Violência sadomasoquista típica de ditaduras

por Tarcisio Praciano-Pereira

Eu sou um aposentado, professor aposentado da Universidade Estadual Vale do Acaraú e como tal inexistente. Mais de uma vez os vigilantes dum dos Campus da UeVA manifestaram estranheira do meu direito de ir e vir dentro do Campus.

Primeiro que tudo se trata de ignorância de direitos dum cidadão muito possivelmente inspirado e instigado pelas assim chamadas “autoridades universitárias” coisa que tais autoridades deveriam se inspirar numa anedota atribuída a São Francisco, o criador da ordem dos franciscanos.

Se diz que um dia um noviço passando pelos corredores do claustro, se depara com o santo lavando um dos corredores e espantado reclama como, ele, o mestre, estava fazendo aquele serviço tão rude.

Simples e claro o o santo teria respondido, “ego sum servum servorum Dei”, “eu sou o servo dos servos de Deus” querendo com isto dizer que ele, o fundador da ordem, o dirigente geral dos franciscanos, tinha como princípio estar a serviço de todos os servidores de Deus.

Eis um princípio que vemos faltar nos nossos governantes. A grande maioria deles pensa que é um príncipe. A altivez, é uma marca comum daqueles que nos governam. É comum o governador dizer que somente fala com deputados, quando afinal é o nosso mais importante servidor e deveria, humildemente, comparecer à praça pública, de quando em vez, para ouvir daqueles que, pelo princípio constitucional, já que que o princípio moral ditado por São Francisco de Assis talvez esteja caduco, pelo princípio constitucional o governador governa a partir dos nossos anseios e por nossos anseios.

Vale o mesmo para os reitores das Universidades que se escondem por trás dum adjetivo caduco, magnífico, o que certamente os faz pensarem que são um seres aparte e mais importantes do que os demais e na verdade são apenas servos dos cidadãos envolvidos na universidade e nada tem de magnífico a não ser a denominação fora de época mas ainda em uso. Vale o mesmo para juízes e ou delegados que exigem ser chamados de sua excelência e novamente aqui eles nada são do que servidores que deveriam sentir a responsabilidade de bem atender e com prestitude ao cidadão que deles precisar.

Em particular num dos campus da UeVA a Universidade Estadual divide um campus com o Instituto Federal do Ceará e aqui eu tenho sofrido algumas restrições que eu caracterizaria como imorais e típicas do momento ditatorial que estamos vivendo. Neste campus em que se encontram duas entidades públicas e portanto o campus é um espaço público, eu sou visto duplamente como uma esquisitice: não sou da UeVA e não sou do IFCE. Mas eu sou um cidadão que tem o direito de ir e vir e ser respeitado cuidadosamente desde que esteja dentro da lei sobre o qual não pode haver dúvida de que eu esteja.

Não é somente o meu caso, embora eu vá a fundo na luta pelo meu direito. Eu já presenciei o absurdo de um dos vigilantes da UeVA tenha feito voltar a atrás um do aluno do IFCE porque, por volta das 22:00 horas ele caminhava se aproximando dum dos portões reconhecido como “portão da UeVA” porque ele deveria sair do campus pelo portão do IFCe. Eu decidi-me a fazer este protesto, inicialmente pacífico, mas não tenham dúvidas de que eu vou reagir à altura da violência pela qual passei hoje, quando, tentando sair pelo portão do IFCe a vigilante me advertiu, observe bem, não
me dirigiu um observação educada, como deveria, me advertiu de que eu deveria ter escolhido o portão da UeVA para sair. Observem bem a situação grotesca em que eu me encontrei, e vou fazer chegar este texto aos ouvidores de ambas as instituições na esperança de que os sadomasoquismos aqui caracterizados sejam sanados e corrigidos, no meu caso hoje, eu tinha o carro estacionado perto do assim chamado “portão da UeVA” que se encontrava fechado e pude ver quando me dirigi ao outro portão que o “vigilante da UeVA” estava numa conversa em um dos espaços do IFCE com alguém que pude identificar como “vigilante do IFCE”. Não parei o carro e simplesmente me dirigi ao outro portão que encontrei fechado, mas sem cadeado. Desci do carro e fui abrir o portão para sair e pretendia deixá-lo fechado da mesma forma depois de passar, quando fui “advertido” pela vigilante de que estava me dirigindo ao portão errado. Uma grosseria desnecessária dirigida a um cidadão que estava encerrado naquele espaço e, tardiamente, tentava sair.

Eu nem mesmo tentaria justificar ou defender o meu direito a usar o espaço destas duas instituições porque me parece despropositado fazê-lo, é um direito que tenho como cidadão, o de ir e vir, e neste caso, tardiamente me retirava quando o portão já estava fechado e como não poderia mesmo ficar encerrado lá dentro o lógico é que me fosse aberto o portão para que eu me retirasse com a óbvia e possível necessidade de que eu explicasse o meu atraso na saída, se parecesse assim necessário.
à vigilante o que eu faria sem discutir, embora aqui também me pareça que haja uma falha apenas reconheço que, considerada a extensiva corrupção que nos rodeia, é natural se pensar que sair tarde pudesse representar uma tentativa de roubo do patrimônio público. Mas neste caso acredito que se tratou apenas dum abuso de autoridade que não posso aceitar.

Tempos sombrios estes que vivemos em que os direitos se encontram permanentemente sendo postos em questão. Terrível que reitores queiram ser chamados de magníficos, que juízes dum tribunal superior queiram ser chamados de ministros e serem tratados de suas excelências quando ultimamente tem se comportado mesmo como canalhas.

Anúncios

Pacistão ou Libertidistão e vale para o Bralistão.

Estou traduzindo um texto em que o autor descreve o Pacistão mas que ao terminar confessa de que está falando dos Estados Unidos da América do Norte e cabe como um luva no Brasilistão dominado pelos canalhas do STF, STJ, CNJ e seus cúmplices instalados no Congresso todos monitorados pelo criminoso espião da C.I.A. instalado como se fosse um juiz em Kúritiba.

Segue a tradução, mas se você quiser ler o original eu vou publicar a tradução entremeando os parágrafos em inglẽs.

Não deixe passar este alerta. Um país está no ponto de ser destruído e o seu povo necessita do seu auxílio e aqui está uma sinópse da tragédia:

Please don’t skip this alert.
A country is on the brink of catastrophe. And its people desperately need our help.
Here’s a synopsis of the tragedy unfolding as we speak:

1) Uma parcela dos seus mais ricos habitantes está gastando bilhões para instalar marionetes nos postos de serviços, desde vereadores até os mais altos níveis de governo o que incluí o presidente do país (como aqui com o famigerado vampirão) para fazer a coplagem entre a classe-de-uber-ricos e que se dane a grande maioria dos outros.

1) A few of the country’s richest inhabitants are spending billions to install political puppets in office — from city councils up to the highest levels of government, even the country’s president — who will do the bidding of the wealthy uber-class, the overwhelming majority of the populace be damned.

2) A tradição nacional de eleições democráticas (que afinal tivemos no Brasil por um curto período) está sendo destruída no caminho da plutocratização do país.
2) The nation’s proud tradition of democratic elections is eroding as the country lurches toward plutocracy.

3) Coorporações multinacionais podem gastar o que quiserem para adquirir “políticos” (entre aspas porque eu sou político e não entendendo que estes canalhas que estão destuindo o nosso país merecessem ser chamados de políticos) como eu traduzia, elas podem gastar o que quiserem para atrelar como marionetes “políticos” para estabelecer o cíclo vicioso para lhes garantir mais poder e corrupção.
3) Multinational corporations can spend as much as they want pushing politicians and policies that will make them even more profitable, creating a feedback loop of corporate corruption leading to more corporate power leading to more corporate corruption and on and on and on and on.

4) Candidatos a “políticos” (entre aspas porque eu sou político e não entendendo que estes canalhas que estão destuindo o nosso país merecessem ser chamados de políticos), como eu traduzia, candidatos a “políticos” criam grupos fantasmas para gastar quantias ilimitadas de dinheiro com que atacam seus oponentes e eles tem inclusive o direito de manter segredo sobre quem são os bilionários e grandes empresas que os estão financiando.
4) Political candidates create shadowy groups to spend unlimited money attacking their opponents, and these groups don’t even have to disclose which billionaires and Big Businesses are funding them.

5) E pasmem, a coincidência do Pacistão com o Brasilistão neste ponto, os juizes instalados nas mais altas cortes é quem vêm facilitando esta corrupção destruindo a legislação centanária (a nossa não é tão vetusta, mas é um Constituição respeitável que os canalhas togados estão destruindo) e eu traduzia, os juizes estão facilitando a sujeira destruindo as leis que controlam as eleições.
5) Judges on the country’s highest court have facilitated this corruption with rulings overturning a century of protections against control of elections by the elite.

A nação está sob o controle de quem fala bobagens, de quem estufa o peito e falsos populistas já agravados com crimes de nepotismo, narcisismo e degradação erótica. Esta pobre nação poderia ser chamada de Brasilistão (PACistan) mas você a conhece como Estados Unidos do Brasil e eu, sinceramente, gostaria de estar exagerando.

The nation is led by a say-anything, self-aggrandizing faux populist leader guilty of nepotism, narcissism and nativism. This besieged nation’s nickname could be PACistan. But you know it as the United States of America. And I sincerely wish I were exaggerating.

E assina, Robert Weissman, President, Public Citizen, pelo PACistan e eu, Tarcisio Praciano-Pereira, pelo Brasilistão

Se a xícara estiver cheia não vai ser possível derramar mais chá nela.

Numa época, na China, vivia um mestre Zen de nome Nansen.

Na mesma cidade também vivia um professor de filosofia e numa viagem ele passou pelo sítio onde morava Nansen que o convidou para entrar lhe dizendo, “espere um pouco”.

O professor parecia ter pressa, mas Nanses lhe disse, “Eu vou preparar-lhe um chá.
Você parece cansado, espere um pouco, descanse um pouco e tome uma chícara de chá e depois podemos conversar”.

Nansen começou a ferver a água e ao mesmo tempo observava o professor. Enquanto a água fervia ele observava que o professor também fervia.

A chaleira fazia os ruídos da água iniciando a fervura, e o professor também produzia
ruídos falando continuamente. O professor estava se preparando – o que perguntar, como perguntar e de onde começar com as perguntas.

Nansen sorria para si mesmo enquanto observava o professor e pensava, “Este homem está tão repleto que nada mais entra nele. Não há respostas para os seus questionamentos porque não há quem as receba. A visita não pode entrar na casa – não há espaço livre.”

Compassivo, Nansen queria ser uma visita para este professor. Tentou bater à porta, mas
simplesmente não havia portas. Mesmo que ele criasse uma porta, não haveria espaço livre. O professor estava tão repleto que nem mesmo poderia entrar em si mesmo. Ele estava do lado de fora do seu próprio ser, na soleira da porta, incapacitado para entrar.

Nansen derramou o chá na chícara. O professor começou a ficar nervoso porque Nansen derramava continuamente o chá na chícara e já estava derramando e logo iria começar a se derramar pelo chão.

Disse o professor, então! “Pare! Que está fazendo? A chícara já não cabe mais nada de chá, nem mesmo uma única gota. Está louco? Que pensa estar fazendo?”

Nansen sorriu e respondeu ao professor, “Se dá o mesmo consigo. Você está tão tenso e alerta para observar e aprender que, como a chícara, está cheio e impossibilitado de receber algo mais! Por que não se preocupa consigo mesmo? Você está derramando opiniões, filosofias, doutrinas, escrituras. Já sabe demasiado, eu então nada lhe posso dar! Você viajou em vão. Antes de vir deveria ter se esvaziado, esvaziado a sua chícara de chá de tal modo que eu pudesse derramar alguma coisa dentro.”

Não comece pensando que você já sabe tudo. Não imagine que você já saiba alguma coisa antes de que você faça um teste.

O nosso modo de aprendizado é o da tentativa e erro, fazendo experiências, experimentando e explorando. Retire da sua cabeça as noções preconcebidas, por exemplo do que pode representar aprender Mandarim, ou uma outra linguagem qualquer e a partir daí você estará preparado para receber. Esta é a forma do aprendizado, por exemplo como as crianças aprendem, elas sabem que estão no começo e que todo aprendizado é bem vindo o que as torna imediatamente preparadas para aprender. A chícara delas está vazia e então é possível enchê-las de chá.

Sem revolução não teremos mudanças.

Coordenador da Frente Nacional Luta Campo e Cidade, Zé Rainha, um dos mais conhecidos ativistas na luta pela terra no Brasil, articula uma grande marcha nacional para o próximo 21 de maio em defesa da liberdade de Lula; o ato deve mobilizar 500 pessoas, que sairão de 11 estados; “Eu não consigo ver esse Brasil […]

via Zé Rainha: sem revolução, não teremos mudança | Brasil 247 — BRASIL S.A

Scripts do gnuplot, memorizando o trabalho

scripts do gnuplot memorizando o trabalho

Tarcisio Praciano-Pereira

Este é o segundo artigo dum série sobre
gnuplot, um programa para
fazer gráficos. Aqui eu vou mostrar como memorizar o trabalho o que
pode ser mesmo que planejar o trabalho no
gnuplot. Estas duas formas de falar servem para
encobertar que é possível
fazer programas em gnuplot, apenas gnuplot
não é oficialmente uma linguagem de programação.

A versão mais completa desta artigo você encontra na Sobral Matemática e ele faz referência a programas para rodar com gnuplot
que você pode baixar dum link indicado. Meus programas são todos distribuído com
a licença GPL na versão que melhor lhe convier.

Dedico este artigo ao prisioneiro político Luís Inácio Lula da Silva!

Este artigo é continuação deste artigo que seria interessante que você lesse como prerequesito para este. Nele
eu estabeleço como condição de trabalho que você abra dois terminais
e num deles execute

gnuplot

e no outro faça o mesmo mas o reserve para executar o
help na medida em que for necessário. Este é o cenário do artigo.
Também é importante que você esteja no diretório certo, vou supor
que este cenário acontece num diretório que vou chamar de gnuplot e
nele que devem estar todos os programas que eu lhe sugerir que
baixe da Sobral Matemática. Não fazendo isto podem ocorrer
erros do tipo

“Gnuplot02_02.gnuplot”, line 0:
Cannot open script file ‘Gnuplot02\_02.gnuplot'”

em que gnuplot está dizendo que não pode encontrar
o arquivo \texttt{"Gnuplot02_02.gnuplot} porque eu fiz um
"load" em diretório errado, em que não havia

o programa “Gnuplot02_02.gnuplot”.

Uma chateação é definir funções num terminal do gnuplot e quando ele
for encerrado ficar todo o trabalho perdido. Uma solução para este incômodo
é guardar as informações num arquivo e depois carregá-lo para dentro
do gnuplot.

Deixe-me começar com um exemplo que lhe peço que execute para que eu teça
comentários em cima da experiência que você adquiriu. Baixe
o arquivo Gnuplot02_02.gnuplot
colocando no mesmo diretório onde você estiver executando o gnuplot
e agora execute, no terminal do gnuplot

load “Gnuplot02\_02.gnuplot”

não esquecendo as aspas. Se você esquecer gnuplot vai lhe dizer que
você terá cometido um erro associado uso de texto. Não vou entrar no detalhe
deste erro que depois deverá ficar claro para você, se errar, corrija!

É interessante ler o arquivo
Gnuplot02_02.gnuplot abrindo-o com qualquer editor de textos
antes de executá-lo e depois também, tentando entender o que aconteceu.
Melhor será ainda que você altere o arquivo, mas não se esqueça de guardar
uma cópia de reserva para poder recomeçar do ponto de partida quando
houver erro.

O resultado deste comando “load” foi a abertura duma janela
gráfica com os gráficos de três funções e um título na janela gráfico
que você deve observar está escrito usando ortografia correta do português.
O responsável é a função sprintf() e eu ainda vou retornar a
discutir esta função mais para frente. Neste momento interessa apenas que
ela permite escrever frases com a ortografia correta, entretanto, você
não pode fazer isto diretamente no terminal do gnuplot.
Experimente e verá
que tipo de ocorre: raspe e cole o comando

set title sprintf( “minha primeira função – gnuplot sabe somar funções”);

para ver o que ocorre. Não vou entrar, neste momento nas
possibilidades que sprintf() oferece, o que me interessa agora
é que possivel editar uma lista de comandos do gnuplot, gravá-los num
arquivo e depois carregá-lo com load.

A única novidade em Gnuplot02_02.gnuplot sobre o que foi exposto
em Gnuplot02_01.gnuplot é uso
de sprintf() para formatar o título da janela gráfica de
gnuplot. Observe que neste script eu redefini a função potência e
como você poderá ter uma série de funções ou constante que sejam
interessantes para usar com gnuplot, você poderá criar um arquivo,
por exemplo BibliotecaGnuplot.gnuplot em que você registra
as denifições que lhe forem caras e ao iniciar qualquer sessão com
gnuplot que seja o primeiro comando

load "BibliotecaGnuplot.gnuplot"

Observe que estou lhe sugerindo um nome para bibliotecas de programas e que não
se trata dum programa que você possa encontrar para baixar. Mas de você me pedir
eu posso enviar-lhe ou passar-lhe um link para uma biblioteca que já tenho para
usar com gnuplot.

Retornando aos comentários sobre o
arquivo Gnuplot02_02.gnuplot,
ele é uma pequena apresentação sobre função quadrática e gnuplot
lhe dá uma alternativa bem interessante para usá-lo como gerenciador
de apresentações. Sei que isto funciona bem sob Linux e não posso
garantir como funciona sob outros sistemas uma vez que uso exclusivamente
computadores rodando Linux, porque eu sou livre e amo a liberdade!

Abra um novo terminal e nele digite

gnuplot Gnuplot02_02.gnuplot

observe agora a ausência de aspas, porque, você está passando
um arquivo para gnuplot o que é diferente de estar dentro do
gnuplot e carregar um arquivo. Você está rodando gnuplot e lhe passando
um lista de comandos que é o conteúdo do arquivo
gnuplot Gnuplot02_02.gnuplot.

Abra o arquivo com um editor de textos noutro terminal enquanto você
executa gnuplot Gnuplot02_02.gnuplot. Entenda como se você
estivesse fazendo uma apresentação, jogando numa tela de projeção
o resultado desa operação. Inclusive sugiro que você melhore
a apresentação a seu gosto incluindo mais comandos “print
explicando melhor o assunto – equação do segundo grau.
Não se esqueça de dividir sua explanação em blocos separados pelo
comando

pause -2 "aperte para continuar "

e compare com o resultado do comando

pause 5 "vou prosseguir em 5 segundos"

A diferença está em fornecer um parâmetro positivo ou negativo
para pause. Se você fornecer um número qualquer negativo,
pause vai aguardar, pacientemente, pelo uso do .
Fornecendo um número positivo, ele vai contar os segundos que correspondem
ao número. Leia e roda Gnuplot02_03.gnuplot
e sobretudo leia para verificar como difere de
Gnuplot02_02.gnuplot.

Você tem, assim, dois métodos para rodar gnuplot:

  1. usando load quando chamar um script de
    dentro do gnuplot,

  2. chamando gnuplot e lhe passando na linha de comandos
    o nome do arquivo que contém o script, e neste caso, sem aspas.

Leia e rode a nova versão do programa, Gnuplot02_04.gnuplot.

Encriptação

Dedico este artigo ao prisioneiro político da ditadura fascista que nos assola, Luís Inácio Lula da Silva. #LulaLivre

Aqui dois aplicativos simples para você encriptar o que escrever, por exemplo, o
arquivo com suas senhas. Claro, roda em Linux e eu não uso este outro troço vulgarmente chamado de sistema operacional.

#! /bin/bash

function apeteco (){
echo “Aperte uma tecla para continuar”;
read teste;
return 0;
}
function encripta() {
gpg -c -o$1.gpg $1
## less $1
rm $1
return 0;
}

encripta $1
apeteco;

Coloque-o no diretório em que ficam os programas executáveis. Na minha máquina
eu tenho um /home/tarcisio/bin e é lá que coloco os arquivos executáveis que eu
escrevo.

Como usar? Num terminal execute:

decripta nome_arquivo

em que “nome_arquivo” é o arquivo que você deseja encriptar. Vai lhe ser pedida uma senha que ainda vai ser pedida outra vez para verificar, sendo produzido o arquivo

nome_arquivo

que é o arquivo encriptado. Aqui havia um erro, corrigi agora! O comando errado
era

nome_arquivo.gpg

A extensão não é necessária, o meu programa acrescenta a extensão “gpg” quando fizer a enctriptação e a retira quando fizer desencriptação.

Este você pode enviar pela rede para quem você quiser com segurança e repassar a senha para quem o vai receber por outro canal. Ou simplesmente guardar num pendrive e levar consigo no bolso. Por exemplo a lista de suas senhas.

É necessário que o gpg esteja instalado, no Debian/gnu/Linux e seus derivadas, como ubuntu, mint você instala com o comando

sudo apt-get install gpg

se não já estiver instalado.

Agora o outro programa para desencriptar é

#! /bin/bash

function apeteco (){
echo “Aperte uma tecla para continuar”;
read teste;
return 0;
}

function decripta() {
gpg -d -o$1 $1.gpg
less $1
rm $1
return 0;
}

decripta $1
apeteco;

e funciona de forma parecida com o outro:

decripta nome_arquivo

Se você tiver criado nome_arquivo.gpg com o outro programa, este irá desencriptar lhe pedindo a chave que você tiver usado anteriormente.

Aqui havia um erro, corrigi agora! Em nenhum dos dois programas é preciso indicar a extensão “gpg” ela será colocada ou retirada pelos programas. Se você quiser encriptar um arquivo denominado “programas” o resultado ser “programas.gpg” que é o arquivo encriptado mas o comando será

encripta programas

Se você quiser desencriptar o arquivo “programas.gpg” que foi encriptado por você e que você então conhece a senha, o comando será

decripta programas

Isto é uma boa ajuda com esta quantidade imensa de senhas que temos que manter. Eu as coloco todas num arquivo, encripto e ponho num pendrive. Se perder o pendrive está tudo protegido, e onde eu chegar uso o pendrive para abrir o arquivo e usar as senhas. Basta ter o cuidado de usar uma senha suficientemente longa, uma boa senha.
E será esta a única senha que você precisa memorizar.