A revolta é urgente, depois será tarde!

O Brasil é uma holding, e vão quebrar esta holding?

O Brasil é uma empresa, na linguagem da macro economia, é uma holding que gerencia grandes empresas como Banco do Brasil, Caixa Econômica, Petrobras, Eletrobras, enfim as
empresas estatais e mais Receita Federal que todas garantem o caixa do Governo Federal
com a Previdência representando a grande empresa social que garante aposentadorias, SUS com dinheiro arrecado inclusive pela Loteria Federal que é gerenciada pela Caixa Econômica Federal.

Esta é uma pintura em grandes traços da Economia desta holding chamada Brasil. Os economistas, professores universitários, gente que está habituada a descrever o panorama econômico tem que vir para fora rapidamente e descrever melhor, com números claros e com palavras exatas e pedagógicas o que eu estou aqui descrevendo de forma imprecisa mas que tenho certeza de que é profundamente real, mas de economia eu domino apenas aquilo que um leigo não idiota consegue dominar e não posso ter uma expressão ou desenvolver um argumento sólido para mostrar o suicídio em que o país estará incorrendo se esta claque de irresponsáveis assumir a gerência da Holding Brasil no dia 1º de Janeiro de 2019. Eu não tenho dúvida, estaremos definitivamente perdidos.

Com estes loucos que ninguém esperava que se tornassem os gerentes da holding Brasil agora anunciando que irão torrar todo o patrimônio da holding Brasil um caos vai se estabelecer a curtíssimo prazo e ai será tarde para que nós juntemos força para desfazer a loucura inclusive porque do ponto de vista “jurídico” os que levarem o Banco do Brasil, a Caixa Econômica, a Petrobrás, a Eletrobrás, os Correios, a Casa da Moeda, a Receita Federal poderão dizer que o negócio foi legal e que não podemos simplesmente querer desfazê-lo porque terá sido um governo eleito por cincoenta milhões de brasileiras, claro, apenas 30% do eleitorado e via um estelionato eleitoral representado pelas notícias falsas que fizeram com que 40% se retraísse, votando nulo, branco ou simplesmente deixando de votar, e apenas quase 30% que se mantiveram firmes dizendo que queriam continuar com o Brasil como ele ainda é hoje.

Ou nos revoltamos agora ou depois será tarde demais. Se nos acomodarmos e deixarmos que estes loucos cometam o suicídio do país, será muito difícil corrigir o rombo depois porque eles estarão aparentemente amparados pelo resultado também aparentemente legal das eleições. Estaremos perdidos, então!

Agora os funcionários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica estão alvoroçados para pegar a grana da demissão voluntária porque eles precisam mostrar dois bancos sem custos e apenas com um grande volume de capacidade operacional que pode ser toda tocada eletronicamente e sem precisar de mãos humanas, lucro puro. Em troca os suicidas que nomeamos gerentes da holding, terão um pequeno ativo como resultado da venda que irão torrar rapidamente com o pagamento das demissões voluntárias ou jogar no ralo da chamada dívida pública que o saudoso Hélio Fernandes passou toda a sua vida questionando e logo vai se acabar o resultado da venda das galinhas de ovos de ouro que temos.

Então vai chegar a vez de fazer a demissão voluntária no judiciário, nas forças armadas, nas Universidades, e no resto da empresas públicas, mas então vai ser muito tarde para reagirmos.

Não temos outra saída e começar urgentemente uma greve geral, parar o país inteiro e mostrar para o TSE que estas eleições fraudadas não podem ser legalizadas usando o irresponsável parecer da dita “procuradora federal” que menciona que as ilegalidades foram menores, apenas valendo alguns bilhões em caixa 2 que alteraram significativamente o pensamento de 70% das eleitoras e eleitores, os que votaram no capitão ou que deixaram de votar. Não foram ilegalidades menores, e pelo contrário foram profundas ilegalidades reconhecidas até pela Folha de São Paulo, mas também por toda a imprensa internacional.

Ou nos revoltamos agora ou depois será tarde demais.

Saia de cima do muro, por favor!

Eu me dirijo, sobre tudo, aos 30 milhões de brasileiras e brasileiros que se omitiram no 1º turno e que agora se analisarem com cuidado as duas propostas devem sentir que a omissão neste momento pode os jogar num fosso de violência e de atraso. Apresento aqui o resultado de minha leitura apenas com o objetivo de estimular que exatamente leiam as propostas para sentirem se vale a pena ficar omissos e deixarem que os outros decidam por si.  Mais do que isto, venham para a campanha para nos ajudar a evitar uma tragédia que permitir que os militares voltem a tutelar a nossa política.

Os estudantes da USP abriram uma página com o título “saindo do muro” e discutem as duas propostas mas também lá tem um link que você pode usar para acessas as propostas que se encontram registradas no site do TSE,  Saindo de cima do muro
Eu li os dois projetos de governo. A proposta de Haddad representa uma correção de rumos do plano de governo do PT como Haddad já disse várias, corrigir erros cometidos que foram erros que acontecem quando se trabalha para alterar uma realidade infame com milhões de brasileiros na miséria, e o Brasil saiu do mapa da fome mas certamente erros foram cometidos na tentativa de resolver este problema angustiante para milhões de brasileiros. Foram erros e não crimes.

É interessante observar que o plano do outro é uma cópia deformada da proposta de Haddad e começa com três frases de efeito, Constitucional, eficiente, fraterno.

E segue desenvolvendo estas ideias como se fossem verdades para uma proposta de quem está ferindo a Constituição com o a corrupção do Caixa 2 inclusive envolvendo empresas estrangeiras no processo e desrespeitando violentamente as regras eleitorais. Ora quem durante a campanha eleitoral distorce todo o processo com o objetivo de ganhar uma eleição, como, irá depois respeitar a Constituição. Como respeitar a Constituição se hoje eles infiltraram o STF e o STE com militares para intimidar aqueles que devem proteger a Constituição. Se um dos filhotes do candidato goza do STF dizendo quem nem um jipe é necessário para fechá-lo bastando um cabo e um soldado, e claro, quando a coisa foi divulgada correram para estancar a ferida, serão eles a respeitarem a Constituição? Como respeitar a Constituição se o próprio cabeça de chapa em discurso divulgado na Internet avisa que os vermelhos, nós da esquerda, teremos duas opções, o exílio ou a cadeia, seria este o respeito que eles entendem da Constituição ou será esta uma resenha da Constituição que pretendem editar em substituição à Constituição Cidadã? Depois o vice da chapa já mencionou a reforma da Constituição, logo em vez de respeitá-la se propõem a violentá-la diretamente.

A outra etiqueta de efeito é a eficiência. E aqui o vazio é enorme quando a eficiência vem de alguém que em 27 anos de deputado conseguiu fazer passar dois projetos e de natureza pífia, deixando para trás um monte de bobagens que nem mereceram ser analisadas como a sua proposta de alterar o nome da costa brasileira chamando-a de Mar de Médice, o nome do pior dos dos ditadores que nos assolaram depois do golpe de 1º de abril de 1964 que o presidente do STF, agora sob controle dum general, decidiu que passaria a chamar de movimentação de 64 provocando o riso de historiadores e sociólogos.  Como deputado, Bolsonaro é um exemplo de falta de eficiência até mesmo para gerir uma agenda que ele poderia ter, e nunca teve, pois somente conseguiu aparecer durante este tempo todo para mostrar uma face violenta e cheia de ódio, por sinal em contraste com a próxima etiqueta.

A última etiqueta  que abre o programa menciona a fraternidade,  digo “programa” que nem bem é um programa, mas se assemelha a uma apresentação de “power point” lembrando o falido Dallagnol! A campanha, e ainda é apenas a campanha, os seguidores do candidato vem espalhando por todo o Brasil algo pode se chamar de qualquer coisa menos  fraternidade. Não esquecendo do discurso de ódio em que promete nos levar, os opositores, a escolher a saída do país ou a prisão. É a fraternidade com que ele nos acena!

Mas você pode ler você mesmo o programa e constatar que se tratam de flashes com levantamento de problemas sem nenhuma mostra objetiva de que os saberia resolver, como a educação, onde surge a ideia da educação à distância economizando professores, merendeiras, merendas, material escolar e remetendo para os pais a tarefa de educar. Dentro do flash-educação apresenta uma síntese do que é possível falando que a educação não deve ser dirigida mas deixada em total liberdade para que os pais decidam o seu direcionamento, algo que parece bonito, como parece bonito todo o projeto. Enquanto Haddad promete reativar os investimentos em educação e inclusive tornar federal o Ensino Médio, o grupo Bolsonauro promete desinvestir em educação, economizar, jogar para os ombros dos pais a responsabilidade educacional sob a direção, agora sim, os pais vão receber um direcionamento à distância para dirigi-los na tarefa educacional, claro sem pagamento adicional para isto e consequentemente mais uma vez a mulher seria sacrificada virando a professora dos seus filhos estudantes e ainda  também será forçada a trabalhar para complementar a renda familiar que o projeto promete ser reduzida em tempos duma economia adjetivada e direcionada para o ajuste fiscal que eles ainda caracterizam como severo. Novamente, no projeto de governo, eles pensam na mulher mas como uma trabalhadora sem perspectivas e sem valor.

A pesquisa centralizada foi outro dos erros do programa do PT embora apenas tenha convivido com ele como herança. Nossas universidades são geridas por duas super reitorias chamadas de CAPES e CNPq. Estas são dominadas por grupos que vêm das grandes universidades e que tratam de manter o controle do investimento voltado para os grandes centros repetindo  o estilo de concentração de renda dentro do sistema de pesquisa brasileira. Apesar das distorções deste sistema centralizado, e como consequência das lutas dos docentes via um sindicato docente muito forte e combativo, a ANDES, um pouco deste erro foi controlado, mas ele existe e deverá ser um dos pontos em que deveremos colocar o dedo na ferida durante o governo Haddad para que nossas universidades consigam dar um salto que nos leve a posição 1ª na economia mundial saindo da honrosa 6ª em que chegamos, quando eramos na era fhc, a 17ª economia. Na proposta do grupo Bolsonauro se destila fácil a vontade de privatização em que a estudante deve ser dirigida para fomentar o “empreendedorismo levando a jovem a sair da faculdade para abrir a sua empresa” e é fácil compreender que não é este o caminho da Universidade, uma incubadora de empresas como a ideologia neo liberal entende que todos nós na sociedade seremos capitalistas. E aqui se situa um general que parece ser o ideólogo educacional do grupo dizendo que somente os pobres de alto nível é que precisam ir para a Universidade, acrescentando que nem todos poderão ficar ricos.  E não se esqueceram de mencionar Paulo Freire mas para garantir que devem erradicar qualquer marca de sua brilhante passagem pela educação brasileira.

Foram erros, não foram crimes, que o PT cometeu ao longo dos 12 anos em que governou. E foram erros que são naturais de quem enfrentava problemas urgentes, como no caso da fome, havia outra situação angustiante que era a possibilidade de crescimento e desenvolvimento individual e era preciso urgentemente ampliar as vagas nas universidades, escolas técnicas e em geral no Ensino Médio e Fundamental. Novamente aqui houve erros como uma abertura gigantesca para a iniciativa privada quando cresceram raposas do Ensino dentro do quadro do Ensino à Distância oferecendo um ensino de qualidade entre ruim e duvidoso quando este dinheiro deveria ter ido para as Universidades públicas para que nelas fossem abertas mais vagas, tanto para estudantes, para professores, técnicos de laboratório e técnicos administrativos, por um lado criando distribuição de renda e por outro fazendo o conhecimento chegar a todos os rincões do território nacional. Mesmo com os erros, foram criadas mais universidades e campus universitários que nos 400 anos anteriores de existência do Brasil. Foram erros e não crimes.

Mas penso que estou lhe dando uma razão para  ler os dois programas e fazer anotações, as suas próprias anotações como eu estou aqui fazendo as minhas para levar para uma discussão, hoje, quinta-feira, amanhã, sexta-feira e no dia 27, no sábado para que a vira-volta seja muito maior do que esta que já estamos verificando, que levemos 30% de votos indecisos para se somarem ao nosso campo de campanha, e isto poderá projetar que o resultado venha a ser 40.76% para Boso e 59.22% para o Brasil Feliz de Novo. Se é que não poderemos chamar mais gente que hoje se confessa iludida pelo grupo Bolsonauro para vir se juntar ao Brasil Feliz de Novo e talvez possamos sair dos 59.22% para 70% dando uma reposta clara aos militares que não aceitamos a sua intervenção e é preciso que esta voz fique clara.

Comparando Haddad e Bolsonaro

Fiz uma tabela de atributos entre os dois candidatos, mas certamente ela está tendenciosa. Se alguém quiser sugerir alterações eu as posso incluir.  De qualquer forma ela fica como uma sugestão para estudos em grupo, cada grupo pode selecionar os atributos contra os quais  gostaria de analisar os candidatos frente às eleições e numa discussão democrática atribuir notas e depois analisar a média de resultados do grupo.

Talvez as notas pudessem ser de 0 a 10 e não estritamente de 0 a 1 como escolhi. Eu sinto muita dificuldade em usar um variação grande, para mim 5 já é zero, que era como eu avaliava as provas até me aposentar. Minha nota mínima era 5  e eu tentava com grande dificuldade avaliar quem merecia 6,7,8,9,10. Sempre terminava usando apenas 5, 7, 10.

Refarei a tabela se houver sugestões, inclusive sobre as notas.

Envie para    tarcisio.praciano@gmail.com  que é uma conta exclusiva para este registro.

Podemos juntos encontrar uma forma melhor para avaliar os candidatos e estamos precisando muito disto.

 

Deixe de lado o anti-petismo doentio e crônico e pense no nosso futuro.

Como o “promotor de violências” nada tem a dizer como projeto para o Brasil, ele e seus seguidores fazem opção pela mentira para se aproveitar do anti petismo crônico que foi desenvolvido pela imprensa irresponsável dirigida pela gloGolpe. É o que tenho sentido nas conversações, muita gente ainda é sensível ao anti petismo crônico e sem razões lógicas para isto, apenas chavões do tipo “PT nunca mais” quando foi exatamente o 12 anos de governo do PT que tornaram o Brasil um país respeitado internacionalmente. Não se esqueça que o “B” do BRICS vem do Brasil que é um dos fundadores deste banco internacional coisa que não agradou nada aos americanos que passaram a tentar solapar o governo do PT no Brasil e foi a GloGolpe que serve aos americanos que instilou este sentimento grotesco de “PT nunca mais” que algumas pessoas repetem sem ter argumentos lógicos para justificar.

Neste sentido eu tenho repetido um caso que aconteceu comigo, bem anedótico mas que mostra a diferença entre o Brasil em 1990 do Brasil em 2011.

É anedótico, eu visitei os EUA pela primeira vez em 1990 e levei comigo cédulas de 10 mil da moeda da época do desgoverno Sir Ney.   Na saída do aeroporto, em Miami, corri para uma agência bancária e enfiei uma cédula de dez mil no buraco do guiché apenas para ouvir o  funcionário responder-me “no recebemos eso” (não recebemos isto). Passados alguns anos, 2011, fui para Portugal levando notas de 50 reais e entrei numa casa de câmbio que me trocou as notas pelo câmbio legal da época sem nenhum comentário especial. Agora, nesta época, em 2011, o Brasil era um  país, era respeitado, o seu dinheiro era reconhecido e recebido como dolar ou euro em qualquer lugar. Eramos um país e não mais a republica bananeira  dirigida por um Sir Ney qualquer. Era presidente Dilma Rousseff.

Trata-se dum caso pessoal mas que muitas pessoas, certamente, poderiam relatar experiências semelhantes, como era visto o Brasil republica bananeira  até o desgoverno fhc do Brasil que é fundador do BRICS a partir de 2003. E neste sentido e republiquei uma série de comparações que outros escreveram e publiquei no meu blog

Será que você é um analfabeto político um leviano “PT nunca mais” ?

O título é um poco insólito, mas se aplica perfeitamente aos anti petistas crônicos muitos dos quais hoje beneficiários do desenvolvimento real que obtivemos  durante os governos do PT. E houve erros? claro que sim, e Haddad já comentou sobre isto. Sem ser religioso, lembro a frase de Jesus defendendo Madalena e desafiando “quem nunca pecou que atire a primeira pedra” e todos os machões que queriam apedrejar Madalena, murcharam, ficaram cabisbaixos e se foram.

Na tentativa de construir um país melhor e sobretudo com a preocupação de redimir parte da população que nunca teve nada, o PT cometeu erros produzindo  alguns projetos apressados como o FIES e o Prouni, para citar dois, que beneficiaram exatamente os negociantes do ensino universitário um dos quais está seco ao lado do Bozo para destruir até mesmo a educação infantil com um nefasto ensino à distância que mesmo para a universidade é um remendo.  Eu, como professor universitário, faço uso de técnicas de ensino à distância mas como complemento ao ensino presencial, ofereço às alunas e alunos os textos de minhas aulas para quem possam baixar em qualquer lugar e não precisam ficar copiando texto do quadro ficando livres para pretar atenção ao desenvolvimento da aula, perguntando, argumentando, participando. Mas podem acompanhar o desenvolvimento da aula de qualquer outro lugar, ou, se obrigados a faltar, tem acesso ao que foi feito em aula. É um complemento importantíssimo e não uma forma substitutiva, para adultos, mas impensável, para crianças.

Se com o PT foram cometidos erros tentando acertar, como os que citei acima que visavam ampliar o acesso à Universidade, e foi um erro porque este dinheiro
poderia ter sido destinado às universidades públicas para que as vagas fossem ampliadas, para que mais laboratórios fossem construídos, em vez disto se facilitou
o crédito para enriquecer as raposas do ensino privado.  Este erro levou a ANDES, o meu sindicato como docente universitário, a confundir oposição com golpe e participar desta onda anti petista o que nos fez criar um Forum Renova ANDES para contrapor ao anti petismo que a ANDES estava fomentando.  Uma coisa é fazer oposição, e eu fiz oposição ao governo do PT, outra é apoiar o golpe que já vem com dois anos de atraso nos sendo infligido.

Então anti petistas crônicos, repensem suas atitudes e deixem de lado o “PT nunca mais” porque é uma forma infantil de fazer política. Venha se juntar a quem
está na luta por um Brasil progressista, construtivo. Leia, sem preconceito o programa do Haddad para descobrir que ele diz que vai aplicar a experiência cheia de sucessos que os governantes do PT aplicaram para transformar o Brasil 17ª economia mundial no Brasil 6ª economia mundial, incomodando sim os Estados Unidos da América do Norte porque o Brasil está tomando mercado dos americanos e deixou de ser um comprado atrelado do mercado americano. Brasil hoje é um país independente apesar dos dois anos de desgoverno do traidor Vampirão.

Afinal, não podemos brincar com risco baseado em um sentimento de repulsa que no final de contas nem mesmo pode ser explicado de forma lógica, é apenas
uma aversão a cor vermelha do PT!  E afinal, vermelho é bonito, é a cor do sangue que corre nas nossas veias. É deixar de ser superficial e pensar que Haddad tem o projeto para oferecer, Educação, Saúde, Previdência, SUS, infraestrutura urbana (o homem ganhou um prêmio da ONU pelo planejamento urbano desenvolvido em São Paulo). Se Haddad não escorrega para um assunto difícil, como segurança urbana, é porque todos sabemos que a insegurança urbana é um sintoma e não um problema em si. Não adianta tratar da segurança urbana trazendo mais violência para a Sociedade porque a simples violência produz ainda mais violência e inclusive alguns policiais estão se manifestando, muitos no anonimato o que mostra o clima de insegurança montado pelo promotor da violência, porque estes policiais sabem que a distribuição de armas no meio da sociedade em vez de ser uma solução representa colocar a eles, policiais, na mira do risco.

A segurança na Sociedade vai se resolver pela eliminação dos outros problemas, como as crianças na escola desde os 4 anos de idade, como propõe Haddad em contraponto, o “ministro da educação” do coiso, que é um “empresário que vende ensino à distância” que estender o seu mercado de ensino à distância às crianças.

A segurança na Sociedade vai se resolver voltando atrás na destruição das leis trabalhistas feitas nestes dois anos de golpe e restaurando os direitos trabalhistas que garantem melhor remuneração e garantia de aposentadoria eliminando a insatisfação entre os que trabalham nas piores condições e que facilmente ficam sem trabalho portanto se tornando presa fácil para a violência urbana.  Eu costumo afirmar que se eu tivesse que voltar para casa no fim do dia, pensando que tinha apenas o vale transporte para pagar a viagem até em casa e nenhum tostão para levar comida para mim e para os meus, eu iria me transformar num assaltante, com certeza.  Então a segurança passa por uma sociedade mais justa com mais distribuição de riqueza, com direitos garantidos e não como propõe o promotor de violência a escolha entre direitos e a oportunidade de trabalho. Nós queremos os dois, os direitos e a oportunidade de trabalho e eles vem com o fortalecimento das leis trabalhistas que não representaram nenhum óbice para que os empresários ganhassem dinheiro e sem elas o mercado vai, pelo contrário, definhar e todos, inclusive os empresários já estão sentindo este efeito com grandes empresas de venda fechando as portas por falta de quem vá fazer compras, isto vem acontecendo nestes dois anos de golpe e não no governo do PT.

Será que você é um analfabeto político, um leviano “PT nuncamais” ?

Mas leia o programa de Haddad e compare com o programa do coiso, não seja superficial e nem preconceituoso, afinal, você também tem sangue e é vermelho!

O analfabeto político

Olha só, será que estou entre os analfabetos políticos, gente que sabe de nada, inocente?
Já sabe em quem deve votar então, né não?
#LulaTemCandidato e o canditado do Lula é o tranquilão, o Haddad.
Haddad recebeu um prêmio da ONU

ONU premia Plano Diretor de São Paulo da gestão Haddad

ONU premia plano urbano da direção Haddad na prefeitura de São Paulo

Jornal GGN – O Plano Diretor da cidade de São Paulo foi eleito um dos quatro ganhadores do mundo das Melhores Práticas Inovadoras da Nova Agenda Urbana da ONU Habitat. O novo desenho urbano foi aprovado na gestão de Fernando Haddad no município.

Entre mais de 140 candidaturas de 16 países, os quatro vencedores foram os projetos do Brasil, da Costa Rica, do Equator e de Porto Rico. “Foi complexo avaliar os projetos de acordo com todos os indicadores. Alguns tinham grande destaque em legislação urbana, mas não incluíam temas transversais como gênero e jovens, e por isso acabaram obtendo uma nota menor”, disse o coordenador da campanha Cidades Seguras para as Mulheres da ActionAid, Marcelo Montenegro.

Chomsky esteve em Curitiba! Para visitar o Moro? Impossível! Mas eu depois fiquei imaginando a cena, Chomsky, um literato, professor linguística, um cara que domina a linguagem de forma muito especial, tem um raciocínio rápido, bem treinado, e acostumado a conversar com gente do seu náipe, linguistas,
literatos, professores universitários de repente, frente a frente com Moro, um capacho da C.I.A. um cara que recebe groja da C.I.A. Um encontro difícil. Chomski, o cara nem sabe o que é pente! No máximo passa a mão naquela cabeleira usuamente desajeitada, balança a cabeça para terminar de arrumar os cabelos, e ainda ri para quem esteja olhando. Se veste bem, claro, como professor universitário americano ganha bem mais do que um juíz de primeira instância, mas não se preocupa com a roupa, usa quase sempre a mesma roupa e certamente nunca, nunca mesmo, vestiu um smooking! Chomski ficaria desajeitado dentro dum smooking. Pois é agora pense o momento difícil, Chomski frente a frente com um Moro! Estender a mão? Certamente que não lhe viria a cabeça aquela frase impertinente do nordestino: “só pego em merda quando não vejo!”. Certamente não, Chomski não é nordestino.

E o risco de ouvir do outro lado um “funny!” como cumprimento, isto deve ser 90% do vocabulário de inglês que o juizeco de Curitiba domina e que consegue pronunciar sem sotaque latino americano, hahahahahaha!

Mas passado os primeiros minutos deste encontro complicado, complementamente inesperado ou inusitado para Chomski, o que dizer então? Lembra-me a ocasião em que Chomski, indo apresentar uma palestra numa universidade palestina, teve que passar, foi obrigado a passar pelo aeroporto de Tel Aviv. Não tinha outra saída, e olhe que Chomski, de origem é judeo, claro, judeo polonês, mas havia aceito o convite para a conferência na Universidade Palestina e teve que passar pelo aeroporto de Tel Aviv. Não deu outra, a polícia sionista o chamou para uma entrevista, respeitosamente, uma entrevista. O diálogo ficou conhecido, além do mais, para marcar a distinção do entrevistado, voi designada uma policial mulher para com Chomski conversar.

a policial: Professor Chomski, porque é que o nosso governo não gosta muito de suas declarações!
Chomski: Ué, você sabe de algum governo que goste daquilo que eu digo?

Então, para terminar, o que é que Chomski poderia dizer ao Moro que ele conseguisse entender?

Está na hora de colocar a militância na rua e centrar fogo na proposta que tem chance de vencer  para terminar com a agonia que o nosso pais vive de 2016. Agonia que todos vivemos com os golpistas destruindo as leis, destruindo a economia, destruindo a paz social, induzindo à crescente violência urbana e política. Como não vivemos num momento democrático não se trata mais de pensar em dois turnos para compor um Congresso em que todos os matizes possam ficar representados. Estamos ante uma verdadeira guerra e tem gente morrendo, Marielle é um exemplo que chama atenção, mas as pessoas desconhecidas estão morrendo com o trabalho escravo ou sem trabalho mesmo. Quantos não estão se suicidando no olvido de suas vidas esquecidas na multidão como o Reitor Canciller que todos conhecemos? Tudo resultado do golpe imundo apoiado pelos 42% de moedas de outro que os “ministros” do STF receberam em troca da derrubada da Presidente da República que não havia cometido nenhum crime. Para evitar uma guerra civil que será inevitável se este golpe se prolongar, temos que forçar com nossos votos um congresso que seja plebiscitário e que no dia 1º de janeiro já decida pelo fim de todas as maldades que nos foram impostas por este golpe imundo. Militância na rua para levarmos o Haddad com 60% ou mais no 1º turno e com ele um Congresso que nos represente em lugar dos canalhas que ora se encontram empoleirados no poder.

Quem permitiu ou ficou de acôrdo ou na verdade destruiu a placa da rua Marielle Franco também estará disposto ou disposta a destruir todos os nossos sonhos e todos os sonhos de liberdade que as pessoas têm em nosso país. Todas ou todos que se omitirem nesta luta serão cúmplices se a pesada noite da ditadura se estender sobre nós como já aconteceu em 1º de abril de 1964 quando muitos se omitiram e eles perseguiram, mataram, torturaram aquelas e aqueles que ousaram se rebelar em nome da democracia. E você? vai ser cúmplice, ou vai estar na luta pela liberdade acompanhando um professor, Haddad e uma professora, Manuela? Você já escolheu qual é o seu lado? Se não tiver escolhido, corra, como diz uma lenda africana: “Todos os dias na África o sol se levanta no horizonte! E quando o Sol se levanta acorda um leão e ele sabe que se não correr mais rápido do que a mais lenta das gazelas, morrerá de fome. Quando o Sol se levanta se acorda uma gazela e ela sabe que se não correr mais rápido que o mais veloz dos leões morrera como pasto de leão. Portanto, não importa se você é leão ou gazela, quando o sol se levantar é melhor sair correndo!”
É anedótico, eu visitei os EUA pela primeira vez em 1990 e levei comigo cédulas de 10 mil da moeda da época do desgoverno Sir Ney.
Na saída do aeroporto, em Miami, corri para uma agência bancária e enfiei uma cédula de dez mil no buraco do guiché apenas para ouvir o funcionário responder-me “no recebemos eso” (não recebemos isto). Passados alguns anos, 2011, fui para Portugal levando notas de 50 reais e entrei numa casa de câmbio que me trocou as notas pelo câmbio legal da época sem nenhum comentário especial. Naquela época, em 2011, o Brasil era um país, era respeitado, o seu dinheiro era reconhecido e recebido como dolar ou euro em qualquer lugar. Eramos um país e não mais a republica bananeira
dirigida por um Sir Ney qualquer. Era presidente Dilma Rousseff.

  1. Produto Interno Bruto:
    2002 – R$ 1,48 trilhões
    2013 – R$ 4,84 trilhões ué, cresceu assim?
  2. PIB per capita:
    2002 – R$ 7,6 mil
    2013 – R$ 24,1 mil nossa, que diferença!!! eita!
  3. Dívida líquida do setor público:
    2002 – 60% do PIB
    2013 – 34% do PIB ué, como diminuiu! este pessoal é mesmo danadinho!
  4. Lucro do BNDES:
    2002 – R$ 550 milhões
    2013 – R$ 8,15 bilhões puxa, quantas vezes maior!! 16 vezes maior?
  5. Lucro do Banco do Brasil: (que o golpe quer transformar em BBB (Banco de Boston do Brasil )
    2002 – R$ 2 bilhões
    2013 – R$ 15,8 bilhões 8 vezes maior!! puxa!!
  6. Lucro da Caixa Econômica Federal:                                                                                      2002 – R$ 1,1 bilhões
    2013 – R$ 6,7 bilhões quase 7 vezes maior!! incrível, né?
  7. Produção de veículos:
    2002 – 1,8 milhões
    2013 – 3,7 milhões nossa! mais empregos, mais salários… como era bom! a gente tinha esquecido
  8. Safra Agrícola:
    2002 – 97 milhões de toneladas
    2013 – 188 milhões de toneladas dobrou? como é que pode? este pessoal é foda mesmo!
  9. Investimento Estrangeiro Direto:
    2002 – 16,6 bilhões de dólares
    2013 – 64 bilhões de dólares gente, quase 5 vezes mais!
  10. Reservas Internacionais:
    2002 – 37 bilhões de dólares
    2013 – 375,8 bilhões de dólares que isso? 10 vezes maior!!! olha só. e dizem que a esquerda quebrou o país …quebrou o carai!
  11. Índice Bovespa:
    2002 – 11.268 pontos
    2013 – 51.507 pontos cinco vezes maior …
  12. Empregos Gerados:
    Governo fhc – 627 mil/ano
    Governos Lula e Dilma – 1,79 milhões/ano pleno emprego; como era bom!
  13. Taxa de Desemprego:
    2002 – 12,2%
    2013 – 5,4% pleno emprego. como era bom ter emprego e trabalho!!
  14. Valor de Mercado da Petrobras:

    2002 – R$ 15,5 bilhões
    2014 – R$ 104,9 bilhões quantas vezes maior? 6,7 vezes maior.

  15. Lucro médio da Petrobras:
    Governo fhc – R$ 4,2 bilhões/ano
    Governos Lula e Dilma – R$ 25,6 bilhões/ano puxa vida!! é tem gente cretina que fala que os caras da esquerda quebraram a petrobras. é ser mesmo muito analfabeto ou idiota.  Quem quebrou a Petrobras foi o criminoso Moro!
  16. Falências Requeridas em Média/ano:
    Governo fhc – 25.587
    Governos Lula e Dilma – 5.795 uma quinta parte?
  17. Salário Mínimo:
    2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
    2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas) dobrou se comparado às cestas básicas; em us$ mais que triplicou!!!
  18. Dívida Externa em Relação às Reservas:
    2002 – 557%
    2014 – 81% puxa! este pessoal da esquerda é danado mesmo.
  19. Posição entre as Economias do Mundo:
    2002 – 13ª posição entre as economias do Mundo.
    2014 – 7ª  poslição entre as economias do Mundo deixando para trás a Inglaterra!  Que isso? olha só! E o “B” do BRICS vem de “Brasil”!
  20. PROUNI:
    2002 – ?
    2014 -1,2 milhões de bolsas vamos estudar gente…que saudade!
  21. Salário Mínimo Convertido em Dólares:
    2002 – 86,21
    2014 – 305,00 chega a atingir 4 vezes? quase!  (Salário mínimo de Portugal é 700 dólares)
  22. Passagens Aéreas Vendidas:
    2002 – 33 milhões
    2013 – 100 milhões olha só, tem gente que nunca tinha pensado em viajar de avião e pôde voar!
  23. Exportações:
    2002 – 60,3 bilhões de dólares
    2013 – 242 bilhões de dólares mais que quadruplicou!
  24. Inflação Anual Média:
    Governo fhc – 9,1%
    Governos Lula e Dilma – 5,8% inflação despencou.
  25. PRONATEC
    2002 – ?
    2014– 6 Milhões de pessoas vamos estudar gente … que saudade!
  26. Taxa Selic:
    2002 – 18,9%
    2012 – 8,5% despencou.
  27. FIES
    2002 – CREDUC com inadimplência de R$ 1,8 bilhão
    2014 – 1,3 milhões de pessoas com financiamento universitário puxa!!!
  28. Minha Casa Minha Vida
    2002 — ?
    2014 – 1,5 milhões de famílias beneficiadas eita maravilha! que pena que os golpistas cortaram este programa…
  29. Luz Para Todos
    2002 — ?
    2014 – 9,5 milhões de pessoas beneficiadas impressionante!!!!
  30. Capacidade Energética:
    2001 – 74.800 MW
    2013 – 122.900 MW   (o triplo) nossa!!!!!
  31. Criação de 6.427 creches sem comentários …
  32. Ciência Sem Fronteiras – 100 mil beneficiados sem comentários, sem comparação.
  33. Mais Médicos
    2014 — (Aproximadamente 14 mil novos profissionais): 50 milhões de beneficiados eita, o povo atendido em uma de suas necessidades básicas .
  34. Brasil Sem Miséria – Retirou 22 milhões da extrema pobreza nunca se viu nada igual, reconhecido internacionalmente!!!  Lula recebeu um prêmio da ONU por esta proeza!  Você sabe de algum prêmio que o fhc tenha recebido? Compare agora o número de doutorados Honoris Causae que Lula recebeu com os que fhc conseguiu. Faça uma busca!  Se eu colocar isto aqui vou distorcer toda a estatística!
  35. Criação de Universidades Federais:
    Governo fhc – zero, o tal do “fhc” é aposentado como professor universitário da
    USP, parece até piada, mas não é não, viu?
    Governos Lula e Dilma – 18
  36. Criação de Escolas Técnicas:
    Governo fhc – 0
    Governos Lula e Dilma – 214
    De 1500 até 1994 – 140 escolas técnicas foram criadas. Nos governos do PT foram criadas 74, parece piada, mas não é não, viu?
  37. Desigualdade Social:
    Governo fhc – Queda de 2,2%
    Governo PT – Queda de 11,4% que isso? incrível? não, fato.
  38. Produtividade:
    Governo fhc – Aumento de 0,3%
    Governos Lula e Dilma – Aumento de 13,2% olha só que coisa impressionante.
  39. Taxa de Pobreza:
    2002 – 34%
    2012 – 15% reconhecimento mundial!!!
  40. Taxa de Extrema Pobreza:
    2003 – 15%
    2012 – 5,2% reconhecimento mundial!!!!
  41. Índice de Desenvolvimento Humano: (IDH)
    2000 – 0,669
    2005 – 0,699
    2012 – 0,730 você sabia disso?
  42. Mortalidade Infantil:
    2002 – 25,3 em 1000 nascidos vivos
    2012 – 12,9 em 1000 nascidos vivos caiu pela metade!! é cairia ainda mais se não fosse o golpe.
  43. Gastos Públicos em Saúde:
    2002 – R$ 28 bilhões
    2013 – R$ 106 bilhões mais de quatro vezes maior; os golpistas congelaram por 20 anos com a PEC da maldade.
  44. Gastos Públicos em Educação:
    2002 – R$ 17 bilhões
    2013 – R$ 94 bilhões cinco vezes maior… os golpistas congelaram por 20 anos com a PEC da maldade.
  45. Estudantes no Ensino Superior:
    2003 – 583.800
    2012 – 1.087.400 dobrou!!
  46. Risco Brasil (pontos):
    2002 – 1.446
    2013 – 224 um quinto; país tornou-se atraente ao investimento internacional.
  47. Operações da Polícia Federal:
    Governo fhc – 48
    Governo PT – 1.273 (15 mil presos) combate ao crime, incluindo forte a aberto combate à corrupção. mas há alguns golpistas que não gostaram nadinha…
  48. Varas da Justiça Federal:
    2003 – 100
    2010 – 513 mais que multiplicou por cinco vezes
  49. 38 milhões de pessoas ascenderam à Nova Classe Média (Classe C) mobilidade social nunca vista antes neste país e nem no mundo.
  50. 42 milhões de pessoas saíram da miséria. o brasil fora da lista da miséria; reconhecimento internacional

Todos os dados são oficiais. É só comparar e sair do seu analfabetismo político.
olha só, será que eu estou entre os analfabetos políticos? sabe de nada, inocente.
Se você não estiver entre os analfabetos políticos, primeiro que tudo irá verificar
os dados fazendo uma busca. Depois, se confirmados, não tenha dúvida, no voto, selecione
apenas  não golpistas e se você me permitir uma sugestão, vote 13 para
encher o Congresso de deputados e senadores comprometidos conosco e com o nosso país.
Ou vote em candidatos dos partidos de esquerda, PT, PCO, Psol, PCdoB, PR, PRTB, PTB, PDT,  PT.   No Ceará há uma mulher candidata ao senado. Tenha consciência e evite de votar em candidatos que apenas pensam em seu próprio umbigo. E a sua vida, é a nossa vida que está em jogo.

Anna Karina Cavalcante

Anna Karina Cavalcante PSOL  (505)

Anna Karina é professora da rede pública de ensino, 44 anos, é natural de Baturité (CE) e professora. É militante feminista e do movimento sindical do magistério. Foi diretora do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Ceará (UFCE). Formada em História, leciona na rede pública do estado.

Jamieson Simões PSOL  (500)

Formado em Teologia, é pastor presbiteriano. Já cursou Gestão Pública e é militante do direito de crianças e adolescentes. Jamieson foi apontado pela Global Unites/Sri Lanka como um dos 50 construtores da paz no mundo, por mediar conflitos entre grupos rivais nas periferias de Fortaleza.

Geraldo Magela PSTU

Operário e atuante no movimento sindical, Geraldo Magela já foi coordenador Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil. Em 2014, candidatou-se pelo PSTU a deputado federal e obteve 1.634 votos.

 

Alexandre Barroso PCO  (290)

 

Nós podemos parar o golpe agora no 1º turno, temos chance e depende de cada uma de nós sair à rua na luta corpo-a-corpo para conversar com as pessoas que ainda se dizem indecisas!

Prisioneiros da terceira dimensão

AgoraLulaLivre

Prisioneiros da terceira dimensão, uma introdução

Não há hipótese de aceitar o golpe. É luta mesmo!

Não há hipótese de aceitar o golpe. É luta mesmo!

MathJax.Hub.Config({tex2jax: {inlineMath: [[‘$’,’$’], [‘\\(‘,’\\)’]],
displayMath: [[‘\\[‘,’\\]’], [‘$$’,’$$’]]}});

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www.sobralmatematica.org


“E aqui se me ocorreu a ideia de que temos de admitir,
em um certo sentido, uma
quarta dimensão do espaço, para efeitos de cálculo com ternos de números”
William Rowan Hamilton, em 1843, quando inventou os quaternions.


Talvez você não devesse ler esta introdução agora…

Talvez você não devesse ler esta introdução agora
porque eu a escrevi depois de terminado o livro.

Mas se você quiser insistir em lê-la, agora, leia por cima e depois
faça uma nova leitura quando terminar o livro todo, ela lhe vai
parecer mais clara. Afinal o local normal para as introduções é
mesmo no começo dos livros…

Neste livro vou desenvolver três conceitos:

    Estes tópicos
    encontraram uma definição clara dentro dos textos
    científicos durante o último século, mas eles ainda não se
    tornaram conceitos comuns. Também existe alguma divergência
    entre o seu uso na linguagem comum e na linguagem científica e até mesmo
    na linguagem científica há pequenas variações quanto ao uso deles.

    Tentarei apresentá-los de modo elementar,
    através de exemplos. Em vez de apresentar uma definição, eu vou
    preferir a produção de uma sucessão de exemplos e esperar que
    você aceite o método.

    Os assuntos não são difíceis, e até mesmo podem ser apresentados
    desta forma como estou encetando, intuitivamente.
    Tecnicamente são todos complexos. Esta aparente contradição é
    interessante, há vários tópicos científicos que são simples
    de serem explanados com a linguagem coloquial, de forma intuitiva, mas que
    são difíceis de serem colocados numa linguagem formal. E há exemplos
    famosos, como o último teorema de Fermat que é uma simples
    expressão algébrica semelhante à do teorema de Pitágoras mas que para
    ser analisada e verificada forçou centenas de matemáticos a construírem
    diversas teorias dentro da Álgebra e trezentos anos marcados por tentativas
    falhas para finalmente Andrew Wiles, que finalmente provou o teorema, em
    1993, ainda
    cometendo um erro, que lhe cobrou mais um ano de trabalho para apresentar
    uma demonstração final correta:

    a^{2} + b^{2} = c^{2}

    Ou o último teorema de Fermat:

    a^{n} + b^{n} = c^{n}; n > 2;

    Claro, completando, Fermat afirmou que para n > 2 não valia e ainda disse
    que a margem do livro que ele estava lendo era muito pequena para nela
    registrar a demontração que ele tinha (em mente).

    O último teorema de Fermat afirma que a segunda equação somente vale
    quando
    $n=2, a,b,c$
    são as medidas dos lados dum triângulo
    retângulo. O teorema de Pitágoras é uma trivialidade do Ensino Médio,
    e último teorema de Fermat é uma simples alteração da expressão do
    teorema do Ensino Médio…

    Há algum tempo um russo, Grisha Perel’man, numa série de três artigos,
    alguma coisa da
    ordem de 60 páginas, demonstrou uma questão levantada pelo matemático
    francês Henri Poincaré no final do século 19 que pode ser expressa em
    linguagem bem simples: suponha um cordão indefinidamente elástico,
    tão elástico que possa se reduzir um ponto. Como ele pode ser colocado em
    volta duma esfera e ser deslizado até virar um ponto, então isto mostra,
    ou sugere, geometricamente, que uma esfera pode ser reduzida a um ponto.
    Para explicar o que Grisha escreveu nos três artigos, de modo que comunidade
    matemática pudesse entender, alguns
    matemáticos tiveram que escrever dois livros num total de 2 mil páginas e
    ainda existe um outro livro complementar explicando uma transformação
    de Hamilton (um outro Hamilton, não é o Hamilton dos quaternions)
    que Perel’man precisou usar\dots

    Estes dois exemplos mostram que existe uma disparidade entre a linguagem
    comum e o formalismo matemático, necessário, para construir demonstrações.
    Deixe-me citar apenas
    mais um exemplo, e este é um caso que você pode levar para
    conversar com uma criança de quatro ou cinco anos. Experimente!

    Desenhe num papel uma curva
    fechada
    , e mostre este desenho a uma criança perguntando-lhe
    se é possível ir do ponto
    P, no interior da curva, ao ponto Q, no exterior da curva,
    sem romper a fronteira da figura
    .

    Ela vai lhe dizer que não, sem titubear,
    porque os conceitos topológicos e geométricos interior e
    exterior desde muito
    cedo são desenvolvidos entre as crianças que brincam com desenhos
    no chão em
    que experimentam com estes conceitos.

    E elas correm o risco de perder
    estes conceitos porque agora brincam com
    ipads\dots

    Este teorema foi proposto por Jordan no século 18 que pensou tê-lo
    demonstrado mas logo foram descobertas falhas em sua demonstração que
    finalmente levou cem anos para ser concluída!

    Se você perguntar a alguns matemáticos,
    afinal, o que é a Matemática?“, se prepare para receber algumas
    respostas aparentemente desconexas.
    A Matemática é uma teoria de codificações em que a Lógica entra
    como máquina de calcular porque ela
    é o conjunto de regras de como transformamos códigos criando novas
    sentenças, comparando sentenças e assim demonstrando teoremas. Demonstrar
    um teorema significa produzir uma sucessão de sentenças ligadas pela
    implicação da Lógica, uma cadeia de implicações.

    Se o ponto de partida for verdadeiro assim como todas
    as implicações que levam à tese, então a tese é considerada demonstrada.
    Mas se houver um link quebrado então a demonstração não foi alcançada.
    Foi o que se passou em 1993 quando Andrew Wiles
    pensou que havia terminado
    a demonstração e alguns links foram considerados quebrados
    forçando que ele
    continuasse o trabalho por mais um ano para finalmente terminar a
    demonstração em 1994, na companhia de Richard Taylor. Trezentos anos
    depois da afirmação de Fermat sobre o exíguo espaço na margem do livro…

    Este meu livro afirma que nós somos prisioneiros de uma certa
    dimensão do espaço
    , e se
    você estiver curioso de ver a resposta do “por que somos prisioneiros
    da terceira dimensão
    “, vá ao final do
    capítulo quatro e leia a
    última frase. Ela responde, infelizmente, dentro do espírito do
    capítulo,
    mas certamente lhe servirá de estímulo para a leitura do resto do
    livro. A penúltima frase do capítulo seis também
    responde à pergunta completando o que foi dito no final do
    capítulo quatro.

    Mas leve a sério o aviso, este livro não foi feito para ser lido de
    modo “normal”, da primeira até a última página. Salte, depois volte,
    leia o que lhe parecer interessante logo, e aos poucos você irá se
    acostumando com a lógica confusa e dialética da construção
    do conhecimento. Quando terminei de escrever o livro eu havia aprendido
    muitas coisas de que apenas suspeitava,
    ou até mesmo desconhecia quando encetei
    a tarefa, portanto o livro me modificou!
    Também, tudo que de trato aqui é cientificamente, matematicamente
    preciso, entretanto eu estou colocando conceitos sérios dentro de um
    ambiente jocoso.

    Quem viver na
    dimensão dois, tem energia zero relativamente a nós o que nos
    impede de receber comunicação de tais seres. E a culpada agora
    é a Matemática com o seu conceito de medida que admite a possibilidade
    de que todo o Universo bidimensional tenha medida zero relativamente
    a nós. E a nossa
    energia é nula, relativamente aos que eventualmente vivam na
    dimensão quatro o que nos impede de enviar-lhes qualquer comunicação.

    Nada podemos receber de quem vive numa dimensão menor do que a nossa e
    nada podemos enviar a quem viver numa dimensão maior do que a nossa.

    O método

    O conteúdo é exposto de modo mais intuitivo do que analítico.
    Isto não quer dizer que tratarei os assuntos de modo impreciso.
    Estarei dando todo o revestimento de exatidão que for possível
    para que um leigo à área científica
    possa ler e compreender estas noções sem que para isto precise ser
    um Matemático ou um Físico. Mas precisa ser uma pessoa curiosa!

    As noções serão apresentadas diversas vezes de formas que, a
    comparação, com diferentes cenários em que elas irão aparecer,
    lhes fornecerão diferentes visões o que deverá fazê-las
    compreensíveis.

    Esta será a minha técnica para introduzir os
    conceitos. É a mesma metodologia com que
    você aprendeu a língua materna, {\em pelo uso}.
    É o uso de um conceito que o torna claro. Como
    me dirijo a adultos, não será preciso insistir tanto nas
    repetições, mas será esta a técnica que empregarei.

    Uma exceção é o capítulo cino em que me permiti a fazer vários
    cálculos matemáticos, mas este capítulo pode ser pulado sem
    risco para a compreensão do capítulo 6. Você também pode lê-lo
    ignorando as contas, aceitando-as como se fossem verdadeiras. Para
    isto procurei deixar o texto independente dos cálculos.

    Em cada capítulo estarei fazendo referências a conceitos que
    aparecem
    em outros. Não tenha dúvida em saltar rapidamente para o outro
    capítulo para dar um olhadela. Vença o mito de que o
    conhecimento é adquirido de forma ordenada…isto não existe.

    O Universo se apresenta admiravelmente ordenado, mas o processo que
    temos compreendê-lo é dialético, feito de
    vaivéns”. Adquirimos
    um conhecimento e, pouco depois, descobrimos que ele é parcial
    ou errado, e o corrigimos, desarrumando todo o conhecimento
    que tínhamos.
    Bem parecido com a montagem de um quebra-cabeça em
    que a colocação de uma nova peça, às vezes, nos obriga a
    reformular toda a arrumação já feita e que parecia perfeitamente
    lógica.

    Claro que uma certa ordem algumas
    vezes ajuda, foi por isto que numerei os capítulos e a Editora os
    juntou com esta ordem para lhe entregar! Mas acredite, as frases foram
    escritas em ordem aparentemente absurda, como esta que você está lendo
    agora, que foi escrita
    quando eu estava no meio do capítulo três1.

    O conteúdo do livro

    O primeiro capítulo se dedica aos três conceitos Dimensão,
    Energia e Medida
    . É uma introdução expandida…

    Vivemos imersos em uma determinada dimensão do espaço, é
    isto que torna difícil compreendermos o que é
    dimensão.

    É como uma pessoa que nunca tivesse saído do Rio de
    Janeiro
    , e, conhecendo muito bem a cidade ouvisse a pergunta: “
    tem
    violência no Rio ?
    “.

    Sem dados de comparação, este carioca
    compreenderia mal a pergunta? “Rio é o Rio! a violência da cidade
    grande lhe é inerente!
    “, pensaria antes de responder. Já tendo
    passado por uma dúzia de assaltos este carioca entenderia mal por que
    se deseja distorcer a bela imagem da Cidade Maravilhosa com estas
    histórias de assaltos, coisa tão comum e tão trivial.
    Não há violência no Rio!“,
    responderia sem titubear.

    Eu não preciso privilegiar o Rio, você pode substituir Rio por Fortaleza, Recife,
    Belo Horizonte, Nova Yorque, Estocolmo, Paris, São Paulo, Mexico City…

    Mas dá para passear com relativa tranquilidade em Lisboa e dizem que também
    em Pequim ou Shanghai.

    Este pode ser o sentido de trivialização de um conceito que o torna
    tão difícil de ser entendido para quem vive dentro dele. Vivemos
    presos a uma determinada dimensão do espaço e isto nos tira os
    dados de comparação necessários para compreendermos de uma forma
    mais ampla o que é dimensão. Experimente uma comparação com
    a violência inexistente no Rio e uma perpendicular. Pegue uma
    folha de papel um lápis. Faça de contas que o papel é um plano,
    um objeto de dimensão dois … e coloque o lápis perpendicularmente
    ao papel e você estará vendo por onde parte a terceira dimensão
    relativamente à dimensão dois. Os que vivem na dimensão dois não
    poderão ver o lápis e nem sabem para onde vai a terceira dimensão!
    Como é que você colocaria o lápis para mostrar em direção segue
    a quarta dimensão? Você ficaria tão confuso quanto os bidimensionais
    … porque vivemos imersos dentro dum espaço tridimensional!

    Uma outra comparação semelhante pode ser feita com {\em inércia}.
    Como vivemos
    presos à gravidade terrestre, temos dificuldade de entender a lei da
    inércia. Mesmo viajando num dos confortáveis ônibus urbanos, quando,
    repentina ela for aplicada, porque o motorista precisou frear
    bruscamente, raramente pensaríamos nesta importante
    lei preferindo considerar que a responsabilidade do nosso avanço
    abrupto para frente é de exclusiva culpa do motorista.

    Na verdade
    a regulamentação de segurança do transporte
    público foi
    desrespeitada pela privada de transportes coletivos e você, sem
    percebê-lo repassa a culpa a quem trabalha e nada tem o que ver
    com a irresponsabilidade das privadas de transportes.

    O mesmo se pode dizer relativamente aos demais conceitos que
    discuto neste livro.

    O capítulo 2 trata de Energia, mas novamente nele você
    verá com frequência a interrelação deste conceito com os
    dois outros. Vou mostrar-lhe que não é possível
    falar de energia sem falar de massa isto para comprovar que são
    dois conceitos que se confundem. Na ausência de
    massa não
    há energia, e se houver energia haverá {\em massa}.

    É verdade que hoje existem partículas que aparentemente negam esta
    afirmação como elas fossem energia pura, mas elas estão limitadas em
    sua velocidade à da luz…

    A massa é o suporte da energia.

    Conceitos estranhos para a dimensão
    três: ausência de massa, ausência de energia, volume zero.

    A principal razão do capítulo dois se encontra na tentativa de mostrar-lhe a
    visão limitada de quem vive prisioneiro à gravitação terrestre… para
    depois usá-la no próximo capítulo comparando com a visão limitada de quem
    é prisioneiro de uma determinada dimensão, a terceira. Talvez um
    melhor título para este capítulo teria sido
    prisioneiros da gravidade da Terra
    para sublinhar o viés que a força de gravidade terrestre introduz
    na nossa maneira de pensar, ou de viver, e os astronautas sabem muito
    bem disto até mesmo para beber água \dots

    No capítulo três trato de “dimensão” e novamente farei
    combinações entre os demais conceitos. Quero mostrar-lhe que
    energia depende da dimensão, esta é a razão do
    título deste livro. Eu não sei se há fenômenos
    energéticos em outras dimensões do espaço, mas, se eles existirem,
    terão as características que estou discutindo aqui, uma delas
    é crucial para nós, a medida destes fenômenos ou de suas
    intensidades energéticas é de certa forma equivalentemente
    à medida de suas massas,
    porque a massa é uma especie de coeficiente para o cálculo da energia, sendo
    isto que traduz a nossa prisão, como você vai ver.

    Massa (ou energia) é relativa à dimensão

    Dimensão é um conceito matemático que é de muito
    valor para a interpretação de diversos fenômenos de outras
    ciências, aqui vou me centrar nas aplicações à Física.
    Veremos que nossa Física é uma Física de dimensão
    três e assim justificarei o nosso aprisionamento: a culpa
    é da Física!

    Uma folha de papel é um paralepípedo: tem altura
    largura e profundidade diferentes de zero. Mas comumente
    a consideramos, por aproximação, um pedaço
    do plano, um objeto bidimensional. Dá-se o mesmo com uma placa
    de grafeno que os físico querem insistir em que se trata de
    algo plano … mas os spins revoam!

    Numa folha de papel, podemos fazer simulações simples
    de espaços de dimensão infinita, você pode ver neste ponto
    do livro um exemplo com bola de gráficos de funções num espaço
    de dimensão infinita desenhado numa folha de papel.
    Mas teríamos dificuldade de simular
    o espaço tridimensional em que vivemos na mesma folha de papel.

    Este simples exemplo mostra-lhe que o conceito de dimensão
    tem “modelagens” bastante
    complicadas e você ainda pode encontrar um conceito, que é diferente do
    que estou usando neste livro, que é a dimensão fractal.

    Possivelmente a forma de entender {\em dimensão}
    na teoria das cordas mas
    não é esta que você vai encontrar neste livro. Talvez eu volte a tratar
    disto noutro livro porque estou curioso para aprender o assunto….

    No capítulo quatro vou discutir {\em medida}, este é outro conceito
    matemático

    medida e dimensão

    A medida depende fortemente depende da dimensão. Vou mostrar que energia
    depende do conceito de medida, de um certo tipo de
    medida
    , particular.

    O capítulo cinco eu queria que você considerasse uma brincadeira.
    Vou lhe mostrar como a Matemática pode nos levar da dimensão
    3 para a dimensão 4.
    Ele representa um sumário
    dos capítulos anteriores, e por esta razão você pode saltá-lo
    sem nenhum prejuízo para a compreensão do capítulo 6.
    Ele tem um fundamento matemático e eu até fiz algumas contas
    típicas de um curso de Cálculo em duas instâncias do capítulo.
    Mas eu escrevi o texto para que ficasse independente da
    leitura das contas, você pode saltar os cálculos sem nenhum
    prejuízo para o texto. Mas também pode relembrar o seu curso
    de Cálculo quando passar pelas contas.

    O último capítulo é um pouco desajeitado, está longe de ser organizado. Em um
    certo sentido é como se estivesse fazendo uma palestra e
    o tempo da minha conferência já estivesse terminado
    mas eu ainda tentasse deixar algumas perguntas no ar para dar-lhe
    o que pensar depois que terminasse a conferência. Você já viu isto
    acontecer algumas vezes, não?

    Tudo lá complementa
    num certo
    sentido os temas discutidos nos capítulos anteriores,
    e certamente você já o terá visitado algumas vezes ao
    ler os primeiros capítulos.
    Eu espero por isso.

    paradoxos, e falsos paradoxos.

    Há muitas
    coisas que não sei, isto me caracteriza como
    cientista

    No último capítulo vou estabelecer ligações mais fortes entre os três
    conceitos estudados. É o capítulo dos paradoxos, alguns
    pseudo paradoxos, outros, autênticos.

    Neste último capítulo estarei corrigindo alguns erros que fui forçado a
    deixar ao longo dos anteriores por falta de condições de ir a fundo
    nas questões. La estarei com todas as condições para mostrar-lhe os erros
    cometidos, é o capítulo da revisão final, pelo menos por um momento…

    Mas também corrigi erros que observei na revisão final e preferi
    deixar uma marca no local com a correção
    no capítulo Seis.

    Por dois motivos, o primeiro para lhe oferecer uma ocasião de pensar
    na correção do meu erro, sabendo que ali tem um erro. O segundo motivo
    é porque entendo que erros não me envergonham, o que poderia
    deixar-me confuso é se, encontrado um erro, eu tentasse conviver
    com ele. Como estou sempre aprendendo, também estou sempre
    errando.

    Tarcisio Praciano-Pereira

    Sobral, sexta-feira, 28 de setembro.

    No dia 29 de setembro estarei marchando com as mulheres na busca
    dum Brasil sem discriminação de sexo, de raça, nível econômico. Sem
    fronteiras ideológicas ou territoriais que dividam as pessoas em classes.


    Estou ainda redigindo este artigo e vou postando as partes assim que eu as redigir.