A quantidade de energia bruta que nos chega do Sol em uma hora equivale a toda energia necessária pela mundo inteiro num ano.

A humanidade tem possibilidades apenas não podemos durmir no ponto e agir rápido e de forma decisiva. Parte da solução é a iniciativa individual, a mudança de atitudes a vontade de sobreviver junto com uma vontade de alterar hábitos e a forma de vida. O conteúdo deste artigo vem de outro escrito por uma político americano que não se encontra entre os meus favoritos mas não posso omitir a fonte:
Leia mais: http://www.rollingstone.com/politics/news/the-turning-point-new-hope-for-the-climate-20140618#ixzz350o63llo
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O futoro não será radiante, sim radiante será porque haverá muito calor que teremos pela frente assim como teremos muitos riscos para os quais temos que ter uma preparação intensa. Parte da solução passa pela educação para todos porque somente os que atingirem um nível educacional de primeira é que terão chances de sobreviver uma vez que o trabalho é imenso e precisa de todas as pessoas com capacidade de entender os desafios e descobrir em sua vizinhança meios eficazes para proteção pessoa e do meio ambiente sem o qual não podemos sobreviver, alimento para nós e para os animais, o  ar, as plantas, os animais formam o cenário que nos permite viver. Cada elo desta cadéia é indispensável.

Os donos do poder já sabiam disto há muitos anos e existe toda uma preparação voltada para repressão popular parte da qual podemos ver realizada dentro do sistema policial cada vez mais repressivo, e isto também faz parte do problema que temos para resolver.

Apesar dos administradores dos países estarem hesitantes e na verdade mergulhados na corrupção das petroleiras ou da indústria armamentista, esta um dos consumidores mais intensos do combustível fósssil, um forte movimento populacional centrado nos Estados Unidos da America, em alguns países da Europa e em mais alguns poucos lugares vem se fortificando e forçando as mudanças como a reunião que se vai dar em agosto, puxada pela ONU, que por certo estará assediada por um forte movimento de massas nas ruas pese o possível reforço policial intimitador que deverá ser desatado. Se esta reunião lograr algum resultado menos grotesco do que a anterior na Polônia poderemos começar a suspirar, não aliviados, mas esperançosos de poder decidir o nosso futuro. Alguns fatos nos ajudam, e são citados no artigo do político americano,

A frase seguinte, tomada do artigo do político é alvissareira: “Como resultado, em todo o mundo, os executivos de empresas que vendem electricidade gerada a partir da queima de combustíveis à base de carbono (principalmente a partir do carvão) estão discutindo abertamente seus temores crescentes de uma espiral da morte de utilidade.”  Ela nos diz que os que hoje vendem a morte do planeta começam a sentir que o solo por baixo dos pés está se tornando movediço, e as razões são fortes nos número citados pelo político em seu artigo. Na Alemanha, que possivelmente é o país que está na frente da energia renovável, e não é atôa, a razão se encontra em que os alemães forçaram uma alteração da legislação tornando a energia nuclear proibida, um pouco depois do desastre de Fukushima, no Japão. Não é bem porque as adminstradoras da coisa pública ou o grupo de negócios seja de natureza melhor do que o resto que se encontra espalhado no mundo, é porque a população reagiu sentido que perigo nuclear se encontra na porta de casa. Hoje a Alemanha já conta com 37% da energia diária vindo do sol e se prediz que chagará aos 50% em 2020, mas eu tenho certeza de que este resultado será muito melhor considerada a velocidade como a energia renovável está avançando nos países do norte do globo, enquanto que aqui entre nós anda a passo de jegue, com todo o meu respeito pelo jumento nosso irmão.

O político americano tem um raciocínio economicista, e o nosso problema não é economicista, é político e científico. Mas o seu raciocínio economicista merece ser registrado aqui uma vez que ele nos informa o ponto de vista dos que sugam o meu ambiente em sua forma de viver economicista. “Além do mais, as duas maiores concessionárias de energia por queima de carvão da Alemanha perderam 56% por cento do seu valor ao longo dos últimos quatro anos, e as perdas continuaram no primeiro semestre de 2014. E não é só na Alemanha. No ano passado, as 20 melhores concessionárias em toda a Europa informaram a perda da metade de seu valor desde 2008. Segundo o banco suíço UBS, nove em cada 10 centrais de  carvão e de gás estão agora a perder dinheiro. Nos Estados Unidos, onde até 49 por cento da nova capacidade de geração veio de fontes renováveis ​​em 2012, 166 centrais de geração de energia elétrica a carvão fecharam ou anunciaram que estão fechando nos últimos quatro anos e meio. Um adicional de 183 propostas de novas usinas de carvão foram canceladas desde 2005.”

Em suma, eles estão começando a sentir que o caminho tem que ser outro e a razão vem na próxima justificativa do político americano, há um movimento individual de reais inovadores, sobretudo dentro dos Estados Unidos da America, que avançaram na produção de sua própria energia via solar apesar dos forte impecícilíos governamentais e estruturais de administradores movidos à fóssil diretamente dentro do bolso. Há regiões inteiras nos Estados Unidos em que a produção elétrica de origem solar não consegue entrar nas redes que pertencem ao fóssil, mas o escândalo já se armou sobretudo porque uma das razões seria que a rede é velha e apenas ainda serve à indústria que está instalada. Trocando em miúdo, ganham dinheiro sem fazer investimentos.

O político americano traz a facada final: “O grupo comercial que representa as principais empresas de energia elétrica dos EUA, a Edison Electric Institute, identificou geração distribuída como “a maior ameaça de curto prazo para o modelo de utilidade.Em maio passado, o Barclays rebaixou a totalidade do setor elétrico os EUA, advertindo que uma confluência de tendências de declínio de custos na geração de energia solar/fotovoltaico/ com novos métodos de distribuíção e armazenamento de energia residentials já  é susceptível de perturbar o status quoe fazer investimentos em novas geradoras de carvão e gás se tornanram menos atraente.” Claro, eles pensam apenas economicistamente. Entretanto a população sente na pele os efeitos das mudanças climáticas na forma de incêndios, de inundações ou mais simplisitamente nos acidentes de transporte de óleo que aumentaram significativamente nos últimos anos em função da impossibilidade fática da construção do oleoduto que viria do Candá para os Estados Unidos da America do Norte devido, exclusivamente, ao ativismo intenso de grupos de meio ambiente apesar da repressão violenta que tem alguns herois como Tim DeChristopher que acaba de ser liberado da prisão depois de dois anos de penitência por sua ação que alterou em definitivo a liberação de terras públicas para a perfuração petrolífera, mas Tim DeChristopher passou dois anos preso trazendo um exemplo vivo para muitos outros e certamente também, embora não pareça ter ligação, os denunciadores dos demandos governamentais que se tem multiplicado recentemente com o caso Snowden sendo o mais flagrante.

O meu ponto de vista é na essência diferente do político americano, entretanto eu a convido para ler o artigo dele pelas informações de fundo que terá apenas sugiro que saiba separa o joio do trigo. Leia mais em: http://www.rollingstone.com/politics/news/the-turning-point-new-hope-for-the-climate-20140618#ixzz350o63llo 

 

 

 

 

 

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