O infortúnio incorporado

Muitos de nós sabemos que os países deixaram de ser democracias se transformando 
em plutocracias ou "ditaduras de empresas" em que o grupo dominante pertence à 
associações de indivíduos representativos de "grandes empresas". O Congresso 
Nacional, do Brasil é dominado em mais de 90% de representantes de tais grupos 
havendo menos de 10% de deputados ou senadores que respondem aos interesses da 
população em geral.  A maioria foi eleita com dinheiro do agronegócio, de igrejas 
que na verdade são novamente grandes empresas, de empresas representativas 
do grande negócio midiatico, enfim por aí. Mas isto todos sabemos.
Seligman e outros construiram a grade de choques elétricos com que fizeram experimentos com cachorros.

Seligman e outros construiram a grade de choques elétricos com que fizeram experimentos com cachorros.

Sabemos mas nem sempre estamos consciêntes de tais fatos e da prisão psicológica 
em que estamos encerrados que lembra o infortúnio incorporado que é um tópico da 
psicologia inaugurado por volta de 1960 via experimentos feitos por Seligman 
e outros.

Em 1960, Seligman e outros psicólogos fizeram um experimento envolvendo 150 cachorros colocados sobre um grade eletrificada de baixa potência mas o suficiente para provocar um desconforto suportável dom choques, como a figura ao lado sugere. Primeiro os cachorros foram submetidos a uma série de choques dos quais não podiam escapar, num primeiro dia de forma que eles aprendessem que não podiam escapar da tortura. Na sequência o ambiente foi alterado incluindo uma pequena barreira para uma outra área livre de choques associando-se a presença dos choques a uma lâmpada que se acendia ao iniciar a sessão de choques. Parte dos cachorros aprenderam a escapar dos choques no acender da lâmpada escapando para a outra área, mas uma pequena percentagem de cerca de 30% se acomodou aos choques ficando inertes quando a lâmpada se acendia, sentido-se incapazes de reagir ou aceitando a tortura. Você pode ler mais a respeito em http://www.ae911truth.org/news/196-news-media-events-fran-shure-part-14.html

Quantos de nós somos do tipo dos cachorros que se submetem passivamente aos choques? Escrevo isto motivado pelo movimento AE911Truth um grupo de arquitetos e engenheiros americanos, é o significado do “AE” que há cerca de 5 anos vem movimento a população americana e canadense para exigir uma investigação em profundidade e independente das agencias governamentais dos eventos de 11 de setembro de 2001. Eles vêm agindo nas ruas e nas universidades americanas e canandenses na tentativa de aumentar o índice de pessoas, pelo menos curiosas por saber da verdade e no relato de Frances Shure, há algumas respostas interessantes, ou chocantes:

  1. “Está claro para mim que 9/11 foi uma operação com fundo falso mas realmente não existe nada que eu possa fazer sobre isto” lhe falou um amigo.
  2. Este amigo faz parte dum grupo de diversos amigos que vieram fazendo observações semelhantes passados os anos depois de 11 de setembro de 2001 e que não acreditam na hitória oficial. São muitas as pessoas deste tipo e que lembram os 30% de cachorros adaptados à tortura.

  3. Uma mulher amiga de Frances se manifestou de forma parecida declarando de forma mais ou menos decida “Se sua descrição sobre 9/11, então o nosso estado geral é bem pior do que todos nós imaginamos. Isto é muito maior, muito maior mesmo do que eu posso ser e neste caso o que podemos fazer é simplesmente acompanhar a correnteza. Não nada que possamos fazer”. Em suma um membro do 30% dos cachorros adaptados? “9/11” é a forma comum na america para se referir aos eventos de 11 de setembro de 2001 porque eles invertem mes e dia, nós diriamos 11/09.

  4. Ou então o homem que Frances encontrou na Denver People’s Fair, que se afastou correndo dela para evitar a continuidade da conversa mas falando ao se afastar : “Eu concordo consigo que que 9/11 tem fundo falso. Porém é exatamente isto que estes que se encontram sentados no poder vem fazendo conosco todos ao longo de centenas de anos. E vai continuar assim no futuro e não há absolutamente nada que que possamos fazer contra isto”. Em suma um membro do 30% dos cachorros adaptados?

  5. E um outro amigo de Frances ao ouvir pela primeira vez o clamor pelas perguntas sem respostas do 9/11 se saiu com a resposta que mais a intriga: “Que! Nunca ouvi falar disto! Escute! Se você vai atrás de Sauron, seria melhor colocar no dedo um destes aneis de proteção!” Sua declaração cheia de entonação estava fazendo referência a estas proteções sobrenaturais que é melhor ter como salvaguarda quando se entra numa empreitada sem esperanças. Sauron é o principal antagonista do The Lord of the Rings de J. R. R. Tolkien.

O fenômeno psicológico do infortúnio incorporado é uma sina terrível que nos envolve mas como não somos cachorros, e apesar de que os carrochorros serem incrivelmente inteligentes, eles têm limitações que não temos no aprendizado e portanto podemos superar o infortúnio incorporado e jogar fora nossa sina de miseráveis manipulados por esta pequena clique de marionetes, uns 700 deputados e senadores que servem submissamente a interesses escusos servindo como canais intermediários para colocar toda a sociedade a serviço de interesses que não são os da maioria da população.

Eu, por certo, não sou um cachorro, fique certa.

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