Se Pho De, uma sugestão de nome para o “novo” DOPS

A foto eu a tirei com auxílo do meu computador a partir dum artigo de Luís Fernando Praga publicado aqui

Pequena coletânea da resistência

O nome para o novíssimo DOPS está justificado mais abaixo, mas acho que é o suficentemete sugestivo para merecer qualquer explicação.

A democracia, ou como a Polícia Militar é coduzida para entendê-la, sendo atuada por 5 selvangens contra um perigoso estudante. Ou seria contra um subversido na linguagem da quartelada de 64?

A democracia, ou como a Polícia Militar é coduzida para entendê-la, sendo atuada por 5 selvangens contra um perigoso estudante. Ou seria contra um subversido na linguagem da quartelada de 64?

Estudante ou subversivo, nos anos da quartelada de 01 de Abril de 1964, eram
sinônimos, ou quase.  A figura é um representação artística, nada artística
do ponto de vista de quem sofre a ação da PM que identifico como o
instrumento que neste golpe de 2016, as polícias militares estaduais estão
agindo como as forças armadas agiram na quartelada de 64.  Em parte,
naturalmente, afinal os tempos são outros… ainda não recriaram o DOPS!

A recriação do DOPS deve estar em estudos, já devem ter constituído um grupo
de trabalho para produzir a MP 747 (lembram-se, dum tal de Jarbas
Passarinho) específica para dar porrada em estudantes comunistas. Sugiro que
além de número ela também tenha um nome, poderia “siuL nosdE”  que é um
anagrama do estudante símbolo da perseguição da quartelada de 64, Edson
Luís. Claro, eu não poderia propor o nome do próprio para uma MP tão suja,
mas acho que vai bem propor “siuL nosdE”  caracterizando que estaríamos
retornando no tempo e passando a viver a “aicarcomeD” do chefe de polícia
travestido de chefe de estado.

Certamente o STF já deve ter destacado um relator para a matéria afim de
garantir que  MP 747 entre no figurino e justifique cuidadosamente a
repressão assim como ao órgão que poderia ser também chamado “SPOD”  e aqui
neste caso talvez melhor nome seria mesmo, com uma complementação, “SePhODe”
deixando um pouco escondido o real objetivo.

Fica ai minhas sugestões jurídicas na esperança que a ditadura dure pouco e
que na verdade consigamos inverter a aicarcomeD para torná-la uma Democracia
como todas realmente queremos.

Em tempo, usei um programa de domínio público para criar anagramas que
talvez sirva para o STF para produzir documentos semi-sigilosos para esta
época de exceção em que a digníssima corte está nos confinando,
temporariamente:

http://www.invertexto.com/inverter-texto

Eu pessoalmente uso um programinha aqui no meu computador, feito por mim
mesmo, mas que tem o defeito de somente rodar sob LinuX coisa que imagino
que o STF nem mesmo imagina o que seja e até poderia pensar que se trata
duma ferramenta subversiva pelo qual eu nem ousaria sugerir, propor ou
oferecer.

 

 

 

 

 

 

 

Um milhão de brasileiras em Brasília contra o estupro ao Estado de Direito

Vamos fazer uma cota, quem não puder ir paga, vamos colocar um milhão de brasileiras para invadir STF e Senado!

Vamos fazer uma cota, quem não puder ir paga, vamos colocar um milhão de brasileiras para invadir STF e Senado!

Estamos demorando demasiado em organizar a greve geral e por fim no golpe da FIESP e da C.I.A. com submisso STF.   É greve geral, invadir STF,senado. STF, Senado inúteis! Estamos esperando demais!

Vamos fazer uma cota, quem não puder ir paga, vamos colocar um milhão de brasileiras, sim, mulheres brasileiras,  para invadir STF e Senado!  As mulheres são de luta e sabem o que custa perder direitos e viver na ditadura dos corruptos.

Vamos acabar de vez com este golpe, colocar no devido lugar STF, Senado, Câmara – no chão!

 

 

O golpe de Estado de 2016 no Brasil

Michael Löwy: O golpe de Estado de 2016 no Brasil
Date: Wed, 25 May 2016 06:16:50 -0300

Por Michael Löwy.

Tradução: Mariana Echalar.

Vamos dar nome aos bois. O que aconteceu no Brasil, com a destituição da presidente eleita Dilma Rousseff, foi um golpe de Estado. Golpe de Estado pseudolegal, “constitucional”, “institucional”, parlamentar ou o que se preferir. Mas golpe de Estado. Parlamentares – deputados e senadores – profundamente envolvidos em casos de corrupção (fala-se em 60%) instituíram um processo de destituição contra a presidente pretextando irregularidades contábeis, “pedaladas fiscais”, para cobrir déficits nas contas públicas – uma prática corriqueira em todos os governos anteriores! Não há dúvida de que vários quadros do PT estão envolvidos no escândalo de corrupção da Petrobras, mas Dilma não… Na verdade, os deputados de direita que conduziram a campanha contra a presidente são uns dos mais comprometidos nesse caso, começando pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (recentemente suspenso), acusado de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão fiscal etc.

A prática do golpe de Estado legal parece ser a nova estratégia das oligarquias latino-americanas. Testada em Honduras e no Paraguai (países que a imprensa costuma chamar de “República das Bananas”), ela se mostrou eficaz e lucrativa para eliminar presidentes (muito moderadamente) de esquerda. Agora foi aplicada num país que tem o tamanho de um continente…

Podemos fazer muitas críticas a Dilma: ela não cumpriu as promessas de campanha e faz enormes concessões a banqueiros, industriais, latifundiários. Há um ano a esquerda política e social cobra uma mudança de política econômica e social. Mas a oligarquia de direito divino do Brasil – a elite capitalista financeira, industrial e agrícola – não se contenta mais com concessões: ela quer o poder todo. Não quer mais negociar, mas sim governar diretamente, com seus homens de confiança, e anular as poucas conquistas sociais dos últimos anos.

Citando Hegel, Marx escreveu no 18 de Brumário de Luís Bonaparte que os acontecimentos históricos se repetem duas vezes: a primeira como tragédia, a segunda como farsa. Isso se aplica perfeitamente ao Brasil. O golpe de Estado militar de abril de 1964 foi uma tragédia que mergulhou o Brasil em vinte anos de ditadura militar, com centenas de mortos e milhares de torturados. O golpe de Estado parlamentar de maio de 2016 é uma farsa, um caso tragicômico, em que se vê uma cambada de parlamentares reacionários e notoriamente corruptos derrubar uma presidente democraticamente eleita por 54 milhões de brasileiros, em nome de “irregularidades contábeis”. O principal componente dessa aliança de partidos de direita é o bloco parlamentar (não partidário) conhecido como “a bancada BBB”: “Bala” (deputados ligados à Polícia Militar, aos esquadrões da morte e às milícias privadas), “Boi” (grandes proprietários de terra, criadores de gado) e “Bíblia” (neopentecostais integristas, homofóbicos e misóginos). Entre os partidários mais empolgados com a destituição de Dilma destaca-se o deputado Jair Bolsonaro, que dedicou seu voto aos oficiais da ditadura militar e nomeadamente ao coronel Ustra, um torturador notório. Uma das vítimas de Ustra foi Dilma Rousseff, que no início dos anos 1970 era militante de um grupo de resistência armada, e também meu amigo Luiz Eduardo Merlino, jornalista e revolucionário, morto em 1971 sob tortura, aos 21 anos de idade.

O novo presidente, Michel Temer, entronizado por seus acólitos, está envolvido em vários casos suspeitos, mas ainda não é alvo de investigação. Uma pesquisa recente perguntou aos brasileiros se eles votariam em Temer para presidente da República: 2% responderam que sim…

Em 1964, grandes manifestações “da família com Deus pela liberdade” prepararam o terreno para o golpe contra o presidente João Goulart; dessa vez, multidões “patrióticas” – influenciada pela imprensa submissa – se mobilizaram para exigir a destituição de Dilma, em alguns casos chegando a pedir o retorno dos militares… Formadas essencialmente por brancos (os brasileiros são em maioria negros ou mestiços) de classe média, essas multidões foram convencidas pela mídia de que, nesse caso, o que está em jogo é “o combate à corrupção”.

O que a tragédia de 1964 e a farsa de 2016 têm em comum é o ódio à democracia. Os dois episódios revelam o profundo desprezo que as classes dominantes brasileiras têm pela democracia e pela vontade popular.

O golpe de Estado “legal” vai transcorrer sem grandes obstáculos, como em Honduras e no Paraguai? Isso ainda não é certo… As classes populares, os movimentos sociais e a juventude rebelde ainda não deram a última palavra.

* Artigo enviado pelo autor diretamente ao Blog da Boitempo. A tradução, a partir do original em francês, é de Mariana Echalar.

Breve roteiro do funcionamento da facista LavaJato

Retirado do artigo de Luis Nassif  de fevereiro de 2016

“Com excesso de poder, a Lava Jato pode ter virado o fio”

A LavaJato que enlameia o Brasil  mas que serve ao impostor Temer perfeitamente!
Como em geral costuma levar em média de 8 a 12 meses para cair a ficha da presidente e de seu Ministro da Justiça, sobre os eventos que afetam seu governo, um breve roteiro de como funciona a Lava Jato.
  1. A força-tarefa da Lava Jato é uma organização integrada e disciplinada, que trabalha de forma articulada sob o comando do juiz Sérgio Moro.
  2. Procuradores e delegados têm uma estratégia peculiar para se livrar da responsabilidade por vazamentos: esperam que a notícia vazada esteja em mais de um ponto. Estando, sempre haverá o recurso de atribuir o vazamento à outra parte.
  3. Na Lava Jato, esse tipo de álibi não funciona. A Lava Jato atua como uma organização disciplinada, na qual todos os membros são solidários entre si. Basta ver a reação dos procuradores contra o delegado que ousou apontar irregularidades cometidas por delegados no episódio das escutas clandestinas na cela do doleiro Alberto Yousseff.
  4. Para aumentar a eficácia dos trabalhos, houve uma espécie de divisão de tarefa. Os delegados da PF se incumbem de atuar nas sombras, providenciando os vazamentos selecionados para os jornais. Já os procuradores representam a imagem pública, atuando como porta-vozes da dignidade, da transparência e da legalidade da Lava Jato.
  5. A rigor, não existe diferença entre os delegados Deltan Dallagnol e Carlos Fernando dos Santos Lima e o procurador Igor Romário de Paula (sic). Todos têm a mesma natureza e incidem na mesma fraqueza de se lambuzar com o excesso de poder e avançar para além das suas atribuições, interferindo no jogo democrático com operações dessa natureza.

A parar a venda do peixe em conserva John West

Visit Sainsbury’s & tell them to drop John West!

O consumismo de peixe em conserva, enlatados, vem colocando em risco a nossa própria existência no caminho para liquidar a saborosa sardinha. É preciso nos conscientizarmos de que não comemos apenas pelo sabor mas sim para viver e então é preciso que o consumismo seja controlado para permitir que o estoque não se acabe  pelo simples sabor. Consumismo não é alimentação é mesmo predatório.

You can find your local store here: Sainsbury’s store locator

    • Larger stores will have a customer services desk – if your local store is smaller please ask to speak to the store manager or duty manager.
    • Here’s a letter that you can hand in – it covers the basic points of the campaign but please do add to it – particularly if you’re a regular customer at Sainsbury’s or this particular store. Download the letter
  • If you feel confident, you can talk to the manager about the campaign – if not (or if you don’t have time!) you can just say you have a complaint regarding Sainsbury’s stocking John West’s unsustainable tuna, and hand them the letter

Please be polite! The staff in stores don’t make decisions about what Sainsbury’s stock and they might be unsure about what to say – however if enough staff feedback to Sainsbury’s head office that they’ve received complaints in-store then this will have a real impact.

If you don’t have a Sainsbury’s store near you or can’t make it in, you can also post the letter to your local store manager – find their address here:Sainsbury’s store locator

Talking points

    • If you usually shop at Sainsbury’s let them know!
    • Say that you’re concerned about Sainbury’s stocking unsustainable John West tuna. John West tuna is caught using destructive fishing methods, which are harmful to other marine life, such as sharks and turtles.
    • The customer services team may tell you that they aren’t the best people to talk to about this issue, but don’t be put off! Tell them you’d like them to pass your message on to the relevant department.
    • If they ask you to send an email, tell them that you and 72,000 others have already emailed CEO Mike Coupe and are disappointed that you haven’t had a response!
    • On the ‘Sustainability Plan’ section of their website, Sainsbury’s state that “Healthy oceans are vital for the health of our planet and millions of livelihoods around the world”. In light of this, they must insist that the brands they stock, like John West, stop using destructive fishing methods such as Fish Aggregating Devices (FADs).
    • It’s great that Sainsbury’s own brand tuna is 100% pole & line caught, but why then do they stock tuna caught using unsustainable methods? Sainsbury’s must take responsibility for all the tuna products they are selling and ensure they are 100% sustainable.
    • In the last 2 weeks, Tesco and Waitrose said they could drop John West if they don’t reach high sustainability standards and renounce this destructive fishing method. Customers should expect nothing less from Sainsbury’s.

Do leave your contact information if you feel comfortable doing so – it means they have to look at and respond to your complaint rather than just ignoring it.

Finally, ask the manager for their name (if they haven’t given it already) and thank them for their time.

You can let us know how your conversation goes by filling in the form below or emailing us at team.uk@greenpeace.org