Paises livres não podem se submeter a ser bases americanas

Para el 13 de febrero de 2019 se ha anunciado una reunion en Washington entre Duque, presidente da Colombia y el presidente de los Estados Unidos, Donald Trump. Queremos manifestarle nuestra preocupacion por la actitud complaciente del Gobierno Nacional con relacion a una eventual intervencion militar de los Estados Unidos en Venezuela, y a la participacion que tendria nuestro pais en ese proposito. Estas son nuestras evidencias:

  1. El 15 de septiembre de 2018, en la ciudad de Cucuta, el secretario general de la Organizacion de Estados Americanos, Luis Almagro, acompanado del canciller, Carlos Holmes Trujillo, afirmo que “[e]n cuanto a la opcion militar para derrocar a Maduro, no debemos descartar ninguna opcion”
  2. El 16 de septiembre de 2018, el gobierno colombiano se abstuvo de firmar la declaracion del Grupo de Lima, en el que otros gobiernos de la region plasmaron su rechazo “[a]nte cualquier curso de accion o declaracion que implique una intervencion militar o el ejercicio de la violencia, la amenaza o el uso de la fuerza en Venezuela”
  3. El 18 de septiembre de 2018, el embajador de Colombia en Estados Unidos, Francisco Santos, declaro: “[s]e escuchan voces que hablan de operaciones militares unilaterales (sic). Creemos que debe darse una respuesta colectiva a esta crisis. Pero creemos, y, dejeme ser bastante claro, que todas las opciones deben ser consideradas”
  4. El 31 de enero de 2019, tras las reacciones por la nota en la libreta del consejero de Seguridad Nacional de Estados Unidos, John Bolton, en la que se mencionaba el envio de “5.000 tropas a Colombia”, el embajador de nuestro pais en los Estados Unidos dijo que “[e]s una jugada diplomatica inteligente para decirle a Venezuela que esta en el final (sic) […] Estados Unidos siempre ha dicho que ‘todas las opciones estan sobre la mesa'”4. Ese mismo dia, el inusitado despliegue militar en Cucuta como resultado de la visita del jefe del Comando Sur, almirante Craig Faller, genero mayor tension en la frontera con Venezuela.
  5. El 6 de febrero de 2019, al canciller Holmes Trujillo se le pregunto en rueda de prensa, luego de salir de la reunion con el Consejero de Seguridad de Estados Unidos, si habia tratado el asunto de la anotacion en la libreta a lo cual respondio: “Yo no iba a hacerle un interrogatorio, iba a conversar sobre lo que son las acciones que conjuntamente estamos disenando politica y diplomaticamente para crear condiciones que permitan que el hermano pueblo pueda vivir en democracia y libertad”

Senor presidente, de manera respetuosa, le pedimos que rechace cualquier accion que implique la participacion de Colombia en una confrontacion armada con Venezuela. Usted tiene en sus manos el deber moral y politico de defender la paz en Colombia y de la region.

Professora, Enfermeira, Engenheira, Médica ou general

As professoras redimem os néscios fazendo deles professores, enfermeiros, engenheiros, médicos e até mesmo, infelizmente, generais. E um general faz o que? destrói casas e cidades, que os engenheiros construíram. Destrói pontes e estradas que a sociedade produziu para o bem estar de todos. Ou produzem golpes que podem levar a 6ª economia do mundo de volta para a 16ª posição em tempo mais recorde do que o duro trabalho que o torneiro mecânico e seus companheiros de partido gastaram para construir.

Que faz um general que se possa comparar com o trabalho dum professor, quantos deles merecem a honra dum Paulo Freire, reconhecido mundialmente por tornar analfabetos em pessoas livres que podem entrar num supermercado e escolher aquilo que lhes interessa comprar sem ter que perguntar a alguém ao lado se o conteúdo da lata é veneno ou comida. Se você souber algo que preste que tenha feito algum general, me diga, eu gostaria de saber. Claro que há exceções, a História já guardou um lugar de ouro para o Marechal Rondon, o defensor incansável dos Povos Primitivos e há outros poucos mais que podemos listar com auxílio dos dedos duma única mão.

Habitualmente os generais matam, bombardeiam, quebram, destroem, perseguem ou servem de apoio aos golpes do interesse duma minoria de lixos ricos.

Do sr. Vilas Boas restará o nome gravado numa pedra de túmulo e um infeliz registro histórico tão deprimente quanto o registro que cabe ao coronel Flores, ambos perseguiram heróis. O registro no túmulo ficará para leitura de alguns poucos, filhos, netos e talvez nem isto porque agora na Argentina os filhos dos ditadores e seus sequazes estão pedindo que eles sejam julgado pós morte para tirar-lhes das costas o peso que é conviver com nomes carregados de crimes contra a Humanidade.

Ao passo que Luís Inácio Lula da Silva, que é o perseguido preferido dos medíocres, tem o seu nome já inscrito ao lado de Juscelino Kubitschek de Oliveira, Getúlio Vargas, Paulo Freire, e que eu pare aqui a lista lhes dando a estes o privilégio de representar milhares de nomes brasileiros que levantam a bandeira do Brasil muito além de nossas fronteiras, com respeito, admiração.

E peça a um general para escrever uma defesa, eu a publicaria como direito que é o de resposta, no mesmo lugar até mesmo para a diversão dos que lerem porque talvez ela não passe dum texto tão simplório e ridículo como o que o idiota apresentou ao Mundo em Davos nos cobrindo de vergonha.

E me maltrata quando vejo alguns lutadores fazendo referência à elite brasileira como representada pelo lixo rico, ignorante, burro, egoísta, golpista, fratricida. Da elite sou eu professor, da elite somos nós os professores que produzimos outros professores, que retiramos da posição de analfabetos para uma posição de letrados, que produzimos médicas, enfermeiras, engenheiras e até mesmo, infelizmente, generais. Quantos generais sabem ler um teorema e dizer o que ele significa? Eu provo ou crio teoremas! Quantos generais sabem escrever um programa de computador que mostre alguma coisa interessante, exiba um plano tangente a uma superfície? Eu sei escrever um tal programa. Quantos generais saberiam escrever um programa para analisar dados estatísticos e fazer uma previsão, de curto prazo, para a Economia? Eu sei escrever um tal programa e sei fazer a previsão.

Os militares são caros, inúteis e perigosos e foi um grave erro na Constituição de 88 que não tenhamos aproveitado a oportunidade para limitar drasticamente a existência deste corpo perigoso ou, no meu entender, simples eliminá-lo como na Suíça ou como durante algum tempo na Costa Rica. A Suíça não tem forças armadas e nem golpes e pode assim passar por neutra e vender armas e informações aos dois lados em guerra o que é uma forma covarde de passar por neutro e contra a guerra. A Costa Rica eu não tenho certeza se andou para trás.

Um inventor, um matemático, um idoso inteligente

Aconteceu comigo há muito tempo atrás.

Eu estava estudando numa biblioteca pública, em Fortaleza, quando, à saida, me deparei com um senhor idoso que se divertia ensinando a algumas garotas e garotos como resolver sistemas de equações. Numa folha de papel ele tinha o seguinte desenho

um senhor idoso que descobriu a Regra de Cramer

A figura estava numa folha dum caderno que ele folheava mostrando outros exemplos. E explicava
cuidadosamente o método que ele havia descoberto multiplicando cruzados os
coeficientes na equação e depois criando três esquemas, três matrizes
2\times 2 de onde ele tirava mais produtos cruzados para finalmene calcular o quociente e encontrar os valores de x e de y. Ele havia redescoberto a regra de Cramer, era um inventor, e divertia a garotada resolvendo um problema difícil, um sistema de equações.

Do sistema de equações ele criava para nas laterais do papel, um pouco parecido com a figura que mostrei acima, coisa que tenho de memória e certamente não é completamente igual ao que vi o senhor desenhando e escrevendo, pitorescamente, divertindo e deixando encatado a garotoda com o método prático que ele tinha para resolver o sistema de equações.

Não era o inventor, mas ele acreditava que fosse, eu assisti a sessão, ri-me e fui-me embora, sem destruir a autoestima do inventor. Isto aconteceu em 1965 e os determinantes foram inventados no século 19 ou um pouco antes.

Como se fazem as mudanças no comando do golpe

Estou falando dum CEO duma empresa, e se aplica ao gerente atual do golpe que tem gente ainda chama de “presidente”, como “presidente”? Nem Jánio Quadros, o desajeitado, era tão escroto como esta coisa que foi desovada em Brasília. Melhor chamar de CEO, fica perfeito!

Conta-se que um CEO, (é o nome que eles dão nos meios financeiros, entre eles donos do capital vadio, CEO é o gerente geral, o Chefe do Alto Comando! hahahahahha!)

Pois é, o CEO duma grande empresa, enfrentando dificuldades crescentes no conselho diretor devido às estatísticas mais e mais frequentes de queda do rendimento da empresa, resolveu fazer uma reunião com o cara
que deveria substituí-lo, a cara na sequência de comando, coisa bem do tipo dos comandos militares como é agora o caso do governo no Brasil em tempos de ditadura! Hahahahahahaha!

O CEO geral, em seu último dia de serviço, tem a última conversa com
seu sucessor e nesta ocasião lhe passa três envelopes lhe dizendo:

  • “O meu antecessor, antes de sair, me passou três envelopes lacrados e
    desejo continuar a tradição fazendo o mesmo consigo.
  • Ao primeiro sinal de dificuldades: abra o primeiro envelope.
  • Ante novas dificuldades, abra o segundo envelope.
  • Se os problemas continuarem, abra, então, o terceiro envelope.

Boa sorte!, disse o CEO se despedindo, sorridente, apertou a mão do novo CEO e foi para casa, aposentado, claro, com uma gorda aposentadoria típica dos membros do STF ou do Altíssimo Comando Militar todas devidamente protegidas contra a Deforma da Previdência que afinal eles fizeram o golpe para isto mesmo.

Mas, desculpe-me, e deixe-me continuar a história como novíssimo CEO

O novo CEO arrumou a mesa, deixou tudo a seu gosto no escritório que até então era do outro, e jogou os três envelopes numa gaveta, até pensando que nunca ia ter mesmo problemas, afinal o velho CEO estava velho e tinha mesmo que dar problemas. Ele era novo!

Seis meses depois, os custos aumentaram e as entradas cairão e novo CEO, perturbado, lembrou-se dos envelopes e abriu o primeiro onde havia uma curta mensagem:

-“Culpe-me por tudo!”

No dia seguinte o CEO chamou uma conferência de imprensa e fez
exatamente o que dizia a mensagem. Lembram-se das primeiras falas do Vampirão ou do seu sucessor dentro da linha do golpe? A culpa é do PT!

Passados seis meses as vendas cairão vertiginosamente e, atrapalhado, o CEO abriu o segundo envelope onde estava:

-“Reorganize!”

O CEO novamente organizou uma rodada de imprensa e anunciou uma reestruturação dos setores e a crise passou.

Passado um ano nova crise, tudo começou a ir errado novamente e o CEO se trancou no seu escritório e abriu o terceiro envelope:

-“Prepare três envelopes!”

Enganei-me, estava:

-“Bozo, Prepare três envelopes! e faça uma reunião com o Altíssimo Comando das Forças Armadas!” hahahahaha! Alternativa, solte o Lula que ele acaba com esta bagunça em 48 horas!

A bem da verdade, esta história faz parte dum banco de pequenas histórias controladas por um programa chamado fortune que usualmente vem instalado nas distribuições Linux.

Depois bata digitar num terminal, certo, quem usa Linux sabe usar terminal, hahahahahaha!

“fortune -a”

Por exemplo, digitei o comando e me saiu:

[La guerra] é istintiva. Ma l’istinto si puo’ combattere. Noi siamo
esseri umani con il sangue di un milione di anni di barbarie nelle mani!
Ma noi possiamo fermarlo. Possiamo ammettere che siamo assassini… ma
non uccideremo oggi. E’ questo che serve! Sapere che non uccideremo
oggi!
— Kirk, “A Taste of Armageddon” (TOS), data astrale 3193.0

e novamente,

Pubblicare un volume di versi é come lasciar cadere un petalo di rosa
nel Grand Canyon e aspettarne l’eco.

Divirta-se, instale Linux, trabalhe, se divirta e cresça em inteligência que nunca cairá dentro do Alto Comando das Forças Armadas hahahahahaha!

E para terminar eu digitei o comando de novo, se você entender vai morrer de rir! Se não entender é porque não usa Linux, hahahahahaha! Alias dizem que, no formato binário, tem 10 tipos de pessoas as que sabem o que é computador e usam Linux e as outras, os militares!

I get the following error messages at bootup, could anyone tell me
what they mean?
fcntl_seteal() Caledônia bá processá 51 (LPP) Zika brotense floque() emulativo

They mean that you have not read the documentation when upgrading the
kernel.
— seen on c.o.l.misc

Sugestão, não tente dar um upgrade no kernel, é melhor fazer um upgrade na distribuição, é mais fácil, mais rápido, mais seguro e afinal, você usando Linux, não lhe vai custar nada! Depois se for preciso ajustar o kernel, isto será feito automática dentro do upgrade da distribuição. Tudo seguro e limpo! Use Linux, se divirta, evolua e fique certo de que não corre riscos de cair dentro do Alto Comando das Forças Armadas hahahahahaha!

A bem da verdade, esta história faz parte dum banco de pequenas histórias controladas por um programa chamado fortune que usualmente vem instalado nas distribuições Linux. Se não estiver, e se você estiver usando uma distribuição baseada no Debian, digite

sudo apt-get install fortune

e siga as instruções como nos 3 envelopes!

Educação para Libertação de Paulo Freire

Paulo Freira foi um visionário que descobriu o óbvio, mas foi ele quem
descobriu e o Mundo inteiro reconhece a genialidade que teve a sua
descoberta.

Foi nos idos de 1960 que o jovem Paulo Freire consegui trabalhar com adultos
na periferia de Natal, no Rio Grande Norte e teve o direito de fazer uma
sua experiência pedagógica. Foi quando ele descobriu aqui que ele chamou
de “palavras geradoras”, e eram as palavras que pertenciam a vida das
pessoas que ela ia alfabetizar: bolo, bola, boneca, sapato, rato, barata,
soja.

Ele as escreveu em cartazes colocando ao lado uma figura que correspondia a
cada palavra e logo os adultos estavam associando “bolo” com a figura do
bolo, “bola” com a figura da bola. Eram as palavras queridas e bem
conhecidas do grupo. Talvez não a “barata” mas mesmo não querida era bem conhecida e servia para introduzir novas sílabas.

Paulo Freire talvez não soubesse, mas descobriu, que nós funcionamos com
bancos de dados associativos e que as figuras podem ser guardadas em nossa
memória e com um pequena trabalho criamos a ponte para abstração associando
a figura com outra figura como o caso da bola com a palavra “bola”. É um
pequeno salto para abstração a associação no cérebro de dois tipos de figura.

Depois Paulo Freire começou o segundo estágio mostrando em cartazes que cada
uma dessas palavras que os adultos já reconheciam, e liam, se decompõem em
pedaços.

bola = bo + la
bolo = bo + lo
boneca = bo + ne + ca
casa = ca + sa

e assim ele levou os seus alunos ao segundo estágio quando eles passaram a reconhecer os componentes, a sílabas, que compunham cada uma daquelas palavras.

Desta forma agora ele pode escrever uma palavra nova para a qual não tinha figura mas que era
bem conhecida do grupo e continha os elementos das outras palavras

bo, ne, ca, sa, la

e assim, forçou um pouco a barra, e escreveu

so + ne + ca = soneca

e Paulo Freire estava dando mais um salto para abstração construindo com
sílabas uma palavra abstrata para a qual ele não tinha uma representação
gráfica e seus alunos estavam dando um salto para a abstração e dominando
um outro salto para a visão das sílabas que eram os compostos das palavras.

Depois veio o próximo salto:

bo = b + o
ne = n + e
ca = c + a

bo + ne + ca = boneca

E Paulo Freire estava inventando um método que invertia a consagrada soletração começando direto com a leitura das “palavras geradoras”, a sua
invenção, que hoje tem vários “pesquisadores” que lhe estão roubando a
invenção e se apropriando do seu método com outras formas semelhantes, mas
roubando o direito de Paulo Freire. Tem um “pesquisador” canadense que está fazendo ruído usando a invenção de Paulo Freire com pequenas modificações e sem dizer que começou tudo.

Em Londrina também tem um “pesquisador” que reinventou e está
distribuindo o seu método que na verdade é o Método de Paulo Freire.

Tem muita gente que está bombando com sua invenção que nada
mais do que o método do consagrado brasileiro Paulo Freire que é reconhecido
mundialmente.

Eu tenho um livro que comprei na década de 70, em sueco, que a “Pedagogia da Libertação” de Paulo Freire, sim, porque na Suécia Paulo Freire é um tópico dos currículos escolares, é uma disciplina na educação da Suécia, como é
muitas partes do Mundo.

Ai veio a ditadura de 1º de abril de 1964, prendeu o perigoso Paulo Freire
que estava libertando os adultos em Natal, e o enviou para Fernando de
Noronha de onde ele saiu para o exílio e o Mundo teve a oportunidade de
permitir que Paulo Freire desenvolvesse o seu método em outros países até
que pode voltar para sua pátria e ter a consagração que merecia numa das
principais universidades brasileiras, na Unicamp.

A força do método de Paulo Freire é tal que os ditadores e generais
entreguistas tremem antes o seu poder de libertação. Podemos aplicar o seu
método em Matemática e tornar a Matemática mais fácil de ser iniciada e
dominada. Podemos aplicá-lo na Química ou na Física Relativista ou na
Biologia. Podemos aplicá-lo em todos os campos do conhecimento em que o todo
possa ser decomposto em sílabas e partindo de “ideias geradoras” que um
grupo de alunos considerem naturais, “geradoras” descobrir-lhes as
“sílabas” para depois juntar estas sílabas para construir os conceitos
abstratos como é o caso de “soneca” que mostrei acima foi construída a
partir das sílabas já conhecidas das palavras geradoras “bola” e “boneca”.

É este visionário que o idiota, que serve de painel para os generais que
agora tentam montar outra ditadura entreguista, quer destruir. Coitado!
Paulo Freire é muito maior do que eles todos juntos e somados!

In solidarity with Library Genesis and Sci-Hub

In Antoine de Saint Exupéry’s tale the Little Prince meets a businessman who accumulates stars with the sole purpose of being able to buy more stars. The Little Prince is perplexed. He owns only a flower, which he waters every day. Three volcanoes, which he cleans every week. “It is of some use to my volcanoes, and it is of some use to my flower, that I own them,” he says, “but you are of no use to the stars that you own”.

There are many businessmen who own knowledge today. Consider Elsevier, the largest scholarly publisher, whose 37% profit margin1 stands in sharp contrast to the rising fees, expanding student loan debt and poverty-level wages for adjunct faculty. Elsevier owns some of the largest databases of academic material, which are licensed at prices so scandalously high that even Harvard, the richest university of the global north, has complained that it cannot afford them any longer. Robert Darnton, the past director of Harvard Library, says “We faculty do the research, write the papers, referee papers by other researchers, serve on editorial boards, all of it for free … and then we buy back the results of our labour at outrageous prices.”2 For all the work supported by public money benefiting scholarly publishers, particularly the peer review that grounds their legitimacy, journal articles are priced such that they prohibit access to science to many academics – and all non-academics – across the world, and render it a token of privilege.3

Elsevier has recently filed a copyright infringement suit in New York against Science Hub and Library Genesis claiming millions of dollars in damages.4 This has come as a big blow, not just to the administrators of the websites but also to thousands of researchers around the world for whom these sites are the only viable source of academic materials. The social media, mailing lists and IRC channels have been filled with their distress messages, desperately seeking articles and publications.

Even as the New York District Court was delivering its injunction, news came of the entire editorial board of highly-esteemed journal Lingua handing in their collective resignation, citing as their reason the refusal by Elsevier to go open access and give up on the high fees it charges to authors and their academic institutions. As we write these lines, a petition is doing the rounds demanding that Taylor & Francis doesn’t shut down Ashgate5, a formerly independent humanities publisher that it acquired earlier in 2015. It is threatened to go the way of other small publishers that are being rolled over by the growing monopoly and concentration in the publishing market. These are just some of the signs that the system is broken. It devalues us, authors, editors and readers alike. It parasites on our labor, it thwarts our service to the public, it denies us access6.

We have the means and methods to make knowledge accessible to everyone, with no economic barrier to access and at a much lower cost to society. But closed access’s monopoly over academic publishing, its spectacular profits and its central role in the allocation of academic prestige trump the public interest. Commercial publishers effectively impede open access, criminalize us, prosecute our heroes and heroines, and destroy our libraries, again and again. Before Science Hub and Library Genesis there was Library.nu or Gigapedia; before Gigapedia there was textz.com; before textz.com there was little; and before there was little there was nothing. That’s what they want: to reduce most of us back to nothing. And they have the full support of the courts and law to do exactly that.7

In Elsevier’s case against Sci-Hub and Library Genesis, the judge said: “simply making copyrighted content available for free via a foreign website, disserves the public interest”8. Alexandra Elbakyan’s original plea put the stakes much higher: “If Elsevier manages to shut down our projects or force them into the darknet, that will demonstrate an important idea: that the public does not have the right to knowledge.”

We demonstrate daily, and on a massive scale, that the system is broken. We share our writing secretly behind the backs of our publishers, circumvent paywalls to access articles and publications, digitize and upload books to libraries. This is the other side of 37% profit margins: our knowledge commons grows in the fault lines of a broken system. We are all custodians of knowledge, custodians of the same infrastructures that we depend on for producing knowledge, custodians of our fertile but fragile commons. To be a custodian is, de facto, to download, to share, to read, to write, to review, to edit, to digitize, to archive, to maintain libraries, to make them accessible. It is to be of use to, not to make property of, our knowledge commons.

More than seven years ago Aaron Swartz, who spared no risk in standing up for what we here urge you to stand up for too, wrote: “We need to take information, wherever it is stored, make our copies and share them with the world. We need to take stuff that’s out of copyright and add it to the archive. We need to buy secret databases and put them on the Web. We need to download scientific journals and upload them to file sharing networks. We need to fight for Guerilla Open Access. With enough of us, around the world, we’ll not just send a strong message opposing the privatization of knowledge — we’ll make it a thing of the past. Will you join us?”9

We find ourselves at a decisive moment. This is the time to recognize that the very existence of our massive knowledge commons is an act of collective civil disobedience. It is the time to emerge from hiding and put our names behind this act of resistance. You may feel isolated, but there are many of us. The anger, desperation and fear of losing our library infrastructures, voiced across the internet, tell us that. This is the time for us custodians, being dogs, humans or cyborgs, with our names, nicknames and pseudonyms, to raise our voices.

Share this letter – read it in public – leave it in the printer. Share your writing – digitize a book – upload your files. Don’t let our knowledge be crushed. Care for the libraries – care for the metadata – care for the backup. Water the flowers – clean the volcanoes.

30 November 2015

Dušan Barok, Josephine Berry, Bodó Balázs, Sean Dockray, Kenneth Goldsmith, Anthony Iles, Lawrence Liang, Sebastian Lütgert, Pauline van Mourik Broekman, Marcell Mars, spideralex, Tomislav Medak, Dubravka Sekulić , Femke Snelting…

  1. Larivière, Vincent, Stefanie Haustein, and Philippe Mongeon. “The Oligopoly of Academic Publishers in the Digital Era.” PLoS ONE 10, no. 6 (June 10, 2015): e0127502. doi:10.1371/journal.pone.0127502.,
    The Obscene Profits of Commercial Scholarly Publishers.” svpow.com. Accessed November 30, 2015.  
  2. Sample, Ian. “Harvard University Says It Can’t Afford Journal Publishers’ Prices.” The Guardian, April 24, 2012, sec. Science. theguardian.com.  
  3. Academic Paywalls Mean Publish and Perish – Al Jazeera English.” Accessed November 30, 2015. aljazeera.com.  
  4. Sci-Hub Tears Down Academia’s ‘Illegal’ Copyright Paywalls.” TorrentFreak. Accessed November 30, 2015. torrentfreak.com.  
  5. Save Ashgate Publishing.” Change.org. Accessed November 30, 2015. change.org.  
  6. The Cost of Knowledge.” Accessed November 30, 2015. thecostofknowledge.com.  
  7. In fact, with the TPP and TTIP being rushed through the legislative process, no domain registrar, ISP provider, host or human rights organization will be able to prevent copyright industries and courts from criminalizing and shutting down websites “expeditiously”.  
  8. Court Orders Shutdown of Libgen, Bookfi and Sci-Hub.” TorrentFreak. Accessed November 30, 2015. torrentfreak.com.  
  9. Guerilla Open Access Manifesto.” Internet Archive. Accessed November 30, 2015. archive.org.