International Nuclear Cemetery at Chernobyl under UN control

A secure place to nuclear waste from Fukushima

Tarcisio Praciano-Pereira

The place exists, its name is Chernobyl which is already a Nuclear Cemetery for the next two thousands years or more and Urania has the burden to take care of it. I am pointing to Chernobyl because Japan cannot be considered a safe place to hold the main Nuclear Cemetery. The region of Fukushima is already defined as Nuclear Cemetery by the contamination of the soil and the reactor

Uma infinidade de problemas: Tanques (primeiro plano), contendo água radioativa e prédios dos reatores (background) no No. 1 usina nuclear de Fukushima fotografados em fevereiro. (KYODO)

Uma infinidade de problemas: Tanques (primeiro plano), contendo água radioativa e prédios dos reatores (background) no No. 1 usina nuclear de Fukushima fotografados em fevereiro. (KYODO)

which is already entered there. It will be easier and safe to protected this relatively restricted waste where it is and perhaps there is no way to take if from there, it will be a limited  Nuclear Cemetery for the next two thousands years or more.

As well with Urania, the Japan cannot take this burden alone, the Humanity has to care for these two thousands years, or better said, for ever, not only of the Nuclear waste but even more of chemicals and nuclear weapons that we have produced during the last 70 years of development.

So a special agreement has to be undertaken with the people of Urania, not only with the government, but democratically with the whole population to spare a part of their country, which is in fact already dedicated to the be a Nuclear Cemetery, now to receive all the dangerous waste of

Chernobyl a Nuclear Cemetery for the next 2000 years.

Chernobyl a Nuclear Cemetery for the next 2000 years.

the Earth and to be carefully administered by the UN and paid for all the Humanity. In the same way the restricted  Nuclear Cemetery at Fukushima has to be under the control of UN for ever and the costs paid by all of us.

The above said do not mean that the responsible for the accident at Fukushima, namely TepCo, shall not be hold to answer for the crime committed and has to have its assets on hold to pay for these costs.

Sindicalisados protestam os cortes econômicos e passam pela assembleia do partido conservador

http://www.mirror.co.uk/news/uk-news/watch-unite-nhs-cuts-protest-2319656

Protesters dressed as zombie doctors and nurses joined the march and rally in Manchester to highlight the impact of Government policies on jobs and spending across the NHS

Killing the NHS: Zombie doctors and nurses dance
Killing the NHS: Zombie doctors and nurses dance
Unite

Thousands of people have taken to the streets to join a union protest against NHS cuts on the opening day of the Tory Party conference.

Up to 40,000 people are expected to join a march and rally in Manchester to highlight the impact of Government policies on jobs and spending across the health service.

The protest also drew attention to the “rapid sell-off” of the most lucrative parts of the NHS to private healthcare companies.

Demonstrators dressed as zombie doctors, nurses and patients while a flashmob broke into a performance of Michael Jackson’s Thriller in front of the gathered crowds.

Protesters assembled at Liverpool Road at 11am before marching to a rally in Whitworth Park, which is set to start around 2.30pm.

Protestar contra os abusos da indústria petroleira não pode ser considerado um crime

Dois ativistas do Greenpeace estão neste momento atrás das grades, na Rússia, por terem feito um protesto pacífico contra a exploração de petróleo no Ártico. A Justiça do país determinou que eles fiquem sob custódia por dois meses, até que a investigação sobre pirataria seja concluída. Enquanto você lê

Protestar, pacificamente, contra destruição do Ártigo não é crime

Protestar, pacificamente, contra destruição do Ártigo não é crime

este email, os outros 28 ativistas – incluindo a brasileira Ana Paula Maciel – que participaram da ação estão dando depoimentos numa corte russa, e podem ter o mesmo destino.

Ajude-nos a fazer pressão nas embaixadas russas para que libertem nossos ativistas!

Assine a Petição

Ontem, o próprio presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou publicamente que o protesto do Greenpeace não tem nada a ver com pirataria. Mas as autoridades de segurança do país continuam insistindo nessa hipótese. Nós não vamos nos curvar a ameaças, pois o maior risco nessa história continua sendo a exploração desenfreada de ecossistemas frágeis como o Ártico. Ativismo pacífico não é crime. É um direito de todo cidadão!

PS: Continue acompanhando o caso por nossos canais – site, Facebook, Twitter e Google+. Precisamos do seu apoio para que Ana Paula e os outros ativistas voltem para casa o mais breve possível.

Greenpeace protesta contra a exploração de petróleo no Ártico

Um protesto pacífico do Greenpeace contra a exploração de petróleo no Ártico desencadeou uma reação exagerada e ilegal das autoridades russas. A guarda costeira do país ocupou o navio Arctic Sunrise, que se localizava em águas internacionais, e prendeu seus 30 tripulantes – entre eles, a brasileira Ana Paula Maciel, de 31 anos.

As atividades da petroleira estatal russa Gazprom representam uma ameaça ao frágil ecossistema do Ártico. Para esconder isso, as autoridades do país querem confundir a opinião pública com acusações de pirataria sobre nossa organização.

O Greenpeace rejeita veementemente essa acusação, pois ela não se aplica a protestos pacíficos e seguros – como os que realizamos sempre. Os ativistas simplesmente escalaram a plataforma da Gazprom, no mar de Pécora, munidos de cordas e banners para alertar o mundo sobre os riscos da exploração de petróleo no Ártico.

A ocupação ilegal do navio Arctic Sunrise pela guarda costeira russa aconteceu na última quinta-feira. A tripulação está bem e foi escoltada até a cidade de Murmansk, na costa noroeste da Rússia. Ainda não sabemos que acusações formais serão feitas contra eles

Queremos nossos ativistas de volta em segurança. Para isso, precisamos de sua ajuda: envie uma carta à embaixada russa pedindo a imediata liberdade de Ana Paula e os outros 29 tripulantes do Arctic Sunrise.

Trocando exceção por excepcionalismo, na fala equivocada de Obama

Taking Exception to Exceptionalism

Trocando exceção por excepcionalismo

by Bernard Weisberger

Tradução: Tarcisio Praciano-Pereira

In the speech last week that put on hold his request to Congress to authorize the bombing of Syria’s chemical weapons sites, President Obama — no mean orator himself — faced a familiar orator’s problem. How would he end on a strong and upbeat note while announcing what was in fact a sensible retreat from his “red line” pledge dictated by clear and overwhelming evidence that both Congress and the public at large had no appetite for any more Middle Eastern interventions? How could he still defend America’s assertion of its role as the enforcer of the “civilized world’s” conscience even as he stepped back from the brink?

No discurso da semana passada em que foi apresentado ao Congresso  seu pedido de  autorização  do bombardeio de armazens de armas químicas da Síria , o presidente Obama – afinal um bom  orador – enfrentou o problema comum aos oradores:  como  terminar com uma nota forte e otimista ao anunciar o que era de fato um clara retração da sua “linha vermelha”  frente  às  provas claras e irrefutáveis ​​de que tanto o Congresso como o público em geral não tinha apetite para qualquer nova intervenção no Oriente Médio? Como ele poderia ainda defender a afirmação do papel dos Estados Unidos como o executor da consciência do “mundo civilizado”,  quando ele estaria recuando da beira do abismo?

The words he chose nodded in both directions. “America is not the world’s policeman,” he acknowledged. “[I]t is beyond our means to right every wrong.” Then he added: “But when with modest effort and risk” (something entirely impossible to guarantee) “we can stop children from being gassed to death. . . I believe we should act.” But why us alone? That cued the final trumpet flourish. “That’s what makes America different,” said the president. “That’s what makes us exceptional. With humility, but with resolve, let us never lose sight of that essential truth. Thank you. God bless you. And God bless the United States of America.” Pleased as I was with the outcome and its sequel so far, I couldn’t help thinking of George M. Cohan’s remark that “many a bum show is saved by the American flag.”

As palavras que ele escolheu teriam um duplo sentido. “A América não é o polícia do mundo”, reconheceu. “[I] está  acima das nossas possibilidades corrigir cada situação errada.” Mas então, ele acrescentou: ” Porém quando, com modesto esforço  e risco” (algo totalmente impossível de garantir) “podemos evitar que  crianças sejam mortas pelo gas … Eu acredito que devemos agir”. Mas,  por que nós sozinhos? a resposta foi o gancho para eco final da trombeta. ” Isto é o que torna a América diferente “, disse o presidente.” Isso é o que nos torna excepcionais. com humildade, mas com determinação, nunca vamos perder de vista o que é verdade e essencial. Obrigado. Deus te abençoe. e que Deus abençoe os Estados Unidos da América”.  Satisfeito pelo resultado  e sua continuação até este momento, eu não pude deixar de pensar da observação de George M. Cohan que “muitos shows vagabundos terminam sendo salvos pela bandeira americana”.

For there it was, the magic word, the popular core belief that we are the recipients of God’s special favor. Other nations, of course, believe much the same thing, but not with the broad sweep of the claim of America, where we do things on a grander scale. It is an essential truth, we say, that we are unique in history because prior to the modern age we had no history.

É o hábito, a palavra mágica, a opinião  popular que nós somos os destinatários de favores especiais de Deus. Outras nações, é claro, acreditam na mesma coisa, mas não com a ampla extensão da reivindicação da América, onde fazemos as coisas em uma escala maior. É uma verdade essencial, dizemos que somos únicos na história, porque antes da idade moderna  não tinhamos história.

Our national origin myth is that the United States was born in a state of immaculate innocence. Voiced best in the nineteenth century by the popular historian (and loyal Jacksonian Democrat) George Bancroft it ran like this: The discovery of a “New World,” the Renaissance, the Reformation and the “Enlightenment” of the eighteenth century were all overtures to the grand curtain raising on the birth of the United States. One of our christening gifts was a “virgin” continent sheltered by two oceans, ours to possess without obstruction except for the inconvenient presence of heathen savages without the power to resist modern weapons. The other, even more important, was a blank slate, scrubbed clean of the crimes, errors and follies, the wars and oppressions of the past. We could create, unhindered, whatever government we desired. We could invent a national character for ourselves in whatever form we wished.

O  mito que embala a  origem nacional é que os Estados Unidos nasceu em um estado de inocência imaculada. Na fala do  melhor historiador popular do século XIX   (e um leal  Democrata Jacksoniano) George Bancroft se expressou  assim: Na descoberta dum “Novo Mundo”, o Renascimento, a Reforma e o Iluminismo do século XVIII se tornaram a abertura da cortina no palco da  sensibilização sobre o nascimento dos Estados Unidos. Um dos nossos presentes de batismo era um “continente virgem”  protegida por dois oceanos, para  nossa posse sem obstáculos, a não ser  pela presença inconveniente de pagãos selvagens, sem o poder de resistir às armas modernas. A outra, ainda mais importante, era uma lousa branco, limpa de crimes, erros e loucuras, de guerras e opressões do passado. Poderíamos criar, sem restrições, qualquer que seja o governo que desejávamos. Poderíamos inventar um caráter nacional para nós mesmos, independentemente,  da forma que quisessmos.

What might that be? For the Puritan founder of Massachusetts, John Eliot, we were destined to be a “city on a hill,” the eyes of all mankind turned on us as, in his words, “a model of Christian charity.” In the sweeping imagination of Tom Paine, victory in the American Revolution, would give us the freedom to “begin the world anew.” Fourscore and seven years later, Lincoln announced that the Union’s survival in the Civil War was vital to the entire world, because it was an experiment in democracy whose failure would cause the very idea of popular government to perish from the earth.

O que poderia ser isto? Para o fundador puritano de Massachusetts, John Eliot,  estavamos destinados a ser uma “cidadela em uma colina”, os olhos de toda a humanidade  voltavam-se  para nós como, em suas palavras, “um modelo de caridade cristã.” Na imaginação radical de Tom Paine, a vitória na Revolução Americana, nos daria a liberdade para “começar um mundo  novo”, e oitenta e sete anos mais tarde, Lincoln anunciou que a sobrevivência da União na Guerra Civil foi vital para o mundo inteiro, porque foi uma experiência de democracia, cuja falha causaria a  idéia mesmo de governo popular a perecer na Terra.

In those forms, exceptionalism had a positive face. It inspired the signers of the Declaration of Independence to risk their lives, fortunes and sacred honor. It nerved nineteenth century reformers like abolitionists or women’s rights advocates to fight on to victory in the face of contempt, hostile laws and physical assaults. It gave trade unionists the courage to defy the bullets and billy clubs of repression in their struggle for the equal rights to which America’s founding documents entitled them. To progressives it furnished the patience to persist for years in legal and political battles to make real the Preamble to the Constitution’s oft-forgotten promise to “promote the general welfare.” And it shone again in the peaceful struggle of the modern civil rights movement to hold America to its promises.

Nestes termos, o excepcionalismo teve um lado  positivo. Ele inspirou os signatários da Declaração de Independência a  arriscar suas vidas, fortunas e honra sagrada. Deu energia aos  reformadores do século XIX, aos  abolicionistas ou às  mulheres na luta pelos direitos feminos  a lutar decididos até a vitória enfrentando  desprezo,  leis hostís e agressões físicas. Deu aos sindicalistas a coragem de desafiar as balas e cassetetes de repressão na sua luta pela igualdade de direitos uma vez que os documentos dos fundadores dos Estados Unidos lhes garantiam este  direito. Para os progressistas  forneceu a paciência para persistir por anos de batalhas legais e políticas para tornar real o preâmbulo, e a promessa muitas vezes esquecida da Constituição, de  “promover o bem-estar geral”.  E ela brilhou novamente na luta pacífica do movimento moderno dos direitos civis forçar  a América fiel às suas promessas.

But exceptionalism has another uglier mask. Its hidden core of arrogance has often turned it into a kind of nationalism-on-steroids that carries with it imperial swagger, the itch to crush dissent at home, and a defiant statement to the world that we’re free to ignore what Jefferson called “a decent respect to the opinions of mankind.” Re-branded as “Manifest Destiny” it was used to justify unnecessary invasions of Canada and Mexico, the eventual establishment of colonies in the Pacific and a period as the de facto suzerain over the weak governments of the Latin American nations of this hemisphere.

Mas excepcionalismo tem outra cara mais feia. Seu núcleo oculto de arrogância muitas vezes o transformou numa espécie de nacionalismo-on-esteróides que carrega consigo a arrogância imperial, a vontade de esmagar a dissidência interna, e uma indicação desafiante ao mundo que estamos livres para ignorar o que chamou Jefferson “o respeito digno às opiniões da humanidade”.  Re-marcado como “Destino Manifesto”, que foi usado para justificar as invasões desnecessárias do Canadá e do México, o eventual estabelecimento de colônias no Pacífico e um período como  suserano de facto sobre os mais fracos governos dos países latino-americanos deste hemisfério.

Curiously, both the benign and the sinister interpretations — the Jekyll and Hyde versions, we might say — have something in common, too long and too commonly neglected by our mythmaking historians. Neither of them is true. We have never been as “original” as they claim.

Curiosamente, tanto o lado benigno com as interpretações sinistras – as versões Jekyll e Hyde, poderíamos dizer – têm algo em comum, muito longo e muito comumente negligenciado pelos mitos criados por nossos historiadores. Nenhum deles é verdadeiro. Nós nunca fomos tão “originais”, como eles clamam.

Democracy was not invented here. Neither were capitalism or Protestantism, the distinguishing characteristics of the first British settlers in North America. Even as colonies we were part of a trans-Atlantic culture. Our books and arts, our faiths and our economic practices were imported mainly from Great Britain and Western Europe. The first simmers of revolt here rested on the colonists’ demand for “the rights of Englishmen” gained in the mother country by uprisings a century earlier that had beheaded one king and deposed another. The elite among our Patriot leaders were familiar with the works of the French philosophers who were busily undermining the intellectual foundations of their absolute monarchy. James Madison, often called “the father of the Constitution” for his heroic labors in the Convention, like many fellow members was familiar with the theories and performances of republics in ancient Greece, Renaissance Italy and the Swiss confederation and Dutch republic of their own time. Knowledge like that guided their own choices among the political and practical deals they had to make as, in your own words, the great charter was “hammered, reasoned, shaped, argued, cajoled and compromised into being.”

A democracia nem mesmo foi  inventada aqui. Tampouco o foram capitalismo ou o protestantismo, as características distintivas dos primeiros colonos britânicos na América do Norte. Mesmo como colônias nos faziamos parte de uma cultura trans-atlântica. Nossos livros e artes, nossas crenças e nossas práticas econômicas foram importados principalmente da Grã-Bretanha e Europa Ocidental. Os primeiros germes da revolta aqui repousava sobre a demanda dos colonos para ter “os direitos dos ingleses” ganhos nos países de origem por levantes que num século anterior havia decapitado um rei e deposto  outro. A elite entre os nossos líderes patrioticos estava familiarizada com as obras dos filósofos franceses que ocupados a minar os fundamentos intelectuais da monarquia absoluta. James Madison, muitas vezes chamado de “o pai da Constituição” por seu trabalho heróico na Convenção, como muitos membros e companheiros estava familiarizado com as teorias e performances das repúblicas da antiga Grécia, Itália renascentista e da confederação suíça e  república holandesa de seu próprio tempo . Conhecimentos deste tipo  os guiaram em suas próprias escolhas entre as ofertas políticas e práticas que tinham de fazer como, em suas próprias palavras, a grande carta foi “costurada, fundamentado, formada, discutida, seduzida e comprometida no processo de ser construída”.

As for creating a government on a blank slate free of crimes and errors?” No way. By 1787 it already had a century and a half of slavery and the theft of Indian land inscribed on it.

Quanto à criação de um governo em uma lousa em branco livre de crimes e erros? “De jeito nenhum. Em  1787 ele já tinha um século e meio de escravidão e roubo de terras indígenas inscritos nela.

That’s not to deny the radicalism of the American Revolution, or the early existence of new and especially American habits of speech and forms of art. Voting into existence a people’s government — even with a limited electorate at first — was a daring leap into unknown seas, bordered by powerful nations still ruled by hereditary absolute monarchs and aristocrats. We were as much a novelty as the new plants and animals that our frontier exploration parties kept bringing home — a process, it’s worth remembering, also going on in other newly “discovered” parts of the world.

Isso não é negar o radicalismo da Revolução Americana, ou a existência precoce de novas e, especialmente, hábitos americano de fala e formas de arte. A votação para a existência do governo do povo – mesmo com um eleitorado limitado no começo – foi um salto ousado em mares desconhecidos, fazendo fronteira com nações poderosas ainda governados por monarcas absolutos hereditários e aristocratas. Nós éramos como uma grande novidade como as novas plantas e animais que os nossos exploradores iniciais continuaram trazendo para casa – um processo, e vale a pena lembrar, também acontecendo em outras partes “recém-descobertas” do mundo.

But 1787 was two and a quarter centuries ago. The democratic ideal, if not the practice, has long perched its banners over most of the globe. Our own democracy is no longer a lusty infant, but one of the world’s oldest, plainly suffering plutocratic and imperial dysfunctions and in need of a thorough popular overhaul to reclaim its genuineness.

Mas 1787 se encontra a duzentos e vinte seis anos atrás. O ideal democrático, se não a prática, há muito tempo expandiu suas bandeiras pela maior parte do globo. Nossa própria democracia não é mais um bebê vigoroso e sim uma das mais antigas do mundo, claramente sofrendo disfunções plutocráticas e imperiais e na necessidade duma revisão minuciosa sob escrutínio  popular para recuperar a sua autenticidade.

The version of exceptionalism now peddled by tea party fable-makers has already done our economy noticeable harm. It convinces too many. It turns upside down our supposed hospitality to innovation by attempts to seal us off from learning anything from other, younger democracies. Improvements in health care, education, energy conservation — name your cause — are dismissed out of hand as “socialism,” bent on destruction of “the American way.” That kind of head-in-the-sand obstructionism is what we used to deplore in what we called “backward” parts of the globe. And what a useful tool it is for keeping the rich beneficiaries of our current unequal status quo in the top-dog position!

A versão do excepcionalismo agora vendia pelos criadores de  fábulas do “tea party”  já fez danos sensíveis à nossa economia. Ela convence a muitos,  vira de cabeça para baixo nossa suposta hospitalidade à inovação com suas  tentativas de fechar-nos aos  aprendizado de qualquer coisa de outras democracias mais jovens. Melhorias na saúde, educação, conservação de energia – inclua a sua causa – são descartadas como “socialismo”, empenhado na destruição do  “american way”.  Este tipo de obstrução do enfiar a-cabeça-na-areia é o que usamos para  lamentar, o que chamamos de partes “atrasados” do globo e que é na verdade  é a ferramenta  útil para nos mantermos os ricos beneficiários do nosso atual status quo de desigualdade na posição de cachoro de guarda!

The damage that “unique” America as Dr. Hyde, fortified by a super-sized military establishment, has done is huge. Where once we independent-minded Yankees scoffed at “heel-clicking Prussian militarism,” the media and political establishments of today brag of our “superb” armed forces, while reporters covering Pentagon press conferences, as well as congressional committee members, struggle to outdo each other in deference to the beribboned generals who appear before them.

O dano que produz esta  “America única”  como Dr. Hyde, fortificada por um estabelecimento militar super-dimensionado, tem feito é enorme. Enquanto uma vez o  espírito independente de Yankees zombou do “caminhada batendo botas do  militarismo prussiano”,  a mídia e o nata  política de hoje  se gabar das nossas “excelentes”  forças armadas, enquanto repórteres que cobrem  conferências de imprensa do Pentágono, assim como os membros da comissões do Congresso, lutam para superar uns aos outro, em deferência aos generais coberto de estrelas  que aparecem diante deles.

The international consequences are even worse. At a time when we need the world’s friendship and cooperation, the exceptionalist mindset licenses administrations of both mainstream parties to override the sovereignty of other nations in the interests of our own safety. Think of drones aimed at terrorists (so identified in secret by us alone) in neutral Pakistan or “allied” Afghanistan that take the lives and homes of nearby or mistakenly targeted civilians. Mere “collateral damage” to us, we ignore the scope of their tragic suffering. Think of CIA kidnappings on the streets of foreign cities under the very noses of their own police forces. Think of the symbolic impact of our refusals to sign international treaties banning the use of land mines or child soldiers, or of the special exemptions we demand from prosecution by local law authorities of crimes committed against civilians by our military personnel in the countries where we have bases established. What kind of self-portrait are we painting?

As consequências internacionais são ainda piores. Numa altura em que precisamos de amizade e cooperação do mundo,  mentalidade excepcionalistas das  administrações e de ambas as partes principais dos dois grande partidos trabalham  para substituir a soberania de outras nações no interesse de nossa própria segurança. Pense nos drones destinadas a terroristas (identificados previamente em segredo por nós mesmo) em  no Paquistão neutro.  ou do “aliado”  Afeganistão,  que levam as vidas e casas de civis nas próximidades ou em direcionamentos equivocados. Simples  “danos colaterais” para nós, ignorando  o alcance do sofrimento trágico. Pense nos seqüestros da CIA nas ruas de cidades estrangeiras sob os narizes de suas próprias forças policiais. Pense no impacto simbólico de nossas recusas em assinar tratados internacionais que proíbem o uso de minas terrestres ou crianças-soldados, ou das isenções especiais que exigimos de acusação por parte das autoridades e da lei locais, contra os  crimes cometidos contra civis por nossos militares nos países onde temos bases estabelecidas. Que espécie de auto-retrato é este que estamos pintando?

True, almost all nations commit offenses against common decency and common sense in the mindless fervor of war. Our country is not the only sinner or possibly the worst. But “We’re Number One” hyper-patriotism is simply the collective self-admiration of empty minds. It’s not what the American Revolution was fought for. Not what Tom Paine and Lincoln had in mind. The Declaration of Independence only says that we were seeking “the separate and equal station among the nations of the earth” to which the laws of Nature and Nature’s God entitled us.

Na verdade, quase todas as nações cometem crimes contra a decência e bom senso no fervor irracional da guerra. Nosso país não é o único pecador e nem possivelmente o pior. Mas sendo “o número um” isto faz do hiper-patriotismo uma simples a auto-admiração coletiva de mentes vazias. Não foi este o objetivo da Revolução Americana. Não é o que Tom Paine e Lincoln tinham em mente. A Declaração de Independência diz apenas que estávamos procurando “a posição igual e separada entre as nações da terra” para o que as leis da Natureza e do Deus da Natureza nos davam direito.

That’s why I believe that it’s time to let exceptionalism become a creed outworn. It has lingered too long for whatever good it has done. But won’t that bury its positive and creative side?

É por isso que eu acredito que é hora de deixar o excepcionalismo se tornar um  credo fundamentalista. Ele já levou muito  tempo não importa o bem que tenha feito. Mas não podemos deixar que ele sepulte  o seu lado positivo e criativo?

Not necessarily. We don’t need that particular prop in order to believe that as a nation we should hope to realize the ideals of justice, individual dignity, decency and mercy embodied somewhere in almost all the world’s religions and secular codes of law from ancient times–if not always achieved, at least as goals to aspire to. This would not be the “isolationism” with which critics of our imperial overreach are now being charged. Rather, the effort to design a new moral compass for international relations in a world whose peoples are now more interdependent than ever. One that does not need the “leadership” of a single super-power–not even the United States.

Não necessariamente. Nós não precisamos que este lado  particular nos leve a  acreditar que, como nação, devamos  garantir que os ideais de justiça, a dignidade individual, decência e misericórdia,  que de  alguma forma se encontram incorporados  em alguma parte de  quase todas as religiões do mundo e ou dos códigos da lei secular desde os tempos antigos, e que  nem sempre foram alcançados,  sejam no mínimo a meta a ser alcançada. Este  seria o “isolacionismo” com que os críticos do nosso colapso imperial agora nos estão cobrando. Em vez disso, participar  do esforço para criar uma nova bússola moral para as relações internacionais em um mundo cujos povos são agora mais interdependente do que nunca. Um mundo  que não precisa da “liderança” de um único super-poder, nem mesmo dos Estados Unidos da America do Norte.

I have no naïve dreams of armies vanishing overnight. But the unchecked violence of our times must be somehow reduced before it destroys any hopes of a decent future for humanity. If the United States would take an active role as a partner in the process, rather than an armed dictator of terms from a lofty perch of morality, it would go far towards restoring the admiration the world long felt for us when our military establishment was tiny and our practice of democracy was robust. Think what fine speeches could be woven around that essential truth.

Eu não tenho sonhos ingênuos de exércitos desaparecendo durante uma noite. Mas a violência desenfreada de nossos tempos devem ser de alguma forma reduzido antes que ela destrua qualquer esperança dum futuro digno para a humanidade. Se os Estados Unidos poderem ter um papel ativo como um parceiro no processo, ao invés de um ditador armado de termos de um elenco de itens  de moralidade, seria  pela restauração da admiração que o  mundo teve  por nós quando nosso estabelecimento militar era pequeno e nossa prática de democracia era robusta. Pense no que belos discursos podem ser tecidos em torno desta verdade essencial.

Bernard A. Weisberger is a historian who has collaborated on several television series with journalist Bill Moyers, including A Walk Through the 20th Century and Report from Philadelphia: The Constitutional Convention. They are now working on The Fighting Spirit: The People vs. The Gilded Age.

Bernard A. Weisberger é um historiador que tem colaborado em várias séries de televisão com o jornalista Bill Moyers, incluindo  A Walk Through the 20th CenturyReport from Philadelphia: The Constitutional Convention. Eles agora estão trabalhando em The Fighting Spirit: The People vs. The Gilded Age.

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O relógio está correndo: a Crise na Unidade 4 do Fukushima exige uma medida global.

A Crise na Unidade 4 do Fukushima Exige uma medida global.
http://www.commondreams.org/view/2013/09/20-1

Published on Friday, September 20, 2013 by Common Dreams
by Harvey Wasserman
Tradução: Tarcisio Praciano-Pereira

Estamos agora dentro dos dois meses daquilo que pode ser momento mais perigoso da humanidade desde a Crise dos Mísseis Cubanos.

E não há desculpas para não agir. Todos os recursos da humanidade têm

dentro de 60 dias, no máximo, deverá  começar a remover mais de 1.300 barras de combustível gasto que se encontram em piscina  danificada suspensa a 30 metros do chão

A meta imediata é que estas barras de combustível devem, de alguma forma segura, ser retiradas do conjunto da unidade de quatro.

que se reunir para resolver o problema da piscina de combustível em Fukushima, na unidade 4.

A proprietária de Fukushima, Tokyo Electric (Tepco), diz que, dentro de 60 dias, no máximo, deverá  começar a remover mais de 1.300 barras de combustível gasto que se encontram em piscina  danificada suspensa a 30 metros do chão. A piscina repousa sobre um edifício danificado que está se inclinando, que poderá facilmente vir a baixo no próximo terremoto, se não cair por conta própria.

Cerca de 400 toneladas de combustível que se encontram na piscina podem emitir 15 mil vezes mais radiação do que a lançada sobre Hiroshima.

A única coisa certa sobre esta crise é que a Tepco não tem os recursos financeiros, científicos ou de  engenharia para lidar com este enorme problema e nem o governo japonês pode enfrentá-lo. A situação exige um esforço mundial coordenado dos melhores cientistas e engenheiros que nossa espécie possa reunir para coordenar uma solução para o problema.

Por isso é tão sério?

Nós já sabemos que milhares de toneladas de água altamente contaminada estão sendo derramandos no local  do  Fukushima, transportando um caldo de isótopos venenosos com radiatividade de longa duração para Pacífico. Peixes radiativos com precipitação rastreada como de origem em Fukushima já foram capturados na costa da Califórnia. Podemos esperar muito pior.

Tepco continua a bombear mais água nos  três núcleos de reatores que derreteram para que eles possam ser mantidos de alguma forma refrigerados. Nuvens de vapor indicam que a fissão ainda pode estar acontecendo em algum lugar subterrâneo. Mas ninguém sabe exatamente onde os núcleos se encontram realmente.

Grande parte da água radiativa, agora, está em cerca de mil tanques enormes, mas frágeis que foram rapidamente montados e espalhados por todo a região do reator. Muitos já estão vazando. Tudo poderia se quebrar num próximo terremoto, liberando milhares de toneladas de venenos de longa duração no Pacífico. (Nota: Um terremoto  relativamente pequeno atingiu Fukushima na quinta-feira passada, 19 de Setembro, uma indicação da probabilidade de ocorrência outros de maiores na área no futuro.)

A água que flui, se originando dos prédios do reator, está minando as estruturas remanescentes em Fukushima, incluindo o apoio à piscina de combustível da unidade 4.

Mais de 6.000 conjuntos de combustível se encontram acumulados numa piscina comum, apenas a 50 metros da Unidade Quatro. Alguns destes contêm plutônio. A piscina não tem nenhuma cobertura e vem deixando vazar o líquido refrigerante, além disto ela se encontra vulnerável a problemas como o colapso dum prédio vizinho, outro terremoto ou um tsunami.

No geral, mais de 11 mil conjuntos de combustível estão espalhados no local de Fukushima. Segundo um especialista de longa data e ex-funcionário do Departamento de Energia, Robert Alvarez, há mais que 85 material letal em Fukushima do que aquele que foi liberado em Chernobyl.

Pontos de emissão radioativa continuam a ser encontrados ao redor do Japão. Há indícios de taxas elevadas de danos da tiróide entre as crianças locais.

A meta imediata é que estas barras de combustível devem, de alguma forma segura, ser retiradas do conjunto da unidade de quatro.

Pouco antes do terremoto e tsunami de 2011, que abalou a região do Fukushima, o núcleo da Unidade Quatro havia sido removida para manutenção e reabastecimento. Como é o caso com algumas dezenas de reatores nos EUA e muitos outros espalhados pelo mundo, a piscina, de concepção da General Electric, em que o núcleo fica se encontra a 100 metros do solo. O combustível irradiado (usado) deve de alguma forma ser mantida sob a água. É revestido em liga de zircônio que se inflamará espontaneamente quando exposto ao ar, muito utilizado em lâmpadas de flash para câmeras, zircônio se queima com uma chama quente extremamente brilhante.

Cada haste descoberta emite radiação suficiente para matar alguém que se encontre nas próximidades  em questão de minutos. Uma tal emissão poderia forçar todas as pessoas a fugirem do local e tornaria todos os equipamentos ou máquinas eletrônicas inservíveis. De acordo com Arnie Gundersen, engenheiro nuclear com 40 anos de experiência numa indústria para a qual ele já fabricou barras de combustível, as barras que se encontram no núcleo da Unidade 4 estão dobradas, danificadas e fragilizadas. Câmeras mostraram quantidades preocupantes de detritos na piscina de combustível a qual, ela mesma, já se encontra danificada. A engenharia e as dificuldades científicos para esvaziar a piscina da Unidade Quatro são únicas e assustadoras, diz Gundersen e isto tem que ser feito com 100% de perfeição. Se a tentativa falhar, as hastes podem ser expostas ao ar e pegar fogo, liberando quantidades horríveis de radiação para a atmosfera. A piscina poderia vir a cair no chão, pondo as hastes em contacto direto numa pilha que pode entrar em fissão e possivelmente explodir. A nuvem radioativa resultante iria ameaçar a segurança e a saúde de todos nós. As primeiras precipitações de Chernobyl, em 1986, chegaram a Califórnia em dez dias. De Fukushima, em 2011, chegaram em menos duma semana. Um novo incêndio de combustível na Unidade 4 liberaria num fluxo contínuo,  venenos radioativos letais durante séculos.

O ex-embaixador Mitsuhei Murata diz que liberações radiativas em grande escala de Fukushima “iriam destruir o ambiente do mundo e da nossa civilização. Isso não é “ciência de foguetes” e nem assunto de debate pugilístico, sobre usinas nucleares. Esta é uma questão de sobrevivência da humanidade”.

Nem a Tokyo Electric nem o governo do Japão podem assumir ir isto sozinhos. Não há desculpa para a implantação duma equipe coordenada pelos melhores cientistas e engenheiros do planeta. Temos dois meses ou menos para agir. Por enquanto, estamos pedindo às Nações Unidas e ao presidente Obama para mobilizar as comunidades científicas e de engenharia mundiais para assumir o comando em Fukushima do trabalho de mover essas barras de combustível de forma segura.

Se você tiver uma idéia melhor, por favor, não duvide em agir, mas temos que fazer alguma coisa e fazê-lo agora. O relógio está correndo. A mão dum desastre nuclear global está dolorosamente perto da meia-noite.

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Harvey Wasserman da Solartopia Green Power

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http://www.progressiveradionetwork.com, e ele edita http://www.nukefree.org. Harvey Wasserman História dos EUA e Solartopia! Nossa terra verde-Powered estão em http://www.harveywasserman.com juntamente com Passions of the Patriots PotSmoking por “Thomas Paine”. Ele e Bob Fitrakis são co-autores de quatro livros sobre a protecção das eleições, incluindo como o GOP roubou Eleição da América 2004, na http://www.freepress.org.