No hay solución

Editorial

Del Diário de la Libertad

http://www.diariolibertad.org.mx/dlib/index.php

No hay solución.

Si bien es cierto que lo único que lograron Netanyahu y Ehud al bombardear a los palestinos y matar al líder militar de Hamas, es que los musulmanes (chiítas, sunitas y alauitas, una rama chií de la que, sin ser cierto dicen cosas muy negativas; como que las mujeres no tienen alma) olvidaran sus diferencias y se unieran.

Cabiendo aclarar que las diferencias, sus dirigentes las disfrazan de teológicas, pero en el fondo, como sucede con todas las religiones y sus sectas, son económicas.

Pues aduciendo unos y otros que ellos son los que tienen la razón, tratan de ganar feligreses y prosélitos; los que finalmente significan poder y dinero, mucho dinero.

Como puede suceder y ha sucedido en cualquier otra parte del mundo, que la agresión extranjera zanja las diferencias políticas y une a los pueblos ante los enemigos comunes.  Lo cierto es que el problema palestino-israelí, no tiene solución.

Y no viene a raíz de la Segunda Gran Guerra en la que su territorio fue mutilado para crear el estado Judío, sino desde miles de años antes, cuando el lugarteniente de Moisés, el tal Josué, con la divina ayuda de don Jehovah y sus trompetas derribadoras de murallas, destruyó las que defendían a Jericó y permitió que su pueblo escogido masacrara a 130 mil palestinos; esclavizando a sus hijos y violando a sus mujeres en un intento de terminar con la estirpe de su sangre.

Por lo que a pesar de que todos se han unido, hasta Qatar, Turquía, la Arabia saudita y Jordania, que son los que más se han mostrado proclives para derribar a Bashar al Assad, poco podrán hacer ante el poderío de “Los hijos escogidos de Dios”, que a falta de trompetas divinas, hoy cuentan con cientos de bombas atómicas que desde sus escritorios fácilmente podrían estallar; pues de los susodichos Netanyahu y Ehud, se puede esperar cualquier cosa.

Pues a pesar de que EEUU no está en condiciones de intervenir en una nueva guerra, pues su situación económica no se los permite; y pensar en elevar los impuestos para defender a los judíos se considera por el momento impensable, la superioridad bélica que les dan las armas atómicas es como para aplastar a cualquiera de sus vecinos.

Por lo que de nueva cuenta, a los que deseamos la paz, solo nos queda la esperanza de que China y Rusia le pongan un “hasta aquí” al par de orates judíos; pero mientras sigan al frente del Gobierno de Tel-Aviv los citados Netanyahu y Ehud, cualquier cosa puede pasar. 

Sobre todo porque vienen elecciones en Israel para principios del año entrante y, como todos los políticos enfermos de poder, no quieren retirarse.

Pero también, los que no deseamos más guerras, podemos hacer algo desde nuestras modestas trincheras; y es llevar a cabo un boicot a las transnacionales, que manejadas por los banqueros sionistas, son los instrumentos de que disponen para allegarse el dinero que necesitan para seguir cobardemente haciendo de las suyas.

 

Não use a bozina, seja mais evoluída, use o celular

Talvez você não saiba, ignorância de alguns princípios básico de Física: todos os fênomenos de propagação de onda, o som, a luz, ondas
magnéticas em geral, se expandem radialmente a partir do ponto de emissão, olhe a figura.

Então você chega em casa, estaciona sua possante máquina em frente da casa ou do prédio de apartamentos e aciona a bozina para
avisar alguém lá dentro que você acabou de chegar.

O som da bozinha se espalha em todas as direções e você, além de avisar à pessoa querida que você está presente no portão, incomoda os
vizinhos à esquerda, á direita para frente e para traz com o impertinente ruído, que eu sei, lhe parece tão agradável, da bozina. É que nem todos tem o
mesmo gosto que você tem…

E tem uma saída fácil, tecnologicamente avançada, para este pequeno problema que no passar dos dias se acumula numa grande chateação para
toda a vizinhança, fora o fato de que você se encontra em plena ilegalidade.

É, você, com o uso da bozinha, se transformou num “marginal”,
que significa à “margem da lei”, chato não? A lei, expressamente, proibi o uso inócuo de bozina, leia a lei! Aliás, ninguém pode ignorar a lei!

Como evitar de ser um marginal e ficar dentro da lei parando de incomodar a vizinhança? Simples, use o celular para informar
a pessoa amada que você chegou
e está ansiosa para vê-la. Simples, não?

Além de tirá-la da inconveniente situação de marginal, você ganha alguns pontos no que diz respeito à sua segurança, por exemplo, ao ver
o número do celular a pessoa amada, ou talvez simplesmente a emprega doméstica, tem segurança de que vai abrir o portão para a pessoa
certa. Seria o primeiro ponto!

Outro ponto, e isto você já sabe, inclusive avisou ao pessoal de casa: “gente, somente abrir quando eu
bozinhar quatro vezes
“, claro que somente pode ser poristo que, quando você chega, tem bozinhar
quatro vezes seguidas, é o código! Agora, com o
celular, o código é o número do celular, limpinho, sem ruídos, tecnológicamente avançado, que beleza! Não?

O último ponto, e sei que este é o que mais o preocupa, você sai da ilegalidade,
deixa de ser uma marginal da lei, e tudo isto, deixe-me
enfatizar, pelos meus vícios tecnológicos, você ainda galgou alguns graus na tecnologia. E depois, como você bem sabe, a privada de
telecomunicações todos os dias está a incomodá-la com um aviso de que você já tem pontos suficientes para comprar um novo celular,
aproveite, e gaste apenas os pontos, compre um celularzinho de quarta ou quinta classe
apenas para ficar dentro do carro, sem grandes gastos,
coloque o mínimo possível de créditos porque ele nem mesmo precisa ser atendido:
basta que a pessoa do outro lado veja o número e já
sabe que é você que está ansiosa, parada no portão.

E ao finalizar eu observei que tem mais um ponto positivo nesta história, pelo menos para mim, sou sincero,
você estará dando um cano na privada de comunicações, está fazendo
uso do serviço da privada para avisar que está chegando, mas como ninguém vai atender, não há custos.
Você esta usando os serviços da
privada sem custos, que delícia, não? Não posso negar que eu tenho um verdadeiro delírio em dar canos nas privadas!

A vitória de Obama foi um triunfo da organização popular em oposição à indústria da privatização das eleições

A vitória de Obama foi um triunfo da organização popular em oposição à indústria da privatização das eleições

Organizadores locais espalhados pelos Estados Unidos da America trabalharam extensivamente e ostensivamente para ganhar estas eleições para Barack Obama. Agora é preciso mostrar-lhe os valores que este grupo tem para incluí-los na agenda do governo.

by Van Jones publicado na Yes-Magazine

Tradução modificada de: Tarcisio Praciano-Pereira leia o texto original aqui.

 

12 de novembro de 2012

Van Jones-CAP-555.jpg

Foto do Center for American Progress.

A grande vitória de Obama na última terça-feira foi uma vitória da classe média e uma rejeição da industria privatista das eleições, uma rejeição da influência do dito poder econômico no direcionamento da política ao mesmo tempo que representa a fala de uma nova geração de americanos indicando que eles são uma força a ser considerada.

“Nos últimos da eleição comecei a colocar em dúvida a versão da fala oficial que estava supervalorizando o salto do entusiasmo”. Na verdade esta conversa significava (e significa) uma distorsão do verdadeiro fenômeno que representam os organizadores municipais, uma nova leva de indvíduos que vieram alterar o espectro político envelhecido e invilecido no caso americano pela existência de dois partidos idênticos e igualmente vendidos aos interesses econômicos. Não interessa à esta outra indústria, a da “mídia”, reconhecer a existência deste novo fenômeno que também está por trás das ocupações. No caso brasileiro se encontra em formação também este movimento, infelizmente atrapalhado pela existência de partidos que representaram os interesses populares e que, da mesma forma como nos Estados Unidos se venderam a grupos econômicos. É preciso que estudemos o que se passa nos Estados Unidos para desenvolver o nosso próprio sistema de organização popular, que embora tenha que ser marcado pelas nossas próprias características, não vai poder ser muito diferente do que acontece na America do Norte porque as razões são muito parecidas.

Por exemplo, toda a direita que sabe e pode falar e se manifesta via mídia, tentou transformar em gozação o trabalho organizacional típico de formigas, paciente e incassável das comunidades nos Estados Unidos. Das vitórias parciais e escondidas, como no caso de Wisconsin em a derrubada do governador republicano foi evitada por um golpe administrativo contra as eleições precedido de uma campanha publicitária multimilionária que ainda assim sairia perdendo não for o termino das eleições antes da hora com milhares de eleitores frustados na filas de votação. Há lições para serem aprendidas assim como fatos que precisam ser publicados para reforçar a nossa autoestima e nossa vontade de luta.

Um dos exemplos desta fala destrutiva, mas fortemente perigosa, veio de uma conhecida política, felizmente hoje um pouco decadente, que afirmava que os prefeitos de cidades pequenas eram os verdadeiros líderes comunitários tentando assim tirar do foco o trabalho dos lideres comunitários.

É preciso nos convercermos que nós, os organizadores locais e comunitários usamos do direito da última risada.

Entre nós, no Brasil, fenômenos semelhante está se processando e é preciso que nos conscientisemos dos fatos e nos organizemos melhor para conseguirmos as vitórias necessárias para a reorganização da sociedade voltada para o interesse de todos. Eu vivo numa pequena cidade dominada por uma oligarquia que quase perdeu as eleições pelos nossos erros de organização que se justificam pelo alto poder de convencimento que as oligarquias ainda têm mas que aos poucos se esvai em parte pela liberdade da Internet que nos permite de fazer o contraponto das falsas notícias da chamada indústria da mídia. Mesmo em cidades grandes, como Fortaleza, a vitória dos grupos oligarcas se deu por pequena margem ainda assim por erros táticos que cometemos e pela presença ainda importante de líderes fajutas que ainda são escutados. Aqui também precisamos nos organizar melhor e o exemplo da organização popular americana precisa ser estudado e absorvido, lá eles vem com grande sucesso eliminando o conceito de liderança e definindo que o poder deve ser cuidadosamente ser distribuido sempre entre todos o que é uma tarefa muito dificil mas é a única forma de evitar a presença de lideres que sejam facilmente corrompíveis destruindo duma tacada todo o processo organizativo, como e o caso do chamado “partido dos trabalhadores” entre nós, ou mais anteriormente outros partidos igualmente vendidos.

Remember all those folks on the right who mocked the organizers who work patiently and tirelessly in communities across the country? The way they tried to tar President Obama for passing up lucacrative opportunities to instead take a job as an organizer on the South Side of Chicago? Recall, if you can bear it, Sarah Palin declaring that a small-town mayor is “sorta like a ‘community organizer,’ except that you have actual responsibilities”?

It turns out, community organizers got the last laugh.

“Nos últimos dias das eleições os portavozes da chamada mídia estavam fazendo uso intenso do que eles chamavam de salto do entusiamo na verdade era o trabalho para desmerecer e apagar a determinação dos eleitores e desmerecer o trabalho de base que prosseguia por baixo do foco dos radares. Quando sairam os resultados das eleições, na contagem dos votos, se viu que a coalisão de 2008 foi a vitoriosa, essa que era apontada apenas como um item secundário do jogo. E foram os organizadores comunitários que fizeram isto acontecer, tais como :

  • Ben Jealous and the NAACP registrou e fez vir às ruas mais de um milhão de afro-americanos no dia das eleições. Em Ohio, o voto dos negros pulou de 11% das eleições de 2008 para 15% em 2012. Nos estados-chave a percentagem de eleitores negros aumentou mesmo considerando que o número de eleitores cresceu por toda parte. Foi a prova da organização que saiu do seio da comunidade negra.

  • Hoodie Vote, Vote Mob, the Dream Defenders podem ser citadas de um elenco de organizações de jovens que tomaram conta dos campus universitários ou de suas vizinhanças nas cidades para fazer o mesmo trabalho de conscientização. Antes das eleiçoes, eu disse que se se a juventude não se manifestasse o presidente estaria “torrado.” Mas aconteceu que eles se levantaram e o fato é que o leitorado daqueles cuja idade fica abaixo dos 30 subiu de 18% em 2008 para 19% em 2012!

  • A campanha de Obama investiu na base como nunca antes foi feito. Em contraste, Karl Rove gastou centenas de milhões do dinheiro dos ricos num ataque que teve basicamente nenhum efeito saindo como um dos principais perdedores. Na quarta-feira, o veterano jornalista político John Avlon da CNN disse que nunca mais iria fazer caso das organizações de base.

Há lições importantes a serem tiradas destes últimos acontecimentos.

Por uma lado temos que contitnuar contando com o Presidente Obama para representar os nossos valores e falar em nome do ponvo que reelegeu.

Presidente Obama contou com a sua base e agora a sua base tem que contar com ele. Mas não iremos ficar sentados. Porém contamos com ele para nos representar e para falar em nome dos que o elegeram. O presidente tem que recusar qualquer barganha orçamentária que preserve as massivas isenções de impostos para os ricos. Ele também tem que salvar os programas de que a classe média e os pobres dependem dentro do eixo principal do orçamento.

Também temos que nos lembrar que os progessistas não tem o monopólio da organização de base. A direita com seu centro de apoio FreedomWorks e Americans for Prosperity investiu milhões em jovens e talentosos evanglistas que transformaram o Tea Party que obrigou que Washington olhasse mais para o problema do débito a lono prazo do que para a crise de emprego.

Finalmente, nós, os progressistas nem sempre demos as mãos aos organizadores comunitários ou simplesmente não colaboramos ativamente em nossas organizações. Com frequência somos chatos e doutrinários. As vezes ficamos por trás de assinaturas numa petição ou pedimos que a populaçaão entre na fila de apoio de uma instância a ser votada no Congresso em vez de sairmos efetivamente na luta corpo a corpo pelas grandes ideias. Não podemos fazer o movimento para trazer a população para as cabines eleitorais e depois partir para o velho jogo de intrigas políticas de Washington.

Em vez disto vamos demitir os lobistas e dar trabalho para organizadores de base. Vamos construir comunidades não apenas listas. Vamos dar poder aos nossos membros em vez de simplesmente ativá-los, e depois teremos que ouvi-los também. Isto não somente vai fazer o nosso movimento mais poderoso vai se tornar uma agenda permanente de que não se cortes orçamentários mas sim impostos mais justos que contam. Também tem uma crise de habitação, pontes e estradas que devem ser reparadas e uma quantidade incontável de indústrias de um novo tipo ecológico que devem ser descobertas e colocadas em função. Tem uma geração endividada e com falta de oportunidades que precisa ser considerada em novas oportunidades de emprego, tem muita Wall Street e muito pouco da Main Street dominando nossa economia.

Resumindo, a lição das eleições de 2012 foi esta: Que não se perca o respeito com a organização de base mas que não se fique com esta organização apenas com o objetivo das próximas eleições.


Van JonesVan Jones escreveu este artigo para YES! Magazine, uma organização americana de imprensa sem objetivos lucrativos, que funde ideias profundas com ações práticas. Van é um ativista de longo tempo, antigo assessor da White House, e co-fundador do Rebuild the Dream. Eu, Tarcisio Praciano-Pereira traduzi livremente incluindo meus pontos de vista.

Interested?

Quebra hidráulica do subsolo l Database – SkyTruth Drilling Alerts

Isto é o que você pode saber sobre o fracionamento hidráulico do subsolo na America do norte, e o que podemos saber sobre isto no Brasil?

Fracking Chemical Database – SkyTruth Drilling Alerts.

Fracking Chemical Database

A realidade do fracionamento hidráulico do subsolo americano

SkyTruthmaintains a database of chemicals that were reported by oil and gas drilling operators as being used in hydraulic fracturing operations. The database contains records for more than 27,000 frack operations from January 2011 through August 2012 in 24 US states.
SkyTruth believes that information like this should be freely available to the public for educational and research purposes, so we are making the entire database available online for anyone that wants to download it.

NOTE: some reports contain inaccurate location information in the original report provided by the operator.  That’s why there are a few dots out in the middle of the ocean.  We don’t know the correct locations, so we left them where they are.

Explore

Explore this data set in an interactive map.  Visit our friends at FracTracker.org.

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 Arkansas  New Mexico  Texas
 Califormia  North Dakota  Utah
 Colorado  Oklahoma  West Virginia
 Louisiana  Pennsylvania  Wyoming
 Montana

Download

Download the entire data set for your own research purposes.
See ourFrack Checmical Data Download page.

Frequently Asked Questions

Where does the data come from?
We acquire the data from the websiteFracFocus.org, which publishes voluntary disclosure reports produced by oil and gas drilling operators.  We have cleaned up and reorganized the data, and we have filtered out a few records (less than 1%) where we either could not access, or could not reliably extract data.

What’s in the database?
The database contains details about each fracking operation: location, date, well depth, volume of water, as well as details about chemicals used in the fracking fluid including name, quantity, and Chemical Abstract Service (CAS) number.  However, many of the chemical components included in the reports are withheld by the operator as “trade secrets”.

How Complete is it?
Unfortunately, the voluntary public disclosures available to us on the FracFocus website do not provide anything close to a complete disclosure data set.  We do not have reports for all the wells that have been fracked, and in the reports that we do have, many chemical components are explicitly withheld.  We are currentlyresearching the disclosure rate to try to estimate how much is missing.  Stay tuned, or download the data and assess its completeness for yourself.

What does it cost?
Nada.  Zip. Nothing.
Despite the fact that we have gone to considerable effort to compile this database, we believe that the best way to serve the public interest is to maximize the amount of research and education that can benefit from the availability of this data set.  So we’re giving it away for free to anyone that wants to use it for those purposes. All we ask for in return is a tip ‘o the hat when you publish your report.

How do I get it?
You can view and download the entire data set from ourFrack Checmical Database Download page.  You can also find the data set along with some great analysis and visualizations at FracTracker.org

What can I do with it?
You can use our data set free of charge for any non-profit, educational or research purpose. All we ask in return is that you acknowledge SkyTruth as the source of the data.  You can load it into excel, filter it, add up the totals and make your own reports. Use the standard API Number that is assigned to every well to match up our data with other state data to see what interesting things you find (or don’t find).  If you’re looking for ideas of what do do, email us at info@skytruth.org – we have lots of them!

You can validate out data by downloading the original reports from fracfocus.org, though you should note that sometimes the report PDFs are altered on FracFocus after they have been published.

If you find one that does not match, please let us know !

Um orgasmo astronômico

Que é inteiramente diferente de um astronômico orgasmo, obviamente.

eclipse solar

eclipse do sol visivel numa das costas Austrália

Foi um eclipse solar na quarta feira de manhã (da Austrália)  de tarde no Brasil e pode ser  visto no parke nacional Kakadu, ao note de Queensland na direção do sul oceano Pacífico.

Solförmörkelsen på onsdagsmorgonen lokal tid – tisdag kväll svensk tid – kunde ses längs en smal remsa från nationalparken Kakadu, via norra Queensland och ut över Stilla havet.

O espetáculo foi impressionante na região o eclipse foi total, em Sidnei foi de 67% enquanto que em Brisbane chegou a 84%. Foram dois minutros de de escuridão a grande atração.

Störst var skådespelet i norr, där förmörkelsen var fullständig. I Sydney täcktes inte mer 67 procent av solskivan som mest, medan 84 procent förmörkades i Brisbane.

 

Salvar as florestas é mais do que uma obrigação dos brasileiros – é um direito.

 

http://ligadasflorestas.org.br/?utm_source=polar_a&utm_medium=emailBR&utm_content=btn&utm_campaign=2012-11-13

 

A Liga das Florestas precisa de heróis. A fauna e a flora brasileiras estão em risco, e com elas o futuro do Brasil. Mas você pode ajudar a salvá-los. O Greenpeace lança, com outras organizações, um projeto de lei popular pelo desmatamento zero de nossas matas. Ao assinar a petição no site, e ao compartilhar e estimular seus amigos a fazerem o mesmo, você acumula pontos, ajuda a proteger um dos bens mais preciosos que o Brasil possui e ainda ganha prêmios. Participe!

 

 

 

Associação dos ex-deputados…

Má Despesa Pública: A incrível associação dos ex-deputados.

Má Despesa Pública

A incrível associação dos ex-deputados

Em vez de retornarem aos trabalhos que pretensamente teriam, continuam tentando permanecer nas tetas da loba: haja teta para tanta raposa

 

Uma confortável reunião dos responsáveis pelos problemas públicos

 

 
É isso mesmo, existe uma Associação de Ex-deputados da Assembleia da República (AEDAR) que, segundo o orçamento da Assembleia da República recebeu só este ano mais de 42 mil euros para a sua actividade. Se lhe parece muito, convém referir que sofreu um duro corte de 4,9 por cento face a 2011.
E o que faz a associação? A ver pela página no Facebook, com apenas 25 gostos, organiza passeios a Tomar e tertúlias com temas tão pertinentes como “Inovação Aprende-se”. No blogue da associação o último post data de Julho e refere-se a outro colóquio, desta vez com o tema “Como conviver com o seu corpo”. Um tema pertinente em tempos de troika.

 

Num exemplo de falta de transparência, o blogue da associação não explica como é gasto o dinheiro de todos nós. Fica-se apenas a saber que “o relatório, enviado a todos os associados da AEDAR, foi aprovado por maioria, tendo os participantes louvado a boa gestão e iniciativa da AEDAR”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

São Paulo vai morrer, depois Porto Alegre, em seguida Fortaleza…. | Vá de Bici

http://vadebici.wordpress.com/2012/05/29/sao-paulo-vai-morrer-e-porto-alegre-em-seguida/

São Paulo vai morrer, em seguida Porto Alegre, depois Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Belo Horizonte….  a não ser que alteremos o absurdo transporte individualizado destas caixinhas com ar-condicionado-poluido-pela-caixinha-que-trafega na frente.

No último sábado o Correio da Cidadania publicou artigo de João Sette Whitaker Ferreira, arquiteto-urbanista e economista, professor da Faculdade de Urbanismo da Universidade de São Paulo e da Universidade Mackenzie., sobre o presente e futuro da cidade de São Paulo. Porto Alegre, infelizmente está seguindo o mesmo modelo, graças a uma administração míope.

São Paulo vai morrer, Fortaleza, Belo Horizonte, Rio, Recife, Belém, ….

As cidades também morrem. Há meio século, o lema de São Paulo era “a cidade não pode parar”. Hoje, nosso slogan deveria ser “São Paulo não pode morrer”. Porém, parece que fazemos todo o possível para apressar uma morte anunciada. Pior, o que acontece em São Paulo tornou-se infelizmente um modelo de urbanismo que se reproduz país afora. A seguir esse padrão de urbanização, em médio prazo estaremos frente a um verdadeiro genocídio das cidades brasileiras.

Enquanto muitas cidades no mundo apostam no fim do automóvel, por seu impacto ambiental baseado no individualismo, e reinvestem no transporte público, mais racional e menos impactante, São Paulo continua a promover o privilégio exclusivo dos carros. Ao fazer novas faixas para engarrafar mais gente na Marginal Tietê, com um dinheiro que daria para dez quilômetros de metrô, beneficia os 30% que viajam de automóvel todo dia, enquanto os outros 70% se apertam em ônibus, trens e metrôs superlotados. Quando não optam por andar a pé ou de bicicleta, e freqüentemente demais morrem atropelados. Uma cidade não pode permitir isso, e nem que cerca de três motociclistas morram por dia porque ela não consegue gerenciar um sistema que recebe diariamente 800 novos carros.

Não tem como sobreviver uma cidade que gasta milhões em túneis e pontes, em muitos dos quais, pasmem, os ônibus são proibidos. E que faz desaparecer seus rios e suas árvores, devorados pelas avenidas expressas. Nenhuma economia no mundo pode pretender sobreviver deixando que a maioria de seus trabalhadores perca uma meia jornada por dia – além do duro dia de trabalho – amontoada nos precários meios de transporte. Mas em São Paulo tudo se pode, inclusive levar cerca de quatro horas na ida e volta ao trabalho, partindo-se da periferia, em horas de pico.

Uma cidade que permite o avanço sem freios do mercado imobiliário (agora, sabe-se, com a participação ativa de funcionários da própria prefeitura), que desfigura bairros inteiros para fazer no lugar de casas pacatas prédios que fazem subir os preços a patamares estratosféricos e assim se oferecem apenas aos endinheirados; prédios que impermeabilizam o solo com suas garagens e aumentam o colapso do sistema hídrico urbano, que chegam a oferecer dez ou mais vagas por apartamento e alimentam o consumo exacerbado do automóvel; que propõem suítes em número desnecessário, o que só aumenta o consumo da água; uma cidade assim está permanentemente se envenenando. Condomínios que se tornaram fortalezas, que se isolam com guaritas e muros eletrificados e matam assim a rua, o sol, o vento, o ambiente, a vizinhança e o convívio social, para alimentar uma falsa sensação de segurança.

Enquanto as grandes cidades do mundo mantêm os shoppings à distância, São Paulo permite que se levante um a cada esquina. Até sua companhia de metrô achou por bem fazer shoppings, em vez de fazer o que deveria. O Shopping Center, em que pese a sempre usada justificativa da criação de empregos, colapsa ainda mais o trânsito, mata o comércio de bairro e aniquila a vitalidade das ruas.

Uma cidade que subordina seu planejamento urbano a decisões movidas pelo dinheiro, em nome do discutível lucro de grandes eventos, como corridas de carro ou a Copa do Mundo, delega as decisões de investimentos urbanos não a quem elegemos, mas a presidentes de clubes, de entidades esportivas internacionais ou ao mercado imobiliário.

Esta é uma cidade onde há tempos não se discute mais democraticamente seu planejamento, impondo-se a toque de caixa políticas caça-níqueis ou populistas, com forte caráter segregador. Uma cidade em que endinheirados ainda podem exigir que não se faça metrô nos seus bairros, em que tecnocratas podem decidir, sem que se saiba o porquê, que o mesmo metrô não deve parar na Cidade Universitária, mesmo que seja uma das maiores do continente.

Mas, acima de tudo, uma cidade que acha normal expulsar seus pobres para sempre mais longe, relegar quase metade de sua população, ou cerca de 4 milhões de pessoas, a uma vida precária e insalubre em favelas, loteamentos clandestinos e cortiços, quando não na rua; uma cidade que dá à problemática da habitação pouca ou nenhuma importância, que não prevê enfrentar tal questão com a prioridade e a escala que ela merece, esta cidade caminha para sua implosão, se é que ela já não começou.

Nenhuma comunidade, nenhuma empresa, nenhum bairro, nenhum comércio, nenhuma escola, nenhuma universidade, nem uma família, ninguém pode sobreviver com dignidade quando todos os parâmetros de uma urbanização minimamente justa, democrática, eficiente e sustentável foram deixados para trás. E que se entenda por “sustentável” menos os prédios “ecológicos” e mais nossa capacidade de garantir para nossos filhos e netos cidades em que todos – ricos e pobres – possam nela viver. Se nossos governantes, de qualquer partido que seja, não atentarem para isso, o que significa enfrentar interesses poderosos, a cidade de São Paulo talvez já possa agendar o dia se deu funeral. Para o azar dos que dela não puderem fugir.

Faça as contas, 350 ppm de CO2 é o limite e estamos em 391.03 ppm

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Os cientistas dizem que 350 partes por milhão de CO2 na atmosfera é o limite máximo de segurança para a humanidade. Saiba mais sobre os 350 – o que significa, de onde veio, e como lá chegar. Leia mais»
Amigos e Aliados
Alliance for Climate Education, CYCAN, 1Sky, Energy Action Coalition GetUp!, IndyAct, SustainUS, Movimiento Agua y Juventud Internacionale
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350 Photo Uploads

350 ppm é o limite e atingimos 391,03

350 ppm é o limite e atingimos 391,03

Imagine que somos irmãos!

Publicado numa página noticiando como o movimento Occupy respondeu de forma pronta e efetiva em atender aos mais fracos de Nova Iorque de forma que nem a polícia ou a Cruz Vermelha pode fazer. 

E traduzido por mim, Tarcisio Praciano-Pereira, eu, também um sonhador.

 

Imagine there’s no heaven                      Imagine que não céu
It’s easy if you try                                  Fácil se você tentar
No hell below us                                     e nenhum inferno no andar de baixo
Above us only sky                                  acima apenas o ar, as núvens
Imagine all the people living for today       Im agina que vivamos pelo dia de hoje.

Imagine there’s no countries                    Imagine que não há países
It isn’t hard to do                                    Fácil se você tentar.
Nothing to kill or die for                           Nada pelo que morrer ou matar
And no religion too                                  e nenhuma religião também
Imagine all the people living life in peace  Imagine todo mundo vivendo em paz

You, you may say                                  Você até pode dizer
I’m a dreamer, but I’m not the only one     Eu sou um sonhador, sim, mas não o único
I hope some day you’ll join us                  e sonho que um dia você venha se juntar a nós
And the world will be as one                     que o mundo inteiro será um só

Imagine no possessions                          Imagine não ser dono de nada
I wonder if you can                                  Fácil, se você tentar
No need for greed or hunger                     Sem usura e nem fome
A brotherhood of man                              a irmandade dos seres humanos
Imagine all the people sharing all the world Imagine todos nós dividindo o mundo!

You, you may say                                   Você até pode dizer
I’m a dreamer, but I’m not the only one      que eu sou um sonhador, apenas não sou o único
I hope some day you’ll join us                   e espero que um dia você também seja um dos nossos
And the world will live as one                    e neste dia, então, vamos viver com um só

 

 

 

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