Mobilidade urbana

Mobilidade urbana levada a sério

na bicicleta

Braga quer afirmar bicicleta como transporte preferencial

Diário do Minho

“A Câmara Municipal de Braga está apostada em fomentar um novo modelo de mobilidade urbana. A solução que está em cima da mesa concilia a preservação ambiental com a economia do orçamento familiar e coloca a bicicleta como um dos veículos preferenciais nas deslocações quotidianas dos munícipes. A inovação depende da construção de uma rede de seis ciclovias com 34 quilómetros e cujos traçados cobrem todas as instituições públicas e privadas que interessam aos cidadãos.”

Bicicletas oferecidas e obras reclamadas em Aver-o-Mar

Aver-o-Mar“O Agrupamento de Escolas de Aver-o-Mar recebeu esta terça-feira 20 bicicletas e outro equipamento de segurança, como capacetes e coletes reflectores. Há anos que a EB 2/3 é considerada uma Escola de Referência para a Educação Rodoviária, um projecto com uma forte componente prática (em circuito interno), que ganhou agora mais “rodas para andar” em termos de prevenção primária e sensibilização…

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pedalar por uma patinha

e Santiago de Compostela é lusófona e precisa ser anexada a Portugal…

na bicicleta

?????Em 2013, três amigos juntaram o gosto por andar de bicicleta à paixão pelos animais e foram até Santiago de Compostela, de bicicleta, angariando fundos para a Associação Zoófila de Leiria e a Their Voice.  Este ano, em Março, o projecto vai repetir-se  com seis amigos de diferentes nacionalidade que partilham duas paixões: “ as bicicletas e projectos que tornem o mundo melhor”. A apresentação vai acontecer Domingo, dia 2 de Fevereiro, pelas 15h30, na sede da associação Verde Narrativa, junto ao antigo hospital de Leiria, e as receitas revertem para a Associação Zoófila de Leiria.

Mais informações em: jornal online Região de Leiria

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Trabalho escravo no Brasil

Repórter Brasil
Dez anos depois, cinco acusados pela Chacina de Unaí ainda não foram julgados
 

A Chacina de Unaí completou dez anos na terça-feira, dia 28, e cinco dos acusados de participar do crime ainda não foram julgados. Neste boletim, destacamos reportagem sobre esta década de impunidade. É para lembrar dos três auditores fiscais e um motorista assassinados que se celebra em todo o Brasil a Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Também apresentamos reportagem completa sobre a libertação na produção de carvão no interior de São Paulo.

 

Dez anos depois, cinco acusados pela Chacina de Unaí ainda não foram julgados

Mandantes do assassinato dos auditores fiscais são beneficiados por lentidão da Justiça. Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo foi estabelecido em homenagem às vítimas

Paulistano usa carvão feito com trabalho escravo e infantil

 

Megaoperação encontra 34 trabalhadores em condições análogas às de escravo em cinco carvoarias, que, a 100 km de São Paulo, abastecem supermercados da capital

Sabia que estão tentando acabar com o combate à escravidão?

 

Campanha alerta para ações de parlamentares ruralistas que condicionam aprovação da PEC do Trabalho Escravo a mudanças na legislação que podem descaracterizar o que é escravidão

Análise

Proposta pode provocar grave retrocesso no combate ao trabalho escravo

can’t miss [82] noticiasdoparque.com

Uma saída que deve ficar no horizonte é a separação de metade das ruas das cidades
para uso exclusivo de ciclistas e pedestres. Não é a metade de cada rua, e sim a
metade das ruas da cidade. É também necessário criar proteção contra chuva e sol,
aliás, esta proteção contra chuva e sol poderia integrar um sistema de captação de
energia solar ou aeólica, são muitos quilómetros quadrados de coletores solares para
produzir energia elétrica para a cidade protegendo-nos enquanto circulamos saudávelmente
em bicicleta.

na bicicleta

A bicicleta veio para ganhar!Rita Esai

“A bicicleta veio para “ganhar” tempo, dinheiro, melhor ambiente, menos carros e boa disposição. Tem vindo a ter cada vez mais adeptos. No meu caso, vejam como tudo começou.

O Gonçalo Peres, da Cineteca, residente na zona sul, propôs-me que fosse para o meu local de trabalho, de bicicleta. Pensei que fosse impossível pois é em Marvila, na ESAI- Escola superior de atividades imobiliárias, e tem umas subidas capazes de dissuadir, rapidamente, um iniciado. Voltou a lembrar-me, até que, no dia 14 de outubro, resolvemos fazer o primeiro trajeto: Cineteca – ESAI. Demorámos 35 minutos e percorremos 3,800km.

Para terminar, resta-me motivar todos os que têm possibilidade, para adotarem a bicicleta como meio de transporte. Para além de tudo o que foi dito, contribui para aumentar o nosso bem-estar e, consequentemente, a nossa felicidade. Se necessitarem de ajuda recomendo o Bike Buddy – “grupo…

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can’t miss [81] bancodebicicletas.wordpress.com

verdade que a bicicleta é libertadora, eu vivi recentemtne um ano em Portugal com minha bicicleta estacionada na porta do apartamento. Eu praticamente ia de biciclieta, da porta do apartamento para a porta do Departamento de Matemática na Universidade de Aveiro, descia com ela no elevador para a garagem de onde saia montado. Era uma caminhada de 100 metros…mas eu ia de bicicleta! Recuso-me a andar à pé.

na bicicleta

“BE THE CHANGE YOU WISH TO SEE IN THE WORLD” II

“Queres ver as ruas mais seguras para ti e para as nossas crianças?
Queres ter uma cidade menos poluída, onde as pessoas e os pássaros não são abafados pelos carros?
Queres deslocar-te de casa para o trabalho da forma mais eficiente? Sobrando-te tempo para encontros com amigos e lazer no final do dia?
Queres sentir-te com mais energia todos os dias?
Queres reduzir de peso, sem reduzir a carteira em ginásios?
Queres realizar os teus sonhos, mas falta-te força de vontade?

Duas rodas, duas pernas, determinação e treino de pernas, podem ser resposta para muitas destas perguntas.

BB - Vera Diogo

Desafiámos algumas pessoas a contarem-nos porque optaram pela bicicleta no seu dia-a-dia. Os motivos são diversos, a Vera contou-nos como a bicicleta é para ela o meio de transporte mais libertador de filas de trânsito, de gastos financeiros com combustível ou em…

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fotocycle [112] “Siria, la fuga in bici per portare viveri alla famiglia”

e pode ser vistas como fundo da fotografia casas destruidas, eu não preciso passar por uma situação terrivel como esta para compreender a dor diária dos que sofrem esta tragédia.

na bicicleta

Esta fotografia, tirada por um fotógrafo da agência de notícias AFP, mostra uma das muitas faces do conflito na Síria. Uma de muitas e impressionantes imagens, uma cena rara e comovedora no meio de tanta tragédia: a fuga de crianças sob o terror da guerra. Um rapaz corre enquanto outro pedala rápido a sua bicicleta na chamada “zona vermelha”, pelo meio de tiros cruzados no nordeste da cidade de Deir ez-Zor, numa área onde os atiradores estão à espreita. Na foto, os miúdos cumprem a sua missão, de levar comida para as suas famílias.

Siria, la fuga em biciAfp/Ahmad Aboud (afp)

Clica aqui para ver a foto em la Repubblica.it

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Repressão quando a cidadania se manifesta!

Em SP, secretário de Segurança Pública recebe abaixo-assinado contra balas de borracha

Documento com mais de 45 mil assinaturas foi entregue por fotógrafo que perdeu a visão em junho, durante cobertura de protesto. Grella se diz contrário ao uso dos projéteis, mas não pretende bani-los
Sérgio Silva/Facebook
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‘Grella não apoia o uso das armas, mas disse que a polícia precisa agir com força em determinadas situações’

São Paulo – O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella Vieira, recebeu na tarde de hoje (22) um abaixo-assinado pedindo a proibição do uso de armas menos letais durante manifestações, tais como balas de borracha, bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo. O documento, com mais de 45 mil adesões, foi entregue pessoalmente pelo fotógrafo Sérgio Silva, 33 anos, que perdeu o olho esquerdo após ser atingido por um dos 506 projéteis disparados pela Polícia Militar no último 13 de junho.

“A audiência foi positiva”, avalia Sérgio, que no dia 2 de janeiro, quase sete meses depois do tiro, finalmente recebeu uma prótese ocular que imita um olho verdadeiro. “Pelo menos agora ele me atendeu e mostrou um mínimo de atenção para a causa.” O fotógrafo vinha tentando agendar uma audiência com o secretário de Segurança Pública há pelo menos cinco meses. A intenção era fazer-lhe chegar o abaixo-assinado e mostrar-lhe cara a cara os efeitos nefastos das balas de borracha sobre a integridade física dos cidadãos.

Leia também:

Sérgio não foi a única vítima das armas menos letais feridas com gravidade em São Paulo no ano passado. Também atingida no olho por uma bala de borracha, a repórter da TV Folha, Giuliana Vallone, teve sua visão salva pela lente acrílica dos óculos. Mesma sorte não teve o cinegrafista Vitor Araújo, de 17 anos, que perdeu as funções do olho direito após ser atingido por um estilhaço de bomba de efeito moral no centro da cidade, durante os protestos de 7 de setembro.

De acordo com o fotógrafo, Fernando Grella afirmou que é pessoalmente contrário ao emprego de balas de borracha contra manifestantes. “Ele disse que não apoia o emprego dessas armas em manifestações. Ouvi isso da boca dele”, comemora. “Mas, quanto à utilização, disse que não depende dele. Ele tem a visão de que a polícia precisa agir com certa força em determinadas situações, quando há princípio de violência e confusão.”

Minutos mais tarde, em entrevista à RBA, o secretário ratificaria essa opinião. “Temos uma recomendação que, em relação aos manifestantes, não é para haver emprego disso. Mas é evidente que é uma arma prevista pelas técnicas policiais. Ela não pode ser banida.” Questionado sobre a possibilidade de que outro 13 de junho aconteça em 2014, Grella respondeu que a polícia não pode ser a única culpada pelo episódio.

“Vimos grupos de pessoas violentas investindo contra a PM, queimando coisas”, rebate. “Houve notícias de abusos por parte de policiais. Estas notícias foram objeto de inquéritos que estão em andamento, e nós pedimos inclusive que esses inquéritos fossem acompanhados por promotores. Não temos nenhuma dificuldade em apurar a ocorrência de abusos. Mas queria enfatizar que o 13 de junho não pode ser atribuído à polícia com exclusividade.”

Sobre as investigações, Sérgio pediu celeridade ao secretário. “Cobrei dele resultados”, relata. “Depois de junho, a violência continuou e, até agora, sete meses depois, a sociedade ainda não viu nenhum resultado. O governo parece não ter tirado nenhuma lição do que aconteceu comigo e com outras pessoas nas manifestações.” Para o fotógrafo, seria ideal que as apurações tivessem mais agilidade. “Ele concorda, mas explicou que existe toda uma burocracia.”

Sérgio explicou ainda que as armas menos letais, em vez de dissuadirem os manifestantes, acabam provocando o efeito contrário. “Estou contando como experiência de quem foi vítima da arma. Quando o cidadão é atingido, ele fica mais revoltado. E a reação dele é cometer atos de violência. As pessoas em volta também, porque estão vendo um companheiro ferido”, explica. “Grella meio que concordou com esse pensamento. Disse que é solidário com minha situação, que minha campanha é positiva.”

Finalmente, o secretário se comprometeu com Sérgio Silva a levar seu abaixo-assinado para que seja tema de discussão de um grupo instalado pela pasta de Segurança Pública com objetivo de estudar a utilização de armas menos letais durante manifestações. “Não é o que a gente quer, o que eu pretendo, mas já foi um primeiro passo”, avaliou o fotógrafo. “Meu objetivo é a extinção dessas armas.”