Como e porque a Boblo/Golpe é nossa inimiga mortal – ou ela morre ou morremos nós.

Do Facebook do Fernando Moraes

1) O jornal O Globo apoiou a cassação do Partido Comunista Brasileiro, em 1947.
2) O Globo foi contra a criação da Petrobras.
3) O Globo participou do cerco a Getúlio, que levou o estadista ao suicídio.
4) O Globo deu sustentação à trama para impedir a posse de Jango, em 1961.
5) O Globo apoiou o golpe militar de 1964.
6) A Globo aplaudiu a caçada e o massacre dos opositores do regime militar.
7) A Globo escondeu a campanha por Diretas Já.
8) A Globo fraudou o debate entre Lula e Collor, em 1989.
9) A Globo sempre trabalhou contra a soberania nacional, defendendo a subserviência aos EUA e Europa.
10) A Globo é adversária histórica das políticas de valorização dos salários dos trabalhadores.
11) A Globo criminaliza os movimentos sociais, a pobreza e a atividade política.
12) A Globo liderou a farsa midiática-judicial do mensalão.
13) A Globo teve papel destacado na sabotagem e no golpe contra a presidenta Dilma Rousseff.
14) A Globo apoia todas as atrocidades jurídicas cometidas pela operação Lava a Jato.
15) A Globo assassina reputações de adversários e protege corruptos aliados.
16) A Globo defendeu o congelamento dos gastos em saúde e educação por 20 anos.
17) A Globo apoiou a aprovação do projeto de terceirização irrestrita, o fim da CLT.
18) A Globo aprova a venda de ativos da Petrobrás e a entrega do pré-sal aos estrangeiros.
19) A Globo trabalha pela aprovação da reforma da Previdência, que fará com que os trabalhadores trabalhem até a morte.
20) A Globo se empenha também pela aprovação da reforma trabalhista, para liquidar de vez com todos os direitos trabalhistas.
21) A Globo quer o fim quer o fim do SUS e do ensino gratuito nas universidades públicas.
22) A Globo luta pelo desmonte do estado social e da Constituição cidadã de 1988…

Aterrorizado pela selvageria do Governo Norte Americano contra o povo Sírio

As Salaamu Alaykum,

Last night, the Trump administration seriously escalated the U.S.’s involvement in Syria’s civil war. Like many MPower Change members, I stayed up late, watching footage of the U.S. military launching missiles into Syria and listening to pundits try to make sense of this catastrophe.

The conflict in Syria has the uncanny ability to produce an endless variety of horrors: from the daily bombings of civilians by multiple air forces and the brutal violence committed by the Assad regime, to the gruesome actions of Daesh and the heartlessness shown towards Syrian refugees by so many nations around the world—especially our own. And now with reports of chemical weapons once again used against the Syrian people and the prospects of Trump’s missile attack ballooning into a bigger conflict, our sorrow has deepened even further.

Compounding the staggering human tragedy—with as many as nearly half a million killed since the conflict began1—the civil war has also brought about the destruction of schools, mosques, churches, and many of Syria’s ancient cultural heritage sites.2 “Al Sham,” as the region was historically known, is revered in our faith tradition as the “land of the believers”—made so by the number of Prophets and people of piety that have walked it, and its history as a center of sacred knowledge.

We won’t pretend to have any quick solutions or a concise analysis of the situation. There is no clear, fool-proof, strategic response—just as there’s no shortage of bad actors. All we know for sure is that the Syrian people have suffered unspeakable tragedy for far too long.

After the chemical attacks in Idlib, Syrian-American writer Lina Sergie Attar, co-founder and head of the Karam Foundation, reported the following:

We reach out to people on the ground to see what they need, what is missing from them on the ground, how can we alleviate their suffering and their pain. And this time, the response was very stark, very bleak. And they said, ‘Nothing you can send will save us. Nothing you can send will help us. All we need is your prayers.’3

While we still hold out hope that there’s something we can do to alleviate the suffering of the Syrian people, today, we send them our prayers through these words:

God is sufficient for us and the best disposer of affairs. Nothing afflicts us except what God wrote for us. He is our patron. The best of patrons and the best of those who give aid.

We ask that you join in that prayer with us, or take a moment to send healing thoughts to the people of Syria in the way that you know best. We’ll keep you posted as we coordinate with our partners to identify the best ways that we can be helpful to Syrians in this moment.

In solidarity,
Linda, Dustin, Mohammad, and the MPower Change team

P.S. While Trump has used Assad’s barbaric chemical attack as the pretext for his offensive, he’s hardly shown real concern for the Syrian people before this. That’s why we echo the call from our friends at MoveOn to stop any bombing and immediately open the U.S. to at least 100,000 more Syrian refugees. Click here to retweet this message.

 

Kelvin Zifla escreveu a respeito da Albânia

Kelvin Zifla escreveu isto a respeito da Albânia

Embora não se possam fazer paralelos entre Albânia e Brasil eu vou traduzir, um pouco
a minha maneira, o que Zifla escreveu porque acho que ele trata de pontos que nos interessam como brasileiros e neste momento em que vivemos uma dolorosa ditadura ratificada pela nossa “suprema” corte que na verdade virou uma corte bananeira entulhada com dragões que se mascaram de mordomos de filmes de terros com aquelas capas próprias do século 19 e inteiramente ridículas nos dias de hoje. Apenas ridículos que são e nós empobrecidos por uma justiça dirigida por retardados mentais.

Kelvin Zifla diz que sabe muito sobre a Albania, e eu sei muito pouco sobre este país que
me chamou muita atenção durante a ditadura de 64 que era de onde vinham muitas
das notícias que eu conseguia ler.

Eu também sei que durante a segunda sacanagem mundial comumente chamada de
segunda guerra mundial” os mulsumanos albaneses esconderam os seus compatriotas
judeus protengendo-os contra o sadismo dos invasores alemães e seus aliados dentro
do país. Correram riscos significativos, mas foram humanos e solidários. Eram os mulsumanos  albanases.

Mas, diz Zifla, Albânia é um país em desenvolvimento que tem todos os recursos para
se tornar um país desenvolvido em cinco anos. Mas isto não vai acontecer e se deve
a corrupção que arruina este país cujo índice de corrupção é 39, ainda não muito alto.

Mas é uma amostra como a corrupção pode arruinar um país ao longo do tempo.

Houve uma intensa campanha por parte dos embaixadores estrangeiros de reforma do
judiciário porque o “judiciário havia perdido a sua capacidade de auto correção”, coisa
que acontece entre nós: o judiciário brasileiro perdeu a vergonha, em palavras simples,
ou na forma como fala Zifla, perdeu a capacidade de autocrítica!

E lembra o que todas nós estudamos na escola, da independência dos poderes, Legislativo,
Executivo e Judiciário, os três pilares duma democracia que funcione. Entre nós estas
três coisas viraram uma tremenda suruba! É isto mesmo, completamente pornográfica,
a coisa! Um congresso minado por ladrões, um judiciário dominado por corruptos ou
retardados mentais, estes que se vestem com capas do século passado para dar a impressão
que merecem respeito, um executivo traidor da pátria que está entregando nossas riquezas
e nosso patrimônio às potências estrangeiras.

E você se lembra, pergunta  Zifla o que você estudou na escola da divisão entre os poderes,  do Legislativo, Executivo e Judiciário? os três pilares duma democracia que funcione!  Se um deles estiver podre, o que esperar dos outros?  e pior, como no nosso caso, quando os três estiverem apodrecidos, o que esperar de nós?

No parlamento funciona a regra do cabresto, os peões seguem a ordem de seus
chefes que Zifla chama educadamente de “líderes”, conflitos, se houver, ficam
escondidos porque não existem alternativas dentro dos partidos. Na prática significa
que as opiniões dos três partidos, na Albânia, é a opinião dos três “líderes”. Como
entre nós, apenas aumentando a quantidade de chefes de quadrilhas.

E pergunta Zifla, “será que num tal cenário se pode esperar algum projeto ambicioso
de desenvolvimento econômico?”. A nossa pergunta obviamente tem que ser outra,
o Brasil, durante o governo de Lula e seguido por Dilma, se transformou da 16ª economia
mundial na 6ª e com o golpe começa a resvalar, e quem, sabe, passe na queda da daquilo
que foi a 16ª economia mundial, claro, se não nos revoltarmos e derrubarmos esta sujeira imunda que domina judiciário, legislativo e executivo, agora em abril, na mais brilhante comemoração que poderiamos fazer do martírio de Tiradentes.

Termina Zifla, e vou corrigir suas palavras para colocar no nosso contexto, ai está porque
derepente o Brasil pode novamente se tornar um país pobre e agora que estamos no futuro,
voltarmos a sonhar em retornar para o futuro!

Libertas quae sera tamen!

Estamos na luta sem arredar o pé, e vamos derrubar a ditadura nojenta!

 

é MacDonald’s Fechado ou as ruas tomadas ou em ocupações!  A luta é ferrenha rumo à Vitória!  Lá nos USA  assim como aqui.  A luta é pra valer até a vitória.

Abaixo as ditaduras!