Gestores que apenas gostam de números e que não querem saber de pessoas são idiotas

Em 26 de Maio, no “FÓRUM PARA A COMPETITIVIDADE”, o conhecido gestor americano Jack Welch, como me repassou um bom amigo e blogueiro português, Brasilino Godinho, http://quintalusitana.blogspot.com, disse a respeito da sociedade Portuguesa (e quero adiantar que não o estou citando por concordar com suas ideas ou por que apoie as ideias arroladas sob o tema “competividade” ou assemelhadas, porém há nesta lista de itens algo que se aplica às empresas no Brasil e em particular  nossa Universidade.

O gestor americano elencou os seguintes pontos sobre Portugal em crise que encontro semelhanças grandes com muitas gestões que se fazem aqui contra os trabalhadores:

a) – “As pessoas são demasiado estáticas em Portugal”.
b) – “Os portugueses deveriam ter vergonha da degradação do País”.
c) – “É humilhante para os portugueses a percepção que o exterior tem
de Portugal, que é de uma contínua degradação e declínio ao longo dos
últimos anos”.
d) – “Cortem as ervas daninhas e terão um bonito jardim”.
e) – “Os gestores que apenas gostam de números e que não querem saber
de pessoas – mas elas existem na empresa – são uns idiotas”.

O item (a) se aplica bem à população, estudantil e mesmo de professoras de nossas Universidazdes, embora tenhamos  um sindicato combativo, apenas 50% das professores das universidades são sindicalizadas e com a observação de que nossos salários não são dos piores  o nosso sindicado, ANDES, leva a frente uma luta ferrenha para nos garantir boas condições de trabalho apesar do semblante alheio que governantes fazem de nossas lutas.

Em algumas universidade temos reitorias que nos acossam, produzem documentos de qualidade jurídica e até mesmo redacional discutíveis, que se vê obrigada a voltar a redigir quando mostramos que são inconsistentes, nega alguns Princípios Constitucionais, sendo o primeiro que “todo o poder vem do podo e em nome dele será exercido” que no nosso caso corresponderia a termos um Estatuto por nós aprovado e de cuja produção participassemos, e posteriormente que as leis complementares, Resoluções, Instruções Normativas, Portárias, primeiro passassem por um Colegiado Legítimo e mesmo, em alguns casos, fossem primeiro divulgados para todas as professoras, nos casos mais polêmicos, de  modo que todas nós fossemos ouvidas sobre a legislação que nos governaria.  Outro Princípio Constitucional  vulgarmente desrespeitado, e a Constituição não é bem uma lei que possa ser ignorada ou desrespeitada, é o da autonomia universitária pelo qual a Universidade tem autonomia para se reger administrativa e financeiramente e no que diga respeito à Ensino, Pesquisa e Extensão.

É preciso que não deixemos que a inércia nos embale numa rede explêndida dentro do calor sempre crescente da caatinga Nordestina, e que continuemos na batalha pelos nossos direitos. E uma forma de realizar isto consiste em SINDICALIZAÇÃO em massaSe você ainda não for sindicalizado posso pensar que está de braços cruzados. Se você estudante não participa ativamente da sua associação de classe estudantil posso pensar que você é uma alienada.

(b) se aplica devidamente corrigido, à UeVA, eu tenho muito respeito pelo meu trabalho e não deixo que as tentivas de privatização confundam o meu trabalho e a minha instituição com a venda de serviços em nome da Universidade que tenho sempre o cuidado de chamar de UeVA, a Universidade Estadual Vale do Acaraú. E tenho o orgulho de sentir que os nossos esforços tem produzido fruto, apesar da administração,  a UeVA cresce e já conta com vários mestrados em funcionamento.

c) é verdade que podemos correr o risco de ser humilhadas com a percepção que os de fora tem de uma universidade que aparenta distribuir cursinhos de Santa Catarina ao Pará, mas sempre podemos fazer, como faço: “separe as coisas, eu sou professor da UeVA!

d) Era preciso cortar as ervas daninas, sem dúvida.

e) Em vez de gestores que apenas visam números, os “números da UVA“, por exemplo, era preciso que nos juntassemos fortes sob o nosso SINDICATO numa luta ferrenha por uma estatuinte que redefina o caminho da UeVA e garanta que ela continue a merecer o respeito do público que ela sempre vem servindo com seriedade. Na busca de administradores eleitos por nós, que nos representem e que conosco caminhem na construção de uma grande Universidade que a UeVA merece ser e que o Ceará precisa.

Tarcisio Praciano Pereira
Professor de Matemática
Curso de Computação da UeVA

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A Suécia é “tão verde” que se vê obrigada a importa lixo| Care2 Causes

Sweden is So Green It Has to Import Garbage | Care2 Causes.

 

Sweden is So Green It Has to Import Garbage

 

 

 

 

Sweden is So Green It Has to Import Garbage

 

Sweden’s successful waste-to-energy program converts household waste into energy for heating and electricity. But they’ve run into an unusual problem: they simply aren’t generating enough trash to power the incinerators, so they’ve begun importing waste from European neighbors.

 

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When it comes to recycling, Sweden is incredibly successful. Just four percent of household waste in Sweden goes into landfills. The rest winds up either recycled or used as fuel in waste-to-energy power plants.

Burning the garbage in the incinerators generates 20 percent of Sweden’s district heating, a system of distributing heat by pumping heated water into pipes through residential and commercial buildings. It also provides electricity for a quarter of a million homes.

According to Swedish Waste Management, Sweden recovers the most energy from each ton of waste in the waste to energy plants, and energy recovery from waste incineration has increased dramatically just over the last few years.

The problem is, Sweden’s waste recycling program is too successful.

Catarina Ostlund, Senior Advisor for the Swedish Environmental Protection Agency said the country is producing much less burnable waste than it needs.

“We have more capacity than the production of waste in Sweden and that is usable for incineration,” Ostlund said.

However, they’ve recently found a solution.

Sweden has recently begun to import about eight hundred thousand tons of trash from the rest of Europe per year to use in its power plants. The majority of the imported waste comes from neighboring Norway because it’s more expensive to burn the trash there and cheaper for the Norwegians to simply export their waste to Sweden.

In the arrangement, Norway pays Sweden to take the waste off their hands and Sweden also gets electricity and heat.  But dioxins in the ashes of the waste byproduct are a serious environmental pollutant. Ostlund explained that there are also heavy metals captured within the ash that need to be landfilled. Those ashes are then exported to Norway.

This arrangement works particularly well for Sweden, since in Sweden the energy from the waste is needed for heat. According to Ostlund, when both heat and electricity are used, there’s much higher efficiency for power plants.

“So that’s why we have the world’s best incineration plants concerning energy efficiency. But I would say maybe in the future, this waste will be valued even more so maybe you could sell your waste because there will be a shortage of resources within the world,” Ostlund said.

Ostlund said Sweden hopes that in the future Europe will build its own plants so it can manage to take care of its own waste.

 “I hope that we instead will get the waste from Italy or from Romania or Bulgaria or the Baltic countries because they landfill a lot in these countries. They don’t have any incineration plants or recycling plants, so they need to find a solution for their waste,” Ostlund said.

In fact, landfilling remains the principal way of disposal in those countries, but new waste-to-energy initiatives have been introduced in Italy, Romania, Bulgaria, and Lithuania.

It is also important, Ostlund notes, for Sweden to find ways to reduce its own waste in the future.

“This is not a long-term solution really, because we need to be better to reuse and recycle, but in the short perspective I think it’s quite a good solution,” Ostlund concluded.

 

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Hosted by Bruce Gellerman, “Living on Earth” is an award-winning environmental news program that delves into the leading issues affecting the world we inhabit. More about “Living on Earth.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A palavra do Reitor da Universidade de Coimbra

O sublime discurso
do Reitor da Universidade de Coimbra

Brasilino Godinho

No dia 19 de Setembro o Magnífico Reitor da Universidade de Coimbra, Professor Doutor João Gabriel Silva, pronunciou, na Sala dos Capelos da Universidade de Coimbra, um discurso de celebração do início das aulas.

Eis a integra do discurso do Professor João Gabriel Silva.
“Portugal já passou por momentos piores do que os atuais: a fome e a morte durante as grandes guerras do século XX, a noite de chumbo do Estado Novo e da guerra colonial, a guerra civil e as invasões francesas no século XIX, a perda de independência no final do século XVI e a guerra para a recuperar no século XVII, o garrote da inquisição dos séculos XVI ao XVIII, as pestes recorrentes na Idade Média, entre muitos outros.
Sobreviveremos também a esta crise, bem menor que essas outras. Portugal é um país de resistentes. Somos um povo que muitas vezes não se sabe governar, ou não teríamos chegado a esta situação, mas que sempre consegue descobrir a energia que lhe permite sair rijo da tempestade.
Quero por isso renovar a palavra simples que vos quis trazer quando tomei posse: o otimismo. Creio firmemente que a Universidade de Coimbra, graças ao intenso trabalho de todos, sairá reforçada desta crise.
Há, no entanto, um grave perigo que paira sobre nós: o envelhecimento. Uma Universidade é, em primeiro lugar, as pessoas que a compõem, e nenhum reitor pode assistir, sem manifestar a sua indignação, à progressiva degradação dos salários dessas pessoas. Mas também não pode assistir ao envelhecimento do seu corpo de professores, por indisponibilidade financeira para contratar tantos jovens brilhantes que ficam no desemprego. Estes jovens podem contribuir decisivamente para o avanço do conhecimento, a única verdadeira esperança para Portugal criar a riqueza necessária para sair da crise, e nós estamos a deixá-los inativos, ou a levá-los a emigrar contra a sua vontade. A crise que nos colocou nesta situação é-nos inteiramente exterior.
A Universidade de Coimbra, como outras universidades portuguesas, não tem dívidas nem pagamentos em atraso. No entanto, por sermos tão profundamente afetados por ela, sinto a obrigação de, em defesa da instituição que represento, me pronunciar sobre a origem da crise e sobre a forma de a debelar.
É neste contexto que pretendo realçar hoje duas propostas que reputo de centrais para a compreensão e resolução da crise. Não são inéditas mas, no meu entendimento, não têm tido a atenção prioritária que deveriam ter. Não quero produzir, como tantos, apenas uma declaração de oposição ao que está a ser feito por causa da crise: quero apresentar propostas concretas.
Em primeiro lugar, penso que é necessário definir melhor os limites do mandato dos nossos governantes. Sendo eleitos apenas pela geração atual, entendo que os Governos não estão mandatados para gastar o dinheiro das gerações futuras. Muitos dos jovens que sofrem os terríveis níveis de desemprego atual, e continuarão a sofrer no futuro próximo, nem sequer ainda tinham direito de voto quando foram tomadas muitas das decisões que nos levaram a esta situação. Tem de haver um limite ao que os governos podem pedir emprestado. A Constituição da República Portuguesa, garante da nossa liberdade e da nossa soberania, que por causa disso estabelece tantos limites à ação dos Governos, tem de conter também balizas para o endividamento, pois neste momento nada limita mais a nossa soberania, a nossa capacidade de escolher o nosso destino, a nossa liberdade, do que o peso sufocante da dívida. A Constituição tem de nos proteger da dívida excessiva, tal como nos protege de tantos outros abusos de poder.
A segunda proposta é mais profunda. A estrutura de impostos em Portugal tem de começar a mudar. A recente decisão do Tribunal Constitucional de declarar inconstitucional o corte dos subsídios salariais na função pública, “por violação do princípio da igualdade”, convoca-nos para a discussão do que poderá ser uma distribuição justa do peso da dívida. Sendo a matéria em apreço de nível constitucional, importa lembrar que o objetivo último da organização da sociedade é permitir a todos viver com dignidade, quer agora quer no futuro. Nos tempos atuais poucas circunstâncias comprometem mais esse objetivo do que o desemprego, que leva à falta dos recursos mínimos indispensáveis a essa dignidade. Recuso por isso que a discussão sobre a distribuição do peso da dívida se reduza à discussão da sua repartição entre os salários do setor público e os salários do setor privado. Temos sim de encontrar mecanismos que retirem esse peso dos rendimentos do trabalho, parando e até invertendo o crescimento da carga fiscal sobre os salários. Se os custos com as pessoas são muito elevados, todas as instituições e empresas vão tentar ter o mínimo de pessoas, e ninguém as pode censurar por isso. É uma questão de sobrevivência. A carga fiscal muito elevada sobre o emprego é causa direta de desemprego. Reconheço que, em tempo de crise, não se pode pedir ao Estado para prescindir de receita. No meu entendimento há duas origens alternativas aos rendimentos do trabalho: os recursos naturais não renováveis e as transações financeiras. Vou debater apenas esta última pois não podemos esquecer que a origem primeira da atual crise é o descontrolo dos mercados financeiros, com a sua quase ilimitada capacidade para gerar especulação tóxica.
Defendo a introdução em Portugal de um imposto sobre as transações financeiras. Não é uma ideia nova; já foi muitas vezes aplicada em vários países. Por exemplo, no Brasil foi um dos instrumentos centrais que permitiu sair da época de hiper-inflação do final do século passado e entrar no atual período de forte desenvolvimento. Custa-me que em Portugal quase nunca se fale deste assunto, apesar de ser um importante motivo de discussão na Europa. Ainda agora uma sua versão bastante mitigada foi introduzida em França, e a chanceler alemã também a defende, como forma de financiar os mecanismos de estabilização financeira europeus
Uma variante particularmente conhecida foi proposta pelo já falecido Prémio Nobel da Economia James Tobin como forma de estabilização dos mercados cambiais, sendo por isso conhecida como “taxa Tobin”. A ideia é aplicar a todos os movimentos bancários um imposto muito baixo, por exemplo de apenas 1%. Pode parecer pouco, e é pouco de facto, mas o volume das transações bancárias diárias é tão elevado que mesmo uma taxa baixa geraria montantes relevantes.
Portugal é um país particularmente adequado para uma taxa deste tipo, pois tem um sistema bancário muito evoluído, e um sistema de pagamentos eletrónicos dos mais avançados e mais abrangentes do mundo. É um imposto muito simples, pois não envolve o preenchimento de declarações por parte dos cidadãos, e muito robusto contra evasões fiscais, pois quase todo o dinheiro passa pelos bancos. A maioria esmagadora do dinheiro, como é bem sabido, nunca chega a ter a forma de nota ou moeda, sendo apenas um valor que viaja entre contas bancárias.
Há muitas vantagens neste mecanismo. Em primeiro lugar, alarga muito a base tributária para além dos salários. Incide sobre todo o PIB e não apenas sobre os salários, que representam menos de metade do PIB. Acresce que o dinheiro movimentado na “economia informal” (há quem diga que corresponde a um adicional de cerca de 25% do PIB) também passa, em larga medida, pelos bancos, pelo que também essa economia passaria a ser tributada, gerando muito maior justiça social. Abrange ainda o capital especulativo, como aquele que é controlado por robots que fazem compras e vendas em alta velocidade para aproveitar as micro-oscilações dos mercados de câmbios e das cotações da bolsa. Ao perder uma parte do dinheiro especulativo em cada transação, mesmo que muito pequena, a especulação financeira inevitavelmente abrandaria e causaria muito menos estragos na economia real.
Repare-se que um imposto de apenas 0,5% sobre as transações bancárias equivale aproximadamente ao corte de 7% nos salários do setor privado que foi agora anunciado pelo governo, pois a sua base de incidência é muito mais larga. É muito mais justo aplicar 0,5% a toda a gente do que 7% a apenas alguns.
Este novo imposto deve ser consignado ao pagamento da dívida. Assim, todo o dinheiro que por esta via é retirado do sistema financeiro é-lhe devolvido logo a seguir, atenuando muito a perturbação que a sua introdução poderia trazer. A objeção principal que é apresentada a este tipo de imposto é a de que pode levar à fuga de capitais se for introduzido por um país isoladamente. A França, que acaba de o fazer, não parece ter esse medo, mas se for introduzido simultaneamente num conjunto grande de países é claramente melhor.
Permitam-me neste momento a reafirmação de um princípio. Nas palavras do nosso colega reitor da Universidade de Lisboa, António Sampaio da Nóvoa, no seu notável discurso do dia 10 de Junho deste ano, para os portugueses a Europa não é uma opção. É a nossa condição. Nós somos europeus, e só o podemos ser com muito orgulho, pois ter orgulho na Europa é ter orgulho em nós próprios. Eu tenho imenso orgulho em Portugal, nestas gentes que são as minhas gentes, com quem quero viver e junto de quem desejo morrer em paz, quando for a hora.
Penso que Portugal deve estar na linha da frente da criação deste novo imposto multinacional, pois os enormes sacrifícios que estamos a aceitar dão-nos essa autoridade. Ser membro da União Europeia, e da zona euro, dá a Portugal a possibilidade de intervir nos locais onde estas decisões são tomadas. As pessoas não podem continuar a ser a referência principal dos impostos.
Taxemos os robots, taxemos o dinheiro, libertemos as pessoas. Aliviando os salários ajudamos também a evitar a perigosa espiral regressiva em que estamos mergulhados, em resultado da brutal redução do poder de compra dos portugueses.
A UC declara-se desde já disponível para ajudar a desenhar os mecanismos concretos para operacionalizar estas duas propostas.”

Vamos fazer um carnaval no parlamento mais próximo?

Sim porque os “parlamentos” viraram mesmo casas de palhaço, estão cheios de capachos ou corruptos e junto com os governos perderam completamente o nosso respeito.

A Mascara, a única coisa séria que ainda resta!

É isto ocupadores, ou nos dão ou tomamos!
Alright occupiers, trick or treat,

Vamos para Brasilia fazer um carnaval no local certo, na praça do Congresso, ocupamos a praça e deixamos os palhaços presos lá dentro.
Let’s all go to Washington, DC, and have a Halloween night party!

E celebrar na palhaçada as eleições de mentira que eles estão
produzindo para que eles mesmo continuem dançando no espetáculo de roda, roda, e volta a sentar na cadeirinha!

Let’s celebrate the wonderful Coke/Pepsi presidential election now in progress … and the honest, feisty way our elected reps in Congress have conducted our nation’s business … pay tribute to the bold visions they’ve put forward.

Bring mask!
Há, não esqueça de trazer a roupa certo para o evento: a máscara! E faça um carnaval uma bacanal, o local serve para qualquer tipo de coisa.

CJ HQ
Anônimos, por supuesto, mijito!

PS Se Brasilia estiver muito longe, se dirija para para a camâra de vereadores mais próxima, a diferença mesmo é que os palhaços dalí ganham menos e portanto esbanjam menos! Mas a merda é a mesma.

PS And if you cannot make it to DC then party in front of the Bank of America in your community… outside your city hall… or in the squares.

E o convite pode ir pelo Facebook#HALLOWEENPARTY
Invite your friends via the Facebook event: #HALLOWEENPARTY

PS- Halloween é uma espécie de carnaval dos americanos….

100 Milhões de mortos, um trilhão de Dolares perdidos, é o resultado de um estudo, devido às mudanças climáticas até 2030 | Common Dreams

100 Million Dead, Trillion of Dollars Lost from Climate Change by 2030, Estimates Study | Common Dreams.

Tradução parcial de Tarcisio Praciano-Pereira


Embora não concorde com a análise que está muito centrada em finanças, acho que é válido a tradução. Haveria que considerar os riscos políticos que são muito maiores, como guerras para dominar recursos naturais e a própria destruição das economias ou mesmo de todo o processo cultural da Humanidade num prazo muito curto – veja-se a atitude suicida expressa na busca de petróleo nos mares em particular no Ártico que está colocando em posição de beligenrante Russia, EUA e UE, todos correndo já com plataformas montadas uma ameaça clara ao frágil ecosistema do polo. Ou uma multinacional de alimentos que já declarou que deixaria 1,5% da água potável total do Universo, fora dos seus objetivos, disponível para os pobres….O sistema econômico da Europa está muito frágil, observe-se o que acontece na Espanha, em Portugal, e na Grécia.


 

Até 2030, 100  milhões de mortos, um trilhão de dolares perdidos  devido às mudanças climáticas, é o resultado de um estudo.

Common Dreams staff

Uma análise recente chama atenção para os riscos das mudanças climaicas se estas continuarem a ser ignoradas pelos governos.

São os resultados do estudo  “Climate Vulnerability Monitor”  contratado por 20 países desenvolvido por DARA – uma organização de pesquisa e ações humanitárias.

O estudo relaciona os impactos sobre 184 países durante o período 2010-2030 considerando um largo espectro de efeitos. Entre os indicadores estudados se encontram:  fome, cancer de pele,  elevação do nível d’água do mar, poluição, deterioração da pesca,  degradação da biodiversidade, degradação das florestas.

Jeremy Hobbs falou para  Reuters, os custos da falta de ação política são formidáveis.

Apenas as perdas em pesca e agricultura estaria na faixa de 500 bilhões de dólares por volta de 2030 estando na mira os países pobres.

Connie Hedegaard,  o chefe da agência Européia de Clima, obsrva que as variações extremas no comportamento do tempo já não são mais uma questão de futuro e as pessoas já começam a encará-las como “normais”.

Este é o segundo relatório produzido por DARA e será apresentado oficialmente em Nova Iorque na quarta-feira.

Enquanto 1,3 bilhões de seres humanos ainda se encontram na fase primária de desenvolvimento, as grandes economias mundiais estão se debatendo em crises fincnceiras.

Um novo relatório do  Monitor tem o subtítulo “A Guide to the Cold Calculus of A Hot Planet (pdf),” (um guia frio para os cálculos num planeta quente).

  1. Falta de ações já custam à economia mundial 1,2 trilhões em prosperidade perdida.
  2. Rápida subida da temperatura.
  3. As perdas para países mais pobre já são extremas da ordem de 11% para estes países por volta de 2030.
  4. As grande economias também serão severamente afetadas, em menos de 20 anos a China vai ser infligida com perdas da ordem de 1,2 trilhões de dólares. Os EUA perderá 2% do seu produto bruto e a Índia mais de 5%.

O que é necessário para rebocar um carro em Sobral

O que é preciso para rebocar um carro em Sobral, no Ceará. Claro, quando o dono do carro é um candidato a vereador de oposição aos que pensam que são donos do poder em Sobral. Isto é o que podemos chamar de manifestação da democracia.

Tarcisio

—– Forwarded message from YouTube Service <noreply@youtube.com> —–

From: YouTube Servicecompartilhou um vídeo com você no YouTube:

ANDERSON DO VLT  PERSEGUIÇÃO POLÍTICA
http://www.youtube.com/watch?v=hUSkjXCAjwk&feature=em-share_video_user

Ajude o Anderson do VLT, ajude a você mesmo, ajude a nós todos.

Uma luta se faz com força de vontade, com bravura e destemor. Nos últimos dias um lutador chamado de Anderson do VLT deixou claro o porquê de suas manifestações quando não aceitou as imposições praticadas na Av.Jhon Sanford. Ele não quer que as pessoas sofram com autoridades públicas autoritárias, mas nos últimos dias está sofrendo devido a perseguições políticas. Neste sábado Anderson foi humilhado e o seu carro que além de ser a ferramenta para seu trabalho, é também um instrumento para sua luta. A pampa do mesmo foi sequestrada pelo atual governo de forma autoritária,  rebocada da frente de sua casa sem motivo algum, pois existiam vários carros na rua estacionados da mesma forma. Sem autorização para levá-la, os guardas do Ronda com alguns agentes de trânsito e um rebocador da GUIAUTO, empresa que não é ligada ao DETRAM, executaram o mando sem piedade e levaram a força a pampa do Anderson.
O lutador Anderson sofre mais esse abuso de autoridade por parte dos que pensam que são donos do poder em Sobral, mas o poder é nosso, está nas nossas mãos. Ninguém saberá em que você tiver votado, vote, portanto com toda a liberdade e escolha quem mereça o seu voto.

não reeleja ninguém, nem irmão de ninguém, nem amigo de ninguém