Previsões 2015: será que o PT continua a financiar a Globo e petistas a criticá-la?

Pois é, uma tremenda concubinagem do PT com a boblo

Educação Política

Há 12 anos pelos menos, desde que o PT assumiu o governo federal com o ex-presidente Lula, o PT vem anualmente destinando bilhões de reais para Rede Globo em nome de uma imaginária governabilidade. A sangria More…

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30 – O início do rodoviarismo

Em outras palavras, chegavam os carros, os donos das ruas, transformando as cidades em região perigosa para todos os animais…se tivessemos mantido o nosso desenvolvimento baseado nas bicicletas, certamente teriamos evoluido com mais vagar e mais segurança sem chegarmos ao risco, agora iminente, de extermínio da cultura humana.

Transportação

O Diário de Noticias publicou uma foto esclarecedora:
http://150anos.dn.pt/2014/11/21/06

Mostra uma faixa na Rua do Carmo, Lisboa em 1935 com os dizeres:
“Peões: por favor, transitem pelos passeios”.

(Peão é pedestre em português brasileiro.)

Esta campanha de 1935 vem confirmar o que eu chamo de Rodoviarismo: A adaptação, a qualquer custo, da cidade aos automóveis.

Ainda neste tópico:
http://www.veraveritas.eu/2012/07/queremos-as-nossas-cidades-de-volta.html
http://www.copenhagenize.com/2012/02/jaywalking-and-motor-age.html
http://caosplanejado.com/ruas-para-pedestres/

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A MÃO QUE BALANÇA O BERÇO DA VIOLÊNCIA

Breno Altman dedetiza Olavo de Carvalho

No Brasil 247.

BRENO SOBRE OLAVO: “A MÃO QUE BALANÇA O BERÇO DA VIOLÊNCIA”

“O único propósito deste filósofo de bordel é semear intolerância e ódio contra ideias, organizações e vozes do campo progressista”, diz o jornalista Breno Altman, sobre o ataque feito pelo “trânsfuga” Olavo de Carvalho
1 DE AGOSTO DE 2013 ÀS 16:04

A mão que balança o berço da violência

Propósito de Olavo de Carvalho é semear intolerância e ódio contra ideias, organizações e vozes do campo progressista

O senhor Olavo de Carvalho faz parte de uma turma bem conhecida. A dos trânsfugas, com suas mentes atormentadas e rancores insones. Talvez seja o lobo mais boçal da alcateia, mas não está sozinho. Do mesmo clube fazem parte Reinaldo Azevedo, Arnaldo Jabor, Demétrio Magnoli, Marcelo Madureira e um punhado de outros. Foram todos, na juventude, militantes de esquerda. Hoje são a vanguarda do liberal-fascismo.

O único propósito deste filósofo de bordel é semear intolerância e ódio contra ideias, organizações e vozes do campo progressista. A expressão, no caso, não tem o objetivo de rebaixar os frequentadores de lupanários e suas abnegadas profissionais. Apenas identifica um tipo clássico de charlatão, capaz de dissertar sobre vários assuntos sem conhecer qualquer um deles, para gáudio dos porcos que se refestelam com pérolas de conhecimento rasteiro.

Sua primeira resposta ao artigo em que foi citado, aliás, é bastante reveladora de personalidade e padrão intelectual. “Fico no bordel olhando a sua mãe balançar as banhas diante dos clientes, e aproveito para meditar o grande mistério do parto anal”, escreveu o energúmeno. Não é uma gracinha? Tratado como professor e guru por seus áulicos, a verdade é que não passa de um embusteiro.

Figuras desse quilate normalmente deveriam estar relegadas ao ostracismo. O degenerado Carvalho, porém, é representativo de valores e métodos das forças de direita. Mentiroso contumaz, atua como menestrel a animar suas hordas contra a democracia e a esquerda.

Calça-frouxa, seu dedo não aperta o gatilho, mas vocifera mantras que estimulam a violência e exaltam gangues fascistas como as que atacaram integrantes do Foro de São Paulo na noite de ontem. Por essa razão, Opera Mundi decidiu publicar, com destaque, sua resposta. Nada mais daninho a um vampiro de corações e mentes, afinal, que a luz do dia.

O alvo da ocasião é uma entidade que, desde a fundação, realiza todas as suas reuniões de forma pública, abertas à cobertura de imprensa e até às provocações de mequetrefes. Os integrantes são partidos que lideraram revoluções populares, foram levados aos governos de seus países pelas urnas ou estão na oposição a administrações conservadoras. As agremiações mais antigas estiveram à frente, heroicamente, da resistência dos povos da região contra ditaduras que provocam nostalgia na canalha fascista.

O degenerado Carvalho tem saudades dos tempos da tortura e do desaparecimento, das prisões e assassinatos. Suas infâmias pueris para criminalizar o Foro de São Paulo evidenciam seus pendores, mas também denunciam desespero diante do avanço das correntes progressistas por toda a América Latina. Contorce-se de ódio. Os cães sempre ladram quando passa a caravana.

Quem age na sombra e na penumbra, sem dar qualquer satisfação sobre como se financiam ou se organizam, são as quadrilhas do submundo reacionário, aquelas que se embevecem com a retórica dos vira-casacas e saem às ruas para atos de agressão covarde. Navegam na cultura política gerada pela máquina de comunicação do pensamento conservador, dedicada a estereótipos e amálgamas contra a esquerda.

O degenerado Carvalho não vale meia aspirina vencida, mas é parte de uma súcia a qual já passa da hora de ser combatida sem contemporização. Essa patota dedica-se a agredir reputações, inventar histórias e disseminar cizânia, açulando os porões da sociedade e do Estado. Destruir o ovo da serpente é indispensável para impedir que a violência fascista se propague em nossa vida política.

O filósofo tem o direito democrático de continuar sua cantilena no bordel que bem desejar e o aceitar. Mas toda vez que levantar sua voz para incitar o crime, ou gente de sua laia o fizer, a resposta deve ser pronta e imediata. Nunca é tarde para a devida dedetização ideológica dos vermes e insetos que funcionam como arma biológica do reacionarismo.

* Breno Altman é jornalista, diretor editorial do site Opera Mundi e da revista Samuel.

Limite de sucessões e continuidade

Limite de sucessões e continuidade

Tarcisio Praciano-Pereira

Textos da Sobral Matemática

http://sobralmatematica/org/preprints/preprints_2014_03.pdf

São três assuntos de que trata este texto: sucessões, limite e continuidade.

Sucessões neste texto é o resultado de conjunto de experimentos, apenas estou supondo que a “quantidade” de experimentos possa ser infinita, e concordo que aqui existe um buraco lógico e aceito

críticas para melhorar o texto.

Limite é um operador linear que se aplica numa sucessão produzindo um número, pelo menos é este o caso neste texto, e desta forma conseguimos definir números reais a partir de sucessões de números racionais. Limite é discutido na segunda seção.

Continuidade é uma qualificação para certas funções, apenas a grande maioria das funções que usamos, são contínuas o que coloca o Cálculo numa situação difícil: selecionamos algumas funções, as contínuas, mas a aparência é a de que não existem as que não sejam contínuas, pelo menos para o quem está se iniciando no estudo de Matemática. Mostro que  não precisa ser assim.

Leia mais aqui.