A selvageria das privadas de telecomunicação e interesse nacional

Em 2013 o ministro das telecomunicações anunciou que a ANATEL (um sindicato não oficial das privadas de telecomunicação…) iria regulamentar o compartilhamento das torres de telecomunicação.  Não aconteceu nada!

Fazê-lo é uma questão de meio ambiente para evitar a proliferação de fontes de emissão de ondas eletromagnéticas pelo meio das cidades e nas vizinhanças de nossas moradias.

Fazê-lo é uma questão de começar a recriar o nosso sistema de comunicações que ficou destruido com a proivatização de nossas comunicações. Hoje você é um refém de uma ou mais privadas, como se fossemos carneiros dentro do cercado de algumas dessas privadas de comunicação.  Elas chegam a ter a ousadia de atrapalhar a nossas comunicações para lembrar que estamos fugindo do cercado quando acontece de sermos forçados a fazer uma ligação para alguém que é refém de outra privada. E pagamos mais caro por uma mesma comunicação coisa que não devia acontecer se tivessemos um sistema de comunicação – não temos  um sistema de comunicações, sofremos com uma anarquia selvagem de vendas de comunicações.

Há dois meses fiquei chocado recebendo uma conta telefônica da Telem*/Oi/ (que não sei bem que nome tem esta coisa) cobrando-me 500 reais a mais por conta de chamadas telefônicas que sairam do cercado em que estou confinado por esta privada.  Reclamei conta o abuso da cobrança e até agora sem sucesso.  Hoje sinto-me inseguro quando pego no telefone – telefonar, usar as comunicações, deixou de ser um direito e agora é um consumo vendido por rede de privadas sem que tenhamos qualquer chance de discutir como nos roubam.

Aqui uma lista de brincadeiras:

Se a ANATEL registra que seguidamente estas privadas desrespeitam a lei – quer dizer, são criminosas – então porque, simplesmente não as retira do chamado “mercado” de comunicações. Seria pelo menos uma limpesa, um ato detergente contra a imundície que estas privadas representam.

É interessante lembrar que uma foto bem representativa duma dessas privadas de comunicação traz a frase “você é nosso cliente, não é nosso refém”  lhe faltou a dignidade para fazer a firmação correta: eu sou refém duma dessas priovadas de comunicação.

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