Carta de Buenos Aires: Para el gran empresariado argentino, la Patria es su patrimonio

Para los empresarios argentinos que tienen activos financieros en el exterior y no los declaran para no contribuir con el erario público, que se niegan a pagar los impuestos, que despiden trabajadores en plena crisis económica y social por la pandemia del coronavirus, la Patria es su patrimonio. El impuesto a los 2.700 millones de dólares de bienes personales fugados de Argentina es de tal magnitud, que pagaría la emergencia.

Neste artigo os argentinos se referem aos “empresários” que esconderam 2,7 bilhões de dólares em paraísos fiscais para fugir dos impostos do novo governo. Apenas pagando impostos sobre este dinheiro roubado seria possível cobri os custos com a pandemia na Argentina e eles pensam que são patriotas. Da mesma forma como no Brasil uns tipos que se dizem ricos, banqueiros, se apossaram de 1.2 trilhões de reais do tesouro nacional que já começaram a anunciar empréstimos para pequenos industriais acossados pela pandemia. Um roubo!

Vale a pena ler e entrar fundo em documentos semelhantes

Aqui vai apenas o título e o link

“Responsability 3B: Implications of Technology & Geopolitical Trends”

um documento da NSA que foi tornado público porque “vazou”.

https://theintercept.com/document/2018/08/15/nsa-responsibility-3b-implications-of-technology-geopolitical-trends/

Nele algumas partes do Mundo são tratados como regiões do interesse americano (traduzindo, da gang militar industrial que mantém os americanos sob controle, agora sob baby trump que na verdade é apenas uma marionete da gang).

Eu gosto sempre de repetir, quem inventou o termo “gang militar industrial” foi alguém de inconteste autoridade, General Dwight David “Ike” Eisenhower, apenas ele usou um termo mais “educado”, chamou de “sistema” o que na verdade é um gang.

É a mesma gang que se apropriou agora, no meio da calamidade, de 1.2 trilhões de dinheiro público sem necessidade ter cartão ou algum registro n’algum cadastro nacional, e sem qualquer demora ou complicação burocrática. Foi um simples “repasse” de dinheiro nosso, público, para a gang dos banqueiros. E imediatamente a guang já anunciou “linhas de crédito para as pequenas e média industrias” para que elas se refaçam da calamidade, quer dizer, vão lucrar várias vezes em cima dos nossos 1.2 trilhões. Que nome dar isto que não seja ROUBO?

outro link interessante

https://nsa.gov1.info/dni/2018/index.html

este é da própira NSA e o que está público é porque vasou!

Nós precisamos comer e quem nos ajuda precisa ser protegida

Já se falou muito que a pandemia estava abrindo os olhos de muita gente, claro tem muita gente que continua de olhos fechados. Não somente com os olhos fechados, mas também com a mão duramente fechada encerrando nela dinheiro que pertence a todos, como os banksters que meteram a mão em 1.2 trilhões, sem precisar de conta n’algum sistema, sem cadastro, nadinha, caiu-lhes direto no bolso assim sem mais nada.

Mas o que me interessa aqui são heróis que se encontram por trás de tudo, na surdina, o pessoal da saúde, o pessoal dos mercados, os caminhoneiros, o pessoal da limpeza. Eles se encontram na frente de riscos e nós, os outros que estamos protegidos dentro de casa não podemos sobreviver sem eles. Sem eles morremos de fome, não recebemos atenção médica, os mantimentos não chegam aos mercados, as ruas ficariam sujas e intransitáveis. Não precisamos dos banqueiros, mas precisamos de todos estes heróis.

Eu não sinto a mais leve falta dum banqueiro, se eles todos adoecerem, isto não representaria para mim nada mais do que saber duma meia dúzia de seres humanos a mais como vítimas da pandemia, claro, como são seres humanos, isto me interessa, mas não me faltaria comida, nem água, nem eletricidade. Os banqueiros são completamente inúteis para mim, como os generais, para completar.

Então chego ao ponto, é urgente garantir, inclusive por meios legais, claro, uma medida provisória urgente, tornar obrigatório a concessão de todos os dispositivos necessários à proteção destes heróis, pessoal da limpeza, muito em particular porque lidam diretamente com detritos sujeitos a todos os tipos de contaminação, pessoal da saúde também diretamente expostos à contaminação, pessoal da rede de distribuição e venda que também se encontram expostos.

Que me chamou atenção para esta urgência foi artigo publicado nos Estados Unidos da América do Norte. Lá também tem gente decente!

Neoliberalismos, ciência e saúde coletiva

https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Saude/Neoliberalismos-ciencia-e-saude-coletiva/43/47

Por Rafael da Silveira Moreira

O que o neoliberalismo não esperava era o surgimento de um fenômeno humano que mostrasse a fragilidade de suas ideias. Hospitais vem sendo estatizados em países da Europa. Preço de produtos vem sendo fiscalizados pelo Estado, evitando a regulação pelo mercado pela simples balança entre oferta e procura. Investimentos públicos na ciência e pesquisa realizada em universidade públicas, tão criticadas pela ideologia neoliberal, vem recebendo maior atenção. Novos pactos econômicos vêm sendo construídos no sentido de garantir melhor redistribuição de benefícios sociais, mostrando que a simples meritocracia defendida pelo Estado Mínimo não vai garantir o bem-estar coletivo.

Inicialmente, é necessário, ao discutir a ideologia liberal, deixar claro a existência de vários “liberalismos”, ou seja, várias leituras sobre essa ideologia. De uma maneira bem objetiva, segundo Milton Friedman, o liberalismo nasce de uma ideia bastante sedutora e intuitiva de liberdade. Liberdade primeiramente de propriedade do nosso pro%u001prio corpo. Por conseguinte, passamos a ter direito de liberdade sobre as coisas que nosso corpo produz. Dessa forma, a propriedade privada é a base dessa ideia liberal, pois somos donos daquilo que nosso corpo produz. Nesse sentido, podemos dizer que se a propriedade é uma consequência da minha liberdade, podemos explorar nossa propriedade com vistas a qualquer finalidade, inclusive o lucro, a mais-valia e outras vantagens reais ou especulativas. Para garantir essa liberdade, o Estado deve apenas intervir na segurança dos indivíduos no livre mercado. O Estado enquanto uma organização institucional não tem o direito de coibir, intervir, restringir o comé rcio, a venda e a compra das mercadorias. Ningué m pode coibir as liberdades individuais (liberdade negativa). Pois toda mercadoria é uma propriedade privada.

O que o COVD-19 vem nos mostrando é exatamente o contrário. Vários países estão intervindo em suas economias no sentido não de garantir o livre mercado, mas sim de coibi-lo. Não se pode permitir que a liberdade do sujeito liberal compre ou produza todas as formas de prevenção da doença, tal como ocorreu com a produção e compra do álcool em gel, para que o mesmo possa vendê-lo ao preço que desejar, motivado apenas pelo aumenta da demanda. Países cujos sistemas de saúde são majoritariamente privados estão se movendo rapidamente para torná-los universais. Fica-se evidente que a saúde não é mercadoria regulada pelas leis do mercado. O sujeito liberal entra em colapso. Não consegue se autodeterminar de forma isolada, individualista. Para a promoção, recuperação e promoção da saúde, as individualidades necessitam que todo o tecido social seja coberto pelo sistema de saúde e não apenas quem pode pagar por ele. A carteira do plano de saúde, embora possa garantir melhor acesso no momento da necessidade, não é uma imunização ao COVID-19.

A ciência e a educação pública, alvos constantes dos ataques neoliberais, surgem como os braços fortes do Estado para o combate a pandemia. Os estudos sobre o combate ao vírus, fabricação de medicamentos e vacinas, sequenciamento genético do vírus estão sendo conduzidos pelos centros de pesquisa e universidades públicas. Entrementes, a falta de uma educação pública de qualidade dificulta a disseminação e assimilação de informações fidedignas. A circulação de fake news e de teorias conspiratórias parecem ser mais sedutoras quando grande parte da população não foi formada para o pensamento crítico. Ficamos mais susceptíveis aos discursos dogmáticos proferidos por indivíduos iluminados. Aliada a promessa de liberdades individuais, poder individual e carência de formação educacional, a força das crenças individuais, por mais negacionistas que sejam, parecem ser mais fortes do que o discurso científico na prevenção solidária das doenças.

Outro aspecto que não ganha mais sustentação é o discurso de demonização do funcionalismo público. São os profissionais do serviço público que estão no front de guerra contra a pandemia. Mesmo os profissionais de saúde do serviço privado estão sendo recrutados pelo Estado para atuarem de forma pública e não privada. Fica emblemático que os interesse do mercado não representam os interesses públicos. E que são os interesses públicos que garantem o exercício de nossas liberdades individuais. O que os interesses do mercado garantem? Será que realmente existe liberdade no modelo neoliberal? Ou seria essa liberdade uma ficção do projeto capitalista para promoção de seus interesses?

Percebemos como o COVID-19 e o isolamento social traz à tona verdades escondidas pelo sedutor discurso neoliberal. Discurso esse que se torna um ato de fala na medida em que seu proferimento pelas autoridades com poder de ação tornam concretos seus atos discursivos.

O mercado regulador não tem competência para o enfrentamento da pandemia e de vários outros setores da sociedade cujos bens de produção são condições materiais para a sobrevivência. A educação e a ciência são aliados diretos do Estado para o enfrentamento da pandemia. Professores e pesquisadores de instituições públicas devem ser os pilares do Estado guiado pela conhecimento científico e não dogmático-ideológico.

A Saúde Coletiva e os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), especificamente no caso brasileiro, se mostram como imperativos no combate à pandemia do COVID-19. Suas ações de cobertura universal, atendimento integral e equânime, atuando de forma descentralizada nas distintas esferas do governo, parecem ser a nossa fortaleza.

Por fim, deseja-se que essa experiência social de enfrentamento pandêmico e de isolamento social nos traga a oportunidade de formação crítico-científica na interpretação da realidade.

Rafael da Silveira Moreira
Pesquisador em Saúde Pública do Departamento de Saúde Coletiva
Instituto Aggeu Magalhães – Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz – PE
Docente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE

Servidores dos Fiscos municipais, estaduais e federal concluem e apresentam o documento ”10 Propostas Tributárias Emergenciais para o Enfrentamento da Crise Provocada pela Covid-19”

As entidades nacionais que representam os integrantes dos Fiscos dos Municípios, Estados, Distrito Federal e União prepararam um conjunto de propostas que podem impactar em até 267 bilhões de reais e estão distribuídas nos eixos: a) desoneração tributária e incentivo à economia e b) incremento da arrecadação sem prejuízos à retomada econômica.

Os estudos e trabalhos dessas entidades nacionais que resultaram nas “10 Propostas Tributárias Emergenciais para o Enfrentamento da Crise Provocada pela Covid-19” visam a preservar o setor produtivo e resguardar as pessoas de menor renda, nesse momento de retração econômica por causa da queda no consumo e na produção de bens e serviços.

As entidades nacionais FENAFIM (Fiscos municipais), FENAFISCO E FEBRAFITE (Fiscos estaduais) e SINFIFISCO NACIONAL, ANFIP E UNAFISCO (Fisco federal) – conscientes da missão constitucional dos Fiscos e de sua precedência na administração, estabelecida pelo art.37, XVIII da Constituição Federal, pois lhes compete a tarefa de garantir os recursos necessários à manutenção de todos os serviços públicos essenciais – oferecem ao Brasil medidas no campo tributário que auxiliarão no reequilíbrio produtivo, financeiro, econômico e social do País.

Os servidores integrantes dos Fiscos, que sabem bem da responsabilidade de exercerem carreira típica de Estado e atuarem com a precedência constitucional para arrecadar os recursos, inclusive os emergenciais – neste momento – reforçam o apoio aos servidores das áreas de saúde, assistência social e segurança que passam a contar com precedência lógico-circunstancial, por atuarem no socorro direto às vítimas da pandemia provocada pelo coronavírus.

Agora, precisamos ser todos, em primeiro lugar, a favor da vida. E, em segundo lugar, a favor de uma economia que priorize a vida.

Carlos Cardoso Filho é Vice-Presidente da Federação Nacional dos Auditores e Fiscais de Tributos Municipais-FENAFIM, Coordenador-Geral da Associação Pernambucana dos Fiscos Municipais-APEFISCO e Auditor Tributário do Fisco Municipal do Ipojuca-PE.

Porque morreu Suassuna!

Rolando Boldrin explica porque morreu Suassuna, o Ariano!

Quando Arauna chegou no céu, foi a convite de Jesus para criar um espetáculo e deixar o céu divertido. Foi recebido por uma multidão de brasileiros da primeira classe, eu nem me lembro a lista mas Rolando sabe de cor e vai dizer tudo mundo que estava lá para receber Suassuna.

Uma coisa que chamou minha atenção: NÃO HAVIA UM SÓ GENERAL! Entre as celebridades listadas por Rolando Boldin, NÃO HAVIA UM ÚNICO GENERAL!

Ai eu fiquei pensando, matutando mesmo, PARA QUE SERVEM GENERAIS, porque mesmo em vida ninguém se importa com eles e depois que morrem nem mesmo chegam ao céu!

Generais, são perigosos e eu até me arrepio em dizer isto aqui. São perigosos, nocivos, e servem, sim. Servem para dar golpes!

Coisa dum reitor que não representa a comunidade acadêmica!

SindiUVA e DCE repudiam decisão arbitrária de adoção de EaD pela Reitoria da UVA  

O Sindicato dos Docentes da Universidade Estadual Vale do Acaraú – SINDIUVA – Seção Sindical do ANDES – SN e o Diretório Central dos Estudantes da UVA vêm a público se contrapor ao posicionamento arbitrário adotado pela Reitoria, que de forma desconexa com a realidade atual de pandemia que assola todo o mundo, bem como com a falta de acessibilidade digital enfrentada pela maior parte de seus estudantes, determinou a adoção de atividades on-line, nomeadas ou não de Educação à Distância (EaD), com o objetivo de salvaguardar o cumprimento do calendário acadêmico em pleno Estado de Calamidade Pública decretado no país. 

As duas entidades tentaram reiteradamente o diálogo com a Reitoria a fim de apresentar as dificuldades e buscar, em conjunto, soluções adequadas ao contexto atual, mas foram ignoradas e surpreendidas pela decisão unilateral da Administração Superior. Os professores da instituição não se contrapõem ao trabalho remoto que ofereça suporte aos alunos, mas ao desenvolvimento de atividades remotas obrigatórias, que exclui milhares de nossos discentes, cuja realidade socioeconômica foi desconsiderada pela determinação. 

Os estudantes da UVA são oriundos não apenas de cidades de médio e pequeno porte, mas de distritos afastados, onde é notória a falta de acesso à internet de qualidade e, além disso, muitos nem ao menos dispõem de equipamentos para tal acesso. Soa absurda a preocupação com o calendário acadêmico diante das incertezas enfrentadas pelas famílias de nossos estudantes, que com a orientação da adoção de medidas de quarentena, estão diante de dificuldades até mesmo de sua manutenção básica. Além disso, mesmo em períodos de normalidade, a instituição se mostra incapaz de oferecer a estrutura adequada de acessibilidade aos seus sistemas. Com um pico de demanda provocado pela necessidade de atividades à distância, torna-se inviável qualquer tentativa nesse sentido. Vale salientar que mesmo as universidades federais localizadas nas capitais, em sua maioria (mais de 60%) têm se posicionado contrárias à adoção de tal medida por considerá-la inviável diante da realidade de seus estudantes. 

É incompreensível e surpreendente que uma instituição cujo impacto regional é amplamente utilizado como forma de enaltecimento pela sua gestão não se posicione de forma sensível diante do grave cenário em que vivemos, apresentando proposições para minimizar os impactos que o COVID-19 está causando em nossa sociedade, mas tenha optado por se preocupar apenas com questões burocráticas, que vêm prejudicar ainda mais aqueles que já estão sendo afetados e que deveriam ser os primeiros a serem ouvidos e atendidos, os nossos estudantes. 

Por isso, o SindiUVA e o DCE defendem a proposta de cancelamento do período letivo, pois acreditamos que apesar dos inconvenientes que tal medida possa causar, seria a mais justa para atender à ampla maioria de nossos estudantes. Contudo, ambas as entidades estão abertas ao diálogo com a Reitoria a fim de que, de forma democrática e dialógica, se possa chegar à melhor solução, que atenda tanto aos interesses da instituição quanto às necessidades de estudantes e de docentes, respeitando-se os direitos de todos. Por fim, acreditamos que uma universidade alheia à realidade, especialmente àquela mais próxima de si, abre mão de sua razão de existir.

E num cenário de ataques à educação superior pública e gratuita, tal posicionamento depõe contra nossa instituição. É momento de nos unirmos, de mostrarmos que somos mais do que ensino, que apesar de importante, não é nosso único objetivo, e, sem dúvida, a tomada de decisões antidemocráticas e alheias às necessidades de nossa comunidade acadêmica só reforçam ainda mais aqueles que visam lucrar com o sucateamento da educação superior pública no Brasil.  Sindicato dos Docentes da Universidade Estadual Vale do Acaraú – SINDIUVA – Seção Sindical do ANDES – SN Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual Vale do Acaraú  

Eu faço ciência, e o faço para divertir-me

Sim, eu gosto de ciência e eu mesmo sou um cientista e faço ciência com prazer. Porém estamos num ponto crítico em que é importante a denuncia de que os capitalistas metem a mão na Ciência para enfiá-lo em seus bolsos. Como tem uma grande indústria farmacêutica que meteu a mão e patenteou a genética. A engenharia genética que foi descoberta nas Um versidades agora é privada. Como o baby trump tentou meter a mão para patentear uma vacina contra vírus corôa que ainda está em andamento num laboratório alemão, laboratório privado mas tocado por cientistas que foram educados na universidade pública, portanto conhecimento produzido nas universidades públicas sendo usado pela privada, privatizando a ciência. Baby trump não concluiu o negócio porque é um assunto muito quente e envolve milhões de pessoas o que fez com que um ministro alemão desse um alerta o que fez com o laboratório imediatamente negasse o negócio apesar de que a pessoa envolvida fosse exatamente alguém da diretoria da empresa. Era uma ação covarde, bem natural do baby trump que tem feito outras como um recente desvio de itens importantíssimos para a nossa segurança no Brasil que foram sequestrados quando um avião chinês fez um pouso intermediário em Atlanta antes de seguir para o Brasil. Um roubo!

Há pouco cientistas japoneses produziram sangue artificial, certamente pesquisadores trabalhando em universidades públicas do Japão e devem estar a um passo da produção do plasma sanguíneo artificial que é um item essencial na produção duma vacina contra vírus, para enriquecer e multiplicar plasma sanguíneo extraído de doentes que se recuperaram. Temos que estar de olho na privatização da ciência pelos “fabricantes” de remédios.

yes I fucking love science as I am a scientist myself and I do science for fun. But there is something critical and deeply grave to be denounced which is capitalism take over of Science. Just now we have seen baby trump trying to make a patent from a potential vaccine to be under way in a Germany lab. The news about the takeover reach the newspaper and a Germany State Person took steps to prevent that this science production turned to private medicine exactly in a pandemic situation. A coward move, a coward move very natural from capitalism. All the knowledge we have has been produced at universities the most part of them founded with public money but we are generally paying very expensive scientific production which has been taken over by capitalist.
Now we got to know that some Japanese scientist, which are quite probably working at public universities have discovered artificial blood and certainly to blood plasma which is the underlying material to produce a vaccine to prevent from corona virus infection. We have to be careful to not permit a takeover of this invention to be patented by private drug producers.

O capacho dos militares como presidente do Banco do Brasil

O “presidente” do Banco do Brasil, Rubem Novais, segue as piadas imorais e as pisadas do bunda suja «é melhor que a maior parte da população seja infectada o quanto antes para que a economia volte a funcionar normalmente; deixem essa gente trabalhar» – apelou numa entrevista à Globo.

O escroto não compreende que fazendo isto pode produzir uma superlotação de hospitais com morte generalizada de grande parte da população, e talvez não sobre nem banqueiros para fazer negócios entre si.

Estou usando o meu blog para enviar mensagens curtas porque twitter me bloqueio, dizem eles, porque eu quebrei as regras. Que regras que eles não dizem quais?

Letter From President Maduro As US Threatens Venezuela With War

From President Nicolas Maduro Moros

To the Peoples of the World,

In greeting you, with affection, I take the liberty of addressing you on the occasion of denouncing the severe events taking place against the peace and stability of Venezuela, at a time when the concern of the States and Governments should be focused on the protection of the life and health of their citizens, due to the acceleration of the COVID-19 pandemic.

As it is publicly known, last March 26, the government of the United States announced a very serious action against a group of high officials of the Venezuelan State, including the Constitutional President of the Republic, Nicolás Maduro.

This action consisted in the presentation of a formal accusation before the American judicial system, which is not only by illegal in itself, by also seeks to support a false accusation of drug trafficking and terrorism, with the sole objective of simulating the alleged judicialization of the Venezuelan authorities.

This American performance includes the unusual offer of an international reward to anyone who provides information about the President and the high Venezuelan officials, leading to a dangerous moment of tension in the continent. I, therefore, consider it necessary to make an account of the facts, which reveal the perverse plot behind the accusations of the Department of Justice.

Just one day before, on March 25, the Bolivarian Republic of Venezuela denounced before national and international public opinion the development in Colombian territory of an operation aimed at attempting against the life of President of the Republic, Nicolás Maduro Moros, his family members, and high State officials; as well as attacking civil and military objectives in our country, accusing Mr. Clíver Alcalá, a retired general of the Venezuelan armed forces, of being the military chief of that operation.

This denouncement was made with all responsibility, after a control operation in the road to the north of Colombia, near the border with Venezuela was announced on March 24, in which the police of that country captured a batch or war weapons in a civilian vehicle.

The investigations revealed that it was a sophisticated arsenal aimed at a group of former Venezuelan and Colombian military and paramilitary personnel who were training in camps located in Colombian territory.

On March 26, the aforementioned Clíver Alcalá, gave a statement to a Colombian media outlet -from his residence in the city of Barranquilla, Colombia- in which he confirmed his participation in the reported events, confessing to being the military leader of the operation and revealing that the weapons were purchased by order of Mr. Juan Guaidó, national deputy, who calls himself interim President of Venezuela and serves as Washington’s operator in the country. He also confirmed that the weapons were intended to carry out a military operation to assassinate senior members of the Venezuelan State and Government and to produce a coup d’état in Venezuela.

Mr. Alcalá clarified that the weapons were purchased through a contract signed by himself, Mr. Juan Guaidó, U.S. advisors and Mr.Juan José Rendón, political advisor to President Iván Duque, and carried out with the knowledge of Colombian government authorities.

In the face of this confession, the unusual response of the United States government has been the publication of the accusations mentioned at the beginning of this letter, with the extravagant inclusion of the name of Mr. Alcalá, as if he were part of the Venezuelan authorities and not a mercenary hired by the United States to carry out a terrorist operation against the Venezuelan government.

As a demonstration of this statement, I need no more proof than to mention the alleged capture of Mr. Alcalá by Colombian security forces and his immediate surrender to U.S. DEA authorities, in a curious act in which the prisoner, without handcuffs, was shaking hands with his captors, right in front of the stairs of the plane that would take him on a special VIP flight to the United States, which shows that in reality, this whole set-up is about the rescue of someone they consider a U.S. agent.

It must be stressed that the unsuccessful armed operation was originally designed to be executed at the end of this month, while all of Venezuela is fighting the COVID-19 pandemic. Actually, this is precisely the main battle that concerns humanity today.

A battle that our nation is successfully waging, having managed to stop the contagion curve, reinforcing health provisions and keeping the population in a massive quarantine, with a low number of positive cases and deaths.

For all these reasons, the Government of the Bolivarian Republic of Venezuela alerts our brothers and sisters of political organizations and social movements around the world about the reckless and criminal steps being taken by the administration of Donald Trump which, despite the frightening acceleration of the growth of COVID-19 affecting the American people, seems determined to deepen its policy of aggression against sovereign states in the region, and especially against the Venezuelan people.

During the pandemic, the U.S. government, instead of focusing on policies of global cooperation in health and prevention, has increased unilateral coercive measures, has rejected requests from the international community to lift or make flexible the illegal sanctions that prevent Venezuela from accessing medicines, medical equipment, and food.

At the same time, it has banned humanitarian flights from the United States to Venezuela to repatriate hundreds of Venezuelans trapped in the economic and health crisis in the northern country.

By denouncing these serious facts, Venezuela ratifies its unwavering will to maintain a relationship of respect and cooperation with all nations, especially in this unprecedented circumstance that forces responsible governments to work together and put aside their differences, as is the case with the COVID-19 pandemic.

Under such serious circumstances, I request your invaluable support in the face of this unusual and arbitrary persecution, executed through a new version of that rancid McCarthyism unleashed after World War II. At that time, they willingly labeled their adversaries as Communists in order to persecute them; today they do so by means of the whimsical categories of terrorists or drug traffickers, without having any evidence whatsoever.

Condemning and neutralizing today these unjustifiable attacks against Venezuela will be very useful to prevent Washington from launching similar campaigns against other peoples and governments of the world tomorrow. We must all adhere to the principles of the United Nations Charter, to prevent excessive unilateralism from leading to international chaos.

Brothers and sisters of the world, you can be absolutely sure that Venezuela will stand firm in its fight for peace and that, under any circumstances, it will prevail. No imperialist aggression, however ferocious it may be, will divert us from the sovereign and independent path that we have forged for 200 years, nor will it distance us from the sacred obligation to preserve the life and health of our people in the face of the frightening global pandemic of COVID-19.

I take this opportunity to express my solidarity and that of the people of Venezuela to all the peoples who today also suffer serious consequences from the effects of the pandemic. If we are obliged to draw any lesson from all this difficult experience, it is precisely that only together we can move forward. The political and economic models that advocate selfishness and individualism have demonstrated their total failure to face this situation. Let us firmly advance towards a new World with justice and social equality, in which the happiness and fullness of the human being is the center of our actions.

I appreciate the solidarity that you have permanently expressed towards my country and my people, denouncing the criminal blockade to which we and many other nations are subjected. I take this opportunity to reiterate my respect and affection, and to invite you to continue united, plowing a future of hope and dignity.