Protestar contra os abusos da indústria petroleira não pode ser considerado um crime

Dois ativistas do Greenpeace estão neste momento atrás das grades, na Rússia, por terem feito um protesto pacífico contra a exploração de petróleo no Ártico. A Justiça do país determinou que eles fiquem sob custódia por dois meses, até que a investigação sobre pirataria seja concluída. Enquanto você lê

Protestar, pacificamente, contra destruição do Ártigo não é crime

Protestar, pacificamente, contra destruição do Ártigo não é crime

este email, os outros 28 ativistas – incluindo a brasileira Ana Paula Maciel – que participaram da ação estão dando depoimentos numa corte russa, e podem ter o mesmo destino.

Ajude-nos a fazer pressão nas embaixadas russas para que libertem nossos ativistas!

Assine a Petição

Ontem, o próprio presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou publicamente que o protesto do Greenpeace não tem nada a ver com pirataria. Mas as autoridades de segurança do país continuam insistindo nessa hipótese. Nós não vamos nos curvar a ameaças, pois o maior risco nessa história continua sendo a exploração desenfreada de ecossistemas frágeis como o Ártico. Ativismo pacífico não é crime. É um direito de todo cidadão!

PS: Continue acompanhando o caso por nossos canais – site, Facebook, Twitter e Google+. Precisamos do seu apoio para que Ana Paula e os outros ativistas voltem para casa o mais breve possível.

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