Não queremos que as nossas histórias de dor virem casos de polícia.

Na última quarta, deputados da CPI do Aborto da Alerj, aprovaram um relatório que sugere a criação de uma lei obrigando que a polícia seja notificada toda vez que uma mulher for atendida na rede pública de saúde em uma situação de aborto.

Temos uma chance de barrar esse projeto: quando ele tiver que passar pela votação de todos os 70 deputados. Não há data certa para isso, mas a votação pode acontecer a qualquer momento.

Precisamos de ajuda pra planejar táticas e ações para barrar o projeto. Se inscreva no formulário para saber dos próximos passos.

http://www.mulheresmobilizadas.meurio.org.br/

3º Encontro Regional NE I do ANDES sediado na APRUMA – Sindicato do docentes da Universidade Federal do Maranhão

3º Encontro Regional NE I do ANDES sediado na APRUMA - Sindicato do docentes da Universidade Federal do Maranhão

3º Encontro Regional NE I do ANDES sediado na APRUMA – Sindicato do docentes da Universidade Federal do Maranhão

Imperatriz (MA) sedia o 3º Encontro Regional Nordeste I do ANDES-SN

No dia 06 de novembro será realizado o 3º Encontro Regional Nordeste I do ANDES-SN, na cidade de em Imperatriz (MA). O encontro ocorrerá no auditório do campus da Universidade Federal do Maranhão (Ufma) nessa cidade e terá como tema “Ajuste Fiscal: a Luta Sindical e a Universidade Pública Brasileira”.

Sirliane Paiva, 1° secretária da Regional Nordeste I do ANDES-SN, afirma que os debates sobre carreira e multicampia serão fundamentais no encontro. “Queremos debater quais as consequências do produtivismo na carreira docente”, afirma a diretora do Sindicato Nacional, citando como o exemplo o fato de que a Ufma aprovou uma resolução que torna praticamente impossível a progressão na carreira.

O local onde será realizado o encontro também está relacionado aos debates que ocorrerão. Imperatriz tem o segundo maior campus da Ufma, localizado a doze horas de carro da sede da universidade, e foi escolhida para que os docentes possam aprofundar a discussão sobre a organização sindical na multicampia. “A multicampia mudou nossa realidade de organização sindical. E é por isso que o evento não acontece na sede da universidade, e sim no interior”, diz Sirliane.

O encontro inicia, pela manhã, com uma mesa redonda sobre carreira docente nas universidades federais e estaduais, com a presença de Amauri Fragoso de Medeiros, tesoureiro do ANDES-SN, e Epitácio Macário, 2º vice-presidente do Sindicato Nacional. À tarde o debate terá como tema o desmonte da universidade pública, com a presença de Saulo Pinto, docente da Ufma.

Confira aqui o folder do evento.

Jogos indígenas em Palmas servem para cobrir o desrespeito que sofrem os índios

Cerca de uma dúzia de manifestantes protestaram contra os 14 milhões de dólares gastos, dinheiro oriundo de diversas fontes do governo assim como das Nações Unidas que poderia ser melhor gasto para garantir um futuro adequado para as nações indígenas que se debatem na fronteira da pobreza.

Narube Werreria disse que o evento é na verdade uma capa custosa para cobrir a real situaçãp das nações indígenas do Brasil; “o governo está usando o evento para para tapar nossdos olhos sobre tudo que acontece aqui”. ela funcionaria pública que pertence a tribo Karaja cujas terras se encontram próximas de Palmas, e acrescentou, “nem tudo aqui está bem”.

Se estima que antes da invasão dos brancos “colonizadores”, havia entre 3 a 5 milhões de índios vivendo no Brasil dos quais hoje existem cerca de 0,5% num país de 200 milhões de habitantes.  Eles enfrentam uma verdadeira guerra de discriminação e enfretamento com a chamada “indústria agrícola” que avançam de forma ilegal sobre as terras dos índios. Neste momento o Congresso do Brasil tenta aprovar mais uma “reforma da Constituição” que tornaria mais “ágil” a definição do que são terras indígenas, extamente num Congresso dominado pela “indústria agrícula” num claro atentado que até as fábulas de La Fontaine já denunciavam “com as raposas assumindo a guarda do galinheiro” que entregar o cuidado com as terras indígenas a um grupo de dominado pela chamada “indústria agrícula”

No Brasil, diz o Cacique Doran, um lider das tribus Tupi, “as plantagens de soja são tratadas de forma mais beningna que os índios”.

Mulher índia da tribo Karaja protesta contra a PEC 215 em Palmas

Karaja indigenous woman Narube Werreria,  índia da tribo Karaja protesta contra a PEC 215 em Palmas, nn  World Indigenous Games,  Palmas, Tocantins –  Brasil, na quinta-feira 22 de Outubro de  2015. Os manifestantes denunciaram o desperdício de dinheiro numa organização pobre e apontando que havia razões e modos de melhor gastar tanto dinheiro para melhor as condições de empobrecimento dos dos indígenas brasileiros.

O Pajé Guarani Doran protesta contras os bilhões gastos nas olimpíadas indigeneas

Pajé Tupi Guarani  Doran fala durante os protestos contra World Indigenous Games que estão acontecendo até 31 de outubro em  Palmas, na quinta-feira, 22 de outubro de  2015. Os maniofestantes denunciaram que se tratava de uma organização pobre mas com gastos da ordem de milhões de dólares quando este dinheiro poderia ser melhor gasto para proteger os índios que se encontram numa situação de grande pobreza no Brasil.

A polícia não pode substituir a Justiça: cercar, julgar executar

Menos de 3 meses da campanha Diga não à execução e já temos avanços para comemorar
Graças à mobilização de milhares de pessoas como você, das ações de ativismo nas ruas e dos esforços de incidência política da equipe da Anistia Internacional Brasil, conseguimos chamar atenção para os dados alarmantes do relatório “’Você matou meu filho’: Homicídios cometidos pela Polícia Militar na cidade do Rio de Janeiro”, lançado em agosto, e mobilizar mais de 12.500 pessoas com a campanha “Diga não à execução!”.

Veja os três primeiros avanços que você ajudou a tornar realidade:

1. No início do mês, o chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Fernando Veloso, anunciou publicamente que todos os homicídios decorrentes de intervenção policial (ou autos de resistência) passarão a ser investigados pela Divisão de Homicídios do Estado do Rio de Janeiro. Esta é uma das principais recomendações do relatório e uma das demandas centrais da petição.
2. A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) criou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que, uma vez efetivada, pretende investigar os homicídios decorrentes de intervenção policial no estado.

3. No dia 16, foi realizada a primeira audiência pública na ALERJ sobre o Projeto de Lei nº 182/2015 que dispõe sobre os procedimentos a serem adotados pela polícia nas ocorrência de autos de resistência.

Ainda não alcançamos nossos objetivos finais, mas estamos firmes no caminho! Vamos continuar a pressão para que esta realidade mude. Convide seus amigos, amigas e familiares a assinar a petição e fazer parte desta mobilização!
Juntas, nossas vozes são mais fortes.
Abraços,
Jandira Queiroz
Jandira Queiroz
Assessora de Ativismo e Mobilização
Anistia Internacional Brasil

É preciso nos tornamos uma Nação

É vergonhoso acessar a Internet e ter que suportar uma propaganda grotesca do google perguntando-me, “e depois do impeachment, onde você vai investir”, quer dizer que para o google, tirar do serviço uma presidente eleita do Brasil é uma questão de opção de investimento.

google não nos respeita como Nação, para eles continuamos sendo a republica bananeira em que ele eles vem catar materia prima para depois revendê-la, industralizada, para as falsas elites que conscurpam o poder em nosso país.

Mas eu me ufano do meu país quando leio num boletim da associação de aeronáutica da França, de 1906, dezenas de citações ao aeronauta brasileiro, Alberto Santos Dumont, o pai da aviação, que ao final desta ano de 1906 voava com a Demoiselle pelos ceús de Paris inventando,
finalmente, o avião, ganhando prêmios e saindo na frente dos americanos, dos ingleses e de outros que tentavam, na mesma época fazer o mais pesado voar.  Santos Dumont, um pacifista, um libertário, desprendido deixando em domínio público a sua invenção que deliberadamente não patenteou permitindo que todos copiassem seus dados técnicos e que finalemente a Humanidade pudesse ter o transporte aérea, mas que morreu deprimido ao ver que os militares lançaram mão do seu invento para transformá-lo numa arma destrutiva que não era o seu intento.

Mas eu me ufano do meu país quando releio as notícias de um Delmiro Gouvéia, verdadeiro inovador, que torna Pedra, uma cidade do interior de Pernambuco, na fronteira com Alagoas, a primeira cidade do Brasil e a segunda de todas as americas, a ter eletricidade vinda duma usina elétrica. Ele que foi possivelmente o primeiro brasileiro a ser um industrial multinacional e porisso assassinado pelos capachos da multinacional corrente laranja que não suportava que um brasileiro lhe tomasse o mercado de linhas.

Mas eu me ufano do meu país quando me lembro do jurista baiano e político, deslumbrar em Haia com sua capacidade jurídica e capacidade de poliglota, aliás o mesmo que predizia que os decentes e corretos haveriam que ter vergonha de sua correção porque seriam os larápios e os corruptos que teriam as rédeas do poder.

Mas eu me ufano do meu país com JK que governou cincoenta anos em cinco e estabeleceu a infraestrutura que faria do aglomerado disforme de estados num único país interligado por Brasília hoje entulhada de corruptos.

Mas a lista é longa e vou terminar numa ponta com Machado de Assis que represente todos os outros, Ulysses Guimaraes, Monteiro de Lobato, etc… e na outra com Artur Ávila, uma vitória mais recente de brasileiro que arrebata o prêmio maior de Matemática, a medalha Fields. Que o preto Machado de Assis e jovem branco, ambos do Rio, guardem a memória de dezenas de brasileiros que justificam que nos ufanemos de nosso país.

É um ufanismo que luta para conta a vergonha de ter um ladrão confesso na presidência de uma casas do parlamento. É um ufanismo que luta contra vergonha de que uma pobre mulher tentando mitigar a fome dos seus filhos, cometa um roubo, legitimado pela lei, mas seja presa, enquanto que dezenas de colarinhos brancos, ditos empresários, e nada inovadores, como o foi Delmiro Gouvéia, mais um punhado de falsos políticos, sejam autores de roubos já verificados e registrados e fiquem desafiando a cega justiça zanzando livres e zombando de tudo e de todos.

Afinal o roubo deles pode ser facilmente verificado e compravado pela Receita Federal comparando o que têm com o que declaram que ganham, esta mesma Receita Federal que em 2003 entregou-me um programa errado com o qual fiz a minha declaração para depois acusar-me de inadimplente com minhas obrigações tributárias por não ter entregue a declaração. Os audázes e capazes analistas da Receita Federal não puderem observar que eu não havia marcado o quadrinho que indicaria que minha declaração seria retificadora, e ainda assim, a arquivaram como retificadora do ano anterior deixando-me a descoberto para depois passar cinco anos da malha fina, afinal, por um erro da Receita. Então a Receita pode atazanar a vida dum funcionário público de cujos “rendimentos” ela tem controle total, mas não pode lavrar um ato de fuga fiscal de quem tem contas secretas fora do país, hoje de domínio público.

E pensar que este mesmo individúo, um ladrão, um desonesto, um criminoso, tentou forçar uma alteração da lei para que fossem apenados menores de idade, quando é sabido que maiores de idade, como ele, é que deveriam ser apenados por crimes muitas vezes maiores do que aqueles cometidos por pequeno infratores, afinal, seguindo o mal exemplo que os criminosos de colarinho branco abertamente oferecem para ser seguidos.

Mas já que Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes conspurcaram a Justiça, um com um julgamento que destruiu toda liturgia do código de processo cívil, enquanto que o outro desafiou as regras de funcionamento da corte suprema guardando na gaveta um processo que eliminaria a corrupção eleitoral, mesmo ja sabendo que seria voto vencido, então esta Justiça poderia se levantar e, tal qual vestal, dos escombros em que se encontra, e quebrar a liturgia mais uma vez colocando em prisão preventiva estes criminosos perigosos no aguardo dum julgamento legal mas de imediato livrar a Nação Brasileira da presença de indivíduos perniciosos da posição de prestígio e funcionalidade em que se encontram nos envergonhando a todos.

Mas por certo eu não queria ver estes criminosos presos, até porque sou contrário a existência mesmo das prisões já que elas são uma clara comprovação de desorganização da Sociedade. Tudo que eu queria é que eles fossem obrigados a devolver até o último tostão o que roubaram o que certamente, em consequência, os levariam a ficar de tangas uma vez que por hábito fazem apenas consumismo predatório e já terão gasto muito do dinheiro que roubaram em quinquilharias cujo valor no dia seguinte à compra fica reduzido um vil percentual impossibilitando a recomposição do principal roubado, então, por justiça, devem perder tudo que tem. Ficando de tangas, colocados na rua, teriam que repetir a letra do samba, “catar papel na ruas até encher o saco”, quando, no final da noite, trocariam o produto do seu trabalho por alguns trocados que lhe pagassem um frio prato de sopa como a primeira e última refeição do dia.