Quem eramos “nós” no Rio+20 ?

Latest Newsn- Earth Islands Journal
Por JEFF CONANT – JUNE 25, 2012
Tradução: Tarcisio Praciano-Pereira

Quem eramos “nós” no Rio+20?

Quem eramos "nós" no Rio+20 ?

Quem eramos “nós” no Rio+20 ?

Businesses Took Center Stage While Civil Society Became a Sideshow

Os negócios estavam no centro do palco, enquanto que a Sociedade Civil virou o show periférico

No vôo para Cúpula Rio +20, semana passada, sentei-me ao lado de um brasileiro que pendula semanalmente de Washington, DC para o Rio de Janeiro para supervisionar a sua multimilionária companhia de construção. Quando lhe fiz a pergunta do momento – “Que é que você pensa da Rio+20? ” a sua resposta foi deslumbrante

Flying into the Rio Earth Summit last week, I sat next to a Brazilian man who makes a weekly commute from Washington, DC to Rio de Janeiro to oversee his multi-million dollar construction company. When I asked him the obvious question — “What do you think about Rio+20?” — his response was sheer delight.

“Eu gosto muito disto” disse, “Rio+20, A copa mundial, as Olimpíadas. Junta o povo, os deixa satisfeitos. Agrada-me”.

“I like it all,” he said. “Rio+20, The World Cup, the Olympics. Bring people together, make them happy, I like it.”

Sua afirmação disse tudo a respeito da importância da  Cúpula Rio +20, muito mais do que todo o resto que pude escutar estes dias.
His statement said as much about the relevance of the summit as anything I heard all week.

O Brasil é um dos países em  mais rápido crescimento no mundo. A presidente Dilma Rousseff foi citada: “A Europa é o passado. Eles não têm recursos sobrando, eles não têm  filhos, e eles estão passando por uma crise de ajuste estrutural por que pssaamos na década de oitenta. Mas o Brasil, nós somos o futuro. Temos recursos, os jovens, e uma economia crescendo. ”

Brazil is one of the world’s fastest growing countries. President Dilma Rousseff has been quoted as saying: “Europe is the past. They have no resources left, they’re not having children, and they’re undergoing a structural adjustment crisis like we had in the eighties. But Brazil, we are the future. We have resources, youth, and a growing economy.”

As discussões na Cúpula Rio +20, que terminou sexta-feira, deveriam ter sido sobre como retirar bilhões  que vivem na pobreza, e ao mesmo tempo  visualizar o caminho para uma biosfera planetária à beira do colapso. Mas o slogan da cúpula – e agora é o nome do  documento de 49 páginas que foi assinado, selado e entregue no último dia da cúpula – foi: “O futuro que queremos.”

The discussions at the Rio+20 Summit, which ended Friday, were, in principle, supposed to be about lifting the bottom billion out of poverty while envisioning the way forward for a planetary biosphere on the verge of collapse. But the tagline of the summit — and now the name of the official, 49-page document that was signed, sealed and delivered on the last day of the summit — was telling: “The Future We Want.”

Os moradores das favelas, dos cortiços, dos lugares mais pobres e poluídos do mundo, que raramente têm o luxo de determinar o futuro que eles querem, poderiam estar  melhor servidos,  digamos, com  “O Future de que precisamos.”

The residents of the favelas and the slums and the impoverished and polluted places of the world, who rarely have the luxury of determining the future they want, might be better served by focusing on, say,”The Future We Need.”

Ou, sei lái, nesta época de austeridade, estourando bolhas econômicas e na era do colapso de gelo nos polos, talvez fosse melhor algo ainda mais simples, “O Futuro pelo ‘qual nós podemos pagar?”

Or, I don’t know, in this age of austerity, bursting bubbles, and collapsing ice-shelves, how about the even simpler, “The Future We Can Afford?”

Mas importa pouco que palavras você escolha, a questão central mesmo é quem somos “nós” deste  futuro?

No matter how you word it, the title begs the question: who is the ‘we’ of the future?

O “nós” no Rio na semana passada incluiu o Secretário Geral da ONU Ban Ki Moon, que tentava aplacar a juventude em uma reunião da sociedade civil com o pronunciamento simplista de que o nome das “Nações Unidas” começa com ‘U’, porque vocês são  o nosso futuro.” (Nota do tradutor: possivelmente por que o nome da ONU, em inglês, começa com “U” que  em inglês se confunde com “you” que significa “vocês”, a brincadeirinha do secretário geral da UN = ONU).

The “we” in Rio last week included UN Secretary General Ban Ki Moon, who assuaged the youth at a civil society meeting with the facile pronouncement that “United Nations starts with ‘U’ because you are our future.”

O “nós” tem que incluir a atrevida atriz Lucy Lawless (a Princesa Guerreira Xena) que alerta, com razão, que  “de mãos dadas com as grandes emprezas do óleo tudo que pode acontecer será uma grande calamidade sobre nossos filhos“.

The “we” included daredevil actress Lucy Lawless, (Xena, Warrior Princess) warning, rightly, that: “Holding hands with big oil will deliver calamity on our children.”

Nós” também tem que incluir  Bianca Jagger que avisou: “Estamos chegando a um ponto de inflexão e o ponto de inflexão de acordo com a maioria dos cientistas será, em menos de 10 anos. Nós não temos mais muito tempo!”

“We” included Bianca Jagger warning, “We are reaching the tipping point and the tipping point according to most scientists will be in less than 10 years. We don’t have much time”

Entretanto a figura de destaque  entre “nós” no Rio, foi  Sir Richard Branson, empresário bilionário, impulsionador de biocombustíveis e pioneiro em vôo espacial comercial, anunciando que “O setor privado precisa colocar as pessoas e o planeta no centro de tudo o que fazemos”, e propondo como  modelo de gestão ambiental baseado numa  arte-de-guerra: “Uma maneira de olhar para a proteção do clima é a considerá-lo como um modelo de negócio”, disse  Branson, “porque a nossa única opção para alterar a mudança climática  passa pela hipótese de permitir  que  a indústria ganhe  dinheiro com isso.”

Prominent among us in Rio, too, was Sir Richard Branson, billionaire entrepreneur, biofuel booster and pioneer in commercial space-flight, announcing that “The private sector needs to put people and the planet at the center of all we do,” and leading the charge on the art-of-war-model of environmental management.  “One way to look at climate protection is to regard it as a business model,” Branson said, “because our only option to stop climate change is for industry to make money from it.”

O “nobre Lord”  da Grã-Bretanha,  Monckton, que faz parte dos que falam mais alto para  negar as mudanças climáticas, estava aqui também  entre “nós“, obstruindo os processos  e declarando: “O fracasso no Rio é bom para as pessoas pobres do mundo. Precisamos redefinir o desenvolvimento sustentável como petróleo, gás e carvão. ”

Britain’s Lord Monckton, among the most loud-mouthed climate-change denialists, was here among us as well, obstructing the distasteful proceedings and declaring, “Failure in Rio is good for the world’s poor people. We need to redefine sustainable development as oil, gas, and coal.”

Estranhos companheiros de cama estas cimeiras fazem.

Strange bedfellows these summits make.

Ou talvez o “nós” não tenha tido  a intenção de fazer referência  à coleção extranha  de celebridades que alardearam pronunciamentos espalhafatosos toda a semana para a imprensa bajuladora.

Or perhaps the “we” was not intended to refer to the oddball collection of celebrities who trumpeted grandiose pronouncements all week to the fawning press.

Talvez o “nós” tenha símbolizado o modelo de parceria público-privada que marcou os negócios  do fim-de-semana da Cúpula da Terra às dezenas, senão mesmo às centenas, de eventos patrocinados pelas indústrias em encontros colaterais.

Maybe the “we” is a token of the public-private partnership model that marked the business end of the Earth Summit at dozens, if not hundreds, of industry-sponsored side events.

Durante um evento de tal envergadura, Donald Steinberg, diretor da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional, destacou a importância das reuniões da indústria. “Estes eventos não são eventos paralelos, eles são os principais eventos”, disse Steinberg.

During one such event, Donald Steinberg, Director of the US Agency for International Development, highlighted the importance of the industry meetings here. “These events are not side events, these are the main events,” Steinberg said.

Entre as parcerias mais notáveis se registra  o Fórum do Consumidor de Mercadorias, um grupo global de indústrias formado por  650 empresas com vendas combinadas de mais de 3 trilhões de dólares, que, em parceria com os EUA, se comprometeram a atingir  desmatamento zero  em suas cadeias de abastecimento até 2020.

Among the most notable partnerships here was the Consumer Goods Forum, a global industry group of 650 corporations with combined sales of more than US$3 trillion, which, in partnership with the US, pledged to achieve zero net deforestation in its supply chains by 2020.

Outra parceria de destaque que surgiu no Rio foi  a Iniciativa da Energia Sustentável para Todos  (SEFA, (Sustainable Energy for All Initiative) co-presidida por Chad Holliday do Bank of America. Aproximando dos US $ 50 bilhões em compromissos, com 50 países signatários, Holliday chamando então a SEFA “a  maior parceria público-privada de todos os tempos”.

Another prominent partnership that emerged in Rio is the Sustainable Energy for All Initiative (SEFA), co-chaired by Chad Holliday of the Bank of America. Approaching $50 billion in commitments, with 50 countries having signed on, Holliday called SEFA “the greatest public-private partnership of all.”

As grandes ONGs se apresentam  febrilmente como parceiras como diz. Julia Martin-Lefèvre, directora-geral da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN),  “a maneira de proteger a natureza consiste em aproveitar a capacidade dos mercados através de estratégias como do pagamento de serviços da biodiversidade e do ecossistema”, e observou que “as organizações de conservação do meio ambiente sentem-se muito confortaveis  junto com as empresas”.

The big NGOs are feverishly partnering up as well. Julia Martin-LeFevre, Director General of the International Union for the Conservation of Nature (IUCN), explained that the way to protect nature is to “harness the capacity of the markets through [strategies like] payment for biodiversity and ecosystem services,” and noted that “we conservation organizations sit very well together with corporations”.

Outra parceria de destaque no Rio foi a Parceiria para Evitar Deflorestamento (Avoided Deforestation Partners), uma rede internacional de “líderes em política florestal de carbono e implementação de projetos  de ciência, de finanças e de conservação”, que realizou vários eventos para promover esforços baseados no mercado,  para deter o desmatamento tropical.
Com todas estas parcerias de negócios garantido  o centro do palco, não é de admirar que o jornalista britânico George Monbiot tenha dito, o “desenvolvimento do sustentável”,  se transformou em  “crescimento sustentado”, observando que esta expressão aparece  nada menos que 16 vezes na versão final do documento futuro que queremos .

Another partnership prominent in Rio was Avoided Deforestation Partners, an international network of “leaders in forest carbon policy and project implementation, science, finance, and conservation,” which held numerous events to promote market-based efforts to halt tropical deforestation.
With all these business partnerships holding center stage, it is no wonder that, as British journalist George Monbiot pointed out, the term “sustainable development,” has morphed into the term “sustained growth,” referred to no less than 16 times in the final Future We Want document.

“Se a sustentabilidade significar alguma coisa”, Monbiot lembra-nos “, é certamente o oposto do crescimento sustentado.”

“If sustainability means anything,” Monbiot reminds us, “it is surely the opposite of sustained growth.”

Assim, enquanto os movimentos sociais anti-sociais e furiosos grupos da sociedade civil (eu entre eles) fecham os punhos em luta contra o  aprofundamento da pobreza, o colapso dos ecossistemas planetários, o setor dos negócios sente-se feliz. Os capitães da indústria  podem repetir aquilo que disse o empresário brasileiro,  que viaja através do equador a cada semana.

So, while the anti-social social movements and angry civil society groups (myself among them) wring our hands in grief over deepening poverty and collapsing planetary ecosystems, business is content. The captains of industry might all echo the Brazilian businessman who commutes across the equator every week.

“Eu gosto muito disto” disse, “Rio+20, A copa mundial, as Olimpíadas. Junta o povo, os deixa satisfeitos. Agrada-me”.

“I like it all,” he said. “Rio+20, The World Cup, the Olympics. Bring people together, make them happy, I like it.”

Quebrando as regras que não foram feitas para nos servir, afinal

Recentemente a rede 350.org andou quebrando algumas regras.

Lately, our 350 network has been breaking a lot of rules.

Bill McKibben for the 350.org Team

Tradução: Tarcisio Praciano-Pereira – Sobral – Brasil

No útlmo domingo, nos Estados Unidos, nos manifestamos
la dentro do local em que a indústria do fossil não
desejava que lá estivessemos – no Congresso do Estado de Ohio, e foi para fazer uma assembléia popular, lá no centro da casa do governo, para protestar contra
a prática perigosa do fracionamento. Foi uma bela atuação: eramos 1000 ativistas apaixonados e vigorosamente nos levantando em nome do nosso direito de nos reunir e levantar a nossa voz por água limpa e por um futuro pelo qual valha a pena lutar.

Last Sunday, here in the US, we marched right into the place where the fossil fuel industry didn’t want us — into the Ohio state capitol, for a “people’s assembly” in the middle of the state-house, to protest the dangerous practice of fracking. It was a beautiful sight to behold: 1000 passionate activists bravely standing up for their rights to free assembly, clean water, and a future worth fighting for.

E na quinta-feira também estavamos lá onde não esperavam que estivessemos: Na Cúpula do Rio, no Brasil. Os chamados líderes mundiais se juntaram novamente para produzir um plano que enfrente os graves problemas do planeta — mas eles terminaram num grande fracasso ao produzir um documento fraco e inconsequente. Então quando a liderança jovem nos chamou para uma manifestação de protesto contra os fracos resultados, nos orgulhamos de nos juntar a eles e, novamente, quebrando as regras da Nações Unidas

And on Thursday we marched right out of the place that we were supposed to be: the Rio Earth Summit in Brazil. World leaders had gathered yet again to forge a plan to address our planetary challenges — but they ended up failing us by producing another weak, non-binding agreement. So when youth leaders asked us to join a walk-out in protest of the summit’s disappointing outcomes, we were proud to join them — even if that meant breaking the UN’s rules.

A questão é simples, se formos pelas regras que a chamada indústria estabeleceu para as nossas vidas políticas iremos simplesmente perder tudo. A indústria poluidora descarregou 350 mil dólares nas mãos do governador de Ohio para garantir que pudesse seguir em frente com o fracionamento do subsolo. No Rio foi uma conversa fiada com promessas vazias.

The point is, if we play by the rules that corporations have set for our political life, we’re going to lose. Corporate polluters channelled $350,000 to Ohio’s governor to make sure he was pushing fracking, and they made sure that the official text in Rio was a mush of weasel words and toothless promises.

Assim não nos resta outra alternativa, temos que ir descobrindo os lugares para colocar a população nas posições de frente. Em alguns momentos temos que estar nas ruas, claro, mas também iremos aprofundar o nosso trabalho na Internet onde centenas de milhares de participantes deslancharam uma “Tormenta no Twitter” sobre a questão dos subsídios ao fóssil na semana passada. Os subsídios ao fóssil terminou sendo um dos temas centrais no Rio — de fato nossa vaga no Twiter conseguiu colocar o assunto no centro das atenções. Nas
semanas a frente continuaremos a fazer pressão contra os subsídios ao fóssil com uma campanha intensa e estratégica em pontos chave do mundo.

So we’re going to have to find the places we can have a people-powered edge. Some of those places will be in the streets, of course — but we’ll also be ramping up our work on the web, where hundreds of thousands of people around the world launched a “Twitter Storm” on fossil fuel subsidies last week. Those subsidies ended up being one of the issues that drew the most attention at Rio — meaning that hundreds of thousands of people around the world managed to take this arcane topic and thrust it into the global spotlight. In the weeks ahead, we’ll continue to ramp up the pressure on fossil fuel subsidies with a sustained, strategic campaign in key areas around the world.

Os governos falharam no Rio — e se não chacoalharmos a questão não teremos razão para acreditar que alguma coisa venha a mudar. Por sorte, para o Planeta, esta movimentação já tem planos significativos encaminhados.

Governments failed us in Rio — and if we don’t shake things up, there’s no reason to think that they are likely to change. Fortunately for the planet, this movement already has some big plans under way.

Na Índia e na África do Sul, a liderança-350 e seus aliados estão desenvolvendo planos para a movimentação a nível nacional para alterar o desenvolvimento na direção de soluções de baixo CO2. Nos Estados Unidos, no Texas, alguns dos nossos estão preparando um trabalho pesado com a denominação Bloqueio da Areia Betuminosa. O plano é uma ação direta para ficar no caminho da Keystone XL pipeline

Areia betuminosa

In India and in South Africa, 350 leaders and allies are developing plans for national level mobilization to shift development plans more towards low carbon solutions. In the US state of Texas, some of our friends are preparing a bold action called the Tar Sands Blockade. They’re planning a very direct action that will literally stand in the way of the southern leg of the Keystone XL pipeline.

E no mundo afora grupos locais estão surgindo em novos locais – Teeran – 350 é um dos mais novos grupos no mapa — e sessões de trabalho de treinamento de líderes para a questão do clima continuam no reforço de nossa rede de ativistas e organizadores construindo o movimento. Neste momento começamos a conversar com as lideranças jovens do mundo inteiro para organizar sessões de trabalho em massa — uma série de treinamentos por toda parte devem acontecer nos meses que vem. A nossa movimentação já está conseguindo resultados mas sabemos que temos que seguir avançando.

And all around the world local groups continue to pop up in new places — 350 Tehran is the newest group up on the map! — and climate leadership workshops continue to train and strengthen our network of activists and organizers building this movement. In fact, just now we’re starting to talk with youth allies around the world about possibly organizing a mass workshop — a global series of movement trainings in the months ahead. Our movement is already achieving great things, but we know we need to step it up even further.

Não é nada fácil levar a frente um trabalho duro como este em tempos de dificuldades. Mas temos a esperança de conseguir dobrar a crise baseada na nossa coragem coletiva e força de vontade.

It’s not always easy to be doing such hard work in trying times. But if we have a hope to beat this crisis, it’s in our collective bravery and strength.

Onwards, Pr’a frente

Bill McKibben for the 350.org Team

Fiz agora uma atualização da minha caixinha Debian/GNU/Linux

Debian/GNU/Linux – uma workstation rodando num computador para botar nas coxas (laptop)

Tarcisio Praciano-Pereira

Uma maquininha porreta, escrevo, programo e mesmo me comunico com ela. Roda sem virus! Agora mesmo, assim sem maiores razões, o sistema me alertou que havia uma atualização, e cliqui no ícone das atulizaçoes.

E a coisa começou!

http://http.debian.net stable Release – Squeeze
Hit http://security.debian.org squeeze
Hit http://security.debian.org squeeze
Hit http://http.debian.net stable Release
Hit http://http.debian.net stable/main
Fetched 2,795 B in 1s (1,543 B/s)
Reading package lists… Done
Merging available information
Replacing available packages info,
Information about 28365 packages was updated.

Desktop Debian/GNU/Linux – uma workstation rodando num computador para botar nas coxas (laptop)

Atualizando a informação sobre pacotes. Cerca de 28365 pacotes foram atualizados. Vinte e oito mil trezentos e sessenta e cinco pacotes me oferece a minha distribuição Debian/GNU/Linux.

Fetched 512 kB in 1s (354 kB/s)
Reading changelogs… Done
(Reading database … 411507 files and directories currently installed.)

Descarregados 512 Bb em 1s (um segundo)
Lendo dados das alterações…fim
(Lendo o banco de dados … 411.507 arquivos e diretórios atualmente instalados. Quer dizer que na minha estação de trabalho, um laptop, eu tenho quatrocentos e onze mil, quinentos e sete arquivos e diretórios instalados pela minha distribuição Debian/GNU/Linux.

Preparing to replace python-crypto 2.1.0-2 (using
…/python-crypto_2.1.0-2+squeeze1_i386.deb) …
Preparando para substituir python-crypto 2.1.0-2 (usando
…/python-crypto_2.1.0-2+squeeze1_i386.deb) …
Unpacking replacement python-crypto …
Desempatando python-crypto …
Processing triggers for doc-base …
Processando os gatilhos para base de documentos…
Processing 1 changed doc-base file(s)…
Processando 1 mudança no arquivo da doc-base…
Registering documents with scrollkeeper…
Registrando documentos catalogo…
Setting up python-crypto (2.1.0-2+squeeze1) …
Processing triggers for python-central …
Processando gatilhos para python-central…

Distribuição atualizada em cerca de 2 minutos, é muito pai-d’égua mesmo trabalhar com software livre e de código aberto. Sem virus! sem programas proprietários. É a liberdade de aprender, criar e ensinar.

Voto Nulo – temos condições de limpar o terreiro político

Como votar Nulo: 000 + TECLA VERDE

Uma informação boa!!!
Você sabe como eliminar 90%
dos políticos corruptos em uma única vez? Isso mesmo, em uma única
vez…

Você sabe para que serve o voto nulo! Então use!

votar Nulo: 000 + tecla verde!

Agora,
você sabe porque você não sabe para que serve o VOTO NULO? Então,
vamos a um exemplo: Imagine uma eleição qualquer, onde
você não vê nenhum candidato que mereça a sua confiança.
Campanha vai e campanha vem, você se acha na obrigação de
escolher uma dessas figuras (o tal do “menos ruim”) e com
isso acaba afundando mais o nosso país!!!

E tem saída, é o voto nulo!

Se numa eleição ganhar o voto nulo, tem que haver outra eleição sem nenhum dos reprovados na eleição
anterior. Terreno mais limpo!

E se na outra você ainda não reconhecer ninguém que
mereça o seu voto, repita o voto nulo!

Aos poucos vamos conseguir limpar o terreno.

Segundo a legislação
brasileira, se na eleição houver 51% de votos nulos, o pleito é
ANULADO e novas eleições têm que ser convocadas imediatamente, e, o melhor,
os candidatos que concorreram e ficaram reprovados não podem concorrer na nova eleição! É disso que o Brasil precisa!

Isto já aconteceu: No Rio, eleições de Bom Jesus e Santo Antônio foram anuladas em  25/10/2008.  <br>

https://tarcisio.wordpress.com/2008/11/  <br>

Em Bom Jesus de Itabapoana, 20.821 votos nulos corresponderam a 89,23% dos votos válidos e o TRE teve que fazer nova eleição sem que o candidato reprovado pudesse novamente se candidatar. <br>

Podemos! <br>

Vamos repetir no  Brasil inteiro o exemplo de  Bom Jesus de Itabapoana! <br>

 

Não releja ninguém, nem irmão de ninguém, nem amigo de ninguém.

Um aplicativo para livrá-l@ dos irmãos Koch | Care2 Causes

An App To Get the Koch Bros. Out of Your Life | Care2 Causes.

Traduzido por Tarcisio Praciano-Pereira

An App To Get the Koch Bros. Out of Your Life

 

Querendo ou não você corre o risco de usar produtos das empresas dos irmãos Koch, estes mesmos que estão
por trás do que há pior na destruição da democracia: na destruição dos direitos trabalhistas, negando os efeitos funestos das indústrias sobre o meio ambiente,
são uns poucos exemplos. Eles estão por trás da “vitoria” do gov. Walker, no Wisconsin. Se você usar
toalhas de papel, roupas de licra, os Koch estão
entrando na sua vida.

Darcy Burner, um exprogramador da Microsoft que agora está em campanha para chegar ao Congresso Americano quer ajudá-la a se livrar dos irmãos Koch. Com este objetigvo Burner está desenvolvendo um aplicativo que irá ajudá-la a evitar os produtos das empresas dos Koch.

Como ele se expressa no the Guardian:

“Os Kochs vem gastando quantidades enormes de dinheiro para manter campanhas extremamente reacionárias e voltadas para o núcleo político de direita. A maioria dos americanos é contra esta forma de fazer política mas estão comprando os produtos que tornam possível a ação política dos Koch.Falamos de boicotes, mas os Koch estão envolvidos com tanta coisa que é difícil descobrir o que é deles.”

O aplicativo de Burner tem o objetivo de fornecer ao público informações sobre suas decisões na hora de fazer compras. ”Na primeira versão será possível que o usuário verifique o produto pelo código de barras.” Mas Burner deseja ir mais longe e quer que o seu programa fique pronto agora durante o ano eletivo — ele espera poder “alertar a usuária sobre lojas que tenham práticas lesivas nas questões trabalhista e do meio ambiente e inclusive apontar alternativas para estas lojas na vizinhança.”

Leia mais: http://www.care2.com/causes/an-app-to-get-the-koch-bros-out-of-your-life.html#ixzz1yihxlzpy