As hienas do capitalismo estão mostrando os dentes.

Big Pharma companies are already trying to profit from drugs to treat or prevent coronavirus infection — and we need your help to stop them.

Last week Gilead Sciences was caught attempting to get exclusive rights to one drug that has shown promise in treating covid-19. Under intense public pressure they backed off, but they still have the ability to raise the price high and gouge everyone for desperately needed medicine — just like they have with insulin.1

Sign the petition: Stop Big Pharma from getting rich from and gouging the public for coronavirus medicine!

The Intercept discovered that Gilead had applied for, and the FDA had given them, exclusive marketing rights for remdesivir, an anti-viral drug that early studies have shown may help fight covid-19.

That means Gilead could have had a monopoly on an essential drug in the fight against the coronavirus pandemic. Even now that they’ve backed off on the exclusive rights, they still can charge a huge sum for the drug.

But there’s a solution, one that the federal government regularly used in the 1960s and 1970s. Under a federal law known as Section 1498, the government can override a patent at any time as long as the company receives “reasonable compensation.”

This gives the government critical leverage to negotiate lower prices. And the government could even start producing lifesaving treatments itself under the Defense Production Act.

Will you help use that leverage to save lives and stop Big Pharma from gouging people?

Add your name now: Stop Big Pharma from getting rich from and gouging the public for coronavirus medicine!

Thanks for taking action,

Robert and the team at Demand Progress

Uma renda básica de pelo menos um salário mínimo durante a crise, que depois pode continuar!

Eu já assinei a petição, venha você também assinar por uma renda básica de pelo menos um salário mínimo para todas as trabalhadoras e trabalhadores do Brasil. E também nem um centavo para para os banqueiros, “industriais” e outras classes de ricos.

As famílias brasileiras precisam de apoio para enfrentar o coronavírus. Não temos tempo a perder: precisamos implementar uma política de renda básica de emergência para os mais desprotegidos. O governo já anunciou a intenção de fazer algo semelhante a isso, mas prometendo apenas 200 reais por mês, por três meses, e limitando-se a um número restrito de profissionais autônomos. Pior: na prática, para poder selecionar quem se qualificaria para o programa, o governo teria que desenvolver do zero um novo sistema de triagem online, ou obrigar esses trabalhadores a enfrentar longas filas de cadastro – o oposto do que deveríamos fazer durante uma pandemia.Para proteger de verdade os brasileiros e brasileiras que mais precisam, precisamos de uma renda básica de emergência mensal no valor de R$300 reais por pessoa, que contemple as 77 milhões de pessoas mais pobres do Brasil – aquelas que têm renda familiar inferior a 3 salários mínimos. As famílias mais pobres possuem, em média, 4 a 5 pessoas, o que daria direito a um benefício mensal de até R$ 1.500,00, incluindo crianças e idosos. E a boa notícia é que sabemos quem essas pessoas são: nosso país já tem um Cadastro Único, que reúne as informações de quem está nessa faixa de renda e recebe benefícios sociais como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida. Outros milhões de desempregados e trabalhadores informais, já cadastrados pelo Número de Identificação Social (NIS), também podem ser beneficiados. Chegando em todos as pessoas listadas no Cadastro Único, sem necessidade de triagem adicional, dá pra apoiar mais gente e cortar gastos com burocracia!Pressione agora pela aprovação da RENDA BÁSICA EMERGENCIAL QUE QUEREMOS. Juntos, podemos enfrentar o coronavírus!

A famigerada “school of americas” onde os americanos deturpam os nossos militares

Today, February 21, is the 15th anniversary of the massacre in the Peace Community of San José de Apartadó, where 8 civilians, including an 18-month old, were killed by paramilitary and military forces. After this massacre, FOR and other organizations succesfully lobbied Congress to stop US funding for the Colombian military brigade responsible for the massacre. Our field team is currently in San José with a large delegation  to commemorate this massacre and those that were killed (shown in photos above). 

As an organization, we have long been critical of the U.S. military’s role in training and supporting the Colombian military while they engage in human rights abuses. Massacres like that of San José de Apartadó continue to happen, as you can see in the infographic below. You can learn more at School of the Americas Watch. 

Morreu uma escola surgiu um quartel

Por Tarcisio Praciano-Pereira, professor

Em Sobral, uma escola pública estadual foi morta para que em seu lugar surgisse um quartel. Sintomaticamente a Escola Estadual Pública fica nas imediações dum bairro em que vivem pessoas menos favorecidas, vão treinar os meninos pobres para se transformarem em milicianos ou uma
juventude fascista.

Era uma Escola Pública que agora virou um quartel

Morre um local em que se fazia educação, a Educação que foi modificada por Paulo Freire com o objetivo de libertar as pessoas, fazer com que os jovens adquirissem uma visão ampla da vida, fazer com os jovens aprendessem o que significa cidadania, o que é ter direitos e naturalmente
obrigações dentro dum contexto cidadão duma sociedade que é regida por uma Constituição.

Aqui jaz uma Escola Pública e que até mesmo tinha uma ar de abandono, agora a pintaram para que desse lugar a um quartel

No lugar da Escola enfiaram um quartel, e como em todo quartel o diretor é um militar que nada entende de Educação mas que foi treinado para passar em frente uma ideologia de obediência ao “superior” militar que não deve nenhuma explicações a quem é seu subordinado. As crianças que vão sofrer no quartel da Polícia Militar serão subordinados dos “superiores militares”.

parece que escolha foi proposital, a Escola tinha o nome de quem perseguiu estudantes durante a ditatura militar de 1º de abril de 1964 o autor da famigerada 477 que enfiou o AI-5 dentro das escolas. Seu nome? não me interessa! Ele morreu!

Não sei, e nem me interessa saber qual é a estrutura do quartel em que Escola foi transformada. O que eu sei é que lugar de crianças, de jovens e de adolescentes absolutamente não é num quartel e sim numa Escola. Porque as Escolas são dirigidas por professores que adquiram uma formação pedagógica voltada exatamente para estimular nas crianças, jovens e adolescentes um sentimento de que na Sociedade todos estamos condicionados pela Lei e que a Lei Maior é a Constituição que também estabelece direitos para todos. Um quartel não pode ser, em nenhuma hipótese, um ambiente saudável para o desenvolvimento integral da juventude onde a Educação seja libertadora e não como, necessariamente num quartel, uma educação condicionadora.

E sem rodeios, militares nem precisavam existir e muito menos se ocupar de Educação. Num quartel o que se pode produzir é uma juventude fascista que é a única característica que militares podem dar ao que eles pensam que é educação.

O governo falsamente petista do Ceará está embarcando na onda fascista de militarização das escolas estaduais, pelo que este exemplo mostra. Eu, como cidadão, como professor, não posso aceitar isto e estou disposto a ir o mais fundo possível, ao ponto que minhas forças permitam, para impedir esta corrupção do sistema escolar público.

Escola é para ser dirigida por professores e não por soldados.

Houve um crime contra a Constituição

Houve um crime contra a Constituição
Tarcisio Praciano-Pereira

Não pode haver mais dúvidas, e temos as provas, houve um crime contra a Constituição!

Os criminosos se encontram refestelados no poder, no Judiciário, no STF, STJ e nos tribunais que destes se derivam como STE e CNJ, estão no poder Executivo e no Legislativo, fazem parte da gangue dos banksters e dominam posições chave dentro das associações comerciais e industriais são os que formam o famigerado “1%” indivíduos egoístas e burros porque não conseguem compreender que é numa sociedade organizada e bem estruturada em que todos têm direitos e obrigações sem que ninguém fique excluído, que todos podemos viver bem e os 12 anos de governo do PT foram um exemplo disto com prosperidade para todos inclusive para o famigerado “1%” que apenas agora está querendo tudo!

Os criminosos são burros, ignorantes mesmo, porque não conseguem entender que a violência latente na sociedade é produto da extrema concentração de riqueza que nos leva todos a viver mal. Hoje não podemos circular a pé ou de bicicleta porque aqueles que se encontram na extrema miséria se tornaram nossos inimigos e pretende ver em cada um de nós que tem mais do que eles uma presa própria da selvageria em que a Sociedade dos egoistas nos colocou a todos. E sendo menos burro e egoísta dá para olhar para trás e reconhecer que os 12 anos de governo do PT foram um exemplo disto com prosperidade para todos inclusive para o famigerado “1%” que apenas agora está querendo tudo!

Eu não sou petista, embora tenha apoiado seguidamente os governos do PT desde a fundação deste partido, exatamente porque não sou burro e sempre entendi que somente posso viver bem se não houver excluídos na Sociedade e portanto eu não esteja vivendo numa selva urbana em que o meu semelhante seja um inimigo e eu uma presa potencial. Quem que tenha vivido, ou visitado algum país desenvolvido de forma menos idiota do aquela que é própria dos turistas deve ter observado que onde existir menos desigualdade social é onde se vive melhor e Portugal é um bom exemplo disto porque se não é a sociedade ideal, pelo menos lá existe uma relativa igualdade social que faz dos portugueses todos cidadãos de uma mesma nação. Portugal pode e deve melhorar, ainda está longe do ideal. A Suécia, não a Suécia de hoje em que diariamente acontecem crimes contra idosos, contra crianças, contra as mulheres, contra os não brancos que lá vivem e onde existem três bairros em Estocolmo onde não entram nem a polícia, nem os bombeiros e nem as ambulâncias porque eles se encontram sitiados por drogados e traficantes. Penso na Suécia dos anos 70 onde vivi e onde concluí o meu doutorado em Matemática quando eu andava de bicicleta 365 dias por ano, usava uma bicicleta dupla que nos fins de semana era o veículo de transporte para o lazer da família em que íamos nela eu e minha esposa e mais dois garotos em cadeiras. Havia mais um garoto que nos seguia em sua própria bicicleta, e desta forma passeia vamos pela cidade toda, em Upsala, íamos juntos para um clube municipal ou simples passeia vamos pelos bosques da cidade. Na década de 70 a Suécia lembraria Portugal dos dias de hoje, era mais justa e com menos desigualdade social, uma desigualdade social que se instalou no país em consequência de terem abandonado a Social Democracia apelando para o Neo Liberalismo: as escola pública foram privatizadas, os Correios, o sistema telefônico, a Estrada de Ferro também o foram numa privatização branca, escondida. Se instalou uma violenta desigualdade social na Suécia que em parte foi seguida pela Dinamarca, Finlândia e Noruega. Hoje os suecos sentem que foi um erro e começam a pensar no retorno aos tempos bons.

A burrice instalada entre o “1%” que detém o poder no Brasil nos levou a este golpe imundo que em 3 anos já destruiu quase por completo o estado de bem estar que nós havíamos construído ao longo de décadas, começou com Getúlio Vargas que instituiu a Previdência Social e eu ainda me lembro dum diálogo com meu, num certo dia em que na casa de frente à nossa havia morrido o pai dum garoto que era meu colega de rua, quando perguntei ao meu “e se tu morreres, como ficamos?” e me lembro da resposta, “não vai ter nenhum problema porque o Instituto de Previdência dos Marítimos, o IAPM, criado por Getúlio, vai pagar a tua mãe quase a mesma coisa que eu ganho, vocês estarão amparados!” E desde a época do Getúlio que temos uma Previdência que foi sendo reformada mas que segue firme e forte e que nos garante a quase todos uma segurança social, esta mesma segurança social que os golpistas querem nos roubar para transforma na mentira que eles tentam passar da “capitalização” que é um jogo econômico, uma espécie de loteria em que somente ganham os que estão do lado de dentro, os banisteras.

Houve um golpe, houve um crime, nós sabemos a lista extensa dos criminosos e temos que lhes propor um pacto para sairmos deste golpe imundo. Eles tem o poder mas eles já devem ter começado a ver que foi um erro propor a destruição do Estado porque a matança nas ruas aumentou assustadoramente e no momento atingi os negros, os menos protegidos mas ela iria se propagar como uma doença infecciosa para uma extensão muito maior da população se os golpistas conseguissem liberar o uso de armas para quem as pudesse comprar. O roubo de armas faria que elas chegassem às mãos de muito mais gente e a pobreza armada iria se defender de uma forma nada mais do que legítima, quem nada tem adquire o direito de rouba de quem tem alguma coisa e assim todos nós aos poucos estaríamos na mira dos despossuídos em seu direito natural se apropriar daquilo que lhes faltasse. E como funciona a selva, cedinho de manhã, quando o sol se levanta, uma corça se acorda e ela sabem que se não correr mais rápido que o mais rápido dos leões, ela vai virar pasto de leão. Toda a manhã um leão se acorda quando o sol se levanta, um leão se acorda e sabe que se ele não correr mais rápido que a mais lenta das corças vai lhe sobrar um dia de fome. Então, não interessa se você é uma corça ou um leão, quando o sol aparecer, saia correndo. É assim na selva, á assim que os golpistas queriam transforma a sociedade em que vivemos, uma selva de pedra em que em cada esquina menos iluminada cada um de nós se poderia transforma num presa e não seria dum leão, mas dum nosso semelhante faminto.

“Every morning in Africa, a gazelle wakes up. It knows it must run faster than the fastest lion or it will be killed. Every morning a lion wakes up. It knows it must outrun the slowest gazelle or it will starve to death. It doesn’t matter whether you are a lion or a gazelle: when the sun comes up, you’d better be running.”

Houve um golpe, houve um crime, nós sabemos a lista extensa dos criminosos e temos que lhes propor um pacto para sairmos deste golpe imundo. E eu já fiz esta proposta que agora estou reiterando. Vocês são criminosos, os membros do STF, do STJ, do STE, da CNJ, das Federações de Industria e Comércio, muito dos que se encontram ilegitimamente no Congresso porque lá chegaram pela via das eleições fraudadas agora em 2018 mas também em anos anteriores. Tem senador que é milionário e que enriqueceu com a privataria tucana quando engoliu a companhia telefônica que era nossa, ficou com parte dos lucros na venda da companhia de energia elétrica que era nossa, fora outras roubalheiras de que sempre viveu, porque já dizia São João Crisóstomo, “todo rico é ladrão”. Mas houve um golpe, houve um crime, nós sabemos a lista extensa dos criminosos e temos que lhes propor um pacto para sairmos deste golpe imundo. Que nos devolvam a democracia, sem condições, que anulem o item imundo do golpe que foi tirar a Presidente Dilma e que ela retorne para reorganizar o país, chamar eleições gerais que devem se caracterizar como “constituintes” para que nós retomemos a Constituição Cidadã com algumas pequenas reformas entre as quais (1) redefinir o papel das chamadas forças armadas deixando bem claro se trata de uma instituição do Estado em que trabalham servidores públicos sem o adjetivo desnecessário “militares” e que devem se enquadrar no regime comum de todos os servidores públicos da União, (2) redefinir o judiciário que como qualquer outra parte do serviço público a entrada deve se dar por concurso público desde a 1ª instância até a última, concurso público de provas e títulos com uma exigência escalonada para que no STF sentem apenas juristas renomados e de preferência professores titulares de Universidades onde já terão sido testados do ponto de vista de conhecimento jurídico para evitar que tenhamos a devassidão que se espalha pelos tribunais, pelo STF, STJ. (3) Qualquer outra reforma que um Congresso Constituinte considere adequando fazer na Constituição Cidadã mas que somente possa ser feita depois dum referendo popular devidamente divulgado e amplamente discutido com a população para finalmente criar um mecanismo mais rigoroso e seguro para outras reformas constitucionais.

Houve um golpe, houve um crime, nós sabemos a lista extensa dos criminosos e temos que lhes propor um pacto para sairmos deste golpe imundo e um pacto tem de ser proposta para que os criminosos cedam e nos devolvam a democracia sem precisamos sair para uma luta sangrenta e revolucionária que é um direito nosso, como nos ensina a carta de independência dos Estados Unidos da América do Norte que alguns reverenciam e pretendem dizer que seguem mas escolhem em geral a pior parte, mas diz a carta de independência dos Estados Unidos da América do Norte “
A prudência, de fato, mostra que Governos estabelecidos há muito tempo
não devem ser substituídos em função de causas passageiras ou superficiais;
ainda de acordo com o que a experiência nos mostrou, a humanidade está mais
disposta a sofrer, a um ponto próximo do insuportável, do que se levantar para
eliminar a situação a que ela se encontra acostumada. Porém, quando uma longa
cadeia de abusos e violências tendo como meta invariável o objetivo de reduzi-
la ao mais absoluto despotismo, é o seu direito, é o seu dever, derrubar um tal
governo e assim garantir novos guardiões para o seu futuro e sua segurança.

  • Declaração da Independência (dos EUA).
    portanto, respaldados na Declaração da Independência (dos EUA) temos “o direito e o dever de derrubar um tal
    governo e assim garantir novos guardiões para o seu futuro e sua segurança.”

Em troca poderemos lhes garantir penas mais suáveis.

O comportamento selvagemdos militares contra gente indefesa, covardes!

The Myanmar military has unleashed a new round of unspeakable war crimes – terrorizing the Rohingya people.


This is a horrifically brutal campaign led by an unrepentant military.


Families who survived the mass atrocities and remained in Myanmar are again facing terrible danger. But they have nowhere to go. They could be arrested, tortured or executed at anytime.


“We heard an explosion, soldiers started shooting. It kept going most of the night. When the sun rose, we fled. I want to go home but I’m afraid the same thing will happen again… no one can protect us from the military.”

A Rakhine woman from Buthidaung township.


No one can protect them as humanitarian aid and human rights groups including Amnesty International have been denied access to the state.


No one can tell their story as journalists covering the conflict are being silenced, with three already threatened with bogus criminal complaints.


But our research team have gone behind the lines and interviewed dozens of survivors, uncovering horrific crimes:

  • Civilians being fired at indiscriminately.
  • Villagers being subjected to forced labour, like carrying ammunition and weapons for the military.
  • A seven-year-old boy who died from his injuries after being forbidden from accessing a hospital.
  • Schools being used as barracks, putting children’s lives at risk.

More than 1 million Rohingya people have fled violent persecution in Myanmar since 2016. Of those who were unable to escape, we estimate that an additional 30 000 people have now been forced out of their homes.


This new surge in violence is being ordered by the highest levels of the Myanmar military.


The decision to deploy these units could only have come from the office of the Commander-in-Chief, Senior General Min Aung Hlaing.


This is why, now more than ever, it is time to step up international pressure.

We can call on the Australian government to

  1. Immediately cut ties with the Myanmar military
  2. Implement sanctions against military officials implicated in crimes against humanity
  3. Pressure the Myanmar authorities to allow humanitarian agencies and investigators into Rakhine state.

Maria was arrested on 29 March, the second time in a matter of weeks.

UPDATE 02/04/19: Maria was arrested on 29 March, the second time in a matter of weeks. Maria now faces 7 court cases, while Rappler, its directors and staff, face 11. These prosecutions are part of a campaign to silence critics of the Philippine government. Take action now and call on the Department of Justice to drop the charges, and put an end to politically-motivated prosecutions

Maria Ressa has helped to expose thousands of murders committed as a result of President Rodrigo Duterte’s “war on drugs” in the Philippines. She is now facing politically-motivated charges as authorities attempt to scare her into silence.

Since President Duterte came into power in 2016, thousands of poor and marginalised people have been murdered by police and others in extrajudicial killings. Maria and her team at the media outlet Rappler have been tireless in their efforts to investigate and expose this campaign of violence, intimidation and repression — even risking their own safety and freedom to do so.

In February 2018, Maria was banned by Duterte himself from attending press briefings at the presidential palace. In December, Maria and Rappler were targeted with “tax evasion” charges and had their company registration revoked in a blatant attack on free press in the country. They were later cleared of wrongdoing by the Court of Appeals, but the harassment didn’t end there.

In February 2019, Maria was arrested and detained overnight on “cyber-libel” charges. She has since been released after posting bail but the charges still stand. Maria says this is an “abuse of power” and “weaponization of the law”.

The ongoing harassment and arrest of Maria is a disturbing attempt to silence independent journalism in the Philippines. Please join us in calling for the Department of Justice to drop the charges against Maria and put an end to politically-motivated prosecutions.

Nota sobre a prisão da dirigente do Sinasefe Camila Marques

NOTA DA DIREÇÃO NACIONAL DO ANDES-SN SOBRE A PRISÃO DA COMPANHEIRA CAMILA MARQUES, DIRIGENTE DO SINASEFE.

Na manhã desse dia 15 de abril, tivemos conhecimento da prisão, em sala de aula, de Camila Marques, professora do Instituto Federal de Águas Lindas-GO e Coordenadora Geral do SINASEFE. Até o momento não temos informações precisas sobre o ocorrido, mas desde já prestamos a nossa solidariedade com a companheira e ao SINASEFE.

O ANDES-SN considera injustificada a prisão de professore(a)s em seu ambiente de trabalho e compreende que essa é uma forma de tentar intimidar educadore(a)s e lutadore(a)s que buscam em sua prática cotidiana construir a educação pública, gratuita, laica, democrática e socialmente referenciada.

Também registramos nossa total indignação diante da entrada da polícia civil em espaços educacionais para cumprir diligências que não sejam única e exclusivamente para defenderem estudantes, professore(a)s, técnico(a)s-administrativo(a)s e demais funcionário(a)s.

Nos solidarizamos com a companheira Camila e estamos colocando nossa assessoria jurídica e o nosso apoio político à disposição.  

Fascistas, não passarão!
Liberdade aos que educam!
Pela liberdade imediata de Camila Marques!

Brasília(DF), 15 de abril de 2019.


Diretoria do ANDES-Sindicato Nacional