Martírio dos judas

Martírio dos judas

O martírio dos judas

Eu não sei, não posso saber, exatamente porque não estou metido
entre os escrotos que tentaram inutilmente trucidar Luís Inácio
Lula da Silva, e muito pelo contrário me encontro entre os milhões
que o admiram e respeitam, eu não sei dos detalhes sórdidos de suas
enxaquecas na via difícil de resolver o quiproquó em que se
meteram.

Como o outro Judas, cuja história Guerra Junqueiro
tão bem soube resumir em verso, hoje esta muqueca de juízes de grau
variado que vai de primeira instância até supremos e superiores de
mistura com outros sujos que se imaginam endinheirados, enfim uma
lama nojenta e pútrida bem típica representação da consciência
de Judas, sofrem e se retorcem sem saber como se livrar das 30 moedas
e sem o saberem como.

Coitados, como falou a Consciência de
Guerra Junqueiro, lhes vão ser pingadas gota a gota as 30 moedas
quando derretidas no fogo infernal do resto de suas vidas.

Se
retorcem os coitados se saberem como se livrar das moedas que a cada
um coube da divisão desigual do botim, mas alguns centavos de moedas
ficou para cada um para lhes arder nas mãos enquanto que aguardam um
desfecho que não podem imaginar qual seja da traição que fizeram,
não a Lula e muito menos a algum Jesus mas à pátria, pela
destruição de suas riquezas, pelo sofrimento infringido à grande
parte de sua população, pelo ridículo em que nos colocaram a todos
no cenário internacional onde somos vistos todos, os brasileiros,
como grotescos donos dum judiciário podre, incompetente, envilecido
e envelhecido bem representando pela Carmencita a suprema imagem do
resto mortal em que se transformou a Justiça brasileira.

Não
sabem como se desfazer das moedas e bem que gostariam de encontrar
uma solução mas, como a crucificação do mestre histórico, da
morte não tem volta, da mesma forma duma decisão unânime grotesca
é difícil de se encontrar uma forma de corrigir a burrice produzida
até porque a empurraram numa parede contra a qual não podem
encontrar retorno. Eliminaram até mesmo os atalhos que qualquer um
que não fosse tão idiota, deixariam para produzir uma saída.

Os
coitados do TRF4 produziram uma decisão que lacraram de tal forma
raivosa que se tornou num nó cego cuja única solução seria cortar
a corda com uma faca e quem corta o nó perde parte da corda de sua
própria forca.

É possível ver que é este o cenário pelas
contorções que a gente detecta dos arautos da canalhada, a
Grobosta, que tenta espalhar como notícia a informação falaciosa
de que Lula está desaparecendo da Internet. Por um lado reconhecem
que é a Internet hoje a única fonte de notícia onde temos que ir
cavar as informações misturadas com lixo de desinformação num
trabalho inteligente de separa o joio do trigo. Por outro lado
mostram o nervosismo de Judas em sua tentativa vã de encontrar uma
saída para se livrar das moedas de ouro que agora nada valem porque
ficaram tão marcadas pelo sangue do mestre que mesmo lavando ainda
assim ficam manchadas e assim nem mesmo como vil moeda de troca eles
encontram uma saída para se livrar do pagamento vil e indecoroso.

É
o que se pode deduzir dos estertores grotesco da coitada que Mora com
ele ele enquanto que nós pagamos a conta da Moradia, ela que ora
publica ou então apaga os seus gritos histéricos porque a bobagem
que espalhou é tão ridícula que o riso que provoca, sufoca.

Tenho
pena e sinto-me dolorido porque faço parte dos milhões que sofrem
dia a dia com a destruição da pátria de do seu povo sem conseguir
encontrar outra saída que dolorida saída da revolta para enxotar
para algum inferno os que estão produzindo tamanha lama em troca de
trocados que lhes deixarão o mercado financeiro ou uma indústria
que se pensa poderosa tipo as petroleiras ou as sugadoras de água
que fazem parte do bando de corvos pousados à volta da cruz no
aguardo que o Brasil dê o seu último suspiro.

É triste o
cenário, mas só me resta repetir os versos finais de Guerra
Junqueiro quando a Consciência responde solenemente a Judas que lhe
propõe a troca, que fique com as moedas e o deixe em paz. “Não”,
lhe responde a Consciência, “as moedas são tuas e no momento
adequado vou derretê-las e pingá-las gota a gota ao longo da
eternidade em que sofrerás o castigo da traição que produziste ao
teu país e ao seu povo.

Que lhes torre a consciência e lhes
seja pesada a terra em que forem enterrados.

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