Zwentendorf, o museu da Tecnologia Inútil

O museu da Tecnologia Inútil

Em 05 de Novembro de 1978 houve na Austria um plebiscito a respeito da energia nuclear e no último debate televisado, quando as estatísticas indicavam que o resultado ficaria no empate, o ministro da energia austríarco tentou dar um golpe final em seu oponente que era o presidente da federação austríarca do meio ambiente.
O reator havia a custado, ao preço de hoje, 1 bilhão de euros e iria ferver água para produzir 692 megawats de energia, e esta foi a pergunta: “que vamos fazer com um investimento de 1 bilhão de euros?”

A resposta do presidente da federação de meio ambiente foi magistral e provavelmente ajudou na decisão que levou 50,47% dos austríarcos a se dedicirem pelo “não” numa vitória de 1% que deixou a Austria livre de energia núclear. A resposta do ambientalista foi “vamos inaugurar o Museu da Tecnologia Intútil, será a única central núclear que todo munto poderá visitar, nela passear livremente e pelo tempo que quiser para ver como se esquenta água por um método extremamente complicado e perigoso para fazer com que o vapor dágua produza energia elétrica e não energia nuclear como muita gente pensa”.

bonito, e limpo, por dentro do núcleo do reator - nunca foi usado!

bonito, e limpo, por dentro do núcleo do reator – nunca foi usado!


Desta forma a central nuclear de Zwentendorf, na Austria, que nunca entrou em funcionamento, vem sendo usada para oferecer partes de reposição para os reatores Alemães produzidos pela mesma companhia e que agora vão produzir apenas para algumas republicas bananeiras onde os dirigentes imbécis quiserem tocar centrais para ferver água desta classe de perigo, como Angra III que continuam insistindo em contruir para cumprir com o contrato c om empresa alemã que não pode mais construir centrais na alemanhã uma vez que lá também foi decidido encerrar o programa núclear de ferver água para produzir energia nuclear com vapor.

bonito, e limpo, por dentro do núcleo do reator - nunca foi usado!

bonito, e limpo, por dentro do núcleo do reator – nunca foi usado!

Recentemente foram instalados 1000 paneis solaresx nas paredes do “reator” que estarão produzindo 180 MWh de eletricidade por ano sem nenhum risco para ninguém e a custo praticamente zero além do investimento inicial, e claro sem lixo muito grande a não a eventual reclicagem dos paneis solares.

bonito, e limpo, por dentro do núcleo do reator - nunca foi usado!

bonito, e limpo, por dentro do núcleo do reator – nunca foi usado!

Enquanto que no Japão, no minúsculo Japão, um arquipelagos de pequenas ilhas encrustado a uma centena de quilómetros da congelada Russia, a população empurrou o governo a encerrar o programa núclear com a contra oferta da redução dos gastos de energia nos domicílios, passando o Japão a nova etapa da energia renovável depois do desastre de Fukushima que ainda é candidato a ser da classe do desastre ukraniano em Chernobyl, o governo do Brasil insiste em honrar compromissos com a empresa alemã que produz energia elétrica com vapor d’água pelo método complicado e perigoso do lixo radiativo falando em terminar a construção de Angra III quando nem II e nem I conseguem funcionar além de alguns dias por ano apenas produzir lixo que ninguém sabe onde guardar.

Podiamos terminar Angra III mas reduzindo signficativamente os gastos, por exemplo reduzindo drasticamente os custos:
(1) diminuido a bitola dos tubos para conduzir água e até mesmo os fazendo de plástico translucido deixando-os a vista;
(2) reduzindo as dimensões das portas de proteção e as fazendo de madeira ou de plástico também translucido;
(3) eliminando os gastos com as bombas injetoras de água fazendo-as de material mais simples, talvéz também de plástico translucido;
dest’arte fazendo de Angra III um belo museu da tecnologia inútil aberto o ano todo, ou melhor, passando a funcionar o ano todo e gerando recursos com a cobrança duma moderada taxa de visita, empregando alguns físicos núcleares para trabalharem como acompanhantes dos visitantes e explicarem como e porque Angra I e Angra II não consegue funcionar e porque Angra III funciona em tempo integral.

Alternativamente, podiamos alterar um pouco mais o projeto abrindo grandes buracos no teto para deixar passar a luz solar abundante na região e, com um sistema de espelhos e lentes poderia se fazer vapor d’água para rolar as turbinas deixando que os visitantes vissem que é possível produzir energia com vapor d’água usando de meios bem menos ofensivos e ainda altamente tecnológicos.

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