Paises livres não podem se submeter a ser bases americanas

Para el 13 de febrero de 2019 se ha anunciado una reunion en Washington entre Duque, presidente da Colombia y el presidente de los Estados Unidos, Donald Trump. Queremos manifestarle nuestra preocupacion por la actitud complaciente del Gobierno Nacional con relacion a una eventual intervencion militar de los Estados Unidos en Venezuela, y a la participacion que tendria nuestro pais en ese proposito. Estas son nuestras evidencias:

  1. El 15 de septiembre de 2018, en la ciudad de Cucuta, el secretario general de la Organizacion de Estados Americanos, Luis Almagro, acompanado del canciller, Carlos Holmes Trujillo, afirmo que “[e]n cuanto a la opcion militar para derrocar a Maduro, no debemos descartar ninguna opcion”
  2. El 16 de septiembre de 2018, el gobierno colombiano se abstuvo de firmar la declaracion del Grupo de Lima, en el que otros gobiernos de la region plasmaron su rechazo “[a]nte cualquier curso de accion o declaracion que implique una intervencion militar o el ejercicio de la violencia, la amenaza o el uso de la fuerza en Venezuela”
  3. El 18 de septiembre de 2018, el embajador de Colombia en Estados Unidos, Francisco Santos, declaro: “[s]e escuchan voces que hablan de operaciones militares unilaterales (sic). Creemos que debe darse una respuesta colectiva a esta crisis. Pero creemos, y, dejeme ser bastante claro, que todas las opciones deben ser consideradas”
  4. El 31 de enero de 2019, tras las reacciones por la nota en la libreta del consejero de Seguridad Nacional de Estados Unidos, John Bolton, en la que se mencionaba el envio de “5.000 tropas a Colombia”, el embajador de nuestro pais en los Estados Unidos dijo que “[e]s una jugada diplomatica inteligente para decirle a Venezuela que esta en el final (sic) […] Estados Unidos siempre ha dicho que ‘todas las opciones estan sobre la mesa'”4. Ese mismo dia, el inusitado despliegue militar en Cucuta como resultado de la visita del jefe del Comando Sur, almirante Craig Faller, genero mayor tension en la frontera con Venezuela.
  5. El 6 de febrero de 2019, al canciller Holmes Trujillo se le pregunto en rueda de prensa, luego de salir de la reunion con el Consejero de Seguridad de Estados Unidos, si habia tratado el asunto de la anotacion en la libreta a lo cual respondio: “Yo no iba a hacerle un interrogatorio, iba a conversar sobre lo que son las acciones que conjuntamente estamos disenando politica y diplomaticamente para crear condiciones que permitan que el hermano pueblo pueda vivir en democracia y libertad”

Senor presidente, de manera respetuosa, le pedimos que rechace cualquier accion que implique la participacion de Colombia en una confrontacion armada con Venezuela. Usted tiene en sus manos el deber moral y politico de defender la paz en Colombia y de la region.

Professora, Enfermeira, Engenheira, Médica ou general

As professoras redimem os néscios fazendo deles professores, enfermeiros, engenheiros, médicos e até mesmo, infelizmente, generais. E um general faz o que? destrói casas e cidades, que os engenheiros construíram. Destrói pontes e estradas que a sociedade produziu para o bem estar de todos. Ou produzem golpes que podem levar a 6ª economia do mundo de volta para a 16ª posição em tempo mais recorde do que o duro trabalho que o torneiro mecânico e seus companheiros de partido gastaram para construir.

Que faz um general que se possa comparar com o trabalho dum professor, quantos deles merecem a honra dum Paulo Freire, reconhecido mundialmente por tornar analfabetos em pessoas livres que podem entrar num supermercado e escolher aquilo que lhes interessa comprar sem ter que perguntar a alguém ao lado se o conteúdo da lata é veneno ou comida. Se você souber algo que preste que tenha feito algum general, me diga, eu gostaria de saber. Claro que há exceções, a História já guardou um lugar de ouro para o Marechal Rondon, o defensor incansável dos Povos Primitivos e há outros poucos mais que podemos listar com auxílio dos dedos duma única mão.

Habitualmente os generais matam, bombardeiam, quebram, destroem, perseguem ou servem de apoio aos golpes do interesse duma minoria de lixos ricos.

Do sr. Vilas Boas restará o nome gravado numa pedra de túmulo e um infeliz registro histórico tão deprimente quanto o registro que cabe ao coronel Flores, ambos perseguiram heróis. O registro no túmulo ficará para leitura de alguns poucos, filhos, netos e talvez nem isto porque agora na Argentina os filhos dos ditadores e seus sequazes estão pedindo que eles sejam julgado pós morte para tirar-lhes das costas o peso que é conviver com nomes carregados de crimes contra a Humanidade.

Ao passo que Luís Inácio Lula da Silva, que é o perseguido preferido dos medíocres, tem o seu nome já inscrito ao lado de Juscelino Kubitschek de Oliveira, Getúlio Vargas, Paulo Freire, e que eu pare aqui a lista lhes dando a estes o privilégio de representar milhares de nomes brasileiros que levantam a bandeira do Brasil muito além de nossas fronteiras, com respeito, admiração.

E peça a um general para escrever uma defesa, eu a publicaria como direito que é o de resposta, no mesmo lugar até mesmo para a diversão dos que lerem porque talvez ela não passe dum texto tão simplório e ridículo como o que o idiota apresentou ao Mundo em Davos nos cobrindo de vergonha.

E me maltrata quando vejo alguns lutadores fazendo referência à elite brasileira como representada pelo lixo rico, ignorante, burro, egoísta, golpista, fratricida. Da elite sou eu professor, da elite somos nós os professores que produzimos outros professores, que retiramos da posição de analfabetos para uma posição de letrados, que produzimos médicas, enfermeiras, engenheiras e até mesmo, infelizmente, generais. Quantos generais sabem ler um teorema e dizer o que ele significa? Eu provo ou crio teoremas! Quantos generais sabem escrever um programa de computador que mostre alguma coisa interessante, exiba um plano tangente a uma superfície? Eu sei escrever um tal programa. Quantos generais saberiam escrever um programa para analisar dados estatísticos e fazer uma previsão, de curto prazo, para a Economia? Eu sei escrever um tal programa e sei fazer a previsão.

Os militares são caros, inúteis e perigosos e foi um grave erro na Constituição de 88 que não tenhamos aproveitado a oportunidade para limitar drasticamente a existência deste corpo perigoso ou, no meu entender, simples eliminá-lo como na Suíça ou como durante algum tempo na Costa Rica. A Suíça não tem forças armadas e nem golpes e pode assim passar por neutra e vender armas e informações aos dois lados em guerra o que é uma forma covarde de passar por neutro e contra a guerra. A Costa Rica eu não tenho certeza se andou para trás.

Como se fazem as mudanças no comando do golpe

Estou falando dum CEO duma empresa, e se aplica ao gerente atual do golpe que tem gente ainda chama de “presidente”, como “presidente”? Nem Jánio Quadros, o desajeitado, era tão escroto como esta coisa que foi desovada em Brasília. Melhor chamar de CEO, fica perfeito!

Conta-se que um CEO, (é o nome que eles dão nos meios financeiros, entre eles donos do capital vadio, CEO é o gerente geral, o Chefe do Alto Comando! hahahahahha!)

Pois é, o CEO duma grande empresa, enfrentando dificuldades crescentes no conselho diretor devido às estatísticas mais e mais frequentes de queda do rendimento da empresa, resolveu fazer uma reunião com o cara
que deveria substituí-lo, a cara na sequência de comando, coisa bem do tipo dos comandos militares como é agora o caso do governo no Brasil em tempos de ditadura! Hahahahahahaha!

O CEO geral, em seu último dia de serviço, tem a última conversa com
seu sucessor e nesta ocasião lhe passa três envelopes lhe dizendo:

  • “O meu antecessor, antes de sair, me passou três envelopes lacrados e
    desejo continuar a tradição fazendo o mesmo consigo.
  • Ao primeiro sinal de dificuldades: abra o primeiro envelope.
  • Ante novas dificuldades, abra o segundo envelope.
  • Se os problemas continuarem, abra, então, o terceiro envelope.

Boa sorte!, disse o CEO se despedindo, sorridente, apertou a mão do novo CEO e foi para casa, aposentado, claro, com uma gorda aposentadoria típica dos membros do STF ou do Altíssimo Comando Militar todas devidamente protegidas contra a Deforma da Previdência que afinal eles fizeram o golpe para isto mesmo.

Mas, desculpe-me, e deixe-me continuar a história como novíssimo CEO

O novo CEO arrumou a mesa, deixou tudo a seu gosto no escritório que até então era do outro, e jogou os três envelopes numa gaveta, até pensando que nunca ia ter mesmo problemas, afinal o velho CEO estava velho e tinha mesmo que dar problemas. Ele era novo!

Seis meses depois, os custos aumentaram e as entradas cairão e novo CEO, perturbado, lembrou-se dos envelopes e abriu o primeiro onde havia uma curta mensagem:

-“Culpe-me por tudo!”

No dia seguinte o CEO chamou uma conferência de imprensa e fez
exatamente o que dizia a mensagem. Lembram-se das primeiras falas do Vampirão ou do seu sucessor dentro da linha do golpe? A culpa é do PT!

Passados seis meses as vendas cairão vertiginosamente e, atrapalhado, o CEO abriu o segundo envelope onde estava:

-“Reorganize!”

O CEO novamente organizou uma rodada de imprensa e anunciou uma reestruturação dos setores e a crise passou.

Passado um ano nova crise, tudo começou a ir errado novamente e o CEO se trancou no seu escritório e abriu o terceiro envelope:

-“Prepare três envelopes!”

Enganei-me, estava:

-“Bozo, Prepare três envelopes! e faça uma reunião com o Altíssimo Comando das Forças Armadas!” hahahahaha! Alternativa, solte o Lula que ele acaba com esta bagunça em 48 horas!

A bem da verdade, esta história faz parte dum banco de pequenas histórias controladas por um programa chamado fortune que usualmente vem instalado nas distribuições Linux.

Depois bata digitar num terminal, certo, quem usa Linux sabe usar terminal, hahahahahaha!

“fortune -a”

Por exemplo, digitei o comando e me saiu:

[La guerra] é istintiva. Ma l’istinto si puo’ combattere. Noi siamo
esseri umani con il sangue di un milione di anni di barbarie nelle mani!
Ma noi possiamo fermarlo. Possiamo ammettere che siamo assassini… ma
non uccideremo oggi. E’ questo che serve! Sapere che non uccideremo
oggi!
— Kirk, “A Taste of Armageddon” (TOS), data astrale 3193.0

e novamente,

Pubblicare un volume di versi é come lasciar cadere un petalo di rosa
nel Grand Canyon e aspettarne l’eco.

Divirta-se, instale Linux, trabalhe, se divirta e cresça em inteligência que nunca cairá dentro do Alto Comando das Forças Armadas hahahahahaha!

E para terminar eu digitei o comando de novo, se você entender vai morrer de rir! Se não entender é porque não usa Linux, hahahahahaha! Alias dizem que, no formato binário, tem 10 tipos de pessoas as que sabem o que é computador e usam Linux e as outras, os militares!

I get the following error messages at bootup, could anyone tell me
what they mean?
fcntl_seteal() Caledônia bá processá 51 (LPP) Zika brotense floque() emulativo

They mean that you have not read the documentation when upgrading the
kernel.
— seen on c.o.l.misc

Sugestão, não tente dar um upgrade no kernel, é melhor fazer um upgrade na distribuição, é mais fácil, mais rápido, mais seguro e afinal, você usando Linux, não lhe vai custar nada! Depois se for preciso ajustar o kernel, isto será feito automática dentro do upgrade da distribuição. Tudo seguro e limpo! Use Linux, se divirta, evolua e fique certo de que não corre riscos de cair dentro do Alto Comando das Forças Armadas hahahahahaha!

A bem da verdade, esta história faz parte dum banco de pequenas histórias controladas por um programa chamado fortune que usualmente vem instalado nas distribuições Linux. Se não estiver, e se você estiver usando uma distribuição baseada no Debian, digite

sudo apt-get install fortune

e siga as instruções como nos 3 envelopes!

In solidarity with Library Genesis and Sci-Hub

In Antoine de Saint Exupéry’s tale the Little Prince meets a businessman who accumulates stars with the sole purpose of being able to buy more stars. The Little Prince is perplexed. He owns only a flower, which he waters every day. Three volcanoes, which he cleans every week. “It is of some use to my volcanoes, and it is of some use to my flower, that I own them,” he says, “but you are of no use to the stars that you own”.

There are many businessmen who own knowledge today. Consider Elsevier, the largest scholarly publisher, whose 37% profit margin1 stands in sharp contrast to the rising fees, expanding student loan debt and poverty-level wages for adjunct faculty. Elsevier owns some of the largest databases of academic material, which are licensed at prices so scandalously high that even Harvard, the richest university of the global north, has complained that it cannot afford them any longer. Robert Darnton, the past director of Harvard Library, says “We faculty do the research, write the papers, referee papers by other researchers, serve on editorial boards, all of it for free … and then we buy back the results of our labour at outrageous prices.”2 For all the work supported by public money benefiting scholarly publishers, particularly the peer review that grounds their legitimacy, journal articles are priced such that they prohibit access to science to many academics – and all non-academics – across the world, and render it a token of privilege.3

Elsevier has recently filed a copyright infringement suit in New York against Science Hub and Library Genesis claiming millions of dollars in damages.4 This has come as a big blow, not just to the administrators of the websites but also to thousands of researchers around the world for whom these sites are the only viable source of academic materials. The social media, mailing lists and IRC channels have been filled with their distress messages, desperately seeking articles and publications.

Even as the New York District Court was delivering its injunction, news came of the entire editorial board of highly-esteemed journal Lingua handing in their collective resignation, citing as their reason the refusal by Elsevier to go open access and give up on the high fees it charges to authors and their academic institutions. As we write these lines, a petition is doing the rounds demanding that Taylor & Francis doesn’t shut down Ashgate5, a formerly independent humanities publisher that it acquired earlier in 2015. It is threatened to go the way of other small publishers that are being rolled over by the growing monopoly and concentration in the publishing market. These are just some of the signs that the system is broken. It devalues us, authors, editors and readers alike. It parasites on our labor, it thwarts our service to the public, it denies us access6.

We have the means and methods to make knowledge accessible to everyone, with no economic barrier to access and at a much lower cost to society. But closed access’s monopoly over academic publishing, its spectacular profits and its central role in the allocation of academic prestige trump the public interest. Commercial publishers effectively impede open access, criminalize us, prosecute our heroes and heroines, and destroy our libraries, again and again. Before Science Hub and Library Genesis there was Library.nu or Gigapedia; before Gigapedia there was textz.com; before textz.com there was little; and before there was little there was nothing. That’s what they want: to reduce most of us back to nothing. And they have the full support of the courts and law to do exactly that.7

In Elsevier’s case against Sci-Hub and Library Genesis, the judge said: “simply making copyrighted content available for free via a foreign website, disserves the public interest”8. Alexandra Elbakyan’s original plea put the stakes much higher: “If Elsevier manages to shut down our projects or force them into the darknet, that will demonstrate an important idea: that the public does not have the right to knowledge.”

We demonstrate daily, and on a massive scale, that the system is broken. We share our writing secretly behind the backs of our publishers, circumvent paywalls to access articles and publications, digitize and upload books to libraries. This is the other side of 37% profit margins: our knowledge commons grows in the fault lines of a broken system. We are all custodians of knowledge, custodians of the same infrastructures that we depend on for producing knowledge, custodians of our fertile but fragile commons. To be a custodian is, de facto, to download, to share, to read, to write, to review, to edit, to digitize, to archive, to maintain libraries, to make them accessible. It is to be of use to, not to make property of, our knowledge commons.

More than seven years ago Aaron Swartz, who spared no risk in standing up for what we here urge you to stand up for too, wrote: “We need to take information, wherever it is stored, make our copies and share them with the world. We need to take stuff that’s out of copyright and add it to the archive. We need to buy secret databases and put them on the Web. We need to download scientific journals and upload them to file sharing networks. We need to fight for Guerilla Open Access. With enough of us, around the world, we’ll not just send a strong message opposing the privatization of knowledge — we’ll make it a thing of the past. Will you join us?”9

We find ourselves at a decisive moment. This is the time to recognize that the very existence of our massive knowledge commons is an act of collective civil disobedience. It is the time to emerge from hiding and put our names behind this act of resistance. You may feel isolated, but there are many of us. The anger, desperation and fear of losing our library infrastructures, voiced across the internet, tell us that. This is the time for us custodians, being dogs, humans or cyborgs, with our names, nicknames and pseudonyms, to raise our voices.

Share this letter – read it in public – leave it in the printer. Share your writing – digitize a book – upload your files. Don’t let our knowledge be crushed. Care for the libraries – care for the metadata – care for the backup. Water the flowers – clean the volcanoes.

30 November 2015

Dušan Barok, Josephine Berry, Bodó Balázs, Sean Dockray, Kenneth Goldsmith, Anthony Iles, Lawrence Liang, Sebastian Lütgert, Pauline van Mourik Broekman, Marcell Mars, spideralex, Tomislav Medak, Dubravka Sekulić , Femke Snelting…

  1. Larivière, Vincent, Stefanie Haustein, and Philippe Mongeon. “The Oligopoly of Academic Publishers in the Digital Era.” PLoS ONE 10, no. 6 (June 10, 2015): e0127502. doi:10.1371/journal.pone.0127502.,
    The Obscene Profits of Commercial Scholarly Publishers.” svpow.com. Accessed November 30, 2015.  
  2. Sample, Ian. “Harvard University Says It Can’t Afford Journal Publishers’ Prices.” The Guardian, April 24, 2012, sec. Science. theguardian.com.  
  3. Academic Paywalls Mean Publish and Perish – Al Jazeera English.” Accessed November 30, 2015. aljazeera.com.  
  4. Sci-Hub Tears Down Academia’s ‘Illegal’ Copyright Paywalls.” TorrentFreak. Accessed November 30, 2015. torrentfreak.com.  
  5. Save Ashgate Publishing.” Change.org. Accessed November 30, 2015. change.org.  
  6. The Cost of Knowledge.” Accessed November 30, 2015. thecostofknowledge.com.  
  7. In fact, with the TPP and TTIP being rushed through the legislative process, no domain registrar, ISP provider, host or human rights organization will be able to prevent copyright industries and courts from criminalizing and shutting down websites “expeditiously”.  
  8. Court Orders Shutdown of Libgen, Bookfi and Sci-Hub.” TorrentFreak. Accessed November 30, 2015. torrentfreak.com.  
  9. Guerilla Open Access Manifesto.” Internet Archive. Accessed November 30, 2015. archive.org.  

Porque me ufano do meu país

Edgard Venant

E dedico este pequeno trabalho ao prisioneiro político, Luís Inácio Lula da Silva que liderou este país conduzindo para ser o Grande Brasil respeitado por todas as nações a ponto de ser o “B” do BRICS coisa que nunca tinha acontecido antes. Lula se se encontra encarcerado em Curitiba principalmente devido à covardia e a corrupção instalada no judiciário brasileiro. Covardia, uma vez que não precisavam aceitar que militares antipatriotas viessem ditar-lhes as regras políticas do judiciário e bastava mesmo dizer um “não” altaneiro e os milicos teriam enfiado o rabo entre as pernas porque eles somente tem coragem quando encontram covardes pela frente.

Comecei a escrever este texto que não quero que seja meu e que vou colocá-lo em público na esperança que outros se juntem a mim na busca das razões porque lutamos por aquilo que chamamos de pátria livre e que no meu entender não pode representar um patriotismo enrustido dum tipo que até permite a traição dos ideais que todos buscamos entre os quais tem que se encontrar a solidariedade entre os povos. Não é bem um texto, é um registro que mostra que nossa história podia ser outra se algum dos valentes aqui mencionados fosse seguido por todos nós. E fica aberto, que o peguem, o corrijam, o alterem, acrescentem aqui de que me esqueci ou não sei.

O título me veio do texto de Afonso Celso de Assis Figueiredo Júnior
http://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/geo/article/download/4869/3279
que era um texto habitual nas escolas quando eu era menino e aprendiamos a respeitar a terra Brasilis.

Porque há 500 anos atrás o brasileiro que aqui vivia ficou sabendo que visitantes em grandes canoas se aproximaram da terra brasileira que então se chamava Pindorama e era um grande espaço ocupado por diversas nações que falam linguás distintas entre as quais duas linguás eram as mais importantes o Tupi e o Guarani, e não tenho nem mesmo certeza disto porque nunca estudei na Escola as origens do meu povo. A família linguística tupi-guarani é uma das mais importantes da América do Sul. Engloba várias línguas indígenas, das quais a mais representativa atualmente é o guarani, um dos idiomas oficiais do Paraguai. E um único presidente do Brasil se preocupou com os primeiros povos e até lhes fez visitas e alterou seu plano de governo para incluí-los como o centro da brasilidade, Vargas, durante o a ditadura.

Mas sei que num certo momento algumas nações que aqui viviam souberam dos visitantes e se dirigiram à praia mas cordial mene recebê-los e seguindo uma tradição que até hoje persiste em alguns rincões deste enorme Brasil, lhe trouxeram aos visitantes presentes para lhes dizerem que eram bem vindos.

E me orgulho dos meus antepassados que receberam cordialmente os visitantes para apenas descobrir logo depois que não eram visitantes e sim invasores e eram covardes e desumanos e traidores. Que em troca da cordial recepção aos poucos se assenhorearam do que não lhes pertencia e sim a outrem que aqui vivia tomando-lhes a liberdade e fazendo deles escravos e tudo isto em nome dum deus que consigo traziam e que lhes permitia o desrespeito de suas próprias regras uma das quais eram amar ao próximo como si próprio.

E se passaram 500 anos, e aqueles a quem tudo pertencia da terra brasileira, hoje restam poucos e ainda têm que lutar e reclamar para ter o direito reconhecido a pequenos rincões de terra que antes era toda deles.

E assim se passaram 500 anos em que, primeiro, os assim chamados reis de Portugal roubaram, rapinaram, extorquiram, vandalizaram a terra brasileira e os seus primeiros moradores e como uma vez disse o poeta português Guerra Junqueiro, roubaram a terra brasileira e nem mesmo parte significativa deste roubo ficou com os portugueses mas com um espirito de cachorro vira-latas que ainda hoje marca a pequena minoria que tudo explora, repassaram para os ingleses tudo que do Brasil haviam roubado. Mesmo se tendo passado 500 anos de roubalheira e rapinagem, foi possível em pequeno período em que tivemos um governo voltado para nossa gente, sairmos da vergonhosa posição de 16ª economia mundial para a 6ª deixando para trás um dos invasores, os ingleses. Com isto mostramos que somos um povo forte, decidido, corajoso, trabalhador e com fé em nosso próprio poder.

E temos ao longo destes 500 anos de história depois da invasão, até mesmo, injustamente, esquecendo que antes do ano 1500 já tenhamos uma história que simplesmente nunca nos foi contada possivelmente até para que não reclamássemos a historia anterior à invasão como parte de nossa história e que acreditássemos que tudo haveria começado na invasão em 1500, mas mesmo olhando apenas para esta história que nos dizem registrada após a invasão, temos muito do que nos ufanar e orgulhar desta miscelânea formada dos primeiros povos, do africano que foi trazido para cá à força e submetido à escravidão, e dos portugueses que em grande parte eram trabalhadores que miscigenados formaram a cidadania brasileira. Deles sairão Antônio Conselheiro, Tiradentes ou Índio Mameluco todos lutadores, cada um à sua maneira, como Lampião, os os milhares de heróis mais recentes que se rebelaram contra a ditadura militar de 1964. É uma nação de heróis, de mulheres e homens cheios de ideais conscientes que eram membros duma nação heroica plantada numa Terra cheia de riquezas rodeadas duma Natureza retumbante que durante estes 500 anos apenas foi roubada, saqueada e ainda assim continua rica e desejada por novos e recentes invasores, pior, com o apoio dos anti-heroicos, os traidores que aceitam pequenas gorjetas em troca de prostituir a pátria e a sua gente.

Mesmo que representa uma injustiça contra os milhões de anônimos que fazem, que fizeram a nação brasileira, é interessante nomear alguns que brilharam muito além dos outros. E vou mencioná-los sem nenhuma ordem especial até porque a História que nos contaram não precisa ser a História em que desejamos acreditar. E nesta desordem vou começar por um militar que certamente se envergonharia dos que hoje sujam a farda do exército brasileiro com o sujo golpe iniciado em 2012 em reuniões que aconteceram fora do Brasil mas que desembocaram na destituição da primeira mulher presidente deste país. Quero lembrar o sertanista e indianista que foi o Marechal Cândido Rondón que gastou parte significativa de sua vida na defesa dos primeiros povos a quem respeitou, protegeu e por quem lutou. Era um militar desses por quem se deve ter respeito e veneração. Cândido Mariano da Silva Rondon, mais conhecido como Marechal Rondon, foi um militar e sertanista brasileiro. Patrono da Arma de Comunicações do Exército Brasileiro. De origem indígena por parte de seus bisavós maternos (Bororó e Terena) e bisavó paterna (Guará), Rondon tornou-se órfão precocemente, tendo sido criado pelo tio e, depois de sua morte, transferiu-se para o Rio de Janeiro para ingressar na Escola Militar desta cidade,[1] pois além dos estudos serem gratuitos, os alunos da escola recebiam, desde que assentassem praça, soldo de sargento.
Alistou-se no 3º Regimento de Artilharia a Cavalo em 1881. Dentre outros estudos, cursou Matemática e Ciências Físicas e Naturais da Escola Superior.

Ou então o sertanista que teve se educou em escola militar e de certa forma foi um militar e escritor brasileiro o autor da obra monumental “Os Sertões”, Euclides da Cunha e que fez pouco frente ao que poderia ter feito não tivesse morrido em vão ainda jovem.

Como sou Matemático, estudei nos livros de Sinésio de Fárias,
Ary Quintella, Manoel Jairo Bezerra, Darcy Leal de Menezes este autor de monumental obra que era o nosso maior susto pela quantidade de expressões algébricas que ele conseguiu juntar em seu então famoso Abecedário da álgebra – “Ciclo Colegial – Livro Premiado Pelo Exército Brasileiro”. Todos militares com exceção de Manoel Jairo Bezerra, que foi, entretanto, professor do Colégio Naval do Rio de Janeiro e de outras instituições de ensino dos militares. Embora a Matemática que eles tenham produzido fosse de certa forma repetição da existente na Europa e que eles mesmo tenha agregado pouco ou quase nada de novo, eles representaram o começo da Matemática Brasileira que hoje brilha e conseguiu brilhar num período relativamente curto de existência própria e sem dúvida deve a estes mestres da Matemática básica o alicerce daquilo que foi construído depois porque eles começaram. E foram militares de que nos orgulhamos, nenhum deles é um golpista, nenhum deles é um traidor da pátria e pelo contrario contribuirão para que nós crescemos.

João Guimarães Rosa nasceu em Cordisburgo, Minas Gerais, no dia 27 de junho de 1908.
Foi Oficial Médico do 9º Batalhão de Infantaria, quando em 1934, ingressa para a carreira diplomática, no Itamaraty.
Guimarães Rosa foi Patrono da cadeira nº 2 na Academia Brasileira de Letras, tomando posse três dias antes de morrer, no dia 16 de novembro de 1967.

Na literatura temos nomes de respeito internacional e citar alguns seria injustiça que eu cite um que foi um mestiço, que nunca teve instrução formal mas que deslumbrou meio mundo com os romances que escreveu e cujo nome marca a Academia Brasileira de Letras que nem sempre se tem mostrado merecedora do nome que ostenta, a Casa de Machado de Assis.

Seria injusto não lembrar Prestes também oriundo do exército ou Lamarca, este último um herói entre os que resistiram ao golpe de 1964 promovido pelo famigerado projeto Condor americano e que nos atrazou por dezenas de anos deixando ainda as raízes que vicejaram agora com este novo golpe.

Antes lembrei militares e agora quero lembrar os que marcaram etapas na vida brasileira, alguns mesmo vivendo fora do Brasil como Santos Dumont, ou o nosso primeiro matemático merecendo este nome, o maranhense Souzinha. O Maranhão, antes de ser dizimado por um dos filhotes da ditadura de 1964, produziu figuras imensas da literatura brasileira e aliás, durante muito tempo era considerado o berço da linguá portuguesa, o local, no Brasil, onde melhor se falava o português. Humberto de Campos era um maranhense e como ele muitos outros maranhenses brilharam nas letras.

Da Bahia, onde primeiro aportaram os invasores sairão diversas sumidades dentre elas o jurista Ruy Barbosa que já antevia a catástrofe ética em que um dia iriamos nos encerrar. Ruy Barbosa de Oliveira (Salvador, 5 de novembro de 1849 — Petrópolis, 1 de março de 1923) foi um polímata brasileiro, tendo se destacado principalmente como jurista, advogado, político, diplomata, escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ruy_Barbosa

O trono no Brasil foi derrubado por um golpe militar que alijou do poder um dos reis mais corretos que a história da realeza registra. Pessoalmente detesto a “realeza” que considero uma infâmia, aliás, infâmia esta cuidadosamente corroborada por todas as realezas vigentes no Mundo. Mas Pedro II introduziu no Brasil a telefonia e neste sentido parece que o Brasil foi o primeiro país do mundo a usar telefones. Como também foi, muito tempo depois, o primeiro país fazer eleições totalmente eletrônicas e garantir um lugar de destaque nas ciências da computação cabendo a professores da PUC do Rio a construção duma linguagem de programação de reconhecimento mundial, a Lua. A fibra ótica foi produzida pela Unicamp/Telebras ao mesmo tempo que por uma fabrica americana marcando a cooperação do sistema Telebras com as universidades brasileiras tendo como uma das avançadas resposta a tecnologia brasileira do petróleo que o golpe ora em curso quer entregar de bandeja para os americanos junto com a tecnologia aérea produzida pela Embraer.

Instituto Oswaldo Cruz – Ciência e Saúde desde 1900 – Fiocruz
http://www.fiocruz.br/ioc/
Pesquisadores do IOC foram contemplados na Chamada Universal do CNPq. Trinta projetos receberão financiamento entre 30 e 120 mil. O IOC atua nas áreas de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação e na prestação de serviços de referência para diagnóstico de doenças infecciosas e genéticas e controle de vetores, amparado pela ação de comissões internas responsáveis por garantir os padrões de biossegurança, de qualidade e de gestão ambiental. O IOC também mantém coleções biológicas de importância nacional e internacional e forma cientistas e técnicos através da atuação na educação profissional e de pós-graduação.
Um artigo publicado na edição de fevereiro da revista The Lancet Global Health lançou a hipótese de que a infecção do vírus zika, transmitido principalmente pelo mosquito Aedes aegypti, pode gerar imunoproteção contra o vírus da dengue. O estudo intitulado “Does immunity after Zika vírus infection cross-protect against dengue?” foi resultado de pesquisas realizadas com pacientes infectados pelos vírus zika, dengue e chikungunya, em Salvador (BA).

Seria injusto não computar como crédito da Ditadura Militar de 1964 a criação do sistema Telebrás que foi destruído em 1998 pele entreguista FHC que também destruiu a indústria nacional do ferro contribuindo para o desastre da lama da Samarco. É preciso apenas registrar que não precisaríamos ter tido uma ditadura militar para produzir o que foi produzido inclusive às custas do que perdemos, da perseguição política, das torturas e dos assassinatos.

Delmiro Gouveia, um industrial do sertão pernambucano que poderia ter feito de Pernambuco o mais forte concorrente de São Paulo, teve sua vida ceifada pelos interesses da indústria inglesa que considerava o Brasil como sua colônia e para quem Gouveia representou um risco significativo de independência industrial. Delmiro Gouveia foi quem arquitetou e construiu um protótipo de hidrelétrica no Rio São Francisco e o que nós temos de Energia Hidrelétrica vem do que ele pensou em construir não tivesse sido morto pelos ingleses.

A revolta é urgente, depois será tarde!

O Brasil é uma holding, e vão quebrar esta holding?

O Brasil é uma empresa, na linguagem da macro economia, é uma holding que gerencia grandes empresas como Banco do Brasil, Caixa Econômica, Petrobras, Eletrobras, enfim as
empresas estatais e mais Receita Federal que todas garantem o caixa do Governo Federal
com a Previdência representando a grande empresa social que garante aposentadorias, SUS com dinheiro arrecado inclusive pela Loteria Federal que é gerenciada pela Caixa Econômica Federal.

Esta é uma pintura em grandes traços da Economia desta holding chamada Brasil. Os economistas, professores universitários, gente que está habituada a descrever o panorama econômico tem que vir para fora rapidamente e descrever melhor, com números claros e com palavras exatas e pedagógicas o que eu estou aqui descrevendo de forma imprecisa mas que tenho certeza de que é profundamente real, mas de economia eu domino apenas aquilo que um leigo não idiota consegue dominar e não posso ter uma expressão ou desenvolver um argumento sólido para mostrar o suicídio em que o país estará incorrendo se esta claque de irresponsáveis assumir a gerência da Holding Brasil no dia 1º de Janeiro de 2019. Eu não tenho dúvida, estaremos definitivamente perdidos.

Com estes loucos que ninguém esperava que se tornassem os gerentes da holding Brasil agora anunciando que irão torrar todo o patrimônio da holding Brasil um caos vai se estabelecer a curtíssimo prazo e ai será tarde para que nós juntemos força para desfazer a loucura inclusive porque do ponto de vista “jurídico” os que levarem o Banco do Brasil, a Caixa Econômica, a Petrobrás, a Eletrobrás, os Correios, a Casa da Moeda, a Receita Federal poderão dizer que o negócio foi legal e que não podemos simplesmente querer desfazê-lo porque terá sido um governo eleito por cincoenta milhões de brasileiras, claro, apenas 30% do eleitorado e via um estelionato eleitoral representado pelas notícias falsas que fizeram com que 40% se retraísse, votando nulo, branco ou simplesmente deixando de votar, e apenas quase 30% que se mantiveram firmes dizendo que queriam continuar com o Brasil como ele ainda é hoje.

Ou nos revoltamos agora ou depois será tarde demais. Se nos acomodarmos e deixarmos que estes loucos cometam o suicídio do país, será muito difícil corrigir o rombo depois porque eles estarão aparentemente amparados pelo resultado também aparentemente legal das eleições. Estaremos perdidos, então!

Agora os funcionários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica estão alvoroçados para pegar a grana da demissão voluntária porque eles precisam mostrar dois bancos sem custos e apenas com um grande volume de capacidade operacional que pode ser toda tocada eletronicamente e sem precisar de mãos humanas, lucro puro. Em troca os suicidas que nomeamos gerentes da holding, terão um pequeno ativo como resultado da venda que irão torrar rapidamente com o pagamento das demissões voluntárias ou jogar no ralo da chamada dívida pública que o saudoso Hélio Fernandes passou toda a sua vida questionando e logo vai se acabar o resultado da venda das galinhas de ovos de ouro que temos.

Então vai chegar a vez de fazer a demissão voluntária no judiciário, nas forças armadas, nas Universidades, e no resto da empresas públicas, mas então vai ser muito tarde para reagirmos.

Não temos outra saída e começar urgentemente uma greve geral, parar o país inteiro e mostrar para o TSE que estas eleições fraudadas não podem ser legalizadas usando o irresponsável parecer da dita “procuradora federal” que menciona que as ilegalidades foram menores, apenas valendo alguns bilhões em caixa 2 que alteraram significativamente o pensamento de 70% das eleitoras e eleitores, os que votaram no capitão ou que deixaram de votar. Não foram ilegalidades menores, e pelo contrário foram profundas ilegalidades reconhecidas até pela Folha de São Paulo, mas também por toda a imprensa internacional.

Ou nos revoltamos agora ou depois será tarde demais.

Amnesty International primeiro espera o leite derramar depois tenta juntar!

Oi, ,tudo bem?   Claro que não!  Afinal durante toda a campanha eleitoral eu estive criticando a Amnesty Internacional porque havia um prisioneiro político.  E a Amnesty Internacional deu de ombros.  Aparentemente a Amnesty Internacional precisa que exista um problema para que ela fature em cima do problema.  Se não houverem prisioneiros políticos às dezenas, para que mesmo existiria a Amnesty Internacional.  Então a Amnesty Internacion torceu para houvesse golpe no Brasil para que ela agora apareça como protetora dos desvalidos!  hahahahaha!
Juntos, enfrentamos o desafio de proteger os direitos humanos no Brasil? E porque não se juntou conosco para evitar o golpe?  porque não se juntou conosco para denunciar que Luís Inácio Lula da Silva é um prisioneiro político e exatamente quem tinha um caudal eleitoral que poderia enfrentar o golpe que finalmente chegou e se instalou pela via eleitoral?  Agora Amnesty Internacional chegou para juntar o leito que derramou?
O “presidente eleito” fez campanha suja, com caixa 2, criminosa, e Amnesty Internacional não podia ignorá-lo,  tinha uma agenda abertamente anti-direitos humanos e frequentemente fez declarações discriminatórias sobre diferentes grupos da sociedade, e Amnesty Internacional não podia ignorá-lo, Sua eleição como presidente do Brasil representa um enorme risco para os povos indígenas e quilombolas, comunidades rurais tradicionais, pessoas LGBTI, jovens negros, mulheres, ativistas e organizações da sociedade civil, caso sua retórica seja transformada em política pública”.

Agora a Amnesty Internacional tem uma razão para sua existência, ela precisava que o golpe se instalasse,  que potencialmente houvessem os problemas com os direitos humanos para que a Amnesty Internacional mostrasse que ela poderia servir para alguma coisa!  hahaha!  Um pouco tarde!  Os apolíticos, os que se omitiram nas eleições, os que se deixaram enganar pelo propagando de caixa 2 que devem agora apoiar a Amnesty Internacional para apaziguarem mutuamente suas consciências de seres apolíticos.

Vamos nessa?
A nossa mobilização já mostrou ao que veio e que tem muito poder de frear retrocessos! 
Lembra do potencial da nossa campanha Direitos Não se Liquidam no ano passado? Com nossa mobilização e de outros movimentos da sociedade civil conseguimos, por exemplo, o adiamento da votação sobre a redução da maioridade penal e a não aprovação do relatório sobre a PEC 181 de 2015, que criminaliza o aborto nos casos previstos na legislação brasileira.
Ou seja, quanto mais lutamos, mais ganhamos. 
Já estamos preparando as bases para ampliar nossa mobilização e pressão sobre as autoridades em 2019, a fim de garantir que o futuro do Brasil tenha menos retrocessos e mais justiça e liberdade. Mas precisamos do seu apoio e doação para nos fortalecermos e atuarmos juntos por nenhum direito a menos!

Vem com a gente! Some sua voz a essa luta por direitos! Mostre que você se importa com direitos humanos!

Quero doar para a Anistia Internacional