Os furos imensos da “segurança” governamental

http://www.truth-out.org/news/item/33750-the-post-paris-war-on-encryption-is-an-opportunistic-attack-on-our-civil-liberties

Agora os governos, em particular o de Paris, tenta restringir as liberdades e apontar os direitos universais dos indivíduos como justificativas para o assassino havido no dia 13 de Novembro.

Aqui você encontra mais detalhes mas a verdades são claras:

  1. Pelo menos um dos atacantes usou mensagens comuns, sem encriptação
  2. Pelo menos um dos atacantes usou cartão de crédito para registrar-se num hotel.
  3. Os dois exemplos acima mostram que houve ações típicas de indivíduos comuns sem sofisticação e que não foram detectadas, ou foram igonoradas pelo chamado “sistema de segurança”.
  4. Vários, com aparentemente apenas uma exceção, todos os atacantes eram fichados pela polícia francesa com antecendentes graves bem antes do atentado e estavam se movimentando livremente.
  5. Um dos “cerébros” do atentado publicou um entrevista na revista Dabiq em Fevereiro e depois entrou e saiu da Europa sem restrições.

For example: We know that at least some of the attackers used standard (unencrypted) SMS messaging on their mobile phones. We know at least one used his own credit card to book a hotel around the time of the attack, which hardly speaks to a great degree of technological sophistication. And we know that several of the eight were known to US and French authorities before the attack. Some of them lived in the same neighborhood. The planner published an interview in ISIS magazine Dabiq in February – after leaving and before returning again to Europe – that included his picture and talked about evading Belgian and French authorities. It’s not as if the ISIS attackers were invisible save for very strong math.

E agora querem restringir as liberdes públicas quando os “serviços de segurança” foram falhos, irresponsáveis, incopetentes ou possivelemente, o que é muito mais grave, sabendo de tudo, cooperaram por inercia e a razão pode ser o incremento, agora justificado, de guerra na Síria – uma repetição do que ocorreu em outros momentos na história, em particular a queda da torres gêmeas em Novar Iorque com a perda da vida de 3 mil pessoas para justificar a guerra no Iraque.

 

 

 

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