O Doomsday Clock está a 100 segundos da meia noite!

Today, scientists moved the Doomsday Clock closer to midnight than ever before, thanks to the mortal perils of climate crisis and nuclear weapons. The clock, which was created in the wake of World War II to measure the most dire threats to humanity, is now at 100 seconds to midnight.

Hoje os cientistas que controlam o Doomsday Clock moveram o ponteiro dos minutos para 23:58:40 quer dizer a 100 segundos de meia noite. O relógio foi criado ao final da Segunda Gerra Mundial para medir os riscos que Humanidade corre com semântica de a meia noite é o momeno crítico a ser evitado. Como num filme de terror, mas vivemos desde o fim da segunda gerra mundial num claro filme de terror entre “potências” dominadas pela gang industrial-militar (modificando a forma educada como Dwight David “Ike” Eisenhower criou a expressão).

This announcement should shake us to our core — and then jolt us into action.

Este anuncio nos deveria deixar-nos alarmados. O problema é que nos acostumamos com o terror e até tem gente que se diverte rodando vídeos games de guerra alguns dos quais simulam numa autêntica sessão de sadomasoquismo, uma proximidade cruel de guerra atômica guerra da qual ninguém, nesmo os membros da gang industrial-militar, escaparia.

But how do we act in the face of the deadliest-yet threats to the survival of our species? In the statement accompanying their Doomsday Clock announcement, world-renowned scientists plead for nuclear disarmament, multilateral diplomacy, and a full-on confrontation of the climate emergency. But they also include a recommendation that’s a little different, and caught my eye as a journalist: They call on the people of the world to “unmask social media disinformation.” They call on us to “insist on facts, and discount nonsense.”

Porém como reagir frente aos riscos mortais de sobrevivência da nossa espécie? Ao mover o ponteiro os responsáveis pelo Relógio Doomsday Clock fizeram um anúncio justificando a atualização do ponteiro dos minutos do relógio. Quem se ocupa do relógio são os editores do Bulletin of the Atomic Scientists que é um grupo de cientístas de renome mundial e ao fazer o movimento eles estão pedindo que se faça um desarmamento multilateral das armas núcleares junto com uma completa confontração com os risco que a emergência do clima nos impõe. Mas ele fizeram uma referência nada usual: Pedem que a população do Mundo “retire as máscaras de desinformação da mídia” que “insistamos com os fatos descontando as idiotices”. Eu sei que “nonsens” em inglês é menos forte que idiotice, mas foi minha opção de escolher esta tradução, da mesma forma como traduzo de forma crua e nada delicada aquilo que Eisenhower chamou de “complexo industrial-militar” que prefiro traduzir por “gang industrial militar”.

Insist on facts. Discount nonsense. These may seem like simple demands. But at a time when the most powerful human in the world is helming a disinformation campaign of mindblowing proportions, “insisting on facts” is not just common sense. It is an act of courageous resistance.

Insistir nos fatos, descontar a desinformação, parecem ser dois requesitos simples. Porém quando o cara mais poderoso do mundo gera, pessoalmente, uma campanha colossal de desinformação, “insistir nos fatos” não é um ato comum, se transforma num ato de coragem.

Even her name was erased as a slave woman

In 1619, a Black woman was the first enslaved African documented in America. They called her Angela. She survived war and capture in West Africa, a hundred mile forced march to the shore, the Middle Passage, and a pirate battle at sea, only to arrive in the colony of Virginia and have her name stolen too.1 Angela, first recorded as ‘Angelo a Negar,’ was taken from Angola and we don’t know much else about her.2 But we do know that from the moment she took her first step on this stolen land, the dream of Black freedom was born.

It’s been 400 years and Black women are still leading the fight for freedom. America has yet to contend with the legacy of slavery or offer reparations—but Black women aren’t waiting on America. And neither is Color Of Change. We’ve been building Black political power in a way that centers Black women in everything we do. Every campaign we win, event we hold, or narrative we shift is the result of Black women refusing to wait.

From bailing Black mamas out of jail and ending the money bail industry, to organizing Black women into political office and hosting Black Women’s Brunches—none of Color Of Change’s brilliant work, led by Black women for Black freedom, would be possible without the contributions of Color Of Change members. We are in a crucial moment to leverage our resources as a community and invest in the longevity of independent Black organizations. Can you help?

Much has changed since 1619 but for the past 400 years, Black people have been resisting the exploitation of their bodies for wealth—through labor and economic exploitation, appropriation and misrepresentation of our culture in media, and mass incarceration.

Institutions like the Cotton Exchange in New York City drove the American economy during slavery and it is still financial institutions and major industries like Wall St, Hollywood, the prison industrial complex, bail insurance companies, and private equity firms that profit the most from the exploitation of Black bodies. Relying on these same institutions to sustain our movements won’t get us free. That’s why Color Of Change doesn’t take any financial contributions from corporations. The donations of our members fuel our collective work to dismantle white supremacy.

Black women have never held our breath waiting for America to address the legacy of slavery. We’ve held down our families and entire communities. Color Of Change has supported Black women protesting in the streets, holding District Attorney’s accountable, fighting for the right to wear our hair naturally, and across so many more issues that are important to US. Despite centuries of violent oppression Black people have got each other, always have, and always will. Let’s claim this anniversary to celebrate the resilience of our people and 400 years of daring to dream of freedom in the face of unprecedented oppression

Until justice is real, 

–Clarise, Rashad, Arisha, Scott, Erika, Malachi, Marybeth, Marena, Madison, Leonard, Tamar, and the rest of the Color Of Change team

Diferença entre uma empresa pública e uma privada

No Brasil tomado pelo golpe ainda podemos ter alegrias quando encontramos um serviço público funcionando bem. Este mes eu errei
e paguei em dobro a conta de água à CAGECE, a Companhia de água e saneamento do Estado do Ceará. Quando eu me dei conta, entrei em contacto por telefone e fui super bem atendido, de noite, 23:00 quando o atendente me informou que eu não precisaria fazer nada porque a CAGECE iria identificar o pagamento feito em dobro e deduziria dele a minha próxima conta.

Até fiquei em dúvida e pedi que ele verificasse a conta, ele me pediu o número do registro do medidor, e em questão de segundos estava ele me dizendo que estava registrado o pagamento em dobro. Eu poderia pedir a devolução num cheque ou deixar para abater da próxima conta.

Foi a CAGECE, a companhia estatal de água e saneamento do Estado do Ceará.

Apenas para comparar, eu passei um ano pagando em dobro à privada telefônica que robou a Teleceará, que era a companhia telefônica do Estado do Ceará. Um ano de pagamento em dobro. Quando me dei contas deu um trabalho miserável para conseguir que ela me devolvesse. Quando reconheceu o erro, e vejam a diferença, a CAGECE já registrou o pagamento em dobro do mes de Agosto, sem que tivesse feito nada, apenas eu entrei em contacto para ficar sabendo que ela já tinha descoberto o pagamento em dobro. A Telemar, mesmo eu tendo feito a reclamação, primeiro tentou desconhecer os pagamentos feitos em dobro durante um ano inteiro e depois queria devolver-me em suaves prestações descontadas na conta telefônica. Foi necessário muito trabalho junto a ANATEL para que finalmente a Telemar me devolvesse, de uma unica vez, o montante recibido a mais como era o meu direito receber.

Uma, CAGECE, uma empresa pública da água do Ceará, a outra uma Privada que se apoderou da nossa empresa pública de telefones do Ceará. Fica o registro para aqueles que insistem em que as privativasões servem para alguma coisa que não sejam os banqueiros ficarem mais ricos.

Viva a empresa pública de água do Ceará.

Houve um crime contra a Constituição

Houve um crime contra a Constituição
Tarcisio Praciano-Pereira

Não pode haver mais dúvidas, e temos as provas, houve um crime contra a Constituição!

Os criminosos se encontram refestelados no poder, no Judiciário, no STF, STJ e nos tribunais que destes se derivam como STE e CNJ, estão no poder Executivo e no Legislativo, fazem parte da gangue dos banksters e dominam posições chave dentro das associações comerciais e industriais são os que formam o famigerado “1%” indivíduos egoístas e burros porque não conseguem compreender que é numa sociedade organizada e bem estruturada em que todos têm direitos e obrigações sem que ninguém fique excluído, que todos podemos viver bem e os 12 anos de governo do PT foram um exemplo disto com prosperidade para todos inclusive para o famigerado “1%” que apenas agora está querendo tudo!

Os criminosos são burros, ignorantes mesmo, porque não conseguem entender que a violência latente na sociedade é produto da extrema concentração de riqueza que nos leva todos a viver mal. Hoje não podemos circular a pé ou de bicicleta porque aqueles que se encontram na extrema miséria se tornaram nossos inimigos e pretende ver em cada um de nós que tem mais do que eles uma presa própria da selvageria em que a Sociedade dos egoistas nos colocou a todos. E sendo menos burro e egoísta dá para olhar para trás e reconhecer que os 12 anos de governo do PT foram um exemplo disto com prosperidade para todos inclusive para o famigerado “1%” que apenas agora está querendo tudo!

Eu não sou petista, embora tenha apoiado seguidamente os governos do PT desde a fundação deste partido, exatamente porque não sou burro e sempre entendi que somente posso viver bem se não houver excluídos na Sociedade e portanto eu não esteja vivendo numa selva urbana em que o meu semelhante seja um inimigo e eu uma presa potencial. Quem que tenha vivido, ou visitado algum país desenvolvido de forma menos idiota do aquela que é própria dos turistas deve ter observado que onde existir menos desigualdade social é onde se vive melhor e Portugal é um bom exemplo disto porque se não é a sociedade ideal, pelo menos lá existe uma relativa igualdade social que faz dos portugueses todos cidadãos de uma mesma nação. Portugal pode e deve melhorar, ainda está longe do ideal. A Suécia, não a Suécia de hoje em que diariamente acontecem crimes contra idosos, contra crianças, contra as mulheres, contra os não brancos que lá vivem e onde existem três bairros em Estocolmo onde não entram nem a polícia, nem os bombeiros e nem as ambulâncias porque eles se encontram sitiados por drogados e traficantes. Penso na Suécia dos anos 70 onde vivi e onde concluí o meu doutorado em Matemática quando eu andava de bicicleta 365 dias por ano, usava uma bicicleta dupla que nos fins de semana era o veículo de transporte para o lazer da família em que íamos nela eu e minha esposa e mais dois garotos em cadeiras. Havia mais um garoto que nos seguia em sua própria bicicleta, e desta forma passeia vamos pela cidade toda, em Upsala, íamos juntos para um clube municipal ou simples passeia vamos pelos bosques da cidade. Na década de 70 a Suécia lembraria Portugal dos dias de hoje, era mais justa e com menos desigualdade social, uma desigualdade social que se instalou no país em consequência de terem abandonado a Social Democracia apelando para o Neo Liberalismo: as escola pública foram privatizadas, os Correios, o sistema telefônico, a Estrada de Ferro também o foram numa privatização branca, escondida. Se instalou uma violenta desigualdade social na Suécia que em parte foi seguida pela Dinamarca, Finlândia e Noruega. Hoje os suecos sentem que foi um erro e começam a pensar no retorno aos tempos bons.

A burrice instalada entre o “1%” que detém o poder no Brasil nos levou a este golpe imundo que em 3 anos já destruiu quase por completo o estado de bem estar que nós havíamos construído ao longo de décadas, começou com Getúlio Vargas que instituiu a Previdência Social e eu ainda me lembro dum diálogo com meu, num certo dia em que na casa de frente à nossa havia morrido o pai dum garoto que era meu colega de rua, quando perguntei ao meu “e se tu morreres, como ficamos?” e me lembro da resposta, “não vai ter nenhum problema porque o Instituto de Previdência dos Marítimos, o IAPM, criado por Getúlio, vai pagar a tua mãe quase a mesma coisa que eu ganho, vocês estarão amparados!” E desde a época do Getúlio que temos uma Previdência que foi sendo reformada mas que segue firme e forte e que nos garante a quase todos uma segurança social, esta mesma segurança social que os golpistas querem nos roubar para transforma na mentira que eles tentam passar da “capitalização” que é um jogo econômico, uma espécie de loteria em que somente ganham os que estão do lado de dentro, os banisteras.

Houve um golpe, houve um crime, nós sabemos a lista extensa dos criminosos e temos que lhes propor um pacto para sairmos deste golpe imundo. Eles tem o poder mas eles já devem ter começado a ver que foi um erro propor a destruição do Estado porque a matança nas ruas aumentou assustadoramente e no momento atingi os negros, os menos protegidos mas ela iria se propagar como uma doença infecciosa para uma extensão muito maior da população se os golpistas conseguissem liberar o uso de armas para quem as pudesse comprar. O roubo de armas faria que elas chegassem às mãos de muito mais gente e a pobreza armada iria se defender de uma forma nada mais do que legítima, quem nada tem adquire o direito de rouba de quem tem alguma coisa e assim todos nós aos poucos estaríamos na mira dos despossuídos em seu direito natural se apropriar daquilo que lhes faltasse. E como funciona a selva, cedinho de manhã, quando o sol se levanta, uma corça se acorda e ela sabem que se não correr mais rápido que o mais rápido dos leões, ela vai virar pasto de leão. Toda a manhã um leão se acorda quando o sol se levanta, um leão se acorda e sabe que se ele não correr mais rápido que a mais lenta das corças vai lhe sobrar um dia de fome. Então, não interessa se você é uma corça ou um leão, quando o sol aparecer, saia correndo. É assim na selva, á assim que os golpistas queriam transforma a sociedade em que vivemos, uma selva de pedra em que em cada esquina menos iluminada cada um de nós se poderia transforma num presa e não seria dum leão, mas dum nosso semelhante faminto.

“Every morning in Africa, a gazelle wakes up. It knows it must run faster than the fastest lion or it will be killed. Every morning a lion wakes up. It knows it must outrun the slowest gazelle or it will starve to death. It doesn’t matter whether you are a lion or a gazelle: when the sun comes up, you’d better be running.”

Houve um golpe, houve um crime, nós sabemos a lista extensa dos criminosos e temos que lhes propor um pacto para sairmos deste golpe imundo. E eu já fiz esta proposta que agora estou reiterando. Vocês são criminosos, os membros do STF, do STJ, do STE, da CNJ, das Federações de Industria e Comércio, muito dos que se encontram ilegitimamente no Congresso porque lá chegaram pela via das eleições fraudadas agora em 2018 mas também em anos anteriores. Tem senador que é milionário e que enriqueceu com a privataria tucana quando engoliu a companhia telefônica que era nossa, ficou com parte dos lucros na venda da companhia de energia elétrica que era nossa, fora outras roubalheiras de que sempre viveu, porque já dizia São João Crisóstomo, “todo rico é ladrão”. Mas houve um golpe, houve um crime, nós sabemos a lista extensa dos criminosos e temos que lhes propor um pacto para sairmos deste golpe imundo. Que nos devolvam a democracia, sem condições, que anulem o item imundo do golpe que foi tirar a Presidente Dilma e que ela retorne para reorganizar o país, chamar eleições gerais que devem se caracterizar como “constituintes” para que nós retomemos a Constituição Cidadã com algumas pequenas reformas entre as quais (1) redefinir o papel das chamadas forças armadas deixando bem claro se trata de uma instituição do Estado em que trabalham servidores públicos sem o adjetivo desnecessário “militares” e que devem se enquadrar no regime comum de todos os servidores públicos da União, (2) redefinir o judiciário que como qualquer outra parte do serviço público a entrada deve se dar por concurso público desde a 1ª instância até a última, concurso público de provas e títulos com uma exigência escalonada para que no STF sentem apenas juristas renomados e de preferência professores titulares de Universidades onde já terão sido testados do ponto de vista de conhecimento jurídico para evitar que tenhamos a devassidão que se espalha pelos tribunais, pelo STF, STJ. (3) Qualquer outra reforma que um Congresso Constituinte considere adequando fazer na Constituição Cidadã mas que somente possa ser feita depois dum referendo popular devidamente divulgado e amplamente discutido com a população para finalmente criar um mecanismo mais rigoroso e seguro para outras reformas constitucionais.

Houve um golpe, houve um crime, nós sabemos a lista extensa dos criminosos e temos que lhes propor um pacto para sairmos deste golpe imundo e um pacto tem de ser proposta para que os criminosos cedam e nos devolvam a democracia sem precisamos sair para uma luta sangrenta e revolucionária que é um direito nosso, como nos ensina a carta de independência dos Estados Unidos da América do Norte que alguns reverenciam e pretendem dizer que seguem mas escolhem em geral a pior parte, mas diz a carta de independência dos Estados Unidos da América do Norte “
A prudência, de fato, mostra que Governos estabelecidos há muito tempo
não devem ser substituídos em função de causas passageiras ou superficiais;
ainda de acordo com o que a experiência nos mostrou, a humanidade está mais
disposta a sofrer, a um ponto próximo do insuportável, do que se levantar para
eliminar a situação a que ela se encontra acostumada. Porém, quando uma longa
cadeia de abusos e violências tendo como meta invariável o objetivo de reduzi-
la ao mais absoluto despotismo, é o seu direito, é o seu dever, derrubar um tal
governo e assim garantir novos guardiões para o seu futuro e sua segurança.

  • Declaração da Independência (dos EUA).
    portanto, respaldados na Declaração da Independência (dos EUA) temos “o direito e o dever de derrubar um tal
    governo e assim garantir novos guardiões para o seu futuro e sua segurança.”

Em troca poderemos lhes garantir penas mais suáveis.

Traidores e burros

Tarcisio Praciano-Pereira

NÃO DIVULGAR #Greve14J #GreveGeral14JNÃO DIVULGAR PORQUE O ministro PROIBIU! NÃO DIVULGAR #Greve14J #GreveGeral14JNÃO DIVULGAR

Os juízes do STF destruirão a economia brasileira com a decisão infame de permitir a venda das empresas brasileiras sem autorização co Congresso.

São burros, porque não entendem que um país, o nosso país, é uma holding, que no economês significa uma super-empresa que é dona de várias outras empresas. O Brasil é dono do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, da Petrobras, da EMBRAPA, dos Correios, da Embraer (era dono da Embraer até que outro traidor da Pátria doou a Embraer para uma empresa pública americana). Enfim o Brasil, como uma grande empresa é dono de outras empresas, algumas empresas algumas das quais são fins lucrativos como é o caso do MEC, da maioria dos ministérios, que também são empresas, apenas sem fins lucrativos, como também é o caso do SUS, da INSS, das Universidades. Outras têm fins lucrativos, mas limitados, porque o seu principal objetivo é oferecer à cidadania um serviço de qualidade e com segurança, mas elas precisam se sustentar porque têm custos, têm que sustentar os seus funcionários e tem que devolver algum rendimento ao governo que desta forma pode reduzir os impostos que são a forma como nós sustentamos a máquina pública.
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E foi isto que fez de Luís Inácio Lula da Silva o gigante da economia que é hoje estudado nas universidades Mundo afora como um exemplo de economia que saiu do figurino imposto pelo sistema financeiro que é representado pelo FMI e pelo Banco Mundial. Eles não conseguiram entender que quando todos os países chamados desenvolvidos estavam dentro duma crise financeira imensa, o Brasil, assim como a China emergiam silenciosamente mas a passo firme a ponto de que o governo Brasileiro, e considero que isto foi um dos erros do governo do PT sanou a dívida com FMI terminando por se tornar credor do mesmo. Considero que foi um erro porque há anos existe um movimento cidadão, a “Auditoria cidadã da Dívida” que foi iniciado pelo jornalista Hélio Fernandes e que morreu sem ver a auditoria ser executada. Hélio Fernandes dizia que não havia dívida e nós sabemos e muitos economista também o dizem e sabem que não havia dívida e sim um truque contábil para extorquir do povo brasileiro um aluguel injusto. Eles são burros e não entendem isto que Lula entendeu e pôs em prática. Agora eles de forma antipatriótica e burra assumem para si o direito que não consigo ver de onde saiu a justificativa uma vez que o STF existe para proteger a Constituição e não para legislar em matéria econômica. Aliás, o STF não é uma casa legislativa, é apenas e tão somente o guardião da Constituição e lhe cabe apenas verificar se em algum ponto a Constituição estiver sendo ferida. Fora disto extrapola suas funções e comete um crime de abuso de poder, como foi o caso.

São burros porque não entendem que com destruição da “galinha dos ovos de ouro” da economia do Estado, estão destruindo a economia do Brasil e longo prazo eles perderão os salários monstruosos que recebem além das refeições de lords dum reino que eles pensam existir e do qual eles são os, pensam que são, os cortesãos do reino. Vai faltar dinheiro no caixa do governo e com a burrice deles vai minguar a grana da corte assim como vai faltar dinheiro para sustentar os inúteis e perigosos militares com seus brinquedinhos duma guerra antiga, os canhões, os tanques, os submarinos, os porta-aviões, os fuzis, as metralhadoras, a vida boa nos quarteis com aquela fardinha ridícula que eles pensam que servem para confundi-los com arbustos no meio da selva, que ridículos os escoteiros verde-oliva.

São antipatriotas porque estão destruindo o vigor econômica desta holding que é o nosso país. Agora deixaram em aberto que as nossas companhias municipais de água possam ser vendidas, o que na prática significa leiloadas dentro das regras do capital vadio dominado pelos bankster e certamente com licitações fajutas definidas pelos próprios abutres financeiros que irão abocanhar as nossas riquezas.

Cabe-nos urgentemente derrubar esta ditadura implantada pela via das eleições fraudadas à distância pelo facebook, whatsapp estimuladas e dirigidas desde os Estados Unidos da América do Norte pelo escritório do infame Steve Bannon que foi magistralmente desmascarado pelo seu assessor computacional inglês cujo nome me falha neste momento. E aqui, novamente, antipatrioticamente e burramente, STF, STE, STJ foram os cúmplices da traição conta a nação brasileira porque a fraude eleitoral foi denunciada em tempo pela Folha de São Paulo e por muitos outros meios de comunicação. Foram cúmplices do crime e assim além de burros e antipatriotas são criminosos.

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O comportamento selvagemdos militares contra gente indefesa, covardes!

The Myanmar military has unleashed a new round of unspeakable war crimes – terrorizing the Rohingya people.


This is a horrifically brutal campaign led by an unrepentant military.


Families who survived the mass atrocities and remained in Myanmar are again facing terrible danger. But they have nowhere to go. They could be arrested, tortured or executed at anytime.


“We heard an explosion, soldiers started shooting. It kept going most of the night. When the sun rose, we fled. I want to go home but I’m afraid the same thing will happen again… no one can protect us from the military.”

A Rakhine woman from Buthidaung township.


No one can protect them as humanitarian aid and human rights groups including Amnesty International have been denied access to the state.


No one can tell their story as journalists covering the conflict are being silenced, with three already threatened with bogus criminal complaints.


But our research team have gone behind the lines and interviewed dozens of survivors, uncovering horrific crimes:

  • Civilians being fired at indiscriminately.
  • Villagers being subjected to forced labour, like carrying ammunition and weapons for the military.
  • A seven-year-old boy who died from his injuries after being forbidden from accessing a hospital.
  • Schools being used as barracks, putting children’s lives at risk.

More than 1 million Rohingya people have fled violent persecution in Myanmar since 2016. Of those who were unable to escape, we estimate that an additional 30 000 people have now been forced out of their homes.


This new surge in violence is being ordered by the highest levels of the Myanmar military.


The decision to deploy these units could only have come from the office of the Commander-in-Chief, Senior General Min Aung Hlaing.


This is why, now more than ever, it is time to step up international pressure.

We can call on the Australian government to

  1. Immediately cut ties with the Myanmar military
  2. Implement sanctions against military officials implicated in crimes against humanity
  3. Pressure the Myanmar authorities to allow humanitarian agencies and investigators into Rakhine state.