E se dizia que era um laureado da paz, um prêmio nobel da paz…

Pois, eu lhes conto como foi, mas infelizmente não posso citar as fontes, todas fazem parte da enorme biblioteca de documentos secretos.

Mas aconteceu mais ou menos assim como lhes vou contar agora, fiquei sabendo por fontes seguras sobre as quais não posso falar em razão da própria segurança das mesmas.

No primeiro dia de trabalho de Barack Obama, dando uma arrumada nos papeis ainda um pouco confusos na mesa daquela sala chamada de oval, bem engraçado, agora o Obama estava sentado a grande mesa da Sala Oval.

Chegou cedo, ansioso em se sentir presidente do país mais poderoso do mundo para logo o seu auxiliar mais próximo informá-lo que tinha visita na ante sala. Nada menos do que Panetta, um auxliar de primeira posição do seu antecessor, o diretor geral da C.I.A. isto mesmo o cara que dirigia a famigerada agência a mando do seu antecessor.

Obama manda-o entrar, talvez, gentilmente, pede-lhe que entre e a pedido do mesmo fez um singelo sinal ao seu assesor imediato que saiu da sala junto com o pessoal de apoio fechando cuidadosamente a porta. A reunião seria secreta, sem testemunhos.

Apenas Panetta se esqueceu de que ele mesmo havia criado um circuito interno de televisão que registraria tudo que acontecesse na sala bastando que o presidente passasse o dedo num interruptor colocado numas das pernas da mesa, adredemente posicionado pelo lado do presidente de modo que este quando afastasse a cadeira naquela forma tão conhecida de mostrar relaxamento e tranquilidade para a conversa, empurrando a mesa e os papeis para ficarem distantes de si, neste momento, imperceptivelmente, o deso indicador se apoiaria levmente no interruptor se iniciando a filmagem da cena a partir de quatro ou cinco cameras escondidas, mas cuidadosamente colocadas para registrar todos os detalhes, faces, gestos e todo o assunto da conversa. Tecnologia típica de quem estava se iniciando no trato da lista de assassinatos à distância com os famigerados aviõesinhos sem pilóto, coisa que vou discutir em outra oportunidade para não sobrecarregar excessivamente esta conversa.

-Então, meu caro Panetta? Pronto para repassar a Agência ao sucesso que vou indicar?

-Sr. Presidente, é examente disto que vim aqui lhe falar!

-Ótimo, vamos direto ao assunto. Tem alguma sugestão sobre como fazermos a “transição”?

-É precisamente sobre “transição”, queria dizer ao Sr. Presidente que não acho que eu esteja em condições de submeter a Agência a uma “transição” de dirigentes, neste momento. Vim falar disto ao Sr. Presidente.

-Como? está a dizer-me que não quer que eu nomeio um sucessor de minha confiança? Por certo eu não estou querendo dizer-lhe que sua pessoa não me inspire confiança, apenas não é usual que uma Agência da importância que tem em suas mãos não passe à direção de alguém por mim indicado. É plenamente natural que uma nova administração coloque alí alguém intimamente afinado com a visão do novo presidente.

. Por favor explique-se melhor.

E Panetta então foi incisivo, praticamente mudou de assunto com uma pergunta que deixou Obama quase sem fôlego:

-E o Sr. Presidente se lembra de Kennedy?

-Sim, claro que me lembro, não se esqueça de que fui professor de Direito Constitucional antes de enfiar-me no Congresso. Inclusive lembro-me de que é um assunto que desejo retomar, afinal, quem matou Kennedy?

-Fomos nós, foi pessoal da Agência! Aliás como também o World Trade Center, tudo, as torres gêmeas e o prediozinho de 7 andares onde tinhamos até o dia anterior um andar inteiro o que nos custou um bom prejuizo, necessário para servir de disfarce. Já tinhamos cópias de todos os documentos e no dia estava lá trabalhando apenas alguns encarregados de manutenção, coitados! Mas fizeram parte do disfarce, também.

O presidente deu um empurrão extra na cadeira, irrefletivamente, como se desejasse se afastar dum inimigo, e ainda meio abalado por aquela resposta tão franca, embora nada surpreendente, uma vez que todo mundo tinha certeza de que era verdade o que Panetta estava alí falando tão destemidamente e confiante, sem lembrar-se de gravações ou filmagens, ou talvez mesmo certo de que quem tinha o controle de todo o sistema eram mesmo a Agência.

Embora já soubesse o que iria acontecer, ou seja, que iria mesmo nomear Panetta para seguir dirigindo a Agência, se retomando do susto inicial, levantou-se da cadeira dirigindo-se à porta, que abriu, quando falou:

-Sr. Panetta!  Logo vou chamá-lo para voltarmos a tratar do assunto e agradeço, penhoradamente, sua visita.

Era preciso fazer este relato até mesmo porque tenho escutado outros em que o cenário difere deste, num dos relatos, Panetta teria gentilmente batido às costas do Laureado Prêmio Nobel da Paz quando lhe teria dito “se lembra de Kennedy?” e quando o Prêmio Nobel da Paz lhe fincou os olhos na face num gesto de que não entendia bem porque tal assunto floreava o momento da conversa, Panetta teria continuado com um sorriso que lhe é tão característico: “É, fomos nós!”.  Este cenário é pelo menos incorreto como comprovam as filmagens, o presidente se encontrava do outro lado da mesa. Entre Panetta e o Prêmio Nobel da Paz havia uma grande e pesada mesa de vidro.

Não adianta escrever-me solicitando mais detalhes, já coloquei acima todos os detalhes que posso adiantar, até porque eu me lembro de Kennedy, Manning, Snowden e muitos outros.

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