A prefeitura de Sobral pretende privatizar o caixa municipal

O prefeito de Sobral, Ivo Gomes, por sinal irmão dum candidato a pretendente da República,
Ciro Gomes, decidiu privatizar o caixa da prefeitura de Sobral.

Quem ganha com isto? Claramente o dono do banco privado que está recebendo o presente. Perdemos todos nós outros cidadãos de Sobral e em muito particular perdem aqueles que se encontram na
margem da pobreza, coisa que existe muito em Sobral. É o dinheiro público que vai ser disponibilizado para um parasita financeiro coisa que atualmente vão acontecendo com grande rapidez dentro do
golpe que nos assola desde 2014.

O prefeito Ivo Gomes, irmão de Ciro Gomes, dá assim preferência ao banqueiro quando poderia melhorar os salários das professoras municipais muitas das quais são professoras temporárias, sem vínculo efetivo com o município que se vangloria de ter melhor a educação do Brasil.

Poderia, o prefeito Ivo Gomes, irmão de Ciro Gomes, dar preferência à Caixa Econômica Federal ou ao Banco do Brasil, dois bancos públicos bem representados em Sobral, mas prefere o prefeito Ivo gomes, irmão de Ciro Gomes, entrar na vertente do golpe que tem como objetivo maior a destruição das empresas públicas, em particular as duas empresas gigantes, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, duas empresas centenárias de grande respeitabilidade em nossa sociedade. Em vez de adotar a Caixa Econômica Federal como caixa do município, o o prefeito Ivo gomes, irmão de Ciro Gomes, resolveu dar uma mãozinha ao dono do Itaú e ajudá-lo a ficar mais rico na qualidade de parasita que vai ganhar dinheiro fácil da prefeitura de Sobral repassando o trabalho para alguns funcionários que talvez, isto sim, passem a trabalhar mais e em consequência os cidadãos de Sobral passarão a ser pior tratados como é uma experiência minha, como funcionário do Estado do Ceará cujo caixa foi entregue a um banco que nos trata como um excesso que o Estado do Ceará jogou em cima do banco, estas foram palavras que ouvi do gerente do banco quando fui reclamar do tratamento de quarta ou quinta classe que recebi do banco ao tentar provar que estava vivo, coisa que eles chamam de recadastramento.

Para o presidente da Comissão de Estudos Tributários da OAB Ceará, Alexandre Goiana, privatizar parte dos serviços é algo comum, já existente em outros países. “Nós temos no Brasil um potencial de apostas muito grande nós estamos gerando uma receita em cima de algo que efetivamente é supérfluo que vai ser realmente atrativo para o governo. É algo que já é praticado no mundo todo, o Brasil não está inventando a roda em estar privatizando essas duas operações”, afirma. O tal Alexandre Goiana nada disse, apenas arrotou uma afirmação sem fundamento.

O fundamento na verdade é outro, na Suécia as escolas pública foram privatizadas e hoje os suecos falam em reverter o estrago reclamando à volta das escolas ao domínio público porque a educação privatizada não deu em outra, piorou. A Finlândia, país vizinho, tem uma educação de primeira classe e não seguiu o caminho da Suécia privatizando as suas escolas. Em suma o especialista em Estudos Tributários esquece-se de dizer que tem sim, quem ganha com a privatização da coisa pública, as privadas! Também não é bem porque esta leva de privatizações invadem o Mundo que podemos considerar a bobagem de dizer que o Brasil não está inventando a roda. Não seria bem uma invenção e nem mesmo uma ação inteligente esta de criar um parasita para necessariamente piorar o serviço porque, se o serviço fosse melhorar, certamente ficaria mais caro uma vez que um intermediário teria que enriquecer às nossas custas e é o que acontece com as privatizações que ocorreram como é o caso das telecomunicações, da energia elétrica: as contas subiram e o serviço se tornou sensivelmente pior.

Aliás, como poderia mesmo a introdução dum parasita melhorar a coisa? Querem nos enganar e têm toda uma imprensa calhorda que ecoa palavras vazias recheadas de argumentos falazes. Todos perdemos no final, até mesmo o prefeito Ivo Gomes, irmão de Ciro Gomes, que hoje é prefeito mas amanhã, espero, retorne a cidadão comum que sofrerá nas filas do banco privado para pagar algum imposto municipal vendo tarde a besteira que fez.

A droga do privatismo que nos assola

Para o presidente da Comissão de Estudos Tributários da OAB Ceará, Alexandre Goiana, privatizar parte dos serviços é algo comum, já existente em outros países. “Nós temos no Brasil um potencial de apostas muito grande nós estamos gerando uma receita em cima de algo que efetivamente é supérfluo que vai ser realmente atrativo para o governo. É algo que já é praticado no mundo todo, o Brasil não está inventando a roda em estar privatizando essas duas operações”, afirma.

Ultimamente se fala em Sobral que o caixa da prefeitura vai ser privatizado e entregue de presente ao um banco privado. E uma ação absurda e sem nenhuma justificativa que possa ser levantada com garantido alguma eficiência administrativa ou de qualquer outra ordem. Pelo contrário a prefeitura elegeu um parasita para ser premiado com o caixa da prefeitura de Sobral. Não esquecer que o prefeito de Sobral é irmão do cara que se propõe como candidato à presidente da República, logo um membro duma família de privatistas.

Mas não é bem assim como os privatistas dizem e a imprensa que pertence aos grupos financistas imediatamente propala. Privatizar significa criar um “intermediário” na verdade um parasita que vai sugar o sangue de trabalhadores, aqueles que realmente executam o serviço, e repassar para nós, nas mãos do governo, um restinho. Se evitarmos o parasita, primeiro os
trabalhadores podem ser melhor remunerados e até viver num ambiente de trabalho mais saudável porque a empresa pública pode funcionar dirigida pelos seus próprios empregados. Do ponto de vista econômico, evitar o parasita, significa que a receita líquida, retirados os gastos o que
inclui a remuneração dos trabalhadores, vem para as nossas mãos, no cofre do governo. A única lógica do privatismo é da dominação do capital vadio sobre o poder na sociedade que eles
apregoam como o Estado Mínimo que na verdade significa concentração de riqueza nas mãos dos
que operam o chamado “mercado financeiro” que na verdade eles pretendem que seja o Estado.

A Matemática é simples, subtraímos os parasitas com seus lucros fáceis, reduzimos os impostos
para todos nós na Sociedade com a parcela que ficaria no bolso dos parasitas que não costuma ser pequena. Observem o caso da
“anel”, uma da privadas que nos assola no setor elétrico, e que, no Ceará, ficou no lugar da “coelce” que havia nos roubado a COELCE com o que perdemos nossa
energia elétrica mais barata, os trabalhadores da COELCE, que quando pertencia ao Estado do Ceará, eram melhor remunerados, enquanto que os que trabalham para a “anel” são poucos e possivelmente pior
remunerados, porque a privada de distribuição de energia elétrica suga o sangue de trabalhadores terceirizados reduzindo a sua responsabilidade patronal para uma pequeno grupo. Novamente, concentração de riqueza nas mãos de grupos que pertencem ao capital vadio na ânsia de arrebanhar o poder na sociedade que eles apregoam como o Estado Mínimo.
O caso desta privada “anel” é bem sintomático. Moro em Sobral e que vou relatar certamente tem exemplos semelhantes em outras regiões do Estado do Ceará ou em outros dos Estados que são incomodados com esta privada de distribuição de energia elétrica, um dos parasitas mais graves, entrou apenas para distribuir a energia que uma empresa pública produz alhures. Em Sobral, na saída para a Serra Grande, se erige um prédio duns 15 andares construído num terreno que antes pertencia à COELCE, quer dizer nosso. O prédio foi construído em tempo record, e não é sem razão, afinal a a privada “anel” recolhe as contas de energia elétrica de cerca de 50 mil residências do município de Sobral, mensalmente, o que representa R$1.000.000,00 se calculados por baixo usando a tarifa mínima como se todos pagassem apenas R$20,00. A privada “enel” enfia no bolso, mensalmente, esta fortuna da qual retira uma pequena parte para pagar uma pequena turma de funcionários próprios e contratar uma privada para dar manutenção ao sistema elétrico da cidade o que ainda faz muito mal porque já tivemos vários apagões recentemente, afinal em vez de investir na produção de energia elétrica solar ela gasta o que recebe para criar um investimento próprio no ramo imobiliário como o prédio de 15 andares que é visível em Sobral.

A Matemática é simples, subtraímos os parasitas com seus lucros fáceis, reduzimos os impostos para todos nós na Sociedade com a parcela que ficaria no bolso dos parasitas. Mas eles tentam enganar com falácias do tipo de que a empresa privada é mais efetiva o que é uma mentira bem fácil de ser descoberta, visite qualquer agência dum banco privado, escolha um qualquer, e confirme as filas imensas nos terminais de atendimento eletrônico. Mas observe que você está analisando duas privadas, o banco privado e por trás dele a privada de telecomunicações que agora não vende apenas o sinal telefônico por via do qual vem a Internet em que se move o sistema bancário. A privada de telecomunicações também distribui o lixo da propaganda, concorre consigo mesma, porque ela também vende canais de televisão, por exemplo aqueles que nos aborrecem nas filas dos caixas dos supermercados quando também estão concorrendo com o sinal que demora ou algumas vezes caí nos terminais dos caixas dos supermercados. Então demoramos para ser atendidos nos bancos, nos supermercados ou em casa quando vamos procurar laser ou informação na Internet quando mais uma vez somos aborrecidos por uma propaganda que não solicitamos porque também somos forçados a acessar a Internet por intermédio de privadas. As privadas são uma doença ou malestar de insalubridade na Sociedade!

Eu nem vou ser muito exigente querendo que acabemos com as chamadas empresas privadas, que para mim seria o ideal, mas quero apenas que separemos o joio do trigo. Que retomemos as comunicações como empresa pública, esta sim, servindo a todos como um estrutura pública de comunicações, inclusive servindo às privadas como clientes, em pé de igualdade com o cidadão, mas em canal separado onde poderia circular este lixo que eles chamam de propaganda ou algumas vezes de marketing. De imediato teríamos um melhor atendimento nos terminais bancários que não estariam concorrendo, como agora, com imenso fluxo que corre todo junto num único canal. Seriamos as Universidades, o Ensino, melhor atendido numa rede educacional onde não haveria propaganda e nem pornografia ou outras lixos típicos do comércio de telecomunicações. Os banco poderiam estar dentro duma rede financeira, controlada pela empresa pública de comunicações, com muito maior segurança nas transações. O comércio ficaria com uma rede comercial, também vendida pela empresa pública que seria o hub de intercomunicação entre todas as redes. Num passe de mágica teríamos uma Internet melhor para todas, até mesmo para as empresas privadas.

O privatismo, que carrega consigo a falácia do Estado Mínimo, somente nos trás prejuízos.

O caixa privado do Estado do Ceará

Outro dia me vi forçado a passar 3 horas e 10 minutos, parte do tempo em pé, esperando para fazer a “prova de vida” como aposentado do Estado do Ceará no caixa privado do Estado do Ceará, o tal do Bradesco.

Depois de algum tempo, e até porque observei que das quatro posições no balcão onde eu seria atendido, apenas duas posições estavam funcionando, dirigi-me a um dos atendentes e perguntei porque não preenchiam as outras duas posições rebendo uma resposta inútil como ficou inútil a minha reclamação. Indignado, dirigi-me em voz alta ao grupo de cerca de 50 pessoas que se encontravam na sala esperando ser atendidas e lhes perguntei se lhes parecia ser justo suportar a falta de atenção do caixa privado do Estado Ceará deixando-nos naquela espera imensa. Consegui uma sintonia e várias pessoas se manifestaram em voz alta indicando que também estavam indignadas ao que retruquei lhes pedindo que não se esquecessem se dirigir à Ouvidoria do Estado do Ceará para registrar uma reclamação contra péssimo atendimento do Caixa Privado do Estado do Ceará que ficou no lugar do nosso Banco do Estado do Ceará. Eu mesmo fiz esta reclamação junto à Ouvidoria do Estado do Ceará, mas descrente de alguma atitude também registrei uma queixa no Banco Central na Ouvidoria do Munício de Sobral, onde moro.

Em tempo observo que também dirigi-me ao gerente do Banco que adentrou o local de retorno do almoço uma hora dentro do tempo que fiquei esperando e ele me disse que nada podia fazer pois havia uma excesso de demanda que o banco não suportava e nem tinha meios para atender. Ao sair, depois de perder 3 horas e 10 minutos para apenas registrar que eu estava vivo, identificar-me permitindo que uma funcionário registrasse o fato num relatório, pedi que a funcionária registrasse na minha senha a hora do atendimento para comprovar as 3 horas de tempo perdido para fazer algo tão bobo e tão simples coisa que ela recusou dizendo que o gerente não o permitir. Voltei então a falar com o gerente que também se recusou a fazer o registro do tempo dizendo-me que não era política do Caixa Privado do Governo do Estado Ceará fazer este tipo de comprovação que, entendo, era um direito meu, e alias, é por esta razão que não perdi tempo dirigindo-me a à Ouvidoria do Bradesco uma vez que ela certamente ficaria coerente com a política do banco, e assim fiz o registro da insolência no Banco Central, na Ouvidoria do Munício de Sobral que já me respondeu dizendo-me que nada tinha o que ver com a coisa, mesmo eu sendo um cidadão de Sobral e estar sendo mal tratado por um serviço operando na cidade. Fiz o registro da reclamação na Ouvidoria do Estado do Ceará que não deu-me nenhuma resposta.

Ontem, e agora já passados 15 dias da insolência, recebi um telefonema automático do Bradesco perguntando-me se eu tinha alguma razão para estar insatisfeito com os serviços do Caixa Privado do Governo do Estado do Ceará, o Bradesco, que tomou o lugar do nosso valoroso Banco do Estado do Ceará, eu tinha a opção (1) sim (2) não tendo selecionado (1), porque estou sim, insatisfeito com a privatização do Caixa do Estado do Ceará e não consigo ver nenhuma razão pela qual o Estado do Ceará teria dado uma mãozinha para que o Bradesco ficasse mais rico às custas do cidadãos cearenses. A próxima pergunta se referia à minha ida ao Banco Central com a reclamação que tinha três opções (1) tinha ido à ouvidoria do Bradesco, sem resultado, (2) outra que não me lembro, e (3) não confiava no Bradesco que foi a opção que escolhi, e observem, o sistema automatizado de melhoria dos serviços do Caixa Privado do Estado do Ceará já tinha criado uma terceira opção bem a propósito,
desconfiança natural contra os péssimos serviços do Caixa Privado do Estado do Ceará, esta coisa chamada Bradesco.

fábrica de Cimento Votorantim de Sobral volta a atacar

Quarta-feira, 11 de julho de 2018, fábrica de Cimento Votorantim de Sobral volta a atacar

Tarcisio Praciano Pereira

No dia 11 de julho de 2018, 02:22, na madrugada, covardemente, a Fábrica de cimento da Votorantim, em Sobral voltou a atacar os pulmões dos habitantes da cidade de Sobral jogando espessa fumaça, em quantidade muito grande que o vento ajudava a espalhar sobre parte da cidade.

Como sempre as autoridades municipais assim como as autoridades estaduais do meio ambiente tem conhecimento claro deste atentado à saúde da população. É preciso não se esquecer dito nas eleições vindouras. Nós elegemos os administradores com a esperança de que eles estejam do nosso lado em defesa da nossa saúde e do nosso bem estar o que está longe de acontecer no tocante à Fábrica de cimento da Votorantim em Sobral.

Repetindo:

1. Quando: Quarta-feira, 11 de julho de 2018.
2. Em que hora: 02:22 quando fiz a observação e não sei por quanto tempo durou o ataque.
3. Onde: em Sobral na zona norte do Estado do Ceará
4. Quem: quem nos ataca é a Fábrica de cimento da Votorantim em Sobral
5. O que? Uma fumaça espessa, em grande quantidade jogada pela chaminé se espalhando sobre a cidade na madrugada, quando as sobralenses estão dormindo. Covardia!
6. Quem permite: o governo municipal de Sobral, e a secretaria de meio ambiente do Estado do Ceará

Os riscos da poluição

Uxbridge, Canada – A poluição, e não as doenças endêmicas comuns, é o maior fator de mortandade no mundo. A poluição já é responsável pela morte de 8.4 milhões de pessoas cada ano, é o que mostra uma nova análise. Desta forma a poluição mata três vezes mais do a malária e 14 vezes mais do do HIV/AID. Apesar disto a poluição recebe uma fração despresível do interesse geral da comunidade global. Passe uma folha de papel, uma toalha de papel, branca, leve húmida em qualquer móvel de sua casa e você pode ver, instantaneamente, o efeito maléfico da Fábrica de Cimento Votorantim de Sobral sobre os seus pulmões.

http://truth-out.org/news/item/24363-in-developing-world-pollution-kills-more-than-disease

fábrica de Cimento, Cimento Votorantim, Sobral, autoridades municipais, autoridades estaduais do meio ambiente, não esquecer disto nas eleições,


http://wp.me/psvm-1YD

As fotos são antigas, de 2005, e foram tomadas durante o dia quando a Vototorantim tem mais cuidado e joga porcaria de leve sobre a cidade para não permitir o registro fotográfico, mas o problema é o mesmo, há 11 anos, a Fábrica de cimento da Votorantim, em Sobral, covardemente, nas madrugadas, lança poluição pelas chaminés quando a população à volta está dormindo.
Mas a secretaria de meio ambiente, se quisesse, poderia verificar horário, quantidade de lixo emitido, tipo de lixo, com uma simples visita técnica de inspecção estimulada pela presente denúncia.

I need you today, eu preciso de você hoje, disse Martin Luther King

I Need You, Today

Eu preciso de você hoje!

E peços desculpas por fazer um plágio, sim é uma cópia adulterada dum clamor dirigido ao povo americano de que em parte guardei trechos, até porque muitos precisam, para acreditar que devam reagir, do uso de exemplo alheio e então isto indo buscar este exemplo alheio para confundir aqueles que pensam que devem continuar de braços cruzados.

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When “following the law” by tearing apart families is promoted as a “biblical” value, when African Americans are twice as likely as whites to have zero (or negative) net worth, when 2.2 million Americans do not have health care because they live in a state that did not vote for Medicaid expansion; I urgently ask you to join me today in renewing your commitment to this Fellowship for peace and reconciliation.

Quando “seguir a lei” separando membros de famílias é apresentado como um valor “bíblico”, quando brasileiros de origem africana tem o dôbro da possibilidade de serem considerados como zero ou negativos comparados com os seus compatriotas ditos brancos, quando milhões de brasileiros estão sendo espoliados no mercado escravagista do trabalho ou cortados de qualquer que seja o apoio de assistência médica e isto pelo voto daqueles que eles pensam que elegeram e sob as vistas grossas dum conjunto de “juizes” quase todos envolvidos em ações corruptas, um deles é dono dum instituto jurídico mantido ilegalmente com dinheiro público e quando um jornalista ousa lhe perguntar quem pagou a viagem ele lhe dá uma resposta que apenas podemos esperar de moleques, outro é um advogado de banco e está sempre disponível para defender os interesses do banco que é cliente do seu escritório de advocacia, outro foi nomeado pelo golpe além do que é conhecido como advogado de bandidos, outra tem membros de sua família envolvidos com a GloGolpe, outro tem um património imobiliário incompatível com a soma de todos os salário que porvetura tenha recebido, e os demais são cúmplices deste, no mínimo, então como reza a Carta de Independência do país que o juizeco de Curitiba preza, “quando uma longa
cadéia de abusos e violências tendo como meta invariável o objetivo de reduzí-
la ao mais absoluto despotismo, é o seu direito, é o seu dever, derrubar um tal
governo e assim garantir novos gardiões para o seu futuro e sua segurança.”, é então o nosso dever, a nossa obrigação, o nosso direito, derrubar os canalhas enfiados no poder para instituir um novo governo que nos garanta o respeito à Constituição.

We are a grassroots movement, organizing activists across the country to engage deeply in the work of reparations, civil disobedience, and The Poor People’s Campaign. Our unique interfaith presence ensures that Buddhists, Christians, Muslims, Jews, Baha’is, and those of other faith traditions, work together toward that beloved community where differences are respected, conflicts are addressed nonviolently, and oppressive structures are dismantled.

Nós somos um movimento de base, ativistas espalhados no Brasil inteiro, infelizmente divididos em grupúsculos que sempre pensam, cada um deles, que têm uma visão mais acertada e avançada do que os outros, mas enfim aos poucos estamos nos unindo, budistas, negros, brancos, cristãos, mulsumanos, judeus, ubandistas, enfim cidadãos no berro comum pela liberdade do prisioneiro político, Luís Inácio Lula da Silva, que neste momento nos representa a nós todos até porque tem a seu favor várias conquistas libertadoras para o nosso povo que listar aqui apenas transformaria este lamento num manifesto, é o noss direito, é o nosso dever, derrubar um tal governo e assim garantir novos gardiões para o nosso futuro e pela nossa segurança, é então o nosso dever, a nossa obrigação, o nosso direito, derrubar os canalhas enfiados no poder para instituir um novo governo que nos garanta o respeito à Constituição.

In the words of Martin Luther King, Jr., “We are now faced with the fact that tomorrow is today. We are confronted with the fierce urgency of now. In this unfolding conundrum of life and history, there is such a thing as being too late. This is no time for apathy or complacency. This is a time for vigorous and positive action.”

Podemos até lembrar as palavras do pastor negro, Martin Luther King, assinados pelos país, avós, tios dos que agora se encontram no poder. Dizia MLK que o amanhã é hoje e que há uma urgência de confrontarmos a injustiça e que já não há mais tempo para apatia ou complacência. E muito menos para esperarmos sentados, apáticos, crentes por uma votação pífia que possivelmente será levada ao cenário do teatro onde mascarados dum carnaval fora de época, vestidos de mordomos de filmes de terror, desfilando em fila indiana se vão reunir para possivelmente mais uma vez nos demosntrar o escârnio que ele pensam que merecemos. Então o amanhã é hoje e que há uma urgência de confrontarmos a injustiça e que já não há mais tempo para apatia ou complacência.

I need you today

I need you today

Violência sadomasoquista típica de ditaduras

por Tarcisio Praciano-Pereira

Eu sou um aposentado, professor aposentado da Universidade Estadual Vale do Acaraú e como tal inexistente. Mais de uma vez os vigilantes dum dos Campus da UeVA manifestaram estranheira do meu direito de ir e vir dentro do Campus.

Primeiro que tudo se trata de ignorância de direitos dum cidadão muito possivelmente inspirado e instigado pelas assim chamadas “autoridades universitárias” coisa que tais autoridades deveriam se inspirar numa anedota atribuída a São Francisco, o criador da ordem dos franciscanos.

Se diz que um dia um noviço passando pelos corredores do claustro, se depara com o santo lavando um dos corredores e espantado reclama como, ele, o mestre, estava fazendo aquele serviço tão rude.

Simples e claro o o santo teria respondido, “ego sum servum servorum Dei”, “eu sou o servo dos servos de Deus” querendo com isto dizer que ele, o fundador da ordem, o dirigente geral dos franciscanos, tinha como princípio estar a serviço de todos os servidores de Deus.

Eis um princípio que vemos faltar nos nossos governantes. A grande maioria deles pensa que é um príncipe. A altivez, é uma marca comum daqueles que nos governam. É comum o governador dizer que somente fala com deputados, quando afinal é o nosso mais importante servidor e deveria, humildemente, comparecer à praça pública, de quando em vez, para ouvir daqueles que, pelo princípio constitucional, já que que o princípio moral ditado por São Francisco de Assis talvez esteja caduco, pelo princípio constitucional o governador governa a partir dos nossos anseios e por nossos anseios.

Vale o mesmo para os reitores das Universidades que se escondem por trás dum adjetivo caduco, magnífico, o que certamente os faz pensarem que são um seres aparte e mais importantes do que os demais e na verdade são apenas servos dos cidadãos envolvidos na universidade e nada tem de magnífico a não ser a denominação fora de época mas ainda em uso. Vale o mesmo para juízes e ou delegados que exigem ser chamados de sua excelência e novamente aqui eles nada são do que servidores que deveriam sentir a responsabilidade de bem atender e com prestitude ao cidadão que deles precisar.

Em particular num dos campus da UeVA a Universidade Estadual divide um campus com o Instituto Federal do Ceará e aqui eu tenho sofrido algumas restrições que eu caracterizaria como imorais e típicas do momento ditatorial que estamos vivendo. Neste campus em que se encontram duas entidades públicas e portanto o campus é um espaço público, eu sou visto duplamente como uma esquisitice: não sou da UeVA e não sou do IFCE. Mas eu sou um cidadão que tem o direito de ir e vir e ser respeitado cuidadosamente desde que esteja dentro da lei sobre o qual não pode haver dúvida de que eu esteja.

Não é somente o meu caso, embora eu vá a fundo na luta pelo meu direito. Eu já presenciei o absurdo de um dos vigilantes da UeVA tenha feito voltar a atrás um do aluno do IFCE porque, por volta das 22:00 horas ele caminhava se aproximando dum dos portões reconhecido como “portão da UeVA” porque ele deveria sair do campus pelo portão do IFCe. Eu decidi-me a fazer este protesto, inicialmente pacífico, mas não tenham dúvidas de que eu vou reagir à altura da violência pela qual passei hoje, quando, tentando sair pelo portão do IFCe a vigilante me advertiu, observe bem, não
me dirigiu um observação educada, como deveria, me advertiu de que eu deveria ter escolhido o portão da UeVA para sair. Observem bem a situação grotesca em que eu me encontrei, e vou fazer chegar este texto aos ouvidores de ambas as instituições na esperança de que os sadomasoquismos aqui caracterizados sejam sanados e corrigidos, no meu caso hoje, eu tinha o carro estacionado perto do assim chamado “portão da UeVA” que se encontrava fechado e pude ver quando me dirigi ao outro portão que o “vigilante da UeVA” estava numa conversa em um dos espaços do IFCE com alguém que pude identificar como “vigilante do IFCE”. Não parei o carro e simplesmente me dirigi ao outro portão que encontrei fechado, mas sem cadeado. Desci do carro e fui abrir o portão para sair e pretendia deixá-lo fechado da mesma forma depois de passar, quando fui “advertido” pela vigilante de que estava me dirigindo ao portão errado. Uma grosseria desnecessária dirigida a um cidadão que estava encerrado naquele espaço e, tardiamente, tentava sair.

Eu nem mesmo tentaria justificar ou defender o meu direito a usar o espaço destas duas instituições porque me parece despropositado fazê-lo, é um direito que tenho como cidadão, o de ir e vir, e neste caso, tardiamente me retirava quando o portão já estava fechado e como não poderia mesmo ficar encerrado lá dentro o lógico é que me fosse aberto o portão para que eu me retirasse com a óbvia e possível necessidade de que eu explicasse o meu atraso na saída, se parecesse assim necessário.
à vigilante o que eu faria sem discutir, embora aqui também me pareça que haja uma falha apenas reconheço que, considerada a extensiva corrupção que nos rodeia, é natural se pensar que sair tarde pudesse representar uma tentativa de roubo do patrimônio público. Mas neste caso acredito que se tratou apenas dum abuso de autoridade que não posso aceitar.

Tempos sombrios estes que vivemos em que os direitos se encontram permanentemente sendo postos em questão. Terrível que reitores queiram ser chamados de magníficos, que juízes dum tribunal superior queiram ser chamados de ministros e serem tratados de suas excelências quando ultimamente tem se comportado mesmo como canalhas.

Pacistão ou Libertidistão e vale para o Bralistão.

Estou traduzindo um texto em que o autor descreve o Pacistão mas que ao terminar confessa de que está falando dos Estados Unidos da América do Norte e cabe como um luva no Brasilistão dominado pelos canalhas do STF, STJ, CNJ e seus cúmplices instalados no Congresso todos monitorados pelo criminoso espião da C.I.A. instalado como se fosse um juiz em Kúritiba.

Segue a tradução, mas se você quiser ler o original eu vou publicar a tradução entremeando os parágrafos em inglẽs.

Não deixe passar este alerta. Um país está no ponto de ser destruído e o seu povo necessita do seu auxílio e aqui está uma sinópse da tragédia:

Please don’t skip this alert.
A country is on the brink of catastrophe. And its people desperately need our help.
Here’s a synopsis of the tragedy unfolding as we speak:

1) Uma parcela dos seus mais ricos habitantes está gastando bilhões para instalar marionetes nos postos de serviços, desde vereadores até os mais altos níveis de governo o que incluí o presidente do país (como aqui com o famigerado vampirão) para fazer a coplagem entre a classe-de-uber-ricos e que se dane a grande maioria dos outros.

1) A few of the country’s richest inhabitants are spending billions to install political puppets in office — from city councils up to the highest levels of government, even the country’s president — who will do the bidding of the wealthy uber-class, the overwhelming majority of the populace be damned.

2) A tradição nacional de eleições democráticas (que afinal tivemos no Brasil por um curto período) está sendo destruída no caminho da plutocratização do país.
2) The nation’s proud tradition of democratic elections is eroding as the country lurches toward plutocracy.

3) Coorporações multinacionais podem gastar o que quiserem para adquirir “políticos” (entre aspas porque eu sou político e não entendendo que estes canalhas que estão destuindo o nosso país merecessem ser chamados de políticos) como eu traduzia, elas podem gastar o que quiserem para atrelar como marionetes “políticos” para estabelecer o cíclo vicioso para lhes garantir mais poder e corrupção.
3) Multinational corporations can spend as much as they want pushing politicians and policies that will make them even more profitable, creating a feedback loop of corporate corruption leading to more corporate power leading to more corporate corruption and on and on and on and on.

4) Candidatos a “políticos” (entre aspas porque eu sou político e não entendendo que estes canalhas que estão destuindo o nosso país merecessem ser chamados de políticos), como eu traduzia, candidatos a “políticos” criam grupos fantasmas para gastar quantias ilimitadas de dinheiro com que atacam seus oponentes e eles tem inclusive o direito de manter segredo sobre quem são os bilionários e grandes empresas que os estão financiando.
4) Political candidates create shadowy groups to spend unlimited money attacking their opponents, and these groups don’t even have to disclose which billionaires and Big Businesses are funding them.

5) E pasmem, a coincidência do Pacistão com o Brasilistão neste ponto, os juizes instalados nas mais altas cortes é quem vêm facilitando esta corrupção destruindo a legislação centanária (a nossa não é tão vetusta, mas é um Constituição respeitável que os canalhas togados estão destruindo) e eu traduzia, os juizes estão facilitando a sujeira destruindo as leis que controlam as eleições.
5) Judges on the country’s highest court have facilitated this corruption with rulings overturning a century of protections against control of elections by the elite.

A nação está sob o controle de quem fala bobagens, de quem estufa o peito e falsos populistas já agravados com crimes de nepotismo, narcisismo e degradação erótica. Esta pobre nação poderia ser chamada de Brasilistão (PACistan) mas você a conhece como Estados Unidos do Brasil e eu, sinceramente, gostaria de estar exagerando.

The nation is led by a say-anything, self-aggrandizing faux populist leader guilty of nepotism, narcissism and nativism. This besieged nation’s nickname could be PACistan. But you know it as the United States of America. And I sincerely wish I were exaggerating.

E assina, Robert Weissman, President, Public Citizen, pelo PACistan e eu, Tarcisio Praciano-Pereira, pelo Brasilistão