Contra o voto impresso!

Quem grita e confunde com a história do voto impresso é exatamente que melou as nossas eleições de 2018 com dinheiros gastos ilegitimamente, com mentiras distribuídas por robôs na internet e mesmo assim ganhou porque o sistema é seguro e o único defeito é que o eleitor pode ser enganado mas não há sistema seguro contra isto.

  1. Um cara que nunca reuniu condições para ser presidente da república, que vem conduzindo a nossa população para um genocídio e agora com as marcas de corrupção na venda de vacinas, levanta uma voz contra um sistema em que o Brasil é pioneiro, a nosso sistema eleitoral, claro, com exceção nas eleições de 2018 que foram marcadas por mentiras, falsidades, fraudes monetárias e precisamente por quem levanta a voz contra o nosso sistema eleitoral.
  2. O voto impresso abre a possibilidade para coagir o eleitor, o patrão pedir que lhe mostre em quem votou, os cabos eleitorais municipais forçando os mais simples a votar nos coronéis locais e depois, contar 150 milhões de votos manualmente é coisa do passado.
  3. É mais caro e precisamos de dinheiro para coisas mais importantes.
  4. A fraude que vive nos rodando iria se apoderar dos nossos votos, com certeza! Somente PICARETAS é que podem apoiar esta ideia.

O desastre na desastrada motorcada do psicopata

Tem 12 anos, comparando com o último João, que fazia besteiras semelhantes
as porcarias que o psicopata faz. Era um pouco melhor, o último joão,
pelo menos disse uma última grosseria a algum repórter que bateu à
porta do sítio onde ele foi se esconder quando pediu “me esqueçam”!
Não será esquecido, ainda precisa ser julgado mesmo depois de morto!

No sábado o psicopata gastou um milhão e meio de dinheiro público com
uma brincadeira, com uma desastrada passeata de motos.

No meio do caminho os grotescos acompanhantes do psicopata se enrolaram
uns com os outros e promoveram um acidente. E quem salvou os desastrados
foi o SUS e o seu importante braço o SAMU, o Socorro de Urgência, dois serviços
públicos que os ladrões da lista da Forbes pretendem engolir.

O comportamento do psicopata é duma criança de 12 anos já declarou um
psicólogo e é insuportável que o Brasil esteja nas mãos dum pré adolescente
que promove desastres, desobedece as regras, gasta dinheiro de forma
irresponsável, enfim se comporta como se o “poder” de presidente da
República fosse um brinquedinho em suas mãos.

O psicopata é apenas uma marionete nas mãos dos ladrões da lista da Forbes,
e ainda se mantém no poder porque os grandes meliantes que deram o
golpe para abocanhar as riquezas do Brasil ainda não levaram tudo
como planejaram. Ainda lhes falta engolir a Eletrobras, o Banco do
Brasil, a Caixa Econômica Federal, esta uma galinha dos ovos de ouro
porque maneja a famigerada loteria, a Petrobras, os rios, os mares,
a Floresta Amazônica e o ar que respiramos.

Enquanto os ladrões da lista da Forbes, não conseguirem engolir todas
as nossas riquezas, irão manter o psicopata fazendo desastres e outras
bobagens para ocupar a imprensa-lixo enganando a população com os
distúrbios do psicopata, como entrar em aviões no páteo de aeroportos,
uma violação flagrante da segurança dos aeroportos, mas que o psicopata
entende que é apenas um brinquedo ao alcance de suas mãos.

O egoismo absurdo dos ladrões da lista da Forbes é imenso. Já possuem
uma montanha de dinheiro que não conseguirão gastar pelo resto de suas
pequenas vidas e não vão poder levar a grana no caixão quando se forem
para o inferno. Mas para acrescentar mais dinheiro em suas sacolas
são capazes de infernizar as nossas vidas mantendo este psicopata
retardado mental fazendo asneiras e gastando dinheiro de forma criminosa
frente aos milhões de brasileiros que não têm o que comer e são
obrigados a ver a TV-lixo mostrando as ações bregues do psicopata
retardado mental.

O STF é cúmplice deste desastre e do genocídio que o acompanha. Foi
cúmplice do golpe que derrubou a Dilma, não se envergonhou quando o
traidor de codinome Caju falou em alto em bom som que era “com STF e
com tudo”. Caju já estava ofendendo publicamente o STF que depois foi
seguidamente e continua sendo ofendido publicamente porque perdeu
toda a vergonha, se é que tinha alguma. Quando o psicopata e seus
rebentos ameaçaram de que para acabar com o STF não precisava mais do
que um cabo e um soldado, o STF acabou de enterrar na lama. Recentemente
o STF levantou um pouco a cabeça, mas apenas um pouco. Depois que o
Mundo inteiro berrou que o caso Lula era uma vergonha, os “ministros”
não suportaram mais as evidências e eliminaram parte do golpe que
foram os processos contra Lula. Mas seguem deixando que o psicopata
e retardado mental siga destruindo o Brasil, as Instituições brasileiras,
a democracia, a nossa economia a um ponto que talvez seja difícil de
se reconstruir o Brasil. Se os processos contra Lula, que tinham como
único objetivo retirar o candidato vencedor da corrida eleitoral, o
que configurou uma etapa do golpe, foi reconhecido como um erro, porque
não pegam a senda lógica que é anular todos as etapas do golpe que
foram consequência deste erro? Ou o Caju tem razão, o STF é uma
sinistra parte do golpe, os ministros são apenas capachos dos
ladrões da lista da Forbes?

STF pode INTERDITAR o psicopata. Qualquer psicólogo, usando a Hare
checklist, pode dar ao Tribunal uma declaração judicial de que o bunda suja é
um psicopata incapacitado mesmo para ser motorista de caminhão e
portanto, muito menos capacitado para dirigir o Alvorada.

Nem vou me referir aos miseráveis milicos que nos assolam, eles não
passam de claros capachos dos ladrões da lista da Forbes perseguindo
que se lhes mantenham os privilégios abusivos que têm. Deixo de lado
estes pobres coitados que tem no psicopata retardado mental um
modelo a seguir como ficou demonstrado com o escandaloso caso do
pançudo general e a ridícula decisão de declarar como sigilo a
reunião de escoteiros chefes.

Mas fiquem certos, os ditadores caem, todos caíram até hoje. Caem os
ditadores e seus cúmplices e em alguns casos, nem todos, mas em alguns
casos eles serão julgados severamente. Pinochet morreu preso num
apartamento enquanto que a “justiça” chilena enrolava o processo
deixando que o caso entrasse no esquecimento que os chilenos não
deixaram esquecer, mas Pinochet morreu em prisão domiciliar sem
passar pelo julgamento que merecia e receber a pena severa que
deveria ter recebido pelos múltiplos crimes cometidos contra o
povo chileno e com a própria pátria dos chilenos. Este é um caso
mais recente, mas podem correr atrás dos outros ditadores todos
e não vou ferir os olhos de quem me leia repassando os nomes destes
miseráveis para os quais a História reserva um espaço lúgubre, uma
espécie de limbo, para seres nojentos que passam pelo horizonte
de nossas vidas.

Pagarão com certeza. Pagarão todos, pagarão os ladrões da lista da Forbes
assim como todos os seus cúmplices, e eu espero viver o suficiente
para respirar aliviado quando eles forem forçados a se sentarem
num grande, num enorme banco dos réus. Haverá neste banco de
réus espaço para os traidores que já morreram como o último joão.

Pagarão com certeza!

Usando o LaTeX com auxílio de minha distribuição LinuX

Eu poderia lhe apresentar mil razões para usar LaTeX mas nem vou explicar-lhe o que é esta coisa. Basta que você faça uma pesquisa, e sugiro que use o pato, DuckDuckGo em vez da puta multinacional, que pesquisa também a sua vida, e você vai encontrar milhares de textos lhe explicando o que é o LaTeX.

Mas, resumidamente, LaTeX que veio do TeX, é um sistema para produzir textos que foi criado pela Donald Knut na década de 70 para escrever livros com grande beleza editorial. Ele pensava em Matemática, mas serve hoje até para escrever música, ou textos simples, mas elegantemente formatados. Leia a respeito e se convença que vale a pena. Esta história do LaTeX está muito resumida, pesquise a respeito para ver que beleza de história que é dum dos primeiros exemplos de programa de domínio público feito numa época em que estava começando a nascer a ideia de código livre.

Aqui quero lhe dar um exemplo simples porém o mais importante é o uso que vou apresentar dum comando do Bash que é o programa que roda em cima do kernel do LinuX que é o que todos usamos apesar de ter muita gente que diz que usa LinuX, quando na verdade está usando Bash ou então uma forma mais avançada que é Xwindows o ambiente gráfico que esconde o Bash. Quem usa os terminais, usa Bash.

Mas deixa para lá a introdução e vamos ao que interessa. Eu produzi a seguinte lista de itens

\begin{itemize}

\item Variedade, o conceito que nos libera da prisão tridimensional em que a

Geometria Euclidiana nos encerra.

\item Dimensão

\end{itemize} %%%————————————-

E dei-me contas que a lista não estava na ordem alfabética. Neste caso a coisa é simples, foi apenas uma troca de dois itens. Se fosse 200, 2000, 20000, ou mais itens, eu pegaria este texto e o enfiaria num editor de textos para eliminar a troca de linhas entre os itens e então ficaria assim a lista de itens inicial

\item Variedade, o conceito que nos libera da prisão tridimensional em que a Geometria Euclidiana nos encerra.
\item Dimensão

Observe que eu eliminei os comandos do LaTeX que abrem e fecham o ambiente de lista e me concentrei exclusivamente com a lista de itens.

Aqui tem apenas duas linhas, mas poderiam ser 200, 2000, 20000 ou mais. Gravaria o texto e usaria agora o comando sort que é nativo das distribuições Linux, é um comando do Bash.  Suponha que eu tenha gravado no arquivo  itens.txt então, na linha de comandos, num terminal da minha distribuição Linux, eu executaria
sort itens.txt >  itens2.txt

mv itens2.tx itens.txt 
e estaria com o arquivo itens.txt colocado em ordem alfabética. Bastaria envolvê-lo com os comandos de abertura e fecho do ambiente ‘itemize’  o \begin e o \end , que se encontram acima,  para ter a lista de itens apresentável na ordem alfabética.

Deixe-me explicar os dois comandos do Bash.

O sort e quem faz a ordenação e aqui eu usei na forma mais simples porque ele pode ser bastante complexo aceitando bandeiras que alteram o seu comportamento para fazer distintas formas de ordenação. Neste caso ele faz apenas ordenação alfabética. Mas ele ordena o arquivo e lhe mostra na tela o arquivo ordenado. Então eu usei o direcionador ‘>’ que aponta para onde deve ir o resultado da execução do sort. E mandei o resultado para o arquivo itens2.txt. Na outra linha executei o comando mv que recebe dois parâmetros, dois nomes de arquivos, move o primeiro para o segundo. Então eu movi itens2.txt para itens.txt.

Depois basta acrescentar antes \begin{itemize} e no final \end{itemize} e enfiar no texto, rodar LaTeX para ter no texto a lista de itens ordenada alfabeticamente.

Com prática a gente pode fazer algumas maravilhas, usando editores de texto que são ‘puros editores de texto’ podemos arrumar o texto do forma como precisarmos para lhes aplicar comandos do Bash e reformá-los para uso no LaTeX. Os editores de texto chamados de ‘puro texto’ ou ainda editores para programação, que apenas tratam de texto puro, sem comandos de formatação de texto como é o caso broffice, libreoffice, podem ser usados para mexer nos textos de distintas formas. O editor que eu costumo usar, joe, permite-me organizar o texto por colunas, por blocos de colunas, por exemplo. Com ele eu possa facilmente alterar uma tabela de dupla entrada reorganizando as colunas da tabela. E podem ter 200, 2000, 20000 linhas! Coisas impossíveis de serem feitas com a classe de editores do tipo libreoffice. Depois é só enfiar no LaTeX para obter um texto na classe editorial.

Se eu a tiver convencido a entender o que é LaTeX e passar a usar LinuX, então eu terei atingido o objetivo deste artigo.

Os heroicos negros americanos comemoram 56 anos hoje

Há 56 anos, no dia de hoje, Martin Luther King, Jr. estava puxando a histórica marcha através do Alabama, de Selma até Montgomery. Ele não estava apenas dizendo a verdade para os poderosos, ele junto com os seus companheiros de marcha estavam chamando atenção de toda a nação americana para o direito de voto.

Fifty-six years ago today, Martin Luther King, Jr. led a heroic march through Alabama, from Selma to Montgomery. He didn’t just speak truth to power — he and the marchers brought voting rights to the attention of the nation.

Dr. King e seus companheiros da Southern Christian Leadership Conference estava determinados a estabelecer a justiça apesar da violência que se repetia vinda dos vigilantes brancos e do próprio Estado. Eles estavam se levantando contra os fatos e fizeram uma marcha de 300 km escoltados pela Guarda Nacional. (Nota do tradutor, aqui no Brasil também copiaram esta esquisitice de “guarda nacional”, somente copiam o que há de pior dos americanos.)

Dr. King and members of the Southern Christian Leadership Conference were determined to see justice prevail, despite recurring acts of violence perpetrated by white vigilantes and the state itself. They were up against long odds — nevertheless, they made the 54-mile trek, all the while being escorted by the National Guard.

E apesar de que a lei 1964 Civil Rights Act havia entrado em vigor no ano anterior, estados como o Alabama estavam se recusando a segur a lei. Os cidadãos negros continuavam a sofrer sob o sistema brutal de Jim Crow tendo dificuldades para acessar os locais de votação e restrições significativas de acesso ao que fosse público.

Despite the fact that the 1964 Civil Rights Act had only passed the year before, states like Alabama were refusing to follow the law. Black citizens continued to suffer under a brutal Jim Crow system, including having scarce access to the ballot box to essentially no public accommodations.

Mas eles persistiram se recusando a aceitar o que estava estabelecido. Em particular eles entendiam que o direito sagrado ao voto era essencial para a mesma sobrevivência como de resto da preciosa democracia. Porque se todos não tiverem acesso aos locais de voto então se tratataria duma democracia apenas nominal.

However, they persisted, refusing to back down despite the daunting odds. If anything, they leaned in harder, understanding that the sacred right to vote was critical to their own survival — as well as to our precious democracy. After all, without everyone enjoying equal and unfettered access to the ballot box, ours is a democracy in name only.

Four Directions tem o orgulho de se encontrar na linha de frente da luta pelo igualdade de direitos ao voto para todos Os Primeiros Povos em toda a nação americana. Quem nos inspira e nos leva à ação são os verdadeiros lutadores como Dr. King e antigo Deputado John Lewis, os herois que deixaram derramar os seus sangues para expandir o direito ao voto.

Four Directions is proud to be at the forefront of the fight for equal voting rights for all Native Americans across the United States. We are motivated, inspired and compelled to action by true freedom fighters like Dr. King and the late Congressman John Lewis, heroes who shed blood to expand access to the voting booth.

O direito ao voto é sagrado e fundamental para a nossa democracia e é esta a razão pela qual nós iremos enfrentar com vigor a injusta supressão dos votos. Já vencemos o que as imposições nos estados North Dakota, Arizona, em outros locais e voltaremos a vencer novamente, as dificuldades são muito grandes para que possamos aceitar qualquer por menor.

The right to vote is a sacred and fundamental part of our democracy, which is the reason we’re going to give this fight against unjust voter suppression everything we’ve got. We’ve beaten the odds before — in North Dakota, Arizona, and elsewhere — and we will again! The stakes are just too high right now to accept anything less.

No momento se prepara uma onde fortíssima para assaltar o direito ao voto. Desde novembro último em que tivemos um recorde eleitoral revertendo as eleições, nos estados como Arizona, Georgia, North Carolina e muitos outros estão sendo desenvolvidas tácticas para tornar mais difícil o voto para Os Primeiros Povos e para o povo de cor.

Right now, we’re facing an all out assault on the right to vote. Since last November — a record turnout election — states like Arizona, Georgia, North Carolina, and many others are moving to make it harder for Native Americans, and people of color, to exercise their right to vote.

Um número imenso de leis dirigidas para a supressão do voto vem sendo introduzida pelo america toda numa forma que se assemelha a era de Jim Crow. Se não nos levantarmos agora de maneira forte, nossa democracia ficará seriamente comprometida.

A record number of voter suppression bills have recently been introduced all over the country, a situation which sadly mirrors the Jim Crow era. If we don’t take forceful action now, our democracy could be in serious trouble.

E é por isto que o projeto de lei como H.R. 1 o For the People Act é de suma importância. Mas quando ele for aprovado a nossa vigilância tem que ser mantida. É o exemplo da ação de Dr. King com seu movimento pelos direitos civil e do voto que continua até os dias de hoje, é uma tocha que temos que continuar carregando com todo o orgulho.

That’s why legislation like H.R. 1 — the For the People Act — is absolutely essential. But even when it passes, we must remain vigilant. Dr. King helped spark a movement for civil and voting rights in this country that lasts to this day, a torch we must continue to proudly carry going forward.

Levar a frente com sucesso este legado é nossa responsabilidade. Eu estou satisfeito de tê-lo conosco nesta luta.

The successful continuation of this legacy, is OUR shared responsibility. I’m truly glad that you’re with us in this struggle.

Obrigado

Thank you,

OJ Semans

Mais um episódio da sinfonia das pedras quebrando pelo maestro Votorantim

Não se trata bem dum maestro e sim duma fábrica criminosa e de autoridades que são leão para conosco mas chuchucas para com a Votoratim.

Sim, eu deixei de pagar o IPTU em 2017, não por minha vontade, como tentei argumentar com a Prefeitura de Sobral, e mostrei-lhes, eu vivo em Sobral desde 1999 e a única falha foi esta de 2017. Argumentei que possivelmente o carnet não havia chegado às minhas mãos. Mas não houve jeito, tive que pagar com juros. É a prefeitura é um leão para cima de nós mas é chuchuca com a Votorantim que suja o meio ambiente, suja com poeira e com barulho. E o barulho e a poeira fazem mal a todos nós até mesmo aos filhos do prefeito quando eles estiverem aqui de passeio.

Hoje de madrugada, terça-fera, 05 de janeiro de 2021, 05 horas e cinco minutos, eu estava num sono ótimo e uma brisa agradável entrava pela janela quando a Sinfonia das Pedras Quebradas com que Votorantim frequentemente nos brinda, entrou no ar. Fechei a janela, perdi o direito a respirar um ar fresquinho, coloquei um travesseiro sobre as orelhas, me virei e felizmente dormi novamente. 

Mas é CRIME e a prefeitura de Sobral é cúmplice deste crime! É um crime e um terrível mau gosto, pois tem música melhor para brindar quem estiver dormindo nas madrugadas.
E hoje, terça-feira, 05 de janeiro de 2021, foi mais um dia em que o crime foi cometido.  
 
No dia 21 de novembro de 2020, também. um sábado em que eu esperava dormir um pouco mais, fui acordado de supetão por nova edição da Sinfonia de Pedras da Votorantim, 05:38 da minha madrugada do sábado, dia 21 de novembro. 
 

É injusto que a Votorantim possa fazer conosco aquilo que ela queira, nos incomodar dentro do horário do sono de muitos de nós, lançar para o alto a poeira que emporcalha as nossas casa, e os nossos pulmões. É injusto que aqueles que lucram e exploram o meio ambiente, possam também fazer o mal impunemente a toda uma população. 
 

E somos todos que os alvejados pelo lixo que a Votorantim joga para cima, quem pensa que se livra da sujeira porque usa ar condicionado, se engana. O ar condicionado, que eu deixei de usar por causa da Votorantim, filtra mas deixa passar o que há de pior que as micropartículas, exatamente estas partículas contra as quais as nossas defesas orgânicas, a defesa natural dos pulmões, têm menos possibilidades de detectar e jogar fora.  
 
A Votorantim está matando a população de Sobral e a prefeitura se omite na verificação desta denuncia que eu repito frequentemente.  
 
Há cerca de 13 anos que luto contra a sujeira que a Fábrica de Cimento da Votorantim faz em Sobral.  Mas já faz algum tempo que parei de gritar porque algumas pessoas chegaram a me chamar de Dom Quixote, o personagem de Cervantes. Eu estaria atacando moinhos de vento então parei um pouco de lutar. Mas desde  sábado, dia 31 de outubro, por volta de 3:30 horas da madrugada, acordei-me com um forte barulho, da fábrica moendo pedras decidi-me a retomar a luta.  A moagem durou cerca de meia hora e estava agindo em desrespeito a lei do silêncio, registrei o ruído apontando com o celular na direção da fábrica e alterando a direção quando observa que a intensidade do ruído diminuía numa comprovação de que o barulho vinha de fato da fábrica. 

 
Mas agora a Fábrica resolveu colocar a Sinfonia das Pedras Quebradas no ar, nas madrugadas. A primeira que vez que observei foi no dia 31 de outubro, por volta de 3:30 horas da madrugada. No dia 13 de novembro,mas agora em outro horário, porque a Votorantim é esperta, sempre muda os  horários em que ela nos ataca,  sempre espera nos pegar desprevenidos, no dia 13 de novembro foi 01:18, é, no começo da madrugada que ela vei nos atacar com a Sinfonia das Pedras Quebrando. 
 
Eu vivo a cerca de 500 metros da Fábrica de Cimento da Votorantim, em Sobral e desde 2007 que vivia postando informações sobre a sujeira que fábrica lança no ar.  Consegui uma pequena vitória, a Fábrica deixou de jogar sujeitas ostensivamente durante o dia, e montou um filtro em cima da estrutura, mas durante a noite, sem que possamos fotografar, ela deve usar processamento reverso e limpar o filtro no ar porque continuamos tendo um ar com uma grande quantidade de cimento. 
 
Era bom que o prefeito de Sobral se lembrasse que ele também tem pulmão e que a poeira de cimento fica pairando no ar e entra em toda parte, mesmo nos aparelhos de ar condicionado, coisa que eu não uso há muito tempo porque eu tive um que ficou destruído pela poeira da Votorantim e cheguei à conclusão que fico menos atingido se não forçar a ventilação para dentro de casa. 

E o ruído da sinfonia das pedras quebrando! Não tem que possa dormir com um barulho destes!

E falou Antero de Quental

Pela pena do Doutor Brasilino Godinho, um jovem lutador que se doutorou em línguas pela Universidade de Aveiro aos 89 anos, falou Antero de Quental e eu repito.

Recordando…

15 de Setembro de 2014 · 

Mui prezadas e atenciosas senhoras,
Caros e atentos senhores,
Também para manter a chama viva do nosso (agora irregular) convívio, mas, sobretudo, para abrir horizontes de esperança em melhores dias e, ainda, tendo em vista corresponder à atenção que o santo Antero de Quental, através dos seus escritos, dispensa aos atormentados indígenas que somos neste desgraçado país – na actualidade, empobrecendo e sofrendo segundo as determinações autoritárias impostas pelo governo, em aplicação do catecismo ideológico de bem-fadadas excelências: a do venerando Chefe de Estado, Prof. Doutor Aníbal Cavaco Silva, a do jovem e ilustre presidente do Conselho, dr. Pedro Passos Coelho e as do seu selecto grupo de ajudantes – anexo um meu registo do vigoroso alerta que o grande poeta e pensador micaelense dirigiu a todos os portugueses.
Com votos de boa leitura e vital consequência.
E juntando os melhores cumprimentos.
Brasilino Godinho 

QUEM DISSE QUE ANTERO DE QUENTAL ESTÁ MORTO?

Um registo de Brasilino Godinho

Sito além-túmulo, em Ponta Delgada, Açores, Antero de Quental, poeta, político e pensador, que dir-se-ia jazer adormecido está, afinal, bem vivo e atento ao tenebroso estado de Portugal. E, evidenciando grande inquietação, lança-nos um vigoroso alerta.

Pois façamos a leitura atenta do alerta de Antero de Quental.
Em primeiro lugar, precedendo o descritivo da infame realidade, nele expressa uma perturbadora interrogação.

«No templo sagrado da Pátria tomaram assento os vendilhões da intriga, os mercadores de traições, e rumorejam debatendo o preço por que se compram e vendem entre si, enquanto a alma popular, contrita e humilhada, chora no seu desolado abandono. E não haverá quem proteste contra esta corrente de torpeza, de baixeza e cinismo, que ameaça subverter o que ainda nos resta de crenças e dignidade cívica? »

Em segundo lugar, no mesmo expõe a panaceia da restauração da sociedade portuguesa.

«Quando a nação portuguesa tiver governos que verdadeiramente a representem e nos quais confie, quando o Estado voltar a ser um órgão útil e não uma excrescência parasita e nociva no corpo social, só então poderemos dizer que está dado o primeiro passo no caminho da restauração das forças vivas da sociedade portuguesa.»
Fim de citação
(Sem comentários. Aqui absolutamente desnecessários…)

Com um comentário ao final, contrariando o meu amigo Brasilino Godinho, onde estiver portuguesa ou assemelhados, substitua-se por brasileira e vale contra o golpe dos banqueiros, do AgroVeneno, da Corrupção Imobiliária para atender aos interesses do Imperialismo americano feito com o apoio dos milicos antipatriotas, dos lacaios do judiciário e dos vermes entreguistas que pululam no Congresso.

Antero do Quental está vivo e nos alerta.

Porque eu iria trabalhar?

E a mulher do Zé, o balança, o sacode de leve na cama, e ele pergunta:
Que foi, mulher?

Tu não vais te levantar pra trabalhar? Já é quatro horas!

O Zé se senta na cama, dá um tapinha amigo na rosto da companheira, coisa que ele não fazia
a muito tempo. Um tapinha amigo!
Ai o Zé fala!

Olha, eu cheguei ontem era meia noite, tu estavas dormindo, eu me enfiei aqui na cama do teu
lado, com cuidado para não te acordar e logo peguei no sono. Agora eu tenho no bolso uma merrequinha
que eu ganhei ontem no dia inteiro de trabalho. Dá para te deixar um trocado e tu comprares
quatro bananas, uma para ti e mais três para os meninos e para a menina. Uma banana para cada
um para comer o dia todo. Pra mim sobra a grana para pegar o transporte e voltar para trabalhar.
E se nem conseguir o dinheiro do transporte para voltar eu vou ficar na rua e dormir na rua!
Porque eu iria trabalhar?

Onde eu trabalho, numa borracharia, tem mais quatro caras trabalhando junto com dono da borracharia.
Cada pneu que a gente conserta, a metade da grana é do dono da borracharia. E a gente fica sentado no
chão esperando que passe um “problema” e quando aparece o dono manda um de nós tratar do pneu. Se
no dia todo aparecerem quatro “problemas”, é esta grana que eu trouxe ontem que eu ganho num dia
de trabalho. Porque eu iria trabalhar?

E o Zé, passou o braço no pescoço da companheira e a arrastou de volta para dormir! Hoje eu vou tirar
uma folga, vou dormir um pouco mais, mulher. E dormiram! Nem mesmo aproveitaram para trepar coisa que há anos não faziam, afinal o Zé havia “comido” ontem um copo de café com um pedaço de pão que o
dono da borracharia oferecia para todo o pessoal ao meio-dia. Com fome ninguém trepa! E fazia anos que o Zé não dava um abraço daqueles na mulher!

Quando o sol começou a entrar pelos buracos do barraco, a meninada se acordou e correu para a cama
se enfiar ali do junto do pai que não viam a um tempão.

Aí o Zé se levantou, tomou um copo d’água e disse para mulher:Eu vou sair pelo morro ver se encontro alguma coisa.

E saiu o Zé, andou, e não encontrou nenhum trabalho!
De repente ele vê um pinta boa que vinha vindo no sentido contrário, e rapidinho teve uma ideia,
deu um encontrão seguro no pinta boa e os dois caíram sentados no chão! Foi aí que o Zé falou:

— Olha, desculpa, mas se eu tivesse lhe pedido um trocado para eu levar para casa e comprar comida,
você ia se esquivar e me dizer que não tinha dinheiro. Assim, caídos aqui no chão a gente pode
conversar. Eu não estou armado, não tenho faca, não vou te agredir! Eu somente te peço um trocado
para eu levar para casa pra dar de comer a minha mulher e meus filhos. Podes me arrumar uma grana?

O pinta boa riu-se, e confirmou que era verdade. Se ele tivesse tentado lhe pedir uma grana, ele
se iria mesmo esquivar e seguir em frente rapidamente. Ali sentado, ainda com a bunda doendo da queda,
eles eram iguais, ele e o Zé. Sentados no chão o pinta boa meteu a mão no bolso, examinou a carteira
e deu para o Zé a grana do conserto dum pneu. O Zé agradeceu, até apertaram a mão, e o Zé, forte, ainda
se levantou primeiro e ajudou o pinta boa a se levantar e seguiram em sentidos contrários, o Zé
pensando em dar um trambolho em outro pinta boa na primeira oportunidade.

Porque eu iria trabalhar?

Até o meio-dia o Zé já havia juntado a grana de 30 pneus, um mês inteiro de ganhos diários na borracharia!
Foi aí que Zé pensou: É, os banqueiros estão ricos somente roubando! Porque eu iria trabalhar?

Zé voltou pro barraco, ao meio dia, com um almoço que fazia anos que eles não comiam e assim começou
a nova vida de Zé como futuro banqueiro. Porque o Zé iria trabalhar?

Outro episódio da Sinfonia das Pedras Quebrando pela Votorantim

 
 Hoje de madrugada, sexta, 04 de dezembro de 2020, não posso precisar a hora, eu estava num sono ótimo e uma brisa agradável entrava pela janela quando a Sinfonia das Pedras Quebradas com que Votorantim frequentemente nos brinda, entrou no ar. Fechei a janela, perdi o direito a respirar um ar fresquinho, coloquei um travesseiro sobre as orelhas, me virei e felizmente dormi novamente.  
Mas é CRIME e a prefeitura de Sobral é cúmplice deste crime! É um crime e um terrível mau gosto, pois tem música melhor para brindar quem estiver dormindo nas madrugadas. 
E hoje, sexta, 04 de dezembro de 2020, foi mais um dia em que o crime foi cometido. 
 
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No dia 21 de novembro, também. um sábado em que eu esperava dormir um pouco mais, fui acordado de supetão por nova edição da Sinfonia de Pedras da Votorantim, 05:38 da minha madrugada do sábado, dia 21 de novembro. 
 
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 É injusto que a Votorantim possa fazer conosco aquilo que ela queira, nos incomodar dentro do horário do sono de muitos de nós, lançar para o alto a poeira que emporcalha as nossas casa, e os nossos pulmões. É injusto que aqueles que lucram e exploram o meio ambiente, possam também fazer o mal impunemente a toda uma população. E somos todos que os alvejados pelo lixo que a Votorantim joga para cima, quem pensa que se livra da sujeira porque usa ar condicionado, se engana. O ar condicionado, que eu deixei de usar por causa da Votorantim, filtra mas deixa passar o que há de pior que as micropartículas, exatamente estas partículas contra as quais as nossas defesas orgânicas, a defesa natural dos pulmões, têm menos possibilidades de detectar e jogar fora.  A Votorantim está matando a população de Sobral e a prefeitura se omite na verificação desta denuncia que eu repito frequentemente. Há cerca de 13 anos que luto contra a sujeira que a Fábrica de Cimento da Votorantim faz em Sobral.  Mas já faz algum tempo que parei de gritar porque algumas pessoas chegaram a me chamar de Dom Quixote, o personagem de Cervantes. Eu estaria atacando moinhos de vento então parei de lutar. Mas ontem, sábado, dia 31 de outubro, por volta de 3:30 horas da madrugada, acordei-me com um forte barulho, da fábrica moendo pedras.  A moagem durou cerca de meia hora e estava agindo em desrespeito a lei do silêncio, registrei o ruído apontando com o celular na direção da fábrica e alterando a direção quando observa que a intensidade do ruído diminuía numa comprovação de que o barulho vinha de fato da fábrica. 
Era bom que o prefeito de Sobral se lembrasse que ele também tem pulmão e que a poeira de cimento fica pairando no ar e entra em toda parte, mesmo nos aparelhos de ar condicionado, coisa que eu não uso há muito tempo porque eu tive um acabado pela poeira da Votorantim e cheguei à conclusão que fico menos atingido se não forçar a ventilação para dentro de casa.

Um dia na vida do Brasilino

Tarcisio Praciano-Pereira

“Essa história de imperialismo não
passa de invenção de falsos nacionalistas
que pretendem impedir o progresso da nação.”
O Estado de São Paulo

Boa parte deste texto foi tirado dum artigo com o mesmo título que encontrei aqui https://anovademocracia.com.br/no-18/840-um-dia-na-vida-do-brasilino e também encontrei o livro “Um Dia na Vida do Brasilino, de Paulo Guilherme Martins” que se encontra a venda aqui

O “progesso da nação” para o Estadão é a subserviência aos interesses do imperialismo Norte Americano! Mas não é um complexo de vira-latas que seja exclusivo dO Estadão, ele se alastra para todos os jornalões, para o chamado “meio empresarial”, como FIESP, FEBRABAN ou o AgroVeneno. Todos parte do golpe de 2016 que agora quer se apoderar, abocanhar o Banco Central do Brasil e usa para isto um jargão que já repetem há anos
que é da “independência do BC” cuja tradução é que o BC fique independente do Brasil mas cuidosamente nas mãos da FEBRABAN que é o “sindicato dos banqueiros”.

Mas o título que escolhi para esta história de hoje é um conto dos anos 50 quando a “light” inglesa tomava
conta da nossa luz elétrica e todo dia la em casa, quando eu tinha 7 anos de idade, pontualmente, na hora
da ave maria, falta luz e meu pai já tinha um cande iro pronto para ficar aceso até 21:00 horas que é quando em geral voltava a luz elétrica. Quem tomava conta de nossa telefonia Phone e Cable Company que também era
inglesa. Como também foram os ingleses que mataram Delmiro Gouveia no final da primeira guerra mundial pois
ele tinha aproveitado a interrupção do transporte marítimo durante a guerra e expandido a sua companhia de tecelagem para toda a América Latina, e terminada a guerra a Corrente Laranja, inglesa, chegou com ele para comprar-lhe a sua pujante companhia que ficava no Vale do São Francisco, onde ele também tinha começado a construir uma hidrelétrica. Como ele se recusou a vender a sua companhia, mataram-no, pegaram a companhia da viúva, jogaram as máquinas no São Francisco e encerraram um ciclo industrial significativo do Estado de Pernambuco junto com Alagoas que era onde ficava o império comercial de Delmiro Gouveia.

Nos anos 50 o Brasilino se levantava de manhã, ainda escuro porque quem trabalha para os outros tem acordar antes, muito antes do que os outros, então ele acendia a luz e assim, o Brasilino iniciava o seu dia pagando dividendos ao Capital Estrangeiro. Cuidadoso, escovando os dentes com pasta Kolynos, pagando dividendos ao Capital Estrangeiro e logo depois tomando café com leite sob os cuidados da Nestlé, pagando dividendos ao Capital Estrangeiro, para depois pegar o bonde para o trabalho e quem o levava era novamente uma companhia inglesa que era dona dos bondes, pagando dividendos ao Capital Estrangeiro e talvez ele fosse trabalhar na MoreMcCock, uma companhia americana de cabotagem que transportava os produtos brasileiros para fora do Brasil. Eu falei nos anos 50 mas a coisa continua a mesma e cada vez pior agora depois do golpe de 2016

Mas o Brasilino não sabe que o leite, que bebe, é originário de uma vaca que foi alimentada com farelo Refinazil, da “Refinações de Milho do Brazil” (Brasil com Z), que é americana, e que a farinha com a qual foi feito o pão é originária do “Moinho Santista”, que não é santista e sim inglesa, pagando dividendos ao Capital Estrangeiro.

Terminado o café, Brasilino acende o seu primeiro cigarro, coitado, o Brasilino era fumante, e somente fumava cigarro com filtro, Minister ou Hollywood, um desses da “Cia. Souza Cruz”, que nem é do Souza e muito menos do Cruz, mas, sim, da “British, American Tobacco Co.”, pagando dividendos ao Capital Estrangeiro.

Comeu, fumou, pagando dividendos ao Capital Estrangeiro, Brasilino vai ao banheiro, fazer a sua toilette: acende o aquecedor de gás — gás que é da City e, portanto, do grupo Light, e, enquanto a água aquece, toma da escova de dentes, marca “Tek”, da “Johnson & Johnson do Brasil” (que é americana), e da pasta dentifrícia “Kolynos”, com clorofila, da “Whitehall Laboratories of New York” e, assim, para escovar os dentes, Brasilino paga dividendos ao Capital Estrangeiro.

Brasilino não sabe bem o que é clorofila e está certo de que, quando entrou na farmácia e escolheu essa pasta, o fez livremente, ignora que sua vontade foi condicionada pelas custosas campanhas de promoção de vendas, feitas através da imprensa, do rádio e da televisão e que, da mesma forma como ele escolhe sua pasta de dentes, escolhe, também, o seu candidato à Presidência da República.

Se hoje, apressado, Brasilino não for de bonde para o trabalho, ao tomar o seu automóvel “Volkswagen”, fabricado pela “Volkswagen do Brasil”, que é alemã, rodando sobre pneus “Firestone”, da “Firestone do Brasil”, que é americana, acionado por gasolina refinada pela “Petrobrás”, mas distribuída pela “Esso Standard do Brasil”, que é americana. Até para usar a gasolina, refinada pela Petrobrás, Brasilino paga dividendos ao Capital Estrangeiro!

Mas passados alguns anos o Brasil começou a ficar de pé tentando se livrar da coleira do “capital estrangeiro” foi quando o Governo Brasileiro estatizou as companhias de energia elétrica criando a Eletrobras e em cada estado foram criadas as companhias estaduais de energia elétrica, mas ai veio o privataria tucana com o canalha fhc e este trabalho de nacionalização de nossas companhias de energia elétrica foi rapidamente por saco e hoje novamente temos diversas empresas que invadiram o Brasil para nos ajudar com a distribuição da energia elétrica, sempre usando toda a infraestrutura que nós mesmos criamos e apenas para cobrar o preço da energia que nós produzimos, elas distribuem.

Mas passados alguns anos o Brasil começou a ficar de pé tentando se livrar da coleira do “capital estrangeiro” foi quando o Governo Brasileiro estatizou as companhias de telefone, foi criada a Embratel, que era uma estatal, e em cada estado foi criada a Companhia Estadual de Telefones, mas ai veio o privataria tucana com o canalha fhc e este trabalho de nacionalização de nossas companhias telefônicas foi rapidamente por saco e hoje novamente temos diversas empresas que invadiram o Brasil para nos ajudar com as nossas comunicações, sempre usando toda a infraestrutura que nós mesmos criamos e apenas para cobrar o preço das chamadas. Pior, como agora elas são várias, se você for refém duma delas e quiser se comunicar com um amigo que seja refém de outra, ai você vai pagar pela comunicação às duas porque nós não temos um sistema telefônico e sim uma exploração telefônica entre vários tubarões que se autodenominam companhias telefônicas e que se encontram reunidas num sindicato chamado anatel.

Mas siga lendo sobre o Brasilino na versão original do autor, Paulo Guilherme Martins, aqui.