Golpe visto do Mundo

O mundo inteiro vê o golpe e os golpistas não podem escondê-lo embaixo do jornalismo sujo tupiniquim da Boblo e suas associadas

O mundo inteiro vê o golpe e os golpistas não podem escondê-lo embaixo do jornalismo sujo tupiniquim da Boblo e suas associadas

 

golpe a la carte servido por mordomo especial do STF

golpe a la carte servido por mordomo especial do STF

DilmaEOsCorvos

A vida está como Temer

Nunca diga que a vida é uma m*rda, sempre use frases alternativas – “A vida está como Temer”

manter a cara dos golpistas sempre bem visível!

manter a cara dos golpistas sempre bem visível!

Consumou-se o golpe

Washington Luiz Teixeira Rabelo

Consumou-se o golpe.
Pra mim, essa parte da história encerrou-se ontem, no dia 29, e de forma memorável.
Não acompanhei a votação desse lúgubre dia 30. Não valia a pena.

Pessoalmente, senti certo orgulho da última representante da  nossa geração ter-se conduzido no dia 29 de agosto de 2016, de forma tão magistral perante um senado pequeno, medíocre e sem expressão.

Era uma estadista, era uma professora de contabilidade publica, gestão publica, economia, direito, história econômica, ética, política, falando pra alunos inexpressivos e sem brilho.

Na época nossa, tínhamo-nos respeito mútuo nós do PCB, e eles de organizações menores, e tínhamos a distância respeitosa correspondente exatamente às nossas diferenças.
Eles tinham optado pela luta armada. Pra nós, na nossa forma de ver, eles
tinham optado pela via errada. Mas nós e eles sabíamos que lutávamos de um mesmo lado da história.

Ontem, essa altiva companheira Dilma Roussef encerrou a nossa história com chave de ouro. Mostrou-se digna representante de uma geração que não se curvou.

O mundo vê o golpe

O mundo inteiro vê o golpe e os golpistas não podem escondê-lo embaixo do jornalismo sujo tupiniquim da Boblo e suas associadas

O mundo inteiro vê o golpe e os golpistas não podem escondê-lo embaixo do jornalismo sujo tupiniquim da Boblo e suas associadas

DilmaEOsCorvos

 

golpe a la carte servido por mordomo especial do STF

golpe a la carte servido por mordomo especial do STF

 

A vida está como Temer

Nunca diga que a vida é uma m*rda, sempre use frases alternativas – “A vida está como Temer”

Não há hipótese de aceitar o golpe. É luta mesmo!

Não há hipótese de aceitar o golpe. É luta mesmo!

Vem, traira, que gente enfia!

Vem, traira, que gente enfia!

na ausência de fotos de traidores celébre, Judas, Silvério dos Reis, você pode usar a do Tremer Traira para reforçar o texto com uma foto de traidor. Argh!

na ausência de fotos de traidores celébre, Judas, Silvério dos Reis, você pode usar a do Tremer Traira para reforçar o texto com uma foto de traidor. Argh!

Dilma e os corvos corruptos em seu antro que chamam de senado

manter a cara dos golpistas sempre bem visível!

manter a cara dos golpistas sempre bem visível!

terceirização é sinômino de atravessador, aquele que pega o produto ou trabalho de outrém e o esconde para revender mais adiante a preço mais alto, enfim quem nada faz a não ser explorar as duas pontas, os que trabalham e os que consomem, o vulgo sangue-suga!

terceirização é sinômino de atravessador, aquele que pega o produto ou trabalho de outrém e o esconde para revender mais adiante a preço mais alto, enfim quem nada faz a não ser explorar as duas pontas, os que trabalham e os que consomem, o vulgo sangue-suga!

Fábrica de ratazanas, a RBS

by Gilmar Crestani

Quem sai aos seus não degenera, diz o ditado. Fetter, assim como Antônio Britto, Yeda Crusius, Luis Carlos Prates, Ana Amélia Lemos e Lasier Martins  são ratazanas produzidas nos porões da RBS, também conhecida, devido às descobertas nas Operações Zelotes e Ouro Verde (Portocred)  da Polícia Federal, como Rede Baita Sonegadora.

Desde o final do século passado que venho denunciado o papel da RBS sempre criminalizando os movimentos sociais para defender a plutocracia. Foram muitos artigos escritos para o Observatório da Imprensa, como este de 2001: Os negócios, a política e a esquerda. Quem é gaúcho ou catarinense não tem o direito de dizer que não sabe que a RBS tem atuação fascista em relação aos movimentos sociais e aos representantes de esquerda. A perseguição a Olívio Dutra e José Paulo Bisol. Este ganhou indenizações milionárias da RBS por sanha persecutória. A famiglia Sirotsky não é flor que se cheire…

Portanto, não há nada de novo. O fascismo perdeu a modéstia já faz muito tempo no RS. A recente cavalgada da RBS em parceria com a Rede Globo, convocando seus midiotas para comparecerem ao Parcão de Porto Alegre para destituir Dilma, em parceria firmada com Eliseu Rima Rica, mostra perfeitamente de que lado a RBS sempre, desde que emergiu das cinzas em 1964, esteve. A RBS nasceu, cresceu e se expandiu com a ditadura, foi uma simbiose em que ambos se locupletaram.  Não é mero acaso que o principal jornal do grupo Zero Hora, tenha sido apreendido na democracia mas jamais durante a ditadura, tenha nascido das cinzas do jornal Ultima Hora.

A história da RBS, recentemente escrita em parceria com Augusto Nardes e Gerdau, é uma longa ficha corrida de atendado aos movimento sociais e apropriação de recursos públicos. O exemplo mais recente está no atual momento do RS. Com a violência cotidiana e em todos os  pontos do Estado, com o Tiririca da Serra desviando recursos da segurança para investir em propaganda na RBS, vai gastar mais em instalação, manutenção para a provisória Força Nacional, do que investe em segurança. A Feira de Esteio virou motivo para jorrar dinheiro público nos múltiplos veículos da RBS. Mas não para por aí. A Feira está pagando para funcionários da RBS, como Pedro Ernesto Denardim, fazer show na Expointer. Comparado com Denardim, meu avô pareceria Mozart. Não se trata de artista, mas de retribuir os comentários que diagnosticam a violência como sendo um problema herdado do governo anterior.

Quando alguém dos movimentos sociais ou da esquerda em geral é investigado, a RBS criminaliza tudo e todos. Não é a pessoa, mas as instituições às quais o investigado pertence. Agora, quando todo o PP gaúcho é pego na Operação Lava Jato, a RBS não criminaliza o PP. O Partido de Merdas, Drogas e Bostas está infestado de gente como Michel Temer, José Sarney, Renan Calheiros, Eliseu Quadrilha, José Ivo Sartori, Sebastião Mello, mas a RBS esconde que fazem parte de um mesma agremiação. Este é o modus operandi da RBS. Portanto, Fetter não é um fruto temporã, mas está dentro da lógica da RBS. Não exceção, é condição.

As pessoas que têm um pouco de memória vão lembrar das reportagens que a Veja, em parceria com a RBS, fazia durante o governo Olívio Dutra para dizer que a violência havia tomado conta de Porto Alegre. Para os mais novos, há outra informação que precisa ser dita. A parceria da RBS com o Governo FHC resultou em empréstimos subsidiados pelo Banco do Brasil. Quando FHC foi apeado do poder, alguns de seus serviçais aportaram nos holerites da RBS. Um deles, Pedro Parente virou moeda de troca no golpe em curso. A parceria ideológica da RBS com Eliseu Padilha, Eduardo CUnha e Michel Temer, todos envolvidos em operações em andamento na Justiça, levou Pedro Parente para a Petrobrás onde já começa a jogar, como Antonio Brito fez com a CRT, bens públicos na privada.

Diz um ditado que a maconha produz falta de memória e outras coisas que não lembro. Deve ser por isso que Alexandre Fetter se esqueceu de dizer que parcela das pessoas com as quais convive consume produtos ilegais, que, em função do tráfico, geram violência. Um ex-governador do RS, parceiro da RBS, depois que seu enteado foi internado na Pinel por overdose, foi se desintoxicar na Espanha. Deve ser por isso que criminalizam o traficante pobre mas não se incomodam com o fato de o dono do heliPÓptero, que transportava 450 kg de cocaína, agora tenha virado ministro. Sem o consumo dos frequentadores do Parcão não haveria tráfico na Vila Cruzeiro!

Dilma Roussef é aplaudida no mundo inteiro

Os golpistas fizeram de tudo para evitar a presença de Dilma Rousseff diante do tribunal de exceção do Senado na manhã desta segunda-feira (29). Espalharam boatos e estimularam a cizânia. Temiam a repercussão do seu pronunciamento – no Brasil e no mundo. A pressão dos covardes, porém, não deu resultado. “Coração valente”, a presidenta foi ao plenário – acompanhada de artistas, intelectuais e de lideranças políticas e sociais – e fez um discurso altivo e contundente. Durante horas, Dilma também aguentou as provocações dos falsos moralistas, respondendo com firmeza aos algozes. O efeito foi imediato. Nas redes sociais, a hashtag #Pelademocracia foi a mais acessada no twitter mundial. Na imprensa internacional, o histórico discurso teve ampla repercussão.
O jornal estadunidense The New York Times – tão bajulado pelo jornalismo nativo com complexo de vira-lata – destacou em seu site: “Dilma diz que não será silenciada durante seu julgamento”. O diário ainda realçou a frase: “Não espere de mim o silêncio dos covardes”. Outros veículos mundiais, como a Time, NBC, CBC e AFP, reproduziram a frase: “Eu não cometi um crime”. Al Jazeera e France 24 ressaltaram um trecho do discurso: “Minha consciência está limpa”. E a BBC de Londres registrou: “Rousseff diz ao Senado que acusações são um pretexto para um golpe”. Já o jornal espanhol El País foi além dos registros e classificou a depoimento da presidenta como “duro e emocionante”.
Segundo o texto opinativo, assinado pelo jornalista Antonio Jiménez Barca, a presidenta “apelou aos sentimentos, à sua história política, ao seu caráter e à sua trajetória para deixar claro que está sendo expulsa injustamente… Ela sabe que só um milagre a salvará, sabe que tudo está perdido. Ou quase. Por isso, apesar desta interpelação, Rousseff não dirigiu seu discurso só aos senadores, mas ao país inteiro, aos livros de história, ao seu próprio retrato e à sua própria biografia, consciente da dimensão do momento, da importância do discurso”.
Já o jornal português Público destacou que “a presidente Dilma Rousseff não poupou nas palavras na sua defesa perante o Senado, no julgamento em que deverá ser destituída do cargo, do qual está suspensa desde maio… A presidente defende-se das acusações [pedaladas fiscais] – e muitos analistas dizem que esta contabilidade criativa não é diferente da realizada por outros governos”. O diário afirma que nada de errado foi descoberto contra a mandatária – “a sua honestidade pessoal nunca foi posta em causa” -, mas crítica o sistema político brasileiro – “que ninguém duvida que seja corrupto”.
A repercussão do discurso reforça a narrativa mundial de que o Brasil vive um golpe – ou, ao menos, uma farsa, segundo um artigo arrasador do renomado jornal francês Le Monde. Era este impacto que os golpistas, sempre tão covardes, temiam.

98º Aniversário da REVOLUÇÃO SOCIALISTA DE OUTUBRO!

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Tribuna Popular

98º Aniversário da REVOLUÇÃO SOCIALISTA DE OUTUBRO!

A 25 de Outubro (7 de Novembro) de 1917 a insurreição começou, a Guarda Vermelha e as tropas revolucionárias tomaram as estações de caminho-de-ferro, os correios, o telégrafo, os ministérios e o Banco do estado. O Pré-Parlamento foi dissolvido.

O Smólni, onde estavam instalados o Soviete de Petrogrado e o Comité Central dos bolcheviques, torna-se o estado maior da revolução, partindo daí as ordens de combate.

Em oito meses, desde a 2ª revolução russa de Fevereiro de 1917 e derrota do czarismo, até Outubro de 1917, o partido bolchevique realizou uma tarefa muito difícil: conquistar a maioria da classe operária, os sovietes e atrair milhões de camponeses para o lado da revolução socialista.

Passo a passo desmascarou a política dos partidos da burguesia (socialistas-revolucionários, mencheviques e anarquistas), orientada contra os interesses dos trabalhadores.

O partido bolchevique desenvolveu um enorme trabalho político na frente e na retaguarda, preparando as massas para a Revolução Socialista.

Nesse período, os momentos decisivos na história do partido bolchevique foram:

– Chegada de Lenin da emigração;
– As “Teses de Abril” de lenin;
– A Conferência de Abril, do partido bolchevique;
– O VI Congresso do partido bolchevique.

Após a Revolução de Fevereiro, as organizações do partido bolchevique que estavam na clandestinidade passaram para a legalidade e acontecendo o desenvolvimento impetuoso da sua organização.

A maioria do partido (bolcheviques), Molotov, Stalin e outro dirigentes defendiam a censura ao governo provisório e a luta contra as guerra imperialista (1ª guerra mundial), enquanto que a minoria (mencheviques) defendia uma posição conciliadora e oportunista de apoio ao governo provisório.

Sentia-se a ausência de Lenin, o líder do Partido.

A 3 de Abril (16 de Abril) de 1917, após um longo exílio na Suiça, Lenin regressa à Rússia.

A chegada de Lenin teve uma importância enorme para o Partido e para a Revolução.

Lenin chegou à noite á Gare da Finlândia, e na estação de caminho-de-ferro e na praça fronteira juntaram-se milhares de operários, soldados e marinheiros, para o receberem.

Lenin entregou-se imediatamente ao trabalho e apresentou as já famosas “TESES DE ABRIL”.

Elas são um plano genial de luta do partido para a passagem da etapa da revolução democrático-burguesa à étapa da revolução socialista.

As medidas económicas de transição do capitalismo ao socialismo eram:

– nacionalização de todas as terras do país e sua confiscação aos latifundiários;
– fusão de todos os bancos num banco nacional único, sob controlo dos Sovietes;
– introdução do controlo sobre a produção social e a distribuição dos produtos.

No plano político:

– passagem da república parlamentar à REPÚBLICA DOS SOVIETES;
– poder nas mãos do proletariado e das camadas pobres do campesinato;

No dia 24 de Abril iniciaram-se os trabalhos da VII Conferência do partido bolchevique (CONFER~ENCIA DE ABRIL).

Lenin expôs todos os aspectos já referidos na Teses de Abril. A palavra de ordem “TODO O PODER AOS SOVIETES” significava pôr fim à dualidade de poderes (governo provisório e Sovietes) e entregar todo o poder aos Sovietes.

Tiveram grande destaque as intervenções de Lenin e Stalin.

Na Conferência de Abril foi desmascarada a linha oportunista e anti-leninista, a Conferência apoiou unanimemente Lenin e a linha para a vitória da revolução socialista.

O Governo Provisório, integrado por mencheviques e socialistas revolucionários incrementou a sua política de liquidação dos direitos democráticos do povo e a repressão militar contra os operários e soldados.

Terminou a dualidade de poderes, mas a favor do governo provisório, uma vez que os Sovietes foram tomados pelos mencheviques e socialistas revolucionários e passaram a ser puros apêndices do governo provisório de Kerenski.

Terminara assim o período pacífico da revolução democrático-burguesa.

Face a esta grave situação, o partido bolchevique decidiu mudar de táctica, passar á clandestinidade e resguardou o seu líder Lenin na clandestinidade.

Começou a preparação do partido bolchevique para o derrubamento do poder da burguesia pela força das armas e para a instauração do Poder Soviético.

Assim, entre 26 de Julho e 3 de Agosto de 1917 reuniu-se o Comité Central, clandestinamente, em Petrogrado, o VI Congresso do partido bolchevique. A “bufaria” andou a ver se descobria o local mas em vão, pois não o conseguiu.

Lenin não pôde assistir ao Congresso, mas do seu refúgio clandestino dirigiu os trabalhos através dos seus camaradas ,de Petrogrado, Stalin, Sverdlov, Molotov e Ordjonikidze.

Os trotskistas queriam que a revolução proletária só se desencadeasse após ter ocorrido no Ocidente, o que foi considerado por Stalin como uma ideia “caduca”, uma via do marxismo dogmático, quando se impunha a aplicação do marxismo criativo.

O VII Congresso aprovou os novos estatutos do partido e os princípios do centralismo democrático.

Todas as decisões do VII Congresso estavam orientadas para a preparação do proletariado e do campesinato pobre para a insurreição armada, para a revolução socialista.

No dia 7 de Outubro de 1917, Lenin regressou clandestinamente da Finlâdia a Petrogrado.

A 24 de Outubro (6 de Novembro) de 2017, pelas 11 horas sai o apelo do DERRUBAMENTO DO GOVERNO PROVISÓRIO!

No centro bolchevique da insurreição, no Smólin, concentram-se soldados revolucionários e guardas vermelhos. A insurreição começava a desenvolver-se. No mesmo dia, à noite, Lenin chegou ao Smólin tomando logo a responsabilidade de direcção da insurreição.

Em 25 de Outubro (7 de Novembro) de 2017 avançam, era o COMEÇO DA REVOLUÇÃO SOCIALISTA DE OUTUBRO.

Foram tomadas as estações de caminhos-de-ferro, os correios, o telégrafo, os ministérios e o Banco do Estado. O Pré-Parlamento foi dissolvido.

No Smólni estavam instalados o Soviete de Petrogrado e o Comité Central dos bolcheviques, sob a direcção de Lenin, tornando-se o estado maior da revolução e partindo dali as ordens para os combates.

Com o ribombar dos seus canhões apontados ao Palácio de Inverno, o cruzador Aurora anuncia o começo de uma nova era – a era da GRANDE REVOLUÇÃO SOCIALISTA DE OUTUBRO.

Nesse dia os bolcheviques publicaram um apelo “Aos cidadãos da Rússia”, onde anuncia que o Governo Provisório burguês estava DEPOSTO e o PODER DO ESTADO tinha passado para as mãos dos SOVIETES.

Na noite de 25 para 26 de Outubro, os operários, soldados e marinheiros revolucionários tomam de assalto o Palácio de Inverno e prendem o governo provisório.

A insurreição armada em Petrogrado tinha vencido.

Entre Outubro de 1917 e Janeiro-Fevereiro de 1918 a Revolução Socialista de Outubrob estendeu-se a todo o país.

Os Sovietes foram instalados em todos o país, a um ritmo acelerado, que Lenin classificaria como “marcha triunfal do Poder Soviético”

A GRANDE REVOLUÇÃO SOCIALISTA DE OUTUBRO VENCERÁ!