100 Milhões de mortos, um trilhão de Dolares perdidos, é o resultado de um estudo, devido às mudanças climáticas até 2030 | Common Dreams

100 Million Dead, Trillion of Dollars Lost from Climate Change by 2030, Estimates Study | Common Dreams.

Tradução parcial de Tarcisio Praciano-Pereira


Embora não concorde com a análise que está muito centrada em finanças, acho que é válido a tradução. Haveria que considerar os riscos políticos que são muito maiores, como guerras para dominar recursos naturais e a própria destruição das economias ou mesmo de todo o processo cultural da Humanidade num prazo muito curto – veja-se a atitude suicida expressa na busca de petróleo nos mares em particular no Ártico que está colocando em posição de beligenrante Russia, EUA e UE, todos correndo já com plataformas montadas uma ameaça clara ao frágil ecosistema do polo. Ou uma multinacional de alimentos que já declarou que deixaria 1,5% da água potável total do Universo, fora dos seus objetivos, disponível para os pobres….O sistema econômico da Europa está muito frágil, observe-se o que acontece na Espanha, em Portugal, e na Grécia.


 

Até 2030, 100  milhões de mortos, um trilhão de dolares perdidos  devido às mudanças climáticas, é o resultado de um estudo.

Common Dreams staff

Uma análise recente chama atenção para os riscos das mudanças climaicas se estas continuarem a ser ignoradas pelos governos.

São os resultados do estudo  “Climate Vulnerability Monitor”  contratado por 20 países desenvolvido por DARA – uma organização de pesquisa e ações humanitárias.

O estudo relaciona os impactos sobre 184 países durante o período 2010-2030 considerando um largo espectro de efeitos. Entre os indicadores estudados se encontram:  fome, cancer de pele,  elevação do nível d’água do mar, poluição, deterioração da pesca,  degradação da biodiversidade, degradação das florestas.

Jeremy Hobbs falou para  Reuters, os custos da falta de ação política são formidáveis.

Apenas as perdas em pesca e agricultura estaria na faixa de 500 bilhões de dólares por volta de 2030 estando na mira os países pobres.

Connie Hedegaard,  o chefe da agência Européia de Clima, obsrva que as variações extremas no comportamento do tempo já não são mais uma questão de futuro e as pessoas já começam a encará-las como “normais”.

Este é o segundo relatório produzido por DARA e será apresentado oficialmente em Nova Iorque na quarta-feira.

Enquanto 1,3 bilhões de seres humanos ainda se encontram na fase primária de desenvolvimento, as grandes economias mundiais estão se debatendo em crises fincnceiras.

Um novo relatório do  Monitor tem o subtítulo “A Guide to the Cold Calculus of A Hot Planet (pdf),” (um guia frio para os cálculos num planeta quente).

  1. Falta de ações já custam à economia mundial 1,2 trilhões em prosperidade perdida.
  2. Rápida subida da temperatura.
  3. As perdas para países mais pobre já são extremas da ordem de 11% para estes países por volta de 2030.
  4. As grande economias também serão severamente afetadas, em menos de 20 anos a China vai ser infligida com perdas da ordem de 1,2 trilhões de dólares. Os EUA perderá 2% do seu produto bruto e a Índia mais de 5%.

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