Veteranos da Inteligencia Norte Americana se opõem à restruturação da C.I.A. de Brennan.

Veteranos da Inteligencia Norte Americana se opõem à restruturação da C.I.A. de Brennan.

Sábado, 14 de  Março de  2015 00:00
By Veteran Intelligence Professionals for Sanity, Consortium News | Open Letter
tradução: Tarcisio Praciano-Pereira
(restrições do tradutor: Este tradutor em hipótese alguma subscreve o ponto de vista político deste
artigo e esta tradução é feita exclusivamente para mostrar que há uma oposição dentro dos círculos
ditos de “inteligência” nos EUA à forma desatrosa como é conduzida à política externa americana ditada
pelos interessados em vender guerra a qualquer custo)

A idéia original da CIA era ter peritos independentes  que avaliassem as ameaças de curto e longo prazo para a segurança nacional dos EUA.  A mistura de operações e política era sempre um perigo, que agora é destacado pela reorganização do diretor da CIA, Brennan,  que recebe a oposição dum grupo de veteranos de inteligência dos EUA.

MEMORANDUM para: O Presidente

DE: Veteran Intelligence Professionals for Sanity (VIPS)

Assunto: Restruturação da C.I.A. por John Brennan

Sr. Presidente, o plano de reorganização CIA anunciada pelo diretor John Brennan na sexta-feira é um golpe, potencialmente, mortal para o objectivo, a inteligência baseada em fatos necessários para apoiar decisões plenamente informadas sobre a política externa. Sugerimos transformar esse perigo numa oportunidade para criar uma entidade independente do setor operacional da “guerra contra o terror” para análise da inteligência CIA.

Em 5 de fevereiro de 2003, imediatamente depois do discurso de Colin Powell na ONU, membros da VIPS enviaran a nossa primeira exposição de VIPS, solicitando ao presidente George W. Bush para ampliar o debate sobre a política “para além do círculo dos conselheiros claramente empenhados em uma guerra para a qual nós não viamos  nenhuma razão convincente e da qual acreditavamos que as conseqüências não intencionais poderiam ser catastróficas “.

Os “antigos oficiais superiores” a quem Brennan pediu dados para o plano de reestruturação formam um círculo fechado claramente  semelhante, ao  “excelente grupo de oficiais ao longo da Agência” escolhido por Brennan para uma visão da missão e do futuro da agência. Ele não inclui nenhum dos dissidentes da comunidade de inteligência e ex-alunos que lutaram contra a politização desastrosa de inteligência antes do ataque ao Iraque. O plano de Brennan também não reflete as lições aprendidas a partir desta ação desastrosa.

Você continuou confiando em  Brennan apesar registro medíocre da CIA sob a sua liderança. Nós pedimos que você pese o plano de Brennan com o pano de fundo da visão profética de Harry Truman para a CIA. Precisamos parar de perder tempo e energia tentando evitar que o bebê que Truman nunca quis ver  jogado  fora junto com a água do banho. Deixe a água do banho escorrer, com o bebê forte e seco.

Um grupo independente para análise de inteligência estaria livre para produzir para você e seu Conselho Nacional de Segurança a  análise de inteligência estratégica de longo e médio prazo que podem ajudar o nosso país a evitar futuros desastres estratégicos. E nós nos oferecemos a nós mesmos como consultores de como isso pode ser feito.

Nossa preocupação com o que vemos como as prováveis consequências decorrentes do que Brennan pretende, juntamente com os nossos muitos anos de experiência em trabalho de inteligência, levaram este memorando, que acreditamos que pode lucrar com alguma perspectiva histórica.

Presidente Harry Truman queria uma estrutura de agência capaz de atender a necessidade de um presidente para ” … informações mais precisas sobre o que estiver acontecendo em todo o mundo e, particularmente, das tendências e desenvolvimentos em todos os pontos de perigo”.  Em uma nota  que apareceu no Washington Post,  exatamente um mês após o assassinato do presidente John F. Kennedy, Truman acrescentou: “Eu tenho estado  perturbado pelo … o jeito de como a C.I.A. se desviou da sua atribuição original … e tornou-se um braço operacional e, por vezes, um braço de formulação de políticas do Governo”.

Truman acrescentou que “a coisa mais importante” era para se proteger contra o risco de que a inteligência seja usada para influenciar ou levar o Presidente a decisões insensatas.  Sua advertência é igualmente relevante agora – passados 52 anos.

A baia dos porcos

Truman estava se referindo à forma como o diretor da CIA Allen Dulles tentou armar uma cilada para  o Presidente Kennedy forçá-lo a envolver as forças dos US a terminar a tarefa que uma banda  de invasores rasos,  treinados pela CIA, tentaram em  Cuba começando com o desembarque na Baía dos Porcos, em abril de 1961, alguns meses antes você nascesse. Kennedy tinha advertido repetidamente aos agentes e  planejadores da acção encoberta,  da CIA, que sob nenhuma circunstância ele iria envolver  as forças dos EUA. Mas eles se consideravam gente experiente, (de idade),  eles sabiam mais,  eles pensavam que eram o melhor que o jovem presidente poderia ter.

Notas manuscritas de Allen Dulles descobertas depois de sua morte mostram como ele envolver  Kennedy num plano em que era praticamente certo a necessidade  do apoio das forças dos EUA. Dulles escreveu que Kennedy seria compelido pelas “realidades da situação” a  dar todo o apoio militar que fosse necessário  em vez de permitir que a empresa fracassasse”.

Kennedy demitiu Dulles, uma figura típico dos meios de Washington – algo que se faz apenas por sua própria conta e risco. Como jovens oficiais da CIA na época, alguns de nós experimentamos em primeira mão um profundo  ódio pela operação em que muitos dos operativos da CIA nadaram numa ação secreta. Muitos não  resistiram  extravasando sua raiva, chamando Kennedy “covarde” e até de “traidor”.

Análise também corrompida

Você está plenamente consciente, nós confiamos, que o orgulho  alardeado dos nossos analistas de falar a verdade nua e crua ao poder (nota do tradutor: deve ser “ao chefe do poder”) foi corrompida pelo diretor George Tenet e Vice-Diretor John McLaughlin, que se superaram em ditar  instruções ao presidente Bush e ao vice-presidente Dick Cheney. O novo ethos se resumiam nisto: Se o presidente quer pintar o Iraque como uma ameaça estratégica, é o nosso trabalho para trazer-lhe a a “evidência” – mesmo que ela precisa ser fabricado por  inteiro (ou falsificada, como no caso do “bolo amarelo de  urânio na África”. (nota do tradutor: ver http://en.wikipedia.org/wiki/Niger_uranium_forgeries)

Analistas honestos foram admoestados para não afundar o barco. Um exemplo concreto pode ajudar a ver isto  toda a sua feiúra. Quando o único oficial de inteligência dos EUA entrevistado em  “Curve Ball” antes da guerra viu o borrão do discurso de  Powell, de 05 de fevereiro de 2003,  citando “descrições de primeira mão” por um desertor iraquiano duma frota de laboratórios de armas biológicas móveis, ele questionou fortemente a “validade da informação”. o entrevistador  expressou então profundas reservas sobre a fiabilidade do Curveball. (nota do tradutor: http://www.publico.pt/mundo/noticia/powell-quer-explicacoes-da-cia-e-do-pentagono-sobre-fonte-chave-para-a-guerra-no-iraque-1480853)

Aqui está o que o supervisor do entrevistador, o vice-chefe da Força-Tarefa iraquiano da CIA, escreveu em um e-mail respondendo a suas dúvidas:

“Vamos manter em mente o fato de que esta guerra vai acontecer, independentemente do que Curve Ball disse ou não disse, e que O Centro do Poder  não está  muito interessado em saber se Curve Ball sabe ou não sabe do que está falando. No entanto, no interesse da Verdade, devemos a alguém uma ou duas frases de advertência, se você sinceramente tem reservas “.

Esta não foi uma ocorrência isolada. Comentando sobre os resultados de um Comitê de Inteligência do Senado um estudo de cinco anos, bipartidário, da inteligência pré-Iraque-guerra, Presidente Jay Rockefeller a descreveu (nota do tradutor: a inteligência pré-Iraque-guerra)  como “sem fundamento, contrariditória, ou mesmo inexistente”.  Ele estava se referindo à informação (in) famosamente descrita como um “afundaço” pelo então diretor da CIA, George Tenet, que era o responsável pelo avanço na carreira de John Brennan.

Em sua despedida na linguagem diplomática habitual, o então Secretário de Estado Adjunto de Inteligência Carl Ford, falando com os autores de Hubris: “The Inside Story of Spin, Scandal, e a venda da Guerra do Iraque, teve palavras duras para Tenet e seu vice John McLaughlin. Ford disse que as provas e análise eles deram aos decisores políticos “não foram apenas erradas, eles mentiram … eles deveriam ter levado um tiro.”

Infelizmente, a verdade é que – sair ou  soprar o apito (nota do tradutor: blow the whistle) – há pouco que se possa fazer para evitar a distorção da “inteligência” quando ela é dirigida a partir do topo – se pelo engano consequente Bush-Tenet-McLaughlin sobre a ameaça de Iraque, ou a presunção ideológica / carreirista de William Casey-Robert Gates em insistir até o fim do regime soviético que o Partido Comunista da União Soviética nunca iria abandonar o poder e que o líder soviético Mikhail Gorbachev era apenas mais inteligente do que seus antecessores.

Felizmente nem todos caem fora.

Há esperança de ser extraídas dessas ocasiões em que altos funcionários da inteligência com integridade podem intervir, mostrar exemplo de coragem, e – apesar de várias indignidades e armadilhas no sistema – podem  forçar a verdade a vir a tona. Esperamos que você tenham tido conhecimento de que, após o fracasso das ADM(Armas de Destruição Massissas WMD) – do desastre generalizado no Iraque, o secretário de Estado adjunto para Intelligence Thomas Fingar fez precisamente isso ao longo de 2007, supervisionando um divisor de águas National Intelligence Estimate sobre o Irã, tendo concluido, por unanimidade, “com alta confiança” que o Irã tinha parado de trabalhar para produzir uma arma nuclear em 2003.

O presidente Bush admite em suas memórias que  colocou esta bobagem em seu plano anterior e de Dick Cheney para atacar o Irã durante o seu último ano de mandato. Assim, pessoas de caráter (como Fingar) contam, e as pessoas de integridade podem fazer a diferença – e até mesmo ajudar a frustrar os planos para a guerra – mesmo na mais politizada das circunstâncias.

Restruturando
(nota do tradutor: ou como alguns gostam- reengenharia)

Assim, o objectivo primordial em qualquer reestruturação deve ser o de tornar mais fácil para as pessoas de integridade, como Thomas Fingar, para criar uma atmosfera em que os analistas sintam-se livres para dizer as coisas como elas são é, sem se preocupar com possíveis danos às suas carreiras, eles devem trazer à tona a uma conclusão politicamente “incorreto” – como claramenteo foi aquela sobre o Irã.

O problema é que o esforço de reestruturação Brennan faz exatamente o oposto. Ela coloca a politização em máxima. Colocando os analistas de inteligência e oficiais de operações em conjunto promove um tipo bem diferente de atmosfera – o tipo que aumenta a probabilidade  que Truman caracterizou como  “a coisa mais importante” para se proteger  – o líder,  “o presidente a cometer decisões insensatas”.

Truman viu o problema geral e foi ainda mais longe, dizendo que ele  “gostaria de ver a CIA restaurada a sua atribuição original como o braço de inteligência do presidente … e suas funções operacionais canceladas  ou usadas, corretamente, em outro lugar.” Pensamos Truman estava certo, então como agora.

Décadas de experiência mostram que os receios de Truman tinham fundamento. Na verdade, desde o início, colocando as operações de análise e acção encoberta juntos na mesma agência foi a primeira falha estrutural, por assim dizer, quando foi ela foi criado, em 1947.

Foi o produto,  principalmente pela insistência de que agentes da WWII OSS que poderiam competir com a KGB, no que hoje é chamado de “mudança de regime”, permanecessem no governo, e, em seguida, uma escolha míope para colocá-los com os analistas da CIA recém-criada. Como Melvin Goodman aponta em seu A Falha de Inteligência: Declínio e Queda da CIA, no início “a liderança da CIA se oponha  a ter a responsabilidade pelas ações secretas, acreditando que a função clandestina acabaria por manchar o produto, inteligência, uma observação presciente”.

Durante a década de 1980, o secretário  de Estado (nota do tradutor: Ministro das Relações Exteriores no Brasil) do Presidente Reagan, George Shultz, corretamente acusou o diretor da CIA, William Casey, e seu vice, Robert Gates, de dobrar a inteligência, acusando que  o seu envolvimento operacional “de colorir” a análise da Agência.  Shultz abertamente cobrou William Casey de fornecer ao  presidente Reagan “inteligência defeituosa” para reforçar as próprias preferências políticas de Casey, incluindo a mal concebida troca de reféns por armas com o Irã.

Shultz acrescentou que, porque ele tinha uma visão de  análise e operações era uma mistura tóxica, ele nutria “sérias dúvidas sobre a objectividade e fiabilidade de alguns dos dados de inteligência que ele estava recebendo”.   Shultz foi um forte defensor de separar a análise das operações, comparando a necessidade de que da separação entre bancos de investimento dos bancos comerciais.

“Guerra ao terror” como um modelo de negócios.
(nota do tradutor: epa, agora eu concordo inteiramente com o título, assim como
http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=30&cad=rja&uact=8&ved=0CFcQFjAJOBQ&url=http%3A%2F%2Fwww.theinsider.org%2Fnews%2Farticle.asp%3Fid%3D2760&ei=VvYEVcnCKOjlsASrsoF4&usg=AFQjCNFYtqa4PeWgj3LyxWH3GlqFQanOmw&sig2=TpnY2W_2rjphs9_JMbmBrg&bvm=bv.88198703,d.cWc
)
O modelo de negócio escolhido por Brennan é  apresentado  como a “guerra contra o terrorismo”, e ele mantém que  o Centro de Contraterrorismo (CTC) como um modelo a imitar. Lá, os analistas e operações policiais sentam lado a lado principalmente encarregados de caça, direcionamento e assassinato naquela guerra.

Mas a verdade, é o que se vem mostrando, é a primeira vítima da guerra. Isto pode ser visto logo de cara na forma exagerada como os supostos “sucessos” do Centro são anunciados. Alguns de nós já trabalharan perto ou dentro destes centros da CIA,  depois que dez novos “Centros de Missão” foram  padronizados. E estamos muito chocado com os aplausos hiperbólicas que estão sendo dados a eles – e, especialmente, para o CTC.

Que um politico por excelência, e grande promotor do Curve Ball , como o ex-Director Adjunto da CIA John McLaughlin sendo conhecido como quem  aconselhou  Brennan sobre a reestruturação, e enaltecendo os benefícios de ter “analistas e operadores juntos”, acrescenta peso à nossa preocupação.

Na mesma linhao ex-Director Adjunto da CIA, Michael Morell, por exemplo, afirma que os Centros existentes têm “provado ser uma combinação muito poderosa”, e que o Centro de Contraterrorismo é “o componente mais bem sucedido da  agência ao longo da última década.”

Morell continua focado no modelo da guerra como um negócio. Poucos dias atrás, ele admitiu que não achava que ele viveria para ver o final da al-Qaeda: “A geração dos meus filhos e geração dos meus netos ainda estará participando desta luta”, disse Morell.  (nota do tradutor: mas certamente nem os filhos deles e menos ainda os netos, estão morrendo nestas guerras, e muito pelo contrário, não devem ter participado nenhuma conscrição militar, como muito se denunciou que as filhas do Bush nunca tinham pisado num centro de treinamento militar. É apenas a geração dos filhos e dos netos mas nunca os netos ou filhos mesmos. Isto de guerra fica para os filhos dos outros, dos negros, por exemplo).

Terá ocorrido a Morell ou a outras pessoas que desempenharam papéis na inteligência britânica de que poderia haver um tipo diferente de centro, como o que existia em partes da Diretoria de Inteligência, onde o talendo do analista  pode ser usado, não apenas para alvejar os terroristas, mas para descobrir o quais são as suas dissidências, e se pode haver meios mais promissores para fazer uso delas?

Será mesmo que acreditamos que os terroristas escorregar  do útero gritando “Eu odeio a América”? E há uma relação de  custo benefício para matá-los com “drones”  como o método preferido de eliminar os terroristas (juntamente com outros que possam estar no lugar errado na hora errada)?

Brennan anunciou que os novos centros “irão trazer toda uma gama de pessoal operacional, analítico, e apoio técnico e das capacidades digitais para dar suporte as  questões de segurança mais prementes da nação e de seus interesses”.

Precisamos aprender mais sobre os detalhes, mas os Centros de Missão Integrada soam muito mais como campos férteis para a politização e controle centralizado sob a qual os subordinados vão sentir a pressão para seguir na linha com prosseguir com a guerra de jour e apresentar as soluções  politicamente corretas ditada do 7º piso, sob a orientação de sua equipe na Casa Branca.

Neste  tipo de CIA precisamos – todos marchando em passo, como grandes partes da Agência se transformado num exército particular à sua disposição, com praticamente nenhuma supervisão do Congresso? Nós não pensamos assim.

Centro de convergência

Com o presente plano de reestruturação vemos pouca promessa para o tipo de inteligência livre-agenda e substantiva que você e outros decisores políticos de alto nível precisam. Mas o trem parece ter deixado a estação em direção ao plano de reestruturação da Brennan. O esquema de reorganização  é de tal forma importante que deverá ser objecto de audições nas comissões de inteligência da Câmara e do Senado, mas não há nenhuma indicação de que qualquer comissão pretenda fazê-lo.

Deixe os analistas inclinados a perseguição de terroristas e fornecendo  apoio operacional direta  a  se inscrever para estas guerra contra o terror e Centros semelhantes. Você e seus sucessores ainda vai precisar de uma agência dedicada à análise de inteligência limpa  capaz de criticar honestamente a médio e longo prazo as prováveis consequências dos métodos utilizados para travar a “guerra ao terror” e outras guerras.

Podemos assegurar-lhe que é muito melhor para os analistas que fazem este trabalho de fundo exigente  não ser ao mesmo tempo “parte da equipe” que implementa esta política.

É hora de reverter para o que Truman havia previsto para a CIA. Estamos prontos para tornar-nos disponíveis para ajudá-lo a você e à sua equipe em pensar em como isso poderia ser feito. Que precisa ser feito já é claro para nós, e nos parece que o momento é oportuno.

Em nosso ponto de vista, precisamos parar de perder tempo e energia tentando evitar que o bebê seja jogado  fora junto com a água do banho. Deixe a água do banho escape, salve o bebê, mesmo que isso signifique uma instituição separada em que os analistas do tipo que completaram o  NIE sobre o Irã, em 2007, possa florescer. Isso pode ajudar a evitar uma nova guerra desnecessária, como os oficiais de apoio de combate tentam pôr fim às guerras antigas.

Em suma, estamos convencidos de que uma entidade separada para análise de inteligência – o tipo de agência Truman havia previsto para  CIA – seria um trunfo inestimável para você e seus sucessores como presidente.

Pelo grupo, Veteran Intelligence Professionals for Sanity (VIPS)

Fulton Armstrong,
National Intelligence Officer for Latin America (ret.)
Membro do Comité de Inteligência para America Latina (aposentado)

Larry Johnson,
CIA analyst & State Department/counterterrorism, (ret.)
Analista da C.I.A. contraterrorismo do Departamento de Estado (aposentado)

John Kiriakou, Former CIA Counterterrorism Officer
Ex Funcionario da C.I.A. para contraterrorismo

David MacMichael,
USMC & National Intelligence Council (ret.) (aposentado)

Ray McGovern,
Army Infantry/Intelligence officer & CIA presidential briefer (ret.) (aposentado)

Elizabeth Murray,
Deputy National Intelligence Officer for the Near East,
National Intelligence Council (ret.) (aposentada)

Torin Nelson,
former HUMINT Officer, Department of the Army

Coleen Rowley,
retired FBI Agent and former Minneapolis Division Legal Counsel

Peter Van Buren,
former diplomat,
Department of State (associate VIPS)

Kirk Wiebe,
Senior Analyst,
SIGINT Automation Research Center, NSA (ret.) (aposentado)

Lawrence Wilkerson,
Colonel (USA, ret.),
Distinguished Visiting Professor,
College of William and Mary

Ann Wright,
retired US Army reserve colonel and former US diplomat
(resigned in March 2003 in opposition to the Iraq War)
This piece was reprinted by Truthout with permission or license.
It may not be reproduced in any form without permission or license from the source.
(Isto não é um reprodução, é uma criação em cima doutro trabalho, uma tradução, o
que está previsto na licença Creative Commons)

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