10 Rasões pelas quais a violência em Paris pode ter vindo de dentro do governo

10 Rasões pelas quais a violência em Paris possa ter vindo de dentro do governo
By Binu Mathew
16 November, 2015
Countercurrents.org

Foi terrível o ato de terror em Paris, matando 129 pessoas, horrífico, bárbaro, nojento. Temos que condenar o incidente e exigir uma investigação cuidadosa indo até os responsáveis com uma punição exemplar para prevenir tai ações no futuro.

Antes mesmo que começassem as investigações, de fato uma hora depois de realizada a violência, o presidente da França, Hollande, já atribuiu o ataque ao ISIS e logo em seguida o ISIS anunciou assumindo a autoria. Pode ser verdade, mas é preciso observar que qualquer pode anunciar ser o ISIS fazendo a declaração de autoria. Também outra possibilidade é que o ISIS assuma falsamente o atentado para ganhar pontos junto com seus simpatizantes alimentando seu recrutamento mundo afora. Assim é que não se pode aceitar como de valor uma auto confissão de autoria por parte do ISIS.

Tem outra forma de olhar o ato sanguinário de Paris que também conduz à ideia de que tenha sido uma operação dúbia e tais operações são eventos que se multiplicaram ao longo da história como o incêndio do Reischtag de 27 de fevereiro de 1933, atribuído aos comunistas e que posteriormente se verificou ser obra do serviço secreto alemão. O incêndio foi usado para abrir o caminho para os nazistas com a acusação de que os comunistas planejavam derrubar o governo alemão. Depois ficou famosa a declaração de Hitler "terrorismo é a melhor arma política porque nada melhor para estimular a população do que o medo de morrer violentamente." (nota do tradutor: e a queda das torres do Word Trade Center também pode ter sido obra da administração Bush, coordenada pela C.I.A. para justificar e incentivar a aceitação da invasão do Iraque e clima de terror governamental que se sucedeu).

10 razões que sugerem que a violência em Paris pode ter sido de fundo falso.
  1. O ataque foi levado a efeito por 8 terroristas, 7 morreram nas operações ficando vivo Salah Abdesslam. Um ataque com alta coordenação, com uso de explosivos e armas sofisticados, precisam de uma coordenação internacional eficaz. Impossível que tenha acontecido passando desapercebido pelas 16 agências de espionagem americanas o que inclui a NSA que escuta mesmo a espionagem francesa ou toda a europeia.  Salah Abdesslam foi detido na fronteira da França com a Bélgica varias horas depois do assalto e inexplicavelmente ficou livre.
    
  2. Omar Ismael Mostefai era de Paris, estava em listas de investigação associadas ao terrorismo há anos, mas não tanto a ponto de poder executar esta abominável ação. Estava num Cartão-S desde 2010, ou Ficha-S, que é classificação francesa para os indivíduos que representem risco para a segurança nacional exigindo que sejam monitorados ao detalhe. Não dá para acreditar como alguém com este registro pode perpetrar a ação à deriva das agências de segurança francesa.  (nota do tradutor: ou a consequência imediata teria que ser, fechamento das agências de segurança por serem simplesmente ineficazes, responsabilização criminosa em mais alto grau dos seus agentes como diretamente envolvidos no atentado).
    
  3. Um passaporte sírio foi encontrado ao lado dum suicida-bomba, dito ser de Ahmad Almohammad, cujo corpo ficou em pedacinhos com exceção do passaporte. É conhecida esta história de ficaram intatos os pais de identificação dos terroristas sempre identificando uma ação de fundo dúbio.
    
  4. Paul Craig Roberts, ex-secretário assistente do Ministério da Fazenda americano durante a época de Regan e ex-diretor associado do Wall Street Journal  disse ter recebido "um relatório vindo da segurança europeia a respeito dum ataque massivo nos sistemas franceses com 48 horas de antecedência aos ataques de Paris." Entre outras acontecimentos derrubou parte da rede comunicações francesa deixando cega a polícia. O ataque não foi nenhuma brincadeira do tipo DDOS para derrubar redes, pelo contrário foi um ataque sofisticado e voltado para falhas na infraestrutura. Um tal ataque está bem acima da capacidade da maioria das organizações e não parece ser possível ao ISIS ter as condições para isto. Um ataque desta escala é difícil de ser conduzido sem o apoio das autoridades que no mínimo podem ter deixado acontecer. A coordenação sugere envolvimento do Estado.
    
  5. O ataque chegou no momento certo da crise de refugiados, aliás provocada pelos próprios países da Europa em sua ação de rapina sobre sobre a Líbia, Iraque, Síria todo o Oriente Médio e África. Não pode ser uma coincidência que o passaporte dum refugiado sírio tenha sido encontrado entre os terroristas. Logo a seguir ao atentado a fronteira da França foi fechada assim como a dos vários estados europeus. A crise de refugiados encontrou uma solução.
    
  6. Uma hora depois do atentado o presidente da França, Hollande, creditou o atentado ao ISIS, mesmo antes que o grupo assumisse a responsabilidade. Como ficou ele sabendo que o ISIS era o responsável sem ter informação antecipada? E então, porque não sustou o ataque?
    
  7. Como Bush no caso do ataque 9/11 em sua infame afirmação de que "havia uma guerra aos Estados Unidos da América" logo a seguir do atendo à torres, assim também também Hollande declarou que "se tratava dum ato de guerra". A palavra "guerra" tem um impacto imenso e nós sabemos de suas consequência após 9/11. Já vimos esta historia e logo o New York Times trouxe-nos a notícia de que na noite de domingo a França havia jogado bombas na cidade de Raqqa na mais agressiva das ações contra o Estado Islâmico que ele acusou pela morte de 129 pessoas na sequência de atentados em Paris dias antes.
    
  8. O ataque veio no momento em que a Rússia estava se inserindo na Síria fazendo ataques coordenados com o governo sírio. O governo de Assad está se saindo vitorioso em Aleppo com o apoio russo. A aliança Russia-Hezbollah-Iran virou as cartas da aliança americana na Síria.
    
  9. O ataque veio no momento em que Obama anunciou que irá colocar botas no chão da Síria e precisamente antes da reunião dos 'grandes' do dia 14 de novembro em Viena sobre a Síria assim como o G20 vai virar um conselho sobre o terrorismo.
  10. E por fim, quem ganhou com o crime?  como foi no caso de 9/11 agora uma coalizão da OTAN liderada pelos EEUU está com as condições para um assalto aberto na Síria para descartar a coalizão da Rússia com Assad, de outro lado os refugiados correndo para Europa agora vão ser tratados a ferro e fogo por uma Europa unida, leis como draconiano  Patriot Act podem ser implementadas Europa afora. O complexo militar-industrial-petrolífero está salivando como um cão raivoso simplesmente ao se lembrar do que ganharam com os contratos militares do Iraque, Líbia, Afeganistão.  Marine Le Pen na Europa e  Bernie Sanders  nos EEUU podem ser derrubados.
Quem perdeu?  Nós o povo! Os refugiados vão ser severamente afetados. Mais leis que nos limitem a liberdade poderão ser passadas. Mais espionagem sobre a população civil em sobre os seus pensamentos serão ativadas. Veremos mais guerras, pagas com dinheiro do contribuinte derramando bilhões nos cofres do complexo militar-industrial-petrolífero e o mundo certamente será um lugar ainda mais desagradável para vivermos.



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