criptografia é um método matemático da computação para tornar dados secretos.

O matemático e teórico da computação, Alan Turing, que fez vários trabalhos em computação teórica, em particular ficou muito conhecido por um algoritmo
chamado máquina de Turing, trabalhou
durante a segunda guerra mundial para quebrar o segredo da criptografia
da máquina alemã, Enigma, o que conseguiu com êxito.

Eu escrevi dando alguns exemplos, e inclusive
mostrando dois programas escritos em Python que podem ser usados
como exemplo da máquina criptográfica alemã. Os meus programasnão
estão funcionando corretamente, e eu os publiquei mesmo assim, dentro
do espirito de quem escreve programas de domínio público, é possível
que alguém se interesse e me ajude a corrigi-los. Também mostro
um programa que funciona indicando a fonte de como usá-lo.

Divirta-se na quarentena, não dê ouvidos ao psicopata que os milicos enfiaram no Planalto e que anda incitando a população a sair às ruas para se contagiar. Aprenda um pouco sobre criptografia e se lhe parecer interessante, tente o corrigir o meu programa que não está funcionando corretamente, me envie suas sugestões que podem ser postadas aqui na página.

As hienas do capitalismo estão mostrando os dentes.

Big Pharma companies are already trying to profit from drugs to treat or prevent coronavirus infection — and we need your help to stop them.

Last week Gilead Sciences was caught attempting to get exclusive rights to one drug that has shown promise in treating covid-19. Under intense public pressure they backed off, but they still have the ability to raise the price high and gouge everyone for desperately needed medicine — just like they have with insulin.1

Sign the petition: Stop Big Pharma from getting rich from and gouging the public for coronavirus medicine!

The Intercept discovered that Gilead had applied for, and the FDA had given them, exclusive marketing rights for remdesivir, an anti-viral drug that early studies have shown may help fight covid-19.

That means Gilead could have had a monopoly on an essential drug in the fight against the coronavirus pandemic. Even now that they’ve backed off on the exclusive rights, they still can charge a huge sum for the drug.

But there’s a solution, one that the federal government regularly used in the 1960s and 1970s. Under a federal law known as Section 1498, the government can override a patent at any time as long as the company receives “reasonable compensation.”

This gives the government critical leverage to negotiate lower prices. And the government could even start producing lifesaving treatments itself under the Defense Production Act.

Will you help use that leverage to save lives and stop Big Pharma from gouging people?

Add your name now: Stop Big Pharma from getting rich from and gouging the public for coronavirus medicine!

Thanks for taking action,

Robert and the team at Demand Progress

Pese as contradições, naturais duma pandemia, há drogas úteis com contra indicações.

O importante é salientar que não se deve automedicar. Eu repasso as informaçõe, use com cuidado.

Which Covid-19 drugs work best?

The first medical reports are in, but there’s no silver bullet for coronavirus infection yet.

by Antonio RegaladoMar 23, 2020

a fonte das informações

Results are in from the first organized trials of drugs to treat Covid-19, but so far, there’s no cure.

As the new respiratory disease spread widely starting in January, doctors—first in China and then in the US, Italy, and France—all moved to test readily available drugs that are used for other purposes and are fairly safe. Now, just three months into the pandemic, the first medical results from organized trials—studies structured to measure whether a drug actually helps—are becoming public. We count three so far, all involving drugs with antiviral properties.

Patients who end up in the ICU are begging for whatever treatment they can get, and demand for drugs will skyrocket in the US. Not only is the number of confirmed cases now over 35,000, but this week twice that many or more will likely feel the onset of typical symptoms like cough, fever, and shortness of breath.

You can read all our coverage of the coronavirus/Covid-19 outbreak for free, and also sign up for our coronavirus newsletter. But please consider subscribing to support our nonprofit journalism.

So far, there is no approved medicines for Covid-19, so the main treatment for severe cases isn’t drugs at all—it’s oxygen therapy, ventilators that help people breathe, and supportive care. Some patients get standard antibiotics.

Overall, scores of drug studies are under way, checking the benefits of everything from vitamin C to Chinese traditional medicine. A list of trials compiled by CellTrials.org, a consultancy, found that doctors had registered over 250 Covid-19 studies, mostly in China, and were seeking to recruit 26,000 patients. It may be another month before some other large, important studies, like several involving the experimental antiviral remdesivir, made by the US company Gilead, are ready to report any findings.

Here are the facts about the drug studies published so far.

Chloroquine or hydroxychloroquine

The hype: President Donald Trump praised the malaria drug, saying it had shown “tremendous promise” against Covid-19. “I think it’s going to be very exciting,” he said. “I think it could be a game-changer, and maybe not.”

HYDROXYCHLOROQUINE & AZITHROMYCIN, taken together, have a real chance to be one of the biggest game changers in the history of medicine. The FDA has moved mountains – Thank You! Hopefully they will BOTH (H works better with A, International Journal of Antimicrobial Agents)…..— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) March 21, 2020

The report: Hydroxychloroquine and azithromycin as a treatment of COVID-19: results of an openlabel non-randomized clinical trial

The data: During early March, French doctors at IHU-Méditerranée Infection in Marseille, France, treated Covid-19 patients with hydroxychloroquine, a version of the 90-year-old malaria drug chloroquine. They tried giving 200 milligrams of hydroxychloroquine three times per day, over 10 days, to 26 patients, and some got the antibiotic azithromycin, too. In their report, treated patients had less virus in their system after six days than other patients at a different center, who didn’t get the treatment. The study’s conclusions aren’t firm because so few patients were involved and the study was not rigorously designed, although chloroquine has also been tried in China with rumors of success.

So does the drug work? Scientists say there’s not enough evidence to say. “Anecdotal reports may be true, but they are anecdotal,” Anthony Fauci, head of the National Institute of Allergy and Infectious Diseases, said during a briefing at the White House. “It was not done in a controlled clinical trial. So you really can’t make any definitive statement about it.”

In the absence of other options, Governor Andrew Cuomo of New York said his state, now a global epicenter of Covid-19, had obtained 70,000 doses of hydroxychloroquine and 750,000 doses of chloroquine, as well as azithromycin (also called Zithromax). “The trial will start this Tuesday,” said Cuomo over the weekend. “There is a good basis to believe they could work. The president ordered the FDA to move and the FDA moved.”

Chloroquine has risks, because it can affect heart rhythm. No one should take it without a prescription.

Favipiravir

The hype: News reports last week claimed Chinese officials had touted this antiviral medicine made in Japan as “clearly effective.”

Por favor, não brinque! Não estamos de férias, estamos em quarenta, dentro de casa!

Assista o vídeo

Nós estamos numa crise sem precedentes, e podemos escapar se nos cuidarmos. Estamos sem governo, alguns governadores de estado estão tomando providências, o governador do Ceará, por exemplo, estabeleceu que ninguém deve sair de casa, que os locais públicos devem ser fechados, na medida do possível. Nada de shoping center, nada de praia, nada de ficar zanzando nas praças. Somente saia de casa sob absoluta necessidade e ainda assim com todos os cuidados de higienização. Ninguém está livre de contaminação, nem idosos e nem jovens. E até é possível que gente jovem não manifeste sintomas, mas poderão ser transmissores.

Em defesa do ensino público, do SUS e das medidas de proteção à cidadania.

O governo Bolsonaro, através da Portaria Ministerial do Ministério da Educação MEC nº 343, de 17 de março de 2020, autorizou, em caráter excepcional, a substituição das disciplinas presenciais em andamento por aulas que utilizem meios e tecnologias de informação e comunicação por ensino a distancia, exceto nos cursos de medicina, estágio obrigatório e disciplinas que exigem laboratórios.

O ANDES-SN considera que as Universidades, Institutos e CEFET, que decidiram suspender suas atividades acadêmicas, algumas por 15 dias e outras por 30 dias, acertaram, já que essas medidas estão em concordâncias com as orientações da Organização Mundial da Saúde – OMS. Tais medidas visam reduzir o avanço da pandemia mundial do novo coronavírus (COVID-19). O quadro geral em todo o mundo é de uma excepcionalidade não vista desde o fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o que tem reconfigurado a vida cotidiana de toda a classe trabalhadora. Isso implica que hoje todas as crianças e idosos estão em casa, em regra sob os cuidados do conjunto da classe trabalhadora, na qual se incluem docentes e discentes.

Ao defender aulas on-line, o governo desconsidera a sobrecarga já existente e intensificada pela qual passam o(a)s docentes e o(a)s discentes no processo de reestruturação da vida cotidiana que a quarentena está exigindo. Desconsidera o fato de que aulas on-line exigem internet e equipamentos de qualidade, o que não é realidade para milhares de estudantes de origem popular, que hoje cursam as instituições públicas de educação, desconsidera o caráter pedagógico da aulas presenciais e as especificidades de cada disciplina e curso, entre outros.

Ao defender aulas on-line, o governo acaba incentivando mais uma vez uma forma de ensino que não deve ser a principal, mas apenas suporte para o(a) docentes. Causa-nos estranheza que nesse momento, em vez de defender a suspensão de todas as atividades acadêmicas, incluindo os prazos de qualificação e defesa das teses e dissertações, e, após o fim da pandemia, através de seus conselhos superiores as Universidades, Institutos e CEFET, rediscutir o calendário acadêmico, reposição de aula; o governo tente avançar em sua agenda privatista que atende aos interesses das grandes corporações do ensino privado. Esse governo continua colocando o mercado em primeiro lugar e a saúde da população em último, coerente com a postura de toda sua gestão: atacando a autonomia das Universidades, Institutos e CEFET; estrangulando os recursos; incentivando o ódio ao conhecimento e à ciência; e aprofundando o sucateamento do SUS, que cambaleia sem recursos, fruto da Emenda Constitucional do Teto dos Gastos (EC nº 95/2016),

Pela imediata revogação da Emenda Constitucional nº 95/16! Em defesa do SUS e da Saúde Pública! Em defesa do ensino, pesquisa e extensão públicos e gratuitos! Pela imediata reorganização do calendário da CAPES e CNPq!

Brasília (DF), 18 de março de 2020

Diretoria do ANDES-SN

Uma renda básica de pelo menos um salário mínimo durante a crise, que depois pode continuar!

Eu já assinei a petição, venha você também assinar por uma renda básica de pelo menos um salário mínimo para todas as trabalhadoras e trabalhadores do Brasil. E também nem um centavo para para os banqueiros, “industriais” e outras classes de ricos.

As famílias brasileiras precisam de apoio para enfrentar o coronavírus. Não temos tempo a perder: precisamos implementar uma política de renda básica de emergência para os mais desprotegidos. O governo já anunciou a intenção de fazer algo semelhante a isso, mas prometendo apenas 200 reais por mês, por três meses, e limitando-se a um número restrito de profissionais autônomos. Pior: na prática, para poder selecionar quem se qualificaria para o programa, o governo teria que desenvolver do zero um novo sistema de triagem online, ou obrigar esses trabalhadores a enfrentar longas filas de cadastro – o oposto do que deveríamos fazer durante uma pandemia.Para proteger de verdade os brasileiros e brasileiras que mais precisam, precisamos de uma renda básica de emergência mensal no valor de R$300 reais por pessoa, que contemple as 77 milhões de pessoas mais pobres do Brasil – aquelas que têm renda familiar inferior a 3 salários mínimos. As famílias mais pobres possuem, em média, 4 a 5 pessoas, o que daria direito a um benefício mensal de até R$ 1.500,00, incluindo crianças e idosos. E a boa notícia é que sabemos quem essas pessoas são: nosso país já tem um Cadastro Único, que reúne as informações de quem está nessa faixa de renda e recebe benefícios sociais como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida. Outros milhões de desempregados e trabalhadores informais, já cadastrados pelo Número de Identificação Social (NIS), também podem ser beneficiados. Chegando em todos as pessoas listadas no Cadastro Único, sem necessidade de triagem adicional, dá pra apoiar mais gente e cortar gastos com burocracia!Pressione agora pela aprovação da RENDA BÁSICA EMERGENCIAL QUE QUEREMOS. Juntos, podemos enfrentar o coronavírus!