Don’t let companies profit off climate chaos!

Jane Fonda here. Yesterday, I led the 9th Fire Drill Friday into the streets of Washington D.C. to mobilize for climate justice and migrant rights, and shut down business-as-usual for the financial institutions that are profiting off of the climate crisis and immigrant detention.

Nós temos que impedir que os capitalistas tirem lucro do caos climáticos

But I wasn’t alone. I was gratefully joined by youth climate-strikers, social justice groups, and grassroots organizers to use our collective power in demanding immediate and decisive action on climate justice, while continuing to expand the table of who is involved in the climate movement.

The climate movement is escalating in a big way. That’s why I was so excited to hear from my friend and Greenpeace Executive Director, Annie Leonard, that they are kicking off their most ambitious end of year fundraising effort ever — they need our help to raise $1,031,000 by midnight, December 31st, in order to do everything they can to save the climate.

Will you make a generous gift to Greenpeace right now to help meet that goal?

The purpose of Fire Drill Fridays is to use our platforms together, take risks, and encourage people to do everything in our power to call attention to the greatest challenge humankind has ever faced: the climate crisis.

Yesterday’s Fire Drill Friday highlighted the links between climate and migrant injustices that are disrupting the land and ecosystems that millions of people rely on. Some are forced to flee, and these climate migrants face life-threatening hardship, discrimination, and repression in their search for safety — and the most vulnerable lack the resources to migrate, so remain in harm’s way.

Here’s what makes me furious: many of the same banks that made billions of dollars financing the fossil fuel industry that caused the climate crisis — Black Rock, Wells Fargo, and JP Morgan Chase — are now making millions off of climate refugees by bankrolling the companies working with ICE to finance border wall construction and run for-profit prisons and detention centers. First, they drive climate migration, then they profit from it?! 

This is just one of the many wrongs that Greenpeace is trying to right. To do all this, they rely completely on donors like you.Your very first donation today will help our movement take on more winning campaigns, launch more strategic initiatives, and go after the people who continue to act with impunity, putting profit over the rights of people.

We know governments won’t deliver climate action and justice on their own, so that’s why I’m partnering with my friends at Greenpeace to tackle the climate crisis and build momentum around Fire Drill Fridays and escalating climate action.

Every single day, people like you are powering our movement and doing the work to create a world that we all believe is possible. Help us end corporate greed and government collusion. Join me in supporting Greenpeace’s fight for Earth and our shared future as generously as you can today.

With love, hope, solidarity, and determination,

Jane Fonda
Actress, Writer, Producer, and Greenpeace supporter

P.S. The world needs you right now, more than ever. Join me in helping Greenpeace reach their year-end goal of $1,031,000 with a gift today. Your belief in a greener, more peaceful future is what keeps this movement strong.

A Janika, de apenas 14 anos, foi encontrada seminua no quintal da casa de sua avó.

A Janika, de apenas 14 anos, foi encontrada seminua no quintal da casa de sua avó. Ela havia sido estuprada e foi espancada até a morte com um bloco de concreto, sendo mais uma fatalidade na revoltante epidemia de estupro que assola a África do Sul.

É horrível — mas agora podemos fazer algo a este respeito.

Um programa educacional comprovado cientificamente, no qual participaram milhares de jovens na África Oriental, reduziu o número de estupros pela METADE. Os instrutores vão nas escolas ensinar aos meninos sobre consentimento e como usar suas vozes em defesa das mulheres e as garotas aprendem defesa pessoal e como identificar riscos. Os organizadores dizem que esse programa já preveniu mais de 200 mil casos de agressão sexual!

Agora, eles querem levar este projeto por toda a África, onde quase metade das mulheres são vítimas de violência física e sexual ao longo de suas vidas. Mas eles precisam de fundos — e pediram ajuda ao nosso movimento.

Estuprada, assassinada, era uma menina, claro, negra!

Attacked for protecting the Amazon

While fires are raging through the Amazon, lives and homes are being lost right here in Australia in unprecedented bushfire conditions. The climate emergency is an environmental threat that we can’t close our eyes to anymore. 

But did you know that the climate emergency is also a major threat to human rights?

Fires, catastrophic storms, droughts or flooding means that food, shelter and clean water is not easy to access and thousands of people are left struggling just to survive for months and sometimes years. 

Proteger o planeta em que vivemos se tornou uma açao de risco

These people are being deprived of their most fundamental human rights – access to basic needs, security, healthcare, education and a way to earn a living. Unless our leaders take decisive action on the climate emergency, the rights of more and more people will be put at risk. 

Tarcisio, one of the most important things you can do right now to protect the future for us all is to stand strong with those who are fighting to defend our planet.

A segunda morte de Doti

A segunda morte de Doti
Jair Bolsonaro representa enorme risco para a preservação da Amazônia, como já ficou claro em seus primeiros meses de governo e em diversos de seus posicionamentos públicos.  O Intercept publica hoje uma reportagem exclusiva mostrando como fazendeiros, grileiros, madeireiros e mineradoras que se opõem ao modelo sustentável de ocupação da área ganharam força com este governo.  Encorajados pelo presidente e contando com a leniência do ministério do Meio Ambiente, do Incra, da polícia e até do Ministério Público esses grupos avançam cada vez mais contra os Projetos de Desenvolvimento Sustentável, criados pela missionária americana Dorothy Stang. Os PDS, como são conhecidos, são assentamentos que garantem renda para famílias pobres, desde que elas preservem a floresta.  Os PDS de Dorothy são descritos por moradores locais como um cinturão verde em meio à devastação que avança sobre a área. “Eles são como uma espécie de portal que funciona como uma proteção. Se invadidos de modo definitivo, a floresta inteira vem abaixo”, me descreveu um morador local que pediu para não ser identificado por medo de ameaças. Os assentamentos agora correm sério risco de colapso pela falta de apoio dos órgãos que têm a obrigação legal de protegê-los. A situação piorou muito com Bolsonaro, que vem desmontando os sistemas de proteção da floresta. É a segunda morte da missionária americana que perdeu a vida lutando pela floresta e pelos agricultores.  LEIA A MATÉRIA E VEJA O VÍDEO →  

Dediquei-me por 18 meses a entender como funcionam os PDS, o legado de Dorothy Stang e a omissão dos governos Temer e Bolsonaro na região. Esta matéria contou com o apoio do Fundo Brasil de Direitos Humanos e só foi possível porque no Intercept temos liberdade para contar as histórias que precisam ser contadas, temos suporte para isso e não tememos as ameaças que podem surgir. Quem nos garante essa liberdade são nossos leitores. Por isso, se você acha que é importante continuarmos investigando a destruição da Amazônia, que tal considerar ajudar o TIB a fazer muito mais?

Disappeared from the streets of Cairo 4 days ago

Ibrahim is 26 years old. He loves his job researching forced evictions in Egypt, and calling for safe and affordable housing for all Egyptians.

Ibrahim was walking home when police dressed in plain clothes surrounded him and arrested him.

Since that night, Ibrahim’s family have not heard from him. They’ve been trying to find out what happened to him.

They haven’t had any answers. In fact, the police have denied ever taking or detaining Ibrahim.

I can’t begin to imagine what Ibrahim’s family and friends are going through. And I’m gravely concerned for Ibrahim’s safety.

Sign the petition to Egypt’s authorities now and demand they reveal Ibrahim’s fate.

 HELP FIND IBRAHIM

When all of us work together, we can change lives. As part of a global movement for justice, your voice can hold the authorities to account and shine a light on the truth.

Just earlier this year the global Amnesty movement helped release Islam Khalil, who was imprisoned for more than a year in Cairo. Islam’s family were also kept in the dark about his whereabouts.

Egypt’s Office of the Public Prosecutor has the power to let Ibrahim’s family know where he is, and bring those responsible for his disappearance to justice.

With enough voices behind Ibrahim’s family, together we can pressure the authorities to tell the truth about what happened to Ibrahim that night.

NOTA DE REPÚDIO À REVOGAÇÃO DA DESAPROPRIAÇÃO DAS ESTRUTURAS PREDIAIS DO CAMPUS DA BETÂNIA PELO GOVERNADOR CAMILO SANTANA

   No dia 9 de novembro de 2019, a comunidade acadêmica da Universidade Estadual

Vale do Acaraú (UVA) foi surpreendida com a triste e preocupante notícia de que o governador
Camilo Santana se comprometeu, com a Diocese de Sobral, a revogar a desapropriação do
Campus da Betânia da UVA, anulando os efeitos do Decreto n.º 33.281, assinado por ele
mesmo e publicado em 23 de setembro de 2019, no qual o Campus da Betânia – com seus
imóveis, benfeitorias, acessões e outros acessórios, existentes na área total de 60.831,35 m² –
foi declarado de Utilidade Pública.

    A desapropriação do Campus da Betânia é uma luta antiga dos movimentos docente e

discente da UVA. Ele é o maior campus em extensão da instituição, abrigando três dos seis
Centros Universitários (Centro de Ciências Agrárias e Biológicas, Centro de Ciências Sociais
Aplicadas e Centro de Filosofia, Letras e Educação) e parte do Centro de Ciências Humanas, em
razão da reforma do Campus do Junco, iniciada em março de 2019. O Campus da Betânia
abriga ainda a Direção Superior, as Pró-Reitorias, os Setores Administrativos, os Órgãos de
Assessoramento, a Procuradoria Jurídica, a Biblioteca Central, o Auditório Central, o Núcleo de
Educação à Distância, o Restaurante Universitário, dentre outros.

    Ao longo de décadas, o Governo do Estado do Ceará tem feito benfeitorias de alto

custo, construindo prédios e fazendo reformas no campus. Além de pagar à Diocese de Sobral
o aluguel que chega atualmente a quase 1 milhão de reais por ano. Ou seja, dinheiro público
que favorece uma entidade privada. Para agravar ainda mais a situação, a falta de escritura
pública do terreno impede a Universidade de pleitear recursos e formalizar termos de
cooperação e convênios junto às agências de fomento à pesquisa (FUNCAP, CAPES, e CNPQ) no
Campus da Betânia.

    Atualmente, a nossa Universidade atende à parcela mais pobre da região noroeste

cearense e de suas adjacências. Mesmo em condições precárias, somos responsáveis por
formar quase que a totalidade dos professores que atuam na melhor educação básica pública
do Brasil, envolvendo as redes municipais e estaduais de ensino na região.

    Revogar o importante Decreto n.º 33.281/2019, que torna o Campus da Betânia de

Utilidade Pública, é um retrocesso, um descaso e uma grande falta de reconhecimento à
histórica demanda da comunidade acadêmica. Tal revogação é desrespeitosa, demonstra
descompromisso do Governo Estadual com a UVA e seu crescimento e revela o seu total
compromisso político com a diocese local. O Estado deve ser guardião e ampliador de bens
públicos e não privados!

    Que motivos levaram o governador a revogar a desapropriação tão pouco tempo 

depois de ser decretada? Por que a revogação foi feita sem participação da comunidade
acadêmica? Jamais permitiremos que a desapropriação, fruto de anos de luta da comunidade
acadêmica e de parte significativa da sociedade cearense, seja revogada arbitrariamente!
Conclamamos discentes, docentes e todos(as) que amam essa Universidade para nos
mobilizarmos e exigirmos a DESAPROPRIAÇÃO IMEDIATA!

SINDICATO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ –
SINDIUVA – Seção Sindical do ANDES – SN

Governo do Estado do Ceará dá um golpe rude na Universidade Estadual Vale do Acaraú – a UVA que sobrevive a mais de 40 anos num extenso prédio da Diocese de Sobral que foi totalmente refeito com dinheiro público. Por trás do golpe se encontra uma privada de ensino que pretende engolir os restos da UVA

A República Prostituta

No dia 15 de novembro de 1889, o presidente do Congresso, Antônio Carlos se viu obrigado a sair do Palácio do Congresso para se deparar com um canhão a quem sarcasticamente cumprimentou tirando-lhe
o chapéu. Marcava Antônio Carlos a forma como dialogavam os que inauguraram a nossa República, aliás filha dum reinado que era obediente, da Inglaterra. em nome de quem invadira o Paraguai onde se havia
instalado a primeira República socialista da América do Sul porque a primeira República Socialista
das Américas havia sido fundada pelos negros no Haiti e já havia sido dizimada.

Nascia uma prostituta república que anos depois se amasiaria com a Inglaterra que também assassinou
o maior industrial da América Latina que vendia linhas para toda a América Latina e construiu a
primeira usina hidrelétrica do Brasil. Claro, nunca encontraram o assassino de Delmiro Gouveia que
havia instalado em Pernambuco um sociedade industrial que poderia ter tornado o Brasil um dos países
pioneiros da industria moderna.

Na sequência a prostituída república se amasiou com os Estados Unidos da América do Norte.

Tem sido esta sequência de amantes que marca a vida desta república de quem sou filho e amo e respeito
a República sem adotar a devassidão que marcou a vida de nossa República até hoje.

Não sou historiador e certamente ficaram alguns erros históricos neste texto, falhas ou lacunas, mas
isto me importa pouco, pois apenas quero marcar o meu desdém por uma República nascida dum golpe que
vem marcando a nossa República seguidamente.

Sem dúvida que precisamos reescrever a história de nossa República para que nossas crianças aprendam
uma outra forma de ter nacionalismo fundado no respeito mútuo pelos que aqui vivem, corrigindo os
erros cometidos contra os mais fracos e explorados que sempre foram os sofredores nas mãos duma
classe dominante espúria e indecente.

Viva uma nova República, oxalá socialista, do Brasil, que, quando cair este golpe, deveremos instituir
passando por um Tribunal Constitucional para onde devemos levar os criminosos do golpe de 2016 e refazer
a Constituição Cidadã, livre de erros fundamentais que nela ficaram e que permitiram este novo golpe.