Como corrigir eticamente o roubo de 1.2 trilhões

1) É considerar um empréstimo, aplicar-lhe as taxas habituais, IOF enfim as taxas comuns que qualquer cidadão se vê forçado a pagar quando faz um empréstimo bancário.

2) Fazer incidir sobre o principal, a parte ainda não devolvida do empréstimo, mensalmente, juros de 7% e deixar inteiramente livre a data de encerramento do empréstimo. Isto daria um aporte de R$84.000.000.000,00, oitenta e quatro bilhões de reais mensais, o suficiente para manter a renda de trabalhadoras e trabalhadores durante a pandemia.

3) Fazer correção monetária mensal sobre o principal, a parte ainda não devolvida do empréstimo, mensalmente.

4) Para efeito deste documento, o empréstimo foi feito em 1º de abril de 2020, uma boa maneira de comemorar a data fatídica da ditadura militar de 1964!

5) Definir como órgãos ou agentes para gerenciamento do empréstimo, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica ficando tanto o principal como taxas de juros dedicados à empréstimos a juros pequenos, proponho que seja a taxa da poupança, sem nenhuma taxa de administração incidente sobre estes empréstimos, às pequenas empresas com o objetivo de dar-lhes suporte durante a pandemia.

6) A época mencionado no artigo anterior, a “pandemia” deve ser regulada periódica mente até que nós tenhamos saído da vigência desta crise. O principal do empréstimos mencionado no artigo anterior passará a ser considerado empréstimo bancário regular relativamente ao principal de cada tomador ao final da crise mencionada no artigo anterior.

7) Estas condições entram em vigor imediatamente ficando devido a primeira parcela dos juros assim como as taxas regulares que se aplicam à empréstimos mesmo no caso de devolução imediata do principal.

8) Fica estabelecido o dia primeiro de cada mês como data referência para os cálculos dos juros devidos, ficando o mês de abril considerado de forma integral para o qual também vale a mesma data referência que é primeiro de abril, aliás como uma forma legítima de comemorar o golpe de 1ª de abril de 1964 que afinal é a inspiração nata do presente golpe em que estamos vivendo.

9) Estas condições entram em vigor imediatamente sem nenhuma necessidade de que sejam aprovadas por absolutamente nenhuma instância da mesma forma como foi aprovado o saque de 1.2 trilhões executado sem nenhum trâmite burocrático ou legalista.

Nota do SINDIUVA frente à pandemia.

Informe SindiUVA – seção sindical do ANDES SN: a UVA e a pandemia de
COVID-19 Diante da ascendência da pandemia da COVID-19 no Ceará, a diretoria da SindiUVA, em defesa intransigente da vida, já vinha reivindicando a suspensão do Calendário Acadêmico e a não obrigatoriedade de “atividades não presenciais” para docentes e
discentes, por meio de nota conjunta com o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e de vídeo do presidente de nosso sindicato, Professor Marcel Lima Cunha.
A diretoria do SindiUVA, protegendo a vida das pessoas, se posiciona em defesa da igualdade de condições para o acesso ao direito à educação pública, gratuita e de qualidade para todos os nosso estudantes, e em defesa de nossos direitos como trabalhadoras e trabalhadores da docência.
Para que fique bem claro, a diretoria da SindiUVA não defende que a universidade pare de funcionar, mas sim que ela funcione responsavelmente, sem impor a discentes e docentes o cumprimento de nenhuma atividade do Calendário Acadêmico do semestre
2020.1, diante da precariedade socioeconômica vivida por grande parte de nossos alunos e de suas famílias, fato que também afeta vários de nossos docentes. Além disso, nossa Universidade deve estar atenta ao princípio da isonomia, um dos maiores fundamentos da LDB, a Lei no 9.394/1996, e prezar pela igualdade de condições para o acesso e a permanência de nossos estudantes na Universidade. Não defendemos que professores e
alunos parem de interagir e de se mobilizar para continuar debatendo e pensando, com base na ciência e na ética, formas de dar continuidade à vida e de superar os desafios que se nos apresentam, principalmente no que diz respeito ao enfrentamento das consequências da COVID-19 em nossa sociedade.
Estamos em casa não porque queremos. Não estamos de férias. Não estamos em recesso.
Estamos, infelizmente, em estado de calamidade pública no nosso país, e ainda em estado de emergência em saúde pública no estado do Ceará. Nós, professoras e professores, gostaríamos de estar nos campi de nossa Universidade, trabalhando com nossos colegas e alunos, desenvolvendo nossas atividades de ensino, pesquisa e extensão, mas não podemos. Sem escolha, fomos impelidos a ficar em casa para protegermos as vidas de
todos nós, dada a tragédia pela qual estamos passando, com a ascendência da COVID-19 no Brasil e no Ceará.
Portanto, a ética que defendemos é aquela da proteção da vida e não aquela de outro interesse ou prioridade. Para dirimir dúvidas e tomar decisões representativas de todos os segmentos da


Comunidade Acadêmica, os representantes da SindiUVA, em reunião do Comitê de
Enfrentamento à COVID-19 realizada em 06 de abril de 2020, solicitaram à reitoria que
o sindicato e o DCE integrassem esse Comitê, mas ainda não houve uma devolutiva desta
solicitação.
Ato contínuo, frente às consequências da pandemia que nos constrange e nos angustia, e
dos limites socioeconômicos, emocionais e legais que se impõem contra qualquer
obrigatoriedade de atividades não presenciais a discentes e docentes neste momento,vimos informar as ações tomadas pela diretoria de nossa seção sindical, que tem agido
sistematicamente com a SindURCA e a SindUECE, no Fórum das Três, e com o
parlamento estadual, especialmente por meio do deputado Renato Roseno.
1) Estamos consultando o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Trabalho
sobre a implantação de atividades não presenciais para a continuidade do Calendário
Acadêmico 2020.1 e sobre a situação de professores substitutos e temporários que
venham a ter contratos de trabalho findados durante o período de isolamento social.
2) Estamos em processo de elaboração de um instrumento para sabermos sobre a situação
socioeconômica dos alunos e das alunas das três universidades estaduais (situação de
renda familiar, alimentação etc.), em parceria com os DCEs.
3) Estamos organizando uma live com representantes das diretorias do SindiUVA,
SindUECE e SindURCA para discutirmos sobre EaD, pandemia e impactos
socioeconômicos da crise provocada pela pandemia e o governo Bolsonaro.
4) A diretoria do ANDES Nordeste 1 (Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte) está em
contato com as 3 universidades federais do estado, UFC, UFCA e UNILAB, para saber
sobre o Calendário Acadêmico e sobre a adoção de atividades que se configurem como
EaD em cada uma dessas universidades, a fim de viabilizar uma ação conjunta de todas
as universidades estaduais e federais do Ceará com o Ministério Público.
5) Informamos que o deputado estadual Renato Roseno está acompanhando de perto o que tem ocorrido em nossas universidades estaduais, especialmente na UVA, tendo expedido, em 08 de abril de 2020, dois requerimentos, a fim de salvaguardar os direitos de discentes e docentes nesse contexto de pandemia e isolamento social:

  • por meio do requerimento n.o 1834/2020, o parlamentar solicita uma audiência com o
    Secretário da SECITECE, Inácio Arruda, e as entidades representativas da comunidade
    acadêmica da UVA, UECE e URCA, com o objetivo de discutir os desdobramentos da
    suspensão das aulas presenciais em decorrência da proliferação da COVID-19,
    notadamente a infraestrutura e as condições socioeconômicas dos discentes e dos
    docentes para as atividades remotas, resguardando o princípio da isonomia para o acesso
    dos estudantes à educação superior; e
  • por meio do requerimento n.o 1835/2020, o parlamentar solicita que a reitoria da UVA
    permita que o SindiUVA e o DCE integrem o Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus
    no âmbito da universidade.
    Nós, da diretoria do SindiUVA, reforçamos que nosso sindicato está atuando para que
    não soframos ainda mais perdas de nossos diretos, sobretudo nesse momento, no qual o
    Conselho de Governança Fiscal do Governo Camilo Santana baixou a Resolução n.o
    01/2020, para o combate à pandemia que nos assola, estabelecendo contingenciamentos
    de gastos que afetam diretamente os “menores”, postergando para 2021 todas as
    ascensões funcionais, sem retroativo, com exceção dos profissionais da saúde. Também
    proíbe novas nomeações de concursados. Por outro lado, não houve cortes de isenção
    fiscal nem suspensão do pagamento da dívida pública que enriquece os bancos. Mesmo
    nesse grave momento de instabilidade socioeconômica, o governo Camilo Santana,infelizmente, reproduz a lógica adotada por Bolsonaro/Guedes, de retirar daqueles que
    estão no “andar de baixo”, deixando intacto o “andar de cima”.
    Que tenhamos confiança no nosso sindicato, que está trabalhando diuturnamente, agindo
    com muito discernimento e cuidado para salvaguardar os direitos de docentes, discentes
    e de toda a classe trabalhadora.
    Pontualmente no caso da UVA, considerando as angústias e dificuldades que estamos
    enfrentando, temos de ser cautelosos e pacientes quanto à produção da Instrução
    Normativa a ser divulgada pela Administração Superior, enquanto o sindicato tenta
    negociar com a Reitoria.
    Enfatizamos a nossa solicitação de participação do SindiUVA e do DCE no Comitê criado
    pela Reitoria, para que ele seja representativo de todos os segmentos da comunidade
    acadêmica. Enfatizamos, ainda, que continuamos reivindicando a garantia da
    “opcionalidade” de atividades não presenciais para docentes e discentes, respeitando-se
    suas famílias e todas as dificuldades socioeconômicas e emocionais que estão
    enfrentando.
    Finalmente, pela vida de todas e todos acima de tudo, fiquemos em casa e protejamos a
    nós mesmos e as nossas famílias, sem deixarmos de ser solidários com quem mais precisa,
    principalmente nesse momento de ascendência da COVID-19 no estado do Ceará.
    Sigamos em diálogo e na luta!
    Um grande e fraterno abraço a todos e todas.

O SINDIUVA faz parte da Campanha #AVidaAcimaDosLucros

e porque não refazer o BEC – o banco público do Estado do Ceará que foi doado para enriquecer o bradesco? Precisamos de dinheiro? então porque ficar enriquecendo o bradesco?
e porque não refazer o BEC – o banco público do Estado do Ceará que foi doado para enriquecer o bradesco? Precisamos de dinheiro? então porque ficar enriquecendo o bradesco?
e porque não refazer o BEC – o banco público do Estado do Ceará que foi doado para enriquecer o bradesco? Precisamos de dinheiro? então porque ficar enriquecendo o bradesco?

E porque não refazer o BEC – o banco público do Estado do Ceará que foi doado para enriquecer o bradesco? Precisamos de dinheiro? então porque ficar enriquecendo o bradesco?

Um grupo de ex-funcionários públicos e ilustres acadêmicos.

Puxados por um velhaco, um dos que é responsável pelo golpe que conduz o Brasil para uma situação de risco nas mãos dum psicopata para atender os anseios dos banqueiros que é engolir toda a riqueza da nação. Deixaram de fora o “tosco” Lula, como já falou o velhaco.

Velhaco é a soma de canalha com velho, sim porque ser velho nada significa porque os canalhas também envelhecem. O simples fato de ser velho não dá a ninguém a garantia da confiança dos demais, e muito menos quando o próprio velhaco anuncia que aquilo que ele “escreveu” nada significa nem para ele nem para ninguém. Deixaram de fora o metalúrgico que num período de 12 anos transformou o Brasil na “pedra da corôa” do interesse do capitalismo porque viram que aqui tem uma tal riqueza que é possível um reduzido grupo de egoístas embolsarem 1.2 trilhões, rapidinho, num saque típico de bandoleiros, enquanto o “sistema” segue lentamente distribuindo seiscentos auxílios emergenciais para 50 milhões de pessoas.

O velhaco certamente sabe fazer a conta, mas eu vou ajudar. Os 50 milhões recebendo o valor emergencial, que fica claro, é emergencial e extremamente limitado, somam 300 bilhões o que num ano, e nada garante que se seguiria por um ano, resultaria em 3.6 trilhões, magicamente o triplo do que os banqueiros ensacaram. Portanto, dividido por três, daria em quatro meses aquilo que os banqueiros roubaram em três ou quatro dias provando que quem é rico não ficou assim por trabalhar mas pelo contrário, saqueando. Por isto os que se somaram ao velhaco, isolando o tosco metalúrgico, se igualam ao velhaco e me fazem subir um imenso asco.

Serão os mesmos intelectuais que choram baixinho enquanto o golpe destrói o CNPq, a CAPES, que dão suporte à Fundação Osvaldo Cruz, o Butantã e as Universidades Públicas onde neste momento já poderia estar pronta a vacina não fossem os três anos que já seguem do golpe dos banqueiros que fora o mais recente saque, já engoliram parte da Previdência e destruíram também parte importante da riqueza que o tosco metalúrgico ajudou a fazer crescer a um ponto que deixou o Império assustado com a sensação de uma nova China crescia pelo lado da América Latina.

O velhaco e os tolos que o acompanham. É uma pena que a “carta capital” tenha dado guarida ao tolo tosco envilecido.