Relatório das torturas e prisões ilícitas da C.I.A.

REVEALED: The boom and bust of the CIA’s secret torture sites

Prisões secretas da C.I.A. pelo mundo

Prisões secretas da C.I.A. pelo mundo

In spring 2003 an unnamed official at CIA headquarters in Langley sat down to compose a memo. It was 18 months after George W Bush had declared war on terror. “We cannot have enough blacksite hosts,” the official wrote. The reference was to one of the most closely guarded secrets of that war – the countries that had agreed to host the CIA’s covert prison sites.

Between 2002 and 2008, at least 119 people disappeared into a worldwide detention network run by the CIA and facilitated by its foreign partners.

A mammoth investigation by the US Senate’s intelligence committee finally identified these 119 prisoners in December 2014. But its report was heavily censored, and the names of countries collaborating with the CIA in its detention and interrogation operations were removed, along with key dates, numbers, names and much other material.

In nine months of research, the Bureau of Investigative Journalism and The Rendition Project have unpicked these redactions to piece together the hidden history of the CIA’s secret sites.

Although many published accounts of individual journeys through the black site network exist, this is the first comprehensive portrayal of the system’s inner dynamics from beginning to end.

Read the full report here.

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O mistério do suporte de bicicletas virado para o rio em Copenhaguen

A prefeitura de Copenhaguen explica o mistério - foto pertence à prefeitura de Copenhaguen

A prefeitura de Copenhaguen explica o mistério – foto pertence à prefeitura de Copenhaguen

Omvendt cykelstativ til grin: Her er forklaringen

Procurado pela redação do  Ekstrabladet  o responsvel pelo setor técnico explicou completamente o mistério do estacionamento de bicicletas virado para o rio: é que quando os funcionários do setor chegaram para instalar o bicicletário, havia este carro que aparece na foto, estacionado incorretamente no local.

Coisa de automobilista, né!  mesmo em Copenhagen tem automobilista.

E aí ficou mais fácil os funcionários, para não perder a viagem, instalar o bicicletário virado para o rio…

Coisa de burocrata, né!

A prefeitura de Compenhaguen ficou muito sem geito com tanta gente tirando foto e espalhando na Internet até mesmo gente supondo que poderia para um novo tipo de barco-bicicleta que poderia começar a ser usada na Capital  Mundial das Bicicletas, mas a prefeitura de Copenhaguen confirmou que não havia ainda nenhum tipo de barco-bicicleta em ação que justificasse o bicicletário, eles estavam mesmo somente esperando que automobilistas tirasse o carro do estacionamento ilegal para que o bicicletário fosse desinstalado e novamente instalado corretamente.

Coisa de burocrata e de automobilista, né!

Reclassificar o glifosato – ingrediente tóxico ativo do herbicida Roundup, da Monsanto

agencia Adital

Lorraine Chow

EcoWatch

A primeira do país, a Agência de Proteção Ambiental da Califórnia (Cal/EPA, por sua sigla em inglês) informou que pensa em reclassificar o glifosato – ingrediente tóxico ativo do herbicida Roundup, da Monsanto – por saber que provoca câncer.

verdademundial

Segundo uma “notícia de intenção”, publicada recentemente pelo Escritório de Avaliação de Risco Sanitário Ambiental (OEHHA, por sua sigla em inglês), pertencente à Cal/EPA, a ação entra no âmbito da Proposta 65, da Califórnia, que obriga o Estado a publicar uma lista de produtos químicos conhecidos por serem causa de câncer, defeitos pré-natais e outros danos reprodutivos.

A mesma lei, também conhecida como Lei de Responsabilidade pela Água Potável Segura e os Tóxicos, de 1968, exige também que certas substâncias identificadas pela Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (IARC, por sua sigla em inglês), dependente da Organização Mundial da Saúde (OMS), sejam incorporadas à lista de cancerígenos.

O anúncio da agência estatal californiana, de 04 de setembro último, responde à classificação do glifosato pela IARC, no último mês de março, como “provável cancerígeno em seres humanos”.

“Os estudos de casos de exposição ocupacional realizados nos Estados Unidos, Canadá e Suécia informaram um incremento de risco de linfoma não de Hodgkin, que persiste depois de ajustar outros pesticidas”, expressou a IARC acerca do herbicida. Também há “convincentes provas” de que pode provocar câncer em testes de laboratório com animais.

Parece que a Califórnia é o primeiro estado do país a fazer essa avaliação do polêmico produto químico, segundo o doutor Nathan Donley, cientista do Centro para a Diversidade Biológica. “Pelo que sei, esta á a primeira agência reguladora dos Estados Unidos que determina que o glifosato é um cancerígeno”, explicou o doutor Donley em um e-mail para a EcoWatch. “Trata-se de uma conquista muito grande”.

O Roundup, o emblemático herbicida da Monsanto, é utilizado nos cultivos de todo o mundo e é o mais conhecido dos antipragas dos EUA. A gigante do agronegócio sustenta que seu produto é seguro e exige que a OMS retire seu informe.

Apesar das reclamações da empresa, muitos anos de investigação relacionam o Roundup com inúmeros problemas de saúde e do meio ambiente; também se registra uma diminuição recorde das mariposas monarca. Em junho último, a França proibiu a venda do Roundup em lojas de jardinagem devido à inquietação por sua toxicidade.

No está claro se outros estados seguirão os passos da Califórnia, ainda que este estado, especificamente, ponha ênfase especial nas leis de etiquetagem comercial.

“Se quaisquer outros estados acabam resolvendo que o glifosato é um cancerígeno, não creio que disponham dos requisitos de etiquetagem que a Proposta 65 proporciona o Estado da Califórnia”, diz Donley. “São os requisitos de rotulagem os que realmente dão ao consumidor a informação que necessitam para tomar uma decisão informada acerca de comprar ou não um produto específico”.

Aparte do glifosato, há outros três produtos químicos – tetracloreto de carbono, paration e malation – que também estão na relação de causadores de câncer da Cal/EPA. A agência avisa que tem a intenção de, em um prazo de 30 dias, acrescentar estes produtos químicos aos aproximadamente 800 já conhecidos por sua carcinogenia, informa a agência RT.

Sam Delson, porta-voz da OEHHA, disse à Agri-Pulse que as assinaturas que empregam 10 ou mais pessoas e utilizem os produtos químicos que figuram nessa lista devem “advertir clara e razoavelmente” sobre os danos que podem ocasionar esses produtos.

A lista não restringe o uso nem a venda das substâncias que especifica; o público está autorizado até o próximo dia 05 de outubro a apresentar comentários acerca da proposta.

A porta-voz da Monsanto, Charla Lord, disse à Agri-Pulse que o “glifosato é uma ferramenta eficaz e valiosa para os granjeiros e outros usuários, muitos deles do Estado da Califórnia. Em breve, proporcionaremos informação científica detalhada à ORHHA sobre a segurança do glifosato e trabalharemos para que nenhuma lista potencial afete a utilização nem as vendas do glifosato na Califórnia”.

Advogados dos consumidores aprovaram a iniciativa da Cal/EPA.

“Dado que o setor de pesquisa da Organização Mundial da Saúde declarou, recentemente, que o glifosato provavelmente seja um cancerígeno para os seres humanos; a inclusão na lista regida pela Proposta 65 e a exigência de que seja etiquetado como tal são os seguintes passos lógicos”, disse Rebecca Spector, diretora do Centro de Segurança Alimentar da Costa Oeste, a EcoWatch.

Fonte:http://ecowatch.com/2015/09/08/california-becomes-first-state-to-label-monsantos-roundup-as-a-carcinogen/?utm_source=EcoWatch+List&utm_campaign=4a984bb080-Top_News_9_9_2015&utm_medium=email&utm_term=0_49c7d43dc9-4a984bb080-85932365

O Brasil invadindo o mundo

Foi na primeira vez que saí do Brasil, na década de 70.

Pensando na viagem eu me preocupava que teria que alterar todos os meus hábitos, a pasta de dentes, a comida, ia ser uma total reviravolta na minha vida.

Qual nada! Chegando a Orly fui recebido pela Shell do Brasil logo no aeroporto. Depois logo se apresentou a Philips do Brasil, a Colgate do Brasil, todas sorridentes dando-me boas vindas ao espaço brasileiro no mundo.

Minha primeira visita a um supermercado também foi inicialmente estressante. Que comida iria comprar e qual não foi a surpresa de encontra o leite “ninho”, claro, os fraceses traduziram o leite em pó brasileiro que chamavam de “nid”, mas a lata era a mesma, e ao lado o nescafé do Brasil, e tinha mesmo na lata a informação de que era de café do Brasil ou da Colômbia. Eu estava mesmo em casa.

Logo comprei uma bicicleta “monark do Brasil” com que me deslocava do centro de Grenoble até Saint Martin d’Hers onde ficava a universidade sempre me assustando com os ônibus da Scania Vabis do Brasil que faziam o transporte na cidade.

O Brasil invandindo o mundo? nem tanto!  Quando Delmiro Gouveia tentou invadir o mundo com a sua fábrica de linhas que já havia tomado toda a América Latina a partir da pequena cidade que então se chamava Pedra, e que ele havia eletrificado com uma hidrelétrica tocada com as águas do Velho Chico, a inglesa que dominava o setor tentou comprar-lhe a fábrica e como ele se recusasse, logo foi assassinado, as linhas inglesas compraram a fábrica dos herdeiros de Delmiro Gouveia e deram-se ao cuidado de quebrar as máquinas em pedaços e jogar os pedaços dentro do Rio São Francisco.  Tuod que restou de Delmiro Gouveira, um empreendedor de verdade, foi que trocaram o nome da cidade, Pedra, que hoje se chama Delmiro Gouveia.

É preciso acordar, não somos nós que preciamos do resto do munto, são eles é que precisam da nossa terra, da nossa gente (para pagar baixos salários), dos nossos produtos (para lhes serem vendidos como matéria prima e depois retornar “beneficiados”), do nosso petróleo que a Petrobrás descobriu, localizou, mapeou dentro do espírito de que o “petróleo é nosso” como gritava a Emília, a boneca revolucionaria de  Monteiro Lobato.

Não precisamos invadir o mundo, basta-nos virar as costas para eles, civilizadamente.