repórter de bicla – passou na têvê

Minha experiência pessoal o confirma, em trajetos, dentro da cidade, num raio de 10 km eu considero a bicicleta imbatível e se não a uso com frequência total é porque o risco ambiente para o ciclista é muito grande e exatamente pela especie invasiva denominada veículo automotor.

Depois tem a poesia de Luiz Gonzaga, ela fala em quem anda a pé,  eu prefiro entender que é quem vai de bicicleta pois o efeito é o mesmo.

♪… O pobre vê nas estradas o orvalho beijando a flor. Vê de perto o galo campina que quando canta muda de cor. Vai molhando os pé no riacho, que água fresca Nosso Senhor. Vai olhando coisa a grané, coisa que pra mode vê, o cristão tem que andar a pé… ♪
(Estrada de Canindé – Luiz Gonzaga)

Quem vai de bicicleta vai numa cadência compatível com a Natureza, pode parar numa calçada para levar uma conversa com uma amiga que encontra na rua, ou simplesmente parar e descançar num banco de praça enquanto olha os transeuntes ou num fim de dia  admirar o poente.

Quem vai de bicicleta não agride a Natureza, se incorpora a ela e melhor pode sentir o cenário em que vive.

 

 

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