Dia Nacional de luta das Universidades Estaduais e Municipais

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28 de maio é Dia Nacional de Luta das Universidades Estaduais e Municipais
O Dia Nacional de Lutas de 2014 do Setor das Instituições Estaduais e Municipais de Ensino Superior (Iees/Imes) do ANDES-SN será em 28 de maio. A data foi definida no 33º Congresso do Sindicato Nacional, realizado em fevereiro, em São Luís (MA). Serão realizadas paralisações e atividades de mobilização em universidades de todo o país em defesa do financiamento e autonomia nestas instituições.

O mês de maio é o escolhido para a intensificação das mobilizações, pois compreende o período em que os chefes dos poderes Executivos estaduais e municipais devem encaminhar aos Legislativos a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano subsequente. Nesse ano, as seções sindicais deverão realizar panfletagem nos pórticos das universidades, debates, audiências públicas e visitas às Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais.

O Dia Nacional de Luta tem a intenção de sensibilizar as comunidades acadêmicas das universidades estaduais e municipais sobre a importância de reivindicar orçamentos adequados, que possibilitem a manutenção de ensino, pesquisa e extensão de qualidade e socialmente referenciados.

Nas mobilizações de 28 de maio, também se buscará ampliar o debate e a conscientização sobre os reflexos do produtivismo nas condições de trabalho dos docentes. “As concepções produtivistas e mercadológicas, que são estranhas ao fazer acadêmico, acabam trazendo para o trabalhado docente consequências nefastas como competição no ambiente de trabalho, adoecimento, assédios aos colegas, entre outros”, afirma Gean Santana, 2º vice-presidente do ANDES-SN.

Santana também lembra a importância dos debates e mobilizações sobre a autonomia e a democracia interna das instituições de ensino. “Não adianta termos mais verbas, se a definição de como utilizar esses recursos não forem realizados no âmbito IEES/IMES. Além disso, não adianta termos orçamento e autonomia se não tivermos democracia interna para discutirmos, coletivamente, como serão aplicados os recursos, através do orçamento participativo, por exemplo”, conclui o professor.

 

 

 

 

Não é somente a polícia brasileira que é violenta contra manifestantes

O caso abaixo mostra que polícia agir de forma violenta contra manifestantes é uma questão doentia típica de polícia.  Mas não apenas da polícia, e sim também da chamada “justiça” que sempre se mantem cúmplice da violência da polícia, como bem mostra este caso em Nova Iorque.

Nos anos 70, na França, havia um ditado comumente divulgado pelo Canard Enchainé (O Pasquim Francês): “surveillez la police” – “vigiem a polícia”.  Claro é absolutamente necessário vigiar a polícia.

Remorseful Jurors Plea to Judge: No Prison Time For OWS Activist

Jurors express shock and regret upon learning guilty verdict could land Cecily McMillan in prison for 7 years

– Sarah Lazare, staff writer

Eduardo Munoz/ReutersA majority of the jury that found Occupy Wall Street protester Cecily McMillan guilty of “felony assault” of the very police officer who she says sexually assaulted and brutalized her appears to be remorseful that the 25-year-old could spend up to seven years behind bars.

Nine of the 12 people who served on the jury have penned a letter to Judge Ronald Zweibel begging for a “lenient” sentence that avoids any prison time. The letter, obtained by the Guardian and dated Tuesday, states:

We the jury petition the court for leniency in the sentencing of Cecily McMillan. We would ask the court to consider probation with community service. We feel that the felony mark on Cecily’s record is punishment enough for this case and that it serves no purpose to Cecily or to society to incarcerate her for any amount of time.

The letter follows initial reactions of shock and regret from some who served on the jury—which was not informed of the verdict’s severe sentencing guidelines during the trial—once they learned McMillan could be incarcerated for years. One juror expressed “remorse” to the Guardian on Tuesday, stating, “Most just wanted her to do probation, maybe some community service. But now what I’m hearing is seven years in jail? That’s ludicrous. Even a year in jail is ridiculous.” Martin Stolar, criminal defense attorney affiliated with the National Lawyers Guild and co-counsel for McMillan’s case, said two other jurors had contacted him with similar expressions of regret, according to the Huffington Post.

During McMillan’s trial, the jury was not informed of the severe sentencing guidelines for the verdict, as is the standard in the United States, except for death penalty cases. Furthermore, they were denied key evidence throughout the trial.

McMillan’s conviction on Monday shined an international spotlight on what critics charge is a failed “justice system” that routinely sides with police—no matter how bad their behavior, dismisses survivors of sexual violence, and criminalizes dissent.

McMillan is described by her supporters as “a 25-year-old organizer” who “has been politically active for over a decade — most notably in the Democratic Socialists for America, the anti-Scott Walker mobilization, and Occupy Wall Street.”

She was one of approximately 70 people detained late the night of March 17/early morning March 18, 2012, when police violently cleared a memorial event marking the six-month anniversary of Occupy Wall Street. McMillan, who had stopped by the park to meet a friend, says she was sexually assaulted by police officer Grantley Bovell while she attempted to leave the area.

“Seized from behind, she was forcefully grabbed by the breast and ripped backwards,” according to a statement by support group Justice For Cecily. “Cecily startled and her arm involuntarily flew backward into the temple of her attacker, who promptly flung her to the ground, where others repeatedly kicked and beat her into a string of seizures.” Following the attack, McMillan underwent treatment for Post-Traumatic Stress Disorder.

Despite numerous allegations that Bovell has inflicted excessive force while on duty, as well as photograph and video evidence of injuries sustained by McMillan—including a hand-shaped bruise on her chest, it was McMillan who was put on trial for felony charges of assaulting Bovell.

According to McMillan’s supporters, what followed was a trial riddled with injustice, in which Judge Ronald Zweibel showed repeated favoritism towards the prosecution. Zweibel imposed a gag order on McMillan’s lawyers, excluded key physical evidence, and ruled that information about Bovell’s past violent behavior, and violence the night of McMillan’s arrest, was not relevant to the case.

“To the jury, the hundreds of police batons, helmets, fists, and flex cuffs out on March 17 were invisible – rendering McMillan’s elbow the most powerful weapon on display in Zuccotti that night, at least insofar as the jury was concerned,” wrote journalist Molly Knefel, who was present the night of McMillan’s arrest.

McMillan, is planning an appeal, but the process could take six to nine months. Meanwhile, Justice for Cecily organizers report that they have been able to visit McMillan where she is being held at Rikers Island, and she has released the following message to her supporters:

“Thank you again for all that you’ve done and continue to do for me- ya’ll are very much loved, and make me feel loved when I’m lying here at night. Please do not feel like there’s anything more you could have done— you all went above and beyond any expectations I had or any standards anyone would have set. Also, please don’t worry about my safety – it is difficult in here, but people (especially the inmates but also many of the corrections officers) have been very kind; several women (re-incarcerates) have taken me under their wing, giving me tea, sugar extra milk and the paper (NY Daily News).“

Uma diversão a vista: O Pentagono (não tem acento) está estudando Moral

por Tarcisio Praciano-Pereira

Divertido o título, não? Pois é, o Pentagono, não tem acento e no meu entender também não tem moral, mais do que isto é mesmo imoral o que é diferente de ter ou não ter moral.  Por exemplo é ou sou altamente imoral apesar de prezar a moralidade acima de tudo.  Sou imoral porque gosto de sacanagem sexual, por exemplo, mas prezo a moral acima de tudo.

O Pentagono não, é uma instituição inteiramente sem moral e agora, claro desde há algum tempo, está se dedicando a ética na forma mais imoral que possa ser possível: como definir a ética de assassinar pessoas.

Na verdad isto aqui é apenas uma introdução do contrário eu teria que traduzir ou repetir um artigo já escrito sobre o assunto, embora não exatamente do meu ponto de vista mas de alguma forma próximo, criticando a moralidade do Pentagono em suas tentativa de definir como seria ético assassinar.

Leia mais aqui. 

O que é mais grave, para mim, é que parece-me que o Pentagono conseguiu que professores universitários e filósofos entrassem numa equipe para discutir este objetivo canalha de construir uma ética para assassinar. Obviamente que o se encontra por trás disto é a grita mundial contra os zumbis, os “drones” operados pela C.I.A. que andam mantando pessoas indiscriminadamente por toda parte do mundo, com maior intensidade dentro do países mulsumanos. Claro, hoje matam multsumanos como se fossem cães, amanhã estarão matando latino americanos como se fosse mulsumanos.

É por uma razão puramente egoista que me revolto contra a completa falta de moralidade do governo americano, temo pela minha pele e pela minha integridade.

 

 

Fábrica de Cimento voltou a nos atacar hoje

Fábrica de Cimento Votorantim de Sobral volta a atacar

Tarcisio Praciano-Pereira

Hoje, sábado, dia 24 de Maio de 2014

No dia 24 de maio, 19:06, já com o céu escurecido e nublado, a Fábrica de cimento da Votorantim, em Sobral voltou a atacar os pulmões dos habitantes da cidade de Sobral jogando  fumaça  que o vento ajudava a espalhar sobre parte da cidade.  Observem a hora, 19:06, já havia anoitecido, e covardemente a fábrica nos ataca impedindo que tiremos fotos dos detritos jogado no ar que respiramos.

Como sempre as autoridades municipais assim como as autoridades estaduais do meio ambiente tem conhecimento claro deste atentado à saúde da população. É preciso não se esquecer disto nas eleições que se aproximam. Nós elegemos os administradores com a esperança de que eles estejam do nosso lado em defesa da nossa saúde e do nosso bem estar o que esta longe de acontecer no tocante à Fábrica de cimento da Votorantim em Sobral.

Repetindo:

  1. Quando: sábado, dia 24 de Maio de 2014a.

  2. Em que hora: 19:06 quando fiz a observação e não sei por quanto tempo durou o ataque.

  3. Onde: em Sobral na zona norte do Estado do Ceará

  4. Quem: quem nos ataca é a Fábrica de cimentos da Votorantim em Sobral

  5. O que? Uma fumaça espessa, em grande quantidade jogada pela chaminé se espalhando sobre a cidade no horário em que nos preparamos para descançar.

  6. Quem permite: o governo municipal de Sobral, e a secretaria de meio ambiente do Estado do Ceará

melhor errar "acertando" num novo corrupto que ter a certeza de ficar com um velho corrupto

Limpe o campo, jogue fora todos os velhos corruptos.

A dura e infaustuosa labuta de estar fiscalizando de perto a administração da nossa coisa

De hora a hora o Diabo piora!

O quê? O actual governismo!

De Brasilino Godinho


http://quintalusitana.blogspot.com.br/


Se alguma coisa os agentes operacionais deste governismo que desgoverna a nação portuguesa sabem fazer com resultados práticos é, de certeza, praticar maldades sobre os portugueses que não constam na lista de privilegiados do país.
Algumas das malvadezas – com que, quase diariamente, somos contemplados pelos vários governistas – constituem incríveis agressões à inteligência do vulgar cidadão.
E, desde logo, como parte de um colectivo violentado, cumpre-nos reagir e repudiar tais deploráveis acções.
O que fazemos por compromisso cívico livremente assumido.
Mas o facto do (Des)governo nos obrigar a esta constante actividade de crítica representa, igualmente, uma malvadeza exercida sobre nós, que muito desejaríamos ocupar o tempo com outros afazeres de prioritário interesse pessoal.
Porém, c’est la vie! – como diria o quiçá poliglota, famoso Guterres, que um dia se perdeu no pântano em que se vêm transformando os paços dos terreiros da governança nacional; precisamente, num tempo em que nem se imaginaria que agora estaríamos sitiados nos terreiros de Passos, do mesmo – agora muito mais alargado – espaço pantanal.
Estas, as oportunas considerações que hemos por bem transmitir às nossas estimadas leitoras e nossos atentos leitores.
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