“stop. a vida parou ou foi o automóvel?”

e aí é uma m*. Venho com todo o gaz, correndo, cheio de energia cinética, ter que parar? poderiam haver sinais inteligente para detectarem a presença de ciclistas fechando o trânsito para os carros no sentido perpendicular. Para os cilistas não precisava fechar – nos nos entendemos muito bem!

na bicicleta

Desde novinho, ainda eu viajava no banco de trás do Fiat 600, aprendi a identificar a placa octogonal vermelha com quatro letras em branco e que indica paragem obrigatória (um triângulo invertido colocado dentro de um sinal circular onde constava a inscrição “Stop” foi usado durante anos). Desde crianças que todos fomos familiarizados com esse sinal de trânsito e o anglicismo inerente à palavra . Sendo um termo inglês, tem um significado universal e é conhecido praticamente em todo o mundo. Depois, com a licença de condução ainda verde na carteira, cumprimos religiosamente o código quando, ao volante, nos aproximamos de um desses autoritários STOP. Mas, com a prática e o consequente “à vontade”, o cumprimento vai abrandando. Às vezes, ao nos aproximarmos de um cruzamento, apenas calcamos o travão no último segundo. Olhar à esquerda, depois à direita, e, se não vier ninguém, então engrenar…

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