Comparando Haddad e Bolsonaro

Fiz uma tabela de atributos entre os dois candidatos, mas certamente ela está tendenciosa. Se alguém quiser sugerir alterações eu as posso incluir.  De qualquer forma ela fica como uma sugestão para estudos em grupo, cada grupo pode selecionar os atributos contra os quais  gostaria de analisar os candidatos frente às eleições e numa discussão democrática atribuir notas e depois analisar a média de resultados do grupo.

Talvez as notas pudessem ser de 0 a 10 e não estritamente de 0 a 1 como escolhi. Eu sinto muita dificuldade em usar um variação grande, para mim 5 já é zero, que era como eu avaliava as provas até me aposentar. Minha nota mínima era 5  e eu tentava com grande dificuldade avaliar quem merecia 6,7,8,9,10. Sempre terminava usando apenas 5, 7, 10.

Refarei a tabela se houver sugestões, inclusive sobre as notas.

Envie para    tarcisio.praciano@gmail.com  que é uma conta exclusiva para este registro.

Podemos juntos encontrar uma forma melhor para avaliar os candidatos e estamos precisando muito disto.

 

Deixe de lado o anti-petismo doentio e crônico e pense no nosso futuro.

Como o “promotor de violências” nada tem a dizer como projeto para o Brasil, ele e seus seguidores fazem opção pela mentira para se aproveitar do anti petismo crônico que foi desenvolvido pela imprensa irresponsável dirigida pela gloGolpe. É o que tenho sentido nas conversações, muita gente ainda é sensível ao anti petismo crônico e sem razões lógicas para isto, apenas chavões do tipo “PT nunca mais” quando foi exatamente o 12 anos de governo do PT que tornaram o Brasil um país respeitado internacionalmente. Não se esqueça que o “B” do BRICS vem do Brasil que é um dos fundadores deste banco internacional coisa que não agradou nada aos americanos que passaram a tentar solapar o governo do PT no Brasil e foi a GloGolpe que serve aos americanos que instilou este sentimento grotesco de “PT nunca mais” que algumas pessoas repetem sem ter argumentos lógicos para justificar.

Neste sentido eu tenho repetido um caso que aconteceu comigo, bem anedótico mas que mostra a diferença entre o Brasil em 1990 do Brasil em 2011.

É anedótico, eu visitei os EUA pela primeira vez em 1990 e levei comigo cédulas de 10 mil da moeda da época do desgoverno Sir Ney.   Na saída do aeroporto, em Miami, corri para uma agência bancária e enfiei uma cédula de dez mil no buraco do guiché apenas para ouvir o  funcionário responder-me “no recebemos eso” (não recebemos isto). Passados alguns anos, 2011, fui para Portugal levando notas de 50 reais e entrei numa casa de câmbio que me trocou as notas pelo câmbio legal da época sem nenhum comentário especial. Agora, nesta época, em 2011, o Brasil era um  país, era respeitado, o seu dinheiro era reconhecido e recebido como dolar ou euro em qualquer lugar. Eramos um país e não mais a republica bananeira  dirigida por um Sir Ney qualquer. Era presidente Dilma Rousseff.

Trata-se dum caso pessoal mas que muitas pessoas, certamente, poderiam relatar experiências semelhantes, como era visto o Brasil republica bananeira  até o desgoverno fhc do Brasil que é fundador do BRICS a partir de 2003. E neste sentido e republiquei uma série de comparações que outros escreveram e publiquei no meu blog

Será que você é um analfabeto político um leviano “PT nunca mais” ?

O título é um poco insólito, mas se aplica perfeitamente aos anti petistas crônicos muitos dos quais hoje beneficiários do desenvolvimento real que obtivemos  durante os governos do PT. E houve erros? claro que sim, e Haddad já comentou sobre isto. Sem ser religioso, lembro a frase de Jesus defendendo Madalena e desafiando “quem nunca pecou que atire a primeira pedra” e todos os machões que queriam apedrejar Madalena, murcharam, ficaram cabisbaixos e se foram.

Na tentativa de construir um país melhor e sobretudo com a preocupação de redimir parte da população que nunca teve nada, o PT cometeu erros produzindo  alguns projetos apressados como o FIES e o Prouni, para citar dois, que beneficiaram exatamente os negociantes do ensino universitário um dos quais está seco ao lado do Bozo para destruir até mesmo a educação infantil com um nefasto ensino à distância que mesmo para a universidade é um remendo.  Eu, como professor universitário, faço uso de técnicas de ensino à distância mas como complemento ao ensino presencial, ofereço às alunas e alunos os textos de minhas aulas para quem possam baixar em qualquer lugar e não precisam ficar copiando texto do quadro ficando livres para pretar atenção ao desenvolvimento da aula, perguntando, argumentando, participando. Mas podem acompanhar o desenvolvimento da aula de qualquer outro lugar, ou, se obrigados a faltar, tem acesso ao que foi feito em aula. É um complemento importantíssimo e não uma forma substitutiva, para adultos, mas impensável, para crianças.

Se com o PT foram cometidos erros tentando acertar, como os que citei acima que visavam ampliar o acesso à Universidade, e foi um erro porque este dinheiro
poderia ter sido destinado às universidades públicas para que as vagas fossem ampliadas, para que mais laboratórios fossem construídos, em vez disto se facilitou
o crédito para enriquecer as raposas do ensino privado.  Este erro levou a ANDES, o meu sindicato como docente universitário, a confundir oposição com golpe e participar desta onda anti petista o que nos fez criar um Forum Renova ANDES para contrapor ao anti petismo que a ANDES estava fomentando.  Uma coisa é fazer oposição, e eu fiz oposição ao governo do PT, outra é apoiar o golpe que já vem com dois anos de atraso nos sendo infligido.

Então anti petistas crônicos, repensem suas atitudes e deixem de lado o “PT nunca mais” porque é uma forma infantil de fazer política. Venha se juntar a quem
está na luta por um Brasil progressista, construtivo. Leia, sem preconceito o programa do Haddad para descobrir que ele diz que vai aplicar a experiência cheia de sucessos que os governantes do PT aplicaram para transformar o Brasil 17ª economia mundial no Brasil 6ª economia mundial, incomodando sim os Estados Unidos da América do Norte porque o Brasil está tomando mercado dos americanos e deixou de ser um comprado atrelado do mercado americano. Brasil hoje é um país independente apesar dos dois anos de desgoverno do traidor Vampirão.

Afinal, não podemos brincar com risco baseado em um sentimento de repulsa que no final de contas nem mesmo pode ser explicado de forma lógica, é apenas
uma aversão a cor vermelha do PT!  E afinal, vermelho é bonito, é a cor do sangue que corre nas nossas veias. É deixar de ser superficial e pensar que Haddad tem o projeto para oferecer, Educação, Saúde, Previdência, SUS, infraestrutura urbana (o homem ganhou um prêmio da ONU pelo planejamento urbano desenvolvido em São Paulo). Se Haddad não escorrega para um assunto difícil, como segurança urbana, é porque todos sabemos que a insegurança urbana é um sintoma e não um problema em si. Não adianta tratar da segurança urbana trazendo mais violência para a Sociedade porque a simples violência produz ainda mais violência e inclusive alguns policiais estão se manifestando, muitos no anonimato o que mostra o clima de insegurança montado pelo promotor da violência, porque estes policiais sabem que a distribuição de armas no meio da sociedade em vez de ser uma solução representa colocar a eles, policiais, na mira do risco.

A segurança na Sociedade vai se resolver pela eliminação dos outros problemas, como as crianças na escola desde os 4 anos de idade, como propõe Haddad em contraponto, o “ministro da educação” do coiso, que é um “empresário que vende ensino à distância” que estender o seu mercado de ensino à distância às crianças.

A segurança na Sociedade vai se resolver voltando atrás na destruição das leis trabalhistas feitas nestes dois anos de golpe e restaurando os direitos trabalhistas que garantem melhor remuneração e garantia de aposentadoria eliminando a insatisfação entre os que trabalham nas piores condições e que facilmente ficam sem trabalho portanto se tornando presa fácil para a violência urbana.  Eu costumo afirmar que se eu tivesse que voltar para casa no fim do dia, pensando que tinha apenas o vale transporte para pagar a viagem até em casa e nenhum tostão para levar comida para mim e para os meus, eu iria me transformar num assaltante, com certeza.  Então a segurança passa por uma sociedade mais justa com mais distribuição de riqueza, com direitos garantidos e não como propõe o promotor de violência a escolha entre direitos e a oportunidade de trabalho. Nós queremos os dois, os direitos e a oportunidade de trabalho e eles vem com o fortalecimento das leis trabalhistas que não representaram nenhum óbice para que os empresários ganhassem dinheiro e sem elas o mercado vai, pelo contrário, definhar e todos, inclusive os empresários já estão sentindo este efeito com grandes empresas de venda fechando as portas por falta de quem vá fazer compras, isto vem acontecendo nestes dois anos de golpe e não no governo do PT.

Será que você é um analfabeto político, um leviano “PT nuncamais” ?

Mas leia o programa de Haddad e compare com o programa do coiso, não seja superficial e nem preconceituoso, afinal, você também tem sangue e é vermelho!

MANIFESTO INTER-RELIGIOSO CONTRA A BARBÁRIE

MANIFESTO INTER-RELIGIOSO CONTRA A BARBÁRIE

Nós membros dos movimentos que subscrevem este manifesto, vimos a público neste momento decisivo em que a barbárie desafia a civilização, nos manifestar em nome da democracia.

Somos parte das três religiões monoteístas do mundo. Acreditamos em um Deus de bondade e de amor. Um Deus que ama todas suas criaturas, não importa sua cor ou seu gênero. Ele nos fez à sua semelhança, e nossa diversidade é a prova de um Deus que está em cada um de nós.

Toda vez que a fé foi utilizada para promover a paz, tivemos progresso e convivência pacífica entre os seres humanos. Mas quando utilizaram dela para promover o ódio, tivemos os piores períodos da nossa história.

Não podemos colaborar para que estes tempos sombrios voltem a surgir entre nós. A barbárie que bate a nossa porta não pode entrar.

O Judaísmo trouxe ao mundo a Bíblia Hebraica, o Cristianismo trouxe ao mundo os Evangelhos e o Islã o Alcorão, livros sagrados que orientam o ser humano a um mundo de respeito ao próximo.

Todos aqueles que professam a sua fé em Deus e nos valores éticos e morais do monoteísmo estão conosco a favor da civilização e do direito de todos os seres humanos conviverem em paz e harmonia. Judeus, cristãos e muçulmanos irmanados por um Brasil para todos e contra o obscurantismo.

Possa Nosso Deus único nos proteger, permitindo que o bem vença o mal, o amor e a compaixão vençam o ódio que foi semeado no coração de cidadãos brasileiros e que nos ajude fazendo com que todos retornem a consciência da palavra de Deus, em suas ações!

Por tudo isso nós conclamamos o apoio aos candidatos Fernando Haddad e Manuela D’Ávila, através do seu voto.

JUDEUS CONTRA BOLSONARO
ARTICULAÇÃO JUDAICA
MOVIMENTO NOSSA VEZ, NOSSA VOZ – SP
IGREJA CATÓLICA ANGLICANA LATINO AMERICANA-MG
FRENTE DE EVANGÉLICOS PELO ESTADO DE DIREITO
MESQUITA SUMAYYAH BINT KHAYYAT – EMBU DAS ARTES-SP

A hora do povo

São Paulo, 10 de outubro de 2018

A hora do povo

Por Joaquim Ernesto Palhares

Passamos por um primeiro turno eleitoral dos mais estranhos da história brasileira. Não bastasse o principal candidato do povo estar encarcerado na República de Curitiba, proibido de vencer as eleições, temos um candidato fascista e nos encontramos agora sob ameaça de retorno do obscurantismo.

Um retrocesso que começou a ser estruturado em julho de 2013, quando a direita (Rede Globo à frente) se apropriou da pauta reivindicatória daquele momento. Desde então, não tivemos sossego. Em março de 2014, ano eleitoral, iniciou-se a Lava Jato; ao perder as eleições, Aécio Neves não reconheceu a vitória de Dilma Rousseff, provocando, além da crise econômica e política que vivemos, a derrota fragorosa do PSDB nestas eleições, que poderá levá-lo à extinção.

Em 2015, Globo, Parlamento golpista e Judiciário, passando por cima de 54 milhões de votos, impediram Dilma de governar, abrindo as porteiras do ódio. Não foram os fatos, mas a construção do antipetismo e do ódio à esquerda que levou ao impeachment de Dilma. Em 2017, assistimos à condenação sem provas de Lula e, neste ano, sua prisão política.

Nem mesmo a decisão liminar do Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas ou as inúmeras manifestações de centenas de juristas nacionais e internacionais, intelectuais e lideranças de todos os continentes, puderam conter o desejo ensandecido de eliminar Lula, o Partido dos Trabalhadores e a esquerda da direção dos rumos deste país.

Os dois grandes vitoriosos deste primeiro turno são Lula e Bolsonaro.

Apesar de todas as restrições de sua liberdade – proibido de escrever, de falar e conceder entrevistas, de receber pessoas de suas relações, de ser candidato e o presidente do Brasil –, Lula tornou viável o seu candidato Fernando Haddad, praticamente desconhecido da grande população brasileira.

Haddad, aliás, saiu-se muito bem. Alcançou 29% dos votos válidos em um ambiente – repito – de extremada rejeição ao PT e seus aliados. Exemplo disso foi a não eleição do ilustre senador do Paraná, Roberto Requião; do incansável e sempre lutador das causas sociais, Eduardo Suplicy; do jovem e aguerrido lutador Lindberg Farias; e da própria ex-presidente Dilma Rousseff, impichada sem crime algum.

Jair Bolsonaro, mesmo que derrotado num segundo turno, sairá como vencedor. Na crista do ódio, ele foi favorecido pela implosão do PSDB e por candidaturas que precisaram negar Temer para sobreviver, vide a bronca pública dada pelo presidente golpista a Geraldo Alckmin. É preciso reconhecer que Bolsonaro conquistou uma imensa base social. Seu discurso de ódio e violência vem capturando insatisfações desde os jovens às viúvas da ditadura, desde a periferia às elites brasileiras, sob aplauso dos fabricantes de armas.

Neste domingo, assistimos aos brasileiros votarem pelo retorno da ditadura. Responsável pela construção da polarização social no país, a Globo disseminou diuturnamente o antipetismo, reaplicando sua velha receita de anticomunismo. O feitiço, porém, pode virar contra o feiticeiro, inaugurando um turno de disputa pelos recursos públicos de propaganda e marketing do novo governo que virá a se instalar. Até agora, a diferença entre Globo e Record era de bilhões de reais; tudo indica, que ela irá se reduzir drasticamente se Bolsonaro for eleito.

A partir de hoje, passamos a enfrentar uma oposição muito distinta daquela que enfrentamos até agora com os tucanos. É uma nova realidade: a da disputa com a extrema direita, assumidamente antidemocrática, com um projeto fascista de poder, profundamente violenta e contrária aos valores laicos do Estado e dos direitos humanos.

Uma extrema direita nenhum pouco nacionalista, cujo capitão Messias bate continência para a bandeira norte-americana e tem Trump como ídolo. Paulo Guedes, um ultraliberal da escola de Chicago, entregará o país ao mercado em tenebrosas transações. Esse é núcleo duro da extrema direta brasileira.

O ódio não cria emprego, não aumenta a renda, não resolve os graves problemas sociais do Brasil, da saúde, da educação e muito menos da segurança pública. Armar a população só atende ao lucro da Taurus, fabricante de armas; não o imenso problema da desigualdade social do Brasil. Aliás, o alimento do ódio é a desigualdade. É sobre ela que precisamos falar a partir de agora.

Vençamos ou não, precisamos nos preparar para enfrentar essa nova força, a partir da aliança com partidos, entidades da sociedade civil e pessoas progressistas que possam defender a democracia em um novo patamar. O momento é de união e não mais de divisão. União fundamental tanto para a sustentação do futuro governo Haddad quanto para o fortalecimento da resistência contra o fascismo e o ódio.

Em 2019, a questão da mídia será central. Independentemente de quem ganhar a eleição, Globo e Record estarão em franca disputa e as redes sociais permanecerão dominadas pelo ódio contra a esquerda, propagado por ambas concessionárias públicas, e pela milícia virtual do messias que conta com fartos recursos de empresários brasileiros e estrangeiros como estamos vendo ao longo desta campanha.

Em meio a esta guerra, a Mídia Alternativa ou o que restar dela terá enorme dificuldades de sobrevivência. Aos 72 anos de idade e 56 de militância política, eu estou com muita vontade de trabalhar em 2019. Projetos não faltam. Sabemos perfeitamente o que precisamos fazer; para isso, Carta Maior precisa de uma enorme mobilização de seus leitores.

Vocês são os protagonistas deste processo. Carta Maior é mero instrumento entre o pensamento de vocês e a realidade política que estamos vivendo. Para que possamos avançar, com condições de enfrentarmos o que virá pela frente, a doação de nossos leitores é fundamental. Hoje, contamos com 300 mil leitores mês dos quais somente dois mil são doadores, este número precisa crescer sob pena de sermos obrigados a encerrar os 17 anos de luta da CM.

Com apenas R$1,00 por dia, R$30,00/mês, você pode agregar força e legitimidade a essa trincheira. Quem puder, DOE MAIS (clique aqui e confira opções de doação) possibilitando que o nosso conteúdo também ultrapasse os limites atuais. E, por favor, cadastrem-se na Carta Maior ou atualizem seu cadastro clicando aqui. Precisamos nos manter unidos e em contato permanente frente a qualquer eventualidade. Sigamos juntos e mobilizados.

Joaquim Ernesto Palhares
Diretor da Carta Maior

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é o Brasil Feliz de novo

Haddad reitera compromisso por segundo turno sem ódio

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Fernando Haddad reafirmou, em mais um dia de campanha, seu compromisso por um segundo turno de propostas, e não de calúnias, e pela construção de uma política baseada em diálogo e contra o ódio. Em entrevista coletiva a jornalistas na manhã desta terça-feira (9/10), Haddad marcou mais uma vez, de maneira forte, a sua posição em relação à guerra de mentiras, calúnias e fakenews que tem se acirrado nestas eleições.

“Tem muita notícia falsa circulando. As duas campanhas poderiam se ajudar e contribuir para que o leitor receba informações reais, fiéis, verdadeiras sobre o que pensam os candidatos. E, assim, melhorar a qualidade da democracia com a qual eu tenho um compromisso de vida”, afirmou.

Haddad reitera compromisso por segundo turno sem ódio: ninguém deve ser agredido pelo que pensa

Casos de violência se espalham pelo país, provando qual candidato representa o extremismo

Para Haddad, “ninguém pode ser eleito sem apresentar as suas propostas ao povo”

Roger Waters, ex-líder do Pink Floyd, se junta ao #EleNão

Correntes de Zap do Haddad! É só copiar e colar no WhatsApp

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