I need you today, eu preciso de você hoje, disse Martin Luther King

I Need You, Today

Eu preciso de você hoje!

E peços desculpas por fazer um plágio, sim é uma cópia adulterada dum clamor dirigido ao povo americano de que em parte guardei trechos, até porque muitos precisam, para acreditar que devam reagir, do uso de exemplo alheio e então isto indo buscar este exemplo alheio para confundir aqueles que pensam que devem continuar de braços cruzados.

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When “following the law” by tearing apart families is promoted as a “biblical” value, when African Americans are twice as likely as whites to have zero (or negative) net worth, when 2.2 million Americans do not have health care because they live in a state that did not vote for Medicaid expansion; I urgently ask you to join me today in renewing your commitment to this Fellowship for peace and reconciliation.

Quando “seguir a lei” separando membros de famílias é apresentado como um valor “bíblico”, quando brasileiros de origem africana tem o dôbro da possibilidade de serem considerados como zero ou negativos comparados com os seus compatriotas ditos brancos, quando milhões de brasileiros estão sendo espoliados no mercado escravagista do trabalho ou cortados de qualquer que seja o apoio de assistência médica e isto pelo voto daqueles que eles pensam que elegeram e sob as vistas grossas dum conjunto de “juizes” quase todos envolvidos em ações corruptas, um deles é dono dum instituto jurídico mantido ilegalmente com dinheiro público e quando um jornalista ousa lhe perguntar quem pagou a viagem ele lhe dá uma resposta que apenas podemos esperar de moleques, outro é um advogado de banco e está sempre disponível para defender os interesses do banco que é cliente do seu escritório de advocacia, outro foi nomeado pelo golpe além do que é conhecido como advogado de bandidos, outra tem membros de sua família envolvidos com a GloGolpe, outro tem um património imobiliário incompatível com a soma de todos os salário que porvetura tenha recebido, e os demais são cúmplices deste, no mínimo, então como reza a Carta de Independência do país que o juizeco de Curitiba preza, “quando uma longa
cadéia de abusos e violências tendo como meta invariável o objetivo de reduzí-
la ao mais absoluto despotismo, é o seu direito, é o seu dever, derrubar um tal
governo e assim garantir novos gardiões para o seu futuro e sua segurança.”, é então o nosso dever, a nossa obrigação, o nosso direito, derrubar os canalhas enfiados no poder para instituir um novo governo que nos garanta o respeito à Constituição.

We are a grassroots movement, organizing activists across the country to engage deeply in the work of reparations, civil disobedience, and The Poor People’s Campaign. Our unique interfaith presence ensures that Buddhists, Christians, Muslims, Jews, Baha’is, and those of other faith traditions, work together toward that beloved community where differences are respected, conflicts are addressed nonviolently, and oppressive structures are dismantled.

Nós somos um movimento de base, ativistas espalhados no Brasil inteiro, infelizmente divididos em grupúsculos que sempre pensam, cada um deles, que têm uma visão mais acertada e avançada do que os outros, mas enfim aos poucos estamos nos unindo, budistas, negros, brancos, cristãos, mulsumanos, judeus, ubandistas, enfim cidadãos no berro comum pela liberdade do prisioneiro político, Luís Inácio Lula da Silva, que neste momento nos representa a nós todos até porque tem a seu favor várias conquistas libertadoras para o nosso povo que listar aqui apenas transformaria este lamento num manifesto, é o noss direito, é o nosso dever, derrubar um tal governo e assim garantir novos gardiões para o nosso futuro e pela nossa segurança, é então o nosso dever, a nossa obrigação, o nosso direito, derrubar os canalhas enfiados no poder para instituir um novo governo que nos garanta o respeito à Constituição.

In the words of Martin Luther King, Jr., “We are now faced with the fact that tomorrow is today. We are confronted with the fierce urgency of now. In this unfolding conundrum of life and history, there is such a thing as being too late. This is no time for apathy or complacency. This is a time for vigorous and positive action.”

Podemos até lembrar as palavras do pastor negro, Martin Luther King, assinados pelos país, avós, tios dos que agora se encontram no poder. Dizia MLK que o amanhã é hoje e que há uma urgência de confrontarmos a injustiça e que já não há mais tempo para apatia ou complacência. E muito menos para esperarmos sentados, apáticos, crentes por uma votação pífia que possivelmente será levada ao cenário do teatro onde mascarados dum carnaval fora de época, vestidos de mordomos de filmes de terror, desfilando em fila indiana se vão reunir para possivelmente mais uma vez nos demosntrar o escârnio que ele pensam que merecemos. Então o amanhã é hoje e que há uma urgência de confrontarmos a injustiça e que já não há mais tempo para apatia ou complacência.

I need you today

I need you today

Violência sadomasoquista típica de ditaduras

por Tarcisio Praciano-Pereira

Eu sou um aposentado, professor aposentado da Universidade Estadual Vale do Acaraú e como tal inexistente. Mais de uma vez os vigilantes dum dos Campus da UeVA manifestaram estranheira do meu direito de ir e vir dentro do Campus.

Primeiro que tudo se trata de ignorância de direitos dum cidadão muito possivelmente inspirado e instigado pelas assim chamadas “autoridades universitárias” coisa que tais autoridades deveriam se inspirar numa anedota atribuída a São Francisco, o criador da ordem dos franciscanos.

Se diz que um dia um noviço passando pelos corredores do claustro, se depara com o santo lavando um dos corredores e espantado reclama como, ele, o mestre, estava fazendo aquele serviço tão rude.

Simples e claro o o santo teria respondido, “ego sum servum servorum Dei”, “eu sou o servo dos servos de Deus” querendo com isto dizer que ele, o fundador da ordem, o dirigente geral dos franciscanos, tinha como princípio estar a serviço de todos os servidores de Deus.

Eis um princípio que vemos faltar nos nossos governantes. A grande maioria deles pensa que é um príncipe. A altivez, é uma marca comum daqueles que nos governam. É comum o governador dizer que somente fala com deputados, quando afinal é o nosso mais importante servidor e deveria, humildemente, comparecer à praça pública, de quando em vez, para ouvir daqueles que, pelo princípio constitucional, já que que o princípio moral ditado por São Francisco de Assis talvez esteja caduco, pelo princípio constitucional o governador governa a partir dos nossos anseios e por nossos anseios.

Vale o mesmo para os reitores das Universidades que se escondem por trás dum adjetivo caduco, magnífico, o que certamente os faz pensarem que são um seres aparte e mais importantes do que os demais e na verdade são apenas servos dos cidadãos envolvidos na universidade e nada tem de magnífico a não ser a denominação fora de época mas ainda em uso. Vale o mesmo para juízes e ou delegados que exigem ser chamados de sua excelência e novamente aqui eles nada são do que servidores que deveriam sentir a responsabilidade de bem atender e com prestitude ao cidadão que deles precisar.

Em particular num dos campus da UeVA a Universidade Estadual divide um campus com o Instituto Federal do Ceará e aqui eu tenho sofrido algumas restrições que eu caracterizaria como imorais e típicas do momento ditatorial que estamos vivendo. Neste campus em que se encontram duas entidades públicas e portanto o campus é um espaço público, eu sou visto duplamente como uma esquisitice: não sou da UeVA e não sou do IFCE. Mas eu sou um cidadão que tem o direito de ir e vir e ser respeitado cuidadosamente desde que esteja dentro da lei sobre o qual não pode haver dúvida de que eu esteja.

Não é somente o meu caso, embora eu vá a fundo na luta pelo meu direito. Eu já presenciei o absurdo de um dos vigilantes da UeVA tenha feito voltar a atrás um do aluno do IFCE porque, por volta das 22:00 horas ele caminhava se aproximando dum dos portões reconhecido como “portão da UeVA” porque ele deveria sair do campus pelo portão do IFCe. Eu decidi-me a fazer este protesto, inicialmente pacífico, mas não tenham dúvidas de que eu vou reagir à altura da violência pela qual passei hoje, quando, tentando sair pelo portão do IFCe a vigilante me advertiu, observe bem, não
me dirigiu um observação educada, como deveria, me advertiu de que eu deveria ter escolhido o portão da UeVA para sair. Observem bem a situação grotesca em que eu me encontrei, e vou fazer chegar este texto aos ouvidores de ambas as instituições na esperança de que os sadomasoquismos aqui caracterizados sejam sanados e corrigidos, no meu caso hoje, eu tinha o carro estacionado perto do assim chamado “portão da UeVA” que se encontrava fechado e pude ver quando me dirigi ao outro portão que o “vigilante da UeVA” estava numa conversa em um dos espaços do IFCE com alguém que pude identificar como “vigilante do IFCE”. Não parei o carro e simplesmente me dirigi ao outro portão que encontrei fechado, mas sem cadeado. Desci do carro e fui abrir o portão para sair e pretendia deixá-lo fechado da mesma forma depois de passar, quando fui “advertido” pela vigilante de que estava me dirigindo ao portão errado. Uma grosseria desnecessária dirigida a um cidadão que estava encerrado naquele espaço e, tardiamente, tentava sair.

Eu nem mesmo tentaria justificar ou defender o meu direito a usar o espaço destas duas instituições porque me parece despropositado fazê-lo, é um direito que tenho como cidadão, o de ir e vir, e neste caso, tardiamente me retirava quando o portão já estava fechado e como não poderia mesmo ficar encerrado lá dentro o lógico é que me fosse aberto o portão para que eu me retirasse com a óbvia e possível necessidade de que eu explicasse o meu atraso na saída, se parecesse assim necessário.
à vigilante o que eu faria sem discutir, embora aqui também me pareça que haja uma falha apenas reconheço que, considerada a extensiva corrupção que nos rodeia, é natural se pensar que sair tarde pudesse representar uma tentativa de roubo do patrimônio público. Mas neste caso acredito que se tratou apenas dum abuso de autoridade que não posso aceitar.

Tempos sombrios estes que vivemos em que os direitos se encontram permanentemente sendo postos em questão. Terrível que reitores queiram ser chamados de magníficos, que juízes dum tribunal superior queiram ser chamados de ministros e serem tratados de suas excelências quando ultimamente tem se comportado mesmo como canalhas.