Porque morreu Lisa Holm

Os fatos que vou narrar se passaram em junho de 2015 num pequeno povoado
no centro da Suécia, Blomberg (Kinnekulle), não muito longe do lago Venerque é o maior lago da Suécia, e ficando numa região de grande procura no verão sueco.

O meu relato não vai se prender à verdade mas sim a uma descrição de quem
está bem por fora, um expectador externo que não pertence à família e nem
mesmo ao círculo de amizade de nenhum dos envolvidos. Até porque só é
interessante, para muitos, a história e a moldura que o autor puder colocar
fazendo um resultado final que pode até se distanciar da verdade. Não estou
dizendo que a minha história é falsa, apenas que é a minha visão dos fatos.

Suécia é um pequeno país e que tem uma forte economia em grande
parte devido à sua  posição pacífica durante a segunda guerra mundial quando vendeu armas e munições para os dois lados do conflito e desta forma fortificou sua
indústria ao mesmo tempo que não sofreu os danos da segunda guerra mundial
que arrasou todos os outros países da Europa inclusive os demais países
escandinavos.

Até recentemente era um país tranquilo, com um povo agradável e imensamente
receptivo para estrangeiros, com quase um terço de sua população formada
por trabalhadores imigrantes, portugueses, e gente de origem nos países
mulsumanos, alguns africanos, latinos.

Mas recentemente as notícias nos jornais mostram que a tranquilidade de
outrora desapareceu e os assaltos aos idosos, violências contra crianças e
mulheres passaram a acontecer com frequência quase diária.

Eu vou lhe contar aqui porque morreu Lisa Holm, uma garota,
quase adolescente, mas tinha tido pelo menos o primeiro namorado
e foi ele o primeiro suspeito,  logo interrogado pela polícia
mas também logo foi descartada a suspeita porque ele provou que no dia
da morte estava em outro lugar, com outras pessoas.  Não fosse este alibi
e a história poderia ter encontrado outro rumo porque, como vou provar neste relato,
a polícia descobriu o assassino por pura casualidade ou até por uma das razões das piores, puro preconceito.

Embora tenha havido muitos crimes sem solução, todos de morte de
mulheres, em muitos casos na faixa de idade em que estava Lisa Holm
ao morrer, quando se descobre o assassino, com frequência é alguém
que faz parte da amizade ou da história de amor da vítima. Mas
neste caso as coisas foram diferentes.

Fora Temer, entreguista, impostor, traidor – vulgo mordomo de filmes de terror

Por Rafael Martarello

Fora Temer é nosso brado triunfante que urge contra o usurpador de DilmaRousefF

O povo não dará sossego enquanto estiver no cargo chefe, marionete de banqueirO

Representante da peste com a missão de subjugar brasileiro, o pai da PEC do terroR

Atenta somente contra quem é trabalhador, será sempre lembrado como o golpistA

Traidor do povo que nesta terra habita, mas para Odebrecht é amorosamente o MT

Entreguista do pré-sal e de cem bilhões para alguma tele, especialista da ilegalidadE

Mantém com Cunha laço de amizade, pelo cheque nominal na Lava Jato o delataraM

E delatados pactuaram, o escolhido frearia a sangria antes que o sangue o condenE

Rapa fora, mete o pé, rala o peito, sai vazado, dá linha, vá se embora… Fora TemeR

Quinta-feira, 29 de dezembro de 2016, fábrica de Cimento Votorantim de Sobral volta a atacar

A foto é antiga, de 2005, mas o problema é o mesmo, há 11 anos, a Fábrica de cimento da Votorantim, em Sobral, covardemente, nas madrugadas, lança poluição pelas chaminés quando a população à volta está dormindo.

A foto é antiga, de 2005, mas o problema é o mesmo, há 11 anos, a Fábrica de cimento da Votorantim, em Sobral, covardemente, nas madrugadas, lança poluição pelas chaminés quando a população à volta está dormindo.

Quinta-feira, 29 de dezembro de 2016, fábrica de Cimento Votorantim de Sobral volta a atacar

Tarcisio Praciano Pereira

No dia 29 de dezembro de 2016, 02:50, na madrugada, covardemente, a Fábrica de cimento da Votorantim, em Sobral voltou a atacar os pulmões dos habitantes da cidade de Sobral jogando espessa fumaça, em quantidade muito grande que o vento ajudava a espalhar sobre parte da cidade.

Como sempre as autoridades municipais assim como as autoridades estaduais do meio ambiente tem conhecimento claro deste atentado à saúde da população. É preciso não se esquecer dito nas eleições vindouras. Nós elegemos os administradores com a esperança de que eles estejam do nosso lado em defesa da nossa saúde e do nosso bem estar o que esta longe de acontecer no tocante à Fábrica de cimento da Votorantim em Sobral.

Repetindo:

  1. Quando: Quinta-feira, 29 de dezembro.
  2. Em que hora: 02:50 quando fiz a observação e não sei por quanto tempo durou o ataque.
  3. Onde: em Sobral na zona norte do Estado do Ceará
  4. Quem: quem nos ataca é a Fábrica de cimento da Votorantim em Sobral
  5. O que? Uma fumaça espessa, em grande quantidade jogada pela chaminé se espalhando sobre a cidade na madrugada.
  6. Quem permite: o governo municipal de Sobral, e a secretaria de meio ambiente do Estado do Ceará

Os riscos da poluição

Uxbridge, Canada – A poluição, e não as doenças endêmicas comuns, é o maior fator de mortandade no mundo. A poluição já é responsável pela morte de 8.4 milhões de pessoas cada ano, é o que mostra uma nova análise. Desta forma a poluição mata três vezes mais do a malária e 14 vezes mais do do HIV/AID. Apesar disto a poluição recebe uma fração despresível do interesse geral da comunidade global.

http://truth-out.org/news/item/24363-in-developing-world-pollution-kills-more-than-disease

fábrica de Cimento, Cimento Votorantim, Sobral, autoridades municipais, autoridades estaduais do meio ambiente, não esquecer disto nas eleições,

http://wp.me/psvm-1YD

BOLETIM INFORMATIVO DO FÓRUM MUNDIAL DAS RESISTÊNCIAS 2017

http://forumsocialportoalegre.org.br/

BOLETIM INFORMATIVO DO FÓRUM MUNDIAL DAS RESISTÊNCIAS 2017
17 A 21 DE JANEIRO DE 2017 – Porto Alegre, RS, Brasil
Está chegando a hora! Os povos em luta e resistência contra a perda de direitos e retrocessos, irão debater, renovar e fortalecer as lutas por um outro mundo possível. A conjuntura mundial nos pede coragem. E frente ao crescente processo de retrocessos políticos, sociais, econômicos e o aprofundamento da crise ambiental há várias iniciativas de coletivos, movimentos e organizações sociais em lutas e resistências. Reunir estas experiências para troca de informações, criar pontos de contatos e pensar formas de unir e acumular forças é uma necessidade.

Em contraposição ao Fórum Econômico de Davos, o FSR 2017 ocorrerá na mesma data, na capital de onde surgiu em 2001, o Fórum Social Mundial. Por isso estamos convocando à todas e todos que estão mobilizadas e mobilizados contra a retirada de direitos a se somarem num esforço coletivo para a realização de um FÓRUM SOCIAL DAS RESISTÊNCIAS – por democracia e direitos dos povos e do planeta a se realizar de 17 a 21 de Janeiro de 2017 em Porto Alegre, Brasil. A data é em contraposição ao Fórum Econômico de Davos, evento que congrega o pensamento neoliberal responsável pela crise civilizatória que a humanidade vive.

Os povos resistem em Porto Alegre! Participe, traga a sua bandeira e a sua mensagem para um outro mundo possível.
#EuResisto #Resistências #FSResistências2017
COLETIVA DE IMPRENSA – 20/12/2016, às 11h, SindiBancários
Informes sobre o Fórum Social das Resistências
A partir das 11 horas, haverá uma conversa com os jornalistas/ imprensa, no SindiBancários, 3º andar ( rua General Câmara, 424, Centro).
Será abordada a seguinte pauta:
– Temática do FSResistências 2017: por democracia e direitos dos povos, e do planeta;
– Território do Fórum Social das Resitências 2017;
– Plenárias de Resistências (convergências sobre os diversos temas e lutas);
– Programação.

Próxima Plenária: 05/01/2016, às 18h, no CAMP (rua Praça pereira Parobé, 130, 9º andar)
Territórios do Fórum: Parque da Redenção e o Auditório Araújo Viana

Por Democracia e Direitos dos Povos e do Planeta.  Traga a sua bandeira!
Comitê de Apoio Local ao FSResistências 2017
Imprensa:

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Em 2016, a mídia golpista conseguiu um feito: liquidar com o jornalismo que ainda restava em seus veículos de comunicação. Com fartas verbas publicitárias, concessões públicas e business garantidos, tamanha radicalização política, a fez rasgar não apenas a Constituição cidadã, mas sua própria credibilidade.

Enquanto bradava – e ainda brada – a criminalização da política, essa mesma mídia protagonizou o Golpe de 30 de Agosto, de braços dados com as elites financeira e econômica nacional e internacional, com parte do Judiciário e, também, com os parlamentares que, sem pudores, defenderam os interesses das corporações que os financiam.

Não é de se estranhar, portanto, a ausência da palavra golpe nos noticiários. Nenhum questionamento, nenhuma reportagem à altura do momento histórico que vivemos. Apenas notícias que se prestam a acenar os próximos passos do golpismo, vide a campanha pela troca de cadeiras no Planalto em 2017.

Uma enxurrada de fatos, sem análises, investigações ou questionamentos. Em suma: sem jornalismo. A essa mídia cabe a naturalização de absurdos. Foi sua missão tornar plausível o afastamento de uma presidenta sem crime de responsabilidade; tornar natural a aprovação de uma proposta anticonstitucional como a PEC 55 ou similares, como a do ensino médio.

É sua missão, agora, tornar necessárias as mudanças propostas na Previdência; bem como aceitáveis a repressão contra os “baderneiros” que ao invés de trabalhar estão nas ruas protestando contra o governo. E isso se dá “naturalmente”, em detrimento de reportagens que, de fato, colocariam em pauta as grandes questões nacionais.

Blindagem

Beira o escárnio os “dois pesos, duas medidas” dos folhetos políticos que se tornaram os jornalões, os noticiários e o que dizer dos programas de rádio no Brasil.

Basta analisar a qualidade superficial das reportagens e o descaramento de campanhas promovidas contra os que se opõem à linha neoliberal dos editoriais desses veículos, ou a blindagem acionada em relação aos que compactuam com ela.

Quantas reportagens envolvendo grãos tucanos saem em um dia e desaparecem no outro, sem que ninguém toque mais no assunto ?

Quem manda calar ?

Não seria esse o tema de uma excelente reportagem ?

Imagine o que aconteceria, por exemplo, se ao invés de repórteres do Washington Post de 1972, Bob Woodward e Carl Bernstein trabalhassem nos jornalões brasileiros de 2016 ?

Quantos Watergates estão acontecendo neste exato momento no Brasil ?

Como foram as negociações dentro do condomínio golpista em torno do afastamento da presidenta Dilma Rousseff ?  Quem participa desse condomínio?

E a seleção dos vazamentos feita pela PF ? Quem faz essa seleção ?

Por que o interesse em destruir as empreiteiras brasileiras ?

Inventaram uma guerra com a justificativa de que Sadam Hussein detinha armamentos de destruição em massa para controlar as maiores jazidas de petróleo do mundo.

Não fariam nada em relação ao pré-sal brasileiro ?

Você, nosso leitor, sabe que é impossível encontrar uma matéria que aborde um desses temas ou mesmo o relacionamento que a Força Tarefa da Lava Jato mantém com organismos de governos internacionais.

Somente a Mídia Alternativa tem a brasilidade para propor essas questões a você.

A título de inspiração, vale assistir a “Todos os Homens do Presidente”, de Alan J. Pakula, excelente filme sobre o caso Watergate e a investigação de Woodward e Bernstein (prêmio Pulitzer), que levou ao afastamento de Richard Nixon da presidência dos Estados Unidos em 1974.

Ao contrário daqui, a investigação levou à prisão do assessor especial e amigo íntimo de Nixon, Charles Colson, conhecido como mestre da Guerra suja. Um escândalo envolvendo a Casa Branca, membros do FBI e da própria CIA. Todos presos e condenados.

Transposto à realidade brasileira deste momento: investigar os meandros e as negociatas entre mídia, Judiciário, sistema financeiro e parlamentares daria um prêmio Pulitzer.

São mínimas as probabilidades de reportagens vigorosas dentro desses veículos.

Felizmente, o jornalismo é muito maior do que isso, como atestam vários trabalhos, propositalmente esquecidos pela mídia golpista e seus profissionais, entre eles “O Brasil Privatizado” do inesquecível Aloysio Biondi, “A Outra História do Mensalão” do grande jornalista Raimundo Pereira, “A Privataria Tucana” do incansável investigador Amaury Jr., “O Quarto Poder” do brilhante Paulo Henrique Amorim, lembrando que Carta Maior já produziu mais de cinquenta Especiais, além de doze livros.

Papel da Mídia Alternativa

É, justamente, em oposição a essa imprensa, que apoiou a quebra do contrato social e democrático no país, divertindo-se com um tour pelo Alvorada, que a Mídia Alternativa vem lutando, dia sim e no outro também, para garantir a sobrevivência de um mínimo de jornalismo.

Findo o tempo de lamentações sobre o imenso gargalo deixado pelos governos petistas, que evitaram o enfrentamento do oligopólio da comunicação no país, caminhamos em meio a um golpe, com as nossas frágeis possibilidades nesta verdadeira Guerra de Titã contra Golias, conforme cunhou o professor Venício Lima (leia a entrevista aqui).

Em sua avaliação, eliminar sites e blogs progressistas significa viver “uma situação praticamente totalitária, na qual haverá apenas uma voz. Esse é o grande problema”. A comunicação pública já foi defenestrada nos primeiros dias do governo golpista.

Por eles, nós não existiríamos mais.

Não à toa, uma das primeiras medidas do decorativo foi, também, perseguir a Mídia Alternativa, cortando – sem nenhuma justificativa – R$ 11,2 milhões (ínfimos 0,6% do orçamento da SECOM em 2015) de sites e blogs progressistas (Leia mais).

Uma medida aplaudida pelos jornalões que com várias matérias no período tentaram difamar o nosso trabalho. Uma perseguição que comprova a nossa relevância, afinal, por que gastariam dezenas de páginas com denúncias vazias?

Agora é a hora

A esquerda e os progressistas estão diante de um dilema:

O PT acabou?

Existe um outro partido capaz de substituí-lo?

Vamos construir uma Frente de Esquerda ou uma Frente de Centro-Esquerda?

Vamos ainda acreditar em um governo de coalizão?

E o programa para o País?

Quais são as nossas convergências e as nossas divergências?

A guerrilha das Redes Sociais é de extrema importância, mas precisamos de uma guerra de fundo que proponha o verdadeiro debate.

O debate precisa ser qualificado. Não se trata de um debate de palavras de ordem, mas um debate de ideias e concepções de mundo.

É por isso que o leitor da Carta Maior precisa ser melhor municiado: é ele que fará o debate político nas escolas, nas ruas, campos, construções.

Essa é a parceria que Carta Maior propõe a seus leitores.

Ser nosso parceiro é uma afirmação política.

Campanha de doação

Sim, nós precisamos da doação dos nossos leitores para fazer Jornalismo através de reportagens, Especiais, entrevistas, vídeos, coberturas de debates e seminários etc. Por exemplo, o Especial “Os dois 13 de Dezembro: Os Golpes dentro dos Golpes”.

Publicado entre os dias 12 a 16 de dezembro último, este Especial contou com a colaboração de doze intelectuais, dentre eles o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães e os professores Sebastião Velasco, Laurindo Leal Filho, João Feres Júnior, Pedro Tierra, Gisele Ricobom, Flávio Aguiar, Alexandre Padilha, Beto Almeida, Francisco Fonseca, Lenio Luiz Streck, Esther Dweck, entre outros.

Apenas este Especial alcançou, em cinco dias de publicação, 435.395 mil pessoas, com um conteúdo inédito, traçando um paralelo entre o AI-5 de 1968 e a PEC 55 de 2016.

É esse tipo de material que precisamos multiplicar nas páginas da Carta Maior em 2017, ano decisivo para o destino do nosso país, tratando das pautas sugeridas ao longo deste texto.

Estamos convencidos de que podemos enfrentar os golpistas.

Acredite: eles só têm tamanho.

2017 não será fácil, mas sem a Mídia Alternativa será pior.

Permanecemos como a última trincheira para Resistir, Pensar e Agir.

Sigamos juntos, com a certeza na frente e a História nas mãos.

Não será fácil, mas sejamos sinceros: estamos aqui para isso.

Joaquim Ernesto Palhares

Diretor da Carta Maior

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você pode construir a mídia de esquerda

Fábrica de Cimento Votorantim de Sobral volta a atacar

Sexta-feira, 17 de dezembro, fábrica de Cimento Votorantim de Sobral
volta a atacar

Tarcisio Praciano Pereira

No dia 17 de dezembro, 19:00, já com o céu escurecido e nublado,
covardemente, a Fábrica de cimento da Votorantim, em Sobral
voltou a atacar a população indefesa de Sobral orfã da prefeitura,
orfã do governo do Estado, entregue à sanha lucrativa da
Votorantim que vem de São Paulo sujar o meio ambiente onde moramos.
Uma espessa fumaça jogada pela chaminé da Votorantim
sobre o casario existente à volta da fábrica. O mau vizinho,
Fábrica da Votorantim em Sobral.

Como sempre as autoridades municipais assim como as autoridades
estaduais do meio ambiente tem conhecimento claro deste
atentado

Repetindo:

lixo de uma chaminé

A foto é de 2005 porque há pelo menos onze anos que estou monitorando a Fábrica de Cimento da Votorantim em Sobral para evitar de ser sufucado com o lixo que ela joga na ar que respiramos.