inicia o ano a pedalar

na bicicleta

Tem-se assistido a uma alguma falta de rigor e desinformação por parte das autoridades e dos media, escritos e audiovisuais, sobre as alterações, principalmente as que dizem respeito às que mais nos interessam, ao Código da Estrada que entrará em vigor na próxima quarta-feira, o primeiro dia de 2014.

A Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta (FPCUB) emitiu ontem um comunicado para informar e esclarecer os meios de comunicação social  relativa às alterações ao Código da Estrada, especificamente no que se refere ao enquadramento legal dos velocípedes, para uma melhor difusão da informação.

E que melhor forma de receber o ano novo senão a pedalar!? 🙂 portantos…

inicie o ano 2014 a pedalar
informa-te aqui no sítio da FPCUB e participa. Vem comemorar a bicicleta.

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can’t miss [75] http://www.bbc.co.uk

Perhaps I will be there, myself, in 2015…

na bicicleta

Cycling 770 miles non-stop on a 100-year-old bike with onions

Drew Buck1

“The Paris-Brest-Paris race is said to be one of the hardest long distance cycle races in the world.

A 770 mile (1,280km) round trip – cycling through the night – which has to be completed in under 90 hours.

Of the 5,000 Lycra clad cyclists who line-up for the challenge, nearly a thousand do not make it.

But Drew Buck, a 65-year-old from Somerset, has not only completed it six times but done it on a 100-year-old bike dressed as a traditional Breton onion seller – known as an Onion Johnny.

Drew Buck onion seller

keep reading his story, straight from Café René

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Revendo a atividade deste blog em 2013

Agradecendo os que me honraram suas visitas e certo de que temos um objetivo comum: uma sociedade justa.

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 12,000 times in 2013. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 4 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

Um congresso disfuncional, claro, o americano…

O Congresso americano acaba de terminar um das piores e menos produtivas sessões da história dos Estados Unidos da America. (Nota do tradutor: estou traduzindo porque serve para nós da mesma forma valendo do federal, para o estadual ou municipal, estou apenas usando o que escreveram, ao traduzir não implica isto que eu me preocupe especial pelos Estados Unidos da America, apenas vejo acontecer á minha volta a mesma estupidez administrativa que de igual forma nos conduz para o mesmo beco sem saída: violência, violência, violência, em consequência da absurda distribuição de renda). Numa altura em que os problemas que enfrentamos são monumentais, o Congresso é disfuncional e mais e mais pessoas (especialmente os jovens) estão, compreensivelmente, desistindo do processo político. As pessoas estão sofrendo. Eles olham para a Capital Federal pedindo ajuda e nada está acontecendo.

(nota do tradutor: traduzi apenas a introdução, depois o estômago entrou em convolução e não aguentei continuar).


 

(nota do tradutor: Seguem os retratos de dois bolhas, bolha “republicano” e o outro um “democrata”. Os adjetivos não tem absolutamente nenhum significado real.)

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O artigo é do senador Bernie Sanders, talvez um candidato à presidência.

Leia mais aqui: http://www.commondreams.org/view/2013/12/30-5

 

Bernie Sanders

Bernie Sanders (I-Vt.) was elected to the U.S. Senate in 2006 after serving 16 years in the House of Representatives. He is the longest serving independent member of Congress in American history. Elected Mayor of Burlington, Vt., by 10 votes in 1981, he served four terms. Before his 1990 election as Vermont’s at-large member in Congress, Sanders lectured at the John F. Kennedy School of Government at Harvard and at Hamilton College in upstate New York. Read more at his website.

 

Mais uma gang capitalista que vive às custas do dinheiro público

No Japão, repetindo o que já ocorreu em Chernobyl, miseráveis vão limpar o lixo nuclear

Se quiser saber mais um pouquinho de toda esta sujeira chegue aqui

 Seiji Sasa, 67 anos, de ombros largos, o ex-promotor de lutas corporais, foi fotografado pela polícia secreta japonesa em seu trabalho de recrutamento de moradores de rua no Japão   na estação de trem de Sendai para trabalhar na limpeza nuclear. Os trabalhadores seriam,  em seguida repassados a uma cadeia de empresas subcontratadas pela Obayashi, como parte  de um contrato no valor 1.400.000 dólares para descontaminar estradas na região de Fukushima,
segundo a polícia. […]

Apenas um terço do dinheiro do total do contrato chegaria de fato aos salários dos moradores de rua sub-contratados pelo empreiteiro Sasa à serviço da Obayashi. O restante foi  comido  pelos intermediários, segundo a polícia. Após deduções para alimentação e hospedagem,  os trabalhadores ficaram com uma salário/hora de cerca de US $6, abaixo do salário mínimo  que vale cerca de US $ 6,50 por hora em Fukushima, de acordo com dados salariais fornecidas
pela polícia. Alguns dos homens de rua acabaram endividados no cálculo final depois que as contas com alimentação e moradia foram deduzidas, segundo a polícia.

Se quiser saber mais um pouquinho de toda esta sujeira chegue aqui

textos de Marcos Paulo Schlickmann [9] O caminho para a escola

na bicicleta

Hoje em dia é difícil encontrar crianças sozinhas nas ruas, indo a pé ou de bicicleta para a escola. Tanto no Brasil quanto em Portugal o meio de transporte mais usado para levar os filhos à escola é o automóvel.

Mas o que aconteceu? Houve sem dúvida uma mudança1 de 20 anos para cá. Antigamente as crianças iam para escola a pé ou de bicicleta, junto com o vizinho ou o amigo. Buscar e levar o filho de carro para a escola era coisa “de rico” ou de quem morava muito longe. A insegurança rodoviária e o medo que os pais têm de deixar uma criança sozinha foram os principais fatores para essa mudança.

A questão do medo é válida. Hoje em dia proliferam histórias de pedófilos. Num país desigual como o Brasil onde muitos se sentem inseguros mesmo dentro de casa, deixar uma criança sozinha pode ser considerado…

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Colocando às claras o Panel Intergovernamental das mudanças climáticas

Colocar às claras o Panel Intergovernamental das mudanças climáticas

Saturday, 28 December 2013 09:00 By Joseph Boutilier, Truthout | Op-Ed

http://www.truth-out.org/opinion/item/20815-undercover-cop

Tradução: Tarcisio Praciano-Pereira

COP19.(Photo: Global Water Partnership – a water secure world / Flickr)

Truthout could not have brought you all the stories we published in 2013 without the support of our readers. Thank you once again – and remember, there’s still time to make a tax-deductible donation before the end of the year. We wish all of you all the best for 2014!

Aconteceu logo depois que que o Intergovernmental Panel on Climate Change confirmou com incerteza nunca vista que as mudanças climáticas são uma realidade e predominantemente por culpa nossa nós, os humanos. Aconteceu uma semana depois que nas Filipinas um tufão passou devastando tudo carregando consigo mais de 5.000 vidas. Um tipo de tempestade que vem se tornando um lugar comum desde que os primeiros sintomas de aquecimento global começaram a emergir. Aconteceu sob imensa pressão do público vinda de países ricos – para não mencionar o ultrage e protestos da população nos países diretamente afetados. “Foi” a décima nona Conferencia Internacional sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas, ainda chamada de “COP”, ou ainda o 19º episódio de COP. Deu-se na Polônia, em 23 de Novembro de 2013.

Havia todas as razões para que fosse a mais importante e explosiva transformação, realmente marcante como COP. Em vez disto, como sempre, a chamada grande mídia colocou o foco for a dos eventos críticos uma mistura trágica de esperanças desencontradas, profunda apatia, caprichosos desentendimentos marcaram o evento em Varsóvia. Ignorando a gravidade dos riscos ao mesmo tempo que dirigindo as decisões no sentido de da perda de tempo inútil de disputas diplomáticas com o objetivo bichado de interpretar as desesigualdades econômicas e ambientais entre países com possibilidades gritantemente diferentes, os nossos líderes (nota do tradutor: eu pessoamente não reconheço nenhum líder entre os que alí estavam representados, estou traduzindo, mas não estou assumindo o conteúdo do texto…) os ditos líderes falharam redondamente na compreensão da gravidade da situação. Eles apenas garantiram que, num momento de urgência colossal, teremos que esperar por mais um ano até que o Mundo volte a se levantar para discutir um risco que já se encontra presente.

Os cinco itens abaixo são uma seleção signficativa de jogadas que dizem respeito aos cidadãos dos Estados Unidos da America que a dita grande mídia conseguiu mascarar. (Nota do tradutor: infelizmente o que se apresenta como grave para os cidadãos dos Estados Unidos da America, infelizmente, se derrama como um caldo quente sobre nós, que nem rãs em meio à luta de bois da fábula de Eusopo, inadivertidos. podemos ser pisados pelos mais pesados, sobretudo quando vivemos perdido num cercado de antas que se sentem líderes de nós todos).

Nivel Recorde de Influência das empresas

(Nota do tradutor: será que dá para reconhecer o “fênomeno”, entre nós?)

Presenças subvencionados, (Nota do tradutor: e, porque não etiquetar como lobistas, esta nova classe de aspones? ), presenças subvencionadas, não é nada novo nas conferências climáticas das Nações Unidas, mas todos os delegados parecem ter ficado de acordo que desta vez, em 2013 a coisa foi exceptional no sentido da intensidade com que empresas que tradicionalmente se opõem à questão da mudança climática assumiram o grande papel. Ao lado da companhia de óleo polonesa Grupa Latos, marcas internacionais como General Motors, Emirates Lotus e BMW, mais punhado de outras, se mantiveram ostensivamente no centro do palco. Apesar de que estas empresas dizem reconhecer as mudanças climáticas e mesmo afirmar que têm objetivos próprios para tratar do problema, na verdade elas escrevem a história de puxar para trás quando se trata das regulações federais que objetivam a redução de emissões de carbono. Os críticos dizem que a inclusão da etiqueta das empresas na verdade difundiu a mensagem errada quando se tratatava de criar condições para que os governos democráticos tratassem do danos gráves que décadas de consumo deletério nos assolam.

Representantes protestaram com greve de fome

Nesta COP, Naderev Saño a longo tempo um negociodas das Filipinas, marcou as manchetes com suas falas apassionadas e reclamações em nome das nações que se encontram às voltas com inundações (em alguns casos literalmente) como efeito das mundaças climáticas. No início da conferência, este ano, ele ainda não sabia se sua própria família teria sobrevivido ao recente temporal que massacrou o seu país, criando um completo nível de frustação com a inação global. Saño liderou (Nota do tradutor: aqui talvez realmente um líder…) uma manifestação em 21 de Novembro, seguindo uma manifestação liderada pela China de 132 países protestando a falta de compromisso relativamente às “perdas e danos” provocadas por poluidores de longa data como Canada e Estados Unidos da America do Norte United States relativamente aos países em desenvolvimento que somente recentemente começaram a aumentar suas emissões de carbon. Saño protestou contra o apoio que falta da parte dos poluidores ricos, mas a falta de ambição e apoio da parte dos que originariamente assinaram o Protocolo de Kyoto. Além de sua ação de protesto, Saño fez jejum durante os 13 dias da conferênciua. Em solidariedade, centenas de pessoas se juntaram a ele em apoio, incluindo activistas vindos das Filipinas, dos Estados Unidos da America do Norte, mais a Deputada Verde do Canadá Elizabeth May. Um grupo de activistas jovens, que reclamavam dos negociadores uma reação ativa e que fizeram parte do protesto com ele, foram expulsos do resto da COP 19 por terem apresentado faixas de protesto um dia antes da manifestação planejada – e aprovada. Se alguém agitou as emoções da grande mídia nas negociações sobre o clima de 2013, sem dúvida foi Naderev ‘Yeb’ Saño, mas infelizmente, mesmo tendo ele conseguido um justo status , de quase celebridade junto aos que o apoiaram, no que diz respeito à imprensa sua imagem ficou restrita às páginas internas dos jornais sem chegar às manchetes de primeira página que ele realmente merecia.

ONG ambientalistas sairam em Protesto

Os 132 países em desenvolvimento e os fieis seguidores de Yeb Saño não foram os únicos a sair da COP 19 com desgosto. Mais de 800 representantes de organizações não-governamentais de destaque, incluindo funcionários do Greenpeace, o World Wildlife Federation, a Oxfam, Amigos da Terra e 350.org, fizeram um protesto, deixando a conferência em 21 de novembro. Muitos deles se encontraram nas proximidades para desenvolver planos alternativos de ação, desalentados pela roda de fiação burocrática dos delegados oficiais dos governos. Nunca antes em uma conferência sobre mudança climática da ONU estas organizações, que representam, sem dúvida, os defensores mais experientes e melhor apropriados de recursos intelectuais para uma ação positiva sobre a questão – dado coletivamente sobre as negociações formais.

A deputada verde não pode representar o seu país . . .novamente

Diferente do acontece com os representantes dos Partidos Verdes de outros países – que são naturalmente incluídos entre os delegados de seus países apesar de que não tenham o status governamentais – a representante canadense deputada e lider do Green Party of Canada Elizabeth May não obteve permissão para comparecer como delegada do seu próprio país. Esta é uma posição definida por May, porém a Ministra conservadora do Meio Ambiente Leona Aglukkaq decidiu juntar injúria com insulto lavrando uma carta de rejeição meses depois da solicitação de May, publicada logo em seguida à chegada de May à Varsóvia em 20 de Novembro. Se May já não tivesse antecipadamente feito acordos para ser um delegado de apoio ao Afeghanistão, ela pouco mais podeeria ter sido do que uma observadora. Canada não produziu nenhum anúncio novo ou resolução na COP 19, e – já tendo adquirido o título de Fossil of the Year (Fóssil do Ano) por suas ações de entrava na COP 17 – tendo recebido um “Fossil of Disbelief” (Descrédito Fóssil) como prêmio jocoso da Climate Action Network. Possivelmente a novidade ambiental que melhor merece destaque vinda do Canada terá sido uma demonstração de despreso pela redução de emissões ao encorajar em Novembro a Australia a cortar as suas já tenues políticas de limitação das emissões de carbon.

Decisões sem compromissos para assumir algum compromisso, depois

Sem surpresa, tudo isso não resultou em compromissos conclusivos, confiantes, competentes ou alguma diretiva para a mudança climática. O resultado – após 48 horas de negociações sem parar em direção ao final da conferência – foi um “negócio” de natureza muito comprometedora. Simplificando, o resultado é um “rascunho” do texto solicitando que os países “que estiverem prontos” façam algum tipo de “contribuição”, que não precisa ficar definida por mais de um ano. O plano de “perdas e danos” que 132 nações em desenvolvimento haviam solicitado, se materializou num acordo em que as nações ricas iriam oferecer “expertise” e, apenas potencialmente, ajuda. O tipo de experiência existente nos Estados Unidos e no Canadá para oferecer aos países, que sejam eficazes na redução das emissões, e ao mesmo tempo à a adaptação aos efeitos das mudanças climáticas, é na melhor das hipóteses discutível. E, quando serão definidos os mecanismos reais para as perdas e danos?

Não antes da COP 21!

A reflexão mais angustiante do fracasso na ação global em resposta às mudanças climáticas não são os apelos chorosos de negociadores das nações que lutam, as greves de fome realizadas por ONGs ambientalistas em todo o mundo, ou a cínico-simbólica “representação” de países como o Canadá através de delegações que não contribuem em nada para a transformação fundamental do status quo. Não, o sinal mais revelador de que as mudanças climáticas ainda não ganaram ponderação adequada entre as questões globais é representado em nossa própria mídia, na nossa própria dormência coletiva em face da situação feroz e aflitiva que se apresenta. COP 19 voou completamente à sombra do radar de o cidadão comum dos Estados Unidos da América do Norte, para grande alívio dos govrnos dos Estados Unidos e do Canadá, que fundamentalmente não conseguiram responder às prioridades dos cidadãos. Este fiasco recente da Conferência sobre Mudança Climática não era apenas um “policial disfarçado” (COP), mas certamente um disfarce completo com cara de tira (cop). (Nota do tradutor: “cop” em inglês quer dizer “tira”, policial, impossível de traduzir usando as palavras com sentido dúbio da frase em ingles “Climate Change Conference debacle was not only an undercover COP, (policial) but also a complete cop-out (cair fora), a não ser que algum poeta me ajude.) .

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(Nota do tradutor: Eu não estou reimprimindo, estou traduzindo!)