A famigerada “school of americas” onde os americanos deturpam os nossos militares

Today, February 21, is the 15th anniversary of the massacre in the Peace Community of San José de Apartadó, where 8 civilians, including an 18-month old, were killed by paramilitary and military forces. After this massacre, FOR and other organizations succesfully lobbied Congress to stop US funding for the Colombian military brigade responsible for the massacre. Our field team is currently in San José with a large delegation  to commemorate this massacre and those that were killed (shown in photos above). 

As an organization, we have long been critical of the U.S. military’s role in training and supporting the Colombian military while they engage in human rights abuses. Massacres like that of San José de Apartadó continue to happen, as you can see in the infographic below. You can learn more at School of the Americas Watch. 

bebendo água com cor de chocolate, mas com gosto de barro!

E o Rio continua lindo! é pena que uma turista tenha falado mal do Rio e a companhia de turismo do witzel não gostou!

Nesta sexta, dia 7, faz um mês desde que a água que chega às nossas casas tem cheiro e gosto de terra. Pra completar, fevereiro chegou e os boletos também: a população do Rio está literalmente pagando a conta de uma água que pode colocar nossa saúde em risco. Não dá mais pra esperar: precisamos agir agora! Enquanto as autoridades seguem fazendo vista grossa sobre a água e a CEDAE esconde os relatórios, queremos de volta o valor que pagamos pela conta de janeiro! Muita gente já comprometeu seu orçamento comprando água mineral; outras milhares de pessoas vem arriscando sua saúde com água podre. Já que não temos água potável, o mínimo que exigimos é não ser cobrado por ela! A cada dia que passa, a CEDAE parece mais perto de se livrar dessa, e o preço é a gente que paga. Por isso, hoje começa uma pressão GIGANTE no presidente da CEDAE, Hélio Cabral, para exigir que ele desconte da próxima conta de água o valor que pagamos pela água suja de janeiro. Mas isso só vai ser possível com você!A Defensoria Pública já está negociando uma indenização, agora é a nossa vez! Precisamos ser milhares mostrando que é inaceitável essa situação. Envie agora seu recado pressionando o presidente da CEDAE!

Morreu uma escola surgiu um quartel

Por Tarcisio Praciano-Pereira, professor

Em Sobral, uma escola pública estadual foi morta para que em seu lugar surgisse um quartel. Sintomaticamente a Escola Estadual Pública fica nas imediações dum bairro em que vivem pessoas menos favorecidas, vão treinar os meninos pobres para se transformarem em milicianos ou uma
juventude fascista.

Era uma Escola Pública que agora virou um quartel

Morre um local em que se fazia educação, a Educação que foi modificada por Paulo Freire com o objetivo de libertar as pessoas, fazer com que os jovens adquirissem uma visão ampla da vida, fazer com os jovens aprendessem o que significa cidadania, o que é ter direitos e naturalmente
obrigações dentro dum contexto cidadão duma sociedade que é regida por uma Constituição.

Aqui jaz uma Escola Pública e que até mesmo tinha uma ar de abandono, agora a pintaram para que desse lugar a um quartel

No lugar da Escola enfiaram um quartel, e como em todo quartel o diretor é um militar que nada entende de Educação mas que foi treinado para passar em frente uma ideologia de obediência ao “superior” militar que não deve nenhuma explicações a quem é seu subordinado. As crianças que vão sofrer no quartel da Polícia Militar serão subordinados dos “superiores militares”.

parece que escolha foi proposital, a Escola tinha o nome de quem perseguiu estudantes durante a ditatura militar de 1º de abril de 1964 o autor da famigerada 477 que enfiou o AI-5 dentro das escolas. Seu nome? não me interessa! Ele morreu!

Não sei, e nem me interessa saber qual é a estrutura do quartel em que Escola foi transformada. O que eu sei é que lugar de crianças, de jovens e de adolescentes absolutamente não é num quartel e sim numa Escola. Porque as Escolas são dirigidas por professores que adquiram uma formação pedagógica voltada exatamente para estimular nas crianças, jovens e adolescentes um sentimento de que na Sociedade todos estamos condicionados pela Lei e que a Lei Maior é a Constituição que também estabelece direitos para todos. Um quartel não pode ser, em nenhuma hipótese, um ambiente saudável para o desenvolvimento integral da juventude onde a Educação seja libertadora e não como, necessariamente num quartel, uma educação condicionadora.

E sem rodeios, militares nem precisavam existir e muito menos se ocupar de Educação. Num quartel o que se pode produzir é uma juventude fascista que é a única característica que militares podem dar ao que eles pensam que é educação.

O governo falsamente petista do Ceará está embarcando na onda fascista de militarização das escolas estaduais, pelo que este exemplo mostra. Eu, como cidadão, como professor, não posso aceitar isto e estou disposto a ir o mais fundo possível, ao ponto que minhas forças permitam, para impedir esta corrupção do sistema escolar público.

Escola é para ser dirigida por professores e não por soldados.