Diferença entre uma empresa pública e uma privada

No Brasil tomado pelo golpe ainda podemos ter alegrias quando encontramos um serviço público funcionando bem. Este mes eu errei
e paguei em dobro a conta de água à CAGECE, a Companhia de água e saneamento do Estado do Ceará. Quando eu me dei conta, entrei em contacto por telefone e fui super bem atendido, de noite, 23:00 quando o atendente me informou que eu não precisaria fazer nada porque a CAGECE iria identificar o pagamento feito em dobro e deduziria dele a minha próxima conta.

Até fiquei em dúvida e pedi que ele verificasse a conta, ele me pediu o número do registro do medidor, e em questão de segundos estava ele me dizendo que estava registrado o pagamento em dobro. Eu poderia pedir a devolução num cheque ou deixar para abater da próxima conta.

Foi a CAGECE, a companhia estatal de água e saneamento do Estado do Ceará.

Apenas para comparar, eu passei um ano pagando em dobro à privada telefônica que robou a Teleceará, que era a companhia telefônica do Estado do Ceará. Um ano de pagamento em dobro. Quando me dei contas deu um trabalho miserável para conseguir que ela me devolvesse. Quando reconheceu o erro, e vejam a diferença, a CAGECE já registrou o pagamento em dobro do mes de Agosto, sem que tivesse feito nada, apenas eu entrei em contacto para ficar sabendo que ela já tinha descoberto o pagamento em dobro. A Telemar, mesmo eu tendo feito a reclamação, primeiro tentou desconhecer os pagamentos feitos em dobro durante um ano inteiro e depois queria devolver-me em suaves prestações descontadas na conta telefônica. Foi necessário muito trabalho junto a ANATEL para que finalmente a Telemar me devolvesse, de uma unica vez, o montante recibido a mais como era o meu direito receber.

Uma, CAGECE, uma empresa pública da água do Ceará, a outra uma Privada que se apoderou da nossa empresa pública de telefones do Ceará. Fica o registro para aqueles que insistem em que as privativasões servem para alguma coisa que não sejam os banqueiros ficarem mais ricos.

Viva a empresa pública de água do Ceará.

Houve um crime contra a Constituição

Houve um crime contra a Constituição
Tarcisio Praciano-Pereira

Não pode haver mais dúvidas, e temos as provas, houve um crime contra a Constituição!

Os criminosos se encontram refestelados no poder, no Judiciário, no STF, STJ e nos tribunais que destes se derivam como STE e CNJ, estão no poder Executivo e no Legislativo, fazem parte da gangue dos banksters e dominam posições chave dentro das associações comerciais e industriais são os que formam o famigerado “1%” indivíduos egoístas e burros porque não conseguem compreender que é numa sociedade organizada e bem estruturada em que todos têm direitos e obrigações sem que ninguém fique excluído, que todos podemos viver bem e os 12 anos de governo do PT foram um exemplo disto com prosperidade para todos inclusive para o famigerado “1%” que apenas agora está querendo tudo!

Os criminosos são burros, ignorantes mesmo, porque não conseguem entender que a violência latente na sociedade é produto da extrema concentração de riqueza que nos leva todos a viver mal. Hoje não podemos circular a pé ou de bicicleta porque aqueles que se encontram na extrema miséria se tornaram nossos inimigos e pretende ver em cada um de nós que tem mais do que eles uma presa própria da selvageria em que a Sociedade dos egoistas nos colocou a todos. E sendo menos burro e egoísta dá para olhar para trás e reconhecer que os 12 anos de governo do PT foram um exemplo disto com prosperidade para todos inclusive para o famigerado “1%” que apenas agora está querendo tudo!

Eu não sou petista, embora tenha apoiado seguidamente os governos do PT desde a fundação deste partido, exatamente porque não sou burro e sempre entendi que somente posso viver bem se não houver excluídos na Sociedade e portanto eu não esteja vivendo numa selva urbana em que o meu semelhante seja um inimigo e eu uma presa potencial. Quem que tenha vivido, ou visitado algum país desenvolvido de forma menos idiota do aquela que é própria dos turistas deve ter observado que onde existir menos desigualdade social é onde se vive melhor e Portugal é um bom exemplo disto porque se não é a sociedade ideal, pelo menos lá existe uma relativa igualdade social que faz dos portugueses todos cidadãos de uma mesma nação. Portugal pode e deve melhorar, ainda está longe do ideal. A Suécia, não a Suécia de hoje em que diariamente acontecem crimes contra idosos, contra crianças, contra as mulheres, contra os não brancos que lá vivem e onde existem três bairros em Estocolmo onde não entram nem a polícia, nem os bombeiros e nem as ambulâncias porque eles se encontram sitiados por drogados e traficantes. Penso na Suécia dos anos 70 onde vivi e onde concluí o meu doutorado em Matemática quando eu andava de bicicleta 365 dias por ano, usava uma bicicleta dupla que nos fins de semana era o veículo de transporte para o lazer da família em que íamos nela eu e minha esposa e mais dois garotos em cadeiras. Havia mais um garoto que nos seguia em sua própria bicicleta, e desta forma passeia vamos pela cidade toda, em Upsala, íamos juntos para um clube municipal ou simples passeia vamos pelos bosques da cidade. Na década de 70 a Suécia lembraria Portugal dos dias de hoje, era mais justa e com menos desigualdade social, uma desigualdade social que se instalou no país em consequência de terem abandonado a Social Democracia apelando para o Neo Liberalismo: as escola pública foram privatizadas, os Correios, o sistema telefônico, a Estrada de Ferro também o foram numa privatização branca, escondida. Se instalou uma violenta desigualdade social na Suécia que em parte foi seguida pela Dinamarca, Finlândia e Noruega. Hoje os suecos sentem que foi um erro e começam a pensar no retorno aos tempos bons.

A burrice instalada entre o “1%” que detém o poder no Brasil nos levou a este golpe imundo que em 3 anos já destruiu quase por completo o estado de bem estar que nós havíamos construído ao longo de décadas, começou com Getúlio Vargas que instituiu a Previdência Social e eu ainda me lembro dum diálogo com meu, num certo dia em que na casa de frente à nossa havia morrido o pai dum garoto que era meu colega de rua, quando perguntei ao meu “e se tu morreres, como ficamos?” e me lembro da resposta, “não vai ter nenhum problema porque o Instituto de Previdência dos Marítimos, o IAPM, criado por Getúlio, vai pagar a tua mãe quase a mesma coisa que eu ganho, vocês estarão amparados!” E desde a época do Getúlio que temos uma Previdência que foi sendo reformada mas que segue firme e forte e que nos garante a quase todos uma segurança social, esta mesma segurança social que os golpistas querem nos roubar para transforma na mentira que eles tentam passar da “capitalização” que é um jogo econômico, uma espécie de loteria em que somente ganham os que estão do lado de dentro, os banisteras.

Houve um golpe, houve um crime, nós sabemos a lista extensa dos criminosos e temos que lhes propor um pacto para sairmos deste golpe imundo. Eles tem o poder mas eles já devem ter começado a ver que foi um erro propor a destruição do Estado porque a matança nas ruas aumentou assustadoramente e no momento atingi os negros, os menos protegidos mas ela iria se propagar como uma doença infecciosa para uma extensão muito maior da população se os golpistas conseguissem liberar o uso de armas para quem as pudesse comprar. O roubo de armas faria que elas chegassem às mãos de muito mais gente e a pobreza armada iria se defender de uma forma nada mais do que legítima, quem nada tem adquire o direito de rouba de quem tem alguma coisa e assim todos nós aos poucos estaríamos na mira dos despossuídos em seu direito natural se apropriar daquilo que lhes faltasse. E como funciona a selva, cedinho de manhã, quando o sol se levanta, uma corça se acorda e ela sabem que se não correr mais rápido que o mais rápido dos leões, ela vai virar pasto de leão. Toda a manhã um leão se acorda quando o sol se levanta, um leão se acorda e sabe que se ele não correr mais rápido que a mais lenta das corças vai lhe sobrar um dia de fome. Então, não interessa se você é uma corça ou um leão, quando o sol aparecer, saia correndo. É assim na selva, á assim que os golpistas queriam transforma a sociedade em que vivemos, uma selva de pedra em que em cada esquina menos iluminada cada um de nós se poderia transforma num presa e não seria dum leão, mas dum nosso semelhante faminto.

“Every morning in Africa, a gazelle wakes up. It knows it must run faster than the fastest lion or it will be killed. Every morning a lion wakes up. It knows it must outrun the slowest gazelle or it will starve to death. It doesn’t matter whether you are a lion or a gazelle: when the sun comes up, you’d better be running.”

Houve um golpe, houve um crime, nós sabemos a lista extensa dos criminosos e temos que lhes propor um pacto para sairmos deste golpe imundo. E eu já fiz esta proposta que agora estou reiterando. Vocês são criminosos, os membros do STF, do STJ, do STE, da CNJ, das Federações de Industria e Comércio, muito dos que se encontram ilegitimamente no Congresso porque lá chegaram pela via das eleições fraudadas agora em 2018 mas também em anos anteriores. Tem senador que é milionário e que enriqueceu com a privataria tucana quando engoliu a companhia telefônica que era nossa, ficou com parte dos lucros na venda da companhia de energia elétrica que era nossa, fora outras roubalheiras de que sempre viveu, porque já dizia São João Crisóstomo, “todo rico é ladrão”. Mas houve um golpe, houve um crime, nós sabemos a lista extensa dos criminosos e temos que lhes propor um pacto para sairmos deste golpe imundo. Que nos devolvam a democracia, sem condições, que anulem o item imundo do golpe que foi tirar a Presidente Dilma e que ela retorne para reorganizar o país, chamar eleições gerais que devem se caracterizar como “constituintes” para que nós retomemos a Constituição Cidadã com algumas pequenas reformas entre as quais (1) redefinir o papel das chamadas forças armadas deixando bem claro se trata de uma instituição do Estado em que trabalham servidores públicos sem o adjetivo desnecessário “militares” e que devem se enquadrar no regime comum de todos os servidores públicos da União, (2) redefinir o judiciário que como qualquer outra parte do serviço público a entrada deve se dar por concurso público desde a 1ª instância até a última, concurso público de provas e títulos com uma exigência escalonada para que no STF sentem apenas juristas renomados e de preferência professores titulares de Universidades onde já terão sido testados do ponto de vista de conhecimento jurídico para evitar que tenhamos a devassidão que se espalha pelos tribunais, pelo STF, STJ. (3) Qualquer outra reforma que um Congresso Constituinte considere adequando fazer na Constituição Cidadã mas que somente possa ser feita depois dum referendo popular devidamente divulgado e amplamente discutido com a população para finalmente criar um mecanismo mais rigoroso e seguro para outras reformas constitucionais.

Houve um golpe, houve um crime, nós sabemos a lista extensa dos criminosos e temos que lhes propor um pacto para sairmos deste golpe imundo e um pacto tem de ser proposta para que os criminosos cedam e nos devolvam a democracia sem precisamos sair para uma luta sangrenta e revolucionária que é um direito nosso, como nos ensina a carta de independência dos Estados Unidos da América do Norte que alguns reverenciam e pretendem dizer que seguem mas escolhem em geral a pior parte, mas diz a carta de independência dos Estados Unidos da América do Norte “
A prudência, de fato, mostra que Governos estabelecidos há muito tempo
não devem ser substituídos em função de causas passageiras ou superficiais;
ainda de acordo com o que a experiência nos mostrou, a humanidade está mais
disposta a sofrer, a um ponto próximo do insuportável, do que se levantar para
eliminar a situação a que ela se encontra acostumada. Porém, quando uma longa
cadeia de abusos e violências tendo como meta invariável o objetivo de reduzi-
la ao mais absoluto despotismo, é o seu direito, é o seu dever, derrubar um tal
governo e assim garantir novos guardiões para o seu futuro e sua segurança.

  • Declaração da Independência (dos EUA).
    portanto, respaldados na Declaração da Independência (dos EUA) temos “o direito e o dever de derrubar um tal
    governo e assim garantir novos guardiões para o seu futuro e sua segurança.”

Em troca poderemos lhes garantir penas mais suáveis.

Traidores e burros

Tarcisio Praciano-Pereira

NÃO DIVULGAR #Greve14J #GreveGeral14JNÃO DIVULGAR PORQUE O ministro PROIBIU! NÃO DIVULGAR #Greve14J #GreveGeral14JNÃO DIVULGAR

Os juízes do STF destruirão a economia brasileira com a decisão infame de permitir a venda das empresas brasileiras sem autorização co Congresso.

São burros, porque não entendem que um país, o nosso país, é uma holding, que no economês significa uma super-empresa que é dona de várias outras empresas. O Brasil é dono do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, da Petrobras, da EMBRAPA, dos Correios, da Embraer (era dono da Embraer até que outro traidor da Pátria doou a Embraer para uma empresa pública americana). Enfim o Brasil, como uma grande empresa é dono de outras empresas, algumas empresas algumas das quais são fins lucrativos como é o caso do MEC, da maioria dos ministérios, que também são empresas, apenas sem fins lucrativos, como também é o caso do SUS, da INSS, das Universidades. Outras têm fins lucrativos, mas limitados, porque o seu principal objetivo é oferecer à cidadania um serviço de qualidade e com segurança, mas elas precisam se sustentar porque têm custos, têm que sustentar os seus funcionários e tem que devolver algum rendimento ao governo que desta forma pode reduzir os impostos que são a forma como nós sustentamos a máquina pública.
a
E foi isto que fez de Luís Inácio Lula da Silva o gigante da economia que é hoje estudado nas universidades Mundo afora como um exemplo de economia que saiu do figurino imposto pelo sistema financeiro que é representado pelo FMI e pelo Banco Mundial. Eles não conseguiram entender que quando todos os países chamados desenvolvidos estavam dentro duma crise financeira imensa, o Brasil, assim como a China emergiam silenciosamente mas a passo firme a ponto de que o governo Brasileiro, e considero que isto foi um dos erros do governo do PT sanou a dívida com FMI terminando por se tornar credor do mesmo. Considero que foi um erro porque há anos existe um movimento cidadão, a “Auditoria cidadã da Dívida” que foi iniciado pelo jornalista Hélio Fernandes e que morreu sem ver a auditoria ser executada. Hélio Fernandes dizia que não havia dívida e nós sabemos e muitos economista também o dizem e sabem que não havia dívida e sim um truque contábil para extorquir do povo brasileiro um aluguel injusto. Eles são burros e não entendem isto que Lula entendeu e pôs em prática. Agora eles de forma antipatriótica e burra assumem para si o direito que não consigo ver de onde saiu a justificativa uma vez que o STF existe para proteger a Constituição e não para legislar em matéria econômica. Aliás, o STF não é uma casa legislativa, é apenas e tão somente o guardião da Constituição e lhe cabe apenas verificar se em algum ponto a Constituição estiver sendo ferida. Fora disto extrapola suas funções e comete um crime de abuso de poder, como foi o caso.

São burros porque não entendem que com destruição da “galinha dos ovos de ouro” da economia do Estado, estão destruindo a economia do Brasil e longo prazo eles perderão os salários monstruosos que recebem além das refeições de lords dum reino que eles pensam existir e do qual eles são os, pensam que são, os cortesãos do reino. Vai faltar dinheiro no caixa do governo e com a burrice deles vai minguar a grana da corte assim como vai faltar dinheiro para sustentar os inúteis e perigosos militares com seus brinquedinhos duma guerra antiga, os canhões, os tanques, os submarinos, os porta-aviões, os fuzis, as metralhadoras, a vida boa nos quarteis com aquela fardinha ridícula que eles pensam que servem para confundi-los com arbustos no meio da selva, que ridículos os escoteiros verde-oliva.

São antipatriotas porque estão destruindo o vigor econômica desta holding que é o nosso país. Agora deixaram em aberto que as nossas companhias municipais de água possam ser vendidas, o que na prática significa leiloadas dentro das regras do capital vadio dominado pelos bankster e certamente com licitações fajutas definidas pelos próprios abutres financeiros que irão abocanhar as nossas riquezas.

Cabe-nos urgentemente derrubar esta ditadura implantada pela via das eleições fraudadas à distância pelo facebook, whatsapp estimuladas e dirigidas desde os Estados Unidos da América do Norte pelo escritório do infame Steve Bannon que foi magistralmente desmascarado pelo seu assessor computacional inglês cujo nome me falha neste momento. E aqui, novamente, antipatrioticamente e burramente, STF, STE, STJ foram os cúmplices da traição conta a nação brasileira porque a fraude eleitoral foi denunciada em tempo pela Folha de São Paulo e por muitos outros meios de comunicação. Foram cúmplices do crime e assim além de burros e antipatriotas são criminosos.

NÃO DIVULGAR #Greve14J#GreveGeral14JNÃO DIVULGAR

O comportamento selvagemdos militares contra gente indefesa, covardes!

The Myanmar military has unleashed a new round of unspeakable war crimes – terrorizing the Rohingya people.


This is a horrifically brutal campaign led by an unrepentant military.


Families who survived the mass atrocities and remained in Myanmar are again facing terrible danger. But they have nowhere to go. They could be arrested, tortured or executed at anytime.


“We heard an explosion, soldiers started shooting. It kept going most of the night. When the sun rose, we fled. I want to go home but I’m afraid the same thing will happen again… no one can protect us from the military.”

A Rakhine woman from Buthidaung township.


No one can protect them as humanitarian aid and human rights groups including Amnesty International have been denied access to the state.


No one can tell their story as journalists covering the conflict are being silenced, with three already threatened with bogus criminal complaints.


But our research team have gone behind the lines and interviewed dozens of survivors, uncovering horrific crimes:

  • Civilians being fired at indiscriminately.
  • Villagers being subjected to forced labour, like carrying ammunition and weapons for the military.
  • A seven-year-old boy who died from his injuries after being forbidden from accessing a hospital.
  • Schools being used as barracks, putting children’s lives at risk.

More than 1 million Rohingya people have fled violent persecution in Myanmar since 2016. Of those who were unable to escape, we estimate that an additional 30 000 people have now been forced out of their homes.


This new surge in violence is being ordered by the highest levels of the Myanmar military.


The decision to deploy these units could only have come from the office of the Commander-in-Chief, Senior General Min Aung Hlaing.


This is why, now more than ever, it is time to step up international pressure.

We can call on the Australian government to

  1. Immediately cut ties with the Myanmar military
  2. Implement sanctions against military officials implicated in crimes against humanity
  3. Pressure the Myanmar authorities to allow humanitarian agencies and investigators into Rakhine state.

Alguma semelhança com a dívida que onera a população brasileira?

*14 Países Africanos Forçados Pela França a Pagar Imposto Colonial

26 de maio de 2019radioproletarioSem categoria

Por:  Mawuna Remarque KOUTONIN

Alguns países africanos continuam a pagar imposto colonial à França desde a sua independência até hoje !

Peço ao leitor que observe se algum “jaleco amarelo” em suas caminhadas de protestos, pedem o fim deste compulsório que empobrece ainda mais o Continente Africano ?

Quando Sékou Touré da Guiné decidiu em 1958 em sair do império colonial francês, e optou pela independência do país, a elite colonial francês em Paris ficou tão furiosa, e em um ato histórico de fúria a administração francesa na Guiné destruiu tudo no país que representou o que eles chamaram “os benefícios da colonização francesa“.

Três mil franceses deixaram o país, levando todos os seus bens e destruindo qualquer coisa que não podia ser movida: escolas, creches, edifícios da administração pública foram demolidos; carros, livros, remédios, instrumentos institutos de pesquisas, tratores foram esmagados e sabotados; cavalos, vacas nas fazendas foram mortos, e os alimentos nos armazéns foram queimados ou envenenado.

O objetivo deste ato escandaloso foi o de enviar uma mensagem clara a todas as outras colônias que as consequências da rejeição de França seria muito alto.

Lentamente, o medo se espalhou através da “elite africana“, e nenhum depois dos “eventos Guiné” teve a coragem de seguir o exemplo de Sékou Touré, cujo slogan foi “Preferimos a liberdade na pobreza à opulência na escravidão.” 

Sylvanus Olympio , o primeiro presidente da República do Togo, um país pequeno na África Ocidental, encontrou uma solução meio-termo com os franceses.  Ele queria a independência da República do Togo do domínio Frances, portanto, ele se recusou a assinar a continuação da colonização sugerida no “pacto De Gaule”  proposto, mas concorda em pagar uma dívida anual de França para os chamados benefícios dos colonizadores franceses no Togo. Foram as únicas condições para os franceses não destruir o país antes de sair.  No entanto, o valor estimado pela França foi tão grande que o reembolso da chamada “dívida colonial” estava perto de 40% do orçamento do país em 1963 . A situação financeira do Togo recém-independente era muito instável, por isso, a fim de sair da situação, Olympio decidiu por um fim ao dinheiro colonial francês FCFA (o franco para colônias africanas francesas), e emitir a moeda de seu país. Em 13 de janeiro de 1963, três dias depois, ele começou a imprimir sua própria moeda do país, um esquadrão de soldados analfabetos apoiados pela França matou o primeiro presidente eleito de um país do continente Africano.  Olympio foi morto por um ex francês Legionário Estrangeiro,  sargento do exército chamado  Etienne Gnassingbe,  que supostamente recebeu uma recompensa de 612 dólares da embaixada francesa local para o trabalho de assassino. O sonho de Olympio foi a construção de um país independente e auto-suficiente e um povo livre.

Em 30 de junho de 1962,  Modiba Keita  , o primeiro presidente da República do Mali, decidiu retirar-se da colonial moeda francesa FCFA, moeda que foi imposta em 12 países africanos recém-independentes. 

Para o presidente do Mali, (que estava mais inclinado para uma economia socialista), estava claro que a colonização continuaria e o pacto com a França era uma armadilha, um fardo para o desenvolvimento do país. Em 19 de novembro de 1968 como, Olympio, Keita vai ser vítima de um golpe de Estado levada a cabo por um outro legionário Estrangeiros francês, o tenente  Moussa Traoré .

De facto, durante esse período turbulento da luta Africana para libertar-se da colonização europeia, a França iria usar repetidamente muitos ex  legionários estrangeiros  para realizar golpes contra presidentes eleitos:

  • – Em 01 de janeiro de 1966,  Jean-Bédel Bokassa , um legionário estrangeiro ex francês, realizou um golpe de Estado contra  David Dacko , o primeiro presidente da República Centro-Africano.
  • – Em 3 de Janeiro, 1966,  Maurice Yaméogo , o primeiro Presidente da República do Alto Volta, agora chamada de Burkina Faso, foi vítima de um golpe de Estado perpetrado por  Aboubacar Sangoulé Lamizana , um legionário ex francês que lutou com as tropas francesas na Indonésia e Argélia contra estes países independência.
  • – Em 26 de outubro de 1972,  Mathieu Kérékou  que era um guarda de segurança  do presidente  Hubert Maga , o primeiro Presidente da República de Benin, levava um golpe de Estado contra o presidente, depois de ter frequentado escolas militares francesas 1968-1970.

De fato, durante os últimos 50 anos, um total de 67 golpes de Estado aconteceu em 26 países da África, 16 desses países são ex-colônias francesas, o que significa que 61% dos golpes aconteceu na África francófona.

Número de  golpes de Estado na África  por países

Ex-colônias francesas  Outros países africanos
País  Número de golpe País número de golpe
Togo 1 Egypte 1
Tunísia 1 Libye 1
Cote d’Ivoire 1 Guiné Equatorial 1
Madagáscar 1 Guiné-Bissau 2
*14 Países Africanos Forçados Pela França a Pagar Imposto Colonial
26 de maio de 2019 radioproletario Sem categoria
Por:  Mawuna Remarque KOUTONIN
Alguns países africanos continuam a pagar imposto colonial à França desde a sua independência até hoje !
Peço ao leitor que observe se algum “jaleco amarelo” em suas caminhadas de protestos, pedem o fim deste compulsório que empobrece ainda mais o Continente Africano ?
Quando Sékou Touré da Guiné decidiu em 1958 em sair do império colonial francês, e optou pela independência do país, a elite colonial francês em Paris ficou tão furiosa, e em um ato histórico de fúria a administração francesa na Guiné destruiu tudo no país que representou o que eles chamaram “os benefícios da colonização francesa“.
Três mil franceses deixaram o país, levando todos os seus bens e destruindo qualquer coisa que não podia ser movida: escolas, creches, edifícios da administração pública foram demolidos; carros, livros, remédios, instrumentos institutos de pesquisas, tratores foram esmagados e sabotados; cavalos, vacas nas fazendas foram mortos, e os alimentos nos armazéns foram queimados ou envenenado.
O objetivo deste ato escandaloso foi o de enviar uma mensagem clara a todas as outras colônias que as consequências da rejeição de França seria muito alto.
Lentamente, o medo se espalhou através da “elite africana“, e nenhum depois dos “eventos Guiné” teve a coragem de seguir o exemplo de Sékou Touré, cujo slogan foi “Preferimos a liberdade na pobreza à opulência na escravidão.” 
Sylvanus Olympio , o primeiro presidente da República do Togo, um país pequeno na África Ocidental, encontrou uma solução meio-termo com os franceses.  Ele queria a independência da República do Togo do domínio Frances, portanto, ele se recusou a assinar a continuação da colonização sugerida no “pacto De Gaule”  proposto, mas concorda em pagar uma dívida anual de França para os chamados benefícios dos colonizadores franceses no Togo. Foram as únicas condições para os franceses não destruir o país antes de sair.  No entanto, o valor estimado pela França foi tão grande que o reembolso da chamada “dívida colonial” estava perto de 40% do orçamento do país em 1963 . A situação financeira do Togo recém-independente era muito instável, por isso, a fim de sair da situação, Olympio decidiu por um fim ao dinheiro colonial francês FCFA (o franco para colônias africanas francesas), e emitir a moeda de seu país. Em 13 de janeiro de 1963, três dias depois, ele começou a imprimir sua própria moeda do país, um esquadrão de soldados analfabetos apoiados pela França matou o primeiro presidente eleito de um país do continente Africano.  Olympio foi morto por um ex francês Legionário Estrangeiro,  sargento do exército chamado  Etienne Gnassingbe,  que supostamente recebeu uma recompensa de 612 dólares da embaixada francesa local para o trabalho de assassino. O sonho de Olympio foi a construção de um país independente e auto-suficiente e um povo livre.
Em 30 de junho de 1962,  Modiba Keita  , o primeiro presidente da República do Mali, decidiu retirar-se da colonial moeda francesa FCFA, moeda que foi imposta em 12 países africanos recém-independentes. 
Para o presidente do Mali, (que estava mais inclinado para uma economia socialista), estava claro que a colonização continuaria e o pacto com a França era uma armadilha, um fardo para o desenvolvimento do país. Em 19 de novembro de 1968 como, Olympio, Keita vai ser vítima de um golpe de Estado levada a cabo por um outro legionário Estrangeiros francês, o tenente  Moussa Traoré .
De facto, durante esse período turbulento da luta Africana para libertar-se da colonização europeia, a França iria usar repetidamente muitos ex  legionários estrangeiros  para realizar golpes contra presidentes eleitos:
– Em 01 de janeiro de 1966,  Jean-Bédel Bokassa , um legionário estrangeiro ex francês, realizou um golpe de Estado contra  David Dacko , o primeiro presidente da República Centro-Africano.
– Em 3 de Janeiro, 1966,  Maurice Yaméogo , o primeiro Presidente da República do Alto Volta, agora chamada de Burkina Faso, foi vítima de um golpe de Estado perpetrado por  Aboubacar Sangoulé Lamizana , um legionário ex francês que lutou com as tropas francesas na Indonésia e Argélia contra estes países independência.
– Em 26 de outubro de 1972,  Mathieu Kérékou  que era um guarda de segurança  do presidente  Hubert Maga , o primeiro Presidente da República de Benin, levava um golpe de Estado contra o presidente, depois de ter frequentado escolas militares francesas 1968-1970.
De fato, durante os últimos 50 anos, um total de 67 golpes de Estado aconteceu em 26 países da África, 16 desses países são ex-colônias francesas, o que significa que 61% dos golpes aconteceu na África francófona.
Número de  golpes de Estado na África  por países
Ex-colônias francesas 
Outros países africanos
País 
Número de golpe
País
número de golpe
Togo
1
Egypte
1
Tunísia
1
Libye
1
Cote d’Ivoire
1
Guiné Equatorial
1
Madagáscar
1
Guiné-Bissau
2
Ruanda
1
Libéria
2
Argélia
2
Nigéria
3
Congo – RDC
2
Etiópia
3
Mali
2
Ouganda
4
Guiné Conakry
2
Sudão
5
SUB-TOTAL 1
13


Congo
3


Tchad
3


Burundi
4


África Central
4


Níger
4


Mauritânia
4


Burkina Faso
5


Comores
5


SUB -TOTAL 2
32


TOTAL (1 + 2)
45
TOTAL
22
Como estes números demonstram, a França desesperadamente, tenta manter a qualquer custo, ativa ou indiretamente, suas colonias.
Em março de 2008, o ex-presidente francês,  Jacques Chirac  , disse: Sem a África, a França vai cair para um terço (economicamente falando).
O antecessor de Chirac  François Mitterand  profetizou em 1957 que: Sem a África, a França não têm história no século 21
Neste exato momento eu estou escrevendo este artigo, 14 países africanos são obrigados pela França, através de um pacto colonial, para colocar 85% de sua reserva estrangeira no banco central francês sob controle do ministro francês das finanças.
Até agora, 2014, Togo e cerca de 13 outros países africanos ainda tem que pagar a dívida colonial para a França. líderes africanos que se recusam são mortos ou vítima de golpe. Aqueles que obedecem são apoiados e recompensados ​​pela França, com estilo de vida luxuoso, enquanto o seu povo é obrigado a suportar extrema pobreza e desespero.
É como  um sistema perverso, mesmo denunciado pela União Europeia, mas a França não está pronta para mover-se deste sistema colonial que coloca cerca de 500 bilhões de dólares da África para a sua tesouraria ano após ano.
Nós muitas vezes acusamos os líderes africanos de corrupção e de servir os interesses das nações ocidentais em vez disso, mas há uma explicação clara para esse comportamento. Eles se comportam assim porque eles têm medo de serem mortos ou vítimas de um golpe de Estado.
Eles querem uma nação poderosa para apoiá-los (comodidade e medo) em caso de agressão ou problemas. Mas, ao contrário de uma proteção de nação amiga, a proteção ocidental é muitas vezes oferecido em troca desses líderes renunciando para servir seu próprio povo ou interesses das nações.
Os líderes africanos iriam trabalhar para o interesse do seu povo ? Quando eles não estavam constantemente perseguido e intimidados por países coloniais ?
Em 1958, com medo e pensando sobre as conseqüências de escolher a independência da França,  Leopold Sédar Senghor  , declarou:  “A escolha do povo senegalês é a independência, eles querem uma independência apenas na amizade com a França, e não na disputa.”
A partir de então a França aceitou apenas uma “independência em papel” por suas colônias, mas assinou ligações “Acordos de Cooperação”, detalhando a natureza das relações “países independentes“com a França, em particular os laços com a moeda colonial (Franco), o sistema educacional frances, o sistema militar e as preferências comerciais.
Abaixo estão as 11 principais componentes da Colonização no pacto desde 1950:
# 1. Dívida Colonial para os benefícios de França colonização
O recém- países “independentes” devem pagar a infra-estrutura construída pela França no país durante a colonização.
Eu ainda tenho que descobrir os detalhes completos sobre os valores, a avaliação dos benefícios coloniais e as condições de pagamento impostas aos países africanos, mas estamos trabalhando nisso (nos ajudem com informações).
# 2. confisco automático das reservas nacionais
Os países africanos devem depositar suas reservas monetárias nacionais no banco central francês.
A França tem controlado as reservas nacionais de catorze países africanos desde 1961: Benin, Burkina Faso, Guiné-Bissau, Costa do Marfim, Mali, Níger, Senegal, Togo, Camarões, República Centro Africano, Chade, Congo-Brazzaville, Guiné Equatorial e Gabão .
“A política monetária que rege a agregação tão diversificada de países é complicada porque é, de fato, operado pelo tesouro francês, sem referência aos fiscais e autoridades de qualquer central do UEMOA ou da CEMAC. Sob os termos do acordo que criou estes bancos e o CFA do Banco Central de cada país Africano é obrigado a manter pelo menos 65% de suas reservas cambiais em uma “conta operacional” realizada no Tesouro francês, bem como outros 20% para cobrir financeiros passivos.
Os bancos centrais do CFA também impõe um limite para o crédito concedido a cada país membro, equivalente a 20% da receita pública do país no ano anterior. Mesmo que o BEAC e o BCEAO tenha uma linha de crédito com o Tesouro francês, os levantamentos sobre as instalações de cheque especial estão sujeitas ao consentimento do Tesouro francês. A palavra final está cargo do tesouro francês, gestor das reservas cambiais dos países africanos, em seu próprio nome, na Bolsa de Paris.
Em suma, mais de 80% das reservas cambiais desses países africanos são depositados nas ” contas de operações “controlados pelo Tesouro francês. Os dois bancos levam o nome de CFA Africano, mas não têm políticas monetárias próprias. os próprios países não sabem, nem lhes é dito, quanto do conjunto de reservas estrangeiras detidas pelo Tesouro francês pertence a eles como um grupo ou individualmente.
Os ganhos de investimento desses fundos “na piscina” do Tesouro francês devem ser adicionados “à piscina“, mas não é dada os detalhes da contabilidade, (tanto aos dois bancos ou aos países) de tais alterações. O grupo limitado de altos funcionários do tesouro francês que tenham conhecimento dos valores nas ” contas de operações “, onde esses fundos são investidos, (se existe é um lucro sobre esses investimentos), estão proibidos de divulgar qualquer uma dessas informações para os bancos CFA ou os bancos centrais dos países africanos. ” Escreveu  o Dr. Gary K. Busch
É agora estimado que a França está segurando perto de 500 bilhões dos países africanos de dinheiro em sua tesouraria, e iria fazer nada para lutar contra qualquer um que querem lançar uma luz sobre esse lado negro do velho império.
Os países africanos não têm acesso a esse dinheiro.
A França permite-lhes aceder apenas 15% do dinheiro em um determinado período do ano. Se eles precisam de mais do que isso, eles têm que pedir emprestado o dinheiro extra a partir de seu próprio 65% do Tesouro francês a preços comerciais.
Para tornar as coisas mais trágicas, a França impoõe um limite para a quantidade de dinheiro que os países podem tomar emprestado da reserva. A quantia é fixada em 20% de sua receita pública no ano anterior. Se os países precisam pedir mais do que 20% de seu próprio dinheiro, a França veta.
O ex-presidente francês  Jacques Chirac  falou recentemente . sobre o dinheiro das nações africanas no banco francês. Existe um vídeo dele falando sobre o esquema de exploração francesa. Ele está fala em francês, traduzimos um pequeno trecho do pronunciamento: “Nós temos que ser honestos, e reconhecer que uma grande parte do dinheiro em nossos bancos vêm justamente da exploração do continente Africano “.
# 3. Direito de preferência sobre qualquer recurso cru ou natural descoberta no país
A França tem o primeiro direito de compra de quaisquer recursos naturais encontrados na terra de suas ex-colônias. É apenas depois que a França iria dizer, “Eu não estou interessado”, que os países africanos estão autorizados a procurar outros parceiros.
# 4. Prioridade para franceses interesses e empresas na contratação pública e licitação público
Na adjudicação de contratos públicos, empresas francesas devem ser considerados em primeiro lugar, e só depois que esses países  poderiam procurar outro lugar. Ele não importa se os países africanos podem obter o melhor valor para o dinheiro em outro lugar.
Como conseqüência, em muitas das ex-colônias francesas, todos os majors ativos econômicos dos países estão na mão de expatriados franceses. Na Costa do Marfim, por exemplo, as empresas francesas possuem e controlam todos os principais serviços públicos – água, electricidade , telefone, transportes, portos e grandes bancos. A mesma no comércio, construção e agricultura.
No final, como eu escrevi em um artigo anterior,  os africanos vivem agora em uma Continente Possuído por europeus!
# 5. Exclusivo direito de fornecer equipamento militar e treinar os militares do país oficiais
Através de um esquema sofisticado de bolsas, subsídios, e “acordos de defesa” ligados ao Pacto Colonial, os africanos devem enviar os seus altos oficiais militares para treinamento na França ou instalações de treinamento correu franceses.
A situação no continente agora é que a França tem treinado centenas, até mesmo milhares de traidores e nutri-los. Eles são latentes quando eles não são necessários, e ativada quando necessário para um golpe de Estado ou qualquer outra finalidade!
# 6. Direito para França para pré-posicionar tropas e intervir militar no país para defender seus interesses
Sob uma coisa chamada “Acordos de Defesa” em anexo ao Pacto Colonial, a França teve o direito legal de intervir militarmente nos países africanos, e também para estacionar tropas permanentemente em bases e instalações militares nesses  países, executado inteiramente pelos franceses.
Bases militares francesas na África

Quando o Presidente  Laurent Gbagbo  da Costa do Marfim tentou acabar com a exploração francesa do país , a França organizou um golpe de Estado. Durante o longo processo para expulsar Gbagbo, tanques França, helicópteros e forças especiais intervieram diretamente no conflito, dispararam contra civis e mataram muitos.
Para adicionar insulto à injúria, França estima que a comunidade empresarial francês tinha perdido vários milhões de dólares , quando na pressa de deixar Abidjan em 2006, o exército francês massacrou 65 civis desarmados e feriram 1.200 outros.
Depois de França conseguiu o golpe, e transferiu o poder a  Alassane Ouattara , a França solicitou governo Ouattara a pagar uma indemnização à comunidade empresarial francês para as perdas durante a guerra civil.
Na verdade, o governo Ouattara pago duas vezes o que eles disseram que tinham perdido em sair.
# 7. Obrigação de fazer do francês a língua oficial do país e da língua para a educação
Oui, monsieur. Vous Devez parlez français, la langue de Molière!
A língua francesa e cultura organização disseminação foi criado chamado “Francophonie” com vários satélites e organizações afiliadassupervisionados pelo ministro francês dos Negócios Estrangeiros.
Como demonstrado no  presente artigo , quando o francês é a única língua que você fala, você tem acesso a menos de 4% do conhecimento da humanidade e idéias. Isso é muito limitante.
# 8. Obrigação de usar dinheiro França FCFA colonial
Essa é a vaca de leite real para a França, mas é como  um sistema perverso, mesmo denunciado pela União Europeia, mas a França não está pronto para mover-se de que o sistema colonial, que coloca cerca de 500 bilhões de dólares da África para a sua tesouraria.
Durante a introdução da moeda Euro na Europa, outros países europeus descobriram o esquema de exploração francesa. Muitos,especialmente os países nórdicos, ficaram horrorizados e sugeriu França se livrar do sistema, mas sem sucesso.
# 9. Obrigação para enviar França relatório de balanço e reserva anual.
Sem o relatório, sem dinheiro.
De qualquer forma o secretário dos bancos centrais das ex-colônias, eo secretário da reunião bi-anual dos Ministros das Finanças das ex-colônias é realizado pela França Banco central / Tesouro.
# 10. Renonciation a entrar em aliança militar com qualquer outro país a menos que autorizado pela França
Países africanos, em geral, são os únicos com alianças militares serão menos regionais. maioria dos países têm apenas alianças militares com os seus ex-colonizadores! (Engraçado, mas você não pode fazer melhor!).
Nos casos de França ex-colónias, França proibi-los a buscar outra aliança militar, exceto o que ele lhes oferecia.
# 11. Obrigação de aliar-se com a França em situação de guerra ou de crise global
Mais de um  milhão soldados africanos lutaram pela derrota do nazismo e do fascismo durante  a Segunda Guerra Mundial.
A sua contribuição é muitas vezes ignorado ou minimizado, mas quando você acha que demorou apenas 6 semanas para a Alemanha para derrotar a França em 1940,  França sabe que os africanos poderiam ser úteis para o combate para la “Grandeur de la France” no futuro.
Há algo quase de psicopatia na relação da França com a África.
Primeiro, a França é severamente viciada em saques e exploração da África, desde o tempo da escravidão. Então há essa total falta de criatividade e imaginação da elite francesa de pensar para além do passado e da tradição.
Finalmente, a França tem duas instituições que estão completamente congeladas no passado , habitada por paranóicos e psicopata “fonctionnaires haut” que espalham medo de apocalipse se a França iria mudar, e cuja referência ideológica ainda vem do romantismo do século 19: eles são o Ministro da Finanças e Orçamento da França e do Ministro dos Negócios Estrangeiros da França.
Estas duas instituições não são apenas uma ameaça para a África, mas para os próprios franceses.
Cabe a nós, como Africano para libertar a nós mesmos, sem pedir permissão, porque eu ainda não consigo entender , por exemplo,como 450 soldados franceses na Costa do Marfim poderia controlar uma população de 20 milhões de pessoas? 
Pessoas primeira reação quando aprendem sobre o imposto colonial francês é muitas vezes uma pergunta: “? Até quando”
Para efeito de comparação histórica, a França fez o Haiti pagar o equivalente moderno de US $ 21 bilhões, de 1804 até 1947 (quase um século e meio) para os prejuízos causados ​​aos comerciantes de escravos francês pela  abolição da escravatura  e da libertação dos escravos haitianos.
Países Africano estão pagando o imposto colonial apenas para os últimos 50 anos , então eu acho que um século de pagamento pode ocorrer!
**** NBota dos Editores: Agora entendo por que Sarkozy queria a Líbia.
Leia mais: http://www.afrika.no/
Ruanda
1 Libéria 2
Argélia 2 Nigéria 3
Congo – RDC 2 Etiópia 3
Mali 2 Ouganda 4
Guiné Conakry 2 Sudão 5
SUB-TOTAL 1 13
Congo 3
Tchad 3
Burundi 4
África Central 4
Níger 4
Mauritânia 4
Burkina Faso 5
Comores 5
SUB -TOTAL 2 32
TOTAL (1 + 2) 45 TOTAL 22

Como estes números demonstram, a França desesperadamente, tenta manter a qualquer custo, ativa ou indiretamente, suas colonias.

Em março de 2008, o ex-presidente francês,  Jacques Chirac  , disse: Sem a África, a França vai cair para um terço (economicamente falando).

O antecessor de Chirac  François Mitterand  profetizou em 1957 que: Sem a África, a França não têm história no século 21

Neste exato momento eu estou escrevendo este artigo, 14 países africanos são obrigados pela França, através de um pacto colonial, para colocar 85% de sua reserva estrangeira no banco central francês sob controle do ministro francês das finanças.

Até agora, 2014, Togo e cerca de 13 outros países africanos ainda tem que pagar a dívida colonial para a França. líderes africanos que se recusam são mortos ou vítima de golpe. Aqueles que obedecem são apoiados e recompensados ​​pela França, com estilo de vida luxuoso, enquanto o seu povo é obrigado a suportar extrema pobreza e desespero.

É como  um sistema perverso, mesmo denunciado pela União Europeia, mas a França não está pronta para mover-se deste sistema colonial que coloca cerca de 500 bilhões de dólares da África para a sua tesouraria ano após ano.

Nós muitas vezes acusamos os líderes africanos de corrupção e de servir os interesses das nações ocidentais em vez disso, mas há uma explicação clara para esse comportamento. Eles se comportam assim porque eles têm medo de serem mortos ou vítimas de um golpe de Estado.

Eles querem uma nação poderosa para apoiá-los (comodidade e medo) em caso de agressão ou problemas. Mas, ao contrário de uma proteção de nação amiga, a proteção ocidental é muitas vezes oferecido em troca desses líderes renunciando para servir seu próprio povo ou interesses das nações.

Os líderes africanos iriam trabalhar para o interesse do seu povo ? Quando eles não estavam constantemente perseguido e intimidados por países coloniais ?

Em 1958, com medo e pensando sobre as conseqüências de escolher a independência da França,  Leopold Sédar Senghor  , declarou:  “A escolha do povo senegalês é a independência, eles querem uma independência apenas na amizade com a França, e não na disputa.”

A partir de então a França aceitou apenas uma “independência em papel” por suas colônias, mas assinou ligações “Acordos de Cooperação”, detalhando a natureza das relações “países independentes“com a França, em particular os laços com a moeda colonial (Franco), o sistema educacional frances, o sistema militar e as preferências comerciais.

Abaixo estão as 11 principais componentes da Colonização no pacto desde 1950:

# 1. Dívida Colonial para os benefícios de França colonização

O recém- países “independentes” devem pagar a infra-estrutura construída pela França no país durante a colonização.

Eu ainda tenho que descobrir os detalhes completos sobre os valores, a avaliação dos benefícios coloniais e as condições de pagamento impostas aos países africanos, mas estamos trabalhando nisso (nos ajudem com informações).

# 2. confisco automático das reservas nacionais

Os países africanos devem depositar suas reservas monetárias nacionais no banco central francês.

A França tem controlado as reservas nacionais de catorze países africanos desde 1961: Benin, Burkina Faso, Guiné-Bissau, Costa do Marfim, Mali, Níger, Senegal, Togo, Camarões, República Centro Africano, Chade, Congo-Brazzaville, Guiné Equatorial e Gabão .

“A política monetária que rege a agregação tão diversificada de países é complicada porque é, de fato, operado pelo tesouro francês, sem referência aos fiscais e autoridades de qualquer central do UEMOA ou da CEMAC. Sob os termos do acordo que criou estes bancos e o CFA do Banco Central de cada país Africano é obrigado a manter pelo menos 65% de suas reservas cambiais em uma “conta operacional” realizada no Tesouro francês, bem como outros 20% para cobrir financeiros passivos.

Os bancos centrais do CFA também impõe um limite para o crédito concedido a cada país membro, equivalente a 20% da receita pública do país no ano anterior. Mesmo que o BEAC e o BCEAO tenha uma linha de crédito com o Tesouro francês, os levantamentos sobre as instalações de cheque especial estão sujeitas ao consentimento do Tesouro francês. A palavra final está cargo do tesouro francês, gestor das reservas cambiais dos países africanos, em seu próprio nome, na Bolsa de Paris.

Em suma, mais de 80% das reservas cambiais desses países africanos são depositados nas ” contas de operações “controlados pelo Tesouro francês. Os dois bancos levam o nome de CFA Africano, mas não têm políticas monetárias próprias. os próprios países não sabem, nem lhes é dito, quanto do conjunto de reservas estrangeiras detidas pelo Tesouro francês pertence a eles como um grupo ou individualmente.

Os ganhos de investimento desses fundos “na piscina” do Tesouro francês devem ser adicionados “à piscina“, mas não é dada os detalhes da contabilidade, (tanto aos dois bancos ou aos países) de tais alterações. O grupo limitado de altos funcionários do tesouro francês que tenham conhecimento dos valores nas ” contas de operações “, onde esses fundos são investidos, (se existe é um lucro sobre esses investimentos), estão proibidos de divulgar qualquer uma dessas informações para os bancos CFA ou os bancos centrais dos países africanos. ” Escreveu  o Dr. Gary K. Busch

É agora estimado que a França está segurando perto de 500 bilhões dos países africanos de dinheiro em sua tesouraria, e iria fazer nada para lutar contra qualquer um que querem lançar uma luz sobre esse lado negro do velho império.

Os países africanos não têm acesso a esse dinheiro.

A França permite-lhes aceder apenas 15% do dinheiro em um determinado período do ano. Se eles precisam de mais do que isso, eles têm que pedir emprestado o dinheiro extra a partir de seu próprio 65% do Tesouro francês a preços comerciais.

Para tornar as coisas mais trágicas, a França impoõe um limite para a quantidade de dinheiro que os países podem tomar emprestado da reserva. A quantia é fixada em 20% de sua receita pública no ano anterior. Se os países precisam pedir mais do que 20% de seu próprio dinheiro, a França veta.

O ex-presidente francês  Jacques Chirac  falou recentemente . sobre o dinheiro das nações africanas no banco francês. Existe um vídeo dele falando sobre o esquema de exploração francesa. Ele está fala em francês, traduzimos um pequeno trecho do pronunciamento: “Nós temos que ser honestos, e reconhecer que uma grande parte do dinheiro em nossos bancos vêm justamente da exploração do continente Africano “.

# 3. Direito de preferência sobre qualquer recurso cru ou natural descoberta no país

A França tem o primeiro direito de compra de quaisquer recursos naturais encontrados na terra de suas ex-colônias. É apenas depois que a França iria dizer, “Eu não estou interessado”, que os países africanos estão autorizados a procurar outros parceiros.

# 4. Prioridade para franceses interesses e empresas na contratação pública e licitação público

Na adjudicação de contratos públicos, empresas francesas devem ser considerados em primeiro lugar, e só depois que esses países  poderiam procurar outro lugar. Ele não importa se os países africanos podem obter o melhor valor para o dinheiro em outro lugar.

Como conseqüência, em muitas das ex-colônias francesas, todos os majors ativos econômicos dos países estão na mão de expatriados franceses. Na Costa do Marfim, por exemplo, as empresas francesas possuem e controlam todos os principais serviços públicos – água, electricidade , telefone, transportes, portos e grandes bancos. A mesma no comércio, construção e agricultura.

No final, como eu escrevi em um artigo anterior,  os africanos vivem agora em uma Continente Possuído por europeus!

# 5. Exclusivo direito de fornecer equipamento militar e treinar os militares do país oficiais

Através de um esquema sofisticado de bolsas, subsídios, e “acordos de defesa” ligados ao Pacto Colonial, os africanos devem enviar os seus altos oficiais militares para treinamento na França ou instalações de treinamento correu franceses.

A situação no continente agora é que a França tem treinado centenas, até mesmo milhares de traidores e nutri-los. Eles são latentes quando eles não são necessários, e ativada quando necessário para um golpe de Estado ou qualquer outra finalidade!

# 6. Direito para França para pré-posicionar tropas e intervir militar no país para defender seus interesses

Sob uma coisa chamada “Acordos de Defesa” em anexo ao Pacto Colonial, a França teve o direito legal de intervir militarmente nos países africanos, e também para estacionar tropas permanentemente em bases e instalações militares nesses  países, executado inteiramente pelos franceses.

Bases militares francesas na África

Bases militares franco-em-africa

Quando o Presidente  Laurent Gbagbo  da Costa do Marfim tentou acabar com a exploração francesa do país , a França organizou um golpe de Estado. Durante o longo processo para expulsar Gbagbo, tanques França, helicópteros e forças especiais intervieram diretamente no conflito, dispararam contra civis e mataram muitos.

Para adicionar insulto à injúria, França estima que a comunidade empresarial francês tinha perdido vários milhões de dólares , quando na pressa de deixar Abidjan em 2006, o exército francês massacrou 65 civis desarmados e feriram 1.200 outros.

Depois de França conseguiu o golpe, e transferiu o poder a  Alassane Ouattara , a França solicitou governo Ouattara a pagar uma indemnização à comunidade empresarial francês para as perdas durante a guerra civil.

Na verdade, o governo Ouattara pago duas vezes o que eles disseram que tinham perdido em sair.

# 7. Obrigação de fazer do francês a língua oficial do país e da língua para a educação

Oui, monsieur. Vous Devez parlez français, la langue de Molière!

A língua francesa e cultura organização disseminação foi criado chamado “Francophonie” com vários satélites e organizações afiliadassupervisionados pelo ministro francês dos Negócios Estrangeiros.

Como demonstrado no  presente artigo , quando o francês é a única língua que você fala, você tem acesso a menos de 4% do conhecimento da humanidade e idéias. Isso é muito limitante.

# 8. Obrigação de usar dinheiro França FCFA colonial

Essa é a vaca de leite real para a França, mas é como  um sistema perverso, mesmo denunciado pela União Europeia, mas a França não está pronto para mover-se de que o sistema colonial, que coloca cerca de 500 bilhões de dólares da África para a sua tesouraria.

Durante a introdução da moeda Euro na Europa, outros países europeus descobriram o esquema de exploração francesa. Muitos,especialmente os países nórdicos, ficaram horrorizados e sugeriu França se livrar do sistema, mas sem sucesso.

# 9. Obrigação para enviar França relatório de balanço e reserva anual.

Sem o relatório, sem dinheiro.

De qualquer forma o secretário dos bancos centrais das ex-colônias, eo secretário da reunião bi-anual dos Ministros das Finanças das ex-colônias é realizado pela França Banco central / Tesouro.

# 10. Renonciation a entrar em aliança militar com qualquer outro país a menos que autorizado pela França

Países africanos, em geral, são os únicos com alianças militares serão menos regionais. maioria dos países têm apenas alianças militares com os seus ex-colonizadores! (Engraçado, mas você não pode fazer melhor!).

Nos casos de França ex-colónias, França proibi-los a buscar outra aliança militar, exceto o que ele lhes oferecia.

# 11. Obrigação de aliar-se com a França em situação de guerra ou de crise global

Mais de um  milhão soldados africanos lutaram pela derrota do nazismo e do fascismo durante  a Segunda Guerra Mundial.

A sua contribuição é muitas vezes ignorado ou minimizado, mas quando você acha que demorou apenas 6 semanas para a Alemanha para derrotar a França em 1940,  França sabe que os africanos poderiam ser úteis para o combate para la “Grandeur de la France” no futuro.

Há algo quase de psicopatia na relação da França com a África.

Primeiro, a França é severamente viciada em saques e exploração da África, desde o tempo da escravidão. Então há essa total falta de criatividade e imaginação da elite francesa de pensar para além do passado e da tradição.

Finalmente, a França tem duas instituições que estão completamente congeladas no passado , habitada por paranóicos e psicopata “fonctionnaires haut” que espalham medo de apocalipse se a França iria mudar, e cuja referência ideológica ainda vem do romantismo do século 19: eles são o Ministro da Finanças e Orçamento da França e do Ministro dos Negócios Estrangeiros da França.

Estas duas instituições não são apenas uma ameaça para a África, mas para os próprios franceses.

Cabe a nós, como Africano para libertar a nós mesmos, sem pedir permissão, porque eu ainda não consigo entender , por exemplo,como 450 soldados franceses na Costa do Marfim poderia controlar uma população de 20 milhões de pessoas? 

Pessoas primeira reação quando aprendem sobre o imposto colonial francês é muitas vezes uma pergunta: “? Até quando”

Para efeito de comparação histórica, a França fez o Haiti pagar o equivalente moderno de US $ 21 bilhões, de 1804 até 1947 (quase um século e meio) para os prejuízos causados ​​aos comerciantes de escravos francês pela  abolição da escravatura  e da libertação dos escravos haitianos.

Países Africano estão pagando o imposto colonial apenas para os últimos 50 anos , então eu acho que um século de pagamento pode ocorrer!

**** NBota dos Editores: Agora entendo por que Sarkozy queria a Líbia.

Leia mais: http://www.afrika.no/

Os prisioneiros do Move 9 na America da Liberdade

Almost 35 years after the Aug. 8, 1978 confrontation in Philadelphia, the five remaining “MOVE 9″ prisoners are still being denied parole, after becoming eligible in 2008 (two MOVE 9 members, Phil and Merle, have died under very suspicious circumstances). MOVE is asking for support in building public pressure for the MOVE 9′s release.

Write a letter or send a card to the MOVE 9 and let them know they are in our hearts and on our minds.

Delbert Orr Africa #AM4985
1000 Follies Rd.
Dallas, PA 18612

Mumia Abu Jamal #AM8335
301 Morea Rd.
Frackville, PA 17932

Edward Goodman Africa #AM4974
SCI Phoenix
P.O. Box 33028
St. Petersburg, FL 33733

Charles “Chuck” Sims Africa #AM4975
(Next Parole Hearing: November 2016)
1000 Follies Road
Dallas, PA 18612

Janet Hollaway Africa #006308
Janine Phillips Africa #6309
451 Fullerton Ave.
Cambridge Springs, PA 16403-1238

– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –

Check out https://move9parole.blogspot.com for more specific information on how to support parole for the MOVE 9.

Please sign the petition to Free the MOVE 9:
https://www.causes.com/campaigns/92454-free-the-move-9

Abaixo-assinado contra cortes nas universidades já tem mais de 1 milhão de assinaturas

Eu assinei!

Eu também enviei mensagem ao presidente da SBMAC cobrando um posicionamento da Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional contra o desmonte das Universidades brasileiras – não obtive resposta!

As sociedades científicas, SBMAC, SBM, SBEM, SBF, Academia Brasileira de Ciências estão levando um silêncio de luto, aparentemente estão dispostas a colocar a mão no suporte do caixão das Universidades Brasileiras. Estão esperando o enterro passar!