Traidores e burros

Tarcisio Praciano-Pereira

NÃO DIVULGAR #Greve14J #GreveGeral14JNÃO DIVULGAR PORQUE O ministro PROIBIU! NÃO DIVULGAR #Greve14J #GreveGeral14JNÃO DIVULGAR

Os juízes do STF destruirão a economia brasileira com a decisão infame de permitir a venda das empresas brasileiras sem autorização co Congresso.

São burros, porque não entendem que um país, o nosso país, é uma holding, que no economês significa uma super-empresa que é dona de várias outras empresas. O Brasil é dono do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, da Petrobras, da EMBRAPA, dos Correios, da Embraer (era dono da Embraer até que outro traidor da Pátria doou a Embraer para uma empresa pública americana). Enfim o Brasil, como uma grande empresa é dono de outras empresas, algumas empresas algumas das quais são fins lucrativos como é o caso do MEC, da maioria dos ministérios, que também são empresas, apenas sem fins lucrativos, como também é o caso do SUS, da INSS, das Universidades. Outras têm fins lucrativos, mas limitados, porque o seu principal objetivo é oferecer à cidadania um serviço de qualidade e com segurança, mas elas precisam se sustentar porque têm custos, têm que sustentar os seus funcionários e tem que devolver algum rendimento ao governo que desta forma pode reduzir os impostos que são a forma como nós sustentamos a máquina pública.
a
E foi isto que fez de Luís Inácio Lula da Silva o gigante da economia que é hoje estudado nas universidades Mundo afora como um exemplo de economia que saiu do figurino imposto pelo sistema financeiro que é representado pelo FMI e pelo Banco Mundial. Eles não conseguiram entender que quando todos os países chamados desenvolvidos estavam dentro duma crise financeira imensa, o Brasil, assim como a China emergiam silenciosamente mas a passo firme a ponto de que o governo Brasileiro, e considero que isto foi um dos erros do governo do PT sanou a dívida com FMI terminando por se tornar credor do mesmo. Considero que foi um erro porque há anos existe um movimento cidadão, a “Auditoria cidadã da Dívida” que foi iniciado pelo jornalista Hélio Fernandes e que morreu sem ver a auditoria ser executada. Hélio Fernandes dizia que não havia dívida e nós sabemos e muitos economista também o dizem e sabem que não havia dívida e sim um truque contábil para extorquir do povo brasileiro um aluguel injusto. Eles são burros e não entendem isto que Lula entendeu e pôs em prática. Agora eles de forma antipatriótica e burra assumem para si o direito que não consigo ver de onde saiu a justificativa uma vez que o STF existe para proteger a Constituição e não para legislar em matéria econômica. Aliás, o STF não é uma casa legislativa, é apenas e tão somente o guardião da Constituição e lhe cabe apenas verificar se em algum ponto a Constituição estiver sendo ferida. Fora disto extrapola suas funções e comete um crime de abuso de poder, como foi o caso.

São burros porque não entendem que com destruição da “galinha dos ovos de ouro” da economia do Estado, estão destruindo a economia do Brasil e longo prazo eles perderão os salários monstruosos que recebem além das refeições de lords dum reino que eles pensam existir e do qual eles são os, pensam que são, os cortesãos do reino. Vai faltar dinheiro no caixa do governo e com a burrice deles vai minguar a grana da corte assim como vai faltar dinheiro para sustentar os inúteis e perigosos militares com seus brinquedinhos duma guerra antiga, os canhões, os tanques, os submarinos, os porta-aviões, os fuzis, as metralhadoras, a vida boa nos quarteis com aquela fardinha ridícula que eles pensam que servem para confundi-los com arbustos no meio da selva, que ridículos os escoteiros verde-oliva.

São antipatriotas porque estão destruindo o vigor econômica desta holding que é o nosso país. Agora deixaram em aberto que as nossas companhias municipais de água possam ser vendidas, o que na prática significa leiloadas dentro das regras do capital vadio dominado pelos bankster e certamente com licitações fajutas definidas pelos próprios abutres financeiros que irão abocanhar as nossas riquezas.

Cabe-nos urgentemente derrubar esta ditadura implantada pela via das eleições fraudadas à distância pelo facebook, whatsapp estimuladas e dirigidas desde os Estados Unidos da América do Norte pelo escritório do infame Steve Bannon que foi magistralmente desmascarado pelo seu assessor computacional inglês cujo nome me falha neste momento. E aqui, novamente, antipatrioticamente e burramente, STF, STE, STJ foram os cúmplices da traição conta a nação brasileira porque a fraude eleitoral foi denunciada em tempo pela Folha de São Paulo e por muitos outros meios de comunicação. Foram cúmplices do crime e assim além de burros e antipatriotas são criminosos.

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O comportamento selvagemdos militares contra gente indefesa, covardes!

The Myanmar military has unleashed a new round of unspeakable war crimes – terrorizing the Rohingya people.


This is a horrifically brutal campaign led by an unrepentant military.


Families who survived the mass atrocities and remained in Myanmar are again facing terrible danger. But they have nowhere to go. They could be arrested, tortured or executed at anytime.


“We heard an explosion, soldiers started shooting. It kept going most of the night. When the sun rose, we fled. I want to go home but I’m afraid the same thing will happen again… no one can protect us from the military.”

A Rakhine woman from Buthidaung township.


No one can protect them as humanitarian aid and human rights groups including Amnesty International have been denied access to the state.


No one can tell their story as journalists covering the conflict are being silenced, with three already threatened with bogus criminal complaints.


But our research team have gone behind the lines and interviewed dozens of survivors, uncovering horrific crimes:

  • Civilians being fired at indiscriminately.
  • Villagers being subjected to forced labour, like carrying ammunition and weapons for the military.
  • A seven-year-old boy who died from his injuries after being forbidden from accessing a hospital.
  • Schools being used as barracks, putting children’s lives at risk.

More than 1 million Rohingya people have fled violent persecution in Myanmar since 2016. Of those who were unable to escape, we estimate that an additional 30 000 people have now been forced out of their homes.


This new surge in violence is being ordered by the highest levels of the Myanmar military.


The decision to deploy these units could only have come from the office of the Commander-in-Chief, Senior General Min Aung Hlaing.


This is why, now more than ever, it is time to step up international pressure.

We can call on the Australian government to

  1. Immediately cut ties with the Myanmar military
  2. Implement sanctions against military officials implicated in crimes against humanity
  3. Pressure the Myanmar authorities to allow humanitarian agencies and investigators into Rakhine state.

Alguma semelhança com a dívida que onera a população brasileira?

*14 Países Africanos Forçados Pela França a Pagar Imposto Colonial

26 de maio de 2019radioproletarioSem categoria

Por:  Mawuna Remarque KOUTONIN

Alguns países africanos continuam a pagar imposto colonial à França desde a sua independência até hoje !

Peço ao leitor que observe se algum “jaleco amarelo” em suas caminhadas de protestos, pedem o fim deste compulsório que empobrece ainda mais o Continente Africano ?

Quando Sékou Touré da Guiné decidiu em 1958 em sair do império colonial francês, e optou pela independência do país, a elite colonial francês em Paris ficou tão furiosa, e em um ato histórico de fúria a administração francesa na Guiné destruiu tudo no país que representou o que eles chamaram “os benefícios da colonização francesa“.

Três mil franceses deixaram o país, levando todos os seus bens e destruindo qualquer coisa que não podia ser movida: escolas, creches, edifícios da administração pública foram demolidos; carros, livros, remédios, instrumentos institutos de pesquisas, tratores foram esmagados e sabotados; cavalos, vacas nas fazendas foram mortos, e os alimentos nos armazéns foram queimados ou envenenado.

O objetivo deste ato escandaloso foi o de enviar uma mensagem clara a todas as outras colônias que as consequências da rejeição de França seria muito alto.

Lentamente, o medo se espalhou através da “elite africana“, e nenhum depois dos “eventos Guiné” teve a coragem de seguir o exemplo de Sékou Touré, cujo slogan foi “Preferimos a liberdade na pobreza à opulência na escravidão.” 

Sylvanus Olympio , o primeiro presidente da República do Togo, um país pequeno na África Ocidental, encontrou uma solução meio-termo com os franceses.  Ele queria a independência da República do Togo do domínio Frances, portanto, ele se recusou a assinar a continuação da colonização sugerida no “pacto De Gaule”  proposto, mas concorda em pagar uma dívida anual de França para os chamados benefícios dos colonizadores franceses no Togo. Foram as únicas condições para os franceses não destruir o país antes de sair.  No entanto, o valor estimado pela França foi tão grande que o reembolso da chamada “dívida colonial” estava perto de 40% do orçamento do país em 1963 . A situação financeira do Togo recém-independente era muito instável, por isso, a fim de sair da situação, Olympio decidiu por um fim ao dinheiro colonial francês FCFA (o franco para colônias africanas francesas), e emitir a moeda de seu país. Em 13 de janeiro de 1963, três dias depois, ele começou a imprimir sua própria moeda do país, um esquadrão de soldados analfabetos apoiados pela França matou o primeiro presidente eleito de um país do continente Africano.  Olympio foi morto por um ex francês Legionário Estrangeiro,  sargento do exército chamado  Etienne Gnassingbe,  que supostamente recebeu uma recompensa de 612 dólares da embaixada francesa local para o trabalho de assassino. O sonho de Olympio foi a construção de um país independente e auto-suficiente e um povo livre.

Em 30 de junho de 1962,  Modiba Keita  , o primeiro presidente da República do Mali, decidiu retirar-se da colonial moeda francesa FCFA, moeda que foi imposta em 12 países africanos recém-independentes. 

Para o presidente do Mali, (que estava mais inclinado para uma economia socialista), estava claro que a colonização continuaria e o pacto com a França era uma armadilha, um fardo para o desenvolvimento do país. Em 19 de novembro de 1968 como, Olympio, Keita vai ser vítima de um golpe de Estado levada a cabo por um outro legionário Estrangeiros francês, o tenente  Moussa Traoré .

De facto, durante esse período turbulento da luta Africana para libertar-se da colonização europeia, a França iria usar repetidamente muitos ex  legionários estrangeiros  para realizar golpes contra presidentes eleitos:

  • – Em 01 de janeiro de 1966,  Jean-Bédel Bokassa , um legionário estrangeiro ex francês, realizou um golpe de Estado contra  David Dacko , o primeiro presidente da República Centro-Africano.
  • – Em 3 de Janeiro, 1966,  Maurice Yaméogo , o primeiro Presidente da República do Alto Volta, agora chamada de Burkina Faso, foi vítima de um golpe de Estado perpetrado por  Aboubacar Sangoulé Lamizana , um legionário ex francês que lutou com as tropas francesas na Indonésia e Argélia contra estes países independência.
  • – Em 26 de outubro de 1972,  Mathieu Kérékou  que era um guarda de segurança  do presidente  Hubert Maga , o primeiro Presidente da República de Benin, levava um golpe de Estado contra o presidente, depois de ter frequentado escolas militares francesas 1968-1970.

De fato, durante os últimos 50 anos, um total de 67 golpes de Estado aconteceu em 26 países da África, 16 desses países são ex-colônias francesas, o que significa que 61% dos golpes aconteceu na África francófona.

Número de  golpes de Estado na África  por países

Ex-colônias francesas  Outros países africanos
País  Número de golpe País número de golpe
Togo 1 Egypte 1
Tunísia 1 Libye 1
Cote d’Ivoire 1 Guiné Equatorial 1
Madagáscar 1 Guiné-Bissau 2
*14 Países Africanos Forçados Pela França a Pagar Imposto Colonial
26 de maio de 2019 radioproletario Sem categoria
Por:  Mawuna Remarque KOUTONIN
Alguns países africanos continuam a pagar imposto colonial à França desde a sua independência até hoje !
Peço ao leitor que observe se algum “jaleco amarelo” em suas caminhadas de protestos, pedem o fim deste compulsório que empobrece ainda mais o Continente Africano ?
Quando Sékou Touré da Guiné decidiu em 1958 em sair do império colonial francês, e optou pela independência do país, a elite colonial francês em Paris ficou tão furiosa, e em um ato histórico de fúria a administração francesa na Guiné destruiu tudo no país que representou o que eles chamaram “os benefícios da colonização francesa“.
Três mil franceses deixaram o país, levando todos os seus bens e destruindo qualquer coisa que não podia ser movida: escolas, creches, edifícios da administração pública foram demolidos; carros, livros, remédios, instrumentos institutos de pesquisas, tratores foram esmagados e sabotados; cavalos, vacas nas fazendas foram mortos, e os alimentos nos armazéns foram queimados ou envenenado.
O objetivo deste ato escandaloso foi o de enviar uma mensagem clara a todas as outras colônias que as consequências da rejeição de França seria muito alto.
Lentamente, o medo se espalhou através da “elite africana“, e nenhum depois dos “eventos Guiné” teve a coragem de seguir o exemplo de Sékou Touré, cujo slogan foi “Preferimos a liberdade na pobreza à opulência na escravidão.” 
Sylvanus Olympio , o primeiro presidente da República do Togo, um país pequeno na África Ocidental, encontrou uma solução meio-termo com os franceses.  Ele queria a independência da República do Togo do domínio Frances, portanto, ele se recusou a assinar a continuação da colonização sugerida no “pacto De Gaule”  proposto, mas concorda em pagar uma dívida anual de França para os chamados benefícios dos colonizadores franceses no Togo. Foram as únicas condições para os franceses não destruir o país antes de sair.  No entanto, o valor estimado pela França foi tão grande que o reembolso da chamada “dívida colonial” estava perto de 40% do orçamento do país em 1963 . A situação financeira do Togo recém-independente era muito instável, por isso, a fim de sair da situação, Olympio decidiu por um fim ao dinheiro colonial francês FCFA (o franco para colônias africanas francesas), e emitir a moeda de seu país. Em 13 de janeiro de 1963, três dias depois, ele começou a imprimir sua própria moeda do país, um esquadrão de soldados analfabetos apoiados pela França matou o primeiro presidente eleito de um país do continente Africano.  Olympio foi morto por um ex francês Legionário Estrangeiro,  sargento do exército chamado  Etienne Gnassingbe,  que supostamente recebeu uma recompensa de 612 dólares da embaixada francesa local para o trabalho de assassino. O sonho de Olympio foi a construção de um país independente e auto-suficiente e um povo livre.
Em 30 de junho de 1962,  Modiba Keita  , o primeiro presidente da República do Mali, decidiu retirar-se da colonial moeda francesa FCFA, moeda que foi imposta em 12 países africanos recém-independentes. 
Para o presidente do Mali, (que estava mais inclinado para uma economia socialista), estava claro que a colonização continuaria e o pacto com a França era uma armadilha, um fardo para o desenvolvimento do país. Em 19 de novembro de 1968 como, Olympio, Keita vai ser vítima de um golpe de Estado levada a cabo por um outro legionário Estrangeiros francês, o tenente  Moussa Traoré .
De facto, durante esse período turbulento da luta Africana para libertar-se da colonização europeia, a França iria usar repetidamente muitos ex  legionários estrangeiros  para realizar golpes contra presidentes eleitos:
– Em 01 de janeiro de 1966,  Jean-Bédel Bokassa , um legionário estrangeiro ex francês, realizou um golpe de Estado contra  David Dacko , o primeiro presidente da República Centro-Africano.
– Em 3 de Janeiro, 1966,  Maurice Yaméogo , o primeiro Presidente da República do Alto Volta, agora chamada de Burkina Faso, foi vítima de um golpe de Estado perpetrado por  Aboubacar Sangoulé Lamizana , um legionário ex francês que lutou com as tropas francesas na Indonésia e Argélia contra estes países independência.
– Em 26 de outubro de 1972,  Mathieu Kérékou  que era um guarda de segurança  do presidente  Hubert Maga , o primeiro Presidente da República de Benin, levava um golpe de Estado contra o presidente, depois de ter frequentado escolas militares francesas 1968-1970.
De fato, durante os últimos 50 anos, um total de 67 golpes de Estado aconteceu em 26 países da África, 16 desses países são ex-colônias francesas, o que significa que 61% dos golpes aconteceu na África francófona.
Número de  golpes de Estado na África  por países
Ex-colônias francesas 
Outros países africanos
País 
Número de golpe
País
número de golpe
Togo
1
Egypte
1
Tunísia
1
Libye
1
Cote d’Ivoire
1
Guiné Equatorial
1
Madagáscar
1
Guiné-Bissau
2
Ruanda
1
Libéria
2
Argélia
2
Nigéria
3
Congo – RDC
2
Etiópia
3
Mali
2
Ouganda
4
Guiné Conakry
2
Sudão
5
SUB-TOTAL 1
13


Congo
3


Tchad
3


Burundi
4


África Central
4


Níger
4


Mauritânia
4


Burkina Faso
5


Comores
5


SUB -TOTAL 2
32


TOTAL (1 + 2)
45
TOTAL
22
Como estes números demonstram, a França desesperadamente, tenta manter a qualquer custo, ativa ou indiretamente, suas colonias.
Em março de 2008, o ex-presidente francês,  Jacques Chirac  , disse: Sem a África, a França vai cair para um terço (economicamente falando).
O antecessor de Chirac  François Mitterand  profetizou em 1957 que: Sem a África, a França não têm história no século 21
Neste exato momento eu estou escrevendo este artigo, 14 países africanos são obrigados pela França, através de um pacto colonial, para colocar 85% de sua reserva estrangeira no banco central francês sob controle do ministro francês das finanças.
Até agora, 2014, Togo e cerca de 13 outros países africanos ainda tem que pagar a dívida colonial para a França. líderes africanos que se recusam são mortos ou vítima de golpe. Aqueles que obedecem são apoiados e recompensados ​​pela França, com estilo de vida luxuoso, enquanto o seu povo é obrigado a suportar extrema pobreza e desespero.
É como  um sistema perverso, mesmo denunciado pela União Europeia, mas a França não está pronta para mover-se deste sistema colonial que coloca cerca de 500 bilhões de dólares da África para a sua tesouraria ano após ano.
Nós muitas vezes acusamos os líderes africanos de corrupção e de servir os interesses das nações ocidentais em vez disso, mas há uma explicação clara para esse comportamento. Eles se comportam assim porque eles têm medo de serem mortos ou vítimas de um golpe de Estado.
Eles querem uma nação poderosa para apoiá-los (comodidade e medo) em caso de agressão ou problemas. Mas, ao contrário de uma proteção de nação amiga, a proteção ocidental é muitas vezes oferecido em troca desses líderes renunciando para servir seu próprio povo ou interesses das nações.
Os líderes africanos iriam trabalhar para o interesse do seu povo ? Quando eles não estavam constantemente perseguido e intimidados por países coloniais ?
Em 1958, com medo e pensando sobre as conseqüências de escolher a independência da França,  Leopold Sédar Senghor  , declarou:  “A escolha do povo senegalês é a independência, eles querem uma independência apenas na amizade com a França, e não na disputa.”
A partir de então a França aceitou apenas uma “independência em papel” por suas colônias, mas assinou ligações “Acordos de Cooperação”, detalhando a natureza das relações “países independentes“com a França, em particular os laços com a moeda colonial (Franco), o sistema educacional frances, o sistema militar e as preferências comerciais.
Abaixo estão as 11 principais componentes da Colonização no pacto desde 1950:
# 1. Dívida Colonial para os benefícios de França colonização
O recém- países “independentes” devem pagar a infra-estrutura construída pela França no país durante a colonização.
Eu ainda tenho que descobrir os detalhes completos sobre os valores, a avaliação dos benefícios coloniais e as condições de pagamento impostas aos países africanos, mas estamos trabalhando nisso (nos ajudem com informações).
# 2. confisco automático das reservas nacionais
Os países africanos devem depositar suas reservas monetárias nacionais no banco central francês.
A França tem controlado as reservas nacionais de catorze países africanos desde 1961: Benin, Burkina Faso, Guiné-Bissau, Costa do Marfim, Mali, Níger, Senegal, Togo, Camarões, República Centro Africano, Chade, Congo-Brazzaville, Guiné Equatorial e Gabão .
“A política monetária que rege a agregação tão diversificada de países é complicada porque é, de fato, operado pelo tesouro francês, sem referência aos fiscais e autoridades de qualquer central do UEMOA ou da CEMAC. Sob os termos do acordo que criou estes bancos e o CFA do Banco Central de cada país Africano é obrigado a manter pelo menos 65% de suas reservas cambiais em uma “conta operacional” realizada no Tesouro francês, bem como outros 20% para cobrir financeiros passivos.
Os bancos centrais do CFA também impõe um limite para o crédito concedido a cada país membro, equivalente a 20% da receita pública do país no ano anterior. Mesmo que o BEAC e o BCEAO tenha uma linha de crédito com o Tesouro francês, os levantamentos sobre as instalações de cheque especial estão sujeitas ao consentimento do Tesouro francês. A palavra final está cargo do tesouro francês, gestor das reservas cambiais dos países africanos, em seu próprio nome, na Bolsa de Paris.
Em suma, mais de 80% das reservas cambiais desses países africanos são depositados nas ” contas de operações “controlados pelo Tesouro francês. Os dois bancos levam o nome de CFA Africano, mas não têm políticas monetárias próprias. os próprios países não sabem, nem lhes é dito, quanto do conjunto de reservas estrangeiras detidas pelo Tesouro francês pertence a eles como um grupo ou individualmente.
Os ganhos de investimento desses fundos “na piscina” do Tesouro francês devem ser adicionados “à piscina“, mas não é dada os detalhes da contabilidade, (tanto aos dois bancos ou aos países) de tais alterações. O grupo limitado de altos funcionários do tesouro francês que tenham conhecimento dos valores nas ” contas de operações “, onde esses fundos são investidos, (se existe é um lucro sobre esses investimentos), estão proibidos de divulgar qualquer uma dessas informações para os bancos CFA ou os bancos centrais dos países africanos. ” Escreveu  o Dr. Gary K. Busch
É agora estimado que a França está segurando perto de 500 bilhões dos países africanos de dinheiro em sua tesouraria, e iria fazer nada para lutar contra qualquer um que querem lançar uma luz sobre esse lado negro do velho império.
Os países africanos não têm acesso a esse dinheiro.
A França permite-lhes aceder apenas 15% do dinheiro em um determinado período do ano. Se eles precisam de mais do que isso, eles têm que pedir emprestado o dinheiro extra a partir de seu próprio 65% do Tesouro francês a preços comerciais.
Para tornar as coisas mais trágicas, a França impoõe um limite para a quantidade de dinheiro que os países podem tomar emprestado da reserva. A quantia é fixada em 20% de sua receita pública no ano anterior. Se os países precisam pedir mais do que 20% de seu próprio dinheiro, a França veta.
O ex-presidente francês  Jacques Chirac  falou recentemente . sobre o dinheiro das nações africanas no banco francês. Existe um vídeo dele falando sobre o esquema de exploração francesa. Ele está fala em francês, traduzimos um pequeno trecho do pronunciamento: “Nós temos que ser honestos, e reconhecer que uma grande parte do dinheiro em nossos bancos vêm justamente da exploração do continente Africano “.
# 3. Direito de preferência sobre qualquer recurso cru ou natural descoberta no país
A França tem o primeiro direito de compra de quaisquer recursos naturais encontrados na terra de suas ex-colônias. É apenas depois que a França iria dizer, “Eu não estou interessado”, que os países africanos estão autorizados a procurar outros parceiros.
# 4. Prioridade para franceses interesses e empresas na contratação pública e licitação público
Na adjudicação de contratos públicos, empresas francesas devem ser considerados em primeiro lugar, e só depois que esses países  poderiam procurar outro lugar. Ele não importa se os países africanos podem obter o melhor valor para o dinheiro em outro lugar.
Como conseqüência, em muitas das ex-colônias francesas, todos os majors ativos econômicos dos países estão na mão de expatriados franceses. Na Costa do Marfim, por exemplo, as empresas francesas possuem e controlam todos os principais serviços públicos – água, electricidade , telefone, transportes, portos e grandes bancos. A mesma no comércio, construção e agricultura.
No final, como eu escrevi em um artigo anterior,  os africanos vivem agora em uma Continente Possuído por europeus!
# 5. Exclusivo direito de fornecer equipamento militar e treinar os militares do país oficiais
Através de um esquema sofisticado de bolsas, subsídios, e “acordos de defesa” ligados ao Pacto Colonial, os africanos devem enviar os seus altos oficiais militares para treinamento na França ou instalações de treinamento correu franceses.
A situação no continente agora é que a França tem treinado centenas, até mesmo milhares de traidores e nutri-los. Eles são latentes quando eles não são necessários, e ativada quando necessário para um golpe de Estado ou qualquer outra finalidade!
# 6. Direito para França para pré-posicionar tropas e intervir militar no país para defender seus interesses
Sob uma coisa chamada “Acordos de Defesa” em anexo ao Pacto Colonial, a França teve o direito legal de intervir militarmente nos países africanos, e também para estacionar tropas permanentemente em bases e instalações militares nesses  países, executado inteiramente pelos franceses.
Bases militares francesas na África

Quando o Presidente  Laurent Gbagbo  da Costa do Marfim tentou acabar com a exploração francesa do país , a França organizou um golpe de Estado. Durante o longo processo para expulsar Gbagbo, tanques França, helicópteros e forças especiais intervieram diretamente no conflito, dispararam contra civis e mataram muitos.
Para adicionar insulto à injúria, França estima que a comunidade empresarial francês tinha perdido vários milhões de dólares , quando na pressa de deixar Abidjan em 2006, o exército francês massacrou 65 civis desarmados e feriram 1.200 outros.
Depois de França conseguiu o golpe, e transferiu o poder a  Alassane Ouattara , a França solicitou governo Ouattara a pagar uma indemnização à comunidade empresarial francês para as perdas durante a guerra civil.
Na verdade, o governo Ouattara pago duas vezes o que eles disseram que tinham perdido em sair.
# 7. Obrigação de fazer do francês a língua oficial do país e da língua para a educação
Oui, monsieur. Vous Devez parlez français, la langue de Molière!
A língua francesa e cultura organização disseminação foi criado chamado “Francophonie” com vários satélites e organizações afiliadassupervisionados pelo ministro francês dos Negócios Estrangeiros.
Como demonstrado no  presente artigo , quando o francês é a única língua que você fala, você tem acesso a menos de 4% do conhecimento da humanidade e idéias. Isso é muito limitante.
# 8. Obrigação de usar dinheiro França FCFA colonial
Essa é a vaca de leite real para a França, mas é como  um sistema perverso, mesmo denunciado pela União Europeia, mas a França não está pronto para mover-se de que o sistema colonial, que coloca cerca de 500 bilhões de dólares da África para a sua tesouraria.
Durante a introdução da moeda Euro na Europa, outros países europeus descobriram o esquema de exploração francesa. Muitos,especialmente os países nórdicos, ficaram horrorizados e sugeriu França se livrar do sistema, mas sem sucesso.
# 9. Obrigação para enviar França relatório de balanço e reserva anual.
Sem o relatório, sem dinheiro.
De qualquer forma o secretário dos bancos centrais das ex-colônias, eo secretário da reunião bi-anual dos Ministros das Finanças das ex-colônias é realizado pela França Banco central / Tesouro.
# 10. Renonciation a entrar em aliança militar com qualquer outro país a menos que autorizado pela França
Países africanos, em geral, são os únicos com alianças militares serão menos regionais. maioria dos países têm apenas alianças militares com os seus ex-colonizadores! (Engraçado, mas você não pode fazer melhor!).
Nos casos de França ex-colónias, França proibi-los a buscar outra aliança militar, exceto o que ele lhes oferecia.
# 11. Obrigação de aliar-se com a França em situação de guerra ou de crise global
Mais de um  milhão soldados africanos lutaram pela derrota do nazismo e do fascismo durante  a Segunda Guerra Mundial.
A sua contribuição é muitas vezes ignorado ou minimizado, mas quando você acha que demorou apenas 6 semanas para a Alemanha para derrotar a França em 1940,  França sabe que os africanos poderiam ser úteis para o combate para la “Grandeur de la France” no futuro.
Há algo quase de psicopatia na relação da França com a África.
Primeiro, a França é severamente viciada em saques e exploração da África, desde o tempo da escravidão. Então há essa total falta de criatividade e imaginação da elite francesa de pensar para além do passado e da tradição.
Finalmente, a França tem duas instituições que estão completamente congeladas no passado , habitada por paranóicos e psicopata “fonctionnaires haut” que espalham medo de apocalipse se a França iria mudar, e cuja referência ideológica ainda vem do romantismo do século 19: eles são o Ministro da Finanças e Orçamento da França e do Ministro dos Negócios Estrangeiros da França.
Estas duas instituições não são apenas uma ameaça para a África, mas para os próprios franceses.
Cabe a nós, como Africano para libertar a nós mesmos, sem pedir permissão, porque eu ainda não consigo entender , por exemplo,como 450 soldados franceses na Costa do Marfim poderia controlar uma população de 20 milhões de pessoas? 
Pessoas primeira reação quando aprendem sobre o imposto colonial francês é muitas vezes uma pergunta: “? Até quando”
Para efeito de comparação histórica, a França fez o Haiti pagar o equivalente moderno de US $ 21 bilhões, de 1804 até 1947 (quase um século e meio) para os prejuízos causados ​​aos comerciantes de escravos francês pela  abolição da escravatura  e da libertação dos escravos haitianos.
Países Africano estão pagando o imposto colonial apenas para os últimos 50 anos , então eu acho que um século de pagamento pode ocorrer!
**** NBota dos Editores: Agora entendo por que Sarkozy queria a Líbia.
Leia mais: http://www.afrika.no/
Ruanda
1 Libéria 2
Argélia 2 Nigéria 3
Congo – RDC 2 Etiópia 3
Mali 2 Ouganda 4
Guiné Conakry 2 Sudão 5
SUB-TOTAL 1 13
Congo 3
Tchad 3
Burundi 4
África Central 4
Níger 4
Mauritânia 4
Burkina Faso 5
Comores 5
SUB -TOTAL 2 32
TOTAL (1 + 2) 45 TOTAL 22

Como estes números demonstram, a França desesperadamente, tenta manter a qualquer custo, ativa ou indiretamente, suas colonias.

Em março de 2008, o ex-presidente francês,  Jacques Chirac  , disse: Sem a África, a França vai cair para um terço (economicamente falando).

O antecessor de Chirac  François Mitterand  profetizou em 1957 que: Sem a África, a França não têm história no século 21

Neste exato momento eu estou escrevendo este artigo, 14 países africanos são obrigados pela França, através de um pacto colonial, para colocar 85% de sua reserva estrangeira no banco central francês sob controle do ministro francês das finanças.

Até agora, 2014, Togo e cerca de 13 outros países africanos ainda tem que pagar a dívida colonial para a França. líderes africanos que se recusam são mortos ou vítima de golpe. Aqueles que obedecem são apoiados e recompensados ​​pela França, com estilo de vida luxuoso, enquanto o seu povo é obrigado a suportar extrema pobreza e desespero.

É como  um sistema perverso, mesmo denunciado pela União Europeia, mas a França não está pronta para mover-se deste sistema colonial que coloca cerca de 500 bilhões de dólares da África para a sua tesouraria ano após ano.

Nós muitas vezes acusamos os líderes africanos de corrupção e de servir os interesses das nações ocidentais em vez disso, mas há uma explicação clara para esse comportamento. Eles se comportam assim porque eles têm medo de serem mortos ou vítimas de um golpe de Estado.

Eles querem uma nação poderosa para apoiá-los (comodidade e medo) em caso de agressão ou problemas. Mas, ao contrário de uma proteção de nação amiga, a proteção ocidental é muitas vezes oferecido em troca desses líderes renunciando para servir seu próprio povo ou interesses das nações.

Os líderes africanos iriam trabalhar para o interesse do seu povo ? Quando eles não estavam constantemente perseguido e intimidados por países coloniais ?

Em 1958, com medo e pensando sobre as conseqüências de escolher a independência da França,  Leopold Sédar Senghor  , declarou:  “A escolha do povo senegalês é a independência, eles querem uma independência apenas na amizade com a França, e não na disputa.”

A partir de então a França aceitou apenas uma “independência em papel” por suas colônias, mas assinou ligações “Acordos de Cooperação”, detalhando a natureza das relações “países independentes“com a França, em particular os laços com a moeda colonial (Franco), o sistema educacional frances, o sistema militar e as preferências comerciais.

Abaixo estão as 11 principais componentes da Colonização no pacto desde 1950:

# 1. Dívida Colonial para os benefícios de França colonização

O recém- países “independentes” devem pagar a infra-estrutura construída pela França no país durante a colonização.

Eu ainda tenho que descobrir os detalhes completos sobre os valores, a avaliação dos benefícios coloniais e as condições de pagamento impostas aos países africanos, mas estamos trabalhando nisso (nos ajudem com informações).

# 2. confisco automático das reservas nacionais

Os países africanos devem depositar suas reservas monetárias nacionais no banco central francês.

A França tem controlado as reservas nacionais de catorze países africanos desde 1961: Benin, Burkina Faso, Guiné-Bissau, Costa do Marfim, Mali, Níger, Senegal, Togo, Camarões, República Centro Africano, Chade, Congo-Brazzaville, Guiné Equatorial e Gabão .

“A política monetária que rege a agregação tão diversificada de países é complicada porque é, de fato, operado pelo tesouro francês, sem referência aos fiscais e autoridades de qualquer central do UEMOA ou da CEMAC. Sob os termos do acordo que criou estes bancos e o CFA do Banco Central de cada país Africano é obrigado a manter pelo menos 65% de suas reservas cambiais em uma “conta operacional” realizada no Tesouro francês, bem como outros 20% para cobrir financeiros passivos.

Os bancos centrais do CFA também impõe um limite para o crédito concedido a cada país membro, equivalente a 20% da receita pública do país no ano anterior. Mesmo que o BEAC e o BCEAO tenha uma linha de crédito com o Tesouro francês, os levantamentos sobre as instalações de cheque especial estão sujeitas ao consentimento do Tesouro francês. A palavra final está cargo do tesouro francês, gestor das reservas cambiais dos países africanos, em seu próprio nome, na Bolsa de Paris.

Em suma, mais de 80% das reservas cambiais desses países africanos são depositados nas ” contas de operações “controlados pelo Tesouro francês. Os dois bancos levam o nome de CFA Africano, mas não têm políticas monetárias próprias. os próprios países não sabem, nem lhes é dito, quanto do conjunto de reservas estrangeiras detidas pelo Tesouro francês pertence a eles como um grupo ou individualmente.

Os ganhos de investimento desses fundos “na piscina” do Tesouro francês devem ser adicionados “à piscina“, mas não é dada os detalhes da contabilidade, (tanto aos dois bancos ou aos países) de tais alterações. O grupo limitado de altos funcionários do tesouro francês que tenham conhecimento dos valores nas ” contas de operações “, onde esses fundos são investidos, (se existe é um lucro sobre esses investimentos), estão proibidos de divulgar qualquer uma dessas informações para os bancos CFA ou os bancos centrais dos países africanos. ” Escreveu  o Dr. Gary K. Busch

É agora estimado que a França está segurando perto de 500 bilhões dos países africanos de dinheiro em sua tesouraria, e iria fazer nada para lutar contra qualquer um que querem lançar uma luz sobre esse lado negro do velho império.

Os países africanos não têm acesso a esse dinheiro.

A França permite-lhes aceder apenas 15% do dinheiro em um determinado período do ano. Se eles precisam de mais do que isso, eles têm que pedir emprestado o dinheiro extra a partir de seu próprio 65% do Tesouro francês a preços comerciais.

Para tornar as coisas mais trágicas, a França impoõe um limite para a quantidade de dinheiro que os países podem tomar emprestado da reserva. A quantia é fixada em 20% de sua receita pública no ano anterior. Se os países precisam pedir mais do que 20% de seu próprio dinheiro, a França veta.

O ex-presidente francês  Jacques Chirac  falou recentemente . sobre o dinheiro das nações africanas no banco francês. Existe um vídeo dele falando sobre o esquema de exploração francesa. Ele está fala em francês, traduzimos um pequeno trecho do pronunciamento: “Nós temos que ser honestos, e reconhecer que uma grande parte do dinheiro em nossos bancos vêm justamente da exploração do continente Africano “.

# 3. Direito de preferência sobre qualquer recurso cru ou natural descoberta no país

A França tem o primeiro direito de compra de quaisquer recursos naturais encontrados na terra de suas ex-colônias. É apenas depois que a França iria dizer, “Eu não estou interessado”, que os países africanos estão autorizados a procurar outros parceiros.

# 4. Prioridade para franceses interesses e empresas na contratação pública e licitação público

Na adjudicação de contratos públicos, empresas francesas devem ser considerados em primeiro lugar, e só depois que esses países  poderiam procurar outro lugar. Ele não importa se os países africanos podem obter o melhor valor para o dinheiro em outro lugar.

Como conseqüência, em muitas das ex-colônias francesas, todos os majors ativos econômicos dos países estão na mão de expatriados franceses. Na Costa do Marfim, por exemplo, as empresas francesas possuem e controlam todos os principais serviços públicos – água, electricidade , telefone, transportes, portos e grandes bancos. A mesma no comércio, construção e agricultura.

No final, como eu escrevi em um artigo anterior,  os africanos vivem agora em uma Continente Possuído por europeus!

# 5. Exclusivo direito de fornecer equipamento militar e treinar os militares do país oficiais

Através de um esquema sofisticado de bolsas, subsídios, e “acordos de defesa” ligados ao Pacto Colonial, os africanos devem enviar os seus altos oficiais militares para treinamento na França ou instalações de treinamento correu franceses.

A situação no continente agora é que a França tem treinado centenas, até mesmo milhares de traidores e nutri-los. Eles são latentes quando eles não são necessários, e ativada quando necessário para um golpe de Estado ou qualquer outra finalidade!

# 6. Direito para França para pré-posicionar tropas e intervir militar no país para defender seus interesses

Sob uma coisa chamada “Acordos de Defesa” em anexo ao Pacto Colonial, a França teve o direito legal de intervir militarmente nos países africanos, e também para estacionar tropas permanentemente em bases e instalações militares nesses  países, executado inteiramente pelos franceses.

Bases militares francesas na África

Bases militares franco-em-africa

Quando o Presidente  Laurent Gbagbo  da Costa do Marfim tentou acabar com a exploração francesa do país , a França organizou um golpe de Estado. Durante o longo processo para expulsar Gbagbo, tanques França, helicópteros e forças especiais intervieram diretamente no conflito, dispararam contra civis e mataram muitos.

Para adicionar insulto à injúria, França estima que a comunidade empresarial francês tinha perdido vários milhões de dólares , quando na pressa de deixar Abidjan em 2006, o exército francês massacrou 65 civis desarmados e feriram 1.200 outros.

Depois de França conseguiu o golpe, e transferiu o poder a  Alassane Ouattara , a França solicitou governo Ouattara a pagar uma indemnização à comunidade empresarial francês para as perdas durante a guerra civil.

Na verdade, o governo Ouattara pago duas vezes o que eles disseram que tinham perdido em sair.

# 7. Obrigação de fazer do francês a língua oficial do país e da língua para a educação

Oui, monsieur. Vous Devez parlez français, la langue de Molière!

A língua francesa e cultura organização disseminação foi criado chamado “Francophonie” com vários satélites e organizações afiliadassupervisionados pelo ministro francês dos Negócios Estrangeiros.

Como demonstrado no  presente artigo , quando o francês é a única língua que você fala, você tem acesso a menos de 4% do conhecimento da humanidade e idéias. Isso é muito limitante.

# 8. Obrigação de usar dinheiro França FCFA colonial

Essa é a vaca de leite real para a França, mas é como  um sistema perverso, mesmo denunciado pela União Europeia, mas a França não está pronto para mover-se de que o sistema colonial, que coloca cerca de 500 bilhões de dólares da África para a sua tesouraria.

Durante a introdução da moeda Euro na Europa, outros países europeus descobriram o esquema de exploração francesa. Muitos,especialmente os países nórdicos, ficaram horrorizados e sugeriu França se livrar do sistema, mas sem sucesso.

# 9. Obrigação para enviar França relatório de balanço e reserva anual.

Sem o relatório, sem dinheiro.

De qualquer forma o secretário dos bancos centrais das ex-colônias, eo secretário da reunião bi-anual dos Ministros das Finanças das ex-colônias é realizado pela França Banco central / Tesouro.

# 10. Renonciation a entrar em aliança militar com qualquer outro país a menos que autorizado pela França

Países africanos, em geral, são os únicos com alianças militares serão menos regionais. maioria dos países têm apenas alianças militares com os seus ex-colonizadores! (Engraçado, mas você não pode fazer melhor!).

Nos casos de França ex-colónias, França proibi-los a buscar outra aliança militar, exceto o que ele lhes oferecia.

# 11. Obrigação de aliar-se com a França em situação de guerra ou de crise global

Mais de um  milhão soldados africanos lutaram pela derrota do nazismo e do fascismo durante  a Segunda Guerra Mundial.

A sua contribuição é muitas vezes ignorado ou minimizado, mas quando você acha que demorou apenas 6 semanas para a Alemanha para derrotar a França em 1940,  França sabe que os africanos poderiam ser úteis para o combate para la “Grandeur de la France” no futuro.

Há algo quase de psicopatia na relação da França com a África.

Primeiro, a França é severamente viciada em saques e exploração da África, desde o tempo da escravidão. Então há essa total falta de criatividade e imaginação da elite francesa de pensar para além do passado e da tradição.

Finalmente, a França tem duas instituições que estão completamente congeladas no passado , habitada por paranóicos e psicopata “fonctionnaires haut” que espalham medo de apocalipse se a França iria mudar, e cuja referência ideológica ainda vem do romantismo do século 19: eles são o Ministro da Finanças e Orçamento da França e do Ministro dos Negócios Estrangeiros da França.

Estas duas instituições não são apenas uma ameaça para a África, mas para os próprios franceses.

Cabe a nós, como Africano para libertar a nós mesmos, sem pedir permissão, porque eu ainda não consigo entender , por exemplo,como 450 soldados franceses na Costa do Marfim poderia controlar uma população de 20 milhões de pessoas? 

Pessoas primeira reação quando aprendem sobre o imposto colonial francês é muitas vezes uma pergunta: “? Até quando”

Para efeito de comparação histórica, a França fez o Haiti pagar o equivalente moderno de US $ 21 bilhões, de 1804 até 1947 (quase um século e meio) para os prejuízos causados ​​aos comerciantes de escravos francês pela  abolição da escravatura  e da libertação dos escravos haitianos.

Países Africano estão pagando o imposto colonial apenas para os últimos 50 anos , então eu acho que um século de pagamento pode ocorrer!

**** NBota dos Editores: Agora entendo por que Sarkozy queria a Líbia.

Leia mais: http://www.afrika.no/

Em defesa das Universidades Públicas Brasileiras

As Universidades Federais estão sob forte ataque do governo. As Universidades Públicas brasileiras são responsáveis pela quase totalidade, por mais de 90% de toda a pesquisa científica que se faz no país em todas as áreas: da filosofia à medicina, das artes às engenharias. Não há instituição que tenha contribuído de modo equivalente para o progresso do país. As universidades são os grandes produtores de conhecimento e, portanto, responsáveis por grande parte de nosso crescimento econômico ao longo de nossa história.

Mais ainda, elas estão atreladas ao processo de democratização do país. Não há país democrático e soberano sem a universalização do conhecimento. Nossas Universidades têm um compromisso inquestionável com a construção de um Brasil mais justo, mais humano, mais livre e mais igualitário. E do equilíbrio entre liberdade e igualdade depende a democracia. As universidades são ainda mais vitais em uma sociedade do conhecimento, isto é, em que o conhecimento é o grande motor da economia. 

Não podemos dizer que essa atitude do governo, de cortar sem justificativa 30% dos orçamentos já aprovados das Universidades, seja surpresa. Afinal, desde o início, e mesmo durante a campanha, o governo Bolsonaro tem demonstrado uma forte visão anti-intelectualista, contrária à ciência e à cultura, à democracia. Eleger a Universidade como grande inimiga não é, portanto, algo inesperado.

O ataque do governo teve início com o corte do orçamento de três universidades: Universidade Federal da Bahia, a Universidade de Brasília e a Universidade Federal Fluminense. O governo se utilizou de dois argumentos falsos, mentirosos.  O primeiro, que nossas Universidades possuem um rendimento insatisfatório, o que é desmentido por vários instrumentos de avaliação de desempenho, inclusive do próprio governo. O segundo, que elas são espaço de balbúrdia, ou seja, eles querem impor o seu código moral, quando não foram eleitos para isso. Ora, quem verdadeiramente frequenta as universidades sabe que elas são lugares de estudo, pesquisa, trabalho. Há evidentemente espaço para a crítica social e mesmo para a irreverência, dimensões importantes da vida democrática. Porque os cortes, se restrito à três Universidades, caracterizariam perseguição e portanto improbidade administrativa, o governo recuou atirando e universalizou a medida, estendendo-a a todas as Universidades Federais, bem como aos Institutos Federais

O Sistema Federal de Universidades é um patrimônio da sociedade brasileira. Ele precisa ser defendido, de todas as maneiras possíveis. Assim, considere assinar e compartilhar. Não vamos deixar que esse governo acabe com as nossas universidades e institutos federais. Afinal, ele teve a maioria dos votos, mas não representa a maioria dos eleitores. O destino de nossa democracia passa pelo destino de nossas Universidades.  Vamos lutar por elas. Vamos pressionar o Congresso Nacinal para que, conosco, ponhamos um fim a este ataque brutal que é absolutamente contrário aos interesses da sociedade brasileira.

Maria was arrested on 29 March, the second time in a matter of weeks.

UPDATE 02/04/19: Maria was arrested on 29 March, the second time in a matter of weeks. Maria now faces 7 court cases, while Rappler, its directors and staff, face 11. These prosecutions are part of a campaign to silence critics of the Philippine government. Take action now and call on the Department of Justice to drop the charges, and put an end to politically-motivated prosecutions

Maria Ressa has helped to expose thousands of murders committed as a result of President Rodrigo Duterte’s “war on drugs” in the Philippines. She is now facing politically-motivated charges as authorities attempt to scare her into silence.

Since President Duterte came into power in 2016, thousands of poor and marginalised people have been murdered by police and others in extrajudicial killings. Maria and her team at the media outlet Rappler have been tireless in their efforts to investigate and expose this campaign of violence, intimidation and repression — even risking their own safety and freedom to do so.

In February 2018, Maria was banned by Duterte himself from attending press briefings at the presidential palace. In December, Maria and Rappler were targeted with “tax evasion” charges and had their company registration revoked in a blatant attack on free press in the country. They were later cleared of wrongdoing by the Court of Appeals, but the harassment didn’t end there.

In February 2019, Maria was arrested and detained overnight on “cyber-libel” charges. She has since been released after posting bail but the charges still stand. Maria says this is an “abuse of power” and “weaponization of the law”.

The ongoing harassment and arrest of Maria is a disturbing attempt to silence independent journalism in the Philippines. Please join us in calling for the Department of Justice to drop the charges against Maria and put an end to politically-motivated prosecutions.

Amnesty International survive from suffereing of other people

Amnesty International​ needs people suffering so to move hearts and get donations so it can follow living.

Lula is a political prisoner which has made 30 millions Brazilian free from hunger and has elevated Brazil to 6th position in the world economy and this is not interesting for ​Amnesty International​ that Lula be free, it is better that he stays in prison in conditions that more people stay in suffering otherwise ​Amnesty International​ will lost its living reason. The same with Marielle, it is better that Lula stay behind bars so that Marielle crime stay covered and that more people be assassinated which will give reason for ​Amnesty International​ moves.

Amnesty International suvive from suffereing of other people.

Amnesty International vive de sofrimentos.

Ela precisa que exista gente sofrendo para mover corações a fazer-lhe doações para que ela continue existindo.

Lula é um prisioneiro político porque libertou 30 milhões de brasileiros da fome e elevou o Brasil à 6ª posição na economia mundial, então não interessa à
Amnesty International que Lula seja livre, é melhor que ele fique preso para que haja gente sofrendo, para que o crime contra Marielle não seja desvendado
e até para que mais gente morra como Marielle o que permitirá mais ações de manutenção da Amnesty International.

Amnesty International sobrevive de sofrimentos.

Brasil já vai à guerra

Na década de 50 Juca Chaves escreveu a sua canção “Brasil já vai à guerra”. Brasil já vai à guerra, comprou porta-aviões, 82 bilhões! Um viva para a Inglaterra! Mas que ladrões!

E para que serviu o porta aviões? Você sabe? Alguém sabe para que serviu o porta-aviões? que serventia teve o Brasil gastar 82 bilhões para comprar um porta-aviões possivelmente reformado que de outra forma teria virado sucata a pesar no lixo dos ingleses!

Certamente serviu para os tenentes aviadores da FAB aprenderem a manobra em curso espaço caso contrário iriam morrer afogados quando fizessem alguma manobra militar conjunto, estas brincadeirinhas que tem um custo altíssimo e que a única utilidade que o país tem para o sistema de escoteiros públicos que mantemos a custo altíssimo.

Nem vou tentar fazer uma estimativa do imenso dinheiro que gastamos anos a fio para manter um “dispositivo” tão caro como inútil como o são as Forças Armadas até porque o número deles deve ser secreto, para nós, porque deve estar tudo em documentos escritos no word da Micro$oft e portanto vazado o segredo diretamente para a C.I.A se é que a C.I.A. mostra algum interesse pela potência das nossas Forças Armadas que afinal não tinham potência nem mesmo para invadir o Paraguai e tiveram que fazer um consórcio com os escoteiros das Argentina e do Uruguai para conseguir destruir o país irmão nosso vizinho e atender aos interesses da gang internacional que Eisenhower chamou, criando a expressão, “complexo industrial militar”. Eisenhouwer foi educado, não é um “complexo” e sim uma gang formada por egoístas com exclusiva sede de dinheiro e sangue.

Gastamos anos a fio uma montanha de dinheiro para manter um dispositivo inútil, perigoso, caro, improdutivo e cuja única serventia e ser usado pelo inimigo, a C.I.A. a cada cinquenta anos para dar um golpe em nossa democracia, ou como agora, nos fazer gastar uma montanha de dinheiro, do dinheiro que eles querem tomar dos nossos aposentados, para repetir com a Venezuela a invasão outrora feita contra contra o Paraguai e exatamente pelas mesmas razões, porque agora a Venezuela representa uma real alternativa ao capitalismo oferecendo ao seu povo desenvolvimento e se afastando do modelo rentista dominado pelo capital vadio, este mesmo que deseja se apoderar da nossa Previdência.

Entendo que foi um grave erro que cometemos na Constituinte de 88 quando poderíamos ter abolido este sistema inútil, perigoso, caro, perverso que é formado pelo que se chama de “forças armadas” e ter dado um salto avançado para o futuro separando o dinheiro inutilmente gasto com esta coisa na educação, saúde e infraestrutura de nosso país.

Se você tiver alguma fora de dimensionar o prejuízo que representa manter este sistema perverso, eu ficaria orgulhoso de incluí-la como coautora deste texto.

Paises livres não podem se submeter a ser bases americanas

Para el 13 de febrero de 2019 se ha anunciado una reunion en Washington entre Duque, presidente da Colombia y el presidente de los Estados Unidos, Donald Trump. Queremos manifestarle nuestra preocupacion por la actitud complaciente del Gobierno Nacional con relacion a una eventual intervencion militar de los Estados Unidos en Venezuela, y a la participacion que tendria nuestro pais en ese proposito. Estas son nuestras evidencias:

  1. El 15 de septiembre de 2018, en la ciudad de Cucuta, el secretario general de la Organizacion de Estados Americanos, Luis Almagro, acompanado del canciller, Carlos Holmes Trujillo, afirmo que “[e]n cuanto a la opcion militar para derrocar a Maduro, no debemos descartar ninguna opcion”
  2. El 16 de septiembre de 2018, el gobierno colombiano se abstuvo de firmar la declaracion del Grupo de Lima, en el que otros gobiernos de la region plasmaron su rechazo “[a]nte cualquier curso de accion o declaracion que implique una intervencion militar o el ejercicio de la violencia, la amenaza o el uso de la fuerza en Venezuela”
  3. El 18 de septiembre de 2018, el embajador de Colombia en Estados Unidos, Francisco Santos, declaro: “[s]e escuchan voces que hablan de operaciones militares unilaterales (sic). Creemos que debe darse una respuesta colectiva a esta crisis. Pero creemos, y, dejeme ser bastante claro, que todas las opciones deben ser consideradas”
  4. El 31 de enero de 2019, tras las reacciones por la nota en la libreta del consejero de Seguridad Nacional de Estados Unidos, John Bolton, en la que se mencionaba el envio de “5.000 tropas a Colombia”, el embajador de nuestro pais en los Estados Unidos dijo que “[e]s una jugada diplomatica inteligente para decirle a Venezuela que esta en el final (sic) […] Estados Unidos siempre ha dicho que ‘todas las opciones estan sobre la mesa'”4. Ese mismo dia, el inusitado despliegue militar en Cucuta como resultado de la visita del jefe del Comando Sur, almirante Craig Faller, genero mayor tension en la frontera con Venezuela.
  5. El 6 de febrero de 2019, al canciller Holmes Trujillo se le pregunto en rueda de prensa, luego de salir de la reunion con el Consejero de Seguridad de Estados Unidos, si habia tratado el asunto de la anotacion en la libreta a lo cual respondio: “Yo no iba a hacerle un interrogatorio, iba a conversar sobre lo que son las acciones que conjuntamente estamos disenando politica y diplomaticamente para crear condiciones que permitan que el hermano pueblo pueda vivir en democracia y libertad”

Senor presidente, de manera respetuosa, le pedimos que rechace cualquier accion que implique la participacion de Colombia en una confrontacion armada con Venezuela. Usted tiene en sus manos el deber moral y politico de defender la paz en Colombia y de la region.

Professora, Enfermeira, Engenheira, Médica ou general

As professoras redimem os néscios fazendo deles professores, enfermeiros, engenheiros, médicos e até mesmo, infelizmente, generais. E um general faz o que? destrói casas e cidades, que os engenheiros construíram. Destrói pontes e estradas que a sociedade produziu para o bem estar de todos. Ou produzem golpes que podem levar a 6ª economia do mundo de volta para a 16ª posição em tempo mais recorde do que o duro trabalho que o torneiro mecânico e seus companheiros de partido gastaram para construir.

Que faz um general que se possa comparar com o trabalho dum professor, quantos deles merecem a honra dum Paulo Freire, reconhecido mundialmente por tornar analfabetos em pessoas livres que podem entrar num supermercado e escolher aquilo que lhes interessa comprar sem ter que perguntar a alguém ao lado se o conteúdo da lata é veneno ou comida. Se você souber algo que preste que tenha feito algum general, me diga, eu gostaria de saber. Claro que há exceções, a História já guardou um lugar de ouro para o Marechal Rondon, o defensor incansável dos Povos Primitivos e há outros poucos mais que podemos listar com auxílio dos dedos duma única mão.

Habitualmente os generais matam, bombardeiam, quebram, destroem, perseguem ou servem de apoio aos golpes do interesse duma minoria de lixos ricos.

Do sr. Vilas Boas restará o nome gravado numa pedra de túmulo e um infeliz registro histórico tão deprimente quanto o registro que cabe ao coronel Flores, ambos perseguiram heróis. O registro no túmulo ficará para leitura de alguns poucos, filhos, netos e talvez nem isto porque agora na Argentina os filhos dos ditadores e seus sequazes estão pedindo que eles sejam julgado pós morte para tirar-lhes das costas o peso que é conviver com nomes carregados de crimes contra a Humanidade.

Ao passo que Luís Inácio Lula da Silva, que é o perseguido preferido dos medíocres, tem o seu nome já inscrito ao lado de Juscelino Kubitschek de Oliveira, Getúlio Vargas, Paulo Freire, e que eu pare aqui a lista lhes dando a estes o privilégio de representar milhares de nomes brasileiros que levantam a bandeira do Brasil muito além de nossas fronteiras, com respeito, admiração.

E peça a um general para escrever uma defesa, eu a publicaria como direito que é o de resposta, no mesmo lugar até mesmo para a diversão dos que lerem porque talvez ela não passe dum texto tão simplório e ridículo como o que o idiota apresentou ao Mundo em Davos nos cobrindo de vergonha.

E me maltrata quando vejo alguns lutadores fazendo referência à elite brasileira como representada pelo lixo rico, ignorante, burro, egoísta, golpista, fratricida. Da elite sou eu professor, da elite somos nós os professores que produzimos outros professores, que retiramos da posição de analfabetos para uma posição de letrados, que produzimos médicas, enfermeiras, engenheiras e até mesmo, infelizmente, generais. Quantos generais sabem ler um teorema e dizer o que ele significa? Eu provo ou crio teoremas! Quantos generais sabem escrever um programa de computador que mostre alguma coisa interessante, exiba um plano tangente a uma superfície? Eu sei escrever um tal programa. Quantos generais saberiam escrever um programa para analisar dados estatísticos e fazer uma previsão, de curto prazo, para a Economia? Eu sei escrever um tal programa e sei fazer a previsão.

Os militares são caros, inúteis e perigosos e foi um grave erro na Constituição de 88 que não tenhamos aproveitado a oportunidade para limitar drasticamente a existência deste corpo perigoso ou, no meu entender, simples eliminá-lo como na Suíça ou como durante algum tempo na Costa Rica. A Suíça não tem forças armadas e nem golpes e pode assim passar por neutra e vender armas e informações aos dois lados em guerra o que é uma forma covarde de passar por neutro e contra a guerra. A Costa Rica eu não tenho certeza se andou para trás.