Feministas querem o poder e eu concordo.

O Programa Diálogos na Biblioteca Nacional desta quinta-feira, 13 de julho, recebe Marielle Franco e Manoela Miklos com o tema Feministas querem o poder. O encontro conta com mediação da jornalista Helena Celestino.

Não há dúvidas de que o mundo dominado pelos homens entrou em falência, mais do que marcante o golpe 2016 que nos esfola no Brasil a serviço da classe masculina e seus lacaios diretos no Congresso, no STF, no judiciário em geral.

Não há dúvidas de que o mundo dominado pelos homens entrou em falência, mais do que marcante o golpe 2016 que nos esfola no Brasil a serviço da classe masculina e seus lacaios diretos no Congresso, no STF, no judiciário em geral.

Não há dúvidas de que o mundo dominado pelos homens entrou em falência, mais do que marcante o golpe 2016 que nos esfola no Brasil a serviço da classe masculina e seus lacaios diretos no Congresso, no STF, no judiciário em geral.

Não há dúvidas de que o mundo dominado pelos homens entrou em falência, mais do que marcante o golpe 2016 que nos esfola no Brasil a serviço da classe masculina e seus lacaios diretos no Congresso, no STF, no judiciário em geral.

Marielle Franco – nascida, criada e ainda moradora da Maré, mãe aos 19 anos, é vereadora no Rio, eleita com as bandeiras do feminismo e da defesa da população das favelas. Socióloga formada pela PUC, onde ingressou com bolsa integral, fez mestrado em Administração Pública na UFF.

Manoela Miklos – feminista, doutora em Relações Internacionais, uma das idealizadoras da campanha #Agoraéquesãoelas, que mais tarde virou um blog na Folha de S.Paulo. Recentemente, Manoela denunciou assédio sexual do ator Jose Mayer a uma figurinista da TV Globo. É membro da Open Society Foundations.

Destaques:

· A entrada é franca e a distribuição de senhas começa 30 minutos antes do início do evento.

· Para aqueles que não puderem comparecer ao evento, a Biblioteca Nacional vai realizar transmissão ao vivo pelo YouTube. Acompanhe!

· Veja a agenda completa do Programa Diálogos na Biblioteca Nacional.

O povo está se rebelando, até mesmo no USA!

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Tarcisio —

This past weekend, more than 150 citizens marched from Maine to New Hampshire as part of the NH Rebellion, showing support for clean elections and campaign finance reform.

Check out these local news articles, and share with anybody who wants to join the Rebellion and stand up for our democracy!

WMUR: March Held in Support of Clean Election Act in New Hampshire

Seacoast Online: Marchers Promote Clean Elections

If you’re ready to take the Rebellion to the next level and help us bring clean elections to New Hampshire and the nation, support NH Rebellion with a contribution today!

Poupe-me por favor, já fui violentada!

Mais um ataque aos direitos das mulheres está acontecendo neste momento.
Na verdade se trata da velha hipocrisia que alimenta a pressão contra o direito que mulher deve ter para abortar quando numa gravidez indesejadas, e importa pouco a causa, o que importa é o desejo que a mulher tiver de abortar.
Grupos hipócritas se levantam frequentemente contra este direito elementar da mulher pelo seu próprio corpo e usam de vários argumentos falazes em busca de amedrontar a mulher a usar do seu direito.  São hipócritas porque pretendem falar em nome da ética e na ética relativamente ao corpo de outrem.
No caso deste PL vários aspectos consideradas já fazem parte da legislação constrangedora a que a mulher se vê obrigado quando se encontra numa situação de vítima, no caso do estupro, por exemplo.  Agora querem que ela olhe imagens do feto como parte da tentativa de afastá-la de exercer o seu direito de praticar o aborto. Hipócritas.
Na última quinta (22), um projeto de lei que estabelece um protocolo torturante a vítimas de violência sexual foi aprovado no Distrito Federal. Agora, está nas mãos do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) vetar ou dar aval ao PL. Ele pode tomar a decisão a qualquer momento – e precisamos pressioná-lo para que poupe as vítimas de estupro de mais esse sofrimento!
Se não for vetada, a lei obrigará hospitais a orientarem os profissionais de saúde para que mostrem imagens do desenvolvimento do feto às mulheres estupradas que procuram acesso ao aborto legal. Poupe-nos! Submetê-las a fotos do embrião fruto de uma violência está mais perto de tortura psicológica contra uma mulher já traumatizada do que, de fato, uma orientação. Não podemos cruzar os braços!
 
Precisamos pressionar o governador para que vete o PL. A gente sabe que ele já está recebendo muita pressão de grupos conservadores e que vetar esse projeto pode lhe custar caro no jogo político. Vamos aproveitar que a pauta já está repercutindo na opinião pública e mostrar o outro lado: as mulheres também estão mobilizadas!
 
A cada pressão feita, o custo político pra que ele sancione o PL aumenta – junto com a nossa chance de barrá-lo. Vamos juntas lutar pelos nossos direitos! Preencha o formulário para enviar agora seu email de pressão direto ao governador!