Tatuagem, que atrazo! Agora eu estou chipeado!

Em Wisconsin, nos EUA, uma firma implantou um chip em todos os seus empregados, não sei dos detalhes, mas você pode lê-los aqui

O curioso mesmo é que lendo pros e contras, o artigo termina com a conclusão:

  1. Initially, it would be the sheep who blindly desire to be chipped for their own “convenience” leading the way. Primeiro é a carneirada que adotar o chip como os que adotam a tatuagem.
  2. Then, it would become remarkably inconvenient not to be chipped – sort of like it’s nearly impossible to not have a bank account these days. Depois vai ficar chato se você ainda não entrou na moda, (assim como eu que não tenho whatsapp e as pessoas olham para mim como um extra-terrestre e quando eu respondo, olha nem celular eu tenho! Oh! que louco! ai eu respondo: ue! quando eu saio de casa não levo coleira!
  3. Then, the last holdouts could be forcibly chipped by law. Mas, finalmente, vem a ordem. Se não tiver chip vai preso! (o caso possivelmente não será bem este, mas já vai ser dificil de acessar o banco, como é o meu caso. Sofro o diabo para acessar o Banco do Brasil que não quer reconhecer mais o meu computador e que insiste para que eu adote um androide. Eu eu continuo resistindo e sofrendo, mas continuo resistindo e sofrendo!

E você? Já tem androide? já tem whatsapp? quando vai implantar o chip?

E em Brasília completando 23 dias do holocausto dos corajosos grevistas de fome contra os canalhas de capa-preta (que eles chamam de toga hahahahahaha!)

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A prefeitura de Sobral pretende privatizar o caixa municipal

O prefeito de Sobral, Ivo Gomes, por sinal irmão dum candidato a pretendente da República,
Ciro Gomes, decidiu privatizar o caixa da prefeitura de Sobral.

Quem ganha com isto? Claramente o dono do banco privado que está recebendo o presente. Perdemos todos nós outros cidadãos de Sobral e em muito particular perdem aqueles que se encontram na
margem da pobreza, coisa que existe muito em Sobral. É o dinheiro público que vai ser disponibilizado para um parasita financeiro coisa que atualmente vão acontecendo com grande rapidez dentro do
golpe que nos assola desde 2014.

O prefeito Ivo Gomes, irmão de Ciro Gomes, dá assim preferência ao banqueiro quando poderia melhorar os salários das professoras municipais muitas das quais são professoras temporárias, sem vínculo efetivo com o município que se vangloria de ter melhor a educação do Brasil.

Poderia, o prefeito Ivo Gomes, irmão de Ciro Gomes, dar preferência à Caixa Econômica Federal ou ao Banco do Brasil, dois bancos públicos bem representados em Sobral, mas prefere o prefeito Ivo gomes, irmão de Ciro Gomes, entrar na vertente do golpe que tem como objetivo maior a destruição das empresas públicas, em particular as duas empresas gigantes, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, duas empresas centenárias de grande respeitabilidade em nossa sociedade. Em vez de adotar a Caixa Econômica Federal como caixa do município, o o prefeito Ivo gomes, irmão de Ciro Gomes, resolveu dar uma mãozinha ao dono do Itaú e ajudá-lo a ficar mais rico na qualidade de parasita que vai ganhar dinheiro fácil da prefeitura de Sobral repassando o trabalho para alguns funcionários que talvez, isto sim, passem a trabalhar mais e em consequência os cidadãos de Sobral passarão a ser pior tratados como é uma experiência minha, como funcionário do Estado do Ceará cujo caixa foi entregue a um banco que nos trata como um excesso que o Estado do Ceará jogou em cima do banco, estas foram palavras que ouvi do gerente do banco quando fui reclamar do tratamento de quarta ou quinta classe que recebi do banco ao tentar provar que estava vivo, coisa que eles chamam de recadastramento.

Para o presidente da Comissão de Estudos Tributários da OAB Ceará, Alexandre Goiana, privatizar parte dos serviços é algo comum, já existente em outros países. “Nós temos no Brasil um potencial de apostas muito grande nós estamos gerando uma receita em cima de algo que efetivamente é supérfluo que vai ser realmente atrativo para o governo. É algo que já é praticado no mundo todo, o Brasil não está inventando a roda em estar privatizando essas duas operações”, afirma. O tal Alexandre Goiana nada disse, apenas arrotou uma afirmação sem fundamento.

O fundamento na verdade é outro, na Suécia as escolas pública foram privatizadas e hoje os suecos falam em reverter o estrago reclamando à volta das escolas ao domínio público porque a educação privatizada não deu em outra, piorou. A Finlândia, país vizinho, tem uma educação de primeira classe e não seguiu o caminho da Suécia privatizando as suas escolas. Em suma o especialista em Estudos Tributários esquece-se de dizer que tem sim, quem ganha com a privatização da coisa pública, as privadas! Também não é bem porque esta leva de privatizações invadem o Mundo que podemos considerar a bobagem de dizer que o Brasil não está inventando a roda. Não seria bem uma invenção e nem mesmo uma ação inteligente esta de criar um parasita para necessariamente piorar o serviço porque, se o serviço fosse melhorar, certamente ficaria mais caro uma vez que um intermediário teria que enriquecer às nossas custas e é o que acontece com as privatizações que ocorreram como é o caso das telecomunicações, da energia elétrica: as contas subiram e o serviço se tornou sensivelmente pior.

Aliás, como poderia mesmo a introdução dum parasita melhorar a coisa? Querem nos enganar e têm toda uma imprensa calhorda que ecoa palavras vazias recheadas de argumentos falazes. Todos perdemos no final, até mesmo o prefeito Ivo Gomes, irmão de Ciro Gomes, que hoje é prefeito mas amanhã, espero, retorne a cidadão comum que sofrerá nas filas do banco privado para pagar algum imposto municipal vendo tarde a besteira que fez.

A droga do privatismo que nos assola

Para o presidente da Comissão de Estudos Tributários da OAB Ceará, Alexandre Goiana, privatizar parte dos serviços é algo comum, já existente em outros países. “Nós temos no Brasil um potencial de apostas muito grande nós estamos gerando uma receita em cima de algo que efetivamente é supérfluo que vai ser realmente atrativo para o governo. É algo que já é praticado no mundo todo, o Brasil não está inventando a roda em estar privatizando essas duas operações”, afirma.

Ultimamente se fala em Sobral que o caixa da prefeitura vai ser privatizado e entregue de presente ao um banco privado. E uma ação absurda e sem nenhuma justificativa que possa ser levantada com garantido alguma eficiência administrativa ou de qualquer outra ordem. Pelo contrário a prefeitura elegeu um parasita para ser premiado com o caixa da prefeitura de Sobral. Não esquecer que o prefeito de Sobral é irmão do cara que se propõe como candidato à presidente da República, logo um membro duma família de privatistas.

Mas não é bem assim como os privatistas dizem e a imprensa que pertence aos grupos financistas imediatamente propala. Privatizar significa criar um “intermediário” na verdade um parasita que vai sugar o sangue de trabalhadores, aqueles que realmente executam o serviço, e repassar para nós, nas mãos do governo, um restinho. Se evitarmos o parasita, primeiro os
trabalhadores podem ser melhor remunerados e até viver num ambiente de trabalho mais saudável porque a empresa pública pode funcionar dirigida pelos seus próprios empregados. Do ponto de vista econômico, evitar o parasita, significa que a receita líquida, retirados os gastos o que
inclui a remuneração dos trabalhadores, vem para as nossas mãos, no cofre do governo. A única lógica do privatismo é da dominação do capital vadio sobre o poder na sociedade que eles
apregoam como o Estado Mínimo que na verdade significa concentração de riqueza nas mãos dos
que operam o chamado “mercado financeiro” que na verdade eles pretendem que seja o Estado.

A Matemática é simples, subtraímos os parasitas com seus lucros fáceis, reduzimos os impostos
para todos nós na Sociedade com a parcela que ficaria no bolso dos parasitas que não costuma ser pequena. Observem o caso da
“anel”, uma da privadas que nos assola no setor elétrico, e que, no Ceará, ficou no lugar da “coelce” que havia nos roubado a COELCE com o que perdemos nossa
energia elétrica mais barata, os trabalhadores da COELCE, que quando pertencia ao Estado do Ceará, eram melhor remunerados, enquanto que os que trabalham para a “anel” são poucos e possivelmente pior
remunerados, porque a privada de distribuição de energia elétrica suga o sangue de trabalhadores terceirizados reduzindo a sua responsabilidade patronal para uma pequeno grupo. Novamente, concentração de riqueza nas mãos de grupos que pertencem ao capital vadio na ânsia de arrebanhar o poder na sociedade que eles apregoam como o Estado Mínimo.
O caso desta privada “anel” é bem sintomático. Moro em Sobral e que vou relatar certamente tem exemplos semelhantes em outras regiões do Estado do Ceará ou em outros dos Estados que são incomodados com esta privada de distribuição de energia elétrica, um dos parasitas mais graves, entrou apenas para distribuir a energia que uma empresa pública produz alhures. Em Sobral, na saída para a Serra Grande, se erige um prédio duns 15 andares construído num terreno que antes pertencia à COELCE, quer dizer nosso. O prédio foi construído em tempo record, e não é sem razão, afinal a a privada “anel” recolhe as contas de energia elétrica de cerca de 50 mil residências do município de Sobral, mensalmente, o que representa R$1.000.000,00 se calculados por baixo usando a tarifa mínima como se todos pagassem apenas R$20,00. A privada “enel” enfia no bolso, mensalmente, esta fortuna da qual retira uma pequena parte para pagar uma pequena turma de funcionários próprios e contratar uma privada para dar manutenção ao sistema elétrico da cidade o que ainda faz muito mal porque já tivemos vários apagões recentemente, afinal em vez de investir na produção de energia elétrica solar ela gasta o que recebe para criar um investimento próprio no ramo imobiliário como o prédio de 15 andares que é visível em Sobral.

A Matemática é simples, subtraímos os parasitas com seus lucros fáceis, reduzimos os impostos para todos nós na Sociedade com a parcela que ficaria no bolso dos parasitas. Mas eles tentam enganar com falácias do tipo de que a empresa privada é mais efetiva o que é uma mentira bem fácil de ser descoberta, visite qualquer agência dum banco privado, escolha um qualquer, e confirme as filas imensas nos terminais de atendimento eletrônico. Mas observe que você está analisando duas privadas, o banco privado e por trás dele a privada de telecomunicações que agora não vende apenas o sinal telefônico por via do qual vem a Internet em que se move o sistema bancário. A privada de telecomunicações também distribui o lixo da propaganda, concorre consigo mesma, porque ela também vende canais de televisão, por exemplo aqueles que nos aborrecem nas filas dos caixas dos supermercados quando também estão concorrendo com o sinal que demora ou algumas vezes caí nos terminais dos caixas dos supermercados. Então demoramos para ser atendidos nos bancos, nos supermercados ou em casa quando vamos procurar laser ou informação na Internet quando mais uma vez somos aborrecidos por uma propaganda que não solicitamos porque também somos forçados a acessar a Internet por intermédio de privadas. As privadas são uma doença ou malestar de insalubridade na Sociedade!

Eu nem vou ser muito exigente querendo que acabemos com as chamadas empresas privadas, que para mim seria o ideal, mas quero apenas que separemos o joio do trigo. Que retomemos as comunicações como empresa pública, esta sim, servindo a todos como um estrutura pública de comunicações, inclusive servindo às privadas como clientes, em pé de igualdade com o cidadão, mas em canal separado onde poderia circular este lixo que eles chamam de propaganda ou algumas vezes de marketing. De imediato teríamos um melhor atendimento nos terminais bancários que não estariam concorrendo, como agora, com imenso fluxo que corre todo junto num único canal. Seriamos as Universidades, o Ensino, melhor atendido numa rede educacional onde não haveria propaganda e nem pornografia ou outras lixos típicos do comércio de telecomunicações. Os banco poderiam estar dentro duma rede financeira, controlada pela empresa pública de comunicações, com muito maior segurança nas transações. O comércio ficaria com uma rede comercial, também vendida pela empresa pública que seria o hub de intercomunicação entre todas as redes. Num passe de mágica teríamos uma Internet melhor para todas, até mesmo para as empresas privadas.

O privatismo, que carrega consigo a falácia do Estado Mínimo, somente nos trás prejuízos.