Haverá mais ratos na terra da velha rainha do que os súditos da mesma no ano que vem.

Forskarna tror nu att antalet resistenta råttor kommer att öka i takt med tiden. Redan nästa år räknar man med att antalet ska vara dubbelt så många som människor i Storbritannien, skriver tidningen.

Rato inglês à entrada do palácio da velha rainha

Rato inglês à entrada do palácio da velha rainha

Pesquisadores calculam que a quantidade de ratos resistentes aos venenos comerciais deverão aumentar com o tempo. Já no ano que vem a quantidade ratos irá ultrapassar os súditos da velha rainha e certamente a decrépita dama está estudando possibilidades de cobrar impostos diretamente dos ratos o que lhe daria uma quantidade maior de libras.

http://www.dn.se/nyheter/varlden/rattgift-biter-inte-langre/

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Tenha cuidado, não vá cutucar o dragão! e nem aporrinhar um urso polar hibernando!

The Enemy Within

Tenha cuidado, não vá cutucar um dragão!  e nem aporrinhar um urso polar hibernando!

by ANDRE VLTCHEK
tradução: Tarcisio Praciano-Pereira

Não é prudente e nada seguro furar com uma barra de ferro a boca dum dragão. É o  que eles dizem no Ocidente sobre dragões … mas aqui na Ásia, o dragão é reverenciado como a maior criatura lendária na Terra e no céu. O dragão é sábio e paciente, e quase nunca usa a força em primeiro lugar. Mas, se tratado com desrespeito e agressão, ele é capaz de retaliar de forma mortal, determinada e poderosa.

Também é completamente idiota começar a aterrorizar um urso dormindo. É óbvio qual seria a consequência ao descer no buraco dum urso e começar a cutucar a cabeça da criatura hibernando. Nada de bom  seguiria, nada de bom de verdade. (Nota do tradutor:  Andre Vltchek é russo, nasceu ao lado dum urso e entende muito bem de ursos polares).

PointofNoReturn300

Mas parece que os que estão governando o Império não estão obcecados pela prudência. Eles parecem estar cansado de pequenos conflitos, pela forma como eles estão mexendo continuamente por todo o globo. A Líbia não era o suficiente e nem o Congo. Eles precisam de algo grande, muito grande; ainda muito maior do que o que já tinham “conseguido” há algumas décadas – como a destruição de toda a Indochina ou Indonésia.

O Império precisa de uma luta mortal com poderosos adversários.

Desta vez, se puderem, como se fosse há 70 anos, dezenas de milhões de seres humanos, ou talvez muito mais,  irão desaparecer.

Mais uma vez, teria que ser um dragão e um urso, desta vez em uníssono, de frente para o fascismo e lutando pela sobrevivência do mundo.

 

***

A propaganda anti-russos e anti-chineses está atingindo um crescendo ensurdecedor, especialmente na Ásia. Meios de comunicação ocidentais estão em marcha alta, espalhando propaganda tanto através dos seus próprios pontos de venda como através dos suas afiliados da mídia local nos estados clientes, em sua maioria os jornais e televisões de propriedade de grandes empresas.

China e Rússia estão sendo vilipendiadas, abertamente insultadas, e culpadas de toda a escalada das tensões na região da Ásia e do Pacífico, justificando assim o fortalecimento militar. Toda a poderosa máquina de propaganda ocidental está em plena função para demonizar a China e  Rússia e outros países independentes. Assim o Ocidente está empurrando o planeta para a guerra e não ver isso exige, verdadeiramente, grande submissão.

Os administradores estão desfilando, um após o outro, na frente das câmeras de televisão, prometendo lealdade ao capitalismo, o regime de estilo ocidental ou simplesmente, ao Império. Todos esses discursos pejorativos e inflamatórios contra seus “inimigos” são embaraçosos, levianos, mas ninguém na América do Norte e na Europa está rindo, até porque eles estão se tornando a norma.

Muitos alertam que isso pode levar a uma guerra mundial, que o Ocidente perdeu toda a contenção e está pronto para banhar o planeta com sangue, mais uma vez. Um quarto de século atrás, parecia que com a destruição do bloco do Leste e com a China,  cada vez mais num curso capitalista, o Ocidente tinha finalmente conseguiu o que tinha lutado durante séculos para – o controle total e absoluto do planeta.

Mas, recentemente, algo deu “errado” para o Ocidente. América Latina cresceu e mais do que ganhou liberdade, depois cuspiu sobre a Doutrina Monroe. Na China começaram a pressionar por reformas socialistas nos cuidados médicos, na educação, na cultura e em muitas outras esferas. E a Rússia se recusou a ficar intimidada e humilhada, lembrando Europa e à América do Norte, que ainda é, como sempre, poderosa e que não vai ser pisada como aconteceu na época de Gorbachev e Yeltsin.

Coréia do Norte e Irã (países que nunca atacaram ninguém na história moderna) perceberam que a única maneira de sobreviver e não ser reduzido a pó consiste em ter a sua própria capacidade nuclear.

E todas estas nações,  várias na América Latina, a China, a Rússia, e o Irã, juntaram forças e decidiram: “Nunca mais! Nunca mais eles permitirão que o mundo desça para os horrores do colonialismo ocidental.

O sonho idílico ocidental da regra sem oposição em todo o mundo está começando a desaparecer no ar. É o Ocidente vai arriscar a destruição do nosso planeta, simplesmente porque não pode possuí-lo?

“Stephen Harper ataca Vladimir Putin e o comunismo do ‘mal'”, relatou a agência de notícias canadense, CBC News em 31 de Maio de 2014, em referência ao “longo discurso num evento de angariação de fundos” que o PM da direita canadense teve em Toronto. O discurso foi temperado com a linguagem que lembra o auge da Guerra Fria.

Grotescamente, o presidente do país mais agressivo na Terra, o presidente dos Estados Unidos da America do Norte, Barack Obama, fez a promessa de “travar a agressão” da Rússia e da China, dois países que não invadiram lugar nas últimas décadas. (Nota do tradutor: este Barack Obama ostenta um prêmio que perdeu o valor, o dito Prêmio Nobel da Paz, é preciso não nos esquecermos deste detalhe ridículo).

Num discurso claramente destinada a provocar a China, o secretário de Defesa Chuck Hagel, falou mais como um bandido do que um político: “Os Estados Unidos não vão olhar de lado quando os princípios fundamentais da ordem internacional estão sendo desafiados”.

Que ordem? Alguns poderiam se perguntar. Ele estava falando sobre a ordem que está sendo imposta ao mundo a partir de Washington e das capitais europeias como se vem fazendo há séculos, e ao custo de centenas de milhões de vidas humanas? Sem rodeios, de fato, uma ordem!

Christopher Black, um advogado criminal internacional sediado em Toronto, nos proporciona uma análise deste relatório:

“O discurso do Presidente Obama em West Point, academia militar norte americano, de que o fulcro da política americana terá como objetivo conter a ” agressão da Rússia e da China, imediatamente seguido por seu secretário de Defesa, Hagel em Cingapura acusando a China de desestabilização na região do Sul do Mar da China, justamente caracterizada pelo tenente-general Wang Guanzhong como “ameaça e intimidação”, expressa a clara intenção dos Estados Unidos para fazer a guerra em todos os seus aspectos contra as duas nações mais poderosas que se atrevem a um desenvolvimento  independentemente da dominação norte-americana.

Os Estados Unidos atacou a China várias vezes desde a Segunda Guerra Mundial, pela primeira vez na Guerra da Coréia, seguido por décadas de tentativa de sabotagem e isolamento e, em seguida, pelo bombardeio da OTAN da Embaixada da China em Belgrado em 1999. Agora tem continuado com a pressão para tentar desestabilizar a China internamente através de vários mecanismos de infiltração de grupos de “direitos humanos” na sociedade chinesa e no âmbito dos mecanismos militares e administrativas da China e numa campanha de propaganda constante para difamar China e seu povo em todo o mundo. A dinâmica desta estratégia foi reforçada com os recentes ataques por parte de grupos muçulmanos fanáticos do oeste da China contra civis chineses nas principais cidades e centros de transporte e com uso de provocadores a ataques de objetivos chineses no Vietnã, na Tailândia, nas Filipinas e na África e o recente absurdo das acusações contra oficiais militares chineses sobre ataques cibernéticos.

Os recentes acontecimentos na Ucrânia mostram que o ritmo dessa agressão está sendo acelerando mostrando como América do Norte tenta completar o cerco da Rússia e da China, avançando a NATO até às fronteiras da Rússia e pelo reposicionamento de 60 por cento dos ativos militares dos Estados Unidos no Pacífico.”

E agora os verdadeiros agressores estão culpando as vítimas de “agressão”. E isso não é nada novo sob o sol. Alemanha nazista e seus propagandistas empregaram a mesma “lógica” e os seus argumentos, antes e durante a Segunda Guerra Mundial. E os francêses usaram esta tática em Argel e suas outras colônias, como o fizeram os britânicos em todas as suas  ‘dependências’.

****

Na Ásia, a nível local, a imprensa servil de países como as Filipinas está recebendo ordens, e muitas vezes supera seus manipuladores do Ocidente em  seu zelo.

Em 25 de maio de 2014, The Philippine Star começou batendo em China, continuou, citando as palavras do almirante William Locklear III, comandante das forças dos EUA do Pacífico, que “a Rússia tem o seu próprio ‘pivot’ na Ásia”. Em seguida, o jornal finalmente produziu algumas peças de brilhante analise: “Fontes oficiais disseram que incursão da Rússia para a Ucrânia tem gerado preocupação em Washington de que a China pode tentar algo semelhante em  suas reivindicações territoriais, sob o pretexto de proteger os seus cidadãos no exterior”. (Nota do tradutor: o anteriormente sério jornal da BBC, em edição de ontem, traz uma manchete sugerindo que é possível perceber um padrão comum de comportamento da Russia relativamente à  Ucrânia e a Georgia).

Incursão russa na Ucrânia? Isto soa mais como propaganda gritando a partir das páginas da imprensa diária norte-americano ou europeu. Em cerca de 15 anos de trabalho na região, depois de interagir com centenas de pessoas da mídia de todo o Sudeste da Ásia, eu tenho que testemunhar que tal pensamento, como citado acima, jamais poderia ter vindo dum jornalista local. Aqui, o conhecimento sobre a Europa Oriental se encontra muito mais perto do zero absoluto. E depois de ter sido uma lavagem cerebral em Londres, Nova York e outros lugares, os jornalistas locais não se comparam. Alguém escreveu. Quem fez isso? Todos nós sabemos isso. É a mesma fonte, que envia fagulhas roedoras para todos os meus relatórios escritos para RT.

A maior parte da imprensa filipina local conclui que os EUA não têm, basicamente, outra escolha, além de expandir-se militarmente, por causa dos movimentos agressivos da China. Quase todos os jornais mencionaram o alto custo das permanentes bases militares dos EUA na região, também argumentando que os entraves, bases pertencentes a países locais, mas abertas para uso por forças norte-americanas, são o verdadeiro caminho para a frente. Essas bases também estariam localizadas em territórios australianos e japoneses, e, possivelmente, na Cingapura e na Tailândia, bem como na Malásia.

Agora Tailândia está com certeza, ‘segura’, depois que o exército matou milhões na região em nome do Ocidente, derrubou o governo progressista  eleito, e assumiu o controle do país. O golpe é realmente oportuno, não é?

Como se não já bastasse pelo número de bases na África, no Oriente Médio, no Japão, na Oceania e os poucos estados clientes que ainda restam na América Latina. Mas, claro, estes pontos de apoio ainda estão muito longe dos principais alvos – China e Rússia.

A imprensa tradicional filipina nem mesmo se preocupa em questionar a integridade dum tal acordo militar, e ele se encontra em clara violação da Constituição do país. É porque os jornalistas no Sudeste da Ásia não são pagos e levado para se treinarem no exterior, para se moralizar. Eles são pagos para escrever o que combina com as elites e seus manipuladores estrangeiros.

Eduardo Tadem, Professor de Estudos Asiáticos da Universidade das Filipinas, explicou-me, durante a nossa recente conversa em Manila:

“O acordo recentemente assinado entre as Filipinas e os Estados Unidos se chama (Economic Defense Cooperation Agreement – Acordo de Cooperação de Defesa Econômica) EDCA. Neste acordo, o governo das Filipinas ofereceram praticamente todas as bases militares das Filipinas para acesso total a soldados norte-americanos, por um período de dez anos. Mas quem sabe por quanto tempo, realmente … Isto é muito perigoso, porque todas as instalações militares do país já estão abertas para “entrada” das forças norte-americanas. E isso certamente vai contra a Constituição das Filipinas, que proíbe a instalação de bases estrangeiras em nosso território”.

Então, o que realmente aconteceu? Por que a mudança repentina?

“Tem a ver com alguns fatores. Um deles, é claro, é o fator do chamada “pivot dos EUA para a Ásia”. Sob Obama existe esta estratégia de “giro para a Ásia”. Em segundo lugar tem a ver com a chamada proposta de parceria Trans-Pacífico dos Estados Unidos; para construir algum tipo de mercado integrado na região da Ásia-Pacífico. Só que as Filipinas não é parte dela, por enquanto … O terceiro tem a ver com as disputas territoriais que estão ocorrendo na região, tanto no Mar da China Meridional e do Mar do Norte da China. ” (Nota do tradutor: relembrando, este Barack Obama ostenta um prêmio que perdeu o valor, o dito Prêmio Nobel da Paz, é preciso não nos esquecermos disto que não é apenas um detalhe ridículo).

China

“É principalmente uma questão de nacionalismo. E é também porque aqui eles estavam sempre pedindo mais assistência, incluindo ajuda militar. E esta é a maneira de obter essa ajuda. Lembre-se também que os presidentes das Filipinas sempre foram um consistente apoio dos EEUU da America do Norte. Você provavelmente viu a pesquisa que mostra que o povo filipino ama os Estados Unidos mais do que os próprios americanos amam a si mesmos. Assim, para os americanos, é fácil de obter apoio para a sua política da China aqui”.

Perguntei tanto a Teresa Tadem, professora de Ciência Política na Universidade das Filipinas, e ao Professor Eduard Tadem, como era possível que um país, as Filipinas, que sofreu tão severamente durante a sua ocupação pelos Estados Unidos, durante a era colonial, quando houve violações dos direitos humanos, massacres … Como é que pode se sentir tão positiva em relação ao seu antigo e brutal colonizador? (Nota do tradutor: para a leitora entender bem isto seria interessante ler o capíulo sobre as Filipinas do livro de Howard Zinn – A People’s History of the United States ou mesmo da versão em história em quadrinhos, A People’s History of American Empire, escrito em 2008, dois anos antes da morte de Howard Zinn a fonte é completamente insuspeita, um professor americano de Sociologia e História da Boston University http://en.wikipedia.org/wiki/A_People%27s_History_of_American_Empire ).

“Tem a ver com a extremamente intensiva máquina de propaganda americana que retrata a época colonial como um tipo benevolente do colonialismo. Atrocidades cometidas durante a guerra filipino-americana de 1898-1901, em que 1 milhão de Filipinos foram mortos, observe bem, quase um décimo da população, desapareceu da consciência das pessoas … o genocídio, a tortura … As Filipinas foram conhecidas como o “primeiro do Vietnã … tudo isso foi convenientemente esquecido, se encontra escondido dentro dos livros de história. E depois, claro, também tem a imagem vinda de  Hollywood que somos bombardeados.”

O quanto é perigoso antagonizar a China e até mesmo a Rússia? Durante séculos, a China foi um país muito tranquilo, e ainda o é hoje. Muitos filipinos vêm da China,  um aliado histórico natural … Enquanto o Ocidente está liquidando, e bombardear países inteiros, derrubando governos. E quando a China fura uma plataforma de petróleo em águas disputadas ou pulveriza alguns barcos com canhões de água, é imediatamente definida como o agressor.

“É mais uma vez propaganda. Eles retratam a China como comunista, e aqui eles sempre atribuem uma conotação negativa para essa palavra”, disse a professora Teresa Tadem. “Para mim, o país mais perigoso da Terra, agora, é os Estados Unidos da America do Norte”, continua Eduardo Tadem. “Foi o mais agressivo … intervindo em muitos países em todo o mundo, a milhares de quilômetros de suas fronteiras, tentando impor ao planeta sua visão dum sistema capitalista global. Então, se você comparar o que a China está fazendo nas proximidades de seu território, e compará-lo com o que os EUA estão fazendo em todas as partes do mundo, em todos os continentes … então você vê claramente a disparidade na imagem que está sendo criado, representando a China como um perigo para a paz no mundo”.

Ambos os professores, então, expressaram a profunda preocupação com o fato de que a propaganda ocidental está acendendo uma Sino-fobia nas Filipinas e nos outros países asiáticos. Eles apontaram que o que os EUA estão fazendo é realmente a incitação ao ultra-nacionalismo, o que pode facilmente se transformar em fascismo. Este é, segundo eles, uma situação extremamente perigosa – plantando sementes de Sino-fobia em todo o continente.

“Isso pode levar a um ponto sem retorno”, explica Eduardo Tadem. “Tenho medo de que isto já esteja  acontecendo aqui  nas Filipinas, assim como em outras partes da Ásia, onde  disputas territoriais estão ocorrendo.”

E evidente que não é somente Sino-fobia que pode levar à destruição do mundo, apesar da Sino-fobia seja um elemento importante. Agitando o ódio contra a Rússia também se encontra claramente no menu dos mestres ocidentais da propaganda. Stephen Harper, do Canadá, da Polónia e administradores  do Báltico em seus irracionais discursos anti-russos, tudo isto pode nos levar um resultado assustador: fabricação de racismo contra as nações que estão de pé no caminho dos EUA e da Europa contra a dominação do mundo.

Desumanizando um inimigo em potencial, desencadeando sentimentos racistas e pejorativas contra estes países, é o primeiro passo da “arte” ocidental de guerra, o primeiro passo para um confronto.

Deve-se questionar seriamente o que está sendo planejado? Deve-se exigir a explicação do porque este caminho está  sendo planejado porque o planoe é  realmente horrível.

***

As pessoas estão começando a falar. Geoffrey Gunn, um proeminente historiador australiano e professor emérito da Universidade de Nagasaki, no Japão, escreveu-me, por este relatório:

“Os meios de comunicação internacionais registram a “ameaça chinesa”, mas na verdade quem é o provocador? Observamos o primeiro-ministro japonês, em Cingapura (30 de maio), oferecendo-se para liderar uma coalizão internacional com objetivo de verificar a agressão chinesa oferecendo navios de guerra japoneses “qualificados” para forças clientes como com as Filipinas e Vietnã. Isso é loucura proveniente duma nação sem contrição oficial buscando, assim se desfazendo duma “constituição de paz”. Enquanto isso, o governo neo-con, na Austrália, ultrapassa com retórica correspondência, juntamente acompanhando o Secretário de Defesa dos EUA, para oferecer-se como “pivot” para o Mar do Sul da China. Minha forma de pensar consiste que se deve deixar que os nacionalismos asiáticos (China, Vietnã, Japão, Coréia) resolvam seus próprios problemas diplomaticamente porque, afinal, o reino central tem estado em vigor por vários milênios -. Estranhos se mantenham fora, militaristas contenham o seu passo, e a China que cresça pacificamente”.

Vindo do Vietnã, entristecido com a nova onda de hostilidades entre os dois vizinhos comunistas, Vietnã e China, um artista ocidental de renome, que não quis ser identificado, explicou a situação:

“Não tenho dúvidas de que o Ocidente está encantado com o rumo dos acontecimentos e vai fazer todo o possível para agravar ainda mais a brecha entre  China-Vietnã. Claro que serve o pivô para a Ásia e outras agendas desagradáveis, US/NATO . Mas os vietnamitas são apenas irritados enfrentando a China e não aceitam que se discuta isto com eles. O Primeiro Ministro do Vietnã têm enviado mensagens de texto para toda a rede móvel alertando as pessoas para não ouvir “bandidos” e para protestar apenas dentro da lei local e internacional … ”

É impressionante como encorajado e auto-confiante Vietnã está se tornando, nos últimos tempos, considerando que ele está fazendo uma coisa idêntica a China é – perfurações em área disputada.

Muitos vêem as tensões entre Vietnã e China como remontando à  expedição punitiva chinesa ao Vietnã (depois que o Vietnã entrou Camboja e depôs o Khmer Rouge), conhecida como a guerra Sino-Vietnamita de 1979,  e é quase bizarro observar como o Vietnã é implacável em relação à China, mas, ao mesmo tempo,  como se reconciliou com os Estados Unidos.

Durante a guerra sino-vietnamita cerca de 10.000 civis vietnamitas perderam a vida – definitivamente não é um número insignificante. Mas como poderia  ser comparado com os milhões de civis vietnamitas que morreram na “guerra americana” (ou a “Guerra do Vietnã”, como é conhecido no Ocidente). Durante a guerra americana, cidades inteiras foram arrasadas, campos envenenados, as mulheres estupradas e pessoas queimadas com napalm e outros produtos químicos.  (Nota do tradutor: a garota que corre incendiada, http://en.wikipedia.org/wiki/Phan_Thi_Kim_Phuc  hoje uma médica formada em Havana, vivendo no Canadá).

Mas, como no caso das Filipinas, a propaganda ocidental rasteira apaga muitos dos horrores da mente das pessoas.

Passei três anos em Hanói ostentando uma cidadania dos EUA, fui tratado com respeito e nunca insultado. Em contraste, agora,  as empresas chinesas estão a ser atacados, postas em chamas, enquanto os chineses (do Interior da China, mas também de Taiwan e de outros lugares), está sendo perseguidos, espancados e até mortos.

Nesse meio tempo, RT relatou:

“Visitando Washington, o general Fang Fenghui também culpou o governo Obama “pivot” para a Ásia como uma razão para o aumento das tensões na região. Ele disse que algumas nações asiáticas têm usado a mudança estratégica para criar o mal estar no sul e no leste do Mar da China”.

***

Será que estamos sendo arrastados para o confronto final global, a uma possível Terceira Guerra Mundial? Observado a partir da Ásia, do Pacífico ou da Ucrânia, parece claramente que sim.

Para Christopher Black,  não há dúvidas de que provocar, antagonizar países independentes e poderosos como a Rússia e a China pode ser o próximo passo para a destruição de nossa raça humana: “Todas essas ações são preparativos para a guerra. Na verdade, o posicionamento de baterias de mísseis anti-balísticos americanos na Europa Oriental está em preparação para um primeiro ataque nuclear da Rússia. Essas baterias são implantados com o único propósito de tentar interceptar um ataque de retaliação por parte das forças nucleares russas, depois de um primeiro ataque dos EUA. Eles não têm outra finalidade. Estes preparativos para uma guerra de agressão, na verdade a guerra nuclear, são uma clara violação da Carta das Nações Unidas e todas as leis internacionais e com razão podem ser caracterizadas como crimes de guerra. Mas como os Estados Unidos têm desprezo por todas as leis internacionais e as normas civilizadas de comportamento,  podemos apenas esperar estas preparações sigam em frente. A humanidade se encontra  à beira da aniquilação por nenhuma outra razão do que a busca Americana de lucro ilimitado. Eles são os extremistas do sistema capitalista. Devemos esperar que a hábil diplomacia está sendo empregada pela  Rússia e pela China, o aumento do ritmo da sua cooperação bilateral e com os outros e os seus passos para alcançar o aumento da cooperação multilateral em todo o mundo a partir da América Latina da África, Europa e Ásia mudará a dinâmica de poder do mundo o suficiente para impedir que os americanos e seus aliados possam alcançar seus objetivos de modo que os povos do mundo possam viver em paz e dedicar suas energias para resolver os problemas prementes da humanidade”.

Andre Vltchek é um romancista, cineasta e jornalista investigativo. Ele cobriu as guerras e conflitos em dezenas de países. Sua discussão com Noam Chomsky sobre Western Terrorismo agora vai sair impresso. Seu aclamado romance político “Ponto sem retorno” está  agora sendo re-editado e disponível. “Oceania” é o seu livro sobre o imperialismo ocidental, no Pacífico sul. Seu livro provocador sobre pós-Suharto na Indonésia e no modelo fundamentalista do mercado é chamado de “Indonésia – O arquipélago do Medo”. Ele acaba de concluir o documentário, “Ruanda Gambit” sobre a história de Ruanda e da pilhagem da RD Congo. Depois de viver por muitos anos na América Latina e Oceania, Vltchek atualmente reside e trabalha no leste da Ásia e na África. Ele pode ser contatado através do seu site ou o seu Twitter.

Os guerreiros de escritório em Washington clamam por volta à guerra no Iraque

http://truth-out.org/news/item/24661-andrew-bacevich-chaos-in-iraq

Andrew Bacevich: Caos no Iraque

Enquanto que os guerreiros de escritório, armchair warriors, em  Washington clama por uma volta à guerra no Iraque, o antigo combatente e historiador militar,  Andrew Bacevich, diz que este não pode ser o caminho.

O banho de sangue no  Iraque garantiu um novo debate sobre como a política americana de musculos deveria ser. Falando sobre a crise na quinta-feira, o Presidente (Prêmio Nobel da Paz) Obama disse que os EUA do Norte estão prontos para “ações militares pontuais e precisas” contra os  islamistas se for necessário, acrescentando “as forças americanas não irão retornar ao combate no  Iraque”.

Esta semana, no TruthOut, Bill Moyers conversa com o veterano combatente e historiador militar Andrew Bacevich acerca dos eventos que estão a se desenrolar no Iraque e o papel da  America do Norte no mundo.

Enquanto alguns  neoconservadores lamentam que  “a ordem mundial mostre sinais de estar se quebrando ou talvez mesmo entrando em  colapso”, graças aos desejos de  Obama de evitar envolvimento em outros países, Bacevich vê as coisas de outro modo: “Vamos olhar para as intervenções americanas e seus efeitos no Iraque, no Afeganistão, na Somália,  no Líbano, na Líbia. Quero dizer, pergunte-se a você mesmo uma pergunta simples. Estas regiões ficaram mais estáveis? Tornaram-se mais democraticas? De alguma forma estamos reduzindo o sentimento  anti-Americano?”

Leia mais em http://truth-out.org/news/item/24661-andrew-bacevich-chaos-in-iraq

Durante a Copa, Congresso pode esvaziar ‘lista suja’ do trabalho escravo

26/06/2014 – 17:16

Durante a Copa, Congresso pode esvaziar ‘lista suja’ do trabalho escravo

Relatório de projeto que pretende regulamentar trabalho escravo quer proibir manutenção de cadastros que incluam nomes antes de condenação judicial

Por Leonardo Sakamoto | Categoria(s): Notícias

Congresso NacionalUm projeto de lei que está para ser votado no Congresso Nacional pode esvaziar o cadastro de empregadores flagrado com mão de obra análoga à de escravo, a chamada “lista suja”. Considerado um dos principais instrumentos de combate a esse crime e reconhecido pelas Nações Unidas como um exemplo internacional, o cadastro tem servido de referência para que o setor empresarial gerenciar os riscos de manter relações com quem se utilizou dessa forma de exploração do trabalho.

A proposta está embutida em um projeto de outro teor que está agendado para ser avaliado pela comissão mista que trata da regulamentação de dispositivos da Constituição Federal e de consolidação de legislação na próxima terça (1). O PLS 432/2013 regulamenta a emenda constitucional 81/2014 – a PEC do Trabalho Escravo, promulgada no último dia 05 de junho após 19 anos de trâmite. A emenda prevê o confisco, sem indenização, de propriedades urbanas e rurais em que trabalho escravo tenha sido encontrado e sua destinação a programas de habitação e à reforma agrária.

O relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR), responsável pela regulamentação da emenda, apresenta como proposta, no artigo 1o, parágrafo 7o que “É vedada a inscrição, em cadastro público, de pessoas físicas e jurídicas que sejam parte em processo que envolva exploração de trabalho escravo anteriormente ao trânsito em julgado de sentença condenatória”. O texto encontra-se na pauta para análise da comissão.

Isso cria alguns problemas. Primeiro porque, pelo texto sugerido, todos os cadastros públicos ficariam proibidos de lançar informações sobre pessoas jurídicas ou físicas flagrados com trabalho análogo ao de escravo e não apenas a “lista suja”.

“Pense na hipótese de que tal efeito se estenda para processos que envolvem pensões alimentícias, por exemplo. Embora o efeito se limite aos bancos de dados públicos, a exceção subverte o sistema e isso cria demandas para outras exceções. Os efeitos se espraiam por outros bancos de dados e se choca com a busca da transparência em várias dimensões, mormente nos processos de concessão de créditos. Em princípio todos os bancos públicos ficam proibidos de lançar informações restritivas a perpetradores de trabalho escravo”, afirma Marcus Barberino, professor de direito e juiz do Trabalho da 15a região.

Ou seja, para presentear quem se utilizou de trabalho escravo com um chapéu alheio (o dos trabalhadores), a proposta pode comprometer a própria chapelaria. De acordo com Barberino, isso tem potencial de atingir outros bancos de dados públicos, como o Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados do Setor Público Federal (Cadin), o Banco Nacional de Devedores Trabalhistas (BNDT), entre outros.

Além disso, é claro, a proposta esvazia a própria “lista suja”. O cadastro é organizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República para dar transparência aos nomes de pessoas físicas e jurídicas que tenham sido flagrados pela fiscalização utilizando trabalho análogo ao de escravo e tenham tido acesso à defesa dos autos de infração em primeira e segunda instâncias no âmbito administrativo. A inclusão na “lista suja acontece de forma paralela e independente às ações trabalhistas e criminais que possam ser levadas iniciadas pelo Ministério Público do Trabalho e pelo Ministério Público Federal contra os infratores.

Portanto, o que a proposta no relatório do senador Jucá sugere é que enquanto houver um processo, o nome não poderia entrar na lista – apesar da lista ser um ato independente do Poder Executivo e não fruto de decisões judiciais. Hoje, é uma lista de fiscalizados e autuados por trabalho escravo. O que a proposta quer é transformá-la em uma lista de condenados por trabalho escravo.

Vale lembrar que os envolvidos e seus escritórios de advogados costumam conseguir sucessivos adiamentos em casos criminais de trabalho escravo e, não raro, o crime prescreve. Na Justiça do Trabalho, decisões são mais céleres, mas ainda assim uma decisão final pode levar anos.

Ouvido por este blog, dois representantes da área de responsabilidade social de grandes empresas reclamaram da alteração. Afirmam que a “lista suja” tem sido um instrumento útil para proteger os negócios da potencial propaganda negativa causada pela utilização, mesmo que involuntária, de matéria-prima feita com trabalho escravo. “A ‘lista’ é útil para mostrarmos aos exportadores que temos garantias de que nossa mercadoria não está contaminada com esse tipo de crime”, afirmou um representante de uma empresa do setor sucroalcooleiro que pediu para não se identificar.

“O problema é que, com essa proposta, o nome do fornecedor pode levar anos para entrar lista e, quando isso acontecer, ele já pode estar regularizado. Daí, alguém dentro da lei será impedido de nos fornecer”, opina o outro representante.

O parágrafo não deixa claro quanto à celebração de acordos no âmbito da Justiça ou com o Ministério Público que sejam firmados para que não sejam necessários processos judiciais.

Há também um ponto no que diz respeito ao acesso à informação. Dados sobre ações de fiscalizações e resgates são de caráter público e acessíveis a qualquer cidadão ou jornalista. Impedir a divulgação das autuações resultantes dessas operações é cercear a sociedade de informações de interesse público que têm sido veiculadas cotidianamente por sites, TVs, rádios, jornais e revistas. Na justificativa da proposta, o relator afirma que o fato do processo judicial não poder correr em segredo de Justiça garantirá a devida transparência.

A proposta também é ruim para o desenvolvimento da economia de mercado, no qual a informação deve fluir livremente para que investidores, financiadores e parceiros comerciais possam gerenciar seus riscos de forma sólida. Vale lembrar que a portaria que mantém o cadastro não impõe qualquer sanção aos relacionados – decisão tomada individualmente pelas empresas em suas políticas de responsabilidade social ou por bancos públicos federais, baseados em uma decisão do Conselho Monetário Nacional.

Essa nova medida no relatório do senador Jucá, que não estava presente em versões anteriores, põe mais fogo em uma discussão que já estava quente uma vez que a sua proposta reduz as condições que podem ser consideradas análogas às de escravo. Aprovado na comissão, ele terá que passar pelos plenários do Senado e da Câmara dos Deputados.

Regulamentação polêmica – O relator do projeto de lei para a regulamentação da PEC do Trabalho Escravo resolveu adotar um conceito parcial de trabalho escravo, mais restrito do que aquele que está no artigo 149 do Código Penal. Uma definição que não é encampada pelo governo federal, mas está alinhada com a bancada ruralista, que exclui condições degradantes e jornada exaustiva da conceituação.

O governo federal e parte da bancada aliada ao governo e de oposição são contrários a essa regulamentação com conceito parcial e vão defender outra proposta na comissão.

De acordo com a lei vigente, são elementos que determinam trabalho escravo: condições degradantes de trabalho (aquelas que excluem o trabalhador de sua dignidade), jornada exaustiva (que impede o trabalhador de se recuperar fisicamente e ter uma vida social – um exemplo são as mais de duas dezenas de pessoas que morreram de tanto cortar cana no interior de São Paulo nos últimos anos), trabalho forçado (manter a pessoa no serviço através de fraudes, isolamento geográfico, retenção de documentos, ameaças físicas e psicológicas, espancamentos exemplares e até assassinatos) e servidão por dívida (fazer o trabalhador contrair ilegalmente um débito e prendê-lo a ele).

A legislação brasileira é considerada pela relatoria das Nações Unidas para formas contemporâneas de escravidão como de vanguarda, pois considera não apenas a liberdade mas também a dignidade como valores precisam ser protegidos. Ou seja, quando um trabalhador mantém sua liberdade, mas é excluído de condições mínimas de dignidade, temos também caracterizado trabalho escravo.

Desde 1995, mais de 46 mil pessoas foram resgatadas do trabalho escravo pelo governo federal em fazendas, carvoarias, oficinas de costura, canteiros de obra, entre outros empreendimentos.

E é na Suécia onde a coisa acontece: milhares de famílias pedem auxílio para enfrentar a pobreza

http://www.aftonbladet.se/nyheter/article15976113.ab;jsessionid=5C29138A04325FDB10239DD7DC5D3C87

Startsidan / Nyheter 2012-12-23

Nem todas as crianças querem um tablet

Milhares de famílias procuram ajuda – no inverno a pobreza doi mais

BEHÖVER HJÄLP Varje år söker tusentals familjer bidrag till julen, men det handlar inte om utsvävningar. ”Det handlar ofta om att man vill köpa vinterkläder och vinterstövlar till barnen, säger Lena Holm, generalsekreterare på barnhjälpsorganisationen Majblomman. PRECISA DE AJUDA A cada ano, milhares de famílias procuram ajuda para  o Natal, mas não se trata de deboche. É comum dizer que as pessoas querem comprar roupas de inverno e botas de inverno para as crianças, diz Lena Holm, Secretário Geral da barnhjälpsorganisationen (organização de ajuda às crianças) Majblomman. Foto: LASSE ALLARD
 
Há crianças que só querem uma roupa quente como presente de  Natal.

Ou um par de óculos para que eles não tenham dores de cabeça na escola todos os dias.

Todos os seus amigos perguntam o que eles ganharam de  Natal e neste ano eu quero que eles fiquem orgulhosos quando disserem”, escreve a mãe de dois filhos para  organisação  Majblomman.

De acordo com o relatório  Rädda barnens Barn­fattigdomsrapport vivem hoje  242 000 crianças com uma economia de tal forma restrita ou fraca que elas se podem caracterizar como pobres.

 

Não se trata de um quarto de um milhão de crianças que passam fome ou vivem na rua.

É mais do o que também acontece com  crianças que não podem  sempre poder contar com novas roupas quentes, para ir ao cinema ou jogar boliche com os amigos depois da escola.

Amanhã é véspera de Natal e, em seguida, geralmente a pobreza fica mais clara. Após as fériasas crianças comparem os presentes de Natal entre si. ”Que ganhaste?”, ”Quantas almodengas to aguentaste comer?”, ”Para onde viajaram?”

Para o escritório nacional da Majblommans , a maior organização sueca de apoio às crianças pobre, chovem pedidos dos pais com as solicitações mais diversas mas voltados para auxílios para o fim do ano.

De acordo com  Lena Holm, secretária geral da  Majblomman, chegam cartas …leia mais na página do Aftonbladet, em sueco e traduza no google.

http://www.aftonbladet.se/nyheter/article15976113.ab;jsessionid=5C29138A04325FDB10239DD7DC5D3C87

É mais fácil entender o fim do mundo do que esperar o fim do capitalismo….

Imagine all the people…

Imagine todo mundo …

Phil Gasper reviews a book that asks what a socialist United States would look like.

Phil Gasper faz o sumário dum livro que se pergunta como seria um Estados Unidos da America Norte Socialistareviews.

Students marching to defend public education on the March 4 2010 national day of action

IN AN article a few years ago, the Marxist theorist Fredric Jameson cited the saying “that it is easier to imagine the end of the world than to imagine the end of capitalism.”

There’s certainly some truth to this remark–most popular science fiction, for example, envisages dramatically different technology or exotic, distant locations, but portrays social and economic arrangements still characterized by hierarchy, competition and inequality.

But as this stimulating new book shows, it is possible to liberate our minds and imagine “what life could be like in the United States if we had economic as well as a real political democracy.”

Imagine: Living in a Socialist USA is a collection of over 30 short essays by a wide range of political activists and writers.

The book is divided into three sections. First, there’s a summary of “What’s Wrong with Capitalism?” and why we need an alternative to it by Paul Street. Second, 20 essays on “Imagining Socialism,” ranging over such issues as the environment; economic democracy; the law; alternatives to prison; human rights; personal, emotional and sexual life; women’s liberation; gay liberation; drugs; immigration; welfare; food; housing; health care; education; art; science and technology; and the news media. The final section consists of 10 essays under the heading “Getting There: How to Make a Socialist America.”

Review: Books

Frances Goldin, Debby Smith, and Michael Steven Smith, eds, Imagine: Living in a Socialist USA, Harper Perennial, 2014, $15.99, 304 pages.

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PAUL STREET’S opening article explains why another world is necessary, exposing capitalism as “the taproot of economic collapse, social breakdown, imminent environmental collapse, and authoritarian state failure in both the United States and the world.”

But it is the second section that is the heart of the book. In a short review, I can’t comment on all of the topics discussed, but I can mention a few that give a flavor of the collection.

In his contribution, the economist Rick Wolff rejects both the capitalism of the West and what he calls the “state capitalism” of the former Soviet Union and the People’s Republic of China, where workers had no real say in how the companies they worked for were run. By contrast, genuine socialism requires workers’ control of their workplaces, Wolff writes:

[I]n democratically organized socialist enterprises, the direct workers would function collectively as the board of directors, strongly influenced by the auxiliary workers. Instead of workers (the majority) being ruled and exploited by boards and major shareholders–a small minority–the workers would make crucial economic decisions and decide how to distribute the money their work brought in.

Wolff goes on to argue that this change in the internal structure of companies would result in “decisions systematically different from those of capitalist enterprises.”

One of my favorite pieces is the discussion of “Alternatives to the Present System of Capitalist Injustice” by political prisoner Mumia Abu-Jamal and Angela Davis. Abu-Jamal and Davis contrast indigenous systems of justice with what exists in the U.S. today–“a legalized system of violence against unprivileged communities, who have been the historical bogeymen of the American body politic.”

In place of the current system, they advocate community courts, based on principles of non-retributive justice, which can only be brought about by creating a political movement as powerful as the one that led to the abolition of slavery.

In the book’s shortest contribution, Renate Bridenthal imagines “A Woman’s Workday in a Socialist USA”–a world in which everyone has the opportunity of creative work, the workweek has been reduced to 25 hours, and “having children while holding a job is no problem” because affordable child care is available for everyone.

Mat Callahan looks forward to a time when “Art will no longer be forced to conspire with its own enslavement.” Capitalism, with its relentless drive to turn everything into a commodity, ultimately undermines the raison d’être of artistic activity. Callahan writes:

People make art because they love to make it. Buying and selling have nothing to do with this. Indeed, what separates art from the making of other things is that it does not need a purpose or use other than the joy it brings and the insight it provides. It is nevertheless a component of human existence without which we would be no different than other animals.

In a society no longer driven by the relentless pursuit of wealth, in which cooperation rather than competition is the norm, “art may eventually cease to be a separate and distinct category and instead be woven into the fabric of social life.”

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ALL THIS is inspiring, but is it anything more than a utopian dream? Paul Le Blanc’s essay on “The Third American Revolution: How Socialism Can Come to the United States” in the book’s final section takes up this question. According to Le Blanc:

In the United States today, there is a broad array of forces that could crystallize into a mass socialist movement: working-class people who want to fight back against capitalist austerity measures…radicalized trade unionists, environmentalists and Green Party supporters, veterans of the Occupy struggles, assorted left-wing groups, activists against various forms of racism and bigotry who see links between human rights and economic justice, people who are tired of seeing money that should go to human needs being spent on militarism and military adventures, and the growing number of others who are frustrated and furious over economic injustices that are coming down on them.

Hope for the future involves uniting this large group of people into a left-wing coalition “independent of any pro-capitalist politicians.”

Imagine: Living in a Socialist USA is not particularly good at responding to arguments against socialism (Alan Maass’ little book The Case for Socialism does a better job of taking those on), and because the essays are so short, most of them raise as many questions as they answer.

But the book covers an impressive range of issues, and if its goal is to show that socialism, conceived of as “a movement of the great majority in the interests of the great majority,” is an inspiring vision for political activists, then it succeeds admirably.