Americanos fazem difícil a vida do racista Trump!


By Michela Martinazzi

New York, NY – On Jan. 28, the day after President Trump signed the executive order to restrict Muslims from seven countries from entering the U.S., reports came from the John F. Kennedy International airport saying that 12 people, including an Iranian Ph.D. student and two Iraqi refugees, were being detained under Trump’s new rule.

Protesters began calling for action early that morning and a Facebook event went up calling for an event from noon until 6 p.m. at JFK Terminal 4. By 3 p.m. several hundred had already gathered at Terminal 4, with streams of protesters pouring in through the Airtrain every 15 to 20 minutes. By 5 p.m. the numbers had swelled to over 700 protesters in the sidewalks and parking garage opposite the Terminal 4 entrance. Police began corralling protesters behind barricades and tried to jostle new protesters in an attempt to keep them from joining in. The crowd kept swelling so that every single floor of the adjacent parking garage was crowded with protesters holding signs such as “Refugees are welcome here,” or “First they came for the Muslims, and I said not this time, motherfucker!”

When the crowds reached into the thousands, the NYPD barricades could no longer hold the protesters in and they took over the streets, blocking any car from leaving Terminal 4. Chants, such as “Let them in!” and “This shit is Illegal! I.L.L.E.G.A.L!” rang throughout the crowd and the few drivers that remained in their cars honked and cheered with the chanters.

At 6 p.m. the New York Taxi Workers Alliance tweeted that they would hold a one-hour work stoppage from 6 until 7 p.m. to protest the #MuslimBan ordered by President Trump. Many taxi drivers came and joined the huge crowd in Terminal 4 and stood in solidarity against Trump’s agenda. On the other hand, the private ride-sharing company, Uber broke picket lines by dropping prices to and from JFK airport to accommodate the demand for riders.

At the same time, there were reports that protesters were being stopped from getting onto the Airtrain. Sara Flounders, an organizer with the International Action Center, was one of the protesters blocked and she said, “When we switched from the subway to the AirTrain to get out to JFK airport police formed a line to try to stop us. Only people with airline tickets would be permitted through the turnstiles. Our chants of ‘When Muslim lives are under attack, what do we do? Stand up! Fight back!’ was picked up by hundreds of people who were stopped. They finally backed down as we all chanted non-stop, ‘Shut it down! Shut it down!’”

Flounders continued, “This is when we suddenly realized that we would not just be a few hundred people at the airport. Many thousands were on their way and were refusing to be stopped. With chants, cheers and raw determination they just swept past the police.”

At 7:30 p.m., lawyers from the American Civil Liberties Union (ACLU) began calling for protesters who couldn’t get to Terminal 4 to go to Cadman’s Plaza, in Brooklyn, to demand that a federal judge grant a stay to the detainees being held in JFK. The lawsuit was being brought forth by ACLU lawyers and two of the detainees being held at the airport. A large crowd gathered outside of Cadman’s Plaza and rallied and chanted as more and more people gathered.

John Fletcher, an organizer with the Samidoun Palestinian Prisoners Solidarity Network, was there and said, “A crowd of mostly young middle-class youth chanted in support of open immigration and an immediate end to Trumps’s right-wing recklessness towards immigrants and people of color. Noticeably absent was more radical voices and organizations. Many of the protesters embraced patriotism with a liberal face. Signs like ‘dissent is patriotic’ [were present] and protesters [were] singing Woody Guthrie’s This Land is Your Land.

At 8:45 p.m. ACLU lawyers were announcing that the federal judge granted an emergency stay for all the detainees who were held, and would halt President’s Trump executive order on a national level, meaning all those detained will be released from airport security.

In New York, the momentum continues, with a protest and march to End the Muslim Ban happening later on Sunday afternoon, Jan. 29.

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A libertação de Auschwitz pelos soldados sovieticos

 

«Estima-se que nas batalhas por Auschwitz-Birkenau morreram entre 234 e 350 soldados e oficiais do Exército Vermelho.» Vermelho, assim como um mentiroso fica quando é apanhado em flagrante.

“Vi muitas coisas horríveis e de pesadelo nesta guerra, mas o que testemunhei em Auschwitz ultrapassa a imaginação”, escreveu o militar soviético Georgi Elisavestski numa carta à mulher, quando já era comandante do campo, depois do Exército Vermelho ter assumido o controlo.» O Exército Vermelho! V E R M E L H O !

«Aos 21 anos, o tenente do Exército Vermelho, Ivan Martynushkin, comandava um grupo de soldados armados com metralhadoras. Durante a II Guerra Mundial, viajou milhares de quilómetros mas jamais poderia ter imaginado que iria lembrar ao pormenor o que aconteceu num só dia: 27 de janeiro, 1945.» Exército vermelho!

«As tropas soviéticas chegaram a Auschwitz, hoje Polónia, na tarde de 27 de janeiro de 1945, um sábado. A forte resistência dos soldados alemães causou um saldo de 231 mortos entre os soviéticos.» Tropas soviéticas!

«Em 27 de janeiro de 1945, o Exército Vermelho libertou Auschwitz, o maior e mais terrível campo de extermínio dos nazistas.»

 V E R M E L H O !  

Exército Vermelho – as tropas sovieticas

 

 

 

 

 

#SouUERJ – uma universidade pública

Nas últimas semanas, centenas de pessoas participaram da campanha #SouUERJ. Relatos emocionantes foram postados nas redes sociais, contribuindo para que a mobilização em defesa da universidade tocasse outros públicos além dos já mobilizados. Com a repercussão positiva da campanha, a equipe do Meu Rio transformou trechos desses relatos em lambe-lambes, que foram levados para o ato “Abração na UERJ” e colados no entorno da universidade, como você pode ver no vídeo abaixo.

https://www.facebook.com/meurio/videos/1449078798458021/

Na última quinta-feira, dia 19 de janeiro, a equipe do Meu Rio esteve no ato “Abração na UERJ”, colando lambe-lambes feitos a partir dos relatos enviados com a hashtag #SouUERJ nas redes sociais.

Veja mais no video abaixo e inscreva-se para acompanhar os próximos passos da campanha: http://souuerj.meurio.org.br

O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) ainda não se pronunciou sobre os repasses que precisam ser feitos para a universidade e as aulas foram adiadas novamente. Os técnicos administrativos e alunos bolsistas também continuam sem receber. Por isso, a equipe do Meu Rio já está preparando uma nova ação de pressão para que a UERJ se mantenha viva, ativa e de portas abertas (vamos te avisar por aqui quando tudo estiver pronto).

Assista ao vídeo da ação e compartilhe com seus amigos e amigas.

Produtores de pós-verdades!

Os produtores de pós-verdades mais compartilhados nas timelines dos brasileiros são os seguintes:

* Ceticismo Político: http://www.ceticismopolitico.com/
* Correio do Poder: http://www.correiodopoder.com/
* Crítica Política: http://www.criticapolitica.org/
* Diário do Brasil: http://www.diariodobrasil.org/
* Folha do Povo: http://www.folhadopovo.com/
* Folha Política: http://www.folhapolitica.org/ — que faz um trocadilho com o nome do caderno Folha Poder do jornal Folha de S.Paulo
* Gazeta Social: http://www.gazetasocial.com/
* Implicante: http://www.implicante.org/
* JornaLivre: https://jornalivre.com/
* Pensa Brasil: https://pensabrasil.com/

Uma pesquisa mais profunda poderá confirmar a hipótese de que algumas destas páginas foram criadas pelas mesmas pessoas, seja por repercutirem “notícias” umas das outras, seja por utilizarem exatamente o mesmo template e formato.

https://www.issoenoticia.com.br/artigo/projeto-da-usp-lista-10-maiores-sites-de-falsas-noticias-no-brasil

Comprem filtros de barro, excelências, e usem água municipal!

Estado destruído financeiramente, servidores em greve, desembargadores recebendo mais de R$ 500 mil por mês. Alheio a tudo isso, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, resolveu abrir a torneira e autorizou uma licitação de R$ 1,2 milhão para a compra de água mineral para os 180 desembargadores do estado.

Esse valor pode até parecer baixo em comparação ao orçamento total do Tribunal, mas não é a primeira vez que a elite do Judiciário estadual tenta aprovar uma mordomia como essa. E como já sabemos onde a má gestão do dinheiro público pode levar, precisamos agir rápido: a licitação para a compra de água mineral ainda não foi aberta, mas isso pode acontecer a qualquer momento.

No fim do ano passado, nossa pressão impediu a aprovação da mesada vitalícia dos vereadores em menos de 24h. Agora, temos que nos juntar novamente para barrar um gasto milionário. Clique no botão abaixo para pressionar o presidente do Tribunal e dizer que essa licitação é a gota d’água.

http://www.gotadagua.meurio.org.br/

Com o valor previsto para a compra das águas, os desembargadores terão aproximadamente 27 litros de água mineral disponíveis por dia de trabalho – sem falar que existem outras alternativas muito mais baratas para garantir que os nobres magistrados se mantenham hidratados no verão carioca. Com R$ 1,2 milhão, seria possível comprar cerca de 1.180 filtros d’água de alta capacidade ou 12.396 filtros de barro.

No passado, a cúpula do Judiciário do Rio tentou aprovar uma bolsa-educação particular de cerca de R$ 7 mil reais e quase contratou um serviço de garçons por R$ 14 milhões. Mas a pressão da sociedade obrigou as nobres excelências a recuar. Juntos, vamos repetir a pressão e barrar essa licitação!

Por um Rio mais transparente,

Laura, Rodrigo e toda equipe do Meu Rio

Passei com cuidado para não assustar os corvos!

Ontem me defrontei com uma cena da qual eu já ouvira falar.

Saindo de casa, de noite, passei por um bando de garotos do morro (ao lado de minha casa) se dirigindo todos vestidos a rigor com a farda do grupo, caminhavam para estádio.

Uma torcida acreditei.

Passei por eles com cuidado para não enfurecê-los e repentinamente o capitão deles para o grupo num alerta! Eu me assustei mas segui em frente saindo do meio da patota.

Logo em seguida, na próxima esquina, vejo uma moto no meio da rua. Cena típica da polícia com seu autoritarismo, e então entendi o alerta no meio do qual havia passado. Até pensei em olhar no retrovisor para ver qual era a reação do grupo pelo qual eu passara, mas não tive tempo porque eu já estava no meio doutra cena dantesca: uma dezena de policiais, vestidos com aquela escrota roupa preta, de armas em punho apontadas para algumas dezenas de jovens escorados no muro do cemitério.

Eu moro vizinho dum cemitério cognominado “cemitério dos pobres”!

Passei com cuidado para não assustar os corvos!

Esta é a democracia do golpe mantida com auxílio da PM escancarada contra a parte mais pobre e vulnerável da sociedade, um grupo de jovens de favela idiotizados na febre do futebol e que apenas se dirigia para se divertir como podem, sacaneando-se uns aos outros no estádio!

Passei de finininho acelerando aos poucos e desaparecendo na esquina à direita!

Respirei fundo, escapara!