somente 1716 cariocas preocupados com a educação básica

A VOTAÇÃO É ESTA SEMANA! Se você também acha que educação é mais importante que propaganda da prefeitura, preencha o formulário e envie sua mensagem aos Vereadores!O prefeito Marcelo Crivella não está poupando esforços para limpar sua barra antes das eleições de 2020 – e isso inclui muito dinheiro investido em propaganda para vender a ideia de um governo e uma cidade maravilhosos, enquanto que o cenário de calamidade só se agrava. Mas agora temos uma oportunidade única de fazer bom uso dessa grana e garantir que a verba da propaganda seja usada para investimentos em educação. Nos próximos dias, a Câmara Municipal votará uma emenda dos vereadores Rosa Fernandes (PMDB), Tarcísio Motta (PSOL) e Célio Luparelli (DEM) ao orçamento de 2020 para tirar R$40 milhões da publicidade e colocar esse dinheiro todo na educação infantil! Hoje, há mais de 30 mil crianças à espera de vagas na educação. Com esse dinheiro, será possível reformar e construir creches, pré-escolas e outras unidades de educação básica. Não podemos perder essa oportunidade! Alguns vereadores já se mostraram favoráveis à proposta, mas precisamos agir agora para garantir que se torne realidade! A votação acontece nos próximos dias e precisamos do apoio de 26 dos vereadores para aprovar a emenda. Em dezembro, às vésperas do recesso parlamentar, projetos desfavoráveis à população costumam ser votados. Precisamos agir rápido para mostrar que somos milhares que querem menos propaganda e mais educação! Envie seu email aos vereadores pedindo a aprovação da emenda que destina R$40 milhões de reais para educação infantil agora!

https://www.menospropagandamaiseducacao.meurio.org.br/#block-14099

Disappeared from the streets of Cairo 4 days ago

Ibrahim is 26 years old. He loves his job researching forced evictions in Egypt, and calling for safe and affordable housing for all Egyptians.

Ibrahim was walking home when police dressed in plain clothes surrounded him and arrested him.

Since that night, Ibrahim’s family have not heard from him. They’ve been trying to find out what happened to him.

They haven’t had any answers. In fact, the police have denied ever taking or detaining Ibrahim.

I can’t begin to imagine what Ibrahim’s family and friends are going through. And I’m gravely concerned for Ibrahim’s safety.

Sign the petition to Egypt’s authorities now and demand they reveal Ibrahim’s fate.

 HELP FIND IBRAHIM

When all of us work together, we can change lives. As part of a global movement for justice, your voice can hold the authorities to account and shine a light on the truth.

Just earlier this year the global Amnesty movement helped release Islam Khalil, who was imprisoned for more than a year in Cairo. Islam’s family were also kept in the dark about his whereabouts.

Egypt’s Office of the Public Prosecutor has the power to let Ibrahim’s family know where he is, and bring those responsible for his disappearance to justice.

With enough voices behind Ibrahim’s family, together we can pressure the authorities to tell the truth about what happened to Ibrahim that night.

A República Prostituta

No dia 15 de novembro de 1889, o presidente do Congresso, Antônio Carlos se viu obrigado a sair do Palácio do Congresso para se deparar com um canhão a quem sarcasticamente cumprimentou tirando-lhe
o chapéu. Marcava Antônio Carlos a forma como dialogavam os que inauguraram a nossa República, aliás filha dum reinado que era obediente, da Inglaterra. em nome de quem invadira o Paraguai onde se havia
instalado a primeira República socialista da América do Sul porque a primeira República Socialista
das Américas havia sido fundada pelos negros no Haiti e já havia sido dizimada.

Nascia uma prostituta república que anos depois se amasiaria com a Inglaterra que também assassinou
o maior industrial da América Latina que vendia linhas para toda a América Latina e construiu a
primeira usina hidrelétrica do Brasil. Claro, nunca encontraram o assassino de Delmiro Gouveia que
havia instalado em Pernambuco um sociedade industrial que poderia ter tornado o Brasil um dos países
pioneiros da industria moderna.

Na sequência a prostituída república se amasiou com os Estados Unidos da América do Norte.

Tem sido esta sequência de amantes que marca a vida desta república de quem sou filho e amo e respeito
a República sem adotar a devassidão que marcou a vida de nossa República até hoje.

Não sou historiador e certamente ficaram alguns erros históricos neste texto, falhas ou lacunas, mas
isto me importa pouco, pois apenas quero marcar o meu desdém por uma República nascida dum golpe que
vem marcando a nossa República seguidamente.

Sem dúvida que precisamos reescrever a história de nossa República para que nossas crianças aprendam
uma outra forma de ter nacionalismo fundado no respeito mútuo pelos que aqui vivem, corrigindo os
erros cometidos contra os mais fracos e explorados que sempre foram os sofredores nas mãos duma
classe dominante espúria e indecente.

Viva uma nova República, oxalá socialista, do Brasil, que, quando cair este golpe, deveremos instituir
passando por um Tribunal Constitucional para onde devemos levar os criminosos do golpe de 2016 e refazer
a Constituição Cidadã, livre de erros fundamentais que nela ficaram e que permitiram este novo golpe.

A liberdade de catédra sob ameça – não vou me calar.

A professor Adriene Gomes, de Contagem – MG faz uma denúncia de perseguição que sofreu dum deputado estadual de Minas Gerais em função duma prova que ela aplicou aos seus alunos na Escola em que trabalha.

Já se contam por dezenas tais perseguições inclusive algumas com aparato de grande porte como recentemente foi feito no Colégio Pedro II no Rio de Janeiro em que um brutamontes que se tornou deputado estadual fez invadindo o Colégio e dizendo que estava investigando o comportamento das professoras e professores. Felizmente neste caso do Colégio Pedro II houve uma reação intensa de alunos que colocou o brutamontes para correr do Colégio junto com uma ação da Diretora do Colégio junto ao MP denunciando a ação ilegal do brutamontes.

Não podemos nos calar e mais do que isto, temos que nos levantar contra o fascismo que tenta se impor em nossa sociedade e se volta em particular contra os docentes, obviamente, com um motivo forte, porque somos nós que construímos a liberdade de pensamento de nossas alunas, e quando eu uso o feminino o faço de forma genérico em oposição a séculos de machismo linguístico em que o “genérico é o masculino”. Mas neste momento além de ser genérico eu me preocupo com a fragilidade da mulher que se torna em primeira instância a vítima da ausência dum Estado de Direito dominado por machões fascistas como é o caso do brutamontes que invadiu o Colégio Pedro II que também está envolvido com o assassinato de Marielle Franco, um feminicidio ainda hoje, passados quase dois anos, sem que o mandante do crime seja preso e condenado.

Não podemos nos calar e muito mais do que isto temos que avançar contra o fascismo do contrário ele nos engole. A cadela do fascismos está sempre no cio.

Um general por quem eu tenho alguma admiração.

Eisenhower foi comandante das tropas americanas no Pacífico no final da chamada segunda guerra mundial e foi contactado por Truman, presidente dos Estados Unidos da América do Norte sob um assunto altamente secreto, o lançamento da bomba atômica sobre uma das cidades do Japão.

Eisenhower não tinha os mesmos conhecimentos que diversos Físicos que participaram do projeto Manhatan tinham, mas mesmo sem saber do poder da bomba, ele sabia que seria uma ação desumana contra uma população civil completamente desligada da guerra em andamento, uma tremenda covardia. A resposta do General Eisenhower a Truman foi de que não seria necessário jogar a bomba, acho que ele não sabia que havia mesmo uma segunda bomba, depois da primeira, lançada em Hiroshima. E acrescentou que a guerra estava praticamente acaba, que seria uma questão de semanas e o conflito se encerraria.
As bombas aceleraram o fim da guerra e ainda hoje existem defensores do seu uso pese que tenham morrido mais de 400 mil pessoas nas duas cidades experimentais, Hiroshima e Nagazaki.

Um pouco depois o General Eisenhower entrou na Alemanha já liberada pelas tropas soviéticas e como comandante das tropas viu com horror os campos de concentração e os restos de seres humanos que ainda se encontravam ali e determinou que os fotógrafos militares registrassem todos os possíveis fatos da miséria humana produzida pelo nazismo na Alemanha com o objetivo de que a Humanidade não poderia jamais esquecer o que havia acontecido ali. Certamente são estas fotos que fazem parte da maioria dos registros que temos hoje das atrocidades nazistas.

O General Eisenhower, general vitorioso da guerra, se tornou Presidente dos Estados Unidos da América e ao final do seu mandato, conhecendo por dentro a máquina funesta que move o país mais poderoso do Mundo, dominado pelo que ele chamou de “complexo industrial militar” ele alertou que se este monstro, o “complexo industrial militar” não fosse dominado ele destruiria o Mundo como nós conhecemos. Não foram exatamente estas as palavras do Presidente Eisenhower, mas é esta a minha tradução de suas palavras.

Eu sabia que o matemático Roger Godement, que foi o meu guia em parte dos meus estudos de Matemática, pelos livros que dele estudei, e que foi um dos mais influentes matemáticos franceses de sua época junto com outro importante matemático apátrida, mas francês de profissão, Grothendieck, lideraram um movimento que se chamava Vivre et Survivre destinado à luta contra as guerras e contra o desenvolvimento “pacifista” nuclear que sempre esteve bem financiado pelo “complexo industrial militar”. Eu sabia que havia um texto de Roger Godement em que ele detalhadamente e anotadamente, indicando fontes, havia escrito sobre a posição aparentemente ingenua dos cientistas em produzirem ciência sem ter uma preocupação sobre o domínio em que ela seria usada. Godement sempre foi particularmente critico dos matemáticos aplicados pela sua ingenuidade em produzir Matemática cuja aplicação é múltipla inclusive para produzir a grande maioria dos brinquedos letais com que se divertem e ganham milhões o “complexo industrial militar”. Tentei ler, hoje, de noite o apêndice do livro de Analyse II de Roger Godement sem o sucesso de chegar ao final das 30 páginas, aproximadamente, até porque Godement aponta as fontes ou textos complementares que eu não pode alcançar no momento e aos poucos a leitura ficou cansativa pelo peso imenso da acusação que Godement produz. No momento em que parei ele faz uma citação, em inglês que vou traduzir de forma livre. “Cada arma que é produzida, cada guerra iniciada, cada foguete lançado, no final representa um roubo àqueles que tem fome e não são alimentados, àqueles que têm frio e não recebem uma roupa. Esta mundo em armas não está apenas gastando dinheiro, está jogando fora o suor dos nossos trabalhadores, o gênio dos nossos cientistas, a esperança de nossas crianças. Um bombardeiro na verdade custa uma moderna escola de alvenaria em cada uma de 30 cidades, representa o custo de duas estações de energia elétricas que podem atender uma cidade de 60 mil habitantes, corresponde ao custo de dois hospitais totalmente equipados, ou ao custo de 40 mil quilômetros de rodovias de concreto. Pagamos por um único bombardeiro o valor de meio milhão de sacos de trigo. Pagamos por um único destroyer o valor de casas novas que poderiam acolher mais de 8 mil pessoas.”

E Roger Godement encerra a citação dizendo, “não foram palavras dum pacifista, quem falou assim foi o Presidente Eisenhower se dirigindo no dia 16 de abril de 1953 à American Society of Newspapers Editors.” Godement indica a fonte, McDougall, página 114.

Em geral eu desprezo os generais, mas guardo um lugar especial na minha mente para o General Eisenhower pelas três atitudes que estou aqui descrevendo, esta última eu conhecia, esta lista de custos dos brinquedos letais com que se diverte e ganha milhões o monstruoso e criminoso “complexo industrial militar”, uma associação criminosa de generais na reserva com um tipo de gangster econômico os chamados banksters, apenas eu não sabia que vinha de alguém que conhecia por dentro a máquina criminosa que ele mesmo chamou de “complexo industrial militar”, foi ele que criou este conceito e quem primeiro fez uso da grave etiqueta.

Carta aberta, parafraseando Guerra Junqueiro, aos traidores da Pátria

Aos traidores da Pátria

Levemente parafraseado de Caridade e Justiça de Guerra Junqueiro por Tarcisio Praciano Pereira. https://padrecelestinopimentel.blogspot.com/2014/05/a-poesia-de-guerra-junqueiro_30.html

Vocês que sujaram a Constituição no golpe de 2016, já reconhecido cinicamente pelo Vampirão num testemunho de validade indiscutível, eis que ele foi o primeiro beneficiado do golpe.

Vale lembrar um costume sagrado no Japão, onde, em Tóquio, existe um bosque famoso e conhecido popularmente pela alcunha de “Bosque dos Arrependimentos”. Os japoneses, quando flagrados em atos tão imundos quanto o golpe de 2016, não suportando a vergonha que teriam que sofrer ante a família, a Sociedade, os amigos, os filhos, o olhar doce e inquisitivo dum neto ou duma neta, compram uma corda e comparecem ao último e sagrado julgamento, comparecem ao “Bosque dos Arrependimentos”, escolhem uma árvore alta e forte, laçam a corda a um galho, sobem à árvore e de lá se lançam, como Judas Iscariotes, e quem faz este registro é Guerra Junqueiro em seu monumental poema, CARIDADE E JUSTIÇA.

Vocês, traidores da Pátria, poderiam fazerem-se a si próprios este último julgamento nos poupando de levá-los ao Tribunal Constitucional que necessariamente teremos que criar assim que a Democracia retornar.

Como bem descreveu Guerra Junqueiro, o Remorso, o grande caçador de feras não lhes permitira a partir deste ponto uma vida tranquila, enfrentando o olhar puro de algum neto ou de alguma neta jovem. Cada olhar destes será como uma gota do ouro pingando na consciência. Como
Judas Iscariotes, verão a cada momento no olhar inocente das crianças, como de Ágata, no Rio de Janeiro, que é um dos resultados da traição que vocês cometeram, e já se contam por milhares as crianças morrendo Brasil a fora pelo ato covarde de traição tão grotesco, como o de como o de Judas Iscariotes. Ele traiu o Nazareno dando-lhe um beijo, vocês sujaram a Constituição de forma mais eloquente produzindo uma encenação sob forma de Tribunal, sujaram a Constituição, sujaram o Congresso Nacional, receberam em troca 40% como Judas Iscariotes recebeu 40 moedas. Pelo resto de suas vidas um fantasma lhes haverá de perseguir, certo, no olhar puro dum neto ou duma neta poderão ver a ponta dum chicote, e tremer
qual Judas Iscariotes levando a mão ao bolso e sentido o peso dos 40%. Talvez tentem como Judas Iscariotes tirar da conta bancária o pagamento pelo golpe pedindo à pesada consciência que o deixem partir. Mas o gigante os irá fitar e rir lhes dizendo, “o ouro da traição pertence ao traidor, como o riso à inocência, e como o aroma à flor. Sois traidores, assassinos, hipócritas e perjuros.” Sim, perjuros porque vocês fazem parte do Tribunal que protege a Constituição e com isto toda a Nação Brasileira e jurastes proteger a Justiça e a Constituição. Como falou o gigante, as almas de traidores lançadas em cima de um monturo faria nódoa.

Como Judas, comprem uma corda, e façam como os japoneses subjugados pelo peso da culpa, não precisam viajar para Tóquio, há árvores fortes e suficientemente altas em bosques em Brasília. Peguem um táxi para não deixar um carro oficial parado na estrada entulhando o trânsito, discretamente levem a corda numa pasta, dessas que em que guardam processos mais especiais que lhes dão lucros extras quando os levam para casa para produzir a enganação que chamam de “relatório jurídico” com o que transformam crimes em ações anódinas, também em troca algumas moedas de ouro. Escolham a árvore um pouco afastada da estrada para não nos incomodar com o último gesto, e como Judas o Escariotes, desenrolem a corda da retirando-a da pasta, subam acima, ateiem-na num ramo vigoroso e seguida um laço na garganta. Por certo ouvirão, como Judas, o grito de milhares de crianças que desde 2016 estão morrendo de fome ou sob as balas da polícia transformada em milícia com a derrocada da Democracia. Como crianças elas seriam tão grandes e tão onipotentes como como o Cristo e certamente lhes parecerá ouvir-lhes a voz dizendo: – Traidor, concedemos-te o perdão, apesar de nosso carrasco, és ainda nosso irmão.
Tirastes nos a democracia, tirastes-nos o emprego de nossos pais, destruístes a paz de nossos lares, acabastes com as leis trabalhistas, levastes a fome e o desespero para os lares de milhares de brasileiros. Fica em paz, que nos costumamos esquecer o mal que alguém nos faz.

Mas como Judas o Escariotes, devem fazer o último veredicto, a última sentença, e desta vez imponente porque sereis os juízes do traidor que são vocês mesmos e repitam como Judas o Escariotes, “um justo não perdoa. A justiça é implacável.

  • As nossas ações foram infames, hediondas, miseráveis.
  • Destruímos a Pátria Amada, entregamos o Brasil aos banqueiros, ao capital estrangeiro, nos dobramos às espadas dos generais, deixamos milhares de crianças morrendo à míngua ou sem remédios nos hospitais, vendemos a Pátria aos fariseus.
  • Pois bem, sendo nos monstros e sendo vós crianças, verão como este monstro oh, pobre crianças, é mais justo e mais forte do que Deus.
  • À vossa caridade humanitária e doce, preferimos o dever terrível… Enforquem-se.

Levemente parafraseado do de Caridade e Justiça de Guerra Junqueiro por Tarcisio Praciano Pereira.

Bunda suja pretende “privatizar” os dados dos brasileiros

Imagine que um ex-servidor, dias depois de se aposentar, começa a receber ligações telefônicas oferecendo empréstimo consignado. Uma seguradora de veículos com quem um cidadão jamais teve contato lhe oferece um novo seguro semanas antes de vencer o contrato que está em vigência. O timing não é mágica. É uma estratégia planejada, com base em informações confidenciais mantidas pelo Governo e consideradas valiosíssimas para qualquer empresa que busca dados de potenciais clientes. O que elas têm em comum é que todas são processadas e armazenadas por duas lucrativas companhias públicas brasileiras que o Governo Jair Bolsonaro (PSL) pretende privatizar, o Serpro e a Dataprev. A reportagem de Afonso Benites explica sobre o impacto potencial, incluindo a segurança dos dados em jogo, da venda das duas empresas, prevista pelo Governo para o próximo ano.

Nesta edição, contamos também os detalhes da indicação do nome de Augusto Aras para Procurador Geral da República. Pela primeira vez desde o Governo FHC, presidente ignora lista tríplice da categoria. Aras não concorreu ao cargo na eleição da Associação Nacional dos Procuradores da República, mas ganhou a simpatia do presidente por se forjar publicamente com uma pessoa conservadora. Na campanha para o cargo, subprocurador da República falou contra a ideologia de gênero e a criminalização da homofobia. O padrinho político de Aras foi o ex-deputado federal e membro da bancada da bala Alberto Fraga (DEM-DF). O ex-parlamentar chegou a ser cotado para ocupar um ministério ou cargo em segundo escalão no Governo Bolsonaro, mas seu projeto não decolou porque foi condenado por receber propina de 350.000 reais em contratos de transporte. A nomeação do PGR por Bolsonaro era uma das mais esperadas porque o cargo detém poder estratégico sobre o destino da operação Lava Jato.

Enquanto isso, na Finlândia, uma política para reduzir a população sem moradia é implementada com sucesso: outorgar casa a quem necessita, sem exigências. “O futuro começa com um molho de chaves” reza o lema da campanha governamental que reduziu entre 2008 e 2015 em 35% o número de cidadãos que vão dormir e acordam todos os dias a céu aberto. A reportagem de Belén Domínguez Cebrían explica como funciona a medida que agora tem a ambiciosa missão de erradicar a população de rua em todo o país até 2027.