses con sistema consolidado.

Pero las coaliciones suelen tener una alta inestabilidad. Por ejemplo, el caso de Italia.

No, no fue así­ durante mucho tiempo. La Democracia Cristiana italiana no era un partido
en su origen; eran varios, que fueron fusionándose. Lo que impresionaba en Italia era que
cambiaban los gobiernos, pero casi siempre eran de la Democracia Cristiana. Y eso le dio una
gran estabilidad al paí­s, a lo largo de casi cincuenta años. Después vinieron la Mani Pulite,
la crisis de los partidos y Silvio Berlusconi! Pero la reconstrucción italiana y la restauración
de la república se dieron gracias a este sistema. Hay otros inconvenientes, pero no ése.

¿Por ejemplo?

Que los dos grandes partidos tengan un electorado cautivo más o menos parejo y que un
tercer partidito, con el diez o doce por ciento, como lo era el Partido Liberal alemán,
se convierta en el árbitro absoluto del sistema. Pero para que eso suceda en la Argentina
van a pasar algunas décadas y no voy a estar para verlo!

¿Qué hacer con el transfuguismo polí­tico, tan habitual en situaciones de crisis y en
nuestro paí­s?

Podrí­a ser una fisura importante.
Habrá que legislar para que las bancas sean de los partidos y no de los diputados.
Y se deberá introducir, como se hizo en Alemania, una cláusula que diga que el gobierno
no cae mientras no haya otro, lo cual garantizarí­a la continuidad del sistema! En fin,
hay resortes para no hacer tan inestable la cosa. Por otra parte, tengamos en cuenta que,
por lo menos en el sistema alemán, el jefe de gobierno no puede cambiar un ministro porque se
le canta. Consulta con el presidente de la república, que es el poder moderador,
y con sus aliados, porque el gabinete es resultado de un acuerdo polí­tico.
Pero sí­ le tengo miedo a un sistema mixto.

A la hibridez.

Sí­, el riesgo es que no gobierne nadie. En última instancia, que sea presidencialismo
o que sea parlamentarismo, no importa, por más que me parezca mucho mejor un sistema que otro.
Lo importante es que quien gobierne tenga poder.

Hay quienes ponen como ejemplo la crisis de 2008, luego del conflicto del gobierno nacional
con el “campo”. Cristina, entonces, se habí­a quedado con poco respaldo en el Congreso. Quizá,
con un sistema parlamentario, no hubiese podido recuperarse.
No podrí­a suceder nunca en un sistema parlamentario, porque no hay cambios legislativos
en mitad de mandato. Se elige un parlamento completo por cuatro años.

En julio de 2008 no hubo elecciones legislativas y, sin embargo, el Gobierno perdió un
número considerable de apoyos legislativos.

Si las bancas fueran del partido no podrí­a suceder. Salvo que, dentro del partido, haya
una crisis de tal magnitud que el jefe de gobierno pierda su liderazgo. Eso no se puede garantizar,
claro. Pero existen otros factores a favor de esta forma de gobierno. En un sistema
presidencialista, por un voto (que puede ser dudoso, como en la primera elección
de George W. Bush), el que gana se lleva todo, con una legitimidad bastante cuestionable.
En el parlamentario, el que pierde, no queda abatido polí­ticamente. Es decir, es un sistema
que exige más polí­tica. Y más capacidad de negociación. El principal inconveniente, tal vez
sea la propia actitud de la clase polí­tica, que no quiere que cambien las reglas de juego
porque está muy cómodo con ellas.

¿Puede pasar con el peronismo, por ejemplo, que es el partido predominante en este
sistema y sin el cual no habrí­a cambio posible?

Puede pasar. Pero,¿cuál ha sido la fuerza polí­tica que ha demostrado mayor ductilidad
para hacer acuerdos si no fue el peronismo? El peronismo está acostumbrado al cambio,
a amoldarse a las circunstancias. Le exigirí­a, eso sí­, mayor disciplina interna.

Luego de la crisis de representación de 2001-2002, los partidos polí­ticos perdieron el peso
que tení­an como estructuras orgánicas. En un sistema parlamentario, ése,¿no puede ser un problema
frente, por ejemplo, a los poderes fácticos?
Es el sistema parlamentario el que va a permitir que los partidos vuelvan a tener ese peso.
En el Congreso, tendrán que estar sentados sus espadas polí­ticas, los ministros, el gabinete
en las sombras! y se termina toda esa discusión alrededor de la re-re. Si un gobierno tiene
mayorí­a, sigue; si no logra mayorí­a, pierde su lugar.

Un contraargumento posible serí­a: se pudo superar la crisis de 2001-2002 porque, precisamente,
se recuperó la autoridad presidencial y se tuvo, luego, un presidencialismo fuerte.
Sí­, pero¿con qué se recuperó esa autoridad presidencial? Con un gobierno parlamentario.
El gobierno de Eduardo Duhalde fue eso. Si en una emergencia hacemos un gobierno parlamentario,
por qué no lo hacemos en una situación normal.

Antes hablaba de hibridez. La reforma constitucional de 1994, en algún sentido, fue eso.
Sí­, totalmente. La cuestión del jefe de gabinete, sobre todo. Si para ser elegido tuviese
que tener acuerdo de la mayorí­a parlamentaria, serí­a distinto. Pero un jefe de gabinete
que lo remueva el presidente cuando quiere..
.

¿Cómo deberí­a darse esa reforma y con qué tiempos?

Ah, no sé! La idea es que debe darse en un momento que no sea de crisis. Pensémosla,
discutámosla, hagamos un gran debate.

En ciertos sectores se dice: el kirchnerismo tal vez promueva la reforma para asegurarle
una reelección más a Cristina, que hoy la Constitución impide.
No lo creo. Por muchas razones. Tenemos una Constitución muy rí­gida y se necesita de los dos
tercios de las Cámaras para fijar el temario del ejercicio del poder preconstituyente
que permita convocar a una constituyente. Una re-re no tendrí­a el apoyo de las dos Cámaras.

La reforma que usted pide, entonces, se darí­a sólo en un contexto de excepcionalidad polí­tica.

No. Hay que hacer un acuerdo de partidos amplio. Habrí­a que ver en qué condiciones se negocia.
Pero no lo veo imposible. No veo por qué la oposición tendrí­a que estar en desacuerdo.
En varias ocasiones hablé con Raúl Alfonsí­n sobre el tema. Él era absolutamente parlamentarista.
Es más, no escuché a ningún polí­tico que me dijera que estaba loco. Y no creo que haya
sido sólo por una cuestión de respeto.

Pero detrás están siempre las suspicacias polí­ticas.
Van a existir siempre. Lo cual no quiere decir que no se pueda construir un amplio
consenso para establecer ciertas condiciones de negociación. Aquí­ no hay nadie que sea
tonto o ingenuo.

LA RÉMORA BLUMBERG

La discusión del nuevo Código Penal estará atravesada por la cuestión “seguridad”
(mediáticamente, por lo menos) y la presión, siempre creciente, de algunos sectores para
endurecer las penas.  
No tiene absolutamente nada que ver. Lo primero que tiene que quedar claro es que un
nuevo código no va a dar ni más ni menos seguridad personal.

Por más que sea el mejor código posible.

Por más que sea el mejor código posible. El Código Penal siempre es chiquito y no me imagino
a un policí­a corriendo para pegarle con él. La seguridad depende de la prevención
y de la eficacia preventiva, fundamentalmente. Con el Código Penal siempre llegamos tarde,
cuando el hecho pasó, cuando el muerto ya lo está. La seguridad consiste en que no haya muerto.
Por más que al sujeto le pongan la pena más grave o se lo descuartice en la plaza pública, el
muerto está muerto.

Pero existe un discurso machacante para relacionar una cosa con la otra.

Sí­, pero tenemos que evitar pensar en esos términos.

El fenómeno Blumberg, en su momento, habí­a permitido que se sancionara una serie de leyes
represivas!
Lo de Blumberg desarmó el Código. El quantum de pena tiene que estar en una relación más o
menos lógica con una tabla de valores que baja de la Constitución. Uno no puede hacer valer
más la propiedad que la vida. No puede hacer valer más la propiedad que la libertad sexual
atacada violentamente. O la destrucción de la propiedad individual más que la destrucción de
toda la relación económica de un paí­s. Hay un grado de contenido de contenido ilí­cito o
injusto de los hechos, un orden de bienes jurí­dicos, que debe respetarse. Cuando se altera
la cuantificación de penas, se altera el disvalor que se le da en la ley penal a la lesión
del bien jurí­dico. Salvo que uno sostenga que no hay bienes jurí­dicos… Pero eso, o
es nazismo o es fascismo. En un estado liberal no puede pasar.

A veces se bastardea un poco el concepto de “lo liberal”.

Sí­, demasiado. Me gusta hablar de liberal en términos polí­ticos. Hay una cantidad de gente
que se dice liberal, a la que habrí­a que discutirle un poco hasta dónde le llega su liberalismo.
El liberal es un Estado que tiene, fundamentalmente, como primer valor a la persona. Si alteramos
esto, no sabemos bien de qué estamos hablando.

SEGURIDAD Y MEDIOS

El discurso de la “mano dura” y la supuesta necesidad de poner “fin al garantismo”,
como si eso fuese posible en un Estado de derecho, penetró en varias ocasiones en sectores
importantes de la sociedad!
Garantista no soy yo, sino la Constitución. Si quieren hacer un modelo de Estado
totalitario y sin garantí­as, no cuenten conmigo.

¿Qué cuadro de situación observa hoy respecto de la penetración de ese discurso?

En el ámbito teórico, universitario y académico, ninguno. No hay debate posible al respecto.

¿Y en el ámbito social?

Lo que hay es una agresión mundial a los derechos humanos y al concepto de Estado de Derecho.
Es global, baja desde Estados Unidos y se expande por todo el planeta. La paradoja es que
hoy Estados Unidos lo está sufriendo en carne propia. Hay toda una articulación mediática de
creación de realidad que construye una situación donde el único peligro cierto es el riesgo del
delito común. Por ende, los jueces pasan a ser los enemigos de la seguridad. No es que tenga un
brote antiyanki; ni esto me lo contó Fidel Castro. Son mis colegas norteamericanos los que me
ponen al tanto de la campaña antijudicial que existe en Estados Unidos desde hace treinta años!

¿Cómo “desciende” hasta aquí­?

Mediáticamente. Hay comunicadores sociales que se dedican a eso, bien porque les da rating o
bien porque pertenecen, de alguna forma u otra, a los intereses cruzados de corporaciones
internacionales. Detrás de esto está claramente la lucha sobre quién manda, si las corporaciones
o el poder polí­tico. Miremos lo que le pasa al pobre Barack Obama.

¿Ve apuestas desestabilizadoras en aquellos que fogonean el tema?

Claramente.¿Por qué Obama no puede cerrar Guantánamo? Porque hay intereses en juego para que así­
no suceda. Y, si sucede, corre el riesgo de que tenga que atenerse a las consecuencias.
Pero, cuidado: además, de los manipuladores de opinión está la introducción de esta ideologí­a
del pánico y la paranoia social a través de la industria del entretenimiento. Es otra ví­a, que
puede ser aún más importante. Uno se pone a hacer zapping y ve glúteos, fútbol o series policiales,
con el crimen siempre presente. Estas series se manejan con esquemas muy simplistas, en el cual
un sujeto supermachista, con actitudes violentas, rompe reglas para salvar a la muchachita y matar
al villano. Es decir, en un rato ve una cantidad de muerte ficcional que, en toda una ciudad,
tardarí­amos un año en verla.

Ficcional o real, en reiteradas ocasiones usted se ha referido a una especie de
“criminologí­a mediática”.
En lo ficcional está aquello que forma ideológicamente: la certeza de que cada
conflicto debe tener una solución violenta, con el ajusticiamiento público o la llamada
“justicia por mano propia”, o una solución punitiva. No es sólo mala fe. Hay, detrás,
intereses concretos.¿Qué quieren las grandes corporaciones? Manejar cuotas mayores de poder
y que el Estado se limite a la represión de los que no están conformes. Listo: “achiquemos el
Estado y que se limite a mantener a raya a los negros”. En Estados Unidos, de los dos millones
y medio de presos, más del cincuenta por ciento son negros. Supongo que el resto serán latinos.
De modo que no estoy hablando metafóricamente. Además, hay que preguntarse cuánto de esto es
utilizado para regular el desempleo.

CUESTIONES SENSIBLES

La Corte, en 2009, declaró la inconstitucionalidad de un artí­culo de la ley
que penalizaba el consumo de marihuana. Ahora, se presentó un proyecto de despenalización.
¿Cuál es su posición?

No sé por qué Aní­bal Fernández levanta las penas de todos los delitos con tóxicos prohibidos
de una manera tan irracional. Las que tenemos ya son suficientemente graves. Veo que lo hace
para dar impresión polí­tica: “quiero concentrar la represión en esto”, argumenta. Pero para eso
basta con las penas que tenemos.

Y respecto de la despenalización en sí­,¿cuál es su opinión?

Tiene un efecto práctico. Está claro que, con la legislación actual, estamos gastando pólvora
en chimangos: utilizamos en contra de consumidores los recursos policiales y judiciales que
son indispensables utilizar contra el tráfico. De todos modos, hoy casi no se llega a penar al
consumidor. Por lo general, las causas prescriben. Pero sí­ es cierto que provoca un enorme
desgaste en términos de esfuerzo policial, de papelerí­a que se junta en los juzgados, de
tiempo perdido, de ocasión para la extorsión y para la corrupción, etcétera. Ahora, para evitar
eso no hace falta aumentar las penas! Entiendo lo que pretende el senador, pero no es necesario.

Serí­a necesaria la ley, dice usted, pero de otro modo.

Sí­, la desincriminación y listo.

¿Le sorprendieron ciertas reacciones adversas de algunos dirigentes polí­ticos
sobre el fallo histórico de la Corte respecto de abortos no punibles que estaban contemplados
por el Código Penal, pero que generaban viejas controversias?

No! Cada vez que se menciona la palabra aborto hay reacciones irracionales de todos los sectores.
Es el artí­culo del Código Penal que tiene menos aplicación y que genera la mayor polémica.

¿Por qué?
Es simbólico, más bien. No tiene un valor real lo que se diga en el Código. La trascendencia
real es mí­nima.

Sí­ por la penalización.

No.¿Dí­game cual?

Sí­ entre los sectores más empobrecidos que no tienen los recursos suficientes para
practicarse un aborto en condiciones normales y temen que el dedo de la ley los alcance.
En ese solo sentido, en la pequeña franja marginal absolutamente carenciada. De ahí­ para arriba,
el aborto, de hecho, se hace en condiciones asépticas y de seguridad. Sucede con la clase media,
por supuesto. Pero también con la clase obrera, y la clase obrera más modesta. El sector
más carenciado es el que paga las consecuencias.

¿Se deberí­a ir hacia la despenalización del aborto?

No lo sé! Está, de hecho, despenalizado en la inmensa mayorí­a de la población.

Y si está de hecho despenalizado,¿no se tendrí­a que adecuar la legislación?

Que lo discutan los señores legisladores. En los 35 años que tengo de juez tuve diez casos
de abortos y, en la Corte, otros dos. Si alguien me dice que, en ese lapso, se hicieron sólo
doce abortos, es porque no se aplica. No tiene ninguna eficacia preventiva. En lo personal,
pienso que el aborto hay que prevenirlo y bajar el número. Entonces, hagamos prevención
en serio.

PROTESTA SOCIAL

En la presentación del libro de Daniel Rafecas, usted habló de la existencia de un
“tardocolonialismo” para caracterizar ciertas exigencias externas que padece la región.

Sí­, existe algo de eso,¿no?

¿Puede incluirse en esta caracterización la sanción de la nueva ley antiterrorista, que ya
criticó en su momento?

Es parte de eso. Es parte de un tardocolonialismo que viene presionando por el lado de ciertos
organismos internacionales cooptados.

¿Vamos camino hacia una acentuación de esa tendencia?

Por un lado, habrá acentuación. Por el otro, irá favoreciendo una mayor integración regional para
hacerle frente. El problema es para toda la región, no para nosotros solos.

Respecto de la ley en concreto,¿puede ocasionar perjuicios?

Los tipos penales o las habilitaciones de poder punitivo por la ley, como decí­an las viejas, es
“un arma que las carga el diablo y nadie sabe contra qué se puede disparar ni cuándo”.
En este momento, no le tengo gran temor. Pero no descarto que haya algún inimputable que se le
ocurra apelar a este calificante. Para eso están los tribunales superiores de provincia y, en
última instancia, la Corte. Ahora, en otro contexto, no sé. No lo dejarí­a en la ley. Por lo menos,
no lo dejarí­a con esa fórmula, baja esa caracterización. Tratarí­a de ser más preciso.

Otro tema que suele reaparecer cí­clicamente es qué hacer con
la protesta social. Recurrentemente, hay sectores que agitan la cuestión como si fuese un
fantasma.
Creo que si hay un mérito que la historia siempre le va a reconocer a Néstor Kirchner es
haber hecho que la policí­a no reprimiera la protesta social. Y, menos, con armas de fuego.
De hecho, la muerte de Mariano Ferreyra aceleró la suya. Era algo que lo sentí­a profundamente.
Me lo dijo, incluso. Respecto a la protesta social en sí­, lo importante es definir qué se
entiende con eso. Naturalmente que si alguien mata o agrede es un delito, lo haga en el marco
de una protesta o no. Ahora, si de lo que estamos hablando es de interrupción de ví­as de
comunicación, que es el famoso problema que se plantea, la cosa es otra.

¿En qué sentido?

La interrupción, tal como la conocemos, está prevista en el Código Penal desde 1968, cuando
se reemplazó un viejo tipo penal que hací­a referencia al levantamiento de rieles.
Incuestionablemente, con el texto actual, lo que debe penarse es la interrupción de ví­as
de comunicación que pongan en peligro la integridad fí­sica o la vida de las personas. En
tanto eso no suceda, a lo sumo, es una contravención. Claro, no puedo interrumpir la calle
porque quiero una peluquerí­a en el barrio; pero si se está muriendo gente de hambre y la única
forma de llamar la atención es interrumpir una ví­a de comunicación, está justificado.

¿Qué sucederá con la gran cantidad de procesos abiertos en esas circunstancias?

Llegarán a la Corte y, normalmente, voy a sostener que eso es una contravención. Pero delito,
no. Es un delito cuando una protesta pone en riesgo o peligro la vida o la integridad fí­sica.
Mientras eso no sea de esas caracterí­sticas…

Israeli Forces Gear Up to Confront ‘Flytilla’ Activists | Common Dreams

Israeli Forces Gear Up to Confront ‘Flytilla’ Activists | Common Dreams.

Israeli Forces Gear Up to Confront ‘Flytilla’ Activists

Israel attempting to thwart peaceful, pro-Palestinian action

– Common Dreams staff

Israeli forces are readying to confront thousands of peace activists who are attempting a “fly-in” or “flytilla” to Israel’s Ben Gurion airport near Tel Aviv this weekend before heading to Bethlehem in the West Bank in a call to end the occupation and call out Israel’s blockade and control over the occupied territories.

Israel has attempted to blacklist names of activists to block them from being able to fly out of their home countries, and plans on singling out any activists when they arrive at Ben Gurion to deport them upon arrival.

 

(photo: Mary-Katherine Ream)

 

 

Airlines in Europe and the United States have already gotten requests from Israel to blacklist activists to thwart their flight plans.

Endorsers of the action organized by Welcome to Palestine Initiative 2012 include Noam Chomsky, Hedy Epstein, John Pilger, Nawal Al Sadaawi and Desmond Tutu. Their letter of endorsement stated that “Israel has turned Palestine into a giant prison, but prisoners have a right to receive visitors.”

“Welcome to Palestine 2012 will again challenge Israel’s policy of isolating the West Bank while the settler paramilitaries and army commit brutal crimes against a virtually defenseless Palestinian civilian population.”

A letter from organizers of the event stated: “We are saying that we are activists en route to the West Bank like any other tourist, with a message of peace, calling for an end to the occupation, and granting rights to the Palestinian people in the occupied territories.”

Mick Napier, UK coordinator for Welcome to Palestine 2012, stated that the action’s “aim is very clear, modest and minimal, it’s to highlight the fact that Israel has turned the West Bank into prison and is not allowing the prisoners to receive visitors.”

* * *

Agence France-Presse: Israeli forces prepare for pro-Palestinian ‘flytilla’

Hundreds of activists mainly from European countries are expected to try to fly into Ben Gurion airport, near Tel Aviv, with the goal of travelling to the Palestinian West Bank.

The so-called “Welcome to Palestine” campaign, which has been dubbed a “flytilla,” is taking place for the third year.

* * *

The Jerusalem Post: Police gearing up for another ‘flytilla’

Police will beef up their presence at the airport and single out activists when they deplane with the intention of arresting them and deporting them back to their point of origin as quickly as possible, with minimum disruption to ordinary passengers in the airport.

Public Security Minister Yitzhak Aharonovitch told Channel 1 news on Monday evening that Israel hopes it will succeed in preventing many of the travelers from boarding planes in their home countries, by sending blacklists with activists’ names to foreign airports like it did last year.

* * *

Haaretz: Israel security forces gear up to deflect pro-Palestinian ‘fly-in’ protest

“Israel will prevent this provocation, as every country prohibits hostile elements from entering their borders,” said Aharonovitch.

Aharonovitch added that “The provocateurs will be dealt with firmly and quickly, there will be no chases in the halls of the airport. Israel police and relevant organizations are prepared to preserve the normal airport routine while preventing any extreme provocations.”

Joint preparations were made by all of the relevant organizations, including the Israel Police, the Population and Immigration Authority, as well as the Israel Airport’s Authority and Ben Gurion Airport security personnel. […]

European activists responsible for organizing the protests released a letter explaining their intentions. According to the document, activists will be joined by journalists and other media officials, to show that they have no violent intentions, that their destination is the West Bank, and nowhere in Israel. Once in the West Bank, the group plans to lay the cornerstone for a future educational institution near Bethlehem. […]

The activists claim they wish message to the international community regarding the continuing Israeli blockade on the occupied territories. “We are saying that we are activists en route to the West Bank like any other tourist, with a message of peace, calling for an end to the occupation, and granting rights to the Palestinian people in the occupied territories,” read the letter.

* * *

Welcome to Palestine Initiative 2012

“We, the undersigned, endorse the call from the Welcome to Palestine 2012 Initiative for supporters of Palestinian human and national rights around the world to openly visit Palestine during Easter 2012.

“There is no way into Palestine other than through Israeli control points. Israel has turned Palestine into a giant prison, but prisoners have a right to receive visitors.

“Welcome to Palestine 2012 will again challenge Israel’s policy of isolating the West Bank while the settler paramilitaries and army commit brutal crimes against a virtually defenceless Palestinian civilian population.

“We call on governments to support the right of Palestinians to receive visitors and the right of their own citizens to visit Palestine openly.

“The participants in Welcome to Palestine 2012 ask to be allowed to pass through Tel Aviv airport without hindrance and to proceed to the West Bank to take part in a project there for children to benefit from the right to education.”

SIGNED:

Sam Bahour
Tony Benn
Noam Chomsky
Jonathan Cook
Hedy Epstein
Ambassador Manuel Hassassian
Ronnie Kasrils
Nurit Peled
John Pilger
Nawal Al Sadaawi
Vauro Senesi
Desmond Tutu