Paises livres não podem se submeter a ser bases americanas

Para el 13 de febrero de 2019 se ha anunciado una reunion en Washington entre Duque, presidente da Colombia y el presidente de los Estados Unidos, Donald Trump. Queremos manifestarle nuestra preocupacion por la actitud complaciente del Gobierno Nacional con relacion a una eventual intervencion militar de los Estados Unidos en Venezuela, y a la participacion que tendria nuestro pais en ese proposito. Estas son nuestras evidencias:

  1. El 15 de septiembre de 2018, en la ciudad de Cucuta, el secretario general de la Organizacion de Estados Americanos, Luis Almagro, acompanado del canciller, Carlos Holmes Trujillo, afirmo que “[e]n cuanto a la opcion militar para derrocar a Maduro, no debemos descartar ninguna opcion”
  2. El 16 de septiembre de 2018, el gobierno colombiano se abstuvo de firmar la declaracion del Grupo de Lima, en el que otros gobiernos de la region plasmaron su rechazo “[a]nte cualquier curso de accion o declaracion que implique una intervencion militar o el ejercicio de la violencia, la amenaza o el uso de la fuerza en Venezuela”
  3. El 18 de septiembre de 2018, el embajador de Colombia en Estados Unidos, Francisco Santos, declaro: “[s]e escuchan voces que hablan de operaciones militares unilaterales (sic). Creemos que debe darse una respuesta colectiva a esta crisis. Pero creemos, y, dejeme ser bastante claro, que todas las opciones deben ser consideradas”
  4. El 31 de enero de 2019, tras las reacciones por la nota en la libreta del consejero de Seguridad Nacional de Estados Unidos, John Bolton, en la que se mencionaba el envio de “5.000 tropas a Colombia”, el embajador de nuestro pais en los Estados Unidos dijo que “[e]s una jugada diplomatica inteligente para decirle a Venezuela que esta en el final (sic) […] Estados Unidos siempre ha dicho que ‘todas las opciones estan sobre la mesa'”4. Ese mismo dia, el inusitado despliegue militar en Cucuta como resultado de la visita del jefe del Comando Sur, almirante Craig Faller, genero mayor tension en la frontera con Venezuela.
  5. El 6 de febrero de 2019, al canciller Holmes Trujillo se le pregunto en rueda de prensa, luego de salir de la reunion con el Consejero de Seguridad de Estados Unidos, si habia tratado el asunto de la anotacion en la libreta a lo cual respondio: “Yo no iba a hacerle un interrogatorio, iba a conversar sobre lo que son las acciones que conjuntamente estamos disenando politica y diplomaticamente para crear condiciones que permitan que el hermano pueblo pueda vivir en democracia y libertad”

Senor presidente, de manera respetuosa, le pedimos que rechace cualquier accion que implique la participacion de Colombia en una confrontacion armada con Venezuela. Usted tiene en sus manos el deber moral y politico de defender la paz en Colombia y de la region.

Professora, Enfermeira, Engenheira, Médica ou general

As professoras redimem os néscios fazendo deles professores, enfermeiros, engenheiros, médicos e até mesmo, infelizmente, generais. E um general faz o que? destrói casas e cidades, que os engenheiros construíram. Destrói pontes e estradas que a sociedade produziu para o bem estar de todos. Ou produzem golpes que podem levar a 6ª economia do mundo de volta para a 16ª posição em tempo mais recorde do que o duro trabalho que o torneiro mecânico e seus companheiros de partido gastaram para construir.

Que faz um general que se possa comparar com o trabalho dum professor, quantos deles merecem a honra dum Paulo Freire, reconhecido mundialmente por tornar analfabetos em pessoas livres que podem entrar num supermercado e escolher aquilo que lhes interessa comprar sem ter que perguntar a alguém ao lado se o conteúdo da lata é veneno ou comida. Se você souber algo que preste que tenha feito algum general, me diga, eu gostaria de saber. Claro que há exceções, a História já guardou um lugar de ouro para o Marechal Rondon, o defensor incansável dos Povos Primitivos e há outros poucos mais que podemos listar com auxílio dos dedos duma única mão.

Habitualmente os generais matam, bombardeiam, quebram, destroem, perseguem ou servem de apoio aos golpes do interesse duma minoria de lixos ricos.

Do sr. Vilas Boas restará o nome gravado numa pedra de túmulo e um infeliz registro histórico tão deprimente quanto o registro que cabe ao coronel Flores, ambos perseguiram heróis. O registro no túmulo ficará para leitura de alguns poucos, filhos, netos e talvez nem isto porque agora na Argentina os filhos dos ditadores e seus sequazes estão pedindo que eles sejam julgado pós morte para tirar-lhes das costas o peso que é conviver com nomes carregados de crimes contra a Humanidade.

Ao passo que Luís Inácio Lula da Silva, que é o perseguido preferido dos medíocres, tem o seu nome já inscrito ao lado de Juscelino Kubitschek de Oliveira, Getúlio Vargas, Paulo Freire, e que eu pare aqui a lista lhes dando a estes o privilégio de representar milhares de nomes brasileiros que levantam a bandeira do Brasil muito além de nossas fronteiras, com respeito, admiração.

E peça a um general para escrever uma defesa, eu a publicaria como direito que é o de resposta, no mesmo lugar até mesmo para a diversão dos que lerem porque talvez ela não passe dum texto tão simplório e ridículo como o que o idiota apresentou ao Mundo em Davos nos cobrindo de vergonha.

E me maltrata quando vejo alguns lutadores fazendo referência à elite brasileira como representada pelo lixo rico, ignorante, burro, egoísta, golpista, fratricida. Da elite sou eu professor, da elite somos nós os professores que produzimos outros professores, que retiramos da posição de analfabetos para uma posição de letrados, que produzimos médicas, enfermeiras, engenheiras e até mesmo, infelizmente, generais. Quantos generais sabem ler um teorema e dizer o que ele significa? Eu provo ou crio teoremas! Quantos generais sabem escrever um programa de computador que mostre alguma coisa interessante, exiba um plano tangente a uma superfície? Eu sei escrever um tal programa. Quantos generais saberiam escrever um programa para analisar dados estatísticos e fazer uma previsão, de curto prazo, para a Economia? Eu sei escrever um tal programa e sei fazer a previsão.

Os militares são caros, inúteis e perigosos e foi um grave erro na Constituição de 88 que não tenhamos aproveitado a oportunidade para limitar drasticamente a existência deste corpo perigoso ou, no meu entender, simples eliminá-lo como na Suíça ou como durante algum tempo na Costa Rica. A Suíça não tem forças armadas e nem golpes e pode assim passar por neutra e vender armas e informações aos dois lados em guerra o que é uma forma covarde de passar por neutro e contra a guerra. A Costa Rica eu não tenho certeza se andou para trás.

Educação para Libertação de Paulo Freire

Paulo Freira foi um visionário que descobriu o óbvio, mas foi ele quem
descobriu e o Mundo inteiro reconhece a genialidade que teve a sua
descoberta.

Foi nos idos de 1960 que o jovem Paulo Freire consegui trabalhar com adultos
na periferia de Natal, no Rio Grande Norte e teve o direito de fazer uma
sua experiência pedagógica. Foi quando ele descobriu aqui que ele chamou
de “palavras geradoras”, e eram as palavras que pertenciam a vida das
pessoas que ela ia alfabetizar: bolo, bola, boneca, sapato, rato, barata,
soja.

Ele as escreveu em cartazes colocando ao lado uma figura que correspondia a
cada palavra e logo os adultos estavam associando “bolo” com a figura do
bolo, “bola” com a figura da bola. Eram as palavras queridas e bem
conhecidas do grupo. Talvez não a “barata” mas mesmo não querida era bem conhecida e servia para introduzir novas sílabas.

Paulo Freire talvez não soubesse, mas descobriu, que nós funcionamos com
bancos de dados associativos e que as figuras podem ser guardadas em nossa
memória e com um pequena trabalho criamos a ponte para abstração associando
a figura com outra figura como o caso da bola com a palavra “bola”. É um
pequeno salto para abstração a associação no cérebro de dois tipos de figura.

Depois Paulo Freire começou o segundo estágio mostrando em cartazes que cada
uma dessas palavras que os adultos já reconheciam, e liam, se decompõem em
pedaços.

bola = bo + la
bolo = bo + lo
boneca = bo + ne + ca
casa = ca + sa

e assim ele levou os seus alunos ao segundo estágio quando eles passaram a reconhecer os componentes, a sílabas, que compunham cada uma daquelas palavras.

Desta forma agora ele pode escrever uma palavra nova para a qual não tinha figura mas que era
bem conhecida do grupo e continha os elementos das outras palavras

bo, ne, ca, sa, la

e assim, forçou um pouco a barra, e escreveu

so + ne + ca = soneca

e Paulo Freire estava dando mais um salto para abstração construindo com
sílabas uma palavra abstrata para a qual ele não tinha uma representação
gráfica e seus alunos estavam dando um salto para a abstração e dominando
um outro salto para a visão das sílabas que eram os compostos das palavras.

Depois veio o próximo salto:

bo = b + o
ne = n + e
ca = c + a

bo + ne + ca = boneca

E Paulo Freire estava inventando um método que invertia a consagrada soletração começando direto com a leitura das “palavras geradoras”, a sua
invenção, que hoje tem vários “pesquisadores” que lhe estão roubando a
invenção e se apropriando do seu método com outras formas semelhantes, mas
roubando o direito de Paulo Freire. Tem um “pesquisador” canadense que está fazendo ruído usando a invenção de Paulo Freire com pequenas modificações e sem dizer que começou tudo.

Em Londrina também tem um “pesquisador” que reinventou e está
distribuindo o seu método que na verdade é o Método de Paulo Freire.

Tem muita gente que está bombando com sua invenção que nada
mais do que o método do consagrado brasileiro Paulo Freire que é reconhecido
mundialmente.

Eu tenho um livro que comprei na década de 70, em sueco, que a “Pedagogia da Libertação” de Paulo Freire, sim, porque na Suécia Paulo Freire é um tópico dos currículos escolares, é uma disciplina na educação da Suécia, como é
muitas partes do Mundo.

Ai veio a ditadura de 1º de abril de 1964, prendeu o perigoso Paulo Freire
que estava libertando os adultos em Natal, e o enviou para Fernando de
Noronha de onde ele saiu para o exílio e o Mundo teve a oportunidade de
permitir que Paulo Freire desenvolvesse o seu método em outros países até
que pode voltar para sua pátria e ter a consagração que merecia numa das
principais universidades brasileiras, na Unicamp.

A força do método de Paulo Freire é tal que os ditadores e generais
entreguistas tremem antes o seu poder de libertação. Podemos aplicar o seu
método em Matemática e tornar a Matemática mais fácil de ser iniciada e
dominada. Podemos aplicá-lo na Química ou na Física Relativista ou na
Biologia. Podemos aplicá-lo em todos os campos do conhecimento em que o todo
possa ser decomposto em sílabas e partindo de “ideias geradoras” que um
grupo de alunos considerem naturais, “geradoras” descobrir-lhes as
“sílabas” para depois juntar estas sílabas para construir os conceitos
abstratos como é o caso de “soneca” que mostrei acima foi construída a
partir das sílabas já conhecidas das palavras geradoras “bola” e “boneca”.

É este visionário que o idiota, que serve de painel para os generais que
agora tentam montar outra ditadura entreguista, quer destruir. Coitado!
Paulo Freire é muito maior do que eles todos juntos e somados!

In solidarity with Library Genesis and Sci-Hub

In Antoine de Saint Exupéry’s tale the Little Prince meets a businessman who accumulates stars with the sole purpose of being able to buy more stars. The Little Prince is perplexed. He owns only a flower, which he waters every day. Three volcanoes, which he cleans every week. “It is of some use to my volcanoes, and it is of some use to my flower, that I own them,” he says, “but you are of no use to the stars that you own”.

There are many businessmen who own knowledge today. Consider Elsevier, the largest scholarly publisher, whose 37% profit margin1 stands in sharp contrast to the rising fees, expanding student loan debt and poverty-level wages for adjunct faculty. Elsevier owns some of the largest databases of academic material, which are licensed at prices so scandalously high that even Harvard, the richest university of the global north, has complained that it cannot afford them any longer. Robert Darnton, the past director of Harvard Library, says “We faculty do the research, write the papers, referee papers by other researchers, serve on editorial boards, all of it for free … and then we buy back the results of our labour at outrageous prices.”2 For all the work supported by public money benefiting scholarly publishers, particularly the peer review that grounds their legitimacy, journal articles are priced such that they prohibit access to science to many academics – and all non-academics – across the world, and render it a token of privilege.3

Elsevier has recently filed a copyright infringement suit in New York against Science Hub and Library Genesis claiming millions of dollars in damages.4 This has come as a big blow, not just to the administrators of the websites but also to thousands of researchers around the world for whom these sites are the only viable source of academic materials. The social media, mailing lists and IRC channels have been filled with their distress messages, desperately seeking articles and publications.

Even as the New York District Court was delivering its injunction, news came of the entire editorial board of highly-esteemed journal Lingua handing in their collective resignation, citing as their reason the refusal by Elsevier to go open access and give up on the high fees it charges to authors and their academic institutions. As we write these lines, a petition is doing the rounds demanding that Taylor & Francis doesn’t shut down Ashgate5, a formerly independent humanities publisher that it acquired earlier in 2015. It is threatened to go the way of other small publishers that are being rolled over by the growing monopoly and concentration in the publishing market. These are just some of the signs that the system is broken. It devalues us, authors, editors and readers alike. It parasites on our labor, it thwarts our service to the public, it denies us access6.

We have the means and methods to make knowledge accessible to everyone, with no economic barrier to access and at a much lower cost to society. But closed access’s monopoly over academic publishing, its spectacular profits and its central role in the allocation of academic prestige trump the public interest. Commercial publishers effectively impede open access, criminalize us, prosecute our heroes and heroines, and destroy our libraries, again and again. Before Science Hub and Library Genesis there was Library.nu or Gigapedia; before Gigapedia there was textz.com; before textz.com there was little; and before there was little there was nothing. That’s what they want: to reduce most of us back to nothing. And they have the full support of the courts and law to do exactly that.7

In Elsevier’s case against Sci-Hub and Library Genesis, the judge said: “simply making copyrighted content available for free via a foreign website, disserves the public interest”8. Alexandra Elbakyan’s original plea put the stakes much higher: “If Elsevier manages to shut down our projects or force them into the darknet, that will demonstrate an important idea: that the public does not have the right to knowledge.”

We demonstrate daily, and on a massive scale, that the system is broken. We share our writing secretly behind the backs of our publishers, circumvent paywalls to access articles and publications, digitize and upload books to libraries. This is the other side of 37% profit margins: our knowledge commons grows in the fault lines of a broken system. We are all custodians of knowledge, custodians of the same infrastructures that we depend on for producing knowledge, custodians of our fertile but fragile commons. To be a custodian is, de facto, to download, to share, to read, to write, to review, to edit, to digitize, to archive, to maintain libraries, to make them accessible. It is to be of use to, not to make property of, our knowledge commons.

More than seven years ago Aaron Swartz, who spared no risk in standing up for what we here urge you to stand up for too, wrote: “We need to take information, wherever it is stored, make our copies and share them with the world. We need to take stuff that’s out of copyright and add it to the archive. We need to buy secret databases and put them on the Web. We need to download scientific journals and upload them to file sharing networks. We need to fight for Guerilla Open Access. With enough of us, around the world, we’ll not just send a strong message opposing the privatization of knowledge — we’ll make it a thing of the past. Will you join us?”9

We find ourselves at a decisive moment. This is the time to recognize that the very existence of our massive knowledge commons is an act of collective civil disobedience. It is the time to emerge from hiding and put our names behind this act of resistance. You may feel isolated, but there are many of us. The anger, desperation and fear of losing our library infrastructures, voiced across the internet, tell us that. This is the time for us custodians, being dogs, humans or cyborgs, with our names, nicknames and pseudonyms, to raise our voices.

Share this letter – read it in public – leave it in the printer. Share your writing – digitize a book – upload your files. Don’t let our knowledge be crushed. Care for the libraries – care for the metadata – care for the backup. Water the flowers – clean the volcanoes.

30 November 2015

Dušan Barok, Josephine Berry, Bodó Balázs, Sean Dockray, Kenneth Goldsmith, Anthony Iles, Lawrence Liang, Sebastian Lütgert, Pauline van Mourik Broekman, Marcell Mars, spideralex, Tomislav Medak, Dubravka Sekulić , Femke Snelting…

  1. Larivière, Vincent, Stefanie Haustein, and Philippe Mongeon. “The Oligopoly of Academic Publishers in the Digital Era.” PLoS ONE 10, no. 6 (June 10, 2015): e0127502. doi:10.1371/journal.pone.0127502.,
    The Obscene Profits of Commercial Scholarly Publishers.” svpow.com. Accessed November 30, 2015.  
  2. Sample, Ian. “Harvard University Says It Can’t Afford Journal Publishers’ Prices.” The Guardian, April 24, 2012, sec. Science. theguardian.com.  
  3. Academic Paywalls Mean Publish and Perish – Al Jazeera English.” Accessed November 30, 2015. aljazeera.com.  
  4. Sci-Hub Tears Down Academia’s ‘Illegal’ Copyright Paywalls.” TorrentFreak. Accessed November 30, 2015. torrentfreak.com.  
  5. Save Ashgate Publishing.” Change.org. Accessed November 30, 2015. change.org.  
  6. The Cost of Knowledge.” Accessed November 30, 2015. thecostofknowledge.com.  
  7. In fact, with the TPP and TTIP being rushed through the legislative process, no domain registrar, ISP provider, host or human rights organization will be able to prevent copyright industries and courts from criminalizing and shutting down websites “expeditiously”.  
  8. Court Orders Shutdown of Libgen, Bookfi and Sci-Hub.” TorrentFreak. Accessed November 30, 2015. torrentfreak.com.  
  9. Guerilla Open Access Manifesto.” Internet Archive. Accessed November 30, 2015. archive.org.  

Say NO to Internet Censorship!

In today’s technologically driven world, the use of social media sites seems indispensable. It connects us with loved ones, friends, and even old acquaintances over the holiday season. We use social media sites as an outlet of personal expression, for the vast majority of us it is the only one we have. The problem is that we ignore at our own peril the ongoing deep learning and the super specialized technical sewage system that runs beneath the surface of all our daily tweets and Facebook updates. In the modern age we call them Big Tech – the international corporations that give us our free public platforms in exchange for all our metadata. Everything we say, everywhere we eat, every picture we take, even our post-dinner walks down the road and back are logged, spliced, recorded and analyzed for patterns. The prodigious plumbing system that surrounds us like magic can hear the conversation in the other room and show us an ad for it before our next YouTube video starts. The dangers of such a system is clear enough. The only revolutionary consequence for this dire state of internet things is the only plus that was ever imagined to the World Wide Web – free information for the masses. What were insignificant critiques in a hollow void two decades ago now have the revolutionary potential of virality. Videos and recordings of cops killing innocent people can now be shared across the globe in frightening speed, frightening for those who stand to be accused at least. Atrocities in Palestine, Flint, Honduras and the US border can be tweeted, screenshot, uploaded to video sharing sites. Critiques against biased US media conglomerates can now be freely discussed. The far reaching consequences of this, however, has already been understood by Big Tech and the corporate class and they have been trying to kill democratic free speech on the most widespread forums ever known. We have seen them censor TeleSur News, a media company from Venezuela, at the same time as military forces attempted an assassination of President Maduro. We have seen them censor Palestinian activists, which then lead to their arrest. We have seen the same with Black Lives Matter activists in the United States. At the Alliance for Global Justice, we have started a campaign to call out these corporations when they censor legitimate news or people when what they have to say contradicts the accepted narrative. The Social Media Anti-Censorship Campaign, or SMACC, has only begun but to get it off the ground we need your help – support SMACC with a tax-deductible donation today. With your much needed support we can create a more democratic world free of censorship and ripe with the truth.
DONATE NOW
https://afgj.org/  

Porque me ufano do meu país

Edgard Venant

E dedico este pequeno trabalho ao prisioneiro político, Luís Inácio Lula da Silva que liderou este país conduzindo para ser o Grande Brasil respeitado por todas as nações a ponto de ser o “B” do BRICS coisa que nunca tinha acontecido antes. Lula se se encontra encarcerado em Curitiba principalmente devido à covardia e a corrupção instalada no judiciário brasileiro. Covardia, uma vez que não precisavam aceitar que militares antipatriotas viessem ditar-lhes as regras políticas do judiciário e bastava mesmo dizer um “não” altaneiro e os milicos teriam enfiado o rabo entre as pernas porque eles somente tem coragem quando encontram covardes pela frente.

Comecei a escrever este texto que não quero que seja meu e que vou colocá-lo em público na esperança que outros se juntem a mim na busca das razões porque lutamos por aquilo que chamamos de pátria livre e que no meu entender não pode representar um patriotismo enrustido dum tipo que até permite a traição dos ideais que todos buscamos entre os quais tem que se encontrar a solidariedade entre os povos. Não é bem um texto, é um registro que mostra que nossa história podia ser outra se algum dos valentes aqui mencionados fosse seguido por todos nós. E fica aberto, que o peguem, o corrijam, o alterem, acrescentem aqui de que me esqueci ou não sei.

O título me veio do texto de Afonso Celso de Assis Figueiredo Júnior
http://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/geo/article/download/4869/3279
que era um texto habitual nas escolas quando eu era menino e aprendiamos a respeitar a terra Brasilis.

Porque há 500 anos atrás o brasileiro que aqui vivia ficou sabendo que visitantes em grandes canoas se aproximaram da terra brasileira que então se chamava Pindorama e era um grande espaço ocupado por diversas nações que falam linguás distintas entre as quais duas linguás eram as mais importantes o Tupi e o Guarani, e não tenho nem mesmo certeza disto porque nunca estudei na Escola as origens do meu povo. A família linguística tupi-guarani é uma das mais importantes da América do Sul. Engloba várias línguas indígenas, das quais a mais representativa atualmente é o guarani, um dos idiomas oficiais do Paraguai. E um único presidente do Brasil se preocupou com os primeiros povos e até lhes fez visitas e alterou seu plano de governo para incluí-los como o centro da brasilidade, Vargas, durante o a ditadura.

Mas sei que num certo momento algumas nações que aqui viviam souberam dos visitantes e se dirigiram à praia mas cordial mene recebê-los e seguindo uma tradição que até hoje persiste em alguns rincões deste enorme Brasil, lhe trouxeram aos visitantes presentes para lhes dizerem que eram bem vindos.

E me orgulho dos meus antepassados que receberam cordialmente os visitantes para apenas descobrir logo depois que não eram visitantes e sim invasores e eram covardes e desumanos e traidores. Que em troca da cordial recepção aos poucos se assenhorearam do que não lhes pertencia e sim a outrem que aqui vivia tomando-lhes a liberdade e fazendo deles escravos e tudo isto em nome dum deus que consigo traziam e que lhes permitia o desrespeito de suas próprias regras uma das quais eram amar ao próximo como si próprio.

E se passaram 500 anos, e aqueles a quem tudo pertencia da terra brasileira, hoje restam poucos e ainda têm que lutar e reclamar para ter o direito reconhecido a pequenos rincões de terra que antes era toda deles.

E assim se passaram 500 anos em que, primeiro, os assim chamados reis de Portugal roubaram, rapinaram, extorquiram, vandalizaram a terra brasileira e os seus primeiros moradores e como uma vez disse o poeta português Guerra Junqueiro, roubaram a terra brasileira e nem mesmo parte significativa deste roubo ficou com os portugueses mas com um espirito de cachorro vira-latas que ainda hoje marca a pequena minoria que tudo explora, repassaram para os ingleses tudo que do Brasil haviam roubado. Mesmo se tendo passado 500 anos de roubalheira e rapinagem, foi possível em pequeno período em que tivemos um governo voltado para nossa gente, sairmos da vergonhosa posição de 16ª economia mundial para a 6ª deixando para trás um dos invasores, os ingleses. Com isto mostramos que somos um povo forte, decidido, corajoso, trabalhador e com fé em nosso próprio poder.

E temos ao longo destes 500 anos de história depois da invasão, até mesmo, injustamente, esquecendo que antes do ano 1500 já tenhamos uma história que simplesmente nunca nos foi contada possivelmente até para que não reclamássemos a historia anterior à invasão como parte de nossa história e que acreditássemos que tudo haveria começado na invasão em 1500, mas mesmo olhando apenas para esta história que nos dizem registrada após a invasão, temos muito do que nos ufanar e orgulhar desta miscelânea formada dos primeiros povos, do africano que foi trazido para cá à força e submetido à escravidão, e dos portugueses que em grande parte eram trabalhadores que miscigenados formaram a cidadania brasileira. Deles sairão Antônio Conselheiro, Tiradentes ou Índio Mameluco todos lutadores, cada um à sua maneira, como Lampião, os os milhares de heróis mais recentes que se rebelaram contra a ditadura militar de 1964. É uma nação de heróis, de mulheres e homens cheios de ideais conscientes que eram membros duma nação heroica plantada numa Terra cheia de riquezas rodeadas duma Natureza retumbante que durante estes 500 anos apenas foi roubada, saqueada e ainda assim continua rica e desejada por novos e recentes invasores, pior, com o apoio dos anti-heroicos, os traidores que aceitam pequenas gorjetas em troca de prostituir a pátria e a sua gente.

Mesmo que representa uma injustiça contra os milhões de anônimos que fazem, que fizeram a nação brasileira, é interessante nomear alguns que brilharam muito além dos outros. E vou mencioná-los sem nenhuma ordem especial até porque a História que nos contaram não precisa ser a História em que desejamos acreditar. E nesta desordem vou começar por um militar que certamente se envergonharia dos que hoje sujam a farda do exército brasileiro com o sujo golpe iniciado em 2012 em reuniões que aconteceram fora do Brasil mas que desembocaram na destituição da primeira mulher presidente deste país. Quero lembrar o sertanista e indianista que foi o Marechal Cândido Rondón que gastou parte significativa de sua vida na defesa dos primeiros povos a quem respeitou, protegeu e por quem lutou. Era um militar desses por quem se deve ter respeito e veneração. Cândido Mariano da Silva Rondon, mais conhecido como Marechal Rondon, foi um militar e sertanista brasileiro. Patrono da Arma de Comunicações do Exército Brasileiro. De origem indígena por parte de seus bisavós maternos (Bororó e Terena) e bisavó paterna (Guará), Rondon tornou-se órfão precocemente, tendo sido criado pelo tio e, depois de sua morte, transferiu-se para o Rio de Janeiro para ingressar na Escola Militar desta cidade,[1] pois além dos estudos serem gratuitos, os alunos da escola recebiam, desde que assentassem praça, soldo de sargento.
Alistou-se no 3º Regimento de Artilharia a Cavalo em 1881. Dentre outros estudos, cursou Matemática e Ciências Físicas e Naturais da Escola Superior.

Ou então o sertanista que teve se educou em escola militar e de certa forma foi um militar e escritor brasileiro o autor da obra monumental “Os Sertões”, Euclides da Cunha e que fez pouco frente ao que poderia ter feito não tivesse morrido em vão ainda jovem.

Como sou Matemático, estudei nos livros de Sinésio de Fárias,
Ary Quintella, Manoel Jairo Bezerra, Darcy Leal de Menezes este autor de monumental obra que era o nosso maior susto pela quantidade de expressões algébricas que ele conseguiu juntar em seu então famoso Abecedário da álgebra – “Ciclo Colegial – Livro Premiado Pelo Exército Brasileiro”. Todos militares com exceção de Manoel Jairo Bezerra, que foi, entretanto, professor do Colégio Naval do Rio de Janeiro e de outras instituições de ensino dos militares. Embora a Matemática que eles tenham produzido fosse de certa forma repetição da existente na Europa e que eles mesmo tenha agregado pouco ou quase nada de novo, eles representaram o começo da Matemática Brasileira que hoje brilha e conseguiu brilhar num período relativamente curto de existência própria e sem dúvida deve a estes mestres da Matemática básica o alicerce daquilo que foi construído depois porque eles começaram. E foram militares de que nos orgulhamos, nenhum deles é um golpista, nenhum deles é um traidor da pátria e pelo contrario contribuirão para que nós crescemos.

João Guimarães Rosa nasceu em Cordisburgo, Minas Gerais, no dia 27 de junho de 1908.
Foi Oficial Médico do 9º Batalhão de Infantaria, quando em 1934, ingressa para a carreira diplomática, no Itamaraty.
Guimarães Rosa foi Patrono da cadeira nº 2 na Academia Brasileira de Letras, tomando posse três dias antes de morrer, no dia 16 de novembro de 1967.

Na literatura temos nomes de respeito internacional e citar alguns seria injustiça que eu cite um que foi um mestiço, que nunca teve instrução formal mas que deslumbrou meio mundo com os romances que escreveu e cujo nome marca a Academia Brasileira de Letras que nem sempre se tem mostrado merecedora do nome que ostenta, a Casa de Machado de Assis.

Seria injusto não lembrar Prestes também oriundo do exército ou Lamarca, este último um herói entre os que resistiram ao golpe de 1964 promovido pelo famigerado projeto Condor americano e que nos atrazou por dezenas de anos deixando ainda as raízes que vicejaram agora com este novo golpe.

Antes lembrei militares e agora quero lembrar os que marcaram etapas na vida brasileira, alguns mesmo vivendo fora do Brasil como Santos Dumont, ou o nosso primeiro matemático merecendo este nome, o maranhense Souzinha. O Maranhão, antes de ser dizimado por um dos filhotes da ditadura de 1964, produziu figuras imensas da literatura brasileira e aliás, durante muito tempo era considerado o berço da linguá portuguesa, o local, no Brasil, onde melhor se falava o português. Humberto de Campos era um maranhense e como ele muitos outros maranhenses brilharam nas letras.

Da Bahia, onde primeiro aportaram os invasores sairão diversas sumidades dentre elas o jurista Ruy Barbosa que já antevia a catástrofe ética em que um dia iriamos nos encerrar. Ruy Barbosa de Oliveira (Salvador, 5 de novembro de 1849 — Petrópolis, 1 de março de 1923) foi um polímata brasileiro, tendo se destacado principalmente como jurista, advogado, político, diplomata, escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ruy_Barbosa

O trono no Brasil foi derrubado por um golpe militar que alijou do poder um dos reis mais corretos que a história da realeza registra. Pessoalmente detesto a “realeza” que considero uma infâmia, aliás, infâmia esta cuidadosamente corroborada por todas as realezas vigentes no Mundo. Mas Pedro II introduziu no Brasil a telefonia e neste sentido parece que o Brasil foi o primeiro país do mundo a usar telefones. Como também foi, muito tempo depois, o primeiro país fazer eleições totalmente eletrônicas e garantir um lugar de destaque nas ciências da computação cabendo a professores da PUC do Rio a construção duma linguagem de programação de reconhecimento mundial, a Lua. A fibra ótica foi produzida pela Unicamp/Telebras ao mesmo tempo que por uma fabrica americana marcando a cooperação do sistema Telebras com as universidades brasileiras tendo como uma das avançadas resposta a tecnologia brasileira do petróleo que o golpe ora em curso quer entregar de bandeja para os americanos junto com a tecnologia aérea produzida pela Embraer.

Instituto Oswaldo Cruz – Ciência e Saúde desde 1900 – Fiocruz
http://www.fiocruz.br/ioc/
Pesquisadores do IOC foram contemplados na Chamada Universal do CNPq. Trinta projetos receberão financiamento entre 30 e 120 mil. O IOC atua nas áreas de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação e na prestação de serviços de referência para diagnóstico de doenças infecciosas e genéticas e controle de vetores, amparado pela ação de comissões internas responsáveis por garantir os padrões de biossegurança, de qualidade e de gestão ambiental. O IOC também mantém coleções biológicas de importância nacional e internacional e forma cientistas e técnicos através da atuação na educação profissional e de pós-graduação.
Um artigo publicado na edição de fevereiro da revista The Lancet Global Health lançou a hipótese de que a infecção do vírus zika, transmitido principalmente pelo mosquito Aedes aegypti, pode gerar imunoproteção contra o vírus da dengue. O estudo intitulado “Does immunity after Zika vírus infection cross-protect against dengue?” foi resultado de pesquisas realizadas com pacientes infectados pelos vírus zika, dengue e chikungunya, em Salvador (BA).

Seria injusto não computar como crédito da Ditadura Militar de 1964 a criação do sistema Telebrás que foi destruído em 1998 pele entreguista FHC que também destruiu a indústria nacional do ferro contribuindo para o desastre da lama da Samarco. É preciso apenas registrar que não precisaríamos ter tido uma ditadura militar para produzir o que foi produzido inclusive às custas do que perdemos, da perseguição política, das torturas e dos assassinatos.

Delmiro Gouveia, um industrial do sertão pernambucano que poderia ter feito de Pernambuco o mais forte concorrente de São Paulo, teve sua vida ceifada pelos interesses da indústria inglesa que considerava o Brasil como sua colônia e para quem Gouveia representou um risco significativo de independência industrial. Delmiro Gouveia foi quem arquitetou e construiu um protótipo de hidrelétrica no Rio São Francisco e o que nós temos de Energia Hidrelétrica vem do que ele pensou em construir não tivesse sido morto pelos ingleses.