Ruas Disputadas, exibição de documentário e bate-papo com Caroline Samponaro. | 2º Forum Mundial da Bicicleta

Ruas Disputadas, exibição de documentário e bate-papo com Caroline Samponaro. | 2º Forum Mundial da Bicicleta.

1º FMB

Ruas Disputadas, exibição de documentário e bate-papo com Caroline Samponaro.

“Ruas Disputadas” (Contested Streets, E.U.A., 2008, 55min.) é um documentário que aborda os problemas do trânsito de Nova Iorque, desde o surgimento do automóvel, até a data de finalização do filme, 2008. De lá para cá, Nova Iorque sofreucaroline uma revolução na mobilidade: ruas foram fechadas para carros, vagas de estacionamento deram lugar a mesas e cadeiras e foram construídos cerca de 450km de ciclovias, retirando espaço que anteriormente era utilizado por automóveis.

Caroline Samponaro, da ONG Transportation Alternatives, de Nova Iorque, nos contará um pouco como foi essa transformação e como isso afeta a vida dos novaiorquinos.

A atividade acontecerá na quinta-feira, dia 22 de fevereiro, às 15h, no Teatro Bruno Kiefer.

2º Forum Mundial da Bicicleta

Nova oficina: O século XX e a formação das (so)ci(e)dades automotivas: fundamentos históricos das resistências ao “transporte ativo”.

by Marcelo Kalil

http://www.forummundialdabici.com/noticias/workshops/

Thomás Antônio Burneiko Meira – Mestre em Antropologia Social (USP), Docente do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Maringá (USP) e pesquisador vinculado ao Observatório das Metrópoles (Núcleo Maringá) – ministrará esta oficina que busca demarcar relações entre a dinâmica expansiva do capitalismo no último século e o delineamento de cenários citadinos historicamente voltados aos usos dos automóveis em larga escala. Mediante essa estratégica teórica, pretende-se identificar fatores, de longa duração, capazes de refrear a disseminação do “transporte ativo” nas grandes cidades, bem como estabelecer vinculações entre a possível superação do atual modelo hegemônico de deslocamento urbano e a necessidade de transformações sociais mais amplas.

Marcelo Kalil | janeiro 29, 2013 às 10:49 am | Categorias: Oficinas | URL: http://wp.me/p28YsQ-jG
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Gastos com um avião de guerra F-35 corresponde à alimentação de 2 milhões e duzentas mil pessoas, ou a construção de casas para mais de 652,000 pessoas.

http://www.jobs-not-wars.org/

Quando começamos esta pesquisa ficamos surpreendidos com apenas uma comparação, o custo de um avisão de guerra F-35, ao longo de sua “vida útil” corresponde ao custo para alimentar 2.200.000 pessoas famintas ou construir casas para mais do que 652.000 pessoas sem casas.  Eeste é o real custo de qualquer programa de guerra do qual a ínfima parte é o custo de 1.5 trilhões de dólares do “programa” F-35.Leia mais http://www.jobs-not-wars.org/  e decida-se por fazer alguma coisa contra o armamentismo no mundo inteiro. Torne-se um pacifista!

http://www.jobs-not-wars.org

2º Forum Mundial da Bicicleta

28/01: Reunião Aberta na Cidade da Bicicleta
by isadora

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Convidamos todxs xs interessadxs em colaborar para a realização do 2º Fórum Mundial da Bicicleta a participar, nesta segunda-feira (28/01), às 19h30, da Reunião Aberta de Organização do evento. O encontro será na Cidade da Bicicleta (Rua Marcílio Dias, 1091 – Porto Alegre/RS).

Precisamos de muitas mãos amigas para que de 21 a 24 de fevereiro, possamos promover, discutir e celebrar o uso da bicicleta sob diversas perspectivas.

Apareça e participe. Bicicletário no local.

A história de Rosa Parks virou um livro infantil de Fabrizio Silei

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História de Rosa Parks se torna livro infantil na pena de Fabrizio Silei – DN.SE.

Rosa Louise McCauley Parks (4 de fevereuri de 1913 – 24 de Outubro de 2005) foi uma ativista americana dos direito cívis que em 1955 se recusou a dar o seu lugar num ônibus a um passageiro branco pelo que foi presa dando início ao boicote que findou com esta prática racista no Alabama.


Rosaparks Rosa Parks com MLK num banco de praça

A história de Rosa Parks agora vira livro infantil pela pena do escritor italiano Fabrizio Silei

Conjur – Caso mensalão: um esclarecimento de Claus Roxin ao público brasileiro

Conjur – Caso mensalão: um esclarecimento de Claus Roxin ao público brasileiro.

Domínio do fato
Roxin faz esclarecimento ao público sobre mensalão

Por Luís Greco, Alaor Leite e Augusto Assis

É de conhecimento geral que o professor Claus Roxin esteve no Rio de Janeiro para receber um título de doutor honoris causa da Universidade Gama Filho e para participar do Seminário Internacional de Direito Penal e Criminologia ocorrido na Escola da Magistratura entre os dias 30 de outubro e 1o de novembro, em convite formulado por intermédio do professor Juarez Tavares. Por ocasião dessa visita, alguns meios de comunicação pediram a concessão de entrevistas, o que foi feito de bom grado. Em nome do professor Roxin e a pedido dele, na condição de seus alunos, gostaríamos de repassar ao público brasileiro os esclarecimentos feitos pelo professor em relação a alguns fatos divulgados nos últimos dias:

O professor manifesta, em primeiro lugar, o seu desgosto ao observar que a entrevista dada ao jornal Folha de São Paulo, concedida em 29 de outubro de 2012 e publicada em 11 de novembro de 2012,[1] ocasionou grande repercussão, mas em sentido errôneo. As palavras do professor, que se referiam apenas a aspectos gerais da teoria por ele formulada, foram, segundo ele, transformadas, por conta exclusiva do referido veículo, em uma manifestação concreta sobre a aplicação da teoria ao caso conhecido como “mensalão”. O professor declara, ademais, sua mais absoluta surpresa ao ler, no dia 18 de novembro de 2012, notícia do mesmo jornal, em que consta que ele teria manifestado “interesse em assessorar defesa de Dirceu”.[2] O professor afirma tratar-se de uma inverdade.

A redação final dada pela Folha de S.Paulo à referida entrevista publicada em 11 de novembro de 2012 é imprecisa, segundo o professor, as respostas não seriam mais do que repetições das opiniões gerais que ele já defende desde 1963, data em que publicou a monografia sobre “Autoria e domínio do fato” (Täterschaft und Tatherrschaft). A imprecisão deve-se ao título ambíguo conferido à matéria, que faz supor que houvesse uma manifestação sobre o caso ora em curso no Supremo Tribunal Federal brasileiro: “Participação no comando do mensalão tem de ser provada, diz jurista”. O professor não disse a seguinte frase a ele atribuída: “Roxin diz que essa decisão precisa ser provada, não basta que haja indícios de que ela possa ter ocorrido”, que é inclusive juridicamente duvidosa. A entrevista foi concluída com uma declaração posta fora de contexto, a respeito da necessária independência do juiz em face da opinião pública. Essa pergunta foi a ele dirigida não pela Folha de S.Paulo, e sim pelo magistrado aposentado Luiz Gustavo Grandinetti, na presença do professor Juarez Tavares, de Luís Greco e de Alaor Leite, estes dois últimos seus alunos. A Folha já havia terminado suas perguntas quando Grandinetti, em razão de uma palestra em uma escola para juízes (a EMERJ) que Roxin proferiria, indagou se havia alguma mensagem para futuros juízes, que, muitas vezes, sofrem sob a pressão da opinião pública. O professor respondeu a obviedade de que o dever do juiz é com a lei e o direito, não com a opinião pública.

A Folha, contudo, ao retirar essa declaração de seu contexto, criou, segundo o professor, a aparência de que ele estaria colocando em dúvida a própria isenção e integridade do Supremo Tribunal Federal brasileiro no julgamento do referido caso. A notícia do dia 18 de novembro vai além, afirmando: “O jurista alemão disse à Folha que os magistrados que julgam o mensalão ‘não tem (sic) que ficar ao lado da opinião pública, mesmo que haja o clamor da opinião pública por condenações severas’”. O professor recorda que nenhuma dessas ambiguidades existe na entrevista publicada pela Tribuna do Advogado do mês de novembro, entrevista essa concedida, inclusive, na mesma ocasião, à mesma mesa redonda, que a entrevista concedida à Folha.[3]

O professor declara tampouco ter interesse em participar na defesa de qualquer dos réus. Segundo ele, não só não houve, até o presente momento, nenhum contato de nenhum dos réus ou de qualquer pessoa a eles próxima; ainda que houvesse, o professor comunica que se recusaria a emitir parecer sobre o caso. Em primeiro lugar, o professor desconhece o caso quase por completo. Em segundo lugar, afirma que, pelo pouco que ouviu, o caso não desperta o seu interesse científico. O professor recorda que interesses políticos ou financeiros lhe são alheios, e que não foi sobre tais alicerces que ele construiu sua vida, sua obra e sua reputação. Por fim, o professor declara que não se manifestou sobre o resultado da decisão e que não tem a intenção de fazê-lo. Além disso, não está em condições de afirmar se os fundamentos da decisão são ou não corretos, sendo esta uma tarefa que incumbe, primariamente, à ciência do Direito Penal brasileira.

Estes são os esclarecimentos que o professor Claus Roxin gostaria de fazer ao público brasileiro, na esperança de que, com a presente nota, possa pôr um fim a essas desagradáveis especulações.

Munique, Alemanha, 18/11/2012.